Os 2300 Dias Infernais

As Duas Testemunhas, Os Sete Anos de Fartura

E Os Sete Anos de Fome de José

 Joseph F Dumond

Capa: Criado e desenhado por Joshua Shallenberger

 

 

Dedicação

 

Ficará obvio, assim que você ler este livro, que toda a glória das coisas a serem revelados nas páginas que seguem é o resultado da misericórdia de Yehová para conosco. Foi Ele que nos revelou estas coisas sobre Daniel 9:24-27 e Daniel 8, os Ciclos Sabáticos e Jubileus e as maldições que vêm com a desobediencia em não guardá-los. Apenas compartilhei o que Yehová tem me mostrado das páginas de Sua Bíblia; os padrões escondidos lá bem como na história. Agradeço a Ele por ter me permitido tão grande privilégio de compartilhar estas verdades com aqueles que os procuram.

Que Ele te abençoe com o entendimento dos tempos em que nos encontramos. Que Ele te abençoe com o entendimento de como estes ciclos Sabáticos e Jubileus revelam a cronologia de Suas profecias para estes, os últimos, dias do sexto milênio.

Também preciso agradeçer a cinco mulheres pela sua ajuda incansável em montar este livro e todo o vasto trabalho de pesquisa que foi necessário, que fizeram para mim com o maior gosto. Tambem corrigiram meus erros ortográficos sem fim e minha gramática fraca bem como pesquisaram as traduções Hebraicas quando necessário. E em sua modéstia, tem me solicitado a não publicar os seu nomes a este tempo. Porem, sem sua ajuda este livro continuaria a ser apenas pensamentos em minha mente. Então as agradeço muito pela a sua ajuda e o apoio que me deram.

Outra mulher que tem me ajudado tremendamente é Joli Darling que tem sido minha editora preferida para os meus três livros. “As Profecias de Abraão,” publicado em 2010, “Lembrando os Anos Sabáticos de 2016,” publicado em 2013, e agora este livro atual “Os 2300 Dias Infernais,” publicado em 2014. Joli é muito minuciosa, metódica e precisas na maneira em que ela edita livros. Ela tem feito isso para várias outras obras notórias, como você pode ver no site dela. Ainda mais importante para mim como escritor é que ela conhece o meu assunto e entende o que estou tentando passar. Ela tem uma compreensão admirável das Escrituras e a habilidade de lembrar o que tenho escrito em livros anteriores, o que me ajuda muito. Não posso expressar adequadamente minha gratidão a ela pela a ajuda maravilhosa que ela tem sido nestes projetos, me ajudando torná-los realidade.

Você pode entrar em contato com Joli pelo email: LonelyMoonchild@comcast.net ou pelo seu site www.wordforwordlineuponline.com

Tenho que agradecer a meu amigo James Relf que tem trabalhado incansávelmente para refazer o design do meu site no final de 2013. Ele tem preparado arquivos de video e audio, que enfatizam o assunto deste livro. Seus dons no site e o site no Google falam por si só. Seu proficionalismo tem feito de minhas apresentações material de primeira. Quero agradecê-lo profundamente pela sua atuação no momento em que muito precisava de suas habilidades.

Finalmente pude gravar em video os ensinamentos que compoem a parte principal deste livro. No outono de 2013 Joshua Shallenberger gravou todas as 12 apresentações e depois os editou fazendo-os criar vida. Sua aptidão e seu proficionalismo tem superado todas as minhas expectativas. Todos nós devemos nossos agradecimentos a Joshua por tudo que ele tem feito com estes ensinamentos.

Finalmente, tenho mais uma pessoa a agradecer que é minha esposa de 36 anos – Barbara, que tem aberto mão de tempo comigo para que eu pudesse trabalhar neste livro, no site e nos vídeos – tudo para que eu pudesse compartilhar esta mensagem sem preço com você. As horas afim escrevendo, editando, preparando e apresentando tem sido renunciado por ela. Espero que algum dia você possa compreender. Até então saiba que te amo mais que palavras possam descrever. Mais uma vez, te amo e obrigado.

 

Os 2300 Dias Infernais

Este livro foi originalmente entitulado Os 70 Shavuot de Daniel mas combinamos isto com o que deveria ser nosso próximo livro e usamos o titulo do próximo livro para cobrir os dois assuntos.

Daniel 12:4 “encerra estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo”

Irmãos, creio eu que estamos nestes últimos dias e esta profecia não podia ser compreendida até hoje, neste último Ciclo Jubileu; até que as pessoas começassem outra vez a obedecer a Yehová e guardar as suas horas marcadas; o Sábado semanal, os Dias Sagrados Anuais e os Anos Sabáticos. Esta profecia não poderia ser compreendida até que os Ciclos Sabáticos e Jubileus fossem compreendidos. Você está prestes a aprender o que eles nos mostram para estes últimos dias.

Se prepare para descobrir a profecia mais aterrorizante na Bíblia que agora será revelado para você o leitor pela primeira vez desde que foi dado a Daniel a mais de 2552 anos; aterrorizante para aqueles que não obedecem nem querem obedecer e excitante e emocionante para aqueles que obedecem os mandamentos de Yehová.

Amos 3:7 Certamente o Senhor Yehová não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas..

Seria contrario a promessa de Yehové chegar a estes últimos dias e não ter quem advirta as pessoas do que está para acontecer.

Você está prestes a aprender quão próximo estamos do tempo em que Satanás será trancado. Mas antes deste tempo todo o inferno vai se soltar aqui na terra. Começará a apenas alguns anos de agora (2014) quando estamos publicando este livro.

Chegou a hora de retornar ao Criador.

 

Índice

Prefácio

Reconhecimentos

Introdução

Capítulo 1 | Quem é o Povo de Daniel?

Capítulo 2 | A Linhagem de Farés, a Linhagem de Zerá e o Trono de Daví

Capítulo 3 | H eráldica das Tribos de Israel – No Passado & Agora

Capítulo 4 | A Profecia Cristã dos 490 Anos—Onde & Como Desenvolveu

Capítulo 5 | O Que Significa “Semanas”?

Capítulo 6 | Porque o Livro de Daniel Tem Sido Selado Até Os Últimos Dias & A Explicação do Ciclo Jubileu

Capítulo 7 | A Menina do Seu Olho (Daniel 9:24)

Capítulo 8 | A Sarsa Ardente, a Mota & o Acra (Daniel 9:25)

Capítulo 9 | Os Santos Destruídos (Daniel 9:26)

Capítulo 10 | Os 2,300 Dias Infernais, os 7 Anos de Fartura & os 7 Anos de Fome de José, & a Oferta de Manjares (Daniel 9:27)

Capítulo 11 | O Grande Iluminismo (Daniel 9:27)

Capítulo 12 | Conclusão

Prefácio

 

5 Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia de ????; 6 E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição. (Mal 4:5-6 ACF)

16 E converterá muitos dos filhos de Israel a ???? seu Elohim, 17 E irá adiante dele no espírito e virtude de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos, com o fim de preparar a ???? um povo bem disposto. (Luk 1:16-17 ACF)

3 Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho de ????; endireitai no ermo vereda a nosso Deus. 4 Todo o vale será exaltado, e todo o monte e todo o outeiro será abatido; e o que é torcido se endireitará, e o que é áspero se aplainará. 5 E a glória de ???? se manifestará, e toda a carne juntamente a verá, pois a boca de ???? o disse. (Isa 40:3-5 ACF)

19 Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença de ????, 20 E envie ele a ????? Messias, que já dantes vos foi pregado. 21 O qual convém que o céu contenha até aos tempos da restauração de tudo, dos quais Elohim falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde o princípio. 22 Porque Moisés disse aos pais: ???? vosso Elohim levantará de entre vossos irmãos um profeta semelhante a mim; a ele ouvireis em tudo quanto vos disser. 23 E acontecerá que toda a alma que não escutar esse profeta será exterminada dentre o povo. 24 Sim, e todos os profetas, desde Samuel, todos quantos depois falaram, também predisseram estes dias. (Act 3:19-24 ACF)

25 “…E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos a e a lei b; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo.” (Daniel 7:25 | a. Esta é outra palavra para os festivais. b. Mudando a lei é iniquidade.)

Eu começei este livro, “Os 70 Shavuot de Daniel” com o mesmo prefácio que tive no meu último livro, “Lembrando os Anos Sabáticos de 2016,” que publiquei em 2013.

Olhando para trás a tudo que tem sido realizado desde 2004 quando começei esta jornada, agora posso ver que foi tudo por uma razão – e uma unica razão em particular.

As cartas informativas (inglês) semanais[1] que iniciei em 2006 – o qual você pode subscrever, bem como os três sites – todos se provaram ser instrumentais em educar as pessoas sobre os Anos Sabáticos e como estes são relacionados as maldições que estão se desdobrando ao nosso redor neste momento. Eles também tem ensinado aqueles que vem aos sites sobre guardar a Torá e andar na obediência á Yehová.

As apresentações nos tours e a produção do meu DVD em março de 2008 de “A Ordem Cronológica das Profesias nos Ciclos Jubileus[2] foram o resultado direto de minhas cartas informativas anteriores que saíam a cada Sábado sobre este mesmo assunto. Minhas cartas informativas tem continuado a casa semana desde 2006, e produziram “As Profesias de Abraão”[3] em 2009, o qual foi publicado como livro em 2010, seguido pela indicação ao prêmio Nobel em 2011.[4] (Quantos livro religiosos recebem tal distinção?) Meu segundo livro, “Lembrando o Ano Sabático de 2016” foi escrito como resposta as muitas perguntas e objeções que sempre vinham com relação aos anos sabáticos e porque são tão diferentes hoje de como Yehová originalmente os pretendeu. Todas as minhas palestras, apresentações, respostas a emails e ligações, bem como as entrevistas de rádio e a nova serie de televisão que iniciamos e os novos vídeos que dispomos no nosso site, foram feito por uma razão e apenas uma razão. Para restaurar o guardar dos anos sabáticos: relembrar já que é isto que Malaquias 4:4[5] nos diz que temos de fazer – lembrar.

Em Outubro de 2012 nos juntamos com uma família em Israel para plantar um vinhedo de 10 dunam[6] de terra com quatro variedades de uvas. Nós nos empenhamos neste projeto para comparar uma porção da terra que vai seguir o ano sabático em 2014-2015 de Tishri a Tishri e cada sete anos após isto – com a outra porção que guardará o ano sabático em 2016-2017 de Aviv á Aviv e a cada sete anos após isto. Novamente, fiz isto por uma razão e apenas uma razão.

 

Tudo que tenho produzido e compartilhado com o publico tem sido por uma razão e apenas uma razão. De converter os corações dos filhos de volta ao Pai. Ao Pai Yehová para ser mais específico. E em fazer isto – voltar a Yehová, voltar á Torá, aos sábados, aos Dias Consagrados de Levíticos 23 e aos anos Sabáticos, isto, por sua vez, converterá o coração do nosso Pai de volta à nós – antes que Ele nos fira com mais outra maldição.

Não tem sido para obter fama ou gloria e certamente não pelo dinheiro! Ainda tenho que trabalhar em tempo integral para pagar todos os meus custos. Não. O motivo para eu fazer isto é para que vocês irmãos, possam aprender sobre os anos sabáticos e as maravilhosas profesias que revelam sobre os últimos dias. Mas se você não guardar o Sábado o sétimo dia semanal você não poderá compreender plenamente estas profesias. Mais uma vez, se você não guardar os Dias Sagrados ensinados em Levíticos 23, então você não entenderá as profesias faladas à você na Bíblia. Se, de fato, você está guardando estas duas leis, mas não está guardando os anos sabáticos, você não irá e simplesmente não poderá entender ou compreender plenamente as profesias que estão sendo revelados específicamente nestes últimos dias. Você está, na melhor das hipóteses, apenas chutando.

Sim estamos, sem sombra de dúvida, agora nos últimos dias como cada um dos meus livros anteriores e o meu DVD claramente demonstraram para aqueles que tem ouvidos para ouvir e olhos para enchergarem. È apenas guardando o Sábado semanal, os Dias Consagrados mostrados em Levíticos 23, (e não acrescentando ou tirando deles) e por guardar os anos sabáticos como instruídos em Levíticos 25, que você pode entender e compreender plenamente o significado por trás das 70 semanas de Daniel!

Estou prestes a lhe mostrar coisas que vão verdadeiramente esticar o seu celebro a medida que você cresça para entender estas coisas. Você ficará revoltado com aqueles que tem te ensinado errado a vida toda porque nunca te mostraram estas coisas. Alguns dos seus professores, de fato, tem mentido para você – ou por ignorância, estando eles mesmos enganados ou pior, de propósito.

Assim diz ????[7]: Por três transgressões de Judá, e por quatro, não retirarei o castigo, porque rejeitaram a Torá de ????, e não guardaram os seus estatutos, antes se deixaram enganar por suas próprias mentiras, após as quais andaram seus pais.(Am. 2:4)

Porque os guias deste povo são enganadores, e os que por eles são guiados são destruídos.. (Isaias 9:16)

“. . . Então lhes dirás: Porquanto vossos pais me deixaram, diz ????, e se foram após outros deuses, e os serviram, e se inclinaram diante deles, e a mim me deixaram, e a minha Torá não a guardaram. 12 E vós fizestes pior do que vossos pais; porque, eis que cada um de vós anda segundo o propósito do seu mau coração, para não me dar ouvidos a mim. (Jeremias 16:11-12)

Ó ????, fortaleza minha, e força minha, e refúgio meu no dia da angústia; a ti virão os gentios desde os fins da terra, e dirão: Nossos pais herdaram só mentiras, e vaidade, em que não havia proveito.” (Jeremias 16:19)

Deixai-os; são condutores cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão na cova.. (Mateus 15:14)

“. . . Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais.” (1 Pedro 1:18)

Os pais podem e de fato desviam os filhos e então os filhos crescem e desviam os seus filhos e assim por diante. Yehová dá a cada um de nós a responsabilidade não leviana de não somente testar tudo que somos ensinados para ver se alinha de fato com a Palavra de Yehová, mas tambem de treinar o filho no caminho em que deve andar de acordo com todas as coisas que Yehová tem nos revelado através de Sua Palavra.

21 Examinai tudo. Retende o bem. (1 Tessalonissenses 5:21)

O bem estar espiritual de toda criança (assim como o bem estar físico) sempre dependerá da fidelidade dos pais à Yehová. Filhos, pela educação e pelos costumes, acreditam e praticam as crenças religiosas de seus pais. A própria vida de seus filhos, concernente a suas segurança espiritual, depende de você obedecer a Yehová e ensiná-los verdades das Escrituras e não tradições que não podem ser provados e não tem nenhum mérito espiritual ou verdadeira substância espiritual.

16 E converterá muitos dos filhos de Israel a ???? seu Elohim, E irá adiante dele no espírito e virtude de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos, com o fim de preparar à ???? um povo bem disposto. (Lucas 1:16-17)

Em tudo isso, lembre-se desta única oração que Moisés escreveu em Levíticos 26, que é mais tarde repetido por Salomão em 1 Reis e denovo por Daniel no livro de Daniel. Se nos arrependermos e dar uma volta de 180° e voltar a guardar a Torá, então Yehová irá nos perdoar e lembrará da alinaça que Ele fez com Abraão, Isaque e Jacó. Ele lembrará de nós e nos protegerá e cuidará de nós daquele momento em diante se fizermos a nossa parte. Somos ensinados em Êxodo que se não O obedecermos, Ele disciplinará a nós e nossos filhos até a terceira e quarta geração. Porem, se nos arrependermos e obedecermos então Ele terá misericórdia até mil gerações, o que no Novo Testamento é chamado de graça. Sempre esteve lá bem presente em Exodo – graça e misericórdia “SE” obedecermos e nos arrependermos.

5 “…Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, ???? teu Elohim, sou El zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.” (Exodus 20:5-6)

40 Então confessarão a sua iniqüidade, e a iniqüidade de seus pais, com as suas transgressões, com que transgrediram contra mim; como também eles andaram contrariamente para comigo. Eu também andei para com eles contrariamente, e os fiz entrar na terra dos seus inimigos; se então o seu coração incircunciso se humilhar, e então tomarem por bem o castigo da sua iniqüidade, Também eu me lembrarei da minha aliança com Jacó, e também da minha aliança com Isaque, e também da minha aliança com Abraão me lembrarei, e da terra me lembrarei. E a terra será abandonada por eles, e folgará nos seus sábados, sendo assolada por causa deles; e tomarão por bem o castigo da sua iniqüidade, em razão mesmo de que rejeitaram os meus juízos e a sua alma se enfastiou dos meus estatutos. E, demais disto também, estando eles na terra dos seus inimigos, não os rejeitarei nem me enfadarei deles, para consumi-los e invalidar a minha aliança com eles, porque eu sou ???? seu Elohim. Antes por amor deles me lembrarei da aliança com os seus antepassados, que tirei da terra do Egito perante os olhos dos gentios, para lhes ser por Elohim. Eu sou ????. Estes são os estatutos, e os juízos, e os Torot c que deu ???? entre si e os filhos de Israel, no monte Sinai, pela mão de Moisés. (Lev 26:40-46| c Torot—plural de Torá, ensinamento)

22 E pôs-se Salomão diante do altar de ????, na presença de toda a congregação de Israel; e estendeu as suas mãos para os céus, E disse: ???? Elohim de Israel, não há El como tu, em cima nos céus nem em baixo na terra; que guardas a aliança e a beneficência a teus servos que andam com todo o seu coração diante de ti. Que guardaste a teu servo Davi, meu pai, o que lhe disseras; porque com a tua boca o disseste, e com a tua mão o cumpriste, como neste dia se vê. Agora, pois, ó ???? Elohim de Israel, guarda a teu servo Davi, meu pai, o que lhe falaste, dizendo: Não te faltará sucessor diante de mim, que se assente no trono de Israel; somente que teus filhos guardem o seu caminho, para andarem diante de mim como tu andaste diante de mim.(1Reis 8:22-25)

26 “Agora também, ó Elohim de Israel, cumpra-se a tua palavra que disseste a teu servo Davi, meu pai. Mas, na verdade, habitaria Elohim na terra? Eis que os céus, e até o céu dos céus, não te poderiam conter, quanto menos esta casa que eu tenho edificado. Volve-te, pois, para a oração de teu servo, e para a sua súplica, ó ???? meu Elohim, para ouvires o clamor e a oração que o teu servo hoje faz diante de ti. Para que os teus olhos noite e dia estejam abertos sobre esta casa, sobre este lugar, do qual disseste: O meu nome estará ali; para ouvires a oração que o teu servo fizer neste lugar. Ouve, pois, a súplica do teu servo, e do teu povo Israel, quando orarem neste lugar; também ouve tu no lugar da tua habitação nos céus; ouve também, e perdoa. Quando alguém pecar contra o seu próximo, e puserem sobre ele juramento de maldição, fazendo-o jurar, e vier juramento de maldição diante do teu altar nesta casa, Ouve tu, então, nos céus e age e julga a teus servos, condenando ao injusto, fazendo recair o seu proceder sobre a sua cabeça, e justificando ao justo, rendendo-lhe segundo a sua justiça”. (1 Reis 8:26-32)

33 “Quando o teu povo Israel for ferido diante do inimigo, por ter pecado contra ti, e se converterem a ti, e confessarem o teu nome, e orarem e suplicarem a ti nesta casa, Ouve tu então nos céus, e perdoa o pecado do teu povo Israel, e torna-o a levar à terra que tens dado a seus pais. Quando os céus se fechar, e não houver chuva, por terem pecado contra ti, e orarem neste lugar, e confessarem o teu nome, e se converterem dos seus pecados, havendo-os tu afligido, Ouve tu então nos céus, e perdoa o pecado de teus servos e do teu povo Israel, ensinando-lhes o bom caminho em que andem, e dá chuva na tua terra que deste ao teu povo em herança”. (1 Reis 8:33-36)

37 “Quando houver fome na terra, quando houver peste, quando houver queima de searas, ferrugem, gafanhotos ou pulgão, quando o seu inimigo o cercar na terra das suas portas, ou houver alguma praga ou doença, Toda a oração, toda a súplica, que qualquer homem de todo o teu povo Israel fizer, conhecendo cada um a chaga do seu coração, e estendendo as suas mãos para esta casa, Ouve tu então nos céus, assento da tua habitação, e perdoa, e age, e dá a cada um conforme a todos os seus caminhos, e segundo vires o seu coração, porque só tu conheces o coração de todos os filhos dos homens. Para que te temam todos os dias que viverem na terra que deste a nossos pais.” (1 Reis 8:37-40)

41 “E também ouve ao estrangeiro, que não for do teu povo Israel, quando vier de terras remotas, por amor do teu nome (Porque ouvirão do teu grande nome, e da tua forte mão, e do teu braço estendido), e vier orar voltado para esta casa, Ouve tu nos céus, assento da tua habitação, e faze conforme a tudo o que o estrangeiro a ti clamar, a fim de que todos os povos da terra conheçam o teu nome, para te temerem como o teu povo Israel, e para saberem que o teu nome é invocado sobre esta casa que tenho edificado. Quando o teu povo sair à guerra contra o seu inimigo, pelo caminho por que os enviares, e orarem a ????, para o lado desta cidade, que tu elegeste, e desta casa, que edifiquei ao teu nome, Ouve, então, nos céus a sua oração e a sua súplica, e faze-lhes justiça.(1 Reis 8:41-45)

46 Quando pecarem contra ti (pois não há homem que não peque), e tu te indignares contra eles, e os entregares às mãos do inimigo, de modo que os levem em cativeiro para a terra inimiga, quer longe ou perto esteja, E na terra aonde forem levados em cativeiro caírem em si, e se converterem, e na terra do seu cativeiro te suplicarem, dizendo: Pecamos, e perversamente procedemos, e cometemos iniqüidade, E se converterem a ti com todo o seu coração e com toda a sua alma, na terra de seus inimigos que os levarem em cativeiro, e orarem a ti para o lado da sua terra que deste a seus pais, para esta cidade que elegeste, e para esta casa que edifiquei ao teu nome; Ouve então nos céus, assento da tua habitação, a sua oração e a sua súplica, e faze-lhes justiça. E perdoa ao teu povo que houver pecado contra ti, todas as transgressões que houverem cometido contra ti; e dá-lhes misericórdia perante aqueles que os têm cativos, para que deles tenham compaixão. Porque são o teu povo e a tua herança que tiraste da terra do Egito, do meio do forno de ferro.’” (1 Reis 8:46-51)

52 “Para que teus olhos estejam abertos à súplica do teu servo e à súplica do teu povo Israel, a fim de os ouvires em tudo quando clamarem a ti. Pois tu para tua herança os elegeste de todos os povos da terra, como tens falado pelo ministério de Moisés, teu servo, quando tiraste a nossos pais do Egito, Senhor ????. Sucedeu, pois, que, acabando Salomão de fazer a ???? esta oração e esta súplica, estando de joelhos e com as mãos estendidas para os céus, se levantou de diante do altar de ????. (1 Reis 8:52-54)

Chegou a hora de se arrepender da desobediência à Yehová e de se recusar ou falhar de observar Sua Torá plenamente. Tudo aponta para o fato de que estamos no fim desta era. Estou confiante de que você verá e poderá provar isto por si mesmo ao final de ler este livro com as Escrituras providenciadas. Os 70 Shavuot de Daniels lhe mostrará quando esta coisas hão de acontecer ano por ano. Novamente, tudo isto só é possível quando você entender os Cíclos Sabáticos. Que Yehová te abençoe no seu entendimento e compreensão das coisas que estou prestes a compartilhar com você.

[1] https://sightedmoon.com

[2] https://sightedmoon.com/?page_id=251

[3] As Profesias de Abraão (inglês) pode ser adquirido da editora Authorhouse em:

http://bookstore.authorhouse.com/Products/SKU-000366309/The-Prophecies-of-Abraham.aspx na America do Norte e em outros locais: http://www.authorhouse.co.uk/Bookstore/BookDetail.aspx?Book=286642 ou em Amazon: http://tinyurl.com/a293j3d ou em Barnes & Noble: http://tinyurl.com/bjdhjcw

[4] A carta oficial esta anexada ao Apendix de Lembrando os Anos Sabáticos de 2016

[5] Lembrai-vos da lei de Moisés, meu servo, que lhe mandei em Horebe para todo o Israel, a saber, estatutos e juízos. Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia de ????; E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição. (Mal 4:4-6)

[6] Um dunam equivale a 1000 m². https://pt.wikipedia.org/wiki/Dunam

[7] ???? é a palavra Hebraica para Yehová, que também é o nome de Deus.

Introdução

 

Neste livro, Os 2300 Dias Infernais anteriormente Os 70 Shavuot de Daniel, nós vamos estar olhando a um trecho do livro de Daniel – ou, mais especificamente, sua mensagem que recebeu do anjo que foi guardado para nós nestes últimos dias. Esta mensagem está contida em Daniel 9:24-27.

Como foi que Daniel veio a estar na posição em que esteve quando recebeu esta profecia? Quem é Daniel e porque Yehová revelou à ele algo que nós precisamos considerar?

Para encontrar as respostas destas perguntas, precisamos começar viajando no tempo até o Império Assírio.

O Império Assírio foi o primeiro império a surgir na cena mundial no início dos anos 2000 a. C. Até ao dia de hoje, há um ziggurat, (ou templo) daquela era que ainda está de pé proximo ao sítio de sua antida capital de Assur.

A cidade de Assur foi recebeu este nome por causa da pessoa de Assur que foi o segundo filho de Sem, o filho de Noé.

22 Os filhos de Sem são: Elão, Assur, Arfaxade, Lude e Arã. (Gen 10:22 ACF)

A história registra Sargão como o primeiro rei de Assur e Sargão foi de fato o próprio Assur.[1] Ambos são a mesma pessoa. Sargon foi o primeiro a forgar, através de campanhas militares, o Império Assírio. Assur foi também o general líder a serviço de Nimrod. A certo ponto, Assur e Nimrod se separaram e se tornaram governantes de dois reinos separados. Os dois porem, estariam por toda história, ligados um ao outro.

9 E este foi poderoso caçador diante da face de ????; por isso se diz: Como Ninrode, poderoso caçador diante de ????. E o princípio do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinar. Desta mesma terra saiu à Assíria e edificou a Nínive, Reobote-Ir, Calá, and Resen between Ninew?h and Kelah?, the great city. (Gen 10:9-12 )

Tudo isso transcorreu num período de 391 anos entre a enchente de Noé, que aconteceu em 2181 a.C., e a execução de Nimrod por Sem em 1790 a.C.[2]

No século 9 a.C., a Assírio desevolveu um império agressivo e poderoso que estava expandindo. Também foi nesta época em que o Reino de Israel se dividiu para formar dois reinos separados e distintos.

Lemos no Antigo Testamento como o Rei Daví se tornou rei sobre Judá em 1010 a.C. e mais tarde uniu as doze tribos de Israel sob o seu governo em 1017 a.C. O Rei Salomão sucedeu o Rei Daví em 970 a.C e reinou por quarenta anos. Após sua morte em 930 a.C., os Reinos Unidos de Israel se dividiu em dois reinos distintos – Israel e Judá. Lemos sobre este evento em I Reis.

16 Vendo, pois, todo o Israel que o rei não lhe dava ouvidos, tornou-lhe o povo a responder, dizendo: Que parte temos nós com Davi? Não há para nós herança no filho de Jessé. Às tuas tendas, ó Israel! Provê agora a tua casa, ó Davi. Então Israel se foi às suas tendas. No tocante, porém, aos filhos de Israel que habitavam nas cidades de Judá, também sobre eles reinou Roboão. Então o rei Roboão enviou a Adorão, que estava sobre os tributos; e todo o Israel o apedrejou, e ele morreu; mas o rei Roboão se animou a subir ao carro para fugir para Jerusalém. Assim se rebelaram os israelitas contra a casa de Davi, até ao dia de hoje. (1Reis 12:16-19)

20 E sucedeu que, ouvindo todo o Israel que Jeroboão tinha voltado, enviaram, e o chamaram para a congregação, e o fizeram rei sobre todo o Israel; e ninguém seguiu a casa de Davi senão somente a tribo de Judá. Vindo, pois, Roboão a Jerusalém, reuniu toda a casa de Judá e a tribo de Benjamim, cento e oitenta mil escolhidos, destros para a guerra, para pelejar contra a casa de Israel, para restituir o reino a Roboão, filho de Salomão. Porém veio a palavra de Elohim a Semaías, homem de Elohim, dizendo: Fala a Roboão, filho de Salomão, rei de Judá, e a toda a casa de Judá, e a Benjamim, e ao restante do povo, dizendo: Assim diz ????: Não subireis nem pelejareis contra vossos irmãos, os filhos de Israel; volte cada um para a sua casa, porque eu é que fiz esta obra. E ouviram a palavra de ????, e voltaram segundo a palavra de ????. (1 Reis 12:20-24).

Como afirmei mais cedo, esta divisão resultou na rearrumação do Reino Unido das Doze Tribos em dois reinos separado:

As Dez Tribos de “Israel” sob o Rei Jeroboão com a Samaria como sua capital foi composto por Rubem, Gade, Manassés, Dã, Aser, Isacar, Simeão, Zebulon, Efraim e Naftali.

Assim sendo, as tribos remanescentes de Judá e Benjamim e uma grande parte dos Levitas formaram o segundo reino de “Judá” sob o Rei Roboão em Jerusalem. (Os Levitas foram distribuidos entre todas as tribos, mas Jerusalem foi uma de suas cidades principais.)

Daquele dia em diante, Israel e Judá se tornaram duas nações completamente separados, distintos e independentes. Embora eram aliados diante de inimigos comuns, os relatos de estarem em guerra entre si estão registrados várias vezes na Bíblia.

Uma das principais chaves para o entendimento de profecia Bíblica é reconhecer que apesar de que todo Judeu é Israelita, nem todo Israelita é Judeu. Iste é um ponto absolutamente vital porque muitas das profecias dos fins dos tempos que se referem a “Israel” não estão apenas se referindo ao povo Judeu moderno no Estado de Israel ou em qualquer outro lugar.

Aqui está alguns exemplos de Israel guerrear com Judá e Benjamim.

21 Vindo, pois, Roboão a Jerusalém, reuniu toda a casa de Judá e a tribo de Benjamim, cento e oitenta mil escolhidos, destros para a guerra, para pelejar contra a casa de Israel, para restituir o reino a Roboão, filho de Salomão. (1Reis 12:21)

24 Assim diz ????: Não subireis nem pelejareis contra vossos irmãos, os filhos de Israel; volte cada um para a sua casa, porque eu é que fiz esta obra. E ouviram a palavra de ????, e voltaram segundo a palavra de ????. (1 Reis 12:24)

Sem mencionar esta ocasião:

16 E houve guerra entre Asa e Baasa, rei de Israel, todos os seus dias. Porque Baasa, rei de Israel, subiu contra Judá, e edificou a Ramá, para que a ninguém fosse permitido sair, nem entrar a ter com Asa, rei de Judá. (1 Reis 15:16-17)

Também lemos em Juízes da vez em que Israel lutou contra seu irmão Benjamim.

30 E subiram os filhos de Israel ao terceiro dia contra os filhos de Benjamim, e ordenaram a peleja junto a Gibeá, como das outras vezes. (Juízes 20:30)

Foi durante este tempo em que Israel e Judá estavam divididos e em guerra um com o outro que os Assírios começaram à ameaçar e conquistar seus vizinhos e eventualmente subjugaram toda a Crescente Fértil desde a Mesopotamia até ao Egito.

O primeiro encontro de Israel em combate contra Assíria aconteceu na batalha de Qarqar em 853 a.C. em que Acabe, Rei de Israel fez uma aliança com Ben Hadade II de Damascus. Esta batalha está registrada no Kurth Monolith [3] que foi erguido por Salmanasar V. Consequentement, Acabe morreu nesta batalha. Para uma leitura complementar, leia I Reis 22. Esta foi a primeira de duas ocasiões onde nos é dado qualquer tipo de registro ou relato de um rei de Israel na cronologia de outra nação – uma cronologia que provado extremamente precisa. Estes registros são chamados das Listas Assírias dos Reis encontrado em Níneve. [4]

Apenas cem anos mais tarde, vemos mais outra vez Israel em guerra contra Judá.

Em 732 a.C., Peca, rei de Israel, se aliou com Rezim, o rei de Aram. Juntos, eles ameaçaram atacar Jerusalém. Acaz, rei de Judá recorreu a Tiglate-Pileser III (também conhecido como Pul em 1 Crônicas 5:26), rei da Assíria, por ajuda. Depois que Acaz fez uma homenagem a Tiglate-Pileser, Tiglate-Pileser saqueou a Damasco e anexou Aram. Segundo 2 Reis 16:9, a população da Síria foi deportado e Rezim foi executado.

Lemos ainda em 2 Reis da primeira vez em Israel foi atacado e derrotado pelos assírios e como aqueles que foram derrotados foram transportados para outra terra.

29 Nos dias de Peca, rei de Israel, veio Tiglate-Pileser, rei da Assíria, e tomou a Ijom, a Abel-Bete-Maaca, a Janoa, e a Quedes, a Hazor, a Gileade, e a Galiléia, e a toda a terra de Naftali, e os levou à Assíria. (2 Reis 15:29)

Estes cativeiros começaram em 732 a.c. quando as primeiras invasões da Assíria bem sucedidas começaram. Mas eles só começaram devido ao convite da Assíria por Judá, para a lutar contra as Dez Tribos de Israel.

26 Por isso o Elohim de Israel suscitou o espírito de Pul, rei da Assíria, e o espírito de Tiglate-Pilneser, rei da Assíria, que os levaram presos, a saber: os rubenitas e gaditas, e a meia tribo de Manassés; e os trouxeram a Hala, e a Habor, e a Hara, e ao rio de Gozã, até ao dia de hoje. (1 Crônicas 5:26)

É interessante notar o relato nas Escrituras de quando José foi levado prisioneiro pelos seus irmãos e vendido para o cativeiro por Judá. Pois aqui vemos mais uma vez como é Judá que convida uma potência estrangeira para levar José cativo a quem o nome de Israel, direito da primogenitura, havia sido promulgada. As Dez Tribos do Norte são referidos como José em profecias. É minha convicção que iremos ver Judá, o Estado de Israel, se virar contra os EUA no futuro. Mas esta é apenas a minha posição.

Tiglath- Pileser III morreu em 727 a.C. e foi sucedido por seu filho Salmanasar V, que continuou o ataque a Israel até sua morte em 722 a.C.

10 E a tomaram ao fim de três anos, no ano sexto de Ezequias, que era o ano nono de Oséias, rei de Israel, quando tomaram Samaria. E o rei da Assíria transportou a Israel para a Assíria; e os fez levar a Hala e a Habor, junto ao rio de Gozã, e às cidades dos medos; (2 Reis 18:10-11)

A Escola Quartz Hill de Teologia tem isto a dizer sobre o assunto:

Shalmaneser V mesmo nunca tomou a cidade, já que foi realmente tomado pelo seu sucessor.Nas crônicas do reinado de Khorsabad, o monarca, Sargão II, enumera a queda de Samaria como o evento excepcional do primeiro ano do seu reinado:

No início do me governo, no meu primeiro ano de reinado… o povo da Samaria…. 27,290… que lá morávam, eu os retirei…

Sargão em sua inscrição em Khorsabad, que resume os principais eventos dos primeiros 15 anos de seu reinado diz:

Eu sitiei e capturrei a Samaria, levando 27.290 dos seus habitantes. Eu juntei 50 carros entre eles. Troquei os habitantes deportados com novos imigrantes. Por último, pus meus officiais sobre eles e impus-lhes o tributo do antido rei. [5]

Do primeiro pedido de socorro por Judá em 732 a.C. até a rendição de Israel em 723 a.C., levou apenas nove anos para a Assíria limpar as Dez Tribos de Israel. Israel nunca mais se recuperaria disto no contexto de retornar à Terra Prometida, mas se recuperariam em todos os outros aspectos, e mudariam seu nome como você está prestes a aprender. Também não há nenhum registro dos Assírios terem exilados pessoas das tribos de Dã, Asser, Isacar, Zebulon, ou o oeste de Manassés. Eu acredito, baseado na minhas muitas horas de pesquisas, que eles escaparam antes do massacre vir da Assíria e povoaram comunidades distantes ou postos de avançamento construidos pelo Rei Daví. Acredita-se ser estes os Povos do Mar da história antiga, tambem conhecido como os fenícios. [6] Eles tambem foram derrotados pelos Assírios, sendo que nós não o conhecíamos como Israelitas.

No seu auge os Assírios conquistaram a 25° dinastia do Egito (e expeliu a sua dinastia Nubiana/ Kushita) , bem como a Babilônia, Caldéia, Elã, Média, Pérsia, Ararate (Armenia), Fenícia, Aramea/Síria, Frígia, os Neo-Hititas, Arábia do Norte, Gurgum, Israel, Judá, Moabe, Edom, Corduene, Silícia, Mannea, e partes da Antiga Grécia (como Chipre) e derrotou e/ou exigiu tributo da Cita, Ciméria, Lídia, Núbia, Etiópia e outros.

O Império Assírio em seu auge compreendeu o todo das nações modernas de Iraque, Síria, Egito, Líbano, Israel, Jordão, Kuwait, Bahrain, Palestina, e Chipre, juntos com partes do Irã, a Arábia Saudita, Turquia, Sudão, Líbia, Armenia, Georgia e Azerbaijão.[7]

Aproximadamente cem anos depois da destruição das Dez Tribos de Israel, todas as guerras e os custos contínuos da expansão do império começou a pesar muito na Assíria a medida que expandiam até o Egito. Haviam constantes rebeliões por príncipes Egípcios e no leste; um destes povos que a Assíria havia anteriormente capturado e realocado estava agora se erguendo e se tornando uma ameaça. Estes eram os Cimérios sobre os quais leremos à respeito no próximo capítulo. O custo de manter um exército e cavalaria, junto com o realocamente do equipamento de cerco de uma cidade rebelde a outra estava os drenando.

Um novo império começou a flexionar seus músculos e começou a atacar o poderoso Império Assírio pelo sul.

O Egito consegiu se libertar do reinado Assírio. Os Assírios foram então enfraquecidos por conflitos sobre sucessões, por golpes de estados e guerra civil. Durante estes conflitos, cidades no Canaã se libertaram do controle da Assíria e a Finícia começou a ignorar as diretrizes da Assíria. Outros reinos menores se juntaram a rebelião contra a Assíria, e em 623 a.C. o bem comandado exército Caldeu se dirigiu ao norte das proximidades de Sumer e expeliu os Assírios da Babilônia.

Com a independência do Egito e da Babilônia, e a enfraquecida Assíria, o novo rei do Judá, Josias – neto de Manassés – declarou a independencia de Judá.

Entre a Mesopotamia e o Mar Cáspio, tribos de um povo Indo-Europea chamados de Medos se uniram sob um único rei. Mais tarde um rei dos Medos, Cyaxares, reogarnizou o seu exercito e tentou expandir para o oeste contra os Assírios. Ele aliou o seu exercito com os Caldeus, que agora controlavam a Babilônia e a Sumeria. Os Medos e os Caldeus atacaram, e juntos derrotaram os Assírios, tomando a capital da Assíria, Níneve, em 612 a.C. Os muros de Níneve foram quebrados pelos equipamentos de cerco que a Assíria teria introduzido ao mundo anteriormente. [8]

Depois de quatro anos de batalhas intensas, Níneve finalmente tombou em 612 a.C., depois de um cerco prolonfado e luta casa a casa. Sin-shar-ishkun foi morto defendendo sua capital.

Apesar da perda de suas maiores cidades e diante de tamanhas dificuldades, a resistencia Assíria continuou. Ashur-uballit II (612 a.C.–605? a.C.) subiu ao trono, ganhou algumas batalhas, e ocupou Harã (onde fundou a nova capital) de 612 a.C. até 608 a.C. quando ele foi derrotado pelos Babilonios e Medos. [9]

Quando o Babilônios tomaram a Níneve a capital da Assíria em 612 a.C., os Assírios mudaram sua capital para Harã na fronteira sul da Turquia e Síria contemporâneos. Os Babilônios então capturaram a Harã em 610 a.C. e os Assírios outra vez mudaram sua capital para Carquemis, no Rio Eufrates. O Egito era aliado do rei Assírio Ashur-uballit II, e marchou para acudí-los dos Babilônios em 609 a.C.

O exército Egípcio do Faraó Neco II foi atrasado em Megido pelas forças do rei Josias de Judá. Josias foi morto e seu exército derrotado. Os Egípcios e os Assírios juntos atravessaram o Eufrates e cercaram à Harã em 608 a.C., o qual não sucederam em retomá-lo. Eles então se retiraram para o norte da Síria. [10]

Lemos sobre este evento em II Reis:

29 Nos seus dias subiu Faraó Neco, rei do Egito, contra o rei da Assíria, ao rio Eufrates; e o rei Josias lhe foi ao encontro; e, vendo-o ele, o matou em Megido. E seus servos, num carro, o levaram morto, de Megido, e o trouxeram a Jerusalém, e o sepultaram na sua sepultura; e o povo da terra tomou a Joacaz, filho de Josias, e ungiram-no, e fizeram-no rei em lugar de seu pai. (2 Reis 23:29-30)

Com a morte de Josias, o irmão casula de Jeoiaquim, Joacaz (ou Salum) foi proclamado rei, porem depois de três meses, Faraó Neco II o depuz e colocou o seu filho primogênito em seu lugar, Eliaquim, que adotou o nome de Jeoiaquim e se tornou rei aos vinte e cinco anos.

34 Também Faraó Neco constituiu rei a Eliaquim, filho de Josias, em lugar de seu pai Josias, e lhe mudou o nome para Jeoiaquim; porém a Joacaz tomou consigo, e foi ao Egito, e morreu ali. (2 Reis 23:34)

Os próximos três anos foram testemunhas dos Egípcios e os Assírios remanescentes tentarem em vão expulsar os invasores da Babilônia. Em 605 a.C., os babilônios e medos derrotaram os egípcios e assírios em Carquemis, levando ao fim da Assíria como uma entidade politicamente independente, tambem completamente destruindo o exercito egípcio ao mesmo tempo.

Tanto Israel e agora Judá sofrerem o azar de viverem numa faixa estreita de terra entre duas grandes potencias – a Assíria e o Egíto e agora os Babilônios. Os Caldeus, sob o rei Nabucodornozor II, venceu a batalha de Carquemis e depois aniquilou o resto do exercito do Egito em Hamate. Os Babilônios agora reinavam sobre Judá, que era vassalo do Egito nos três anos anteriores, porem a Babilônia havia essencialmente, tomado cargo de Judá uma vez que derrotaram os Assírios em 609 a.C. na batalha em Harã. Foi por issso que Josias foi lutar com o Faraó Neco II do Egito e lá morreu. Esta é uma data importante, como você logo verá.

Jeremias também falou à toda Judá durante o quarto ano do reinado de Jeoiaquim.

1 A palavra que veio a Jeremias acerca de todo o povo de Judá no quarto ano de Jeoiaquim, filho de Josias, rei de Judá (que é o primeiro ano de Nabucodonosor, rei de Babilônia), A qual anunciou o profeta Jeremias a todo o povo de Judá, e a todos os habitantes de Jerusalém, dizendo: Desde o ano treze de Josias, filho de Amom, rei de Judá, até o dia de hoje, período de vinte e três anos, tem vindo a mim a palavra de ????, e vo-la tenho anunciado, madrugando e falando; mas vós não escutastes.” (Jeremias 25:1-3)

9 Eis que eu enviarei, e tomarei a todas as famílias do norte, diz ????, como também a Nabucodonosor, rei de Babilônia, meu servo, e os trarei sobre esta terra, e sobre os seus moradores, e sobre todas estas nações em redor, e os destruirei totalmente, e farei que sejam objeto de espanto, e de assobio, e de perpétuas desolações. E farei desaparecer dentre eles a voz de gozo, e a voz de alegria, a voz do esposo, e a voz da esposa, como também o som das mós, e a luz do candieiro. E toda esta terra virá a ser um deserto e um espanto; e estas nações servirão ao rei de Babilônia setenta anos. Acontecerá, porém, que, quando se cumprirem os setenta anos, visitarei o rei de Babilônia, e esta nação, diz ????, castigando a sua iniqüidade, e a da terra dos caldeus; farei deles ruínas perpétuas. E trarei sobre aquela terra todas as minhas palavras, que disse contra ela, a saber, tudo quanto está escrito neste livro, que profetizou Jeremias contra todas estas nações.” (Jeremias 25:9-13)

O pai de Nabucodonosor, Nabopolassar, faleceu e Nabucodonosor retornou à Babilônia, onde foi coroado rei. Quando Nabucodonosor deixou Jerusalem, ele levou consigo refens para que Judá se mantesse na linha. Estes refens foram tirados de famílias aristocratas ou líders de Judá, e Daniel foi um deles.

1 No ano terceiro do reinado de Jeoiaquim, rei de Judá, veio Nabucodonosor, rei de Babilônia, a Jerusalém, e a sitiou. E ???? entregou nas suas mãos a Jeoiaquim, rei de Judá, e uma parte dos utensílios da casa de Elohim, e ele os levou para a terra de Sinar, para a casa do seu deus, e pós os utensílios na casa do tesouro do seu deus. E disse o rei a Aspenaz, chefe dos seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel, e da linhagem real e dos príncipes, Jovens em quem não houvesse defeito algum, de boa aparência, e instruídos em toda a sabedoria, e doutos em ciência, e entendidos no conhecimento, e que tivessem habilidade para assistirem no palácio do rei, e que lhes ensinassem as letras e a língua dos caldeus. E o rei lhes determinou a porção diária, das iguarias do rei, e do vinho que ele bebia, e que assim fossem mantidos por três anos, para que no fim destes pudessem estar diante do rei. E entre eles se achavam, dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias; E o chefe dos eunucos lhes pós outros nomes, a saber: a Daniel pós o de Beltessazar, e a Hananias o de Sadraque, e a Misael o de Mesaque, e a Azarias o de Abednego. (Daniel 1:1-7)

Daniel se viu envolvido em grandes eventos mundias daquela época. Um tempo em que o grande Império Assírio havia sido completamente destruído, e desapareceu da história completamente depois disso. O Egito, outra grande nação, também foi destruído na mesma época e a Babilônia se tornou a autoridade mundial de governo.

Daniel, cujo nome em Hebraico significa, “Deus é meu Juíz”, era jovem quando foi levado ao cativeiro na Babilônia, no quarto ano do reinado de Jeoiaquim . Jeoiaquim se tornou rei sobre Judá em 609 a.C.[11] então seu quarto ano foi 605 a.C. quando Daniel foi levado junto com seus amigos Hananias, Misael e Azarias para o cativeiro na Babilônia. [12]

Em 601 a.C. os egípcios deflagaram uma grande derrota contra os Babilônios. [13] Esta derrota doi tão grande que em 600 a.C., Nabucodonosor II não saiu para guerrear. Jeoiaquim voltou aos egípcios e cessou de pagar tributo aos babilônios. Em 599 a.C., Nabucodonosor II invadiu à Judá e sitiou à Jerusalém. Em 598 a.C., Jeoiaquim faleceu e seu corpo foi atirado dos muros de Jerusalém como Jeremias 22:19 havia predito.

Também nos é dito porque isto esta prestes à acontecer com Judá.

8 E muitas nações passarão por esta cidade, e dirá cada um ao seu próximo: Por que procedeu ???? assim com esta grande cidade? E dirão: Porque deixaram a aliança de ???? seu Elohim, e se inclinaram diante de outros deuses, e os serviram.” (Jeremias 22:8-9)

Isto serve de aviso sério para nós hoje que não queremos guardar a aliança de Yehová.

Jeoiaquim foi sucedido pelo seu filho Jeconias (também conhecido como Joaquim). Jeconias foi então levado cativo para a Babilônia.

10 Naquele tempo subiram os servos de Nabucodonosor, rei de Babilônia, a Jerusalém; e a cidade foi cercada. Também veio Nabucodonosor, rei de Babilônia, contra a cidade, quando já os seus servos a estavam sitiando. Então saiu Joaquim, rei de Judá, ao rei de Babilônia, ele, sua mãe, seus servos, seus príncipes e seus oficiais; e o rei de Babilônia o tomou preso, no ano oitavo do seu reinado. E tirou dali todos os tesouros da casa de ???? e os tesouros da casa do rei; e partiu todos os vasos de ouro, que fizera Salomão, rei de Israel, no templo de ????, como ???? tinha falado. E transportou a toda a Jerusalém como também a todos os príncipes, e a todos os homens valorosos, dez mil presos, e a todos os artífices e ferreiros; ninguém ficou senão o povo pobre da terra. Assim transportou Joaquim à Babilônia; como também a mãe do rei, as mulheres do rei, os seus oficiais e os poderosos da terra levou presos de Jerusalém à Babilônia. E todos os homens valentes, até sete mil, e artífices e ferreiros até mil, e todos os homens destros na guerra, a estes o rei de Babilônia levou presos para Babilônia. (2 Reis 24:10-16)

Jeoiaquim foi solto da prisão no ano de 561 a.C. por Evil-Merodaque [14] e permitido viver o resto de seus dias na Babilônia.

27 Depois disto sucedeu que, no ano trinta e sete do cativeiro de Joaquim, rei de Judá, no mês duodécimo, aos vinte e sete do mês, Evil-Merodaque, rei de Babilônia, no ano em que reinou, levantou a cabeça de Joaquim, rei de Judá, tirando-o da casa da prisão. E lhe falou benignamente; e pós o seu trono acima do trono dos reis que estavam com ele em Babilônia. E lhe mudou as roupas de prisão, e de contínuo comeu pão na sua presença todos os dias da sua vida. E, quanto à sua subsistência, pelo rei lhe foi dada subsistência contínua, a porção de cada dia no seu dia, todos os dias da sua vida. (2 Reis 25:27-30)

Com a captura de Jerusalem e a morte do Rei Jeoiaquim em 597 a.C. Joaquim se tornou rei e isto durou três meses até que o Rei Nabucodonosor II o levou cativo e o trocou pelo seu tio, Zedequias.

17 E o rei de Babilônia estabeleceu a Matanias, seu tio, rei em seu lugar; e lhe mudou o nome para Zedequias. (2 Reis 24:17)

O Rei Zedequias reinaria em Jerusalem por onze anos até a destruição do Templo em 586 a.C. por Nabucodonosor II.

Ezequiel, aos vinte e cinco anos[15], fez parte dos 3,000 elites de Judá que foram levados à Babilônia junto com Joaquim em 597 a.C.

Porém, enquanto cativos, os Judeus deportados ainda consideravam Jeconias como seu rei legítimo. Até Ezequiel se refere a Jeconias como rei e data certos eventos de quando Jeconias foi levado cativo. Ezequiel nunca menciona, por nome, Zedequias, o sucessor do Reino de Judá.

Ezequiel iniciou seu ministério profético no quinquagéssimo ano do cativeiro, no qual o ano era 593 a.C.

1 E aconteceu no trigésimo ano, no quarto mês, no quinto dia do mês, que estando eu no meio dos cativos, junto ao rio Quebar, se abriram os céus, e eu tive visões de Elohim. No quinto dia do mês, no quinto ano do cativeiro do rei Jeoiaquim, Veio expressamente a palavra de ???? a Ezequiel, filho de Buzi, o sacerdote, na terra dos caldeus, junto ao rio Quebar, e ali esteve sobre ele a mão de ????. (Ezequiel 1:1-3)

Naquele tempo Daniel, a quem Ezequiel provavelmente conhecia, já era prisioneiro à doze anos no palácio do rei da Babilônia. Ezequiel menciona o nome de Daniel em Ezequiel 14:14, 20 e Ezequiel 28:3.

A última mensagem datada de Ezequiel foi dado no vigéssimo sétimo ano do cativeiro – ou seja 571 a.C. (Ezequiel 29:17) Ezequiel então profetizou na Babilônia por pelo menos vinte e dois anos mas não sabemos exatamente quando ele faleceu.

Jeremias começou a dar sua mensagem de advertência no décimo terceiro ano do reinado de Josias, no ano 627 a.C. e ainda atuava depois a morte de Zedequias em 586 a.C. como você verá no segundo capítulo deste livro.

1 Palavras de Jeremias, filho de Hilquias, um dos sacerdotes que estavam em Anatote, na terra de Benjamim; Ao qual veio a palavra de ????, nos dias de Josias, filho de Amom, rei de Judá, no décimo terceiro ano do seu reinado. E lhe veio também nos dias de Jeoiaquim, filho de Josias, rei de Judá, até ao fim do ano undécimo de Zedequias, filho de Josias, rei de Judá, até que Jerusalém foi levada em cativeiro no quinto mês. (Jeremias 1:1-3)

Jeremias a este tempo estava advertindo o povo de Jerusalém do perigo vindouro, mas eles não davam ouvidos à ele.

9 “…Eis que eu enviarei, e tomarei a todas as famílias do norte, diz ????, como também a Nabucodonosor, rei de Babilônia, meu servo, e os trarei sobre esta terra, e sobre os seus moradores, e sobre todas estas nações em redor, e os destruirei totalmente, e farei que sejam objeto de espanto, e de assobio, e de perpétuas desolações..” (Jeremias 25:9)

11 “E toda esta terra virá a ser um deserto e um espanto; e estas nações servirão ao rei de Babilônia setenta anos. Acontecerá, porém, que, quando se cumprirem os setenta anos, visitarei o rei de Babilônia, e esta nação, diz ????, castigando a sua iniqüidade, e a da terra dos caldeus; farei deles ruínas perpétuas.” (Jeremias 25:11-12)

Junto com Jeremias e Ezequiel, crê-se que Joel era um contemporâneo, mas não há evidencia o suficiente para saber se é fato ou não. Obadias, Habacuque e Sofanias todos profetizaram antes e durante o cativeiro na Babilônia. Em tudo isso, temos o jovem garoto, Daniel, sendo separado por Yehová para um propósito específico. Próximo ao fim da vida de Daniel, Zacarias começa suas profecias.

No livro de Daniel, capítulo dois, é no segundo ano do reinado de Nabucodonosor II. É o ano 604 a.C. e o segundo ano do cativeiro de Daniel. É justamente aqui no segundo ano de seu cativeiro que Yehová mostra à ele, através do sonho de Nabucodonosor da estátua enorme, quatro impérios que irão surgir no cenário mundial, a Babilônia sendo o primeiro e a cabeça de ouro.

1 E no segundo ano do reinado de Nabucodonosor, Nabucodonosor teve sonhos; e o seu espírito se perturbou, e passou-se-lhe o sono. Então o rei mandou chamar os magos, os astrólogos, os encantadores e os caldeus, para que declarassem ao rei os seus sonhos; e eles vieram e se apresentaram diante do rei. E o rei lhes disse: Tive um sonho; e para saber o sonho está perturbado o meu espírito. E os caldeus disseram ao rei em aramaico: O rei, vive eternamente! Dize o sonho a teus servos, e daremos a interpretação. Respondeu o rei, e disse aos caldeus: O assunto me tem escapado; se não me fizerdes saber o sonho e a sua interpretação, sereis despedaçados, e as vossas casas serão feitas um monturo; Mas se vós me declarardes o sonho e a sua interpretação, recebereis de mim dádivas, recompensas e grande honra; portanto declarai-me o sonho e a sua interpretação.” (Daniel 2:1-6)

7 Responderam segunda vez, e disseram: Diga o rei o sonho a seus servos, e daremos a sua interpretação. Respondeu o rei, e disse: Percebo muito bem que vós quereis ganhar tempo; porque vedes que o assunto me tem escapado. De modo que, se não me fizerdes saber o sonho, uma só sentença será a vossa; pois vós preparastes palavras mentirosas e perversas para as proferirdes na minha presença, até que se mude o tempo; portanto dizei-me o sonho, para que eu entenda que me podeis dar a sua interpretação. Responderam os caldeus na presença do rei, e disseram: Não há ninguém sobre a terra que possa declarar a palavra ao rei; pois nenhum rei há, grande ou dominador, que requeira coisas semelhantes de algum mago, ou astrólogo, ou caldeu. Porque o assunto que o rei requer é difícil; e ninguém há que o possa declarar diante do rei, senão os deuses, cuja morada não é com a carne.” (Daniel 2:7-11)

12 Por isso o rei muito se irou e enfureceu; e ordenou que matassem a todos os sábios de Babilônia. E saiu o decreto, segundo o qual deviam ser mortos os sábios; e buscaram a Daniel e aos seus companheiros, para que fossem mortos. Então Daniel falou avisada e prudentemente a Arioque, capitão da guarda do rei, que tinha saído para matar os sábios de Babilônia. Respondeu, e disse a Arioque, capitão do rei: Por que se apressa tanto o decreto da parte do rei? Então Arioque explicou o caso a Daniel. (Daniel 2:12-15)

16 E Daniel entrou; e pediu ao rei que lhe desse tempo, para que lhe pudesse dar a interpretação. Então Daniel foi para a sua casa, e fez saber o caso a Hananias, Misael e Azarias, seus companheiros; Para que pedissem misericórdia ao Deus do céu, sobre este mistério, a fim de que Daniel e seus companheiros não perecessem, juntamente com o restante dos sábios de Babilônia. Então foi revelado o mistério a Daniel numa visão de noite; então Daniel louvou o Deus do céu. Falou Daniel, dizendo: Seja bendito o nome de Deus de eternidade a eternidade, porque dele são a sabedoria e a força; E ele muda os tempos e as estações; ele remove os reis e estabelece os reis; ele dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos entendidos. Ele revela o profundo e o escondido; conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz. O Deus de meus pais, eu te dou graças e te louvo, porque me deste sabedoria e força; e agora me fizeste saber o que te pedimos, porque nos fizeste saber este assunto do rei.” (Daniel 2:16-23)

24 Por isso Daniel foi ter com Arioque, ao qual o rei tinha constituído para matar os sábios de Babilônia; entrou, e disse-lhe assim: Não mates os sábios de Babilônia; introduze-me na presença do rei, e declararei ao rei a interpretação. Então Arioque depressa introduziu a Daniel na presença do rei, e disse-lhe assim: Achei um homem dentre os cativos de Judá, o qual fará saber ao rei a interpretação. Respondeu o rei, e disse a Daniel (cujo nome era Beltessazar): Podes tu fazer-me saber o sonho que tive e a sua interpretação?” (Daniel 2:24-26)

27 Respondeu Daniel na presença do rei, dizendo: O segredo que o rei requer, nem sábios, nem astrólogos, nem magos, nem adivinhos o podem declarar ao rei; Mas há um Deus no céu, o qual revela os mistérios; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de acontecer nos últimos dias; o teu sonho e as visões da tua cabeça que tiveste na tua cama são estes: Estando tu, ó rei, na tua cama, subiram os teus pensamentos, acerca do que há de ser depois disto. Aquele, pois, que revela os mistérios te fez saber o que há de ser. E a mim me foi revelado esse mistério, não porque haja em mim mais sabedoria que em todos os viventes, mas para que a interpretação se fizesse saber ao rei, e para que entendesses os pensamentos do teu coração. Tu, ó rei, estavas vendo, e eis aqui uma grande estátua; esta estátua, que era imensa, cujo esplendor era excelente, e estava em pé diante de ti; e a sua aparência era terrível. A cabeça daquela estátua era de ouro fino; o seu peito e os seus braços de prata; o seu ventre e as suas coxas de cobre; As pernas de ferro; os seus pés em parte de ferro e em parte de barro. Estavas vendo isto, quando uma pedra foi cortada, sem auxílio de mão, a qual feriu a estátua nos pés de ferro e de barro, e os esmiuçou. Então foi juntamente esmiuçado o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro, os quais se fizeram como pragana das eiras do estio, e o vento os levou, e não se achou lugar algum para eles; mas a pedra, que feriu a estátua, se tornou grande monte, e encheu toda a terra.” (Daniel 2:27-35)

36 “Este é o sonho; também a sua interpretação diremos na presença do rei. Tu, ó rei, és rei de reis; a quem o Deus do céu tem dado o reino, o poder, a força, e a glória. E onde quer que habitem os filhos de homens, na tua mão entregou os animais do campo, e as aves do céu, e fez que reinasse sobre todos eles; tu és a cabeça de ouro. E depois de ti se levantará outro reino, inferior ao teu; e um terceiro reino, de bronze, o qual dominará sobre toda a terra. E o quarto reino será forte como ferro; pois, como o ferro, esmiúça e quebra tudo; como o ferro que quebra todas as coisas, assim ele esmiuçará e fará em pedaços.” (Daniel 2:36-40)

41 “E, quanto ao que viste dos pés e dos dedos, em parte de barro de oleiro, e em parte de ferro, isso será um reino dividido; contudo haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro, pois viste o ferro misturado com barro de lodo. E como os dedos dos pés eram em parte de ferro e em parte de barro, assim por uma parte o reino será forte, e por outra será frágil. Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro. Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre. (Daniel 2:41-44 | Veja também: Daniel 7; Salmo 22:28; Jeremias 30:11; Joel 3:16; Obadias 15-17; Habacuque 3:12-13; Sofanias 3:8; Ageu 2:22; Apocalipse 11:15)

45 “Da maneira que viste que do monte foi cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela esmiuçou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro; o grande Deus fez saber ao rei o que há de ser depois disto. Certo é o sonho, e fiel a sua interpretação. Então o rei Nabucodonosor caiu sobre a sua face, e adorou a Daniel, e ordenou que lhe oferecessem uma oblação e perfumes suaves. Respondeu o rei a Daniel, e disse: Certamente o vosso Deus é Deus dos deuses, e o Senhor dos reis e revelador de mistérios, pois pudeste revelar este mistério. Então o rei engrandeceu a Daniel, e lhe deu muitas e grandes dádivas, e o pós por governador de toda a província de Babilônia, como também o fez chefe dos governadores sobre todos os sábios de Babilônia. E pediu Daniel ao rei, e constituiu ele sobre os negócios da província de Babilônia a Sadraque, Mesaque e Abednego; mas Daniel permaneceu na porta do rei. (Daniel 2:45-49)

Este é então o relato de como Daniel foi promovido de ser apenas um Judeu cativo para aquele que governa sobre toda a província da Babilônia e a ele foi dado o status de Chefe dos Governadores e todos os sábios da Babilônia. Isto foi uma grande promoção.

Então lemos sobre os três amigos de Daniel serem jogados na fornalha ardente por não se curvarem diante da imagem de ouro feito por Nabucodonosor II. Quando eles passaram pelo fogo, eles também foram promovidos a governadores das Províncias da Babilônia. Isto provou ser grande encorajamento para os cativos Judeus da época, ouvir falar destes grandes eventos concernente à Daniel e seus três amigos e de como eles foram tanto promovidos como subiram dentro do sistema de governo da Babilônia.

Depois de pouco tempo, surgiram falsos profetas na Babilônia que disseram às pessoas coisas que não eram verdade e encontramos Jeremias falando contra eles. Estou compartilhando isto com você para que você possa compreender tamanha desordem e stress pelo qual Daniel e o povo Judeu passaram nesta época a medida que tentaram compreender o que havia acontecido com eles – tanto no contexto do porque Yehová permitiu que isto acontecesse à eles e qual a situação em que o povo se encontrava quando Deus tabalhava neles – uma dessas pessoas sendo Daniel.

Jeremias escreveu uma carta aos cativos da Babilônia advertindo contra crerem nestes dois profetas falsos e aconselhou-os a contruirem a construirem a se acomodarem na terra de Babilônia.

1 E Estas são as palavras da carta que Jeremias, o profeta, enviou de Jerusalém, aos que restaram dos anciãos do cativeiro, como também aos sacerdotes, e aos profetas, e a todo o povo que Nabucodonosor havia deportado de Jerusalém para Babilônia (Depois que saíram de Jerusalém o rei Jeconias, e a rainha, e os eunucos, e os príncipes de Judá e Jerusalém, e os carpinteiros e ferreiros), Pela mão de Elasa, filho de Safã, e de Gemarias, filho de Hilquias (os quais Zedequias, rei de Judá, tinha enviado a Babilônia, a Nabucodonosor, rei de Babilônia), dizendo: Assim diz ???? dos Exércitos, o Elohim de Israel, a todos os do cativeiro, os quais fiz transportar de Jerusalém para Babilônia: Edificai casas e habitai-as; e plantai jardins, e comei o seu fruto. Tomai mulheres e gerai filhos e filhas, e tomai mulheres para vossos filhos, e dai vossas filhas a maridos, para que tenham filhos e filhas; e multiplicai-vos ali, e não vos diminuais. E procurai a paz da cidade, para onde vos fiz transportar em cativeiro, e orai por ela a ????; porque na sua paz vós tereis paz. (Jeremias 29:1-7)

8 Porque assim diz ???? dos Exércitos, o Deus de Israel: Não vos enganem os vossos profetas que estão no meio de vós, nem os vossos adivinhos, nem deis ouvidos aos vossos sonhos, que sonhais; Porque eles vos profetizam falsamente em meu nome; não os enviei, diz ????. Porque assim diz ????: Certamente que passados setenta anos em Babilônia, vos visitarei, e cumprirei sobre vós a minha boa palavra, tornando a trazer-vos a este lugar. Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz ????; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais. Então me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei. E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração.” (Jeremias 29:8-13 | Veja: Deuteronômio 4:29; Joel 2:12)

14 “E serei achado de vós, diz ????, e farei voltar os vossos cativos e congregar-vos-ei de todas as nações, e de todos os lugares para onde vos lancei, diz ????, e tornarei a trazer-vos ao lugar de onde vos transportei. Porque dizeis: ???? nos levantou profetas em Babilônia. Porque assim diz ???? acerca do rei que se assenta no trono de Davi, e de todo o povo que habita nesta cidade, vossos irmãos, que não saíram conosco para o cativeiro. Assim diz ???? dos Exércitos: Eis que enviarei entre eles a espada, a fome e a peste, e fa-los-ei como a figos podres que não se podem comer, de ruins que são. E persegui-los-ei com a espada, com a fome, e com a peste; e da-los-ei para deslocarem-se por todos os reinos da terra, para serem uma maldição, e um espanto, e um assobio, e um opróbrio entre todas as nações para onde os tiver lançado. Porquanto não deram ouvidos às minhas palavras, diz ????, mandando-lhes eu os meus servos, os profetas, madrugando e enviando; mas vós não escutastes, diz ????. (Jeremias 29:14-19)

20 “Vós, pois, ouvi a palavra de ????, todos os do cativeiro que enviei de Jerusalém a Babilônia. Assim diz ???? dos Exércitos, o Deus de Israel, acerca de Acabe, filho de Colaías, e de Zedequias, filho de Maaséias, que vos profetizam falsamente em meu nome: Eis que os entregarei na mão de Nabucodonosor, rei de Babilônia, e ele os ferirá diante dos vossos olhos. E todos os transportados de Judá, que estão em Babilônia, tomarão deles uma maldição, dizendo: ???? te faça como Zedequias, e como Acabe, os quais o rei de Babilônia assou no fogo; Porquanto fizeram loucura em Israel, e cometeram adultério com as mulheres dos seus vizinhos, e anunciaram falsamente, em meu nome uma palavra, que não lhes mandei, e eu o sei e sou testemunha disso, diz ????. (Jeremias 29:20-23)

24 E a Semaías, o neelamita, falarás, dizendo: Assim fala ???? dos Exércitos, o Deus de Israel, dizendo: Porquanto tu enviaste no teu nome cartas a todo o povo que está em Jerusalém, como também a Sofonias, filho de Maaséias, o sacerdote, e a todos os sacerdotes, dizendo: ???? te pós por sacerdote em lugar de Joiada, o sacerdote, para que sejas encarregado da casa de ???? sobre todo o homem fanático, e que profetiza, para o lançares na prisão e no tronco. Agora, pois, por que não repreendeste a Jeremias, o anatotita, que vos profetiza? Porque até nos mandou dizer em Babilônia: Ainda o cativeiro muito há de durar; edificai casas, e habitai nelas; e plantai pomares, e comei o seu fruto. E leu Sofonias, o sacerdote, esta carta aos ouvidos de Jeremias, o profeta. (Jeremias 29:24-29)

30 E veio a palavra de ???? a Jeremias, dizendo: Manda a todos os do cativeiro, dizendo: Assim diz ???? acerca de Semaías, o neelamita: Porquanto Semaías vos profetizou, e eu não o enviei, e vos fez confiar em mentiras, Portanto assim diz ????: Eis que castigarei a Semaías, o neelamita, e a sua descendência; ele não terá ninguém que habite entre este povo, e não verá o bem que hei de fazer ao meu povo, diz ????, porque falou em rebeldia contra ????.’” (Jeremias 29:30-32)

Preste bem atenção ao versículo 10 no texto acima.

10 Porque assim diz ????: Certamente que passados setenta anos em Babilônia, vos visitarei, e cumprirei sobre vós a minha boa palavra, tornando a trazer-vos a este lugar.”(Jeremias 29:10)

O trecho acima deixa duas coisas claro: 1) O domínio da Babilônia sobre Judá incluiria um cativeiro em que os Judeus seria levados à Babilônia. 2) O cativeiro terminaria quando os “setenta anos” terminassem. Mas Jeremias nunca falou que o cativeiro em si duraria setenta anos. Ele apenas falou que o domínio Babilônico duraria setenta anos. O reinado Babilônico durou setenta anos de 609 a.C. quando o último rei Sírio, Ashur-uballit II, foi derrotado em Harã, até 539 a.C. quando os Medo-Persas conquistaram a Babilônia.[16]

 

Yehová informou a Ezequiel que Jerusalém estava cercado e que certamente sucumbiria. Dissemos anteriormente que o quintos ano de Ezequiel e Joaquim foi 593 a.C. então o nono ano foi 588 a.C. Ezequiel datou seus escritos de acordo com os anos de cativeiro que ele compartilhou com Jeconias, e ele menciona vários eventos relacionados a queda de Jerusalem nestes escritos.[17] Ezequiel não relata seus escritos de acordo com os anos sabáticos e os jubileus, como alguns querem que acreditemos.

1 E veio a mim a palavra de ????, no nono ano, no décimo mês, aos dez do mês, dizendo: Filho do homem, escreve o nome deste dia, deste mesmo dia; porque o rei de Babilônia se pós contra Jerusalém neste mesmo dia. E fala por parábola à casa rebelde, e dize-lhes: Assim diz o Senhor ????: Põe a panela ao lume, põe-na, e deita-lhe também água dentro. Ajunta nela pedaços, todos os bons pedaços, as coxas e as espáduas; enche-a de ossos escolhidos. Escolhe o melhor do rebanho, e queima também os ossos debaixo dela; faze-a ferver bem, e cozam-se dentro dela os seus ossos. Portanto, assim diz o Senhor ????: Ai da cidade sanguinária, da panela que escuma por dentro, e cuja escuma não saiu dela! Tira dela pedaço por pedaço; não caia sorte sobre ela; Porque o seu sangue está no meio dela, sobre uma penha descalvada o pós; não o derramou sobre a terra, para o cobrir com pó. Para fazer subir a indignação, para tomar vingança, eu pus o seu sangue numa penha descalvada, para que não fosse coberto. Portanto, assim diz o Senhor ????: Ai da cidade sanguinária! Também eu farei uma grande fogueira. Amontoa muita lenha, acende o fogo, ferve bem a carne, e tempera o caldo, e ardam os ossos. Então a porás vazia sobre as suas brasas, para que ela aqueça, e se queime o seu cobre, e se funda a sua imundícia no meio dela, e se consuma a sua escuma. Ela com mentiras se cansou; e não saiu dela a sua muita escuma; ao fogo irá a sua escuma. Na imundícia está a infâmia, porquanto te purifiquei, e não permaneceste pura; nunca mais serás purificada da tua imundícia, enquanto eu não fizer descansar sobre ti a minha indignação. Eu, ????, o disse: viva isso, e o farei, não me tornarei atrás, e não pouparei, nem me arrependerei; conforme os teus caminhos, e conforme os teus feitos, te julgarão, diz o Senhor ????.” (Ezequiel 24:1-14)

Ezequiel ficou sabendo que sua amada esposa logo faleceria. O brilho de seus olhos seria tirado dele assim como o Templo, o brilho dos olhos de Israel, seria tirado dela. Não era para ele lamentar a morte de sua esposa abertamente, como sinal para o povo não lamentar abertamente a Jerusalem.

15 E veio a mim a palavra de ????, dizendo: Filho do homem, eis que, de um golpe tirarei de ti o desejo dos teus olhos, mas não lamentarás, nem chorarás, nem te correrão as lágrimas. Geme em silêncio, não faças luto por mortos; ata o teu turbante, e põe nos pés os teus sapatos, e não cubras os teus lábios, e não comas o pão dos homens. E falei ao povo pela manhã, e à tarde morreu minha mulher; e fiz pela manhã como me foi mandado. E o povo me disse: Porventura não nos farás saber o que significam para nós estas coisas que estás fazendo? E eu lhes disse: Veio a mim a palavra de ????, dizendo: Dize à casa de Israel: Assim diz o Senhor ????: Eis que eu profanarei o meu santuário, a glória da vossa força, o desejo dos vossos olhos, e o anelo das vossas almas; e vossos filhos e vossas filhas, que deixastes, cairão à espada.’” (Ezequiel 24:15-21)

22 “E fareis como eu fiz; não vos cobrireis os lábios, e não comereis o pão dos homens. E tereis nas cabeças os vossos turbantes, e os vossos sapatos nos pés; não lamentareis, nem chorareis, mas definhar-vos-eis nas vossas maldades, e gemereis uns com os outros. Assim vos servirá Ezequiel de sinal; conforme tudo quanto ele fez, fareis; quando isso suceder, sabereis que eu sou o Senhor ????. E quanto a ti, filho do homem, não sucederá que no dia que eu lhes tirar a sua força, a alegria da sua glória, o desejo dos seus olhos, e o anelo de suas almas, com seus filhos e suas filhas, Nesse dia virá ter contigo aquele que escapar, para te dar notícias pessoalmente? Naquele dia abrir-se-á a tua boca para com aquele que escapar, e falarás, e não mais ficarás mudo; assim virás a ser para eles um sinal, e saberão que eu sou ????.’” (Ezequiel 24:22-27)

Nabucodonosor II havia empossado como rei tributário de Judá quando tomou Joaquim como prisioneiro em 597 a.C. Zedequias mais tarde se revoltou contra Babilônia e entrou em aliança com o Faraó Hofra do Egito que havia derrotado a Babilônia dois anos antes.

Nabucodonosor II respondeu invadindo a Judá e iniciou cerco a Jerusalem em Janeiro de 589 a.C. Durante este cerco, que durou aproximadamente trinta meses, “as piores lamúrias atingiram a cidade, que bebeu o copo da fúria de Deus.”

 

1 E sucedeu que, no nono ano do seu reinado, no mês décimo, aos dez do mês, Nabucodonosor, rei de Babilônia, veio contra Jerusalém, ele e todo o seu exército, e se acampou contra ela, e levantaram contra ela trincheiras em redor. E a cidade foi sitiada até ao undécimo ano do rei Zedequias. Aos nove do mês quarto, quando a cidade se via apertada pela fome, nem havia pão para o povo da terra. (2 Reis 25:1-3)

2 Os preciosos filhos de Sião, avaliados a puro ouro, como são agora reputados por vasos de barro, obra das mãos do oleiro! Até os chacais abaixam o peito, dão de mamar aos seus filhos; mas a filha do meu povo tornou-se cruel como os avestruzes no deserto. A língua do que mama fica pegada pela sede ao seu paladar; os meninos pedem pão, e ninguém lho reparte. (Lamentações 4:2-4)

5 Os que comiam comidas finas agora desfalecem nas ruas; os que se criaram em carmesim abraçam monturos. Porque maior é a iniqüidade da filha do meu povo do que o pecado de Sodoma, a qual foi subvertida como num momento, sem que mãos lhe tocassem. Os seus nobres eram mais puros do que a neve, mais brancos do que o leite, mais vermelhos de corpo do que os rubis, e mais polidos do que a safira. Mas agora escureceu-se o seu aspecto mais do que o negrume; não são conhecidos nas ruas; a sua pele se lhes pegou aos ossos, secou-se, tornou-se como um pau. Os mortos à espada foram mais ditosos do que os mortos à fome; porque estes morreram lentamente, por falta dos frutos dos campos. As mãos das mulheres compassivas cozeram seus próprios filhos; serviram-lhes de alimento na destruição da filha do meu povo. Deu ???? cumprimento ao seu furor; derramou o ardor da sua ira, e acendeu fogo em Sião, que consumiu os seus fundamentos. (Lamentações 4:5-11)

Em 587 a.C., o décimo primeiro ano do reinado de Zedequias, Nabudoconosor II rompeu os muros de Jerusalem, conquistando a cidade. Zedequias e seus seguidores tentaram escapar, mas foram capturados nas campinas de Jericó e levados à Ribla. Lá, depois de assistir a morte de seus filhos, Zedequias foi cegado, acorrentado e levado cativo para a Babilônia, onde permaneceu prisioneiro até a sua morte.

4 Então a cidade foi invadida, e todos os homens de guerra fugiram de noite pelo caminho da porta, entre os dois muros que estavam junto ao jardim do rei (porque os caldeus estavam contra a cidade em redor), e o rei se foi pelo caminho da campina. Porém o exército dos caldeus perseguiu o rei, e o alcançou nas campinas de Jericó; e todo o seu exército se dispersou. E tomaram o rei, e o fizeram subir ao rei de Babilônia, a Ribla; e foi-lhe pronunciada a sentença. E aos filhos de Zedequias mataram diante dos seus olhos; e vazaram os olhos de Zedequias, e o ataram com duas cadeias de bronze, e o levaram a Babilônia. (2 Reis 25:4-7)

11 Tinha Zedequias a idade de vinte e cinco anos, quando começou a reinar; e onze anos reinou em Jerusalém. E fez o que era mau aos olhos de ???? seu Deus; nem se humilhou perante o profeta Jeremias, que falava da parte de ????. Além disto, também se rebelou contra o rei Nabucodonosor, que o tinha ajuramentado por Deus. Mas endureceu a sua cerviz, e tanto se obstinou no seu coração, que não se converteu a ???? Elohim de Israel. (2 Chronicles 36:11-13)

Você pode ler mais sobre esta época nos relatos de Jeremias 32:4-5, 34:2-3, 39:1-7, e 52:4-11.

Os Babilônios cercaram a Jerusalem em 588 a.C., e em Julho de 586 a.C., os muros foram rompidos e a cidade saquiada. Em 14 de agosto, 586 a.C., a cidade e o templo foram queimados. Esta data também é conhecida como dia 10 do Av.

18 Tinha Zedequias vinte e um anos de idade quando começou a reinar, e reinou onze anos em Jerusalém; e era o nome de sua mãe Hamutal, filha de Jeremias, de Libna. E fez o que era mau aos olhos de ????, conforme tudo quanto fizera Jeoiaquim. Porque assim sucedeu por causa da ira de ???? contra Jerusalém, e contra Judá, até os rejeitar de diante da sua presença; e Zedequias se rebelou contra o rei de Babilônia. (2 Reis 24:18-20)

O Templo foi destruído no dia 10 de Av, 586 a.C.

12 E no quinto mês, no décimo dia do mês, que era o décimo nono ano do rei Nabucodonosor, rei de Babilônia, Nebuzaradã, capitão da guarda, que assistia na presença do rei de Babilônia, veio a Jerusalém. E queimou a casa de ????, e a casa do rei; e também a todas as casas de Jerusalém, e a todas as casas dos grandes ele as incendiou. (Jeremias 52:12-13)

2 E a cidade foi sitiada até ao undécimo ano do rei Zedequias. Aos nove do mês quarto, quando a cidade se via apertada pela fome, nem havia pão para o povo da terra, Então a cidade foi invadida, e todos os homens de guerra fugiram de noite pelo caminho da porta, entre os dois muros que estavam junto ao jardim do rei (porque os caldeus estavam contra a cidade em redor), e o rei se foi pelo caminho da campina. Porém o exército dos caldeus perseguiu o rei, e o alcançou nas campinas de Jericó; e todo o seu exército se dispersou. E tomaram o rei, e o fizeram subir ao rei de Babilônia, a Ribla; e foi-lhe pronunciada a sentença. E aos filhos de Zedequias mataram diante dos seus olhos; e vazaram os olhos de Zedequias, e o ataram com duas cadeias de bronze, e o levaram a Babilônia. (2 Reis 25:2-7)

8 E no quinto mês, no sétimo dia do mês (este era o ano décimo nono de Nabucodonosor, rei de Babilônia), veio Nebuzaradã, capitão da guarda, servo do rei de Babilônia, a Jerusalém. E queimou a casa de ???? e a casa do rei, como também todas as casas de Jerusalém, e todas as casas dos grandes queimou. E todo o exército dos caldeus, que estava com o capitão da guarda, derrubou os muros em redor de Jerusalém. E o mais do povo que deixaram ficar na cidade, os rebeldes que se renderam ao rei de Babilônia e o mais da multidão, Nebuzaradã, o capitão da guarda, levou presos. Porém dos mais pobres da terra deixou o capitão da guarda ficar alguns para vinheiros e para lavradores. (2 Reis 25:8-12)

13 Quebraram mais, os caldeus, as colunas de cobre que estavam na casa de ????, como também as bases e o mar de cobre que estavam na casa de ????; e levaram o seu bronze para Babilônia. Também tomaram as caldeiras, as pás, os apagadores, as colheres e todos os vasos de cobre, com que se ministrava. Também o capitão-da-guarda tomou os braseiros, e as bacias, o que era de ouro puro, em ouro e o que era de prata, em prata. As duas colunas, um mar, e as bases, que Salomão fizera para a casa de ????; o cobre de todos estes vasos não tinha peso. A altura de uma coluna era de dezoito côvados, e sobre ela havia um capitel de cobre, e de altura tinha o capitel três côvados; e a rede e as romãs em redor do capitel, tudo era de cobre; e semelhante a esta era a outra coluna com a rede. (2 Reis 25:13-17)

18 Também o capitão-da-guarda tomou a Seraías, primeiro sacerdote, e a Sofonias, segundo sacerdote, e aos três guardas do umbral da porta. E da cidade tomou a um oficial, que tinha cargo dos homens de guerra, e a cinco homens dos que estavam na presença do rei, e se achavam na cidade, como também ao escrivão-mor do exército, que registrava o povo da terra para a guerra, e a sessenta homens do povo da terra, que se achavam na cidade. E tomando-os Nebuzaradã, o capitão da guarda, os levou ao rei de Babilônia, a Ribla. E o rei de Babilônia os feriu e os matou em Ribla, na terra de Hamate; e Judá foi levado preso para fora da sua terra. Porém, quanto ao povo que ficara na terra de Judá, que Nabucodonosor, rei de Babilônia, deixou ficar, pós sobre ele, por governador a Gedalias, filho de Aicão, filho de Safã. (2 Reis 25:18-22)

23 Ouvindo, pois, os capitães dos exércitos, eles e os seus homens, que o rei de Babilônia pusera a Gedalias por governador, vieram a Gedalias, a Mizpá, a saber: Ismael, filho de Netanias, e Joanã, filho de Careá, e Seraías, filho de Tanumete, o netofatita, e Jazanias, filho do maacatita, eles e os seus homens. E Gedalias jurou a eles e aos seus homens, e lhes disse: Não temais ser servos dos caldeus; ficai na terra, servi ao rei de Babilônia, e bem vos irá. Sucedeu, porém, que, no sétimo mês, veio Ismael, filho de Netanias, o filho de Elisama, da descendência real, e dez homens com ele, e feriram a Gedalias, e ele morreu, como também aos judeus, e aos caldeus que estavam com ele em Mizpá. Então todo o povo se levantou, desde o menor até ao maior, como também os capitães dos exércitos, e foram ao Egito, porque temiam os caldeus. (2 Reis 25:23-26)

21 E sucedeu que, no ano duodécimo do nosso cativeiro, no décimo mês, aos cinco do mês, veio a mim um que tinha escapado de Jerusalém, dizendo: A cidade está ferida. (Ezequiel 33:21)

O décimo mês é o mês de dezembro 586 a.C.

Em 586 a.C., doze anos depois do primeiro ataque de Nabucodonosor II à Jerusalem, o povo de Jerusalém se rebelou contra o governo Caldeu, e os Caldeus responderam queimando à Jerusalem e destruíndo seus muros. Eles também saquiaram o Templo e o queimaram. Os Caldeus levaram aproximadamente 40,000 cativos de Judá – incluindo líderes políticos e sumo sacerdotes, levando-os a capital Babylonia, enquanto alguns do povo de Judá fugiram para o Egito ou Arábia, e ainda outros fugiram para o norte à area controlada pelos Caldeus a Mesopotâmia.

Voltaremos a história de Jeremias mais tarde, mas por agora saiba e entenda o nível de estress pelo qual Daniel e seus compatriotas tinham que operar a medida que foram derrotados e depois serem levados cativos e depois terem que assistir à destruição do Templo. As Tribos do norte também assistiram estes eventos de longe dos seus respectivos locais de cativeiro.

No capítulo quatro de Daniel, lemos da árvore que foi cortado e a interpretação de Daniel deste sonho foi:

24 “…Esta é a interpretação, ó rei; e este é o decreto do Altíssimo, que virá sobre o rei, meu senhor: Serás tirado dentre os homens, e a tua morada será com os animais do campo, e te farão comer erva como os bois, e serás molhado do orvalho do céu; e passar-se-ão sete tempos por cima de ti; até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer. E quanto ao que foi falado, que deixassem o tronco com as raízes da árvore, o teu reino voltará para ti, depois que tiveres conhecido que o céu reina. Portanto, ó rei, aceita o meu conselho, e põe fim aos teus pecados, praticando a justiça, e às tuas iniqüidades, usando de misericórdia com os pobres, pois, talvez se prolongue a tua tranqüilidade. Todas estas coisas vieram sobre o rei Nabucodonosor. Ao fim de doze meses, quando passeava no palácio real de Babilônia, Falou o rei, dizendo: Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para a casa real, com a força do meu poder, e para glória da minha magnificência? Ainda estava a palavra na boca do rei, quando caiu uma voz do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: Passou de ti o reino. E serás tirado dentre os homens, e a tua morada será com os animais do campo; far-te-ão comer erva como os bois, e passar-se-ão sete tempos sobre ti, até que conheças que o Altíssimo domina sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer. (Daniel 4:24-32)

33 Na mesma hora se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor, e foi tirado dentre os homens, e comia erva como os bois, e o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceu pelo, como as penas da águia, e as suas unhas como as das aves. Mas ao fim daqueles dias eu, Nabucodonosor, levantei os meus olhos ao céu, e tornou-me a vir o entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é um domínio sempiterno, e cujo reino é de geração em geração. E todos os moradores da terra são reputados em nada, e segundo a sua vontade ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem possa estorvar a sua mão, e lhe diga: Que fazes? No mesmo tempo tornou a mim o meu entendimento, e para a dignidade do meu reino tornou-me a vir a minha majestade e o meu resplendor; e buscaram-me os meus conselheiros e os meus senhores; e fui restabelecido no meu reino, e a minha glória foi aumentada. Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, exalço e glorifico ao Rei do céu; porque todas as suas obras são verdade, e os seus caminhos juízo, e pode humilhar aos que andam na soberba.” (Daniel 4:33-37)

A data em que estes sete anos de insanidade ocorreu não se sabe. Porém, eu imagino que teria que ser depois que Nabucodonosor II foi rei por algum tempo para que ele pudessem ter feito muitas das coisas que fez para que viessem a proferir as palavras que diz em Daniel capítulo quatro. Mas há uma profecia neste capítulo que revela algo de extrema importância para nós. A árvore neste sonho do capítulo quatro representa não somente Nabucodonosor II mas também o império Babilônico como um todo. A Babilônia caiu em 539 a.C., mas sabemos do livro de Apocalipse que vai experimentar um reavivamento como um poderoso império Europeu nos últimos dias, dominado por um grande sistema Cristão referido em Apocalipse 17 como “a grande Babilônia”. Considerando tudo, acredita-se que os sete tempos são sete períodos proféticos de anos de 360 dias. O princípio profético de “um dia igual a um ano” (Números 14:34; Ezequiel 4:6) equivale a 2,520 anos (ex.. 360 x 7)—se extendendo da queda da antiga Babilônia até o início de seu resurgimento em tempos modernos.

Existe ainda um paralelo potencial a esta figura de 2,520 na inscrição misteriosa de Daniel 5, como examinaremos mais tarde com mais atenção.

2,520 anos no futuro de 539 a.C. nos leva à 1982 quando o Papa João Paulo, em seu discurso abaixo, fortemente incitou seus seguidores a retornarem às suas raízes. O toco da Babilônia, então, começou a brotar outra vez em 1982. Aqui está parte do discurso:

Falando antes da oração do Angelus ontem, à um grupo de aproximadamente 8,000 peregrinos em Les Combes, no Valle d’Aosta na Itália, onde está de férias, a Sua Santidade relembrou as raízes profundamente Cristãs da Europa e desafiou o continente à retornar à elas. O Papa Benedito chamou atenção ao festa São Tiago hoje, “do qual suas relíquias são venerados no famoso santuário de Santiago em Compostela na Espanha, o destino de inúmeros peregrinos de toda Europa.” Ele também relembrou a festa do dia de Santa Brígida da Suécia, padroeira da Europa, e a festa de São Benedito no dia 11 de Julho, a quem ele chamou de “outro grande padroeiro do ‘antigo continente.’”

“Ao contemplar estes santos,” disse ele, “é natural pausar e refletir sobre a contribuição que o Cristianismo tem feito, e continua a fazer, na construção da Europa.”

Benedito então se dirigiu a peregrinação feita pelo “Servo de Deus João Paulo II em 1982 a Santiago de Compostela, onde ele realizou um “ato solene Europeu” onde pronunciou estas palavras memoráveis: ‘Eu, bispo de Roma e pastor da Igreja Universal, de Santiago, dirigo-me a ti, antiga Europa, um clamor cheio de amor: Retorne a si mesmo! Seja você mesmo! Descubra suas origens. Reaviva suas raízes. Experimente outra vez aqueles valores autenticos que fizeram sua história gloriosa e sua presença em outros continentes benéfico.’”

O Papa chamou atenção ao fato de que durante a visita de 1982, João Paulo II lançou “o projeto de uma Europa ciente de sua união espiritual, baseado no alicerce de valores Cristãos.”

“Ele tocou neste assunto denovo por ocasião do Dia Mundial do Jovem em 1989”, o Papa continuou, “em Santiago de Compostela, expressando seu desejo por uma Europa sem fronteiras, uma Europa que não negue suas raízes Cristãs do qual cresceu e que não renuncie o verdadeiro humanismo do Evangelho de Cristo. Quão apropriado tal clamor permanece até hoje à vista dos recentes eventos no continente Europeu.”[18]

Isto ocorreu em 1982. Sete anos mais tarde, o muro de Berlin caiu[19] em 1989 unificando a Alemanha Ocidental à Oriental. Os Alemãos seriam os que liderariam a União Europea no mais recente e último reavivamento do super poder Babilônico que vem se erguendo até o presente momento em que escrevo.

Retornando ao Livro de Daniel, não temos mais informações sobre sua vida até que lemos no capítulo cinco de Daniel do banquete de Belsazar. Daniel, que foi levado cativo no ataque a Jerusalem em 605 a.C. como uma das crianças, agora está com mais de oitenta anos de idade. Presumindo que ele tinha pelo menos dez anos e que os setenta anos já se completaram 539 a.C, como lhe mostrei.

No livro de Daniel lemos como o Rei Belsazar da Babilônia deu uma grande festa para seus nobres usando os utensílios sagrados tirados do Templo. Repentinamente, os dedos da mão de um homem aparece e escreve na parede na frente do rei no seu banquete e todos os seus convidados veem. Quando nemhum dos seus sábios consegue interpretar a mensagem, Daniel é chamado à sugestão da Rainha Mãe. Daniel repreende o rei pela sua falta de respeito pelas coisas do Templo de Yehová. Daniel então fala ao rei do que se trata a escrita na parede. Daniel fala à Belsazar que ele está prestes a perder o seu reino aos Medos e Persas. Por fazer a leitura da escrita enigmática com sucesso, Daniel é recompensado com uma túnica roxa e elevado a posição de “terceiro governador” do reino. Naquela mesma noite em que isto ocorria, “naquela noite foi morto Belsazar, rei dos caldeus” e seu sucessor foi o Rei Dario dos Medos que capturou a cidade.

A escrita na parede foi: Mene, Mene, Tequel, Ufarsim.

Estas palavras eram unidades de peso, muito parecido com grama e kilo. A unidade base na Babilônia era o siclo de ouro ou “Tequel”. Vinte e cinco siclos equivalem a um “Ufarsim” e cinquenta siclos equivalem a uma “Mena”.

A frase também nos fala também da soma seguinte:

 

MENA (50) + MENA (50) + TEQUEL (1) + UFARSIM (25) = 126

 

No livro de Ezequiel descobrimos que cada siclo era dividido em vinte geras.

12 E o siclo será de vinte geras. (Ezequiel 45:12)

Então o total acima de 126 siclos também equivale a 2,520 geras.

25 Este, pois, é o escrito que se escreveu: MENE, MENE, TEQUEL, UFARSIM. Esta é a interpretação daquilo: MENE: Contou Deus o teu reino, e o acabou. TEQUEL: Pesado foste na balança, e foste achado em falta. PERES: Dividido foi o teu reino, e dado aos medos e aos persas.” (Daniel 5:25-28)

Eu acabo de lhe explicar como Daniel disse ao Rei Nabucodonosor II que o sonho que eles teve concernente ao corte da árvore e de como seria por 2,520 anos. Esta profecia também está confirmando que a Babilônia seria punida por 2,520 anos. Esta foi agora a segunda vez que isto foi mostrado à Daniel.

Ao Rei Nabucodonosor II foi dito que seu reinado sofreria punição de “sete tempos”. Na Bíblia, um “tempo” é igual a um ano de 360 dias, como indicado em Apocalipse 12:6, 14 e 13:5. Cada versículo está se referindo ao mesmo período de tempo – ou 1,260 dias, 3 ½ “tempos” ou quarenta e dois meses, respectivamente. Então, sete tempos é equivalente a 2,520 dias. Porem, assim como no caso de muitas profecias, um dia representa um ano (Números 14:34; Ezequiel 4:6), então estes “sete tempos” de fato indica 7 x 360, o qual por sua vez, equivale a 2,520 anos.

Na mesma noite em que Daniel leu isto para o rei, esta profecia se iniciou no ano de 539 a.C. 2,520 anos mais tarde levaria você à 1982 d.C.—depois do qual este monstro Babilônico subiria ao poder mais uma vez como o Santo Império Romano na Europa. Cada um dos impérios na visão de Daniel ocupou a terra em que o império anterior ocupava e depois expandiu-a para que seu território fosse ampliado.

Capítulo seis do livro de Daniel é sobre Daniel ser jogado na cova dos leões no reinado de Dario o Medo pouco depois de conquistar a Babilônia.

Capítulos sete e oito do livro de Daniel voltam ao primeiro ano de Belsazar e depois ao terceiro ano de Belsazar como rei, respectivamente.

Agora tenha em mente o que Daniel já tem visto. No capítulo dois – o sonho da imagem com a cabeça de ouro, braços de prata, ventre de cobre, pernas de ferro e pés de ferro e barro. A cabeça de ouro foi a Babilônia, os braços de prata foram os Medos e Persas, o ventre de cobre foi a Grécia e as pernas de ferro representou a Roma.

Tudo isto faz parte do mesmo corpo ou mesmo sistema de governo.

Então no capítulo quatro, Daniel é mostrado a árvore que é a Babilônia, o qual foi cortado por 2,520 anos. Foi então confirmado vários anos mais tarde quando Belsazar foi rei no capitulo cinco até o pronunciamento de “Mene, Mene, Tequel, and Ufarsim”. Novamente, acrescentando os 2,520 anos daquela mesma noite nos leva até 1982 d.C.

No capítulo sete, é dito à Daniel que os quatro animais que ele vê são quatro reis e quatro reinados. O primeiro (como um leão) foi a Babilônia; o segundo (como urso) foi os Medo-Persas; o terceiro (como leopardo) foi o império Grego, e o quarto e último que é o pior de todos foi e é o Império Romano que está resurgindo agora.

No capítulo oito Daniel tem já outro sonho, este é sobre carneiros. E é o anjo Gabriel que vem e diz a Daniel o que significa. O carneiro com dois chifres foi o Medo-Persas e o bode foi a Grécia. Deste império Grego surgiria quatro outros reinos.

Muitos estão tentando reescrever a Bíblia, porem nos é dito na própria Bíblia o que significa estes símbolos, pelo anjo que é enviado para explicá-los.

O que no leva ao capítulo nove de Daniel.

Agora nos é dito que este sonho vem à Daniel no primeiro ano do reinado de Dario o Medo. Isto é 539 a.C.

Daniel está contemplando a profecia que Jeremias havia escrito e tentando chegar a uma compreensão plena dela.

2 “…No primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, entendi pelos livros que o número dos anos, de que falara ???? ao profeta Jeremias, em que haviam de cumprir-se as desolações de Jerusalém, era de setenta anos. (Daniel 9:2)

O que Daniel estava lendo era Jeremias 25.

8 “Portanto assim diz ???? dos Exércitos: Visto que não escutastes as minhas palavras, Eis que eu enviarei, e tomarei a todas as famílias do norte, diz ????, como também a Nabucodonosor, rei de Babilônia, meu servo, e os trarei sobre esta terra, e sobre os seus moradores, e sobre todas estas nações em redor, e os destruirei totalmente, e farei que sejam objeto de espanto, e de assobio, e de perpétuas desolações. E farei desaparecer dentre eles a voz de gozo, e a voz de alegria, a voz do esposo, e a voz da esposa, como também o som das mós, e a luz do candieiro. E toda esta terra virá a ser um deserto e um espanto; e estas nações servirão ao rei de Babilônia setenta anos. (Jeremias 25:8-11)

10 “Porque assim diz ????: Certamente que passados setenta anos em Babilônia, vos visitarei, e cumprirei sobre vós a minha boa palavra, tornando a trazer-vos a este lugar.’” (Jeremias 29:10)

Daniel compreendeu as palavras de Jeremias. Ele compreendeu que o os setenta anos se findavam em 539 a.C. tendo se inciado com a derrota do rei Sírio, Ashur-uballit em 609 a.C. Agora que Daniel compreende que esta profecia já tem se cumprido, a primeira coisa que ele faz é orar à Yehová e fazer confissão em nome da nação de Israel.

3 E eu dirigi o meu rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, e saco e cinza. E orei a ???? meu Deus, e confessei, e disse: Ah! Senhor! Deus grande e tremendo, que guardas a aliança e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos; Pecamos, e cometemos iniqüidades, e procedemos impiamente, e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos; E não demos ouvidos aos teus servos, os profetas, que em teu nome falaram aos nossos reis, aos nossos príncipes, e a nossos pais, como também a todo o povo da terra. A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós a confusão de rosto, como hoje se vê; aos homens de Judá, e aos moradores de Jerusalém, e a todo o Israel, aos de perto e aos de longe, em todas as terras por onde os tens lançado, por causa das suas rebeliões que cometeram contra ti. (Daniel 9:3-7)

8 “O Senhor, a nós pertence a confusão de rosto, aos nossos reis, aos nossos príncipes, e a nossos pais, porque pecamos contra ti. Ao Senhor, nosso Deus, pertencem a misericórdia, e o perdão; pois nos rebelamos contra ele, E não obedecemos à voz de ????, nosso Deus, para andarmos nas suas leis, que nos deu por intermédio de seus servos, os profetas. Sim, todo o Israel transgrediu a tua lei, desviando-se para não obedecer à tua voz; por isso a maldição e o juramento, que estão escritos na lei de Moisés, servo de Deus, se derramaram sobre nós; porque pecamos contra ele.(Daniel 9:8-11)

12 “E ele confirmou a sua palavra, que falou contra nós, e contra os nossos juízes que nos julgavam, trazendo sobre nós um grande mal; porquanto debaixo de todo o céu nunca se fez como se tem feito em Jerusalém. Como está escrito na lei de Moisés, todo este mal nos sobreveio; apesar disso, não suplicamos à face de ???? nosso Deus, para nos convertermos das nossas iniqüidades, e para nos aplicarmos à tua verdade. Por isso ???? vigiou sobre o mal, e o trouxe sobre nós; porque justo é ????, nosso Deus, em todas as suas obras, que fez, pois não obedecemos à sua voz. Agora, pois, ó Senhor, nosso Deus, que tiraste o teu povo da terra do Egito com mão poderosa, e ganhaste para ti nome, como hoje se vê; temos pecado, temos procedido impiamente. (Daniel 9:12-15)

16 “O Senhor, segundo todas as tuas justiças, aparte-se a tua ira e o teu furor da tua cidade de Jerusalém, do teu santo monte; porque por causa dos nossos pecados, e por causa das iniqüidades de nossos pais, tornou-se Jerusalém e o teu povo um opróbrio para todos os que estão em redor de nós. Agora, pois, ó Deus nosso, ouve a oração do teu servo, e as suas súplicas, e sobre o teu santuário assolado faze resplandecer o teu rosto, por amor do Senhor. Inclina, ó Deus meu, os teus ouvidos, e ouve; abre os teus olhos, e olha para a nossa desolação, e para a cidade que é chamada pelo teu nome, porque não lançamos as nossas súplicas perante a tua face fiados em nossas justiças, mas em tuas muitas misericórdias. O Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa; ó Senhor, atende-nos e age sem tardar; por amor de ti mesmo, ó Deus meu; porque a tua cidade e o teu povo são chamados pelo teu nome. (Daniel 9:16-19)

Preste bem atenção que Daniel está orando em nome de todas as Doze Tribos de Israel.

7 A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós a confusão de rosto, como hoje se vê; aos homens de Judá, e aos moradores de Jerusalém, e a todo o Israel, aos de perto e aos de longe, em todas as terras por onde os tens lançado, por causa das suas rebeliões que cometeram contra ti. (Daniel 9:7)

Daniel está fazendo a mesma oração que somos ensinados a orar em Levíticos 26 que compartilhei com você no início desta Introdução. Daniel está fazendo a mesma oração que o Rei Salomão fez quando dedicou o Templo em 1 Reis. Agora Daniel percebe que tudo que aconteceu foi cumprimento de tudo que Yehová havia predito no mesmo ano em que o Rei Dario dos Medos tomou controle da Babilônia. Daniel então se arrepende e suplica por misericórdia de Yehová em nome de toda Israel.

20 Estando eu ainda falando e orando, e confessando o meu pecado, e o pecado do meu povo Israel, e lançando a minha súplica perante a face de ????, meu Deus, pelo monte santo do meu Deus, Estando eu, digo, ainda falando na oração, o homem Gabriel, que eu tinha visto na minha visão ao princípio, veio, voando rapidamente, e tocou-me, à hora do sacrifício da tarde. Ele me instruiu, e falou comigo, dizendo: Daniel, agora saí para fazer-te entender o sentido. No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, porque és mui amado; considera, pois, a palavra, e entende a visão:” (Daniel 9:20-23)

Compartilho isto porque é importante que cada um de vocês saibam e compreendam isto.

Em 2005, eu estava estagnando espiritualmente e não mais crescendo no meu entendimento das Escrituras. Eu também estava preso pelo meu pecado ao qual eu sempre retornava e justificava dizendo a mim mesmo que não era tão sério assim.

Anotei todos os meus pecados e todas aquelas coisas que estavam entre eu e Yehová. Então fui ao meu então pastor para que não mais fossem coisas secretas aos quais me sentia compelido a esconder.

Imediatamente após isto, Yehová foi gracioso comigo e aguçou meu entendimento com relação a como iniciar o mês pelo avistamento da lua crescente ou pela conjunção. Depois foi me mostrado como provar qual era o certo com algumas passagens chaves que Yehová me mostrou (Isaias 7:14 e Apocalipse 12:1-4). Uma vez que isto me foi mostrado, tive que provar a Yehová se eu iria ou não agir de acordo com o que me foi mostrado. Eu agi sim e assim que o fiz o que era certo pela Palavra de Yehová em escolher o método do avistamento para guardar a Páscoa no seu devido tempo, me foi revelado os segredos dos anos sabáticos e não somente de como prová-los mas também de estar ciente de todas as maldições por não guardá-los.

Desde então, toda informação que tenho compartilhado com meus leitores a respeito dos ciclos sabáticos, bem como a informação produzido no meu livro, “As Profecias de Abraão” e “Lembrando Os Anos Sabáticos de 2016…” e agora neste livro “Os 70 Shavuot de Daniel”— todas estas coisas vieram a acontecer e se cumprir como resultado de eu pedir a Yehová, com toda sinceridade, perdão pelos meus pecados e não somente me afastar deles, mas escolher andar no caminho da Torá.

Esta foi a mesma coisa que Daniel fez e assim que fez – de fato ele mal começara a fazer – Yehová já havia enviado seu Anjo Gabriel para responder suas orações. Esta é a pressa que Yehová tem em nos responder e nos ajudar. Mas primeiro temos que nos arrepender e sinceramente deixar os pecados para trás e começar a andar na Torá.

Mas quanto aos últimos dias de Daniel, não sabemos sua idade quando faleceu. Sabemos sim que ele ainda vivia no terceiro ano de Ciro, Rei da Persia como descrito no 10° capítulo de Daniel. Ele estaria perto dos 100 anos a estas alturas, tendo sido levado à Babilônia na sua adolescencia – um pouco mais que oitenta anos antes. Tradição dita que seu túmulo está localizado em Susa, no Irã num sitio conhecido como Shush-e Daniyal.[20]

A história de fato pode e tem um jeito de se repetir.

Tudo isso que você agora está ciente do livro de Daniel voltará a se repetir. A Assíria vai atacar à Israel novamente no futuro próximo. De fato, é um dos meus objetivos principais lhe provar isto neste livro, assim como provei isto no meu DVD, “A Ordem Cronológica das Profecias Nos Jubileus”[21] e no meu livro, “As Profecias de Abraão”[22]. A Babilônia está ligada com a Assíria. Os Medos e os Persas vão atacar a Babilônia. Mas isto não é o caso ainda e já estamos nos adiantando.

Agora tenho, em detalhe suficiente, plenamente abordado com vocês os dias tumultuosos e exitantes levando ao início da vida de Daniel, seguindo até o final de sua vida, bem como as visões que foram mostrados a Daniel no meio do caminho. Tendo dito isso, agora quero que você concentre-se nos seguintes quatro versículos em Daniel (Daniel 9:24-27). Isto levará algum esforço, especialmente quando tem haver com compreender os múltiplos significados que estes versículos tem.

[1] http://www.originofnations.org/HRP_Papers/Ancient%20roots%20of%20kingofnorth%20&%20kingofsouth.pdf

[2] As Profecias de Abraão por Joseph F. Dumond; Tabelas

[3] http://www.sacred-texts.com/ane/rp/rp204/rp20412.htm

[4] The Mysterious Number of the Hebrew Kings by Edwin R. Thiele; p. 68 (Os Números Misteriosos dos Reis Hebreus por Edwin R. Thiele)

[5] http://www.theology.edu/lec20.htm

[6] The Missing Simeonites by Stephen M. Collins, http://stevenmcollins.com/html/simeon.html (Os Simeonitas Perdidos por Stephen M. Collins).

[7] http://en.wikipedia.org/wiki/Old_Assyrian_period

[8] http://www.fsmitha.com/h1/ch08.htm

[9] http://en.wikipedia.org/wiki/Ancient_Assyria

[10] http://en.wikipedia.org/wiki/Battle_of_Carchemish

[11] The Mysterious Numbers of the Hebrew Kings (Os Misteriosos Números dos Reis Hebreus) por Edwin R. Thiele; p. 181

[12] The Mysterious Numbers of the Hebrew Kings (Os Misteriosos Números dos Reis Hebreus) por Edwin R. Thiele; p. 185

[13] The Mysterious Numbers of the Hebrew Kings (Os Misteriosos Números dos Reis Hebreus) por Edwin R. Thiele; p. 186

[14] http://en.wikipedia.org/wiki/Amel-Marduk

[15] Baseado em Ezequiel 1:1-3 em que o trigéssimo ano era sua idade. Já que o homem entra no serviço sacerdotal aos trinta anos (Números 4:3, 23, 30, 39, 43; 1 Crônicas 23:3), talvés Yehová escolheu começar a usá-o como profeta a esta idade tão crítica, talvés destacando o aspecto sacerdotal de seu comissionado.

[16] http://www.aboutbibleprophecy.com/years.htm

[17] http://en.wikipedia.org/wiki/?????????

[18] http://tinyurl.com/b3af3tk

[19] http://news.bbc.co.uk/onthisday/hi/witness/november/9/newsid_3241000/3241641.stm

[20] http://www.biblediscovered.com/biblical-prophets/daniel-the-prophet/

[21] http://www.sightedmoonnl.com

[22] http://www.sightedmoonnl.com/?page_id=601

Capítulo 1| Quem é o Povo de Daniel?

 

24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador. (Daniel 9:24-27 | Veja também: Mateus 24:15)

Uma das coisas que tenho aprendido com o passar dos anos quando falando com os outros, é saber ou vir a saber quão ignorantes são sobre de quem a Bíblia está falando nos contextos das passagens Bíblicas como este acima e especialmente quando se trata de mensagens proféticas.

A maioria supõe que a Bíblia está falando exclusivamente sobre os Judeus, e muitas vezes quem supõe algo termina fazendo papel de besta.

É somente quando investigamos mais e aprendemos quem é quem, é então e somente então que a Bíblia se torna viva e real.

24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. (Daniel 9:24)

Isto foi o que o Anjo Gabriel estava dizendo para Daniel.

Estamos prestes a examinar este versículo em maior detalhes, mas eu primeiro tenho que explicar quem exatamente é o povo de Daniel, para que você possa então entender a quem se aplica este versículo. Quando você suber o que as Escrituras estão de fato dizendo, o que realmente significa e a quem se aplica, então você será compelido a sair de sua zona de conforto e começará a dizer a todos que puder sobre este aviso.

Todos que olham pra este versículo e esta profecia vê Daniel como um dos cativos Judeus, o que de fato ele era. A maioria porém, lê a Bíblia de uma perspectiva estritamente Neo Testamentária – ou seja, uma perspectiva que não guarda ou não quer guardar os Mandamentos encontrados nos primeiros cinco livros da Bíblia, e que não vê a necessidade de compreender os eventos que ocorreram no que é comumente referido a ANTIGO Testamento. Eles veem o Antigo Testamento como algo somente sobre os Judeus. Porém, não poderíam estar mais longe da verdade. Estou prestes a provar á você quem era o povo de Daniel e quem é hoje e usarei três capítulos para fazer isto, usando assim três testemunhas diferentes.

6 Por boca de duas testemunhas, ou três testemunhas, será morto o que houver de morrer; por boca de uma só testemunha não morrerá. (Deuteronômio 17:6)

15 Uma só testemunha contra alguém não se levantará por qualquer iniqüidade, ou por qualquer pecado, seja qual for o pecado que cometeu; pela boca de duas testemunhas, ou pela boca de três testemunhas, se estabelecerá o fato. (Deuteronômio 19:15)

16 Mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada. (Mateus 18:16)

1 É esta a terceira vez que vou ter convosco. Por boca de duas ou três testemunhas será confirmada toda a palavra. (2 Coríntios 13:1)

Apesar do fato de vivermos na Era da Informação, ainda há muitos de nós aprendendo sempre, e nunca podendo chegar ao conhecimento da verdade. Assim como a Bíblia diz. Muitos de nós que professamos crer, não lê a Bíblia o quanto deveríamos.   Quando as pessoas não sabem sobre quem a Bíblia está falando e por qual nome são conhecidos hoje, eles se isolam da compreensão da história e de muitos de suas profecias. É como se estão lendo o Novo Testamento sem ter conhecimento do Antigo ou começar a ler um livro a partir do meio dele.

Você não pode ler e entender o Novo Testamento a não ser que você saiba a respeito de quem estão falando no Antigo Testamento.

Quando você fizer isto, e somente quando você fizer isto, é que a Bíblia então se tornará vivo para você e se tornará o livro que sopra vida que o Criador pretendeu que fosse, falando à você de pessoas reais. Não é apenas sobre aquels Judeus que viveram muitos tempo atrás ou os Judeus que hoje fazem parte do Estado de Israel. Para praticamente todos que vão estar lendo este livro, a Bíblia foi escrita para você e sobre os que está prestes a acontecer com você, como irei provar para você nos próximos capítulos.

Antes de Daniel 9:24, encontramos Daniel orando – não apenas em o prol do povo Judeu, apesar de que ora por eles também – mas por TODA Israel.

3 E eu dirigi o meu rosto a ???? Elohim, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, e saco e cinza. E orei a ???? meu Elohim, e confessei, e disse: Ah! ????! Elohim grande e tremendo, que guardas a aliança e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos; Pecamos, e cometemos iniqüidades, e procedemos impiamente, e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos; E não demos ouvidos aos teus servos, os profetas, que em teu nome falaram aos nossos reis, aos nossos príncipes, e a nossos pais, como também a todo o povo da terra. A ti, ó ????, pertence a justiça, mas a nós a confusão de rosto, como hoje se vê; aos homens de Judá, e aos moradores de Jerusalém, e a todo o Israel, aos de perto e aos de longe, em todas as terras por onde os tens lançado, por causa das suas rebeliões que cometeram contra ti. (Daniel 9:3-7)

8 O ????, a nós pertence a confusão de rosto, aos nossos reis, aos nossos príncipes, e a nossos pais, porque pecamos contra ti. Ao ????, nosso Elohim, pertencem a misericórdia, e o perdão; pois nos rebelamos contra ele, E não obedecemos à voz do ????, nosso Elohim, para andarmos nas suas leis, que nos deu por intermédio de seus servos, os profetas. Sim, todo o Israel transgrediu a tua lei, desviando-se para não obedecer à tua voz; por isso a maldição e o juramento, que estão escritos na lei de Moisés, servo de Elohim, se derramaram sobre nós; porque pecamos contra ele. (Daniel 9:8-11)

7 “…a todo o Israel, aos de perto e aos de longe, em todas as terras por onde os tens lançado …” (Daniel 9:7)

Isto está se referindo as Dez Tribos do Norte de Israel que foram levados ao cativeiro começando em 732 a.C. e com a finalização onde os remanescentes foram levados cativos em 723 a.C. como já compartilhei com você na Introdução à Daniel.

11 “…todo o Israel transgrediu a tua lei …” (Daniel 9:11)

Mais uma vez, Daniel está orando por toda Israel (não somente Judá mas também pelas Dez Tribos do Norte). Não posso estressar isto o suficiente. Daniel está orando por TODA Israel bem como TODA Judá.

Aqui, em 539 a.C., o primeiro ano do reinado de Ciro, [o mesmo ano em a Babilônia caiu], Daniel, que estava residindo na Babilônia, está nos dizendo em sua oração que Israel estava em outros países “perto e longe”. Mesmo 193 anos após a primeira onda de cativos em 732 a.C., Daniel está bem ciente dos locais aonde Israel foi levado ou para onde se mudaram durante o cativeiro. Daniel estava morando no “Irã moderno” e mesmo assim 193 anos após Israel ter sido levado ao cativeiro, Daniel ainda sabia para onde as dez tribos do norte foram levadas.

Aqueles de vocês nos EUA deve, a este ponto, pesquisar a população dos EUA a 93 anos atrás e compará-la à população de hoje. De uma maneira similar, as Dez Tribos do Norte teria crescido em população a se tornarem uma preocupação real para aqueles ao seu redor, como você logo verá.

Iremos agora aprender a identidade das Dez Tribos do Norte, para onde foram e onde estão hoje.

Para fazermos isto, precisamos começar no tempo do cativeiro do Reino de Israel. Então iremos, deste ponto em diante, cronologicamente seguí-los no tempo e ler alguns relatos sobre como foram chamados por outras nações. Todos os registros estão lá se soubermos onde procurar. Apenas temos que pesquisar.

 

25 Porém transgrediram contra o Elohim de seus pais; e se prostituíram, seguindo os deuses dos povos da terra, os quais Elohim destruíra de diante deles. Por isso o Elohim de Israel suscitou o espírito de Pul, rei da Assíria, e o espírito de Tiglate-Pilneser, rei da Assíria, que os levaram presos, a saber: os rubenitas e gaditas, e a meia tribo de Manassés; e os trouxeram a Hala, e a Habor, e a Hara, e ao rio de Gozã, até ao dia de hoje. (1 Crônicas 5:25-26)

29 Nos dias de Peca, rei de Israel, veio Tiglate-Pileser, rei da Assíria, e tomou a Ijom, a Abel-Bete-Maaca, a Janoa, e a Quedes, a Hazor, a Gileade, e a Galiléia, e a toda a terra de Naftali, e os levou à Assíria. (2 Reis 15:29) 

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Lemos sobre as cidades que Tiglate-Pileser III construiu—cidades como: Sakka, Danium, Elisansa, Abrania and Evasa.[1] Foi nestas cidades que ele colocou os recem capturados Israelitas mencionados em 2 Reis 15:29.

Os nomes são distintamente de origem Israelita.[2]

Então lemos sobre a próxima invasão por Salmanasar V e depois denovo por Sargão II que levou os cativos à Hala, Habor and Gozã and to the cities of the Medes.

6 No ano nono de Oséias, o rei da Assíria tomou a Samaria, e levou Israel cativo para a Assíria; e fê-los habitar em Hala e em Habor junto ao rio de Gozã, e nas cidades dos medos. (2 Reis 17:6)

11 E o rei da Assíria transportou a Israel para a Assíria; e os fez levar a Hala e a Habor, junto ao rio de Gozã, e às cidades dos medos. (2 Reis 18:11)

Quando olhamos artifatos do período dos Assírios podemos aprender sobre alguns nomes pelo qual chamavam os antigos Israelitas.

O finado Henry Layard descobriu o Obelisco Negro de Salmanasar III em 1845. O monumento de quase dois metros de altura foi encontrado nas ruinas do palácio de Salmanasar III na antiga Calhu, próximo à Níneve. Ele contém vários paineis expondo as campanhas dos Reis da Assíria. O Obleisco Negro é uma das descobertas mais importantes na arqueologia Bíblica porque um dos paineis retrata o Rei Hebreu Jeú, ou possívelmente um dos seus servos, trazendo presentes a Salmanasar III e se ajoelhando aos seus pés. A inscrição acima da imagem lê:

Tributo de Jeú, filho de Omrí: recebi dele prata, ouro, uma tigela de ouro, um recipiente de ouro, taças de ouro, baldes de ouro, estanho, um cetro para a mão do rei e armas.

Você vai perceber que os Assírios chamam Jeú de filho de Omrí. Omrí foi um dos reis de Israel antes de Jeú.

O nome Hebraico “Omrí” começa com o consoante “Y,” chamado “Ayin,” que é pronunciado com um som gutural de “H” (“rr”) e é representado na transliteração Assíria como “Gh” ou “Kh.” Os Israelitas naturalmente o pronunciavam “Omrí” como “Ghomrí” que se tornou “Khumrí” em Assírio. Assim, os Assírios, antes mesmo dos Israelitas serem levados ao cativeiro, chamavam os Israelitas de “Beit Khumrí,” que significa “Casa de Omrí.” Pronuncia parecida é encontrada nos nomes “Gomorra” e “Gaza,” ambos os quais começam com o consoante “Y.”

O nome Assírio de “Khumrí,” usado para denotar os Israelitas também é encontrado nos registros do Rei Tiglate-Pileser III concernente às suas invasões de Israel quando removeu os primeiros Israelitas para a Assíria: “As cidade de Gileade e Abel-beth-maacah na fronteira com a terra de Khumrí, e a ampla terra de Hazael e toda sua extensão, eu trouxe com o território da Assíria.”[3]

Sargão II (722 a.C.-704 a.C.) também faz menção de “khumrí” em seus registros da captura da capital Samaria. Ele refere a si mesmo como o conquistador de “Bit-Khumrí” (Omrí). Apparently this is the last mention of the Israelites by the name “Khumrí.”[4]

Hoje, quando pesquisamos sobre o nome “Khumrí” encontramos que ainda é usado hoje como distrito da província de Baglan no Afeganistão e é chamado Khumrí.[5]

De todas as cartas reais encontradas em Níneve, há muitas escritas por um certo Rei Assaradão que reinou de 681 a.C. atél 669 a.C. Ele escreve várias vezes sobre a Terra de Gamir e chama os habitantes de “Gamera” e até em outra carta os indentidica como os “Cimérios” (ga-me-ra-a-ans).

Anteriormente ao cativeiro, os Assírios chamavam os Israelitas “Beit-Khumrí,” e durante este cativeiro os Assírios os chamavam de “Gimira” e “Gamera” e por fim “Cimérios.”[6]

O Rei Assaradão escreveu sobre uma batalha contra os Cimérios em 679 a.C. Em outras cartas de oração, o Rei Assaradão escreveu sobre os Gamir e também sobre um novo povo chamado os “Ishkuza.” Eles são falado como se fossem os mesmos Gamira.

Genesis nos fala algo bem interessante quando Yehová diz a Abraão, “em Isaque será chamada a tua descendência” Pode-se entender disso que os seus descendentes seria chamados pelo nome de Isaque.

12 Porém Elohim disse a Abraão: Não te pareça mal aos teus olhos acerca do moço e acerca da tua serva; em tudo o que Sara te diz, ouve a sua voz; porque em Isaque será chamada a tua descendência. (Genesis 21:12)

Lemos em Amós sobre Israel ser chamado a casa de Isaque como profetizado lá atrás em Genesis.

9 “Mas os altos de Isaque serão assolados, e destruídos os santuários de Israel; e levantar-me-ei com a espada contra a casa de Jeroboão. Então Amazias, o sacerdote de Betel, mandou dizer a Jeroboão, rei de Israel: Amós tem conspirado contra ti, no meio da casa de Israel; a terra não poderá sofrer todas as suas palavras . . . 16 Agora, pois, ouve a palavra de ????: Tu dizes: Não profetizes contra Israel, nem fales contra a casa de Isaque.’” (Amos 7:9-10, 16)

Israel era conhecida também como a casa de Isaque. Isaque pode também ser “Isaaca,” a quem os Assírios chamavam de “Ishkuza.” [7]

É universalmente aceito pelos historiadores modernos que os Iskuza eram chamados de “Shuthae” pelos Gregos e “Sacas” (também “Saka” e “Sakka”) pelos Persas. Heródoto vai além is nos diz que os Persas chamavam os Sacas de “Citas.”

O nome “Gimira” era exclusivamente um nome Assírio – não um que os próprios Israelitas usaríam.

Resumindo, temos observados em documentos Assírios (pedras e inscrições) que os Israelitas eram chamados de “Khumrí” ou “Khormri” (pela Casa de Omrí) antes de seu cativeiro. Porém, depois do reinado de Sargão II (721 a.C.-705 a.C.) este nome nunca mais foi usado. Depois por volta de 707 a.C. um povo chamado “Gimira” e “Gamera” estão registrados como moradores entre os Manas. Seu território ficava a apenas algumas milhas dos Medos, na exata localização onde as Escrituras dizem que as Dez Tribos do Norte do Reino de Israel foram colocados apenas alguns anos antes. Temos observado que os nomes “Gimir,” “Gimira,” e “Gamera” podem facilmente ser corrupções de “Khumrí” ou “Khormri,” o nome Assírio para os Israelitas. Os nomes “Sacas” ou “Sakka” (Citas) são prováveis derivados de “Isaaca” ou “Casa de Isaque”. É também notável que o nome Assírio“Ga-me-ra-a-an” se traduziu “Cimérios.”[8]

Dos anos 700’s a.C. aos meados dos 500’s a.C. agora lemos sobre campanhas dos Gamirians—também conhecidos como os Cimérios, os quais os Gregos chamavam “Kimmeriori” a medida que se mudaram para Frígia, o que é hoje chamado da Turquia.

Lemos em Esdras um relato interessante sobre as Dez Tribos ao se migrarem para o que na época era chamado de Arsareth na Costa Noroeste do Mar Negro no que é hoje chamado da Bulgária e Romênia. Isto aconteceu por volta de 525 a.C.

39 E bem viste que ele (o Filho de Elohim) juntou outra multidão pacífica para si. 40 Estas são as dez tribos, que foram levados cativos de sua própria terra no tempo de Oseias o rei, a quem o rei Salamanasar da Assíria levou cativo, e ele os levou para além das águas, e assim chegaram a outra terra. 41 Mas tomaram este conselho entre si, que deixaríam a multidão dos gentíos, e seguir mas adiante a outra terra, onde homem algum habitou, 42 Que eles pudessem guardar seus preceitos, dos quais não guardaram em sua própria terra. 43 E passaram pelo Eufrates pelos pontos estreitos. 44 Pois o Altíssimo os mostrara sinais, e segurou a enchente até que atravessassem. 45 Pois por aquele país havia um longo caminho, de um ano e maio; e esta mesma região é chamada de Arsareth. (2 Esdras 13:39-45)

Os Gregos agora chamavam os Cimérios os Kimmeriori. O “c” sendo um “c” forte como no caso da palavra “carro.”

O reino de Ciro o Grande duraou de 539 a.C. quando ele derrotou os Babilônios até ele mesmo morrer em batalha, lutando contra os Massagetas às margens do Sir Dária—também conhecido como o Jaxartes ou Yaxartes em dezembro de 530 a.C.

Seu filho, Cambises II, o sucedeu e de acordo com Heródoto, ele reinou sete anos e cinco meses – de 530 a.C. até o verão de 523 a.C. O Rei Dario tomaria o trono no ano de 522 a.C.

Este é o Rei Dario, filho de Assuero de Daniel 9:1. Assuero é também o mesmo rei mencionado em Ester 1:1.

Só estou tentando demonstrar a você quantos livros da Bíblia estão relacionados a eventos mundiais durante este tempo. Eu te mostrei, na minha introdução à Daniel, o cativeiro das Dez Tribos do Norte, seguido pelo tempo de Jeremias passando o tempo do cativeiro de Daniel até o tempo de pelo menos o primeiro ano do Rei Dario, que é mencionado em Daniel 9:1.Agora vamos dar atenção aos dois reinados que seguem Dario, já que também entram em cena no que vou explicar na profecia de Daniel dos 70 Shavuot (Semanas).[9]

Dario foi sucedido em 486 a.C. quando morreu às mãos de Xerxes o Grande que reinou de 486 a.C., até sua morte em 465 a.C. Ele foi o quarto rei do Império Aquemênida. Artaxerxes I foi o quinto rei do Império Aquemênida de 465 a.E.C. à 424 a.E.C.

Foi de um destes reis que saiu o decreto para a reconstrução de Jerusalém em Daniel 9:24. Houve vários decretos diferentes permitindo a construção de várias partes de Jerusalém; um por Ciro em 538 a.C. ou 537 a.C., outro por Dario em 519 a.C., um terceiro por Artaxerxes em 458 a.C., e o último por Artaxerxes em 445 a.C.

Mas já estou me adiantando. Vamos voltar à quando Ciro foi morto, uma vez que isto também nos ajudará a identificar as supostas Dez Tribos “Perdidas” de Israel.

Ciro lutava contra os Massagetas às margens do rio Sir Dária—também conhecido como Jaxartes ou Yaxartes em dezembro 530 a.C., e foi a este tempo que ele foi morto. Sir Dária, também escrito Syrdarya, Kazak Syrdar?ya, Tajik Daryoi Sir, e Uzbek Sirdaryo, tem o nome antigo de Rio Jaxartes nas repúblicas centrais do Uzbequistão, Tajiquistão, and Cazaquistão. O Rio Sir Dária corre noroeste até desaguar no Mar de Aral.

Em 329 a.C., Alexandre o Grande havia posto o mesmo rio como a fronteira noroeste de seu império, e também terminou em uma batalha contra os Massagetas.

As autoridades clássicas e modernas dizem que a palavra “Massagetas” significa “grandes” Getas.[10] A obra do século IX entitulado, De Universo de Rabanus Maurus afirma, “Os Massagetas são originalmente da tribo dos Citas, e são chamados Massagetas, como sendo fortes Getae.”[11]

Weer Rajendra Rishi, escreveu, “Na língua Pahlavi a palavra ‘massa’ significa grande. Em Avesta, massa também é usado no sentido de grandesa ou grandiosidade.”[12]

Heródoto escreveu que os Massagetas eram os mesmos que os Citas. Foram os Massagetas que Ciro procurava conquistar. Ciro descobrir que uma certa Tomiris os liderava e ele procurou casar com ela para expandir seu império através de casamento. Quando ela disse “não”, Ciro levou seu exército para atacá-la.

Segundo relatos dos historiadores Grego, Ciro foi vitorioso em sua primeira campanha contra os Massagetas. Seus conselheiros sugeriram armar uma armadilha para perseguir os Citas: os Persas deixaram para trás um acampamento que aparentava abandono, contendo um rico estoque de vinho. Os Citas que eram pastores não estavam acostumados a beberem vinho —“suas bebidas intoxicantes favoritas eram hashish e leite de égua fermentado”—e beberam até caírem. Os Persas atacaram enquanto seus adversários estavam incapacitados, derrotando assim as forças Massagetas, e capturaram o filho de Tomiris, Spargapises, o general de seu exército. Do um terço das tropas dos Massagetas que foram à batalha, houve mais capturados do que mortos. De acordo com Heródoto, Spargapise persuadiu a Ciro que tirasse seus algemas, assim permitindo-o cometer suicídio enquanto no cativeiro Persa.[13]

Tomiris enviou uma mensagem a Ciro denunciando dua traição, e com todas as suas forças, o desafiou-o a uma segunda batalha. Na batalha que se seguiu, os Massagetas terminaram na frente, e os Persas foram derrotados com alto números de mortos. Ciro foi morto e Tomiris mandou decaptar seu cadáver e então crucificá-lo, e enfiou sua cabeça num odre cheio de sangue humano. Dizem que ela foi ouvida dizendo, “Eu te avisei que eu mataria sua sede por sangue, e assim farei.”[14]

Este fim horrível às mãos de Tomiris caíu sobre Ciro em 530 a.C. Seu filho Cambises II o sucedeu e morreu em 523 a.C. Foi a este tempo que Dario o Grande começou a reinar em aproximadamente 515 a.C. e comissionou gravar o que é hoje chamado de inscrição de Bisitun detalhando suas campanhas em três línguas separadas. O que é maravilhoso nisso tudo é que ele identifica os Israelitas em três línguas diferentes para que nós possamos saber hoje como eram conhecidos naquele tempo.

A inscrição não apenas fixa a data do seu reinado mas também providencia algumas referências interessantes aos assim chamados “Tribos Perdidos de Israel”. O memorial mede aproximadamente 150 pés de comprimento por 100 pés de altura.

As incrições foram em três línguas, Babilônico (Acadiano), Elamita e Persa Antigo. Eles foram principalmente em escrita cuniforme. Enquanto que muitos peritos merecem reconhecimento pelos seus esforços em resolver este quebra cabeça, um jovem oficial Inglês no exército Persa, Henry C. Rawlinson, é reconhecido por ter decifrado com sucesso os sinais do Persa Antigo. A inscrição trilíngue conhecido hoje como a “Inscrição de Bisitun” providenciou a “legenda”. A partir do momento em que se determinou que o texto nas três línguas era idêntico, foi apenas uma questão de tempo até que os peritos pudessem ler os escritos Elamitas e Acadiano.[15]

A característica predominante da Rocha Bisitun é o Rei Dario, em vestimentas reais cercado de cativos. Em volta dos cativos são cinco paineis, no total de vinte. O primeiro painel contém 19 parágrafos e 96 linhas. Cada parágrafo se iniciava com as palavras, “Eu sou Dario, rei dos reis, o rei da Persia”. O segundo painel tem 16 parágrafos e 96 linhas; sobre cada figura há uma breve história do homem e a tribo que representa. O décimo painel é o mais interessante ao estudioso da Bíblia porque fala do “Sarocus,” ou Sacan, que usa uma touca Hebreu.

O que é mais notável é o Rei Dario majestosamente em pé ante nove pessoas unidos por uma corda nos seus pescoços e suas mãos atadas atrás de suas costas. Uma décima pessoa está prostrado de costas e o pé direito do rei está sobre seu corpo. Nenhum dos prisioneiros está de veste parecido. Alguns têm túnicas curtas, outros compridos. Estes são evidentemente os chefes cabeça das Dez Tribos de Israel. A palavra “Kana” occure 28 vezes na inscrição e a palavra “Armênia” também ocorre frequentemente. Esta é a area de onde os prisioneiros foram levados – a mesma area onde as Dez Tribos tinha sido levados pelos Assírios.

As inscrições incluem uma lista de 23 nações sobre os quais Dario reinou e listado entre eles são os “Sakkas.” Em ambas versões Persa e Elamita a palavra original é “Sakka,” mas na versão Babilônica as mesmas pessoas são chamadas “Gimiri.” (verificado a pedido do Museu Britânico por L. W. King e R. C. Thomson—Esculturas e Inscrições de Bisitun—p. 161) Isto prova que os Assírios e os Babilônios chamavam os exilados de Israel de “Gimiri” independentemente de onde morávam. Também indica que a este tempo (cerca de 517 a.C.) uma divisão dos Gimiri (chamados “Sakka” pelos Persas) já haviam migrado bem além da Báctria e habitavam no extremo leste do Império Persa.

Em outra inscrição, escrito num tablete de ouro, Dario escreveu: “Este reino que tenho vai de Sakka que fica além da Sogdiana em Cuxe (Etiópia) e da Índia até Sárdis.” (Tradução publicado por Sidney Smith do Museu Britânico – 1926) Isto é mais uma evidencia que em 500 a.C. alguns dos Sakkas estavam bem ao leste próximo à Bacia superior de Jaxartes. Outra evidência de que que os Sakka eram uma divisão dos Gimiri (Israelitas) está em outra inscrição trilíngue encontrado na tumba de Dario, no sudoeste da Persia. A tumba está encravada na face de um penhasco no vale de Naksh-i-Rustam, próximo a antiga cidade de Persépolis. A inscrição mais uma vez lista as nações sobre os quais Dario governou. Nesta ocasião, Dario lista três grupos separados de “Sakkas:” os “Amyrgian Sakkas,” os “Sakkas com as toucas ponteagudas,” e os “Sakkas de além do mar.” Em cada caso o nome “Gimri” no texto Babilônico, é traduzido “Sakka” no Persa.

Estas inscrições tem sido conhecidas há vários anos mas as publicações sobre elas de modo geral tem tocado ligeiramente na tradução, muitas vezes com apenas um comentário de passagem.

Talvés parecia algo inexplicável aos historiadores. Mesmo assim, a única conclusão que se possa tirar das inscrições (bem como dos escritos de Josefus) é que os Iskuza foram chamados de “Sakka” pelos Persas. Então a conclusão lógica é de que os “Iskuza,” os “Sakka,” e os “Gimiri” são o mesmo povo. Então ao revisar a Correspondência Real do Império Assírio é evidente que os “Iskuza,” os “Sakka,” os “Citas,” os “Cimérios,” e os “Gimiri” são todos Israelitas.[16]

Peritos confirmam que o povo conhecido aos Persas como os SAKA, aos Babilônios como GIMIRRI, e aos Assírios como KHUMRÍ, eram nomes diferentes para as Dez Tribos Perdidos no cativeiro. “Saka” ou “Sacas” significava “Casa de Isaque,” enquanto os termos “Khumrí” e “Gimirri” traduzem como “Casa de Omri.” (Os Assírios adotaram mais tarde também a variante Babilônica de Khumrí, Gimirr.) Desta palavra Khumrí ou Gimirri se desenvolveu o nome tribal de “Cimmério,” também. O famoso escritor antigo, Heródoto, visitou estas tribos cerca de 450 a.C. Sir Henry Rawlinson, decifrador da Rocha Bisitun, nos informou que, “Temos fundamentos rasoáveis para considerar os GIMIRRI, ou CIMÉRIOS, que primeiro apareceram nas delimitações da Assíria e Media no século VII a.C., e os SACAE da Rocha de Bisitun, aproximadamente dois séculos mais tarde, como identico com os BEIT-KHUMRÍ da Samaria, ou as Dez Tribos da Casa de Israel..“ George Rawlinson, tradutor de A História de Heródoto, afirmou, “Os SACAE ou Citas, a quem se deu o termo de GIMIRRI pelos seus vizinhos Semita, primeiro apareceram nas inscrições de cuniforme como um povo pertinente Esar-Haddon cerca de a.C. 684.” A esta data as Dez Tribos, Israel-Gimirri, residiam plenamente na Assíria, pois a grande depoirtação de toda a semente de Efraim (Jeremias 7:15) os tinha removido da Palestina. Lemos, “…nada mais ficou, senão somente a tribo de Judá…. assim foi Israel expulso da sua terra à Assíria até ao dia de hoje.” (2 Reis 17:18, 23)

 

ISRAEL? SAKA ? GIMIRRI ? KHUMRI

 

O famoso historiador Judeo-Roman, Flávio Josefo, disse no século I A.D: “Então há apenas duas tribos (de Israel) na Europa e Ásia sujeitos aos Romanos, enquanto que as Dez Tribos estão além do Eufrates até agora, e são uma multidão imensa, que não pode ser estimado em números.” As Dez Tribos “Perdidas” estavam havitando além do Vale do Eufrates, migrando para o norte, então nosso próximo passo é de rastrear suas migrações pelas Motanhas Cáucasos.

A Enciclopédia Judaica diz: “Se as Dez Tribos têm disaparecido, o cumprimento literal das profecias seria impossível; se não disapareceram, obviamente devem existir com um nome diferente.” Esta é a única escolha de fato! Se as profecias da Bíblia forem de fato literalmente se cumprir, as Dez Tribos devem hoje ser conhecidas por um outro nome além de Israel, mas qual nome?

“… os Sacas, ou Citas, eram as Dez Tribos Perdidas.”

A Enciclopédia Judaica; vol. 12, p.250

O historiador Sharon Turner, autora dos três volumes de História dos Anglo-Saxões, nos diz isso: “… Das várias nações Citas registradas, os SAKAI, ou SACAE, são o povo do qual pode se inferir que os SAXÕES sejam decendentes com o mínimo de violação de probabilidade. Sakai-suna, ou os filhos de Sakai, abreviado para Saksun, que tem o mesmo som de Saxão, parece ser etimologia rasoável para a palavra Saxão. Strabo os coloca ao leste do Cáspio… este fato importante a respeito de parte da Armenia ter recebido o nome de Saka-sina é mencionado por Strabo em outro lugar (lib. xi pp. 776, 778); e parece dar uma localidade geográfica aos nossos ancestrais, e justificar as palavras Persas que ocorrem na língua Saxônica a medida que devem ter chegado para a Armenia das regiões norte da Persia. É também importante comentar que Ptolemeu (perito celebrado de cerca de 150 E.C.) menciona que um povo Cita surgiu dos SAKAI, pelo nome de SAXÕES. Se os Sakai, que alcançaram a Armenia foram chamados de Sacassani, eles podem ter atravessado a Europa com o mesmo apelido, o qual sendo pronunciado pelos Romanos entre eles, e depois reduzido à escrita de sua pronuncia, pode ter sido escrito com x ao invés de ks, assim Saxões não teria uma variação maior de Sacassani ou Saxsuna, do que se encontra entre Frencês, Francois, Franci, e seu nome Grego Phrange; ou entre Espanha, Espagne, e Hispania.”

“A IDENTIFICAÇÃO DOS SACAE, OU CITAS, COM AS DEZ TRIBOS PORQUE APARECEM NA HISTÓRIA AO MESMO TEMPO E QUASE NO MESMO LUGAR AONDE SALMANASAR LEVOU OS ISRAELITAS É UM DOS PRINCIPAIS EMBASAMENTOS DA TEORIA QUE IDENTIFICA O POVO INGLÊS E DE FATO TODA A RAÇA TEUTONICA COM AS DEZ TRIBOS.”

ORIGENS DE PALAVRAS

(Casa de) OMRI > KHUMRÍ (Assírio) > GIMIRRI (Babilônico) > CIMÉRIO (Grego) > KIMRI > Cimbros >CELTA

(Casa de) ISAQUE > SAKA (Persa) > SACA-SUNA, ou “Filhos de Saka”? SAXONS

A origem da raça Caucasiana está repleto de antiguidade, mas uma coisa é certa: o nome por se mesmo indica que muitas destas pessoas moveram-se rapidamente para a Europa pela região da Montanha Cáucaso no Leste da Europa, bem norte da Ásia e Palestina. Historiadores ainda debatem sobre se as tribos se originaram no norte da Europa e depois viajaram para o sul para a região Cáucaso, ou se o contrário, que originaram-se na Mesopotamis e migraram norte pelo Cáucaso até a Europa. A Enciclopedia Britânica enquanto que professa não ter uma opinião sobre o assunto, faz a seguinte admissão reveladora, “Tem sido observado com verdade que tantas nações populosas dificilmente poderiam surgir da Península Escandinava.”

A mesma fonte chama a atenção que estas tribos falavam uma linguagem parecido com o “Iraniano” antigo (um dialeto Mesopotâmico antigo. Isto não é acidental, pois os Israelitas decendem de Abraão que originou na Caldia em Mesopotâmia.) Então pareceria óbvio que este povo recém descoberto se originassem na Mesopotâmia, no mesmo tempo e local em que as Dez Tribos de Israel se “perdessem” na história. O povo de Elohim disapareceu sob o nome de Israel no início do século VII a.C., e imediatamente reapareceram na mesma região com outros nomes pelo qual fizeram um papel importante na história antiga da Ásia Menor e do Leste da Europa.

Muitos livros de história mostram uma área marcada como, “Iberia,” ou TERRA DOS HEBREUS, na região montanhosa Cáucaso entre o Mar Cáspio e o Mar Negro, ao norte do Rio Eufrates. A palavra Hebreu, significa descendente de Eber, o bis-neto de Noé. Até ao dia de hoje a Espanha é conhecida como a Península Ibérica, e a Irlândia por uma pequena variação, Ibernia, ambos indicando suas origens Hebraicas na antiguidade.[17]

Os brancos da America do Norte e da Inglaterra são chamados caucasianos por causa de nossos ancestrais terem passado pelas Montanhas Cáucaso. Isto é exatamente o que as Dez Tribos fizeram quando foram atacados pelos Medos. Isto é também a area onde nossos ancestrais habitavam e que é hoje chamado de Armenia.

CIMERÍ: “Um povo antigo …um corpo do qual é chamado em fontes Assírias Gimirrai e é representado como vindo do Cáucaso. Eram provavelmente falantes do Iraniano… outros escritores os identificou com os Cimbros de Jutlândia, que eram provávelmente Celtas Teutônicos.”[18]

Muita evidencia foi apresentada documentando que as tribos Hebreias passaram pela Região Montanhosa do Cáucaso entrando na Europa nos séculos pré-Cristãs. O seguinte relato de uma visita a região foi tirado do artigo, A Passagem de Israel pelo Coronel R.G. Pearse, A Mensagem Nacional, 23 de outubro, 1937, p. 676. Aqui ésta transcrito este artigo interessante:

O Coronel Pearse mesmo, passou vários anos justamente no distrito descrito neste artigo. Naquele tempo ele não tinha nenhum conhecimento de nossa identidade Israelita ou das migrações de nossos pais, e o significado dos nomes e das legendas não foram aparentes para ele. Recentemente ele encontrou umas fotos antigas já esquecidas, os quais reproduziu, e como resultado escreveu este artigo:

Tem sido minha sorte, por várias vezes, poder viajar pelas Montanhas Cáucasos, pela rota da Estrada Georgiana. Esta é uma das duas estradas que atravessam as montanhas de norte a sul – a outra sendo uma estrada de burro – e mesmo que agora é uma bela rodovia, é conhecida nas lendas e músicas nativas como “A Passagem de Israel”. Foi construída como uma rodovia moderna aproximadamente 1856, mas ainda tem traços de sua antiga característica de estrada de carroças.

Quando a Israel das Dez Tribos se depararam com sua jornada de Guta, na Media, para Arsareth, tiverem que atravessar a poderosa cordilheira por ela, sendo a única maneira para tamanho grupo de pessoas. Precisa-se perceber que estas montanhas se extendem por centenas de milhas, e em média, por todo seu percurso, passa de 10,000 pés de altura.

Quando fizeram esta parte de sua migração, depois de ter atravessado as cordilheiras menores entre a Media e o Cáucaso, eles aproximaram-se deste grande obstáculo para sua marcha perto de onde é hoje Tiflis, a capital da Georgia.

De lá seguiram pelos morros onde hoje existem vários monastérios e ruínas datando até 100 d.C; pois o povo da Georgia foram umas das primeiras comunidades Cristãs.

Ainda atravessando estes morros, a migração Israelense se aproximou e finalmente entrou, a medida que o trajeto se estreitou, a verdadeira Passagem pelas montanhas. Por muitas milhas eles viajaram por uma ravina marchando entre majestosas alturas e a margem de um rio veloz que vinha da cordilheira da grande montanha e finalmente deságuava na parte sul do Mar Cáspio. É este rio, que tem formado o poderoso desfiladeiro que se extende até o coração do Cáucaso.

Eles continuaram abeirando esta ravina, subindo uns mil pés no caminho, até chegarem ao centro da Passagem. Aqui, num lugar hoje designado Mlete, eles encararam sua tarefa mais difícil. Pois a este ponto a Passagem sobe repentinamente alguns milhares de pés até finalmente atingir 11,000 pés.

Ao superar isto – e quem sabe quanto tempo deve ter levado para aquela multidão de pessoas transportarem a si mesmos, suas carroças e todos os seus pertences? – eles alcançaram o mais alto planalto, que se extende por algumas milhas e onde, apesar de que o tempo é as vezes severo, os viajantes provavelmente usufruiram de um descanço das dificuldades da subida contínua. De fato, durante o inverno este planalto fica soterrado de neve e as vezes fica impossível atravessar, mas durante o resto do ano pode ser atravessado com uma facilidade rasoável. Quando a neve derrete em tal distrito, revela uma vista maravilhosa de topos de montanha cobertos de neve mas cores vívidas abaixo devido à rica composisão mineral das rochas abaixo.

Tendo passado com sucesso sobre esta Passagem, Israel teve que enfrentar a descida para a Europa. Apesar de que não ser tão acentuado quanto a subida de Mlete, ela os levou por umas ravinas rochosas bem acentuados, do qual de ponta a ponta corria outro grande rio que deságua no norte do Mar Cáspio.

Na descia deixariam para trás a montanha nomeada “Sião” – uma montanha que sempre foi conhecida assim, no qual deu seu nome para uma vila situada na Passagem. É interessante especular sobre esta montanha e seu nome, pois talvés o nome vem do tempo da passagem dos nossos pais. Pessoalmente, não achei nenhum traço de sua história de fato, e por isso, apenas posso especular.

Num estágio mais tarde de sua jornada, Israel obteve sua primeira vista do topo da majestosa Kazbek, o qual se erguendo acima de 16,000 pés, parece estar vigiando sobre o lado Europeu da Passagem. Após isto, adentraram uma serie de desfiladeiros acidentados e ímgrimes no seu caminho passando por entre o “Desfiladeiro de Dariel”. Foi este desfiladeiro que, como a história contemporânea e as lendas dos nativos nos informam, Dario o Persa troxe, algum tempo após a migração Israelita, um exército para se vingar da morte de Ciro e a derrota de suas tropas pelos Israelitas em Arsareth. Ao chegar a tal desfiladeiro, o exército de Dario foi ao encontro das forças Israelitas sob o comando da Rainha Tamara (a Rainha Thomyris da história antiga), e por sua vez seu exército foi esmagado e derrotado. As ruínas do castelo da Rainha Tamara ainda permanece como sentinela no centro do desfiladeiro.

Viajando por estas ravinas, Israel foi até atravessar os morros; finalmente emergindo nas planícies Européias na entrada do Cáucaso, o lugar conhecido como Vladikavkas antes do presente regime Russo.

Aqui encontramos o conto da migração contado por Heródoto, e percebemos que Israel havia atravessado o grande obstáculo no curso de sua migração nesta marcha de um ano e meio, como o livro de Esdras nos informa:

40 Estas são as dez tribos, que foram levados cativos de sua própria terra no tempo de Oseias o rei, a quem o rei Salamanasar da Assíria levou cativo, e ele os levou para além das águas, e assim chegaram à outra terra. 41 Mas tomaram este conselho entre si, que deixaríam a multidão dos gentíos, e seguir mas adiante a outra terra, onde homem algum habitou, 42 Que eles pudessem guardar seus preceitos, dos quais não guardaram em sua própria terra. 43 E passaram pelo Eufrates pelos pontos estreitos. 44 Pois o Altíssimo os mostrara sinais, e segurou a enchente até que atravessassem. 45 Pois por aquele país havia um longo caminho, de um ano e meio; e esta mesma região é chamada de Arsareth. (2 Esdras 13:40-45)[19]

Eu agora tenho chamado atenção para duas rotas diferentes atravessados por dois povos diferentes para a área de Arsareth. Um grupo conhecido como os Citas, que foram pelas Montanhas Cáucasos e sobre o lado norte do Mar Negro como já lemos; o outro grupo conhecido como os Cimérios, que vieram pelo sul do Mar Negro e subiram até a área da Crimea e o Sul da Ucrânia.

Eu gostaria de lhes mostrar alguns túmulos desta área. São coisas assim que me deixam maravilhados e ao mesmo tempo me deixam perplexo quanto ao porque tão poucas pessoas parecem conhecer estas coisas. Já que a informação está lá para ser averiguado por todos. É simplesmente procurar. Pois Yehová promete nos mostrar tesouros, que estão escondidos na escuridão.

A impressão dos Israelitas Perdidos morando na região da Criméia acima do Mar Negro foi descoberto nos cemitérios antigos in que numerosas tumbas gravados com inscrições Hebreio-Finícios. Setecentos destas inscrições foram decifrados pelo Professor Chwolson[20] de Petrograd e registrado nos arquivos arqueológicos. Estas tumbas impressionantes que deram seus nomes Hebreus e suas datas hoje residem no Museu de São Petersburgo. A escrita, como nota Haberman, “não era quadrado mas marca a transição dos caracteres Finícios para o Hebraico mais moderno. Estas inscrições nas tumbas incluem:

  1. “Esta é a tumba de Buki, filho de Izchak, o sacerdote. Que seu descanço seja no Éden no tempo da salvação de Israel. Ano 702 do nosso exílio.”

Se a data do Exílio começou no ano de 717 a.C. então esta tumba foi erguida no ano de 15 a.C. (Usando 723 a.C. como data do Exílio, então o ano seria 21 a.C. Observação por Joseph Dumond)

  1. “A um dos fiéis em Israel, Abraão ben Mar-Sinchah de Kertch, no ano de nosso exílio 1682, quando os enviados do Príncipe de Rosh Meschek vieram de Kiou ao nosso Mestre Chazar Príncipe Daví, Halmah, Habor e Gozan, ao local onde Tiglate-Pileser havia exilado os filhos de Rúben e Gade, e a meia tribo de Manansés, e permitido habitar ali, e de onde eles tem sido disersados por toda costa, até mesmo à China.”

Aqui mais uma vez temos confirmação arquiológica das “perambulações” das Tribos Perdidas de Israel, sendo que a data teria que ser a partir no Êxodo (1486 a.C.) o que nos daria uma data para a tumba no ano de 197 E.C. (Novamente, se usarmos a data do Êxodo como mostrado em As Profecias de Abraão como sendo 1379 a.C. então esta data seria 303 E.C. Observação por Joseph Dumond)

  1. “Rabbino Moisés Leví falecido no ano 726 de nosso exílio.” (Usando 723 a.C. como a data do exìlio então o ano seria 3 E.C. Observação por Joseph Dumond)

“Zadok, o Levita, filho de Moisés, falecido 4000 anos após a Criação, 785 anos após nosso exílio.”[21]

Estas tumbas não são dos descendentes dos Judeus Russos que foram expulsos da Espanha no século V E.C., mas eram descendentes dos Israelitas Perdidos que foram conhecidos por vários nomes: Sakasuni, Saki, Guti, Getai, Sak-Geloths, Skuthai, Skoloti, e os Citas. Estes nomes também foram confirmados por Heródoto que indentificou que os Citas surgiram do lombo dos Sakai, ou os Saxões, que “vieram do país dos Medos.” Foi o Aeschylus, o poeta Grego e o filósofo[22] Platonico Grego e o poeta, Albinus que escreveram:

Aeschylus: “Os Sacas eram notados pelas boas leis, e eram predominantemente um povo reto.”

Albinus: “Os Saxões eram descendentes dos antigos Sacas da Ásia, os quais com o passar do tempo vieram a ser chamados de Saxões.”[23]

Na região Sul da Russia, foram descobertos vários túmulos ou kurgans que arqueólogos agora têm escavado e agora são conhecidos como locais de enterro de Citas Reais. Em muitos deles, os interiores eram cobertos de mármore branco. Frederick Haberman escreveu sobre estas escavações e os artefatos, mobiliário e jóias de ouro finícimos como reportados no Jornal Americano de Arqueologia de 1914, Vol, XVIII e o Noticiário Ilustrado de Londres de 3 de janeiro e 14 de fevereiro, 1914. Como reportado:

Frederick Haberman: “Nestes (túmulos) foram encontrados em grande abundância carruagens, cerâmicas, jóias, pulseiras, ouro e pedras preciosas obra de acabamento de requinte. O mais fino destes túmulos é o de Solokha na Crimeia, que serviu de masoleu para os reis Citas por vários séculos. Este túmulo contia mobiliário magnífico de ouro e prata.

Um dos esqueletos reais encontrado lá usava um cordão pesado de ouro com uma cabeça de leão em cada ponta. Leões deitados também são muito proeminente no trabalho requintíssimo de ouro massiço, adornando as paredes e em vários ornamentos de ouro e prata encontrados, bem como nos cabos e nas bainhas das espadas, os quais elas mesmas eram de aço fino. A arte nas paredes retrata principalmente cenas de batalhas e caça, nos quais os guerreiros aparecem vestidos de cintas de elos de metal. Todo o desenho ornamental é de rara excelência.”[24]

Foi o Professor Hebert Hannay, quem escreveu em seu livro de 1915 entitulado, European and other Race Origins (Origens Européias e de Outras Raças) sobre um manuscrito que foi escavado de um deste túmulos na região da Criméia acima do Mar Negro, onde afirmou:

Professor Hebert Hannay: “Eu sou Jehudi filho de Moisés, o filho de Jehudi o Poderoso, um homem da Tribo de Naftali, que foi levado cativo com outras tribos de Israel, pelo Principe Salmanasar, da Samaria durante o reinado de Oséias, Rei de Israel. Foram levados para Hala, para Habor–que é Cábul–para Gozan e para o Chersonesus–que é a Criméia.” [25]

Porque estas coisas não fazem parte da história ensinada em nossas escolas? Porque esta informação não é conhecimento comum mesmo entre os que estudam a Bíblia regularmente? Estes são outros historiadores que fizeram anotações sobre outros povos e os têm passado para nossa consideração e avaliação. Agora vamos entrar em nomes que espero que pelo menos alguns de nós reconheçamos dos nossos livros de história.

Ammianus Marcellinus era um historiador Romano do século IV que considerou os Alanos serem os antigos Massagetas. [26] Ao encerrar do século IV E.C., Claudian (o poeta da corte do Imperador Honório e Estilicão) escreveu sobre os Alanos e os Massagetas no mesmo pensamento: “os Massagetes que cruelmente amarravam seus cavalos para poder beber seu sangue, os Alanos que quebram o gelo e bebem as águas do lago Maeotis.”

Procópio[27] escreve em Historia das Guerras Livro III: A Guerra dos Vândalos: “os Massagetas os quais agora são chamados de Hunos” (XI. 37.), “havia certo homem entre os Massagetas, bem dotado de coragem e força física, o líder de poucos homens; este homem tinha o privilégio entregue à ele de seus pais e ancestrais de ser o primeiro em todos os exércitos hunos à atacar seu inimigo.” (XVIII. 54.).

Agora enquanto Honório segurava o poder imperial no Oeste, bárbaros tomaram posse de sua terra; e te direi quem eram e de que forma fizeram isto. (E.C. 395-423) Haviam muitas nações Góticas na antigüidade, assim como no tempo presente, mas os maiores e mais importantes de todos são os Gotas, Vândalos, Visigodos, e Gepaedes. Nos tempos antigos, porem, eram nomeados Sauromatae e Melanchlaeni; e havia quem chamasse estas nações Getica. Todos estes, enquanto que distintos uns dos outros pelos seus nomes, como foi dito, não diferem em qualquer outra coisa. Pois todos tem corpos brancos e cabelos claros, são altos e belos de se olhar, e usam das mesmas leis e praticam uma religião em comum. Pois são todos da fé Ariana, e tem uma língua chamado gótica; e me parece, que vieram todos da mesma tribo, e foram distinguidos mais tarde pelos nomes de quem liderava cada grupo. Estas pessoas habitava acima do antigo Rio Ister. Mais tarde, os Gepaedes tomaram posse da terra de Singiduno (Masi Belgrade) e Sirmio (Mitrovitz) em ambos dos lados do Rio Ister, onde ainda habitam até hoje (II).[28]

Evagrius Scholasticus, (Ecclesiastical History. Book 3. Ch. 2.): “… e em Trácia, próximo às entradas dos Hunos, anteriormente conhecido pelo nome Massagetas, que atravessaram o Ister sem oposição.”[29]

Os Jats Asiáticos tem sido identificados diretamente com os Massagetasans (“grande” Getae/Jat) pelo Professor Tadeusz Sulimirski.[30] & [31]

“Os Jats … rastream sua descida à terra de Ghazni e Kandahar, regado pelo rio-mãe da raça dos Cuxita, os sagrados Haetuman ou Helmand. Seu nome os conecta com os Getae de Trácia, e então com os Gattons, do qual Pytheas disse habitar nas margens sul do Báltico, os Gaettones localizados por Ptolemeu e Tácito na Visula no país dos Lituanos e os Gotas da Gotalândia, que é a Suécia. Os Getae dos Bálcans são chamados por Heródoto dos mais corajosos e mais justos dos Trácios.”[32]

Isto, mais uma vez nos mostra que os ancestrais Escandinavos eram Os Gotas. O que estou fazendo aqui é mostrar para você quantas fontes autoritários diferentes que se possa achar, e que acho mais confiáveis, que têm escrito sobre este povo que estamos seguindo. Eles usaram nomes diferentes em tempos diferentes. Tudo que você precisa fazer é conectar os nomes como se você tivesse conectando os pontos da história humana, e ao mesmo tempo, saber qual grupo morou onde e quando.

Quando descrevendo as tribos Citas Sacas que migraram da região do Mar Cáspio no segundo século E.C. e habitaram no Império Parta, o historiador George Rawlinson nota que a maior tribo, os Massagetas, também eram nomeados os “grande Jits, ou Jats.”[33] Estes Sacas ou Saka migrantes deram seu nome a província Parno de Sacastan e aos reinos Saka do noroeste da Índia. O termo “Jato” tem sobrevevido como o nome de um casta no noroeste da Índia em tempos modernos, atestando ao domínio dos Jats naquela região. A Enciclopédia Britânica afirma o seguinte sobre os antigos “Jats”.

“Os antigos Maometanos escreveram sobre o país dos Jats entre Kirman e Mansura… Especulação tem os identificado com os Getae de Heródoto … (ou os) Citas ou Indo-Citas.”[34]

Os Jats Asiáticos habitavam próximo a terra de Kirman (a região do Kerman ou German (Alemanha) da Pártia). Se ele eram os “Getae,” Asiáticos seu nome mais tarde era “Getes” ou “Gotas.” Se eles eram Citas (Sacas), eles ficaram conhecidos como os Alemãos ou Saxões a medida que entraram na Europa. A Enciclopédiade Collier afirma que os Jats:

“Acredita-se serem descendentes dos Saka ou Citas, que se mudaram para a Índia numa serie de migraões entre o século II E.C. e 500 E.C. [35] Já que os Jats eram uma divisão dos “Sacas” chamados “Saxões” por Ptolemeu, não é de se surpreender que eles ainda eram aliados aos Saxons e chamados de “Jutos” ao tempo em que alcançaram a Europa e as Ilhas Britânicas. Preste atenção ao fato de que os consoantes das plavras “Jats” e “Jutes” são idênticos.

Muitos Sacas se mudaram para a Pártia no século II E.C., mas alguns ficaram na Ásia séculos depois da queda da Pártia como documentaremos no próximo capítulo.

Na Ásia, os Sacas e Jats moravam próximo aos Kermans (Germanii/Alemãos); na Europa eram chamados de Saxões e Jutos, e foram parte dos Alemães migrantes. Seus nomes mudaram muito pouco a medida que se mudaram da Ásia Parta até a Europa como parte das migrações da grande Montanha Cáucaso. Os nomes “Kerman” e “Jats” também permaneceram nas regiões da Ásia onde certa vez moraram. Alguns Jats ficaram na Índia e intercasaram com outras tribos na região. Hoje, os Jats Indianos “em geral tem uma pele mais claro.”[36] apoiando a conclusão de que tinham ancestrais Saka. Como discutido nos livros dois e três desta serie, os Massagetas, uma tribo líder dos Sacas, eram mais prováveis descendentes da tribo Israelita de Manansés, e o sufixo “-getae” indica uma origem comum com os “Getae” (“Gotas”) da região do Mar Negro. O historiador Herbert Hannay escreveu sobre esta conecção:

“Os Gotas, também, será lembrado, que quando na Ásia os Massagetas, tinham sido adoradores do sol …”[37]

Quando eu começar a explicar os diferentes estandartes de cada tribo, não se esqueça do que estou prestes a compartilhar com você com relação aos Anglos como nos “Anglos-Saxões”.

Muitas tribos migraram para as Ilhas Britânicas, junto com os Anglos e os Jutas. Anglo ou Engle, é provávemente baseado na palavra Hebraica “egel” para “touro” ou “bezerro”, um símbolo identificador histórico para a tribo de Efraim. “Jutas” pode simplesmente ser uma variação do nome Judá ou Jats. [38]

Preciso incluir a parte abaixo sobre a Alemanhã que outros e o Sr. Collins (a quem tenho citado mais cedo) vão agora explicar. Na parte da introdução, eu mostrei como em 612 E.C. os Babilônios esmagou os Assírios e destruiu sua capita Níneve e então deu a última tacada de morte em 609 E.C. Mas o que aconteceu com os próprios Assírios?

Autores medievais Árabes dizem que os Assírios são da mesma origem dos Alemães… Barhebraeus, um Bispo Síro que viveu durante o século XII escreveu que ‘Os Germanikah são um povo em Mosel (Níneve) que vieram da Persia… tradição Árabe tem os Germanikah como Assírios.[39]

Após a queda do Império Assírio, o historiador Romano Pliny mencionou a tribo dos “Assyriani” entre os povos Citas na Criméia norte do Mar Negro.[40]

O pesquisador Leon Poliakov chama a atenção ao antigo relato Bavárico de que o povo Bavárico chegaram a Europa Centra da região da Armenia pelo Mar Negro.[41]

Considerando esta informação, não é de surpreender encontrarmos autores medievais Árabes descrevendo os Alemães como “Assírios”[42]

A cidade antiga de Germanicopolis foi localizado na Cilícia, no sudeste da Ásia Menor de acordo com Ammianus Marellinus, Livro 1, § 27. Pertenceu desde a antigüidade ao Hatti. A Cilícia é mencionada em vários lugares na Bíblia. Paulo nasceu na Cilícia (Atos 21:39 e 22:3). Agora olhe o mapa da Europa. Descobrimos que uma das províncias do leste da Alemanha pré-segunda guerra mundial é chamado de SILESIA!—escrito um pouco diferente, mas pronunciado igual! O nome da Cilícia na Ásia Menor foi simplesmente transplantado para a Alemanha Leste pelos Hatti que migraram da Cilícia para a Silesia, depois para Rhine. Silesia é apenas uma escrita moderna![43]

Os “Germanii” da Ásia se Tornam os “Germans” (Alemães) da Europa

Outros nomes do Império Parta foram trazidos para a Europa também. Uma província Parta foi nomeado Carmania, a casa dos Kermans ou Germanii. Os Persas Sassânida atacaram este povo junto com os Parnos, então os Kermans também tinham que fugir da perseguição Persa. De fato, desde que os Kermans foram uma das primeiras nações atacadas pelos Persas anti-simitas, é lógico que os Kermans eram Semitas. Onde estes povos conseguiram seu nome? O historiador Herbert Hannay respondeu esta perguta no seu livro de 1915, Origens Européias e de Outras Raças. Hannay escreveu:

“Foram os Romanos então, que por volta de 58 a.C., aplicaram de forma leviana o nome de uma tribo particular a outras tribos que habitavam no mesmo país, apropriando assim e estabelecendo o nome Germanii, “Germans,” (Alemães) como um apelido genérico para ums coleção de tribos que eventualmente assim foram chamados.”[44]

Foram os Romanos quem deram este nome a uma variedade de tribos que habitavam na Persia em 58 a.C! Claro que, naquele tempo, toda a Persia era o Império Parta! Então na época em que o nome “Germans” (Alemães) foi colocado num grupo de tribos na Ásia, estavam todos habitando no Império Parta! Quando os Parnos caíram, grande tribos Germanii, ou Alemães, já haviam habitado o Império Parta por quase três séculos! (58 a.C–E.C. 226) Em 58 a.C., os Parnos eram chamados “Persas” por muitos autores porque habitavam e reinavam em todo território do antigo Império Persa.

Herbert Hannay também escreveu o seguinte sobre os Alemães quando deixaram a Ásia:

“… os antigos Persas originais – dentre os quais incluiam os Alemães – tiraram proveito da ocasião para abandonar a Ásia e migrar como um só corpo para a Europa.”[45]

As muitas tribos Alemães vieram para a Europa do Império Parta. Porem, os Alemães (Germans), ou “Kermans” vieram de uma só província na Pártia. Se os inúmeros Alemães vindo a Europa vieram de uma só província, isto nos dá uma demonstração de quão vasto e quão populoso era todo o Império!

A medida que os “Kermans” ou “Germanii” migraram para a Europa com o resto dos refugiados Parnos, ainda eram chamados “Germans” (Alemãos). O nome “Carmania” foi tranplantado para a Europa como “Germania” um termo usado pelos Romanos para descrever muitas tribos diferentes, mas similar. Porem, temos evidência que o nome “German” (Alemão) era aplicado a tribos na região Persa muito antes do Império Romano existir!

Heródoto registrou que os “Germanii” era um povo sujeito ao Antigo Império Persa dos Aquemênidas, antes mesmo que os Impérios Romano e Persa existissem.[46] A Enciclopédia Britânica, ao comentar esta passagem de Heródoto, indica que os “Germanii” e os “Carmanios” eram dois nomes para o mesmo povo.[47] Obviamente este povo ficou com o mesmo nome durante séculos e ainda eram chamados de “Germanii” no Império Parta. Claramente, o temo “German” (Alemão) originou na região Irano_Mesopotâmico, e mais tarde se espalhou pela Europa. Já vimos que os Sacas Citas da Ásia tinham colônias na Europa muito antes que o corpo principal de Sacas e Parnos migrarem para a Europa em busca de refúgio. Talvés os Alemães assim fizeram também. Como o leitor pode ver, o antigo nome tribal Asiático “Germanii,” passou praticamente imutado pelos séculos, a medida que se tornou “Germany” (Alemanha) na Europa.

É a opinião deste livro de que o povo originalmente chamado de “Germanii” por Heródoto não foram os únicos que mais tarde seriam chamados de “Germans” (Alemãos) pelos Romanos. Como notado acima, os Romanos levianamente davam nomes para outras tribos que por acaso estavam habitando na mesma região que os Germanii durante os tempos dos Parnos. Este fato indica que o nome “German” (Alemão) foi eventualmente aplicado a muitos outros povos semitas ao tempo que estas tribos com nomes comuns foram atacados pelos Persas Sassinianos e expulsos da Ásia. A medida que os Alemãos migraram de suas atigas pátrias para a Europa, eles ficaram com o nome “German” (Alemão) o qual foi aplicado pelos Romanos a um grupo de tribos muito maior.

Os leitores podem confirmar por si mesmo a região da antiga Persia em que os antigos Kermans (ou “Germanii”) habitaram anteriormente. A região da antiga Persia é hoje chamado “Irã” e uma cidade moderna no Sul do Irã é ainda chamado “Kerman,” após as antigas tribos semitas, que antigamente habitavam na região antes de mifrarem para a Europa.

O antigo autor, Strabo, registra que os Carmânios (Germanii or Kermans) eram um povo guerreiro. [48] Outro fato interessante é que Strabo registra que uma área da Ásia Menor era chamado de “Prusa.”[49] Quando Aníbal, o maior general Cartageno, fugiu no século II a.C., depois de ser derrotado pelos Romanos, ele fugiu para a Armenia a recebeu refúgio na Ásia Menor por um Rei “Prusias.”[50] Será que os residentes da Prusa eram chamados “Prusianos?” A semelhança entre os nomes antigos de “Prusa” e “Prusias” com o termo moderno da “Prússia” é obvio e ambos a antiga “Prusa” e o termo moderno “Prussianos” eram conhecido pelos traços guerreiros. A região da Armenia/Ásia Menor onde (o Rei Prusias) viveu ficava frequentemente dentro do império Parthia’s mas sempre dentro da influência da esfera Parthia’s. Dado a grande migração de pessoas da região da Pártia para a Europa após a queda da Pártia, é possível que a antiga Prusa era os ancestrais dos Prussianos modernos.

O termo “German” (Alemão) também veio a incluir muitas tribos Citas que migraram para a Europa. Em 100 E.C., o historiador e escritos Plínio escreveu concernente aos Citas na Europa:

“…o nome dos Citas tem sido completamente transferido para os Sármatas e os Germans (Alemãos).”[51]

Isto é uma observação histórica muito importante. Isto confirma que muitos Citas, a medida que migraram da Ásia para a Europa, também ficaram conhecidos como “Germans” (Alemãos). A Enciclopédia Britânica observa que os escritores gregos Heródoto e Hipócrates consideram os Sármatas, ou Sarmatianos, como uma tribos Citas.[52] As fontes acima confirmam que os Citas não eram históricos e sim que vieram a ficar conhecidos como os “Germans” (Alemãos) quando migraram para Europa. Também temos visto que muitos Sacas Citas vieram a ficar conhecidos como “Saxões” quando entraram na Europa, e os Saxões estam vistos como uma divisão das tribos Germanicas. Já que muitas tribos Israelitas eram conhecidos como “Citas” na Ásia, isto confirma que muitos eram chamados “Germans” (Alemãos) ou “Saxões” ao entrarem na Europa.[53]

Ao estudar o mapa nas páginas anteriores, você pode ver que na área dos Jutas e Citas Massagetas moravam e seu relacionamento com os Kermans e a Pártia.

No meu livro, As Profecias de Abraão [54] eu mostro a você como a profecia Bíblica claramente indica que a Assíria vai atacar e derrotar Israel nos últimos dias. Estou te mostrando outra vez, as migrações de Israel, onde foram, o que os historiadores e outras culturas/nações os chamou com o passar do tempo, e finalmente onde foram parar. Profecia de fato se repete. Apesar de que este capítulo tem muitas citações históricas, tenho que ter construído o alicerce porque muitos hoje negam o obvio e se recusam reconhecer fatos históricos provados. Tendo dito isso, saber quem é a Assíria e quem são as tribos de Israel no fim desta era facilita muito compreender de quem as profecias estão falando e o que cairá sobre estas nações.

Continuando com os comentários de Steven Collins sobre os Massagetas:

O segundo livro nesta série discute os Massagetas em detalhes, reconhecendo que eles eram adoradores do sol. Após esmagar o exército do Rei da Persia, Ciro o Grande, no século VI a.C. eles migraram para a Pártia no século II a.C. Habitaram na província Parta de Sakastan, batizaso assim por causa de suas origens Sacas origins. É preciso reconhecer que enquanto o Cristianismo tem inúmeros convertidos no Império Parta, muitos Parnos e Citas permaneceram Zoroastas ou adoradores do sol. A citação de Hannay identifica os Massagetas com os “Gotas” que migrara para a Europa. Porem, este autor pensa que a maioria dos Massagetas (uma tribo “Saca”) mesclaram com as tribos Saxônicas que migraram para o norte da Europa depois da queda da Pártia.

Outra tribo Asiática que se mudou da Ásia para a Europa foi os Alanos (ou Alani). O historiador George Rawlinson observa que bandos de Alani habitavam da região do Mar Negro até o leste do Mar Cáspio. [55] Eles tem sido chamados de “meio-casta Citas”, e muitos Alanos seguiram os Vândalos para a Europa.[56] A Enciclopédia de Collier afirma que os Alanos eram um tribo de “nômades falantes do Iraniano” que se mudaram da Ásia para a Europa em 500 E.C. e estabeleceu um reino próprio em Portugal.[57] Mesmo a medida em que números Gotas próximo ao Mar Negro exibiram traços “Iranianos” (i.e., Parta) , os Alanos tinham uma língua “Iraniano”. Isto confirma que eles tinham uma origem em comum com os Parnos e Citas, dos quais a língua “Iraniana” a a cultura são muito bem documentadas.

Os Indo-Europeus que migraram da Ásia até a Europa depois da queda da Pártia incluiam muitas nações e tribos diferentes. As tribos se mesclaram, se tornaram aliados ou se dividiram a medida que inundaram a Europa, e passou-se a ter sobreposisões consideráveis de termos como “Germans,” (Alemãos) “Gotas,” e “Saxões.” O termo “Causcasiano” se tornou um termo geral para descrever todas as tribos que migraram para a Europa pela região da Montanha Cáucaso e o Mar Negro.[58]

Agora chegamos a conjuntura na história do Império Romano onde os Cimérios agora estão sendo chamados por outros nomes. A medida que se mudaram para o oeste eles passam a ser chamados de called “Celtas” pelos Gregos e “Gauleses” pelos Romanos. Os historiadores modernos os conhecem como “Celto-citas”. Os Cimérios se mudaram para o que é hoje chamado de Belgica, Holanda e Noroeste da Alemanha e para o que na época era chamado de “Cimbros Chersonesus” e agora é chamado de “Jutlândia” ou Dinamarca. Os Romanos os chamavam de Cimbros.[59]

O historiador Romano Sallust[60] registra que os Cimbros eram Gauleses. Outros historiadores Romanos chamaram os Cimbros de Celtas. Os Igaevones, que se mudaram para a área de Jutlândia e Holanda junto com os Frísios, Caúcos e Cimbros eram todos das tribos dos Cimérios de acordo com Tácito and Plínio.

Os Gauleses em 280 a.C. invadiram a região oeste da Ásia Menor (Oeste da Turquia) do Central da Europa e se mantiveram presentes na Frígia e deram seu nome à área. Ficou conhecido como a Galácia, que é a mesma área mencionado em Atos 16:6 e é a mesma área ao qual Paulo escreveu em sua epístola aos Gálatas. Estes são aqueles que a mais de 500 anos antes eram conhecidos como os Israelitas.

6 E, passando pela Frígia e pela província da Galácia, foram impedidos pelo Espírito Santo de anunciar a palavra na Ásia. (Atos 16:6)

Também podemos ler em Atos de outro evento no dia de Pentecostes.

5 E em Jerusalém estavam habitando judeus, homens religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu. E, quando aquele som ocorreu, ajuntou-se uma multidão, e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua. E todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! não são galileus todos esses homens que estão falando? Como, pois, os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos? Partos e medos, elamitas e os que habitam na Mesopotámia, Judéia, Capadócia, Ponto e Ásia, E Frígia e Panfília, Egito e partes da Líbia, junto a Cirene, e forasteiros romanos, tanto judeus como prosélitos, Cretenses e árabes, todos nós temos ouvido em nossas próprias línguas falar das grandezas de Elohim.” (Atos 2:5-11)

Observe as palavras “homens religiosos”. Estes eram homens de cada um destes países distante que vieram para Jerusalém para guardar a Festa de Shavuot ou Pentecostes. Estes são os Israelitas.

Somos ordenados a subir à Jerusalem três vezes ao ano para os Dias de Festas.

14 “Três vezes no ano me celebrareis festa. A festa dos pães ázimos guardarás; sete dias comerás pães ázimos, como te tenho ordenado, ao tempo apontado no mês de Abibe; porque nele saíste do Egito; e ninguém apareça vazio perante mim; E a festa da sega dos primeiros frutos do teu trabalho, que houveres semeado no campo, e a festa da colheita, à saída do ano, quando tiveres colhido do campo o teu trabalho. Três vezes no ano todos os teus homens aparecerão diante de ????.” (Êxodo 23:14-17)

16 Três vezes no ano todo o homem entre ti aparecerá perante ???? teu Elohim, no lugar que escolher, na festa dos pães ázimos, e na festa das semanas, e na festa dos tabernáculos; porém não aparecerá vazio perante ????; …” (Deuteronômio 16:16)

4 Onde sobem as tribos, as tribos de ????, até ao testemunho de Israel, para darem graças ao nome de ????. (Salmo 122:4)

Somente aqueles das tribos de Israel que estavam guardando as Festas teriam feito a viagem até Jerusalem para os guardar. Pedro está se dirigindo ao povo vindo das Dez Tribos que não tem retornado a Terra de Israel permanentemente. Eles vieram para as Festas dos lugares para os quais migraram ou foram exilados e onde estavam morando naquele tempo. As Dez Tribos eram conhecidos e não “perdidos” como somos ensinados.

Agora quero voltar e tocar em algumas coisas mais afundo do que mencionei até agora, sem lhe dar todas as evidencias para apoiar minhas afirmações.

Os Amyrgians eram chamados Saka haumavarga (“Citas bebedores de Haoma”) no Persa antigo, o que é uma reinterpretação dos nomes pessoais de Amorges e (H)omarges.[61] A forma grega de seus nomes era Amyrgioi. Eles são conhecidos desde os dias de Ciro e foram registrados por Heródoto como tendo lutado contra Ciros e juntado forças com ele. Estão entre os Citas e como temos mostrado eram descendentes dos Israelitas.

Há uma riqueza de informações, acredite ou não, no que muitos chamam das geneologias chatas e cansativas da Bíblia. Abaixo, em 1 Crônicas e em Números, os descendentes de Manansés são indentificados para nós:

14 Os filhos de Manassés: Asriel, que a mulher de Gileade gerou (porém a sua concubina, a síria, gerou a Maquir, pai de Gileade. (1 Crônicas 7:14)

29 Os filhos de Manassés foram; de Maquir, a família dos maquiritas; e Maquir gerou a Gileade; de Gileade, a família dos gileaditas. (Números 26:29)

39 E os filhos de Maquir, filho de Manassés, foram-se para Gileade, e a tomaram; e daquela possessão expulsaram os amorreus que estavam nela. Assim Moisés deu Gileade a Maquir, filho de Manassés, o qual habitou nela. E foi Jair, filho de Manassés, e tomou as suas aldeias; e chamou-as Havote-Jair. E foi Nobá, e tomou a Quenate com as suas aldeias; e chamou-a Nobá, segundo o seu próprio nome. (Números 32:39-42)

No seu livro, A Jewish Princedom In Feudal France (Um Principado Judeu na França Feudal), Arthur Zuckerman nota que Machir (Ha-Machiri) a (“pertencente a Machir”) era referido como Al Makhiri, “AYMERI,” “Maghario” (p.180) ou “Magharius,” como “Aymeri,” p.121, n.16, e como “Aimerico,” e “Aimericus.” Zuckerman p.131, n.38[62]

No Hebraico Bíblico “HaMachiri” literalmente denota “Os filhos de Machir” (Números 26:29), mas também conota “Aquilo que procede de Machir” e neste caso era aplicado como apelido do próprio Machir e depois latinizou para soar algo como “America!” A versão Hebraica é difícil para os ocidentais destreinados pronunciarem (ou até mesmo lembrarem) e assim foi que se tornou “Americo” ou “Amerigo” no latin da antiga era Medieval e este nome foi dado mais tarde para Amerigo Vespucci o que deu seu nome para a terra da America. Segue-se então que o nome AMERICA pode muito bem ser compreendido significar “Terra de Machir” (ou “Terra dos Filhos de Machir”) filho de Manansés.[63]

Zuckerman descreve como Machir (“Aimericus”) se tornou uma lenda do qual seu nome era celebrado nas baladas do Sul da França e regiões vizinhas. [64]

De Yair Davidiy temos a seguinte pesquisa sobre o nome de Machir, seus descendentes, onde foram e como ficaram conhecidos lá.

Manansés = Mannus (ancestral lendário das tribos da Alemanha que se mudou para o Gaul e a Britania).

Os Clãs de Manansés:

Machir: Maracanda, Maruka, Amyrgioi (todos ao leste do Mar Cáspio), Makran (sul do Irã), Skati Marika (nome dado aos Mercianos, que significa leste do Mar Cáspio), Mércia conhecido no continente como “Myringas”, elemento importante entre os Gotas e Anglo-Saxões. Marcomanni na Alemanha.

O nome de MACHIR filho de Manansés se tornou (depois de uma troca de letras simples) o nome “AMERICA” que pode ser daí compreendido como significar “Terra de Machir”.

Gilead: Galatae (na Gália), Galadi (nome de Galatae), Giladon (no país de Gales), Caledônios (na Escócia).

Helek: = Heleucones (Alemanha à Britânia), Calucones, (Alemanha ao Oeste).

Asriel: = Isari (montanhas Emodianos na Cítia, local lendário das jornadas dos Anglos, Saxões, e Frísios). Aorsi (do oeste da Cítia até a Escandinávia), Surrey (Inglaterra Saxã).

Schechem (Secem): = Scymbi (leste da Cítia),

Sigambri-Sicambri (Afeganistão, Báctria, da Alemanha ao Gália).

Shemida: = Soumboi Aggiloi (divisão dos Angles),

Soumboi-Laggobardi (divisão dos Lombards), Samides (ancestral lendário dos Gaulesess), Saemdag (ancestral heroi Scandinávio).

Hepher: = Hefr (apelido para guerreiro Gotas).

Haeferingas (Saxões na Inglaterra).

Jeezer (pronunciado em Hebraico como) Aiezer (Ai-g-azar): = Agathyrsi (se tornou os Khazars que se converteram ao Judaismo e os Pictos da Escórcia).

Filhas de Zelophahad: Tirtsah (Thirtsah) = Thyrsagettae (nome para Thysagettae da Cítia, que migrou para a Escandinávia).

Milcah: = Melicertii na Cítia Cáucaso – Basiloi (Real =MLC raís do nome Milcah) dos Khazars, Escandinávia, e Citas Reais.

Hoglah

Noah: = Neuri da Cítia até a Escandinávia, Nervi da Gália Celta

Mahlah

Outros nomes de Manansés baseado no livro de Crônicas:

Sheresh (Seres): = Seres na Serica (Leste da Cítia).

Peresh (Peres): = Parissi (de Gaul e Britainia), Frissi (da Holanda e Inglaterra), Phiressi (Escandinávia), Parsi (Parnos do leste do Cáspio e no Irã). O nome “Peresh” significa “separado, santificado” (ex. Pharisee/Fariseu) que é o mesmo significado de “Nemed” um ancestral na mitologia Irlandês). Quando pronunciado com uma intonação um pouco diferente o nome também conota homens de cavalos = SUS (sus significa cavalo em Hebraico) = SUESSIONS, (Gaul), Sassi. Houve um príncipe da tribo de Manansés Gaddi, filho de Susi (Números 13:11).

Epher: = Heartho-Raemes (Escandinávia).

Jeremiah: = Heartho-Raemes (Escandinávia), Raumar (Noruega).

Ishi: = Hossi (Cítia, talvés parte dos Pictos e Khazars).

Azriel (Gazriel): = Gazaria (nome da “Khazaria”).

Eliel: = Hilleviones (Escandinávia), Elvaones (Vandals, Anglo-Saxons).

Hovadiah (pronunciável como Howadiah): = Eadwine (entre os Mercianos da Inglaterra e Lombards).

Mercia na Inglaterra Anglo-Saxônica compreendia a maior parte. Mercia é derivado de Machir. Clãs dos Mercian na Inglaterra incluem Magonsaete, Nox, Oht gaga, Henrica, Unecinga, Hwicce, Gifel, Spale, e Grywe (Thundy p.105). Os Magonsaete tem um nome que em Hebraico significaria o que carrega as armas (Magon-Saeti).

Outras clãs de Machir (1-Crônicas 7; 14-17) incluiam Likhi e Aniam (=Unecinga da Mercia). Shupim =Spale of Mercia, Chupim =Gifel da Mercia.[65]

O mapa abaixo mostra as rotas que várias tribos tomaram com o tempo desde o cativeiro até como seus nomes mudaram e onde terminaram.

Também podemos ler que Yeshua sabia da localização das Dez Tribos do Norte quando falava com seus Apóstolos.

E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.” (Mateus 15:24)

????? enviou estes doze, e lhes ordenou, dizendo: Não ireis pelo caminho dos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos; Mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel; E, indo, pregai, dizendo: É chegado o reino dos céus.’ (Mateus 10:5-7)

E isto já eram 763 anos depois do cativeiro em 732 a.C. Os apóstolos deveriam ir para as tribos de Israel e lhe contar as boas novas. Mas para onde foram? Lemos em nossas próprias Bíblias o seguinte:

1 Pedro, apóstolo de ?????, aos estrangeiros dispersos no Ponto, Galácia, Capadócia, Asia e Bitínia …” (1 Peter 1:1).

Deixa-me citar um artigo da revista Hope of Israel (Esperança Para Israel) como eles lhe mostram para onde foram os doze apóstolos.

Este não eram gentios. Pedro não era o apostolo ao gentios (Gálatas 2:8). Paulo era. Pedro era Apóstolo Chefe às Ovelhas Perdidas da Casa de Israel.

Notem a palavra “estrangeiros.” Não significa gentios. O termo no grego é parepidemos. Que significa “residente de for a,” literalmente, “um forasteiro ao lado.” Não se refere a gentios, mas sim aos não-gentios que habitavam entre os gentios, como estrangeiros ou forasteiros. Abraão, por example, era forasteiro e estrangeiro quando viveu entre os Gentios Cananeus na Palestina.

Pedro estava se dirigindo a esta parte das Tribos Perdidas que habitavam entre os gentios como forasteiros ou estrangeiros. Ele não estava escrevendo primariamente para Judeus. Ele não os teria chamado de “estrangeiros” pois ele mesmo era Judeu.

Agora preste atenção nas regiões para o qual Pedro dirigiu sua carta. Você pode ter que olhar num mapa Bíblico para os localizar. Todos estão localizados na metade norte da Ásia Menor, ou Turquia moderna.. Estas terra ficam imediatamente para o oeste do Império Parta!

Escritores gregos, na época do Messias, reconheceram que as regiões do norte da Ásia Menor eram não-gregos (exceto pelas poucas colonias comerciantes e cidades de porto). Novas pessoas, nos contam os gregos, estavam habitando no norte da Ásia Menor nos tempos do Novo Testamento. Aqui está um relato surpreendente de Diodorus da Sicilia:

“… muitos povos conquistados foram removidos para outras casas, dos quais duas dessas se tornaram grandes colônias: uma era composta por Assírios e foi levada para a terra entre Paflagónia e Ponto, e a outra foi atraída da Media e pantada à beira do Tanais (o Rio Don na antiga Cítia—a Ucrânia moderna, norte do Mar Negro, no sul da Russia.” (veja livro II, s. 43.)

Preste atenção na área da qual estas colônias vieram – Assíria e Media. As exatas áreas para onde a Casa de Israel foi levada cativa! “assim foi Israel expulso da sua terra à Assíria até ao dia de hoje” (2 Reis 17:23) “o rei da Assíria tomou a Samaria, e levou Israel cativo para a Assíria; e fê-los habitar em Hala e em Habor junto ao rio de Gozã, e nas cidades dos medos” (versículo 6).

A Casa de Israel habitou no cativeiro como forasteriros e estrangeiros entre os Assìrios. Mais tarde quando os Assírios foram removidos de sua pátria para o norte da Ásia Menor, parte da Casa de Israel migrou junto com eles!

Aqui está a prova de Strabo, o geógrafo. Strabo deu o nome aos colonistas no norte da Ásia Menor de “Assírios Brancos” (12, 3, 9), invés de Assírios. Havia então dois povos – os Assírios e os Assírios Brancos. Quem eram estes assim chamados “Assírios Brancos”? Ninguém mais do que a Cada de Israel, que havia sido levada para o cativeiro Assírio.

“Síria” era o nome grego para toda a área da faixa leste da costa Mediterranea norte da Judeia. Porque a Casa de Israel morava na Palestina – sul da Síria em termo gregos – os Gregos os chamavam de “Sírios Brancos”. Por contraste, os Arameans de pele escura permaneceram na Síria e tem habitado lá até hoje.

Quando os Assírios foram compelidos a migrarem para o norte da Ásia Menor, seus antigos escravos – os “Sírios Brancos” ou as Dez Tribos de Israel – migraram junto com eles! Os encontramos lá ainda no tempo do Novo Testamento – as ovelhas perdidas da Casa de Israel – os estrangeiros entre os Assírios (1 Pedro 1:1)— a quem o apóstolo Pedro endereça sua primeira carta! Poderia ser mais pleno? O Apóstolo Chefe à Casa de Israel escrevendo para uma parte das Dez Tribos habitando entre os Assírios que originalmente os levou cativos! [66]

Quem eram os Parnos tem permanecido um mistério há muito tempo. De repente surgem próximo ao Mar Cáspio cerca de 700 a.C. como escravos dos Assírios. “De acordo com Diodorus , que provavelmente seguiu a Ctésias, passaram do domínio dos Assírios aos Medos, e da dependência dos Medos a uma posição similar sob os Persas.” (Rawlinson’s, Monarchies (Monarquias), vol. IV, p. 26, citado de Diod. Sic., ii 2, 3; 34, 1 e 6.)

Os Parnos subiram ao poder cerca de 250 a.C. nas terra às margens do Mar Cáspio. Esta foi a terra para onde os Israelitas foram exilados! O que deixa os historiadores perplexos é que os Parnos não são nem Persas, Medos ou Assírios ou qualquer outro povo conhecido. Até seu nome respira mistério – até que você compreende a Bíblia.

A palavra Parno significa exilados! (Veja: The Sixth Monarchy (A Sexta Monarquia), de Rawlinson p, 19.) Os únicos exilados naquela terra eram as Dez Tribos de Israel! Os Parnos incluiam ninguém mais do que as Dez Tribos exilados que permaneceram na terra de seu cativeiro até E.C. 226. Isto foi quando os Persas os forçaram até a Europa. Josefo, o historiador Judeu, conhecia a Pártia como a maior habitação das Dez Tribos. Ele declara: “Então toda a comunidade de povo de Israel (as Dez Tribos) permaneceram naquela terra (não retornaram à Palestina); assim ficaram apenas duas tribos na Ásia e Europa sujeito aos Romanos, enquanto as Dez Tribos estão além do Eufrates (até) hoje, e são uma enorme multidão, que não pode ser enumerado.” (Antiguidade dos Judeus, lv. xi, cp. v. 2).

Aí está! A exata área para onde os (Apóstolo) Tomas viau, relata Josefo, que está repleto de uma multidão que não foi numerado das Dez Tribos! Josefo estava, aparentemente, sem saber daqueles que migraram para o oeste. Porem ele deixa claro que somente a Casa de Judá retornou à Palestina. A Casa de Israel estava “além do Eufrates até agora!”

Tomas também foi até o Noroeste da Índia, leste da Persia, onde os “Índios Brancos” habitavam. Estes “Índios Brancos” – ou seja, brancos morando na Índia – eram também conhecidos como os Hunos Neftalitas, nos registros gregos mais recentes. Será que tem alguma ligação com a tribo de Naftali? Eles foram expulsos no século VI e migraram para a Escandinávia. A arqueologia da Escandinávia confirma este evento.

A Cítia e a Ásia Superior (Ásia Menor) foram as regiões delegados para Filipe. (Veja Antiquities (Antiguidades) Apostolicae, de William Cave p. 168.) Cítia foi o nome da vasta planície norte dos Mares Negro e Cáspio. Para esta região uma grande colônia de Israelitas migraram depois da queda do Império Persa em 331 a.C. Da Cítia migraram os Escosseses. A palavra Escossês é derivado da palavra Cita. E significa habitante da Cítia. Os Escosseses são parte da Casa de Israel.

Interessantemente, a palavra Cítia, no Celta, tem o mesmo significado que na língua semita – um has the same meaning that Hebrew does in the Semitic language—a migrante ou itinerante![67]

Dado o fato de que eu ainda não falei de outra grande nação que nasceu do cativeiro dos Israelita farei isto agora. Mais uma vez, podemos tirar bastante informações das genealogias dos vários clãs encontrados na Bíblia. No livro de Números, é dito dos filhos de Efraim:

35 Estes são os filhos de Efraim, segundo as suas famílias: de Sutela, a família dos sutelaítas; de Bequer, a família dos bequeritas; de Taã, a família dos taanitas. E estes são os filhos de Sutela: de Erã, a família dos eranitas. Estas são as famílias dos filhos de Efraim, segundo os que foram deles contados, trinta e dois mil e quinhentos; estes são os filhos de José, segundo as suas famílias. (Números 26:35-37)

Na região onde a Pártia se tornaria uma grande nação que se tornou antes do nascimento de Yeshua, e nas regiões onde porções da Dez Tribos foram levados para o cativeiro, há uma província conhecida como Báctria. Era uma província Selêucida e a linguagem que eles falavam era parecida com a dos Saka Citas.

Henry Rawlinson afirma no seu livro Báctria, “… parece ter pouca dúvida que a população de Báctria era em sua maioria Cita …” (e ele cita Justine, um autor clássico que escreveu “… o Império Báctrio foi fundado pelos Citas …”)[68]

Preste atenção ao clã de Eranitas mentionado in Números 26. Este é facil de ver até o dia de hoje já que o país no qual o Erã foi transplantado é hoje chamado pelo seu nome na forma de Irã, e sua capital é Teerã. [69] Estes Eframitas seria expulsos de lá nos anos vindouros pelos Medos e Persas, mas o nome permaneceria.

Outro clã de Números 26 é também mencionado. Ele também estava localizado no que viria a ser a Pártia e eles eram os Taanitas que passariam a ser os Daanitas. (O “D” e o “T” são trocados frequentemente linguisticamente.).

Aqui está o que o Steven Collins tem a dizer a respeito do assunto.

Quando a antiga capital de Israel, a Samaria, caíu às mãos dos Assírios, 2 Reis 17:5-6 registra que os últimos defensores Israelitas foram transplantados para a região dos Medos (agora norte do Irã). A Samaria estava no território da tribo Israelita, Efraim, e é de se esperar que a última onda de cativos Israelenses seriam da tribo de Efraim. Números 26:35-37 também registra que a tribo de Efraim era subdividida em quatro clãs das quais três são chamados Bequeritas, Eranitas e Taanitas. Séculos mais tarde, três tribos poderosos da aliança Cito-Parta eram os Bequeritas, Eranitas e Daanitas. Preste atenção na grande semelhança entre os nomes dos clãs Eframitas e as tribos Cito-Partas. Estas tribos eram todas clãs da mesma tribo Israelense, a tribo de Efraim, que haviam crecidos em grandes números. O termo “Erãn” é uma forma antiga do qual foi derivado o nome da nação moderna do “Irã”. E interessantemente, a nação do Irã (apesar de hoje ser Persa e não Israelita) é ainda conhecido pelo nome do clã da tribo de Israel, a tribo de Efraim, que habitava na região. O “D” e o “T” são consoantes relacionados (e frequentemente trocados) assim como o “P” e “B” foram frequentementes trocados no mundo antigo, fazendo com que os Daanitas e Taanitas sejam o mesmo clã Eframita. Báctria foi derivado do nome do clã Eframita chamado “Bequeritas”. Duvido muito que você encontre a origem Israelita para estes nomes em algum livro de história.

No período pós-Parta, Afeganistão também foi governado por um tempo pelos “Hunos Brancos,” um nome dado a eles para diferenciar esta tribo “Caucasiana” de outros Hunos Mongóis da Ásia. A Enciclopédia Britânica (1943 Ed., Vol. 8, p. 646) registra que os Hunos Brancos eram também chamados de “ “Eftalitas” ou “Neftalitas” pelos historiadores antigos. Qualquer um dos nomes preserva o nome distintamente Israelita da tribo de Naftali, que foi levado cativo pelos Assírios e relocados em uma só massa para a Ásia ános antes da queda de Samaria. Os Hunos Brancos que governavam o Afeganistão por um tempo eram Israelitas da tribo de Naftali. Os Citas e Parnos não se esqueceram de suas origems Israelitas. Durante o tempo do Império Parta (cerca de 250 a.C.—E.C. 227), uma cidade Parta localizado sudoeste do Mar Cáspio foi nomeado “Samariane” (Ancient History (A História Antiga) de George Rawlinson, p. 475), preservando o nome exato da cidade capital,a Samaria, na pátria ancestral Israelense na antiga Terra Prometida.[70]

A segunda estória dos Parnos que estou prestes a compartilhar vem de Eusebio sobre o Messias. Você pode ler isto por si mesmo.

Capítulo 13. Narrativa concernente ao Príncipe dos Edessas.

  1. Divindade de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo sendo conclamado por toda parte entre os homens por conta de seu poder milagroso, ele atraíu inúmeros seguidores de países estrangeiras longe da Judeia, que tinham a esperança de serem curados de suas doenças e todo tipo de sofrimentos.
  1. Por exemplo, o Rei Abgaro, que reinou as nações além do Eufrates com grande glória, sendo aflingido de uma doença terrível que estava além do poder da habilidade humana curar, quando ele ouviu o nome de Jesus, e seus milagres, dos quais todos testemunhavam em um acordo, enviou uma mensagem a ele por um mensageiro e implorou-o que curasse sua doença.
  1. Mas ele naquele momento não atendeu seu pedido; porém o achou digno de uma carta pessoal em que ele disse que o enviaria um dos seus dicípulos para curar sua doença, e ao mesmo tempo lhe prometeu salvação para ele e toda sua casa.
  1. Não muito tempo depois, sua promessa se cumpriu. Pois após a sua resurreição dos mortos e sua acenção aos céus, Tomás, um dos doze apóstolos, sob divina impulsão, enviou a Tadeu, que também era contado os setenta dicípulos de Cristo, até Edessa, como pregador e evangelista dos ensinamentos de Cristo.
  1. E todos a quem o nosso Senhor prometeu recebeu por ele seu cumprimento. Você tem provas escritas destas coisas tiradas dos arquivos de Edessa, o qual, na época era cidade real. Pois nos registros públicos lá, há relatos de tempos antigos e dos atos de Abgaro, e estas coisas foram achadas preservadas até ao dia de hoje. Mas não há maneira melhor do que escutar as próprias epístolas que nós temos tirado dos arquivos e literalmente traduzimos a língua Siríaca da seguinte maneira:

Cópia de uma epístola escrita por Abgaro, governante de Jesus, e que enviou a ele em Jerusalem por Ananias o mensageiro ágil.

  1. Abgaro, governador de Edessa, a Jesus o excelente Salvador que apareceu na região de Jerusalem, saudações. Tenho ouvido relatos sobre você e de suas curas sem remédios ou ervas. Pois se diz a seu respeito que fazes o cego ver e o alejado andar, limpas o leproso e expulsas espíritos impuros e demônios, e que curas aqueles aflingidos por doenças crônicas, e ressucita dos mortos.
  1. E tendo ouvido todas estas coisas a seu respeito, tenho concluido que uma de duas coisas deve ser verdade: ou você é Deus, e tendo descido do céu fazes estas coisas, ou então você que fazes estas coisas, és o Filho de
  1. Tenho porém lhe escrito para lhe pedir se você se daria ao trabalho de vir até mim e curaria a doença que tenho. Pois tenho ouvido que os Judeus estão murmurando contra você e estão tramando lhe ferir. Mas eu tenho uma pequena, porém nobre, cidade, que é grande o suficiente para nós dois.

A resposta de Jesus ao governador Abgaro pelo mensageiro Ananias:

  1. “Bendito és tu que creste em mim sem ter me visto. Pois está escrito a meu respeito, que aqueles que não me viram, não creriam, e que aqueles que não me viram creriam e seriam salvos. Mas com relação ao que me escreveste, que eu vá até você, é necessário para eu cumprir todas as coisas aqui o motivo pelo qual fui enviado, e depois que tenho os cumprido, retornarei a quem me enviou. Mas depois que eu tenha retornado lhe enviarei um dos meus dicípulos, que ele possa curar sua doença e dar vida a você e aos seus.”

Outros relatos:

  1. A estas epístolas foram acrescentados os seguintes relatos na língua Siríaca. Depois da ascenção de Jesus, Judas, que também era chamado Tomas, enviou a Tadeu, um apóstolo, um dos setenta. Quando ele havia chegado, ele se hospedou com Tobias, filho de Tobias. Quando a notícia se espalhou, foi dito a Abgaro que um apóstolo de Jesus havia chegado, como ele o escreveu.
  1. Tadeu começou então, no poder de Deus, a curar todo tipo de doença e enfermidade, de tal forma que todos se admiravam. E quando Abgaro ouviu das grandes e maravilhosas coisas que ele fez e das curas que ele efetuou, ele começou a suspeitar que ele era aquele de quem Jesus hava escrito, dizendo, ‘depois que eu tenha retornado lhe enviarei um dos meus dicípulos, que ele possa curar sua doença.’
  1. Então, intimando Tobias, com quem Tadeu se hospedava, ele disse, tenho ouvido que certo homem de poder tem chegado e está hospedado em sua casa. Traga-o a mim. E Tobias se aproximando de Tadeu lhe disse, “O governador Abgaro intimou-me e me mandou que eu lhe levasse até ele, para que você possa o curar.” E Tadeu disse, “Eu irei, pois tenho sido enviado a ele com poder.”
  1. Tobias então se levantou cedo no próximo dia, e levando a Tadeu, foi até Abgaro. E quando ele chegou, os bobres estavam presentes e ficaram de pé próximo a Abgaro. E imediatamente após a sua entrada uma grande visão apareceu a Abgaro no rosto do apóstolo Tadeu. Quando Abgaro o viu, ele se prostrou diante de Tadeu, enquanto que todos ao seu redor ficaram atonitos; pois não viram a visão, que apareceu somente Abgaro.
  1. Ele então perguntou a Tadeu se ele era, de fato, o dicípulo de Jesus o Filho de Deus, que o disse, “lhe enviarei um dos meus dicípulos, que ele possa curar sua doença e dar vida”. E Tadeu disse, “Porque você tem crido poderosamente naquele que me enviou, é que eu tenho sido enviado a ti. E além disso, se você crer nEle, os pedidos do seu coração serão atendido como você creu.”
  1. E Abgaro disse a ele, “Tenho crido tanto nEle que tenho desejado levar um exército para destruir aqueles Judeus que o crucificaram, sendo eu dissuadido por razão do domínio Romano.” E Tadeu disse, “Nosso Senhor tem cumprido a vontade de Seu Pai, e tendo cumprido, tem retornado ao Seu Pai.” E Abgaro disse a ele, “Eu também tenho crido nEle e em Seu Pai.”
  1. E Tadeu disse e ele, “Então eu coloco as minhas mãos em você em Seu nome.” E quando ele havia feito, imediatamente Abgaro foi curado da doença e do sofrimento que tinha.
  1. E Abgaro ficou maravilhado, que aquilo que ele havia ouvido a respeito de Jesus, ele recebeu o mesmo ato por seu dicípulo Tadeu, que o curou sem medicamentos e ervas, e não somente a ele, mas também Abdus o filho de Abdus, o qual era aflingido por gota, pois ele também veio a ele e caiu aos seus pés, e tendo recebido a benção pela imposição das mãos, foi curado. O mesmo Tadeu curou muitos outros habitantes da cidade, e fez milagres e obras maravilhosas, e pregou a palavra de Deus.
  1. E depois Abgaro disse, “Você, ó, Tadeu, fazes estas coias pelo poder de Deus, e nós nos maravilhamos. Mas, além destas coisas, lhe peço que me informe a respeito da vinda de Jesus, como ele nasceu; e com relação ao seu poder, por qual poder ele faz estes atos dos quais tenho ouvido.”
  1. E Tadeu disse, “Agora de fato ficarei em silêncio, já que fui enviado para proclamar a palavra publicamente. Mas amanhã junte em assembléia para mim todos os seus cidadões, e eu pregarei em sua presença e semearei entre eles a palavra de Deus, a respeito da vinda de Jesus, como ele nasceu; a respeito de sua missão, para qual propósito ele foi enviado pelo Pai, e a respeito do poder de suas obras, e os mistérios que ele proclamou no mundo, e por qual poder ele fez estas coisas; e a respeito de sua nova pregação, e sobre sua humilhação e seu sofrimento, e de como ele se humilhou, morreu, degradou e foi crucificado, e desceu a Hades, e quebrou os grilhões dos quais a eternidade não havia quebrado, e levantou os mortos; pois ele desceu sozinho, mas subiu com muitos, a assim subiu até seu Pai.”
  1. Abgaro então convocou assembléia cedo de manhã para ouvir a pregação de Tadeu, a depois ordenou que lhe dessem ouro e prata. Mas ele recusou, dizendo, “Se nós temos abandonado os nossos pertences, como poderemos entao tomar o de outro?” Estas coisas ocorreram no ano trezentos e quarenta.

Eu tenho os inserido aqui nos seus devidos lugares, traduzido literalmente do Siríaco, e espero que para bom propósito.[71]

Há uma riqueza de informações disponíveis à ponta dos nossos dedos que preenchem as lacunas históricas necessárias e abrem um mundo todo novo na nossa compreensão dos grupos de pessoas agora vindo a ser conhecidos no mundo dos quais tem muito escrito a respeito por muitos historiadores da antiguidade. Eu agora tenho lhe mostrado os nomes que os Israelitas tem sido chamados desde o cativeiro até a Era Comum (E.C.). Você pode agora localizar as Dez Tribos de Israel desde o tempo do cativeiro em 723 a.C. até nossa presente era e, em alguns casos você pode fazer isto tribo a tribo uma vez que sabe os nome de todas as tribos Celtas.

Tenho tantos outros livros que poderia usar com informações simplesmente maravilhoso mas não é o propósito deste livro examinar este assunto extensivamente – pois por mais essencial que é o assunto para construir o alicerce para este livro, não é o assunto principal do livro. Eu tenho lhe mostrado como as Dez Tribos de Israel e também algumas das tribos de Judá depis de seu cativeiro migraram para o norte e oeste e finalmente habitaram onde os povos Celtas tem registros.

Todos sabemos que os Celtas são hoje. A Inglaterra e todas as suas Commonwealth Nations são um dos filhos de José (Efraim – Inglaterra, Canadá, Australia e Nova Zelânda). Os Estados Unidos é outro (Manansés). É sobre estes dois que o nome de Israel tem sido passado até nós e é sobre estas duas e outras tribos de Israel (Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca, Holanda, Africa do Sul, partes da França, Bélgica, Escórcia, Irlanda, Gales e o Estado de Israel – que representa Judá) que os castigos de Levíticos 26 e a profecia contida neste livro sobre Daniel 9, vão vir e já estão vindo.

Leia a Declaração de Independencia Escocesa escrita em 1320 E.C. e enviado ao Papa por Roberto de Bruce e selado por vinte e cinco de seus nobres. Estas pessoas não são religiosas mas tinham conhecimento de sua história. Você conhece a sua? Pesquise isto abaixo e pense sobre a seu ancestrais.

“Sabemos Sua Santidade, das crónicas e dos livros antigos, que entre outras nações ilustres, nossa, a nação dos Escosseses, tem se distinguido por muitas honras; desde a grande Cítia até o Mar Mediterraneo e a Coluna de Hércules (Rochedo de Gibraltar) e viajando pela Espanha (Iberia—Heberia—terra dos Hebreus) dentre as tribos mais selvágens por um longo percurso de tempo, não pode em lugar algum ser subjugado por povo algum por mais bárbaro; e vindo desde então há mil e duzentos anos da saída do Povo de Israel (o Êxodo), eles por muitas vitórias e árduo trabalho, adquiriram para si mesmos as posseções no Oeste que hoje temos…. No seu reino cento e treze reis de seu próprio sangue nobre, sem intervenção estrangeira, tem reinado” Então por mais que só reste cem de nós vivos jamais cederemos de forma alguma ao domínio Inglês. Lutamos não por glória, nem por riquezas ou honra, mas por tão somente liberdade, ao qual homem algum rende senão com sua própria vida.”[72]

Se nós não somos Israel, quem é e onde exatamente eles estão? Onde estão aquelas pessoas que Yehová prometeu bençãos inúmeras? Onde estão aqueles que controlaria os portões dos seus inimigos? Onde estão aqueles que seriam tão grande em números que não se poderia contar – aqueles profetizado ser como os grãos de areia da praia ou as estrelas nos céus? Alguma outra nação cumpriu as promessas de Yehová?

Não irmãos, eles não estão dispersos e perdidos entre as nações do mundo como algums querem que acreditemos. As promessas tem ido para a Inglaterra que controla os portões de seus inimigos desde os anos 1700s e sobre o seu Império o sol nunca se pôs. Depois da II Guerra Mundial, a Inglaterra esvaneceu um pouco enquanto os EUA subiram ao palco no cenário mundial. Nenhum país tem se comparado a estas duas nações poderosas que tem sido abençoados por Yehová os quais neles e por eles o mundo todo tem sido abençoado também. Você não pode nomear sequer um país no mundo que tem sido tao abençõado quanto estas duas nações e sua Comunidade de Nações.

Mas… estas duas nações, infelizmente, não tem retornado à Torá e não guardam Os Mandamentos e é por isso que o castigos tem vindo e irão continuar a vir até que estes povos se arrependam e reotnem à Yehová. Até então, mais e mais tribulações, corações quebrados e julgamentos estão vindo.

1 Digo, pois: Porventura rejeitou Elohim o seu povo? De modo nenhum; porque também eu sou israelita, da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim. Elohim não rejeitou o seu povo, que antes conheceu. Ou não sabeis o que a Escritura diz de Elias, como fala a Elohim contra Israel, dizendo: ????, mataram os teus profetas, e derribaram os teus altares; e só eu fiquei, e buscam a minha alma? Mas que lhe diz a resposta divina? Reservei para mim sete mil homens, que não dobraram os joelhos a Baal. Assim, pois, também agora neste tempo ficou um remanescente, segundo a eleição da graça. Mas se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça. Se, porém, é pelas obras, já não é mais graça; de outra maneira a obra já não é obra. Pois quê? O que Israel buscava não o alcançou; mas os eleitos o alcançaram, e os outros foram endurecidos. Como está escrito: Elohim lhes deu espírito de profundo sono, olhos para não verem, e ouvidos para não ouvirem, até ao dia de hoje. (Romanos 11:1-8)

9 E Davi diz: Torne-se-lhes a sua mesa em laço, e em armadilha, E em tropeço, por sua retribuição; Escureçam-se-lhes os olhos para não verem, E encurvem-se-lhes continuamente as costas. Digo, pois: Porventura tropeçaram, para que caíssem? De modo nenhum, mas pela sua queda veio a salvação aos gentios, para os incitar à emulação. E se a sua queda é a riqueza do mundo, e a sua diminuição a riqueza dos gentios, quanto mais a sua plenitude! Porque convosco falo, gentios, que, enquanto for apóstolo dos gentios, exalto o meu ministério; Para ver se de alguma maneira posso incitar à emulação os da minha carne e salvar alguns deles. Porque, se a sua rejeição é a reconciliação do mundo, qual será a sua admissão, senão a vida dentre os mortos? E, se as primícias são santas, também a massa o é; se a raiz é santa, também os ramos o são. E se alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo zambujeiro, foste enxertado em lugar deles, e feito participante da raiz e da seiva da oliveira, Não te glories contra os ramos; e, se contra eles te gloriares, não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti. Dirás, pois: Os ramos foram quebrados, para que eu fosse enxertado. Está bem; pela sua incredulidade foram quebrados, e tu estás em pé pela fé. Então não te ensoberbeças, mas teme. Porque, se Elohim não poupou os ramos naturais, teme que não te poupe a ti também. Considera, pois, a bondade e a severidade de Elohim: para com os que caíram, severidade; mas para contigo, benignidade, se permaneceres na sua benignidade; de outra maneira também tu serás cortado. E também eles, se não permanecerem na incredulidade, serão enxertados; porque poderoso é Elohim para os tornar a enxertar. Porque, se tu foste cortado do natural zambujeiro e, contra a natureza, enxertado na boa oliveira, quanto mais esses, que são naturais, serão enxertados na sua própria oliveira! Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado. (Romanos 11:9-25) (Veja: Gênesis 48:19).

26 E assim todo o Israel será salvo, como está escrito: De Sião virá o Libertador, E desviará de Jacó as impiedades. E esta será a minha aliança com eles, Quando eu tirar os seus pecados. Assim que, quanto ao evangelho, são inimigos por causa de vós; mas, quanto à eleição, amados por causa dos pais. Porque os dons e a vocação de Elohim são sem arrependimento. Porque assim como vós também antigamente fostes desobedientes a Elohim, mas agora alcançastes misericórdia pela desobediência deles, Assim também estes agora foram desobedientes, para também alcançarem misericórdia pela misericórdia a vós demonstrada. Porque Elohim encerrou a todos debaixo da desobediência, para com todos usar de misericórdia. O profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Elohim! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Porque quem compreendeu a mente de ????? ou quem foi seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém. (Romanos 11:26-36)

[1] Assyrian Discoveries(Descobertas da Assíria) por George Smith; p. 253; http://tinyurl.com/b9hdxxl

[2] Missing Links Discovered In Assyrian Tablets by E. R. Capt; p. 67

[3] Material: Obelisco Negro; Neo Assírio; Data: 858-824 a.C.; Altura: 197.85 cm (77.8937008 polegadas); Largura: 45.08 cm (17.7480315 polegadas); Profundidade: Nimrud (antiga Calá), norte do Iraque; Escavado por: Henry Layard; 1845-1849; Localização: Museu Britânico, Londres

[4] Missing Links Discovered In Assyrian Tablets by E. R. Capt; p. 99

[5] http://en.wikipedia.org/wiki/Puli_Khumrí_District& http://en.wikipedia.org/wiki/Baghlan_Province

[6] Missing Links Discovered In Assyrian Tablets by E. R. Capt; p. 115

[7] Missing Links Discovered In Assyrian Tablets by E. R Capt; p. 121

[8] Tradução pelo Professor Leroy Waterman-Correspondente Real do Império Assírio – piblicado pela Universidade de Michigan, 1930; Missing Links Discovered In Assyrian Tablets E. R, Capt; p. 123

[9] http://biblesuite.com/hebrew/7620.htm

[10] Dhillon, Balbir Singh (1994). History and Study of the Jats: With Reference to Sikhs, Scythians, Alans, Sarmatians, Goths and Jutes (illustrated ed.). Canada: Beta Publishers. p. 8.

http://books.google.ca/books?id=U9KpAAAACAAJ&redir_esc=y

[11] Maurus Rabanus(1864). Migne, Jacques Paul. ed. De universo. Paris.

[12] Rishi, Weer Rajendra (1982). India & Russia: Linguistic & Cultural Affinity. Roma. p. 95. http://books.google.co.in/books?id=Vns_AAAAMAAJ&q=Getae#search_anchor

[13] Internet Ancient History Sourcebook | Herodotus: Queen Tomyris of the Massagetai and the Defeat of the Persians under Cyrus.” (Fonte: Livro na Internet da Antiga História/ Heródoto: A Rainha Massageta e a Derrota dos Persas sob Ciro.) Retrieved 2010-05-14. http://www.fordham.edu/halsall/ancient/tomyris.asp; ©Paul Halsall (August 1998)

[14] Herodotus, The History (Heródoto, A História) por George Rawlinson; 1.204.

[15] A Inscrição de Behistun (também Bistun or Bisutun, significa “lugar de deus”) é uma inscrição multi-lingística localizado no Monte Behistun na Província de Kermanshah no Irã, próximo a cidade de Kermanshah no oeste do Irã.

[16] http://www.keithhunt.com/Arch8.html

[17] http://www.ensignmessage.com/archives/diaspora.html

[18] Encyclopedia Britannica, 14th ed., 1957, 5:70

[19] http://www.israelite.info/research/sourcedocumentsfiles/dariel-pass.html

[20] http://www.jewishencyclopedia.com/articles/4383-chwolson-daniel-abramovich

[21] Tracing Our Ancestors (Seguindo Nossos Ancestrais) por Frederick Haberman; 1930’s; p. 130

[22] http://en.wikipedia.org/wiki/Albinus_%28philosopher%29

[23] Tracing Our Ancestors (Seguindo Nossos Ancestrais) por Frederick Haberman; 1930’s; p. 130

[24] Tracing Our Ancestors (Seguindo Nossos Ancestrais) por Frederick Haberman; 1930’s; p. 130

[25] European and Other Race Origins (Origens Européias e de Outras Raças) por Herbert B. Hannay; Londres: 1915 citado por Frederick Haberman em Tracing Our Ancestors (Seguindo os Nossos Ancestrais); 1930’s; p. 129 http://www.biblesearchers.com/hebrewchurch/primitive/losttribesisrael12.shtml#TombstoneImprint

[26] Ammianus Marcellinus: “Iuxtaque Massagetas Halani et Sargetae;” “Albanos et Massagetas, quos Alanos nunc appellamus;” “Halanos pervenit, veteres Massagetas.”

[27] Procópio da Cesarea (Latin: Procopius Caesarensis, c. E.C. 500–c. E.C. 565) era um perito prominente Bizantino da Palestina Prima. Acompanhando o general Belisarius nas guerras do Imperador, Justiniano I se tornou o principal historiador de século VI, escrevendo As Guerras de Justinian, As Construções de Justinian e o tão celebrado História Secreta. Ele é comumente tido como o último grande historiador do mundo antigo.

[28] History of the Wars (História das Guerras) por Procópio; http://en.wikisource.org/wiki/History_of_the_Wars/Book_III

[29] Evagrius Scholasticus, Ecclesiastical History (E.C. 431-E.C. 594), translated by E. Walford (1846). Book 3 http://www.tertullian.org/fathers/evagrius_3_book3.htm

[30] The Sarmatians (Os Samaritanos) por Tadeusz Sulimirski (1970); Ancient Peoples and Places (Pessoas e Lugares da Antigüidade); Vol. 73, pp. 113-114; Nova York: Praeger. “A evidência de ambos autores e dos restos arqueológicos apontam para uma migração em massa de Sacian (Sakas)/Massagetas (“grande” Jat) tribos da Delta da Sir (Ásia Central) nos meados do século II E.C. algumas das tribos Sir Dários. Eles também invadiram o norte da Índia.” http://books.google.co.in/books?id=gdjhuAAACAAJ

[31] http://en.wikipedia.org/wiki/Tadeusz_Sulimirski

[32] The Ruling Races of Prehistoric Times in India, South-Western Asia and Southern Europe (As Raças dos Tempos Prehistóricos na Índia, Sudoeste da Ásia e Sul da Europa) por James Francis Hewitt (1894). London: Archibald Constable & Co.; pp. 481-482

[33] The Sixth Oriental Monarchy (O Sexto Monarca Oriental) por George Rawlinson, p. 118

[34] “Jat.” Encyclopedia Britannica, Vol. 12, p. 970

[35] “Jats.” Collier’s Encyclopedia, Vol. 11, p. 356

[36] “Jats.” Collier’s Encyclopedia, Vol. 11, p. 357

[37] European and Other Race Origins (Origens Européias e de Outras Raças) por Herbert Hannay, p. 233

[38] http://stevenmcollins.com/html/Bk4_excerpt.htm

[39] Israelites un Hyksos por Gemol M. Leipzig, 1913, pp.88-90, como mostrado traduzido por, p. 92

[40] Natural History (História Natural), Book IV. XII. p. 81

[41] The Aryan Myth (O Mito Ariano), p. 76

[42] Israelites und Hyksos por Germol M., pp. 89–90

[43] Germany In Prophecy (Alemanha na Profecia) por Hoeh H. Plain Truth (Verdade Plena), January 1963, p. 17

[44] European and Other Race Origins (Origens Européias e de Outras Raças) por Herbert Hannay, p. 232

[45] European and Other Race Origins (Origens Européias e de Outras Raças) por Herbert Hannay, p. 232

[46] Heródoto, The History (A História), 1, 125

[47] Encyclopedia Britannica, Vol. 17, Heading entitled p. 611

[48] Strabo, The Geography of Strabo (A Geografia de Strabo), Vol. 7, 15. 2. 14

[49] Strabo, The Geography of Strabo (A Geografia de Strabo), Vol. 5, 12. 4. 3

[50] Strabo, The Geography of Strabo (A Geografia de Strabo), Vol. 5, 12. 4. 3

[51] Greek and Roman Maps (Mapas Gregos e Romanos) por O.A.W. Dilke p. 46 (citando Pliny, iv. 81)

[52] Encyclopedia Britannica, Vol. 19, Heading entitled “Sarmartae,” p. 1,001

[53] http://stevenmcollins.com/html/Bk4_excerpt.htm

[54] http://bookstore.authorhouse.com/Products/SKU-000366309/The-Prophecies-of-Abraham.aspx& http://tinyurl.com/ac5bjkq

[55] The Sixth Oriental Monarchy (O Sexto Monarca Oriental) por George Rawlinson, p.291

[56] Encyclopedia Britannica, Vol. 1, Heading entitled “Alani,” p. 496

[57] Collier’s Encyclopedia, Vol. 1, Heading entitled “Alani,” p. 310

[58] http://www.israelite.info/bookexcerpts/israelstribestoday.html

[59] Plutarch em sua obra Life of Marius (A Vida de Marius) diz, “eles eram chamados no início de Cimérios e depois apropriadamente de Cimbros.”

[60] http://en.wikipedia.org/wiki/Sallust

[61] http://en.wikipedia.org/wiki/Amyrgians

[62] A Jewish Princedom In Feudal France (Um Principado Judeu na França Feudal) por Arthur Zuckerman Jr., pp. 768-900” New York, 1972. http://www.amazon.com/Jewish-Princedom-Feudal-768-900-History/dp/0231032986

[63] http://britam.org/america.html

[64] A Jewish Princedom In Feudal France (Um Principado Judeu na França Feudal) por Arthur Zuckerman Jr., pp. 768-900” New York, 1972. http://www.amazon.com/Jewish-Princedom-Feudal-768-900-History/dp/0231032986

[65] http://britam.org/now/now337.html

[66] http://www.hope-of-israel.org/12apost.htm

[67] http://www.hope-of-israel.org/12apost.htm

[68] Parthia por Steven Collins, p. 15, Footnote: Bactria por Henry Rawlinson, p. 12

[69] Media Babylon and Persia por Zenaide A. Ragozin, pp. 57-60 e mapa antes da p. 1

[70] http://stevenmcollins.com/WordPress/?p=242

[71] Fathers of the Church: Church History (Pais da Igreja: História da Igreja) de Eusebius http://www.newadvent.org/fathers/250101.htm

[72] http://www.bbc.co.uk/history/scottishhistory/independence/features_independence_arbroath.shtml

+ Dedicac?a?o

Os 2300 Dias Infernais

As Duas Testemunhas, Os Sete Anos de Fartura

E Os Sete Anos de Fome de José

 Joseph F Dumond

Capa: Criado e desenhado por Joshua Shallenberger

 

 

Dedicação

 

Ficará obvio, assim que você ler este livro, que toda a glória das coisas a serem revelados nas páginas que seguem é o resultado da misericórdia de Yehová para conosco. Foi Ele que nos revelou estas coisas sobre Daniel 9:24-27 e Daniel 8, os Ciclos Sabáticos e Jubileus e as maldições que vêm com a desobediencia em não guardá-los. Apenas compartilhei o que Yehová tem me mostrado das páginas de Sua Bíblia; os padrões escondidos lá bem como na história. Agradeço a Ele por ter me permitido tão grande privilégio de compartilhar estas verdades com aqueles que os procuram.

Que Ele te abençoe com o entendimento dos tempos em que nos encontramos. Que Ele te abençoe com o entendimento de como estes ciclos Sabáticos e Jubileus revelam a cronologia de Suas profecias para estes, os últimos, dias do sexto milênio.

Também preciso agradeçer a cinco mulheres pela sua ajuda incansável em montar este livro e todo o vasto trabalho de pesquisa que foi necessário, que fizeram para mim com o maior gosto. Tambem corrigiram meus erros ortográficos sem fim e minha gramática fraca bem como pesquisaram as traduções Hebraicas quando necessário. E em sua modéstia, tem me solicitado a não publicar os seu nomes a este tempo. Porem, sem sua ajuda este livro continuaria a ser apenas pensamentos em minha mente. Então as agradeço muito pela a sua ajuda e o apoio que me deram.

Outra mulher que tem me ajudado tremendamente é Joli Darling que tem sido minha editora preferida para os meus três livros. “As Profecias de Abraão,” publicado em 2010, “Lembrando os Anos Sabáticos de 2016,” publicado em 2013, e agora este livro atual “Os 2300 Dias Infernais,” publicado em 2014. Joli é muito minuciosa, metódica e precisas na maneira em que ela edita livros. Ela tem feito isso para várias outras obras notórias, como você pode ver no site dela. Ainda mais importante para mim como escritor é que ela conhece o meu assunto e entende o que estou tentando passar. Ela tem uma compreensão admirável das Escrituras e a habilidade de lembrar o que tenho escrito em livros anteriores, o que me ajuda muito. Não posso expressar adequadamente minha gratidão a ela pela a ajuda maravilhosa que ela tem sido nestes projetos, me ajudando torná-los realidade.

Você pode entrar em contato com Joli pelo email: LonelyMoonchild@comcast.net ou pelo seu site www.wordforwordlineuponline.com

Tenho que agradecer a meu amigo James Relf que tem trabalhado incansávelmente para refazer o design do meu site no final de 2013. Ele tem preparado arquivos de video e audio, que enfatizam o assunto deste livro. Seus dons no site e o site no Google falam por si só. Seu proficionalismo tem feito de minhas apresentações material de primeira. Quero agradecê-lo profundamente pela sua atuação no momento em que muito precisava de suas habilidades.

Finalmente pude gravar em video os ensinamentos que compoem a parte principal deste livro. No outono de 2013 Joshua Shallenberger gravou todas as 12 apresentações e depois os editou fazendo-os criar vida. Sua aptidão e seu proficionalismo tem superado todas as minhas expectativas. Todos nós devemos nossos agradecimentos a Joshua por tudo que ele tem feito com estes ensinamentos.

Finalmente, tenho mais uma pessoa a agradecer que é minha esposa de 36 anos – Barbara, que tem aberto mão de tempo comigo para que eu pudesse trabalhar neste livro, no site e nos vídeos – tudo para que eu pudesse compartilhar esta mensagem sem preço com você. As horas afim escrevendo, editando, preparando e apresentando tem sido renunciado por ela. Espero que algum dia você possa compreender. Até então saiba que te amo mais que palavras possam descrever. Mais uma vez, te amo e obrigado.

 

Os 2300 Dias Infernais

Este livro foi originalmente entitulado Os 70 Shavuot de Daniel mas combinamos isto com o que deveria ser nosso próximo livro e usamos o titulo do próximo livro para cobrir os dois assuntos.

Daniel 12:4 “encerra estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo”

Irmãos, creio eu que estamos nestes últimos dias e esta profecia não podia ser compreendida até hoje, neste último Ciclo Jubileu; até que as pessoas começassem outra vez a obedecer a Yehová e guardar as suas horas marcadas; o Sábado semanal, os Dias Sagrados Anuais e os Anos Sabáticos. Esta profecia não poderia ser compreendida até que os Ciclos Sabáticos e Jubileus fossem compreendidos. Você está prestes a aprender o que eles nos mostram para estes últimos dias.

Se prepare para descobrir a profecia mais aterrorizante na Bíblia que agora será revelado para você o leitor pela primeira vez desde que foi dado a Daniel a mais de 2552 anos; aterrorizante para aqueles que não obedecem nem querem obedecer e excitante e emocionante para aqueles que obedecem os mandamentos de Yehová.

Amos 3:7 Certamente o Senhor Yehová não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas..

Seria contrario a promessa de Yehové chegar a estes últimos dias e não ter quem advirta as pessoas do que está para acontecer.

Você está prestes a aprender quão próximo estamos do tempo em que Satanás será trancado. Mas antes deste tempo todo o inferno vai se soltar aqui na terra. Começará a apenas alguns anos de agora (2014) quando estamos publicando este livro.

Chegou a hora de retornar ao Criador.

 

Índice

Prefácio

Reconhecimentos

Introdução

Capítulo 1 | Quem é o Povo de Daniel?

Capítulo 2 | A Linhagem de Farés, a Linhagem de Zerá e o Trono de Daví

Capítulo 3 | H eráldica das Tribos de Israel – No Passado & Agora

Capítulo 4 | A Profecia Cristã dos 490 Anos—Onde & Como Desenvolveu

Capítulo 5 | O Que Significa “Semanas”?

Capítulo 6 | Porque o Livro de Daniel Tem Sido Selado Até Os Últimos Dias & A Explicação do Ciclo Jubileu

Capítulo 7 | A Menina do Seu Olho (Daniel 9:24)

Capítulo 8 | A Sarsa Ardente, a Mota & o Acra (Daniel 9:25)

Capítulo 9 | Os Santos Destruídos (Daniel 9:26)

Capítulo 10 | Os 2,300 Dias Infernais, os 7 Anos de Fartura & os 7 Anos de Fome de José, & a Oferta de Manjares (Daniel 9:27)

Capítulo 11 | O Grande Iluminismo (Daniel 9:27)

Capítulo 12 | Conclusão

+ Prefa?cio

Prefácio

 

5 Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia de ????; 6 E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição. (Mal 4:5-6 ACF)

16 E converterá muitos dos filhos de Israel a ???? seu Elohim, 17 E irá adiante dele no espírito e virtude de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos, com o fim de preparar a ???? um povo bem disposto. (Luk 1:16-17 ACF)

3 Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho de ????; endireitai no ermo vereda a nosso Deus. 4 Todo o vale será exaltado, e todo o monte e todo o outeiro será abatido; e o que é torcido se endireitará, e o que é áspero se aplainará. 5 E a glória de ???? se manifestará, e toda a carne juntamente a verá, pois a boca de ???? o disse. (Isa 40:3-5 ACF)

19 Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença de ????, 20 E envie ele a ????? Messias, que já dantes vos foi pregado. 21 O qual convém que o céu contenha até aos tempos da restauração de tudo, dos quais Elohim falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde o princípio. 22 Porque Moisés disse aos pais: ???? vosso Elohim levantará de entre vossos irmãos um profeta semelhante a mim; a ele ouvireis em tudo quanto vos disser. 23 E acontecerá que toda a alma que não escutar esse profeta será exterminada dentre o povo. 24 Sim, e todos os profetas, desde Samuel, todos quantos depois falaram, também predisseram estes dias. (Act 3:19-24 ACF)

25 “…E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos a e a lei b; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo.” (Daniel 7:25 | a. Esta é outra palavra para os festivais. b. Mudando a lei é iniquidade.)

Eu começei este livro, “Os 70 Shavuot de Daniel” com o mesmo prefácio que tive no meu último livro, “Lembrando os Anos Sabáticos de 2016,” que publiquei em 2013.

Olhando para trás a tudo que tem sido realizado desde 2004 quando começei esta jornada, agora posso ver que foi tudo por uma razão – e uma unica razão em particular.

As cartas informativas (inglês) semanais[1] que iniciei em 2006 – o qual você pode subscrever, bem como os três sites – todos se provaram ser instrumentais em educar as pessoas sobre os Anos Sabáticos e como estes são relacionados as maldições que estão se desdobrando ao nosso redor neste momento. Eles também tem ensinado aqueles que vem aos sites sobre guardar a Torá e andar na obediência á Yehová.

As apresentações nos tours e a produção do meu DVD em março de 2008 de “A Ordem Cronológica das Profesias nos Ciclos Jubileus[2] foram o resultado direto de minhas cartas informativas anteriores que saíam a cada Sábado sobre este mesmo assunto. Minhas cartas informativas tem continuado a casa semana desde 2006, e produziram “As Profesias de Abraão”[3] em 2009, o qual foi publicado como livro em 2010, seguido pela indicação ao prêmio Nobel em 2011.[4] (Quantos livro religiosos recebem tal distinção?) Meu segundo livro, “Lembrando o Ano Sabático de 2016” foi escrito como resposta as muitas perguntas e objeções que sempre vinham com relação aos anos sabáticos e porque são tão diferentes hoje de como Yehová originalmente os pretendeu. Todas as minhas palestras, apresentações, respostas a emails e ligações, bem como as entrevistas de rádio e a nova serie de televisão que iniciamos e os novos vídeos que dispomos no nosso site, foram feito por uma razão e apenas uma razão. Para restaurar o guardar dos anos sabáticos: relembrar já que é isto que Malaquias 4:4[5] nos diz que temos de fazer – lembrar.

Em Outubro de 2012 nos juntamos com uma família em Israel para plantar um vinhedo de 10 dunam[6] de terra com quatro variedades de uvas. Nós nos empenhamos neste projeto para comparar uma porção da terra que vai seguir o ano sabático em 2014-2015 de Tishri a Tishri e cada sete anos após isto – com a outra porção que guardará o ano sabático em 2016-2017 de Aviv á Aviv e a cada sete anos após isto. Novamente, fiz isto por uma razão e apenas uma razão.

 

Tudo que tenho produzido e compartilhado com o publico tem sido por uma razão e apenas uma razão. De converter os corações dos filhos de volta ao Pai. Ao Pai Yehová para ser mais específico. E em fazer isto – voltar a Yehová, voltar á Torá, aos sábados, aos Dias Consagrados de Levíticos 23 e aos anos Sabáticos, isto, por sua vez, converterá o coração do nosso Pai de volta à nós – antes que Ele nos fira com mais outra maldição.

Não tem sido para obter fama ou gloria e certamente não pelo dinheiro! Ainda tenho que trabalhar em tempo integral para pagar todos os meus custos. Não. O motivo para eu fazer isto é para que vocês irmãos, possam aprender sobre os anos sabáticos e as maravilhosas profesias que revelam sobre os últimos dias. Mas se você não guardar o Sábado o sétimo dia semanal você não poderá compreender plenamente estas profesias. Mais uma vez, se você não guardar os Dias Sagrados ensinados em Levíticos 23, então você não entenderá as profesias faladas à você na Bíblia. Se, de fato, você está guardando estas duas leis, mas não está guardando os anos sabáticos, você não irá e simplesmente não poderá entender ou compreender plenamente as profesias que estão sendo revelados específicamente nestes últimos dias. Você está, na melhor das hipóteses, apenas chutando.

Sim estamos, sem sombra de dúvida, agora nos últimos dias como cada um dos meus livros anteriores e o meu DVD claramente demonstraram para aqueles que tem ouvidos para ouvir e olhos para enchergarem. È apenas guardando o Sábado semanal, os Dias Consagrados mostrados em Levíticos 23, (e não acrescentando ou tirando deles) e por guardar os anos sabáticos como instruídos em Levíticos 25, que você pode entender e compreender plenamente o significado por trás das 70 semanas de Daniel!

Estou prestes a lhe mostrar coisas que vão verdadeiramente esticar o seu celebro a medida que você cresça para entender estas coisas. Você ficará revoltado com aqueles que tem te ensinado errado a vida toda porque nunca te mostraram estas coisas. Alguns dos seus professores, de fato, tem mentido para você – ou por ignorância, estando eles mesmos enganados ou pior, de propósito.

Assim diz ????[7]: Por três transgressões de Judá, e por quatro, não retirarei o castigo, porque rejeitaram a Torá de ????, e não guardaram os seus estatutos, antes se deixaram enganar por suas próprias mentiras, após as quais andaram seus pais.(Am. 2:4)

Porque os guias deste povo são enganadores, e os que por eles são guiados são destruídos.. (Isaias 9:16)

“. . . Então lhes dirás: Porquanto vossos pais me deixaram, diz ????, e se foram após outros deuses, e os serviram, e se inclinaram diante deles, e a mim me deixaram, e a minha Torá não a guardaram. 12 E vós fizestes pior do que vossos pais; porque, eis que cada um de vós anda segundo o propósito do seu mau coração, para não me dar ouvidos a mim. (Jeremias 16:11-12)

Ó ????, fortaleza minha, e força minha, e refúgio meu no dia da angústia; a ti virão os gentios desde os fins da terra, e dirão: Nossos pais herdaram só mentiras, e vaidade, em que não havia proveito.” (Jeremias 16:19)

Deixai-os; são condutores cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão na cova.. (Mateus 15:14)

“. . . Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais.” (1 Pedro 1:18)

Os pais podem e de fato desviam os filhos e então os filhos crescem e desviam os seus filhos e assim por diante. Yehová dá a cada um de nós a responsabilidade não leviana de não somente testar tudo que somos ensinados para ver se alinha de fato com a Palavra de Yehová, mas tambem de treinar o filho no caminho em que deve andar de acordo com todas as coisas que Yehová tem nos revelado através de Sua Palavra.

21 Examinai tudo. Retende o bem. (1 Tessalonissenses 5:21)

O bem estar espiritual de toda criança (assim como o bem estar físico) sempre dependerá da fidelidade dos pais à Yehová. Filhos, pela educação e pelos costumes, acreditam e praticam as crenças religiosas de seus pais. A própria vida de seus filhos, concernente a suas segurança espiritual, depende de você obedecer a Yehová e ensiná-los verdades das Escrituras e não tradições que não podem ser provados e não tem nenhum mérito espiritual ou verdadeira substância espiritual.

16 E converterá muitos dos filhos de Israel a ???? seu Elohim, E irá adiante dele no espírito e virtude de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos, com o fim de preparar à ???? um povo bem disposto. (Lucas 1:16-17)

Em tudo isso, lembre-se desta única oração que Moisés escreveu em Levíticos 26, que é mais tarde repetido por Salomão em 1 Reis e denovo por Daniel no livro de Daniel. Se nos arrependermos e dar uma volta de 180° e voltar a guardar a Torá, então Yehová irá nos perdoar e lembrará da alinaça que Ele fez com Abraão, Isaque e Jacó. Ele lembrará de nós e nos protegerá e cuidará de nós daquele momento em diante se fizermos a nossa parte. Somos ensinados em Êxodo que se não O obedecermos, Ele disciplinará a nós e nossos filhos até a terceira e quarta geração. Porem, se nos arrependermos e obedecermos então Ele terá misericórdia até mil gerações, o que no Novo Testamento é chamado de graça. Sempre esteve lá bem presente em Exodo – graça e misericórdia “SE” obedecermos e nos arrependermos.

5 “…Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, ???? teu Elohim, sou El zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.” (Exodus 20:5-6)

40 Então confessarão a sua iniqüidade, e a iniqüidade de seus pais, com as suas transgressões, com que transgrediram contra mim; como também eles andaram contrariamente para comigo. Eu também andei para com eles contrariamente, e os fiz entrar na terra dos seus inimigos; se então o seu coração incircunciso se humilhar, e então tomarem por bem o castigo da sua iniqüidade, Também eu me lembrarei da minha aliança com Jacó, e também da minha aliança com Isaque, e também da minha aliança com Abraão me lembrarei, e da terra me lembrarei. E a terra será abandonada por eles, e folgará nos seus sábados, sendo assolada por causa deles; e tomarão por bem o castigo da sua iniqüidade, em razão mesmo de que rejeitaram os meus juízos e a sua alma se enfastiou dos meus estatutos. E, demais disto também, estando eles na terra dos seus inimigos, não os rejeitarei nem me enfadarei deles, para consumi-los e invalidar a minha aliança com eles, porque eu sou ???? seu Elohim. Antes por amor deles me lembrarei da aliança com os seus antepassados, que tirei da terra do Egito perante os olhos dos gentios, para lhes ser por Elohim. Eu sou ????. Estes são os estatutos, e os juízos, e os Torot c que deu ???? entre si e os filhos de Israel, no monte Sinai, pela mão de Moisés. (Lev 26:40-46| c Torot—plural de Torá, ensinamento)

22 E pôs-se Salomão diante do altar de ????, na presença de toda a congregação de Israel; e estendeu as suas mãos para os céus, E disse: ???? Elohim de Israel, não há El como tu, em cima nos céus nem em baixo na terra; que guardas a aliança e a beneficência a teus servos que andam com todo o seu coração diante de ti. Que guardaste a teu servo Davi, meu pai, o que lhe disseras; porque com a tua boca o disseste, e com a tua mão o cumpriste, como neste dia se vê. Agora, pois, ó ???? Elohim de Israel, guarda a teu servo Davi, meu pai, o que lhe falaste, dizendo: Não te faltará sucessor diante de mim, que se assente no trono de Israel; somente que teus filhos guardem o seu caminho, para andarem diante de mim como tu andaste diante de mim.(1Reis 8:22-25)

26 “Agora também, ó Elohim de Israel, cumpra-se a tua palavra que disseste a teu servo Davi, meu pai. Mas, na verdade, habitaria Elohim na terra? Eis que os céus, e até o céu dos céus, não te poderiam conter, quanto menos esta casa que eu tenho edificado. Volve-te, pois, para a oração de teu servo, e para a sua súplica, ó ???? meu Elohim, para ouvires o clamor e a oração que o teu servo hoje faz diante de ti. Para que os teus olhos noite e dia estejam abertos sobre esta casa, sobre este lugar, do qual disseste: O meu nome estará ali; para ouvires a oração que o teu servo fizer neste lugar. Ouve, pois, a súplica do teu servo, e do teu povo Israel, quando orarem neste lugar; também ouve tu no lugar da tua habitação nos céus; ouve também, e perdoa. Quando alguém pecar contra o seu próximo, e puserem sobre ele juramento de maldição, fazendo-o jurar, e vier juramento de maldição diante do teu altar nesta casa, Ouve tu, então, nos céus e age e julga a teus servos, condenando ao injusto, fazendo recair o seu proceder sobre a sua cabeça, e justificando ao justo, rendendo-lhe segundo a sua justiça”. (1 Reis 8:26-32)

33 “Quando o teu povo Israel for ferido diante do inimigo, por ter pecado contra ti, e se converterem a ti, e confessarem o teu nome, e orarem e suplicarem a ti nesta casa, Ouve tu então nos céus, e perdoa o pecado do teu povo Israel, e torna-o a levar à terra que tens dado a seus pais. Quando os céus se fechar, e não houver chuva, por terem pecado contra ti, e orarem neste lugar, e confessarem o teu nome, e se converterem dos seus pecados, havendo-os tu afligido, Ouve tu então nos céus, e perdoa o pecado de teus servos e do teu povo Israel, ensinando-lhes o bom caminho em que andem, e dá chuva na tua terra que deste ao teu povo em herança”. (1 Reis 8:33-36)

37 “Quando houver fome na terra, quando houver peste, quando houver queima de searas, ferrugem, gafanhotos ou pulgão, quando o seu inimigo o cercar na terra das suas portas, ou houver alguma praga ou doença, Toda a oração, toda a súplica, que qualquer homem de todo o teu povo Israel fizer, conhecendo cada um a chaga do seu coração, e estendendo as suas mãos para esta casa, Ouve tu então nos céus, assento da tua habitação, e perdoa, e age, e dá a cada um conforme a todos os seus caminhos, e segundo vires o seu coração, porque só tu conheces o coração de todos os filhos dos homens. Para que te temam todos os dias que viverem na terra que deste a nossos pais.” (1 Reis 8:37-40)

41 “E também ouve ao estrangeiro, que não for do teu povo Israel, quando vier de terras remotas, por amor do teu nome (Porque ouvirão do teu grande nome, e da tua forte mão, e do teu braço estendido), e vier orar voltado para esta casa, Ouve tu nos céus, assento da tua habitação, e faze conforme a tudo o que o estrangeiro a ti clamar, a fim de que todos os povos da terra conheçam o teu nome, para te temerem como o teu povo Israel, e para saberem que o teu nome é invocado sobre esta casa que tenho edificado. Quando o teu povo sair à guerra contra o seu inimigo, pelo caminho por que os enviares, e orarem a ????, para o lado desta cidade, que tu elegeste, e desta casa, que edifiquei ao teu nome, Ouve, então, nos céus a sua oração e a sua súplica, e faze-lhes justiça.(1 Reis 8:41-45)

46 Quando pecarem contra ti (pois não há homem que não peque), e tu te indignares contra eles, e os entregares às mãos do inimigo, de modo que os levem em cativeiro para a terra inimiga, quer longe ou perto esteja, E na terra aonde forem levados em cativeiro caírem em si, e se converterem, e na terra do seu cativeiro te suplicarem, dizendo: Pecamos, e perversamente procedemos, e cometemos iniqüidade, E se converterem a ti com todo o seu coração e com toda a sua alma, na terra de seus inimigos que os levarem em cativeiro, e orarem a ti para o lado da sua terra que deste a seus pais, para esta cidade que elegeste, e para esta casa que edifiquei ao teu nome; Ouve então nos céus, assento da tua habitação, a sua oração e a sua súplica, e faze-lhes justiça. E perdoa ao teu povo que houver pecado contra ti, todas as transgressões que houverem cometido contra ti; e dá-lhes misericórdia perante aqueles que os têm cativos, para que deles tenham compaixão. Porque são o teu povo e a tua herança que tiraste da terra do Egito, do meio do forno de ferro.’” (1 Reis 8:46-51)

52 “Para que teus olhos estejam abertos à súplica do teu servo e à súplica do teu povo Israel, a fim de os ouvires em tudo quando clamarem a ti. Pois tu para tua herança os elegeste de todos os povos da terra, como tens falado pelo ministério de Moisés, teu servo, quando tiraste a nossos pais do Egito, Senhor ????. Sucedeu, pois, que, acabando Salomão de fazer a ???? esta oração e esta súplica, estando de joelhos e com as mãos estendidas para os céus, se levantou de diante do altar de ????. (1 Reis 8:52-54)

Chegou a hora de se arrepender da desobediência à Yehová e de se recusar ou falhar de observar Sua Torá plenamente. Tudo aponta para o fato de que estamos no fim desta era. Estou confiante de que você verá e poderá provar isto por si mesmo ao final de ler este livro com as Escrituras providenciadas. Os 70 Shavuot de Daniels lhe mostrará quando esta coisas hão de acontecer ano por ano. Novamente, tudo isto só é possível quando você entender os Cíclos Sabáticos. Que Yehová te abençoe no seu entendimento e compreensão das coisas que estou prestes a compartilhar com você.

[1] https://sightedmoon.com

[2] https://sightedmoon.com/?page_id=251

[3] As Profesias de Abraão (inglês) pode ser adquirido da editora Authorhouse em:

http://bookstore.authorhouse.com/Products/SKU-000366309/The-Prophecies-of-Abraham.aspx na America do Norte e em outros locais: http://www.authorhouse.co.uk/Bookstore/BookDetail.aspx?Book=286642 ou em Amazon: http://tinyurl.com/a293j3d ou em Barnes & Noble: http://tinyurl.com/bjdhjcw

[4] A carta oficial esta anexada ao Apendix de Lembrando os Anos Sabáticos de 2016

[5] Lembrai-vos da lei de Moisés, meu servo, que lhe mandei em Horebe para todo o Israel, a saber, estatutos e juízos. Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia de ????; E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição. (Mal 4:4-6)

[6] Um dunam equivale a 1000 m². https://pt.wikipedia.org/wiki/Dunam

[7] ???? é a palavra Hebraica para Yehová, que também é o nome de Deus.

+ Introduc?a?o

Introdução

 

Neste livro, Os 2300 Dias Infernais anteriormente Os 70 Shavuot de Daniel, nós vamos estar olhando a um trecho do livro de Daniel – ou, mais especificamente, sua mensagem que recebeu do anjo que foi guardado para nós nestes últimos dias. Esta mensagem está contida em Daniel 9:24-27.

Como foi que Daniel veio a estar na posição em que esteve quando recebeu esta profecia? Quem é Daniel e porque Yehová revelou à ele algo que nós precisamos considerar?

Para encontrar as respostas destas perguntas, precisamos começar viajando no tempo até o Império Assírio.

O Império Assírio foi o primeiro império a surgir na cena mundial no início dos anos 2000 a. C. Até ao dia de hoje, há um ziggurat, (ou templo) daquela era que ainda está de pé proximo ao sítio de sua antida capital de Assur.

A cidade de Assur foi recebeu este nome por causa da pessoa de Assur que foi o segundo filho de Sem, o filho de Noé.

22 Os filhos de Sem são: Elão, Assur, Arfaxade, Lude e Arã. (Gen 10:22 ACF)

A história registra Sargão como o primeiro rei de Assur e Sargão foi de fato o próprio Assur.[1] Ambos são a mesma pessoa. Sargon foi o primeiro a forgar, através de campanhas militares, o Império Assírio. Assur foi também o general líder a serviço de Nimrod. A certo ponto, Assur e Nimrod se separaram e se tornaram governantes de dois reinos separados. Os dois porem, estariam por toda história, ligados um ao outro.

9 E este foi poderoso caçador diante da face de ????; por isso se diz: Como Ninrode, poderoso caçador diante de ????. E o princípio do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinar. Desta mesma terra saiu à Assíria e edificou a Nínive, Reobote-Ir, Calá, and Resen between Ninew?h and Kelah?, the great city. (Gen 10:9-12 )

Tudo isso transcorreu num período de 391 anos entre a enchente de Noé, que aconteceu em 2181 a.C., e a execução de Nimrod por Sem em 1790 a.C.[2]

No século 9 a.C., a Assírio desevolveu um império agressivo e poderoso que estava expandindo. Também foi nesta época em que o Reino de Israel se dividiu para formar dois reinos separados e distintos.

Lemos no Antigo Testamento como o Rei Daví se tornou rei sobre Judá em 1010 a.C. e mais tarde uniu as doze tribos de Israel sob o seu governo em 1017 a.C. O Rei Salomão sucedeu o Rei Daví em 970 a.C e reinou por quarenta anos. Após sua morte em 930 a.C., os Reinos Unidos de Israel se dividiu em dois reinos distintos – Israel e Judá. Lemos sobre este evento em I Reis.

16 Vendo, pois, todo o Israel que o rei não lhe dava ouvidos, tornou-lhe o povo a responder, dizendo: Que parte temos nós com Davi? Não há para nós herança no filho de Jessé. Às tuas tendas, ó Israel! Provê agora a tua casa, ó Davi. Então Israel se foi às suas tendas. No tocante, porém, aos filhos de Israel que habitavam nas cidades de Judá, também sobre eles reinou Roboão. Então o rei Roboão enviou a Adorão, que estava sobre os tributos; e todo o Israel o apedrejou, e ele morreu; mas o rei Roboão se animou a subir ao carro para fugir para Jerusalém. Assim se rebelaram os israelitas contra a casa de Davi, até ao dia de hoje. (1Reis 12:16-19)

20 E sucedeu que, ouvindo todo o Israel que Jeroboão tinha voltado, enviaram, e o chamaram para a congregação, e o fizeram rei sobre todo o Israel; e ninguém seguiu a casa de Davi senão somente a tribo de Judá. Vindo, pois, Roboão a Jerusalém, reuniu toda a casa de Judá e a tribo de Benjamim, cento e oitenta mil escolhidos, destros para a guerra, para pelejar contra a casa de Israel, para restituir o reino a Roboão, filho de Salomão. Porém veio a palavra de Elohim a Semaías, homem de Elohim, dizendo: Fala a Roboão, filho de Salomão, rei de Judá, e a toda a casa de Judá, e a Benjamim, e ao restante do povo, dizendo: Assim diz ????: Não subireis nem pelejareis contra vossos irmãos, os filhos de Israel; volte cada um para a sua casa, porque eu é que fiz esta obra. E ouviram a palavra de ????, e voltaram segundo a palavra de ????. (1 Reis 12:20-24).

Como afirmei mais cedo, esta divisão resultou na rearrumação do Reino Unido das Doze Tribos em dois reinos separado:

As Dez Tribos de “Israel” sob o Rei Jeroboão com a Samaria como sua capital foi composto por Rubem, Gade, Manassés, Dã, Aser, Isacar, Simeão, Zebulon, Efraim e Naftali.

Assim sendo, as tribos remanescentes de Judá e Benjamim e uma grande parte dos Levitas formaram o segundo reino de “Judá” sob o Rei Roboão em Jerusalem. (Os Levitas foram distribuidos entre todas as tribos, mas Jerusalem foi uma de suas cidades principais.)

Daquele dia em diante, Israel e Judá se tornaram duas nações completamente separados, distintos e independentes. Embora eram aliados diante de inimigos comuns, os relatos de estarem em guerra entre si estão registrados várias vezes na Bíblia.

Uma das principais chaves para o entendimento de profecia Bíblica é reconhecer que apesar de que todo Judeu é Israelita, nem todo Israelita é Judeu. Iste é um ponto absolutamente vital porque muitas das profecias dos fins dos tempos que se referem a “Israel” não estão apenas se referindo ao povo Judeu moderno no Estado de Israel ou em qualquer outro lugar.

Aqui está alguns exemplos de Israel guerrear com Judá e Benjamim.

21 Vindo, pois, Roboão a Jerusalém, reuniu toda a casa de Judá e a tribo de Benjamim, cento e oitenta mil escolhidos, destros para a guerra, para pelejar contra a casa de Israel, para restituir o reino a Roboão, filho de Salomão. (1Reis 12:21)

24 Assim diz ????: Não subireis nem pelejareis contra vossos irmãos, os filhos de Israel; volte cada um para a sua casa, porque eu é que fiz esta obra. E ouviram a palavra de ????, e voltaram segundo a palavra de ????. (1 Reis 12:24)

Sem mencionar esta ocasião:

16 E houve guerra entre Asa e Baasa, rei de Israel, todos os seus dias. Porque Baasa, rei de Israel, subiu contra Judá, e edificou a Ramá, para que a ninguém fosse permitido sair, nem entrar a ter com Asa, rei de Judá. (1 Reis 15:16-17)

Também lemos em Juízes da vez em que Israel lutou contra seu irmão Benjamim.

30 E subiram os filhos de Israel ao terceiro dia contra os filhos de Benjamim, e ordenaram a peleja junto a Gibeá, como das outras vezes. (Juízes 20:30)

Foi durante este tempo em que Israel e Judá estavam divididos e em guerra um com o outro que os Assírios começaram à ameaçar e conquistar seus vizinhos e eventualmente subjugaram toda a Crescente Fértil desde a Mesopotamia até ao Egito.

O primeiro encontro de Israel em combate contra Assíria aconteceu na batalha de Qarqar em 853 a.C. em que Acabe, Rei de Israel fez uma aliança com Ben Hadade II de Damascus. Esta batalha está registrada no Kurth Monolith [3] que foi erguido por Salmanasar V. Consequentement, Acabe morreu nesta batalha. Para uma leitura complementar, leia I Reis 22. Esta foi a primeira de duas ocasiões onde nos é dado qualquer tipo de registro ou relato de um rei de Israel na cronologia de outra nação – uma cronologia que provado extremamente precisa. Estes registros são chamados das Listas Assírias dos Reis encontrado em Níneve. [4]

Apenas cem anos mais tarde, vemos mais outra vez Israel em guerra contra Judá.

Em 732 a.C., Peca, rei de Israel, se aliou com Rezim, o rei de Aram. Juntos, eles ameaçaram atacar Jerusalém. Acaz, rei de Judá recorreu a Tiglate-Pileser III (também conhecido como Pul em 1 Crônicas 5:26), rei da Assíria, por ajuda. Depois que Acaz fez uma homenagem a Tiglate-Pileser, Tiglate-Pileser saqueou a Damasco e anexou Aram. Segundo 2 Reis 16:9, a população da Síria foi deportado e Rezim foi executado.

Lemos ainda em 2 Reis da primeira vez em Israel foi atacado e derrotado pelos assírios e como aqueles que foram derrotados foram transportados para outra terra.

29 Nos dias de Peca, rei de Israel, veio Tiglate-Pileser, rei da Assíria, e tomou a Ijom, a Abel-Bete-Maaca, a Janoa, e a Quedes, a Hazor, a Gileade, e a Galiléia, e a toda a terra de Naftali, e os levou à Assíria. (2 Reis 15:29)

Estes cativeiros começaram em 732 a.c. quando as primeiras invasões da Assíria bem sucedidas começaram. Mas eles só começaram devido ao convite da Assíria por Judá, para a lutar contra as Dez Tribos de Israel.

26 Por isso o Elohim de Israel suscitou o espírito de Pul, rei da Assíria, e o espírito de Tiglate-Pilneser, rei da Assíria, que os levaram presos, a saber: os rubenitas e gaditas, e a meia tribo de Manassés; e os trouxeram a Hala, e a Habor, e a Hara, e ao rio de Gozã, até ao dia de hoje. (1 Crônicas 5:26)

É interessante notar o relato nas Escrituras de quando José foi levado prisioneiro pelos seus irmãos e vendido para o cativeiro por Judá. Pois aqui vemos mais uma vez como é Judá que convida uma potência estrangeira para levar José cativo a quem o nome de Israel, direito da primogenitura, havia sido promulgada. As Dez Tribos do Norte são referidos como José em profecias. É minha convicção que iremos ver Judá, o Estado de Israel, se virar contra os EUA no futuro. Mas esta é apenas a minha posição.

Tiglath- Pileser III morreu em 727 a.C. e foi sucedido por seu filho Salmanasar V, que continuou o ataque a Israel até sua morte em 722 a.C.

10 E a tomaram ao fim de três anos, no ano sexto de Ezequias, que era o ano nono de Oséias, rei de Israel, quando tomaram Samaria. E o rei da Assíria transportou a Israel para a Assíria; e os fez levar a Hala e a Habor, junto ao rio de Gozã, e às cidades dos medos; (2 Reis 18:10-11)

A Escola Quartz Hill de Teologia tem isto a dizer sobre o assunto:

Shalmaneser V mesmo nunca tomou a cidade, já que foi realmente tomado pelo seu sucessor.Nas crônicas do reinado de Khorsabad, o monarca, Sargão II, enumera a queda de Samaria como o evento excepcional do primeiro ano do seu reinado:

No início do me governo, no meu primeiro ano de reinado… o povo da Samaria…. 27,290… que lá morávam, eu os retirei…

Sargão em sua inscrição em Khorsabad, que resume os principais eventos dos primeiros 15 anos de seu reinado diz:

Eu sitiei e capturrei a Samaria, levando 27.290 dos seus habitantes. Eu juntei 50 carros entre eles. Troquei os habitantes deportados com novos imigrantes. Por último, pus meus officiais sobre eles e impus-lhes o tributo do antido rei. [5]

Do primeiro pedido de socorro por Judá em 732 a.C. até a rendição de Israel em 723 a.C., levou apenas nove anos para a Assíria limpar as Dez Tribos de Israel. Israel nunca mais se recuperaria disto no contexto de retornar à Terra Prometida, mas se recuperariam em todos os outros aspectos, e mudariam seu nome como você está prestes a aprender. Também não há nenhum registro dos Assírios terem exilados pessoas das tribos de Dã, Asser, Isacar, Zebulon, ou o oeste de Manassés. Eu acredito, baseado na minhas muitas horas de pesquisas, que eles escaparam antes do massacre vir da Assíria e povoaram comunidades distantes ou postos de avançamento construidos pelo Rei Daví. Acredita-se ser estes os Povos do Mar da história antiga, tambem conhecido como os fenícios. [6] Eles tambem foram derrotados pelos Assírios, sendo que nós não o conhecíamos como Israelitas.

No seu auge os Assírios conquistaram a 25° dinastia do Egito (e expeliu a sua dinastia Nubiana/ Kushita) , bem como a Babilônia, Caldéia, Elã, Média, Pérsia, Ararate (Armenia), Fenícia, Aramea/Síria, Frígia, os Neo-Hititas, Arábia do Norte, Gurgum, Israel, Judá, Moabe, Edom, Corduene, Silícia, Mannea, e partes da Antiga Grécia (como Chipre) e derrotou e/ou exigiu tributo da Cita, Ciméria, Lídia, Núbia, Etiópia e outros.

O Império Assírio em seu auge compreendeu o todo das nações modernas de Iraque, Síria, Egito, Líbano, Israel, Jordão, Kuwait, Bahrain, Palestina, e Chipre, juntos com partes do Irã, a Arábia Saudita, Turquia, Sudão, Líbia, Armenia, Georgia e Azerbaijão.[7]

Aproximadamente cem anos depois da destruição das Dez Tribos de Israel, todas as guerras e os custos contínuos da expansão do império começou a pesar muito na Assíria a medida que expandiam até o Egito. Haviam constantes rebeliões por príncipes Egípcios e no leste; um destes povos que a Assíria havia anteriormente capturado e realocado estava agora se erguendo e se tornando uma ameaça. Estes eram os Cimérios sobre os quais leremos à respeito no próximo capítulo. O custo de manter um exército e cavalaria, junto com o realocamente do equipamento de cerco de uma cidade rebelde a outra estava os drenando.

Um novo império começou a flexionar seus músculos e começou a atacar o poderoso Império Assírio pelo sul.

O Egito consegiu se libertar do reinado Assírio. Os Assírios foram então enfraquecidos por conflitos sobre sucessões, por golpes de estados e guerra civil. Durante estes conflitos, cidades no Canaã se libertaram do controle da Assíria e a Finícia começou a ignorar as diretrizes da Assíria. Outros reinos menores se juntaram a rebelião contra a Assíria, e em 623 a.C. o bem comandado exército Caldeu se dirigiu ao norte das proximidades de Sumer e expeliu os Assírios da Babilônia.

Com a independência do Egito e da Babilônia, e a enfraquecida Assíria, o novo rei do Judá, Josias – neto de Manassés – declarou a independencia de Judá.

Entre a Mesopotamia e o Mar Cáspio, tribos de um povo Indo-Europea chamados de Medos se uniram sob um único rei. Mais tarde um rei dos Medos, Cyaxares, reogarnizou o seu exercito e tentou expandir para o oeste contra os Assírios. Ele aliou o seu exercito com os Caldeus, que agora controlavam a Babilônia e a Sumeria. Os Medos e os Caldeus atacaram, e juntos derrotaram os Assírios, tomando a capital da Assíria, Níneve, em 612 a.C. Os muros de Níneve foram quebrados pelos equipamentos de cerco que a Assíria teria introduzido ao mundo anteriormente. [8]

Depois de quatro anos de batalhas intensas, Níneve finalmente tombou em 612 a.C., depois de um cerco prolonfado e luta casa a casa. Sin-shar-ishkun foi morto defendendo sua capital.

Apesar da perda de suas maiores cidades e diante de tamanhas dificuldades, a resistencia Assíria continuou. Ashur-uballit II (612 a.C.–605? a.C.) subiu ao trono, ganhou algumas batalhas, e ocupou Harã (onde fundou a nova capital) de 612 a.C. até 608 a.C. quando ele foi derrotado pelos Babilonios e Medos. [9]

Quando o Babilônios tomaram a Níneve a capital da Assíria em 612 a.C., os Assírios mudaram sua capital para Harã na fronteira sul da Turquia e Síria contemporâneos. Os Babilônios então capturaram a Harã em 610 a.C. e os Assírios outra vez mudaram sua capital para Carquemis, no Rio Eufrates. O Egito era aliado do rei Assírio Ashur-uballit II, e marchou para acudí-los dos Babilônios em 609 a.C.

O exército Egípcio do Faraó Neco II foi atrasado em Megido pelas forças do rei Josias de Judá. Josias foi morto e seu exército derrotado. Os Egípcios e os Assírios juntos atravessaram o Eufrates e cercaram à Harã em 608 a.C., o qual não sucederam em retomá-lo. Eles então se retiraram para o norte da Síria. [10]

Lemos sobre este evento em II Reis:

29 Nos seus dias subiu Faraó Neco, rei do Egito, contra o rei da Assíria, ao rio Eufrates; e o rei Josias lhe foi ao encontro; e, vendo-o ele, o matou em Megido. E seus servos, num carro, o levaram morto, de Megido, e o trouxeram a Jerusalém, e o sepultaram na sua sepultura; e o povo da terra tomou a Joacaz, filho de Josias, e ungiram-no, e fizeram-no rei em lugar de seu pai. (2 Reis 23:29-30)

Com a morte de Josias, o irmão casula de Jeoiaquim, Joacaz (ou Salum) foi proclamado rei, porem depois de três meses, Faraó Neco II o depuz e colocou o seu filho primogênito em seu lugar, Eliaquim, que adotou o nome de Jeoiaquim e se tornou rei aos vinte e cinco anos.

34 Também Faraó Neco constituiu rei a Eliaquim, filho de Josias, em lugar de seu pai Josias, e lhe mudou o nome para Jeoiaquim; porém a Joacaz tomou consigo, e foi ao Egito, e morreu ali. (2 Reis 23:34)

Os próximos três anos foram testemunhas dos Egípcios e os Assírios remanescentes tentarem em vão expulsar os invasores da Babilônia. Em 605 a.C., os babilônios e medos derrotaram os egípcios e assírios em Carquemis, levando ao fim da Assíria como uma entidade politicamente independente, tambem completamente destruindo o exercito egípcio ao mesmo tempo.

Tanto Israel e agora Judá sofrerem o azar de viverem numa faixa estreita de terra entre duas grandes potencias – a Assíria e o Egíto e agora os Babilônios. Os Caldeus, sob o rei Nabucodornozor II, venceu a batalha de Carquemis e depois aniquilou o resto do exercito do Egito em Hamate. Os Babilônios agora reinavam sobre Judá, que era vassalo do Egito nos três anos anteriores, porem a Babilônia havia essencialmente, tomado cargo de Judá uma vez que derrotaram os Assírios em 609 a.C. na batalha em Harã. Foi por issso que Josias foi lutar com o Faraó Neco II do Egito e lá morreu. Esta é uma data importante, como você logo verá.

Jeremias também falou à toda Judá durante o quarto ano do reinado de Jeoiaquim.

1 A palavra que veio a Jeremias acerca de todo o povo de Judá no quarto ano de Jeoiaquim, filho de Josias, rei de Judá (que é o primeiro ano de Nabucodonosor, rei de Babilônia), A qual anunciou o profeta Jeremias a todo o povo de Judá, e a todos os habitantes de Jerusalém, dizendo: Desde o ano treze de Josias, filho de Amom, rei de Judá, até o dia de hoje, período de vinte e três anos, tem vindo a mim a palavra de ????, e vo-la tenho anunciado, madrugando e falando; mas vós não escutastes.” (Jeremias 25:1-3)

9 Eis que eu enviarei, e tomarei a todas as famílias do norte, diz ????, como também a Nabucodonosor, rei de Babilônia, meu servo, e os trarei sobre esta terra, e sobre os seus moradores, e sobre todas estas nações em redor, e os destruirei totalmente, e farei que sejam objeto de espanto, e de assobio, e de perpétuas desolações. E farei desaparecer dentre eles a voz de gozo, e a voz de alegria, a voz do esposo, e a voz da esposa, como também o som das mós, e a luz do candieiro. E toda esta terra virá a ser um deserto e um espanto; e estas nações servirão ao rei de Babilônia setenta anos. Acontecerá, porém, que, quando se cumprirem os setenta anos, visitarei o rei de Babilônia, e esta nação, diz ????, castigando a sua iniqüidade, e a da terra dos caldeus; farei deles ruínas perpétuas. E trarei sobre aquela terra todas as minhas palavras, que disse contra ela, a saber, tudo quanto está escrito neste livro, que profetizou Jeremias contra todas estas nações.” (Jeremias 25:9-13)

O pai de Nabucodonosor, Nabopolassar, faleceu e Nabucodonosor retornou à Babilônia, onde foi coroado rei. Quando Nabucodonosor deixou Jerusalem, ele levou consigo refens para que Judá se mantesse na linha. Estes refens foram tirados de famílias aristocratas ou líders de Judá, e Daniel foi um deles.

1 No ano terceiro do reinado de Jeoiaquim, rei de Judá, veio Nabucodonosor, rei de Babilônia, a Jerusalém, e a sitiou. E ???? entregou nas suas mãos a Jeoiaquim, rei de Judá, e uma parte dos utensílios da casa de Elohim, e ele os levou para a terra de Sinar, para a casa do seu deus, e pós os utensílios na casa do tesouro do seu deus. E disse o rei a Aspenaz, chefe dos seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel, e da linhagem real e dos príncipes, Jovens em quem não houvesse defeito algum, de boa aparência, e instruídos em toda a sabedoria, e doutos em ciência, e entendidos no conhecimento, e que tivessem habilidade para assistirem no palácio do rei, e que lhes ensinassem as letras e a língua dos caldeus. E o rei lhes determinou a porção diária, das iguarias do rei, e do vinho que ele bebia, e que assim fossem mantidos por três anos, para que no fim destes pudessem estar diante do rei. E entre eles se achavam, dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias; E o chefe dos eunucos lhes pós outros nomes, a saber: a Daniel pós o de Beltessazar, e a Hananias o de Sadraque, e a Misael o de Mesaque, e a Azarias o de Abednego. (Daniel 1:1-7)

Daniel se viu envolvido em grandes eventos mundias daquela época. Um tempo em que o grande Império Assírio havia sido completamente destruído, e desapareceu da história completamente depois disso. O Egito, outra grande nação, também foi destruído na mesma época e a Babilônia se tornou a autoridade mundial de governo.

Daniel, cujo nome em Hebraico significa, “Deus é meu Juíz”, era jovem quando foi levado ao cativeiro na Babilônia, no quarto ano do reinado de Jeoiaquim . Jeoiaquim se tornou rei sobre Judá em 609 a.C.[11] então seu quarto ano foi 605 a.C. quando Daniel foi levado junto com seus amigos Hananias, Misael e Azarias para o cativeiro na Babilônia. [12]

Em 601 a.C. os egípcios deflagaram uma grande derrota contra os Babilônios. [13] Esta derrota doi tão grande que em 600 a.C., Nabucodonosor II não saiu para guerrear. Jeoiaquim voltou aos egípcios e cessou de pagar tributo aos babilônios. Em 599 a.C., Nabucodonosor II invadiu à Judá e sitiou à Jerusalém. Em 598 a.C., Jeoiaquim faleceu e seu corpo foi atirado dos muros de Jerusalém como Jeremias 22:19 havia predito.

Também nos é dito porque isto esta prestes à acontecer com Judá.

8 E muitas nações passarão por esta cidade, e dirá cada um ao seu próximo: Por que procedeu ???? assim com esta grande cidade? E dirão: Porque deixaram a aliança de ???? seu Elohim, e se inclinaram diante de outros deuses, e os serviram.” (Jeremias 22:8-9)

Isto serve de aviso sério para nós hoje que não queremos guardar a aliança de Yehová.

Jeoiaquim foi sucedido pelo seu filho Jeconias (também conhecido como Joaquim). Jeconias foi então levado cativo para a Babilônia.

10 Naquele tempo subiram os servos de Nabucodonosor, rei de Babilônia, a Jerusalém; e a cidade foi cercada. Também veio Nabucodonosor, rei de Babilônia, contra a cidade, quando já os seus servos a estavam sitiando. Então saiu Joaquim, rei de Judá, ao rei de Babilônia, ele, sua mãe, seus servos, seus príncipes e seus oficiais; e o rei de Babilônia o tomou preso, no ano oitavo do seu reinado. E tirou dali todos os tesouros da casa de ???? e os tesouros da casa do rei; e partiu todos os vasos de ouro, que fizera Salomão, rei de Israel, no templo de ????, como ???? tinha falado. E transportou a toda a Jerusalém como também a todos os príncipes, e a todos os homens valorosos, dez mil presos, e a todos os artífices e ferreiros; ninguém ficou senão o povo pobre da terra. Assim transportou Joaquim à Babilônia; como também a mãe do rei, as mulheres do rei, os seus oficiais e os poderosos da terra levou presos de Jerusalém à Babilônia. E todos os homens valentes, até sete mil, e artífices e ferreiros até mil, e todos os homens destros na guerra, a estes o rei de Babilônia levou presos para Babilônia. (2 Reis 24:10-16)

Jeoiaquim foi solto da prisão no ano de 561 a.C. por Evil-Merodaque [14] e permitido viver o resto de seus dias na Babilônia.

27 Depois disto sucedeu que, no ano trinta e sete do cativeiro de Joaquim, rei de Judá, no mês duodécimo, aos vinte e sete do mês, Evil-Merodaque, rei de Babilônia, no ano em que reinou, levantou a cabeça de Joaquim, rei de Judá, tirando-o da casa da prisão. E lhe falou benignamente; e pós o seu trono acima do trono dos reis que estavam com ele em Babilônia. E lhe mudou as roupas de prisão, e de contínuo comeu pão na sua presença todos os dias da sua vida. E, quanto à sua subsistência, pelo rei lhe foi dada subsistência contínua, a porção de cada dia no seu dia, todos os dias da sua vida. (2 Reis 25:27-30)

Com a captura de Jerusalem e a morte do Rei Jeoiaquim em 597 a.C. Joaquim se tornou rei e isto durou três meses até que o Rei Nabucodonosor II o levou cativo e o trocou pelo seu tio, Zedequias.

17 E o rei de Babilônia estabeleceu a Matanias, seu tio, rei em seu lugar; e lhe mudou o nome para Zedequias. (2 Reis 24:17)

O Rei Zedequias reinaria em Jerusalem por onze anos até a destruição do Templo em 586 a.C. por Nabucodonosor II.

Ezequiel, aos vinte e cinco anos[15], fez parte dos 3,000 elites de Judá que foram levados à Babilônia junto com Joaquim em 597 a.C.

Porém, enquanto cativos, os Judeus deportados ainda consideravam Jeconias como seu rei legítimo. Até Ezequiel se refere a Jeconias como rei e data certos eventos de quando Jeconias foi levado cativo. Ezequiel nunca menciona, por nome, Zedequias, o sucessor do Reino de Judá.

Ezequiel iniciou seu ministério profético no quinquagéssimo ano do cativeiro, no qual o ano era 593 a.C.

1 E aconteceu no trigésimo ano, no quarto mês, no quinto dia do mês, que estando eu no meio dos cativos, junto ao rio Quebar, se abriram os céus, e eu tive visões de Elohim. No quinto dia do mês, no quinto ano do cativeiro do rei Jeoiaquim, Veio expressamente a palavra de ???? a Ezequiel, filho de Buzi, o sacerdote, na terra dos caldeus, junto ao rio Quebar, e ali esteve sobre ele a mão de ????. (Ezequiel 1:1-3)

Naquele tempo Daniel, a quem Ezequiel provavelmente conhecia, já era prisioneiro à doze anos no palácio do rei da Babilônia. Ezequiel menciona o nome de Daniel em Ezequiel 14:14, 20 e Ezequiel 28:3.

A última mensagem datada de Ezequiel foi dado no vigéssimo sétimo ano do cativeiro – ou seja 571 a.C. (Ezequiel 29:17) Ezequiel então profetizou na Babilônia por pelo menos vinte e dois anos mas não sabemos exatamente quando ele faleceu.

Jeremias começou a dar sua mensagem de advertência no décimo terceiro ano do reinado de Josias, no ano 627 a.C. e ainda atuava depois a morte de Zedequias em 586 a.C. como você verá no segundo capítulo deste livro.

1 Palavras de Jeremias, filho de Hilquias, um dos sacerdotes que estavam em Anatote, na terra de Benjamim; Ao qual veio a palavra de ????, nos dias de Josias, filho de Amom, rei de Judá, no décimo terceiro ano do seu reinado. E lhe veio também nos dias de Jeoiaquim, filho de Josias, rei de Judá, até ao fim do ano undécimo de Zedequias, filho de Josias, rei de Judá, até que Jerusalém foi levada em cativeiro no quinto mês. (Jeremias 1:1-3)

Jeremias a este tempo estava advertindo o povo de Jerusalém do perigo vindouro, mas eles não davam ouvidos à ele.

9 “…Eis que eu enviarei, e tomarei a todas as famílias do norte, diz ????, como também a Nabucodonosor, rei de Babilônia, meu servo, e os trarei sobre esta terra, e sobre os seus moradores, e sobre todas estas nações em redor, e os destruirei totalmente, e farei que sejam objeto de espanto, e de assobio, e de perpétuas desolações..” (Jeremias 25:9)

11 “E toda esta terra virá a ser um deserto e um espanto; e estas nações servirão ao rei de Babilônia setenta anos. Acontecerá, porém, que, quando se cumprirem os setenta anos, visitarei o rei de Babilônia, e esta nação, diz ????, castigando a sua iniqüidade, e a da terra dos caldeus; farei deles ruínas perpétuas.” (Jeremias 25:11-12)

Junto com Jeremias e Ezequiel, crê-se que Joel era um contemporâneo, mas não há evidencia o suficiente para saber se é fato ou não. Obadias, Habacuque e Sofanias todos profetizaram antes e durante o cativeiro na Babilônia. Em tudo isso, temos o jovem garoto, Daniel, sendo separado por Yehová para um propósito específico. Próximo ao fim da vida de Daniel, Zacarias começa suas profecias.

No livro de Daniel, capítulo dois, é no segundo ano do reinado de Nabucodonosor II. É o ano 604 a.C. e o segundo ano do cativeiro de Daniel. É justamente aqui no segundo ano de seu cativeiro que Yehová mostra à ele, através do sonho de Nabucodonosor da estátua enorme, quatro impérios que irão surgir no cenário mundial, a Babilônia sendo o primeiro e a cabeça de ouro.

1 E no segundo ano do reinado de Nabucodonosor, Nabucodonosor teve sonhos; e o seu espírito se perturbou, e passou-se-lhe o sono. Então o rei mandou chamar os magos, os astrólogos, os encantadores e os caldeus, para que declarassem ao rei os seus sonhos; e eles vieram e se apresentaram diante do rei. E o rei lhes disse: Tive um sonho; e para saber o sonho está perturbado o meu espírito. E os caldeus disseram ao rei em aramaico: O rei, vive eternamente! Dize o sonho a teus servos, e daremos a interpretação. Respondeu o rei, e disse aos caldeus: O assunto me tem escapado; se não me fizerdes saber o sonho e a sua interpretação, sereis despedaçados, e as vossas casas serão feitas um monturo; Mas se vós me declarardes o sonho e a sua interpretação, recebereis de mim dádivas, recompensas e grande honra; portanto declarai-me o sonho e a sua interpretação.” (Daniel 2:1-6)

7 Responderam segunda vez, e disseram: Diga o rei o sonho a seus servos, e daremos a sua interpretação. Respondeu o rei, e disse: Percebo muito bem que vós quereis ganhar tempo; porque vedes que o assunto me tem escapado. De modo que, se não me fizerdes saber o sonho, uma só sentença será a vossa; pois vós preparastes palavras mentirosas e perversas para as proferirdes na minha presença, até que se mude o tempo; portanto dizei-me o sonho, para que eu entenda que me podeis dar a sua interpretação. Responderam os caldeus na presença do rei, e disseram: Não há ninguém sobre a terra que possa declarar a palavra ao rei; pois nenhum rei há, grande ou dominador, que requeira coisas semelhantes de algum mago, ou astrólogo, ou caldeu. Porque o assunto que o rei requer é difícil; e ninguém há que o possa declarar diante do rei, senão os deuses, cuja morada não é com a carne.” (Daniel 2:7-11)

12 Por isso o rei muito se irou e enfureceu; e ordenou que matassem a todos os sábios de Babilônia. E saiu o decreto, segundo o qual deviam ser mortos os sábios; e buscaram a Daniel e aos seus companheiros, para que fossem mortos. Então Daniel falou avisada e prudentemente a Arioque, capitão da guarda do rei, que tinha saído para matar os sábios de Babilônia. Respondeu, e disse a Arioque, capitão do rei: Por que se apressa tanto o decreto da parte do rei? Então Arioque explicou o caso a Daniel. (Daniel 2:12-15)

16 E Daniel entrou; e pediu ao rei que lhe desse tempo, para que lhe pudesse dar a interpretação. Então Daniel foi para a sua casa, e fez saber o caso a Hananias, Misael e Azarias, seus companheiros; Para que pedissem misericórdia ao Deus do céu, sobre este mistério, a fim de que Daniel e seus companheiros não perecessem, juntamente com o restante dos sábios de Babilônia. Então foi revelado o mistério a Daniel numa visão de noite; então Daniel louvou o Deus do céu. Falou Daniel, dizendo: Seja bendito o nome de Deus de eternidade a eternidade, porque dele são a sabedoria e a força; E ele muda os tempos e as estações; ele remove os reis e estabelece os reis; ele dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos entendidos. Ele revela o profundo e o escondido; conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz. O Deus de meus pais, eu te dou graças e te louvo, porque me deste sabedoria e força; e agora me fizeste saber o que te pedimos, porque nos fizeste saber este assunto do rei.” (Daniel 2:16-23)

24 Por isso Daniel foi ter com Arioque, ao qual o rei tinha constituído para matar os sábios de Babilônia; entrou, e disse-lhe assim: Não mates os sábios de Babilônia; introduze-me na presença do rei, e declararei ao rei a interpretação. Então Arioque depressa introduziu a Daniel na presença do rei, e disse-lhe assim: Achei um homem dentre os cativos de Judá, o qual fará saber ao rei a interpretação. Respondeu o rei, e disse a Daniel (cujo nome era Beltessazar): Podes tu fazer-me saber o sonho que tive e a sua interpretação?” (Daniel 2:24-26)

27 Respondeu Daniel na presença do rei, dizendo: O segredo que o rei requer, nem sábios, nem astrólogos, nem magos, nem adivinhos o podem declarar ao rei; Mas há um Deus no céu, o qual revela os mistérios; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de acontecer nos últimos dias; o teu sonho e as visões da tua cabeça que tiveste na tua cama são estes: Estando tu, ó rei, na tua cama, subiram os teus pensamentos, acerca do que há de ser depois disto. Aquele, pois, que revela os mistérios te fez saber o que há de ser. E a mim me foi revelado esse mistério, não porque haja em mim mais sabedoria que em todos os viventes, mas para que a interpretação se fizesse saber ao rei, e para que entendesses os pensamentos do teu coração. Tu, ó rei, estavas vendo, e eis aqui uma grande estátua; esta estátua, que era imensa, cujo esplendor era excelente, e estava em pé diante de ti; e a sua aparência era terrível. A cabeça daquela estátua era de ouro fino; o seu peito e os seus braços de prata; o seu ventre e as suas coxas de cobre; As pernas de ferro; os seus pés em parte de ferro e em parte de barro. Estavas vendo isto, quando uma pedra foi cortada, sem auxílio de mão, a qual feriu a estátua nos pés de ferro e de barro, e os esmiuçou. Então foi juntamente esmiuçado o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro, os quais se fizeram como pragana das eiras do estio, e o vento os levou, e não se achou lugar algum para eles; mas a pedra, que feriu a estátua, se tornou grande monte, e encheu toda a terra.” (Daniel 2:27-35)

36 “Este é o sonho; também a sua interpretação diremos na presença do rei. Tu, ó rei, és rei de reis; a quem o Deus do céu tem dado o reino, o poder, a força, e a glória. E onde quer que habitem os filhos de homens, na tua mão entregou os animais do campo, e as aves do céu, e fez que reinasse sobre todos eles; tu és a cabeça de ouro. E depois de ti se levantará outro reino, inferior ao teu; e um terceiro reino, de bronze, o qual dominará sobre toda a terra. E o quarto reino será forte como ferro; pois, como o ferro, esmiúça e quebra tudo; como o ferro que quebra todas as coisas, assim ele esmiuçará e fará em pedaços.” (Daniel 2:36-40)

41 “E, quanto ao que viste dos pés e dos dedos, em parte de barro de oleiro, e em parte de ferro, isso será um reino dividido; contudo haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro, pois viste o ferro misturado com barro de lodo. E como os dedos dos pés eram em parte de ferro e em parte de barro, assim por uma parte o reino será forte, e por outra será frágil. Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro. Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre. (Daniel 2:41-44 | Veja também: Daniel 7; Salmo 22:28; Jeremias 30:11; Joel 3:16; Obadias 15-17; Habacuque 3:12-13; Sofanias 3:8; Ageu 2:22; Apocalipse 11:15)

45 “Da maneira que viste que do monte foi cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela esmiuçou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro; o grande Deus fez saber ao rei o que há de ser depois disto. Certo é o sonho, e fiel a sua interpretação. Então o rei Nabucodonosor caiu sobre a sua face, e adorou a Daniel, e ordenou que lhe oferecessem uma oblação e perfumes suaves. Respondeu o rei a Daniel, e disse: Certamente o vosso Deus é Deus dos deuses, e o Senhor dos reis e revelador de mistérios, pois pudeste revelar este mistério. Então o rei engrandeceu a Daniel, e lhe deu muitas e grandes dádivas, e o pós por governador de toda a província de Babilônia, como também o fez chefe dos governadores sobre todos os sábios de Babilônia. E pediu Daniel ao rei, e constituiu ele sobre os negócios da província de Babilônia a Sadraque, Mesaque e Abednego; mas Daniel permaneceu na porta do rei. (Daniel 2:45-49)

Este é então o relato de como Daniel foi promovido de ser apenas um Judeu cativo para aquele que governa sobre toda a província da Babilônia e a ele foi dado o status de Chefe dos Governadores e todos os sábios da Babilônia. Isto foi uma grande promoção.

Então lemos sobre os três amigos de Daniel serem jogados na fornalha ardente por não se curvarem diante da imagem de ouro feito por Nabucodonosor II. Quando eles passaram pelo fogo, eles também foram promovidos a governadores das Províncias da Babilônia. Isto provou ser grande encorajamento para os cativos Judeus da época, ouvir falar destes grandes eventos concernente à Daniel e seus três amigos e de como eles foram tanto promovidos como subiram dentro do sistema de governo da Babilônia.

Depois de pouco tempo, surgiram falsos profetas na Babilônia que disseram às pessoas coisas que não eram verdade e encontramos Jeremias falando contra eles. Estou compartilhando isto com você para que você possa compreender tamanha desordem e stress pelo qual Daniel e o povo Judeu passaram nesta época a medida que tentaram compreender o que havia acontecido com eles – tanto no contexto do porque Yehová permitiu que isto acontecesse à eles e qual a situação em que o povo se encontrava quando Deus tabalhava neles – uma dessas pessoas sendo Daniel.

Jeremias escreveu uma carta aos cativos da Babilônia advertindo contra crerem nestes dois profetas falsos e aconselhou-os a contruirem a construirem a se acomodarem na terra de Babilônia.

1 E Estas são as palavras da carta que Jeremias, o profeta, enviou de Jerusalém, aos que restaram dos anciãos do cativeiro, como também aos sacerdotes, e aos profetas, e a todo o povo que Nabucodonosor havia deportado de Jerusalém para Babilônia (Depois que saíram de Jerusalém o rei Jeconias, e a rainha, e os eunucos, e os príncipes de Judá e Jerusalém, e os carpinteiros e ferreiros), Pela mão de Elasa, filho de Safã, e de Gemarias, filho de Hilquias (os quais Zedequias, rei de Judá, tinha enviado a Babilônia, a Nabucodonosor, rei de Babilônia), dizendo: Assim diz ???? dos Exércitos, o Elohim de Israel, a todos os do cativeiro, os quais fiz transportar de Jerusalém para Babilônia: Edificai casas e habitai-as; e plantai jardins, e comei o seu fruto. Tomai mulheres e gerai filhos e filhas, e tomai mulheres para vossos filhos, e dai vossas filhas a maridos, para que tenham filhos e filhas; e multiplicai-vos ali, e não vos diminuais. E procurai a paz da cidade, para onde vos fiz transportar em cativeiro, e orai por ela a ????; porque na sua paz vós tereis paz. (Jeremias 29:1-7)

8 Porque assim diz ???? dos Exércitos, o Deus de Israel: Não vos enganem os vossos profetas que estão no meio de vós, nem os vossos adivinhos, nem deis ouvidos aos vossos sonhos, que sonhais; Porque eles vos profetizam falsamente em meu nome; não os enviei, diz ????. Porque assim diz ????: Certamente que passados setenta anos em Babilônia, vos visitarei, e cumprirei sobre vós a minha boa palavra, tornando a trazer-vos a este lugar. Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz ????; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais. Então me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei. E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração.” (Jeremias 29:8-13 | Veja: Deuteronômio 4:29; Joel 2:12)

14 “E serei achado de vós, diz ????, e farei voltar os vossos cativos e congregar-vos-ei de todas as nações, e de todos os lugares para onde vos lancei, diz ????, e tornarei a trazer-vos ao lugar de onde vos transportei. Porque dizeis: ???? nos levantou profetas em Babilônia. Porque assim diz ???? acerca do rei que se assenta no trono de Davi, e de todo o povo que habita nesta cidade, vossos irmãos, que não saíram conosco para o cativeiro. Assim diz ???? dos Exércitos: Eis que enviarei entre eles a espada, a fome e a peste, e fa-los-ei como a figos podres que não se podem comer, de ruins que são. E persegui-los-ei com a espada, com a fome, e com a peste; e da-los-ei para deslocarem-se por todos os reinos da terra, para serem uma maldição, e um espanto, e um assobio, e um opróbrio entre todas as nações para onde os tiver lançado. Porquanto não deram ouvidos às minhas palavras, diz ????, mandando-lhes eu os meus servos, os profetas, madrugando e enviando; mas vós não escutastes, diz ????. (Jeremias 29:14-19)

20 “Vós, pois, ouvi a palavra de ????, todos os do cativeiro que enviei de Jerusalém a Babilônia. Assim diz ???? dos Exércitos, o Deus de Israel, acerca de Acabe, filho de Colaías, e de Zedequias, filho de Maaséias, que vos profetizam falsamente em meu nome: Eis que os entregarei na mão de Nabucodonosor, rei de Babilônia, e ele os ferirá diante dos vossos olhos. E todos os transportados de Judá, que estão em Babilônia, tomarão deles uma maldição, dizendo: ???? te faça como Zedequias, e como Acabe, os quais o rei de Babilônia assou no fogo; Porquanto fizeram loucura em Israel, e cometeram adultério com as mulheres dos seus vizinhos, e anunciaram falsamente, em meu nome uma palavra, que não lhes mandei, e eu o sei e sou testemunha disso, diz ????. (Jeremias 29:20-23)

24 E a Semaías, o neelamita, falarás, dizendo: Assim fala ???? dos Exércitos, o Deus de Israel, dizendo: Porquanto tu enviaste no teu nome cartas a todo o povo que está em Jerusalém, como também a Sofonias, filho de Maaséias, o sacerdote, e a todos os sacerdotes, dizendo: ???? te pós por sacerdote em lugar de Joiada, o sacerdote, para que sejas encarregado da casa de ???? sobre todo o homem fanático, e que profetiza, para o lançares na prisão e no tronco. Agora, pois, por que não repreendeste a Jeremias, o anatotita, que vos profetiza? Porque até nos mandou dizer em Babilônia: Ainda o cativeiro muito há de durar; edificai casas, e habitai nelas; e plantai pomares, e comei o seu fruto. E leu Sofonias, o sacerdote, esta carta aos ouvidos de Jeremias, o profeta. (Jeremias 29:24-29)

30 E veio a palavra de ???? a Jeremias, dizendo: Manda a todos os do cativeiro, dizendo: Assim diz ???? acerca de Semaías, o neelamita: Porquanto Semaías vos profetizou, e eu não o enviei, e vos fez confiar em mentiras, Portanto assim diz ????: Eis que castigarei a Semaías, o neelamita, e a sua descendência; ele não terá ninguém que habite entre este povo, e não verá o bem que hei de fazer ao meu povo, diz ????, porque falou em rebeldia contra ????.’” (Jeremias 29:30-32)

Preste bem atenção ao versículo 10 no texto acima.

10 Porque assim diz ????: Certamente que passados setenta anos em Babilônia, vos visitarei, e cumprirei sobre vós a minha boa palavra, tornando a trazer-vos a este lugar.”(Jeremias 29:10)

O trecho acima deixa duas coisas claro: 1) O domínio da Babilônia sobre Judá incluiria um cativeiro em que os Judeus seria levados à Babilônia. 2) O cativeiro terminaria quando os “setenta anos” terminassem. Mas Jeremias nunca falou que o cativeiro em si duraria setenta anos. Ele apenas falou que o domínio Babilônico duraria setenta anos. O reinado Babilônico durou setenta anos de 609 a.C. quando o último rei Sírio, Ashur-uballit II, foi derrotado em Harã, até 539 a.C. quando os Medo-Persas conquistaram a Babilônia.[16]

 

Yehová informou a Ezequiel que Jerusalém estava cercado e que certamente sucumbiria. Dissemos anteriormente que o quintos ano de Ezequiel e Joaquim foi 593 a.C. então o nono ano foi 588 a.C. Ezequiel datou seus escritos de acordo com os anos de cativeiro que ele compartilhou com Jeconias, e ele menciona vários eventos relacionados a queda de Jerusalem nestes escritos.[17] Ezequiel não relata seus escritos de acordo com os anos sabáticos e os jubileus, como alguns querem que acreditemos.

1 E veio a mim a palavra de ????, no nono ano, no décimo mês, aos dez do mês, dizendo: Filho do homem, escreve o nome deste dia, deste mesmo dia; porque o rei de Babilônia se pós contra Jerusalém neste mesmo dia. E fala por parábola à casa rebelde, e dize-lhes: Assim diz o Senhor ????: Põe a panela ao lume, põe-na, e deita-lhe também água dentro. Ajunta nela pedaços, todos os bons pedaços, as coxas e as espáduas; enche-a de ossos escolhidos. Escolhe o melhor do rebanho, e queima também os ossos debaixo dela; faze-a ferver bem, e cozam-se dentro dela os seus ossos. Portanto, assim diz o Senhor ????: Ai da cidade sanguinária, da panela que escuma por dentro, e cuja escuma não saiu dela! Tira dela pedaço por pedaço; não caia sorte sobre ela; Porque o seu sangue está no meio dela, sobre uma penha descalvada o pós; não o derramou sobre a terra, para o cobrir com pó. Para fazer subir a indignação, para tomar vingança, eu pus o seu sangue numa penha descalvada, para que não fosse coberto. Portanto, assim diz o Senhor ????: Ai da cidade sanguinária! Também eu farei uma grande fogueira. Amontoa muita lenha, acende o fogo, ferve bem a carne, e tempera o caldo, e ardam os ossos. Então a porás vazia sobre as suas brasas, para que ela aqueça, e se queime o seu cobre, e se funda a sua imundícia no meio dela, e se consuma a sua escuma. Ela com mentiras se cansou; e não saiu dela a sua muita escuma; ao fogo irá a sua escuma. Na imundícia está a infâmia, porquanto te purifiquei, e não permaneceste pura; nunca mais serás purificada da tua imundícia, enquanto eu não fizer descansar sobre ti a minha indignação. Eu, ????, o disse: viva isso, e o farei, não me tornarei atrás, e não pouparei, nem me arrependerei; conforme os teus caminhos, e conforme os teus feitos, te julgarão, diz o Senhor ????.” (Ezequiel 24:1-14)

Ezequiel ficou sabendo que sua amada esposa logo faleceria. O brilho de seus olhos seria tirado dele assim como o Templo, o brilho dos olhos de Israel, seria tirado dela. Não era para ele lamentar a morte de sua esposa abertamente, como sinal para o povo não lamentar abertamente a Jerusalem.

15 E veio a mim a palavra de ????, dizendo: Filho do homem, eis que, de um golpe tirarei de ti o desejo dos teus olhos, mas não lamentarás, nem chorarás, nem te correrão as lágrimas. Geme em silêncio, não faças luto por mortos; ata o teu turbante, e põe nos pés os teus sapatos, e não cubras os teus lábios, e não comas o pão dos homens. E falei ao povo pela manhã, e à tarde morreu minha mulher; e fiz pela manhã como me foi mandado. E o povo me disse: Porventura não nos farás saber o que significam para nós estas coisas que estás fazendo? E eu lhes disse: Veio a mim a palavra de ????, dizendo: Dize à casa de Israel: Assim diz o Senhor ????: Eis que eu profanarei o meu santuário, a glória da vossa força, o desejo dos vossos olhos, e o anelo das vossas almas; e vossos filhos e vossas filhas, que deixastes, cairão à espada.’” (Ezequiel 24:15-21)

22 “E fareis como eu fiz; não vos cobrireis os lábios, e não comereis o pão dos homens. E tereis nas cabeças os vossos turbantes, e os vossos sapatos nos pés; não lamentareis, nem chorareis, mas definhar-vos-eis nas vossas maldades, e gemereis uns com os outros. Assim vos servirá Ezequiel de sinal; conforme tudo quanto ele fez, fareis; quando isso suceder, sabereis que eu sou o Senhor ????. E quanto a ti, filho do homem, não sucederá que no dia que eu lhes tirar a sua força, a alegria da sua glória, o desejo dos seus olhos, e o anelo de suas almas, com seus filhos e suas filhas, Nesse dia virá ter contigo aquele que escapar, para te dar notícias pessoalmente? Naquele dia abrir-se-á a tua boca para com aquele que escapar, e falarás, e não mais ficarás mudo; assim virás a ser para eles um sinal, e saberão que eu sou ????.’” (Ezequiel 24:22-27)

Nabucodonosor II havia empossado como rei tributário de Judá quando tomou Joaquim como prisioneiro em 597 a.C. Zedequias mais tarde se revoltou contra Babilônia e entrou em aliança com o Faraó Hofra do Egito que havia derrotado a Babilônia dois anos antes.

Nabucodonosor II respondeu invadindo a Judá e iniciou cerco a Jerusalem em Janeiro de 589 a.C. Durante este cerco, que durou aproximadamente trinta meses, “as piores lamúrias atingiram a cidade, que bebeu o copo da fúria de Deus.”

 

1 E sucedeu que, no nono ano do seu reinado, no mês décimo, aos dez do mês, Nabucodonosor, rei de Babilônia, veio contra Jerusalém, ele e todo o seu exército, e se acampou contra ela, e levantaram contra ela trincheiras em redor. E a cidade foi sitiada até ao undécimo ano do rei Zedequias. Aos nove do mês quarto, quando a cidade se via apertada pela fome, nem havia pão para o povo da terra. (2 Reis 25:1-3)

2 Os preciosos filhos de Sião, avaliados a puro ouro, como são agora reputados por vasos de barro, obra das mãos do oleiro! Até os chacais abaixam o peito, dão de mamar aos seus filhos; mas a filha do meu povo tornou-se cruel como os avestruzes no deserto. A língua do que mama fica pegada pela sede ao seu paladar; os meninos pedem pão, e ninguém lho reparte. (Lamentações 4:2-4)

5 Os que comiam comidas finas agora desfalecem nas ruas; os que se criaram em carmesim abraçam monturos. Porque maior é a iniqüidade da filha do meu povo do que o pecado de Sodoma, a qual foi subvertida como num momento, sem que mãos lhe tocassem. Os seus nobres eram mais puros do que a neve, mais brancos do que o leite, mais vermelhos de corpo do que os rubis, e mais polidos do que a safira. Mas agora escureceu-se o seu aspecto mais do que o negrume; não são conhecidos nas ruas; a sua pele se lhes pegou aos ossos, secou-se, tornou-se como um pau. Os mortos à espada foram mais ditosos do que os mortos à fome; porque estes morreram lentamente, por falta dos frutos dos campos. As mãos das mulheres compassivas cozeram seus próprios filhos; serviram-lhes de alimento na destruição da filha do meu povo. Deu ???? cumprimento ao seu furor; derramou o ardor da sua ira, e acendeu fogo em Sião, que consumiu os seus fundamentos. (Lamentações 4:5-11)

Em 587 a.C., o décimo primeiro ano do reinado de Zedequias, Nabudoconosor II rompeu os muros de Jerusalem, conquistando a cidade. Zedequias e seus seguidores tentaram escapar, mas foram capturados nas campinas de Jericó e levados à Ribla. Lá, depois de assistir a morte de seus filhos, Zedequias foi cegado, acorrentado e levado cativo para a Babilônia, onde permaneceu prisioneiro até a sua morte.

4 Então a cidade foi invadida, e todos os homens de guerra fugiram de noite pelo caminho da porta, entre os dois muros que estavam junto ao jardim do rei (porque os caldeus estavam contra a cidade em redor), e o rei se foi pelo caminho da campina. Porém o exército dos caldeus perseguiu o rei, e o alcançou nas campinas de Jericó; e todo o seu exército se dispersou. E tomaram o rei, e o fizeram subir ao rei de Babilônia, a Ribla; e foi-lhe pronunciada a sentença. E aos filhos de Zedequias mataram diante dos seus olhos; e vazaram os olhos de Zedequias, e o ataram com duas cadeias de bronze, e o levaram a Babilônia. (2 Reis 25:4-7)

11 Tinha Zedequias a idade de vinte e cinco anos, quando começou a reinar; e onze anos reinou em Jerusalém. E fez o que era mau aos olhos de ???? seu Deus; nem se humilhou perante o profeta Jeremias, que falava da parte de ????. Além disto, também se rebelou contra o rei Nabucodonosor, que o tinha ajuramentado por Deus. Mas endureceu a sua cerviz, e tanto se obstinou no seu coração, que não se converteu a ???? Elohim de Israel. (2 Chronicles 36:11-13)

Você pode ler mais sobre esta época nos relatos de Jeremias 32:4-5, 34:2-3, 39:1-7, e 52:4-11.

Os Babilônios cercaram a Jerusalem em 588 a.C., e em Julho de 586 a.C., os muros foram rompidos e a cidade saquiada. Em 14 de agosto, 586 a.C., a cidade e o templo foram queimados. Esta data também é conhecida como dia 10 do Av.

18 Tinha Zedequias vinte e um anos de idade quando começou a reinar, e reinou onze anos em Jerusalém; e era o nome de sua mãe Hamutal, filha de Jeremias, de Libna. E fez o que era mau aos olhos de ????, conforme tudo quanto fizera Jeoiaquim. Porque assim sucedeu por causa da ira de ???? contra Jerusalém, e contra Judá, até os rejeitar de diante da sua presença; e Zedequias se rebelou contra o rei de Babilônia. (2 Reis 24:18-20)

O Templo foi destruído no dia 10 de Av, 586 a.C.

12 E no quinto mês, no décimo dia do mês, que era o décimo nono ano do rei Nabucodonosor, rei de Babilônia, Nebuzaradã, capitão da guarda, que assistia na presença do rei de Babilônia, veio a Jerusalém. E queimou a casa de ????, e a casa do rei; e também a todas as casas de Jerusalém, e a todas as casas dos grandes ele as incendiou. (Jeremias 52:12-13)

2 E a cidade foi sitiada até ao undécimo ano do rei Zedequias. Aos nove do mês quarto, quando a cidade se via apertada pela fome, nem havia pão para o povo da terra, Então a cidade foi invadida, e todos os homens de guerra fugiram de noite pelo caminho da porta, entre os dois muros que estavam junto ao jardim do rei (porque os caldeus estavam contra a cidade em redor), e o rei se foi pelo caminho da campina. Porém o exército dos caldeus perseguiu o rei, e o alcançou nas campinas de Jericó; e todo o seu exército se dispersou. E tomaram o rei, e o fizeram subir ao rei de Babilônia, a Ribla; e foi-lhe pronunciada a sentença. E aos filhos de Zedequias mataram diante dos seus olhos; e vazaram os olhos de Zedequias, e o ataram com duas cadeias de bronze, e o levaram a Babilônia. (2 Reis 25:2-7)

8 E no quinto mês, no sétimo dia do mês (este era o ano décimo nono de Nabucodonosor, rei de Babilônia), veio Nebuzaradã, capitão da guarda, servo do rei de Babilônia, a Jerusalém. E queimou a casa de ???? e a casa do rei, como também todas as casas de Jerusalém, e todas as casas dos grandes queimou. E todo o exército dos caldeus, que estava com o capitão da guarda, derrubou os muros em redor de Jerusalém. E o mais do povo que deixaram ficar na cidade, os rebeldes que se renderam ao rei de Babilônia e o mais da multidão, Nebuzaradã, o capitão da guarda, levou presos. Porém dos mais pobres da terra deixou o capitão da guarda ficar alguns para vinheiros e para lavradores. (2 Reis 25:8-12)

13 Quebraram mais, os caldeus, as colunas de cobre que estavam na casa de ????, como também as bases e o mar de cobre que estavam na casa de ????; e levaram o seu bronze para Babilônia. Também tomaram as caldeiras, as pás, os apagadores, as colheres e todos os vasos de cobre, com que se ministrava. Também o capitão-da-guarda tomou os braseiros, e as bacias, o que era de ouro puro, em ouro e o que era de prata, em prata. As duas colunas, um mar, e as bases, que Salomão fizera para a casa de ????; o cobre de todos estes vasos não tinha peso. A altura de uma coluna era de dezoito côvados, e sobre ela havia um capitel de cobre, e de altura tinha o capitel três côvados; e a rede e as romãs em redor do capitel, tudo era de cobre; e semelhante a esta era a outra coluna com a rede. (2 Reis 25:13-17)

18 Também o capitão-da-guarda tomou a Seraías, primeiro sacerdote, e a Sofonias, segundo sacerdote, e aos três guardas do umbral da porta. E da cidade tomou a um oficial, que tinha cargo dos homens de guerra, e a cinco homens dos que estavam na presença do rei, e se achavam na cidade, como também ao escrivão-mor do exército, que registrava o povo da terra para a guerra, e a sessenta homens do povo da terra, que se achavam na cidade. E tomando-os Nebuzaradã, o capitão da guarda, os levou ao rei de Babilônia, a Ribla. E o rei de Babilônia os feriu e os matou em Ribla, na terra de Hamate; e Judá foi levado preso para fora da sua terra. Porém, quanto ao povo que ficara na terra de Judá, que Nabucodonosor, rei de Babilônia, deixou ficar, pós sobre ele, por governador a Gedalias, filho de Aicão, filho de Safã. (2 Reis 25:18-22)

23 Ouvindo, pois, os capitães dos exércitos, eles e os seus homens, que o rei de Babilônia pusera a Gedalias por governador, vieram a Gedalias, a Mizpá, a saber: Ismael, filho de Netanias, e Joanã, filho de Careá, e Seraías, filho de Tanumete, o netofatita, e Jazanias, filho do maacatita, eles e os seus homens. E Gedalias jurou a eles e aos seus homens, e lhes disse: Não temais ser servos dos caldeus; ficai na terra, servi ao rei de Babilônia, e bem vos irá. Sucedeu, porém, que, no sétimo mês, veio Ismael, filho de Netanias, o filho de Elisama, da descendência real, e dez homens com ele, e feriram a Gedalias, e ele morreu, como também aos judeus, e aos caldeus que estavam com ele em Mizpá. Então todo o povo se levantou, desde o menor até ao maior, como também os capitães dos exércitos, e foram ao Egito, porque temiam os caldeus. (2 Reis 25:23-26)

21 E sucedeu que, no ano duodécimo do nosso cativeiro, no décimo mês, aos cinco do mês, veio a mim um que tinha escapado de Jerusalém, dizendo: A cidade está ferida. (Ezequiel 33:21)

O décimo mês é o mês de dezembro 586 a.C.

Em 586 a.C., doze anos depois do primeiro ataque de Nabucodonosor II à Jerusalem, o povo de Jerusalém se rebelou contra o governo Caldeu, e os Caldeus responderam queimando à Jerusalem e destruíndo seus muros. Eles também saquiaram o Templo e o queimaram. Os Caldeus levaram aproximadamente 40,000 cativos de Judá – incluindo líderes políticos e sumo sacerdotes, levando-os a capital Babylonia, enquanto alguns do povo de Judá fugiram para o Egito ou Arábia, e ainda outros fugiram para o norte à area controlada pelos Caldeus a Mesopotâmia.

Voltaremos a história de Jeremias mais tarde, mas por agora saiba e entenda o nível de estress pelo qual Daniel e seus compatriotas tinham que operar a medida que foram derrotados e depois serem levados cativos e depois terem que assistir à destruição do Templo. As Tribos do norte também assistiram estes eventos de longe dos seus respectivos locais de cativeiro.

No capítulo quatro de Daniel, lemos da árvore que foi cortado e a interpretação de Daniel deste sonho foi:

24 “…Esta é a interpretação, ó rei; e este é o decreto do Altíssimo, que virá sobre o rei, meu senhor: Serás tirado dentre os homens, e a tua morada será com os animais do campo, e te farão comer erva como os bois, e serás molhado do orvalho do céu; e passar-se-ão sete tempos por cima de ti; até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer. E quanto ao que foi falado, que deixassem o tronco com as raízes da árvore, o teu reino voltará para ti, depois que tiveres conhecido que o céu reina. Portanto, ó rei, aceita o meu conselho, e põe fim aos teus pecados, praticando a justiça, e às tuas iniqüidades, usando de misericórdia com os pobres, pois, talvez se prolongue a tua tranqüilidade. Todas estas coisas vieram sobre o rei Nabucodonosor. Ao fim de doze meses, quando passeava no palácio real de Babilônia, Falou o rei, dizendo: Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para a casa real, com a força do meu poder, e para glória da minha magnificência? Ainda estava a palavra na boca do rei, quando caiu uma voz do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: Passou de ti o reino. E serás tirado dentre os homens, e a tua morada será com os animais do campo; far-te-ão comer erva como os bois, e passar-se-ão sete tempos sobre ti, até que conheças que o Altíssimo domina sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer. (Daniel 4:24-32)

33 Na mesma hora se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor, e foi tirado dentre os homens, e comia erva como os bois, e o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceu pelo, como as penas da águia, e as suas unhas como as das aves. Mas ao fim daqueles dias eu, Nabucodonosor, levantei os meus olhos ao céu, e tornou-me a vir o entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é um domínio sempiterno, e cujo reino é de geração em geração. E todos os moradores da terra são reputados em nada, e segundo a sua vontade ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem possa estorvar a sua mão, e lhe diga: Que fazes? No mesmo tempo tornou a mim o meu entendimento, e para a dignidade do meu reino tornou-me a vir a minha majestade e o meu resplendor; e buscaram-me os meus conselheiros e os meus senhores; e fui restabelecido no meu reino, e a minha glória foi aumentada. Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, exalço e glorifico ao Rei do céu; porque todas as suas obras são verdade, e os seus caminhos juízo, e pode humilhar aos que andam na soberba.” (Daniel 4:33-37)

A data em que estes sete anos de insanidade ocorreu não se sabe. Porém, eu imagino que teria que ser depois que Nabucodonosor II foi rei por algum tempo para que ele pudessem ter feito muitas das coisas que fez para que viessem a proferir as palavras que diz em Daniel capítulo quatro. Mas há uma profecia neste capítulo que revela algo de extrema importância para nós. A árvore neste sonho do capítulo quatro representa não somente Nabucodonosor II mas também o império Babilônico como um todo. A Babilônia caiu em 539 a.C., mas sabemos do livro de Apocalipse que vai experimentar um reavivamento como um poderoso império Europeu nos últimos dias, dominado por um grande sistema Cristão referido em Apocalipse 17 como “a grande Babilônia”. Considerando tudo, acredita-se que os sete tempos são sete períodos proféticos de anos de 360 dias. O princípio profético de “um dia igual a um ano” (Números 14:34; Ezequiel 4:6) equivale a 2,520 anos (ex.. 360 x 7)—se extendendo da queda da antiga Babilônia até o início de seu resurgimento em tempos modernos.

Existe ainda um paralelo potencial a esta figura de 2,520 na inscrição misteriosa de Daniel 5, como examinaremos mais tarde com mais atenção.

2,520 anos no futuro de 539 a.C. nos leva à 1982 quando o Papa João Paulo, em seu discurso abaixo, fortemente incitou seus seguidores a retornarem às suas raízes. O toco da Babilônia, então, começou a brotar outra vez em 1982. Aqui está parte do discurso:

Falando antes da oração do Angelus ontem, à um grupo de aproximadamente 8,000 peregrinos em Les Combes, no Valle d’Aosta na Itália, onde está de férias, a Sua Santidade relembrou as raízes profundamente Cristãs da Europa e desafiou o continente à retornar à elas. O Papa Benedito chamou atenção ao festa São Tiago hoje, “do qual suas relíquias são venerados no famoso santuário de Santiago em Compostela na Espanha, o destino de inúmeros peregrinos de toda Europa.” Ele também relembrou a festa do dia de Santa Brígida da Suécia, padroeira da Europa, e a festa de São Benedito no dia 11 de Julho, a quem ele chamou de “outro grande padroeiro do ‘antigo continente.’”

“Ao contemplar estes santos,” disse ele, “é natural pausar e refletir sobre a contribuição que o Cristianismo tem feito, e continua a fazer, na construção da Europa.”

Benedito então se dirigiu a peregrinação feita pelo “Servo de Deus João Paulo II em 1982 a Santiago de Compostela, onde ele realizou um “ato solene Europeu” onde pronunciou estas palavras memoráveis: ‘Eu, bispo de Roma e pastor da Igreja Universal, de Santiago, dirigo-me a ti, antiga Europa, um clamor cheio de amor: Retorne a si mesmo! Seja você mesmo! Descubra suas origens. Reaviva suas raízes. Experimente outra vez aqueles valores autenticos que fizeram sua história gloriosa e sua presença em outros continentes benéfico.’”

O Papa chamou atenção ao fato de que durante a visita de 1982, João Paulo II lançou “o projeto de uma Europa ciente de sua união espiritual, baseado no alicerce de valores Cristãos.”

“Ele tocou neste assunto denovo por ocasião do Dia Mundial do Jovem em 1989”, o Papa continuou, “em Santiago de Compostela, expressando seu desejo por uma Europa sem fronteiras, uma Europa que não negue suas raízes Cristãs do qual cresceu e que não renuncie o verdadeiro humanismo do Evangelho de Cristo. Quão apropriado tal clamor permanece até hoje à vista dos recentes eventos no continente Europeu.”[18]

Isto ocorreu em 1982. Sete anos mais tarde, o muro de Berlin caiu[19] em 1989 unificando a Alemanha Ocidental à Oriental. Os Alemãos seriam os que liderariam a União Europea no mais recente e último reavivamento do super poder Babilônico que vem se erguendo até o presente momento em que escrevo.

Retornando ao Livro de Daniel, não temos mais informações sobre sua vida até que lemos no capítulo cinco de Daniel do banquete de Belsazar. Daniel, que foi levado cativo no ataque a Jerusalem em 605 a.C. como uma das crianças, agora está com mais de oitenta anos de idade. Presumindo que ele tinha pelo menos dez anos e que os setenta anos já se completaram 539 a.C, como lhe mostrei.

No livro de Daniel lemos como o Rei Belsazar da Babilônia deu uma grande festa para seus nobres usando os utensílios sagrados tirados do Templo. Repentinamente, os dedos da mão de um homem aparece e escreve na parede na frente do rei no seu banquete e todos os seus convidados veem. Quando nemhum dos seus sábios consegue interpretar a mensagem, Daniel é chamado à sugestão da Rainha Mãe. Daniel repreende o rei pela sua falta de respeito pelas coisas do Templo de Yehová. Daniel então fala ao rei do que se trata a escrita na parede. Daniel fala à Belsazar que ele está prestes a perder o seu reino aos Medos e Persas. Por fazer a leitura da escrita enigmática com sucesso, Daniel é recompensado com uma túnica roxa e elevado a posição de “terceiro governador” do reino. Naquela mesma noite em que isto ocorria, “naquela noite foi morto Belsazar, rei dos caldeus” e seu sucessor foi o Rei Dario dos Medos que capturou a cidade.

A escrita na parede foi: Mene, Mene, Tequel, Ufarsim.

Estas palavras eram unidades de peso, muito parecido com grama e kilo. A unidade base na Babilônia era o siclo de ouro ou “Tequel”. Vinte e cinco siclos equivalem a um “Ufarsim” e cinquenta siclos equivalem a uma “Mena”.

A frase também nos fala também da soma seguinte:

 

MENA (50) + MENA (50) + TEQUEL (1) + UFARSIM (25) = 126

 

No livro de Ezequiel descobrimos que cada siclo era dividido em vinte geras.

12 E o siclo será de vinte geras. (Ezequiel 45:12)

Então o total acima de 126 siclos também equivale a 2,520 geras.

25 Este, pois, é o escrito que se escreveu: MENE, MENE, TEQUEL, UFARSIM. Esta é a interpretação daquilo: MENE: Contou Deus o teu reino, e o acabou. TEQUEL: Pesado foste na balança, e foste achado em falta. PERES: Dividido foi o teu reino, e dado aos medos e aos persas.” (Daniel 5:25-28)

Eu acabo de lhe explicar como Daniel disse ao Rei Nabucodonosor II que o sonho que eles teve concernente ao corte da árvore e de como seria por 2,520 anos. Esta profecia também está confirmando que a Babilônia seria punida por 2,520 anos. Esta foi agora a segunda vez que isto foi mostrado à Daniel.

Ao Rei Nabucodonosor II foi dito que seu reinado sofreria punição de “sete tempos”. Na Bíblia, um “tempo” é igual a um ano de 360 dias, como indicado em Apocalipse 12:6, 14 e 13:5. Cada versículo está se referindo ao mesmo período de tempo – ou 1,260 dias, 3 ½ “tempos” ou quarenta e dois meses, respectivamente. Então, sete tempos é equivalente a 2,520 dias. Porem, assim como no caso de muitas profecias, um dia representa um ano (Números 14:34; Ezequiel 4:6), então estes “sete tempos” de fato indica 7 x 360, o qual por sua vez, equivale a 2,520 anos.

Na mesma noite em que Daniel leu isto para o rei, esta profecia se iniciou no ano de 539 a.C. 2,520 anos mais tarde levaria você à 1982 d.C.—depois do qual este monstro Babilônico subiria ao poder mais uma vez como o Santo Império Romano na Europa. Cada um dos impérios na visão de Daniel ocupou a terra em que o império anterior ocupava e depois expandiu-a para que seu território fosse ampliado.

Capítulo seis do livro de Daniel é sobre Daniel ser jogado na cova dos leões no reinado de Dario o Medo pouco depois de conquistar a Babilônia.

Capítulos sete e oito do livro de Daniel voltam ao primeiro ano de Belsazar e depois ao terceiro ano de Belsazar como rei, respectivamente.

Agora tenha em mente o que Daniel já tem visto. No capítulo dois – o sonho da imagem com a cabeça de ouro, braços de prata, ventre de cobre, pernas de ferro e pés de ferro e barro. A cabeça de ouro foi a Babilônia, os braços de prata foram os Medos e Persas, o ventre de cobre foi a Grécia e as pernas de ferro representou a Roma.

Tudo isto faz parte do mesmo corpo ou mesmo sistema de governo.

Então no capítulo quatro, Daniel é mostrado a árvore que é a Babilônia, o qual foi cortado por 2,520 anos. Foi então confirmado vários anos mais tarde quando Belsazar foi rei no capitulo cinco até o pronunciamento de “Mene, Mene, Tequel, and Ufarsim”. Novamente, acrescentando os 2,520 anos daquela mesma noite nos leva até 1982 d.C.

No capítulo sete, é dito à Daniel que os quatro animais que ele vê são quatro reis e quatro reinados. O primeiro (como um leão) foi a Babilônia; o segundo (como urso) foi os Medo-Persas; o terceiro (como leopardo) foi o império Grego, e o quarto e último que é o pior de todos foi e é o Império Romano que está resurgindo agora.

No capítulo oito Daniel tem já outro sonho, este é sobre carneiros. E é o anjo Gabriel que vem e diz a Daniel o que significa. O carneiro com dois chifres foi o Medo-Persas e o bode foi a Grécia. Deste império Grego surgiria quatro outros reinos.

Muitos estão tentando reescrever a Bíblia, porem nos é dito na própria Bíblia o que significa estes símbolos, pelo anjo que é enviado para explicá-los.

O que no leva ao capítulo nove de Daniel.

Agora nos é dito que este sonho vem à Daniel no primeiro ano do reinado de Dario o Medo. Isto é 539 a.C.

Daniel está contemplando a profecia que Jeremias havia escrito e tentando chegar a uma compreensão plena dela.

2 “…No primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, entendi pelos livros que o número dos anos, de que falara ???? ao profeta Jeremias, em que haviam de cumprir-se as desolações de Jerusalém, era de setenta anos. (Daniel 9:2)

O que Daniel estava lendo era Jeremias 25.

8 “Portanto assim diz ???? dos Exércitos: Visto que não escutastes as minhas palavras, Eis que eu enviarei, e tomarei a todas as famílias do norte, diz ????, como também a Nabucodonosor, rei de Babilônia, meu servo, e os trarei sobre esta terra, e sobre os seus moradores, e sobre todas estas nações em redor, e os destruirei totalmente, e farei que sejam objeto de espanto, e de assobio, e de perpétuas desolações. E farei desaparecer dentre eles a voz de gozo, e a voz de alegria, a voz do esposo, e a voz da esposa, como também o som das mós, e a luz do candieiro. E toda esta terra virá a ser um deserto e um espanto; e estas nações servirão ao rei de Babilônia setenta anos. (Jeremias 25:8-11)

10 “Porque assim diz ????: Certamente que passados setenta anos em Babilônia, vos visitarei, e cumprirei sobre vós a minha boa palavra, tornando a trazer-vos a este lugar.’” (Jeremias 29:10)

Daniel compreendeu as palavras de Jeremias. Ele compreendeu que o os setenta anos se findavam em 539 a.C. tendo se inciado com a derrota do rei Sírio, Ashur-uballit em 609 a.C. Agora que Daniel compreende que esta profecia já tem se cumprido, a primeira coisa que ele faz é orar à Yehová e fazer confissão em nome da nação de Israel.

3 E eu dirigi o meu rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, e saco e cinza. E orei a ???? meu Deus, e confessei, e disse: Ah! Senhor! Deus grande e tremendo, que guardas a aliança e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos; Pecamos, e cometemos iniqüidades, e procedemos impiamente, e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos; E não demos ouvidos aos teus servos, os profetas, que em teu nome falaram aos nossos reis, aos nossos príncipes, e a nossos pais, como também a todo o povo da terra. A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós a confusão de rosto, como hoje se vê; aos homens de Judá, e aos moradores de Jerusalém, e a todo o Israel, aos de perto e aos de longe, em todas as terras por onde os tens lançado, por causa das suas rebeliões que cometeram contra ti. (Daniel 9:3-7)

8 “O Senhor, a nós pertence a confusão de rosto, aos nossos reis, aos nossos príncipes, e a nossos pais, porque pecamos contra ti. Ao Senhor, nosso Deus, pertencem a misericórdia, e o perdão; pois nos rebelamos contra ele, E não obedecemos à voz de ????, nosso Deus, para andarmos nas suas leis, que nos deu por intermédio de seus servos, os profetas. Sim, todo o Israel transgrediu a tua lei, desviando-se para não obedecer à tua voz; por isso a maldição e o juramento, que estão escritos na lei de Moisés, servo de Deus, se derramaram sobre nós; porque pecamos contra ele.(Daniel 9:8-11)

12 “E ele confirmou a sua palavra, que falou contra nós, e contra os nossos juízes que nos julgavam, trazendo sobre nós um grande mal; porquanto debaixo de todo o céu nunca se fez como se tem feito em Jerusalém. Como está escrito na lei de Moisés, todo este mal nos sobreveio; apesar disso, não suplicamos à face de ???? nosso Deus, para nos convertermos das nossas iniqüidades, e para nos aplicarmos à tua verdade. Por isso ???? vigiou sobre o mal, e o trouxe sobre nós; porque justo é ????, nosso Deus, em todas as suas obras, que fez, pois não obedecemos à sua voz. Agora, pois, ó Senhor, nosso Deus, que tiraste o teu povo da terra do Egito com mão poderosa, e ganhaste para ti nome, como hoje se vê; temos pecado, temos procedido impiamente. (Daniel 9:12-15)

16 “O Senhor, segundo todas as tuas justiças, aparte-se a tua ira e o teu furor da tua cidade de Jerusalém, do teu santo monte; porque por causa dos nossos pecados, e por causa das iniqüidades de nossos pais, tornou-se Jerusalém e o teu povo um opróbrio para todos os que estão em redor de nós. Agora, pois, ó Deus nosso, ouve a oração do teu servo, e as suas súplicas, e sobre o teu santuário assolado faze resplandecer o teu rosto, por amor do Senhor. Inclina, ó Deus meu, os teus ouvidos, e ouve; abre os teus olhos, e olha para a nossa desolação, e para a cidade que é chamada pelo teu nome, porque não lançamos as nossas súplicas perante a tua face fiados em nossas justiças, mas em tuas muitas misericórdias. O Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa; ó Senhor, atende-nos e age sem tardar; por amor de ti mesmo, ó Deus meu; porque a tua cidade e o teu povo são chamados pelo teu nome. (Daniel 9:16-19)

Preste bem atenção que Daniel está orando em nome de todas as Doze Tribos de Israel.

7 A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós a confusão de rosto, como hoje se vê; aos homens de Judá, e aos moradores de Jerusalém, e a todo o Israel, aos de perto e aos de longe, em todas as terras por onde os tens lançado, por causa das suas rebeliões que cometeram contra ti. (Daniel 9:7)

Daniel está fazendo a mesma oração que somos ensinados a orar em Levíticos 26 que compartilhei com você no início desta Introdução. Daniel está fazendo a mesma oração que o Rei Salomão fez quando dedicou o Templo em 1 Reis. Agora Daniel percebe que tudo que aconteceu foi cumprimento de tudo que Yehová havia predito no mesmo ano em que o Rei Dario dos Medos tomou controle da Babilônia. Daniel então se arrepende e suplica por misericórdia de Yehová em nome de toda Israel.

20 Estando eu ainda falando e orando, e confessando o meu pecado, e o pecado do meu povo Israel, e lançando a minha súplica perante a face de ????, meu Deus, pelo monte santo do meu Deus, Estando eu, digo, ainda falando na oração, o homem Gabriel, que eu tinha visto na minha visão ao princípio, veio, voando rapidamente, e tocou-me, à hora do sacrifício da tarde. Ele me instruiu, e falou comigo, dizendo: Daniel, agora saí para fazer-te entender o sentido. No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, porque és mui amado; considera, pois, a palavra, e entende a visão:” (Daniel 9:20-23)

Compartilho isto porque é importante que cada um de vocês saibam e compreendam isto.

Em 2005, eu estava estagnando espiritualmente e não mais crescendo no meu entendimento das Escrituras. Eu também estava preso pelo meu pecado ao qual eu sempre retornava e justificava dizendo a mim mesmo que não era tão sério assim.

Anotei todos os meus pecados e todas aquelas coisas que estavam entre eu e Yehová. Então fui ao meu então pastor para que não mais fossem coisas secretas aos quais me sentia compelido a esconder.

Imediatamente após isto, Yehová foi gracioso comigo e aguçou meu entendimento com relação a como iniciar o mês pelo avistamento da lua crescente ou pela conjunção. Depois foi me mostrado como provar qual era o certo com algumas passagens chaves que Yehová me mostrou (Isaias 7:14 e Apocalipse 12:1-4). Uma vez que isto me foi mostrado, tive que provar a Yehová se eu iria ou não agir de acordo com o que me foi mostrado. Eu agi sim e assim que o fiz o que era certo pela Palavra de Yehová em escolher o método do avistamento para guardar a Páscoa no seu devido tempo, me foi revelado os segredos dos anos sabáticos e não somente de como prová-los mas também de estar ciente de todas as maldições por não guardá-los.

Desde então, toda informação que tenho compartilhado com meus leitores a respeito dos ciclos sabáticos, bem como a informação produzido no meu livro, “As Profecias de Abraão” e “Lembrando Os Anos Sabáticos de 2016…” e agora neste livro “Os 70 Shavuot de Daniel”— todas estas coisas vieram a acontecer e se cumprir como resultado de eu pedir a Yehová, com toda sinceridade, perdão pelos meus pecados e não somente me afastar deles, mas escolher andar no caminho da Torá.

Esta foi a mesma coisa que Daniel fez e assim que fez – de fato ele mal começara a fazer – Yehová já havia enviado seu Anjo Gabriel para responder suas orações. Esta é a pressa que Yehová tem em nos responder e nos ajudar. Mas primeiro temos que nos arrepender e sinceramente deixar os pecados para trás e começar a andar na Torá.

Mas quanto aos últimos dias de Daniel, não sabemos sua idade quando faleceu. Sabemos sim que ele ainda vivia no terceiro ano de Ciro, Rei da Persia como descrito no 10° capítulo de Daniel. Ele estaria perto dos 100 anos a estas alturas, tendo sido levado à Babilônia na sua adolescencia – um pouco mais que oitenta anos antes. Tradição dita que seu túmulo está localizado em Susa, no Irã num sitio conhecido como Shush-e Daniyal.[20]

A história de fato pode e tem um jeito de se repetir.

Tudo isso que você agora está ciente do livro de Daniel voltará a se repetir. A Assíria vai atacar à Israel novamente no futuro próximo. De fato, é um dos meus objetivos principais lhe provar isto neste livro, assim como provei isto no meu DVD, “A Ordem Cronológica das Profecias Nos Jubileus”[21] e no meu livro, “As Profecias de Abraão”[22]. A Babilônia está ligada com a Assíria. Os Medos e os Persas vão atacar a Babilônia. Mas isto não é o caso ainda e já estamos nos adiantando.

Agora tenho, em detalhe suficiente, plenamente abordado com vocês os dias tumultuosos e exitantes levando ao início da vida de Daniel, seguindo até o final de sua vida, bem como as visões que foram mostrados a Daniel no meio do caminho. Tendo dito isso, agora quero que você concentre-se nos seguintes quatro versículos em Daniel (Daniel 9:24-27). Isto levará algum esforço, especialmente quando tem haver com compreender os múltiplos significados que estes versículos tem.

[1] http://www.originofnations.org/HRP_Papers/Ancient%20roots%20of%20kingofnorth%20&%20kingofsouth.pdf

[2] As Profecias de Abraão por Joseph F. Dumond; Tabelas

[3] http://www.sacred-texts.com/ane/rp/rp204/rp20412.htm

[4] The Mysterious Number of the Hebrew Kings by Edwin R. Thiele; p. 68 (Os Números Misteriosos dos Reis Hebreus por Edwin R. Thiele)

[5] http://www.theology.edu/lec20.htm

[6] The Missing Simeonites by Stephen M. Collins, http://stevenmcollins.com/html/simeon.html (Os Simeonitas Perdidos por Stephen M. Collins).

[7] http://en.wikipedia.org/wiki/Old_Assyrian_period

[8] http://www.fsmitha.com/h1/ch08.htm

[9] http://en.wikipedia.org/wiki/Ancient_Assyria

[10] http://en.wikipedia.org/wiki/Battle_of_Carchemish

[11] The Mysterious Numbers of the Hebrew Kings (Os Misteriosos Números dos Reis Hebreus) por Edwin R. Thiele; p. 181

[12] The Mysterious Numbers of the Hebrew Kings (Os Misteriosos Números dos Reis Hebreus) por Edwin R. Thiele; p. 185

[13] The Mysterious Numbers of the Hebrew Kings (Os Misteriosos Números dos Reis Hebreus) por Edwin R. Thiele; p. 186

[14] http://en.wikipedia.org/wiki/Amel-Marduk

[15] Baseado em Ezequiel 1:1-3 em que o trigéssimo ano era sua idade. Já que o homem entra no serviço sacerdotal aos trinta anos (Números 4:3, 23, 30, 39, 43; 1 Crônicas 23:3), talvés Yehová escolheu começar a usá-o como profeta a esta idade tão crítica, talvés destacando o aspecto sacerdotal de seu comissionado.

[16] http://www.aboutbibleprophecy.com/years.htm

[17] http://en.wikipedia.org/wiki/?????????

[18] http://tinyurl.com/b3af3tk

[19] http://news.bbc.co.uk/onthisday/hi/witness/november/9/newsid_3241000/3241641.stm

[20] http://www.biblediscovered.com/biblical-prophets/daniel-the-prophet/

[21] http://www.sightedmoonnl.com

[22] http://www.sightedmoonnl.com/?page_id=601

+ #1

Capítulo 1| Quem é o Povo de Daniel?

 

24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador. (Daniel 9:24-27 | Veja também: Mateus 24:15)

Uma das coisas que tenho aprendido com o passar dos anos quando falando com os outros, é saber ou vir a saber quão ignorantes são sobre de quem a Bíblia está falando nos contextos das passagens Bíblicas como este acima e especialmente quando se trata de mensagens proféticas.

A maioria supõe que a Bíblia está falando exclusivamente sobre os Judeus, e muitas vezes quem supõe algo termina fazendo papel de besta.

É somente quando investigamos mais e aprendemos quem é quem, é então e somente então que a Bíblia se torna viva e real.

24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. (Daniel 9:24)

Isto foi o que o Anjo Gabriel estava dizendo para Daniel.

Estamos prestes a examinar este versículo em maior detalhes, mas eu primeiro tenho que explicar quem exatamente é o povo de Daniel, para que você possa então entender a quem se aplica este versículo. Quando você suber o que as Escrituras estão de fato dizendo, o que realmente significa e a quem se aplica, então você será compelido a sair de sua zona de conforto e começará a dizer a todos que puder sobre este aviso.

Todos que olham pra este versículo e esta profecia vê Daniel como um dos cativos Judeus, o que de fato ele era. A maioria porém, lê a Bíblia de uma perspectiva estritamente Neo Testamentária – ou seja, uma perspectiva que não guarda ou não quer guardar os Mandamentos encontrados nos primeiros cinco livros da Bíblia, e que não vê a necessidade de compreender os eventos que ocorreram no que é comumente referido a ANTIGO Testamento. Eles veem o Antigo Testamento como algo somente sobre os Judeus. Porém, não poderíam estar mais longe da verdade. Estou prestes a provar á você quem era o povo de Daniel e quem é hoje e usarei três capítulos para fazer isto, usando assim três testemunhas diferentes.

6 Por boca de duas testemunhas, ou três testemunhas, será morto o que houver de morrer; por boca de uma só testemunha não morrerá. (Deuteronômio 17:6)

15 Uma só testemunha contra alguém não se levantará por qualquer iniqüidade, ou por qualquer pecado, seja qual for o pecado que cometeu; pela boca de duas testemunhas, ou pela boca de três testemunhas, se estabelecerá o fato. (Deuteronômio 19:15)

16 Mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada. (Mateus 18:16)

1 É esta a terceira vez que vou ter convosco. Por boca de duas ou três testemunhas será confirmada toda a palavra. (2 Coríntios 13:1)

Apesar do fato de vivermos na Era da Informação, ainda há muitos de nós aprendendo sempre, e nunca podendo chegar ao conhecimento da verdade. Assim como a Bíblia diz. Muitos de nós que professamos crer, não lê a Bíblia o quanto deveríamos.   Quando as pessoas não sabem sobre quem a Bíblia está falando e por qual nome são conhecidos hoje, eles se isolam da compreensão da história e de muitos de suas profecias. É como se estão lendo o Novo Testamento sem ter conhecimento do Antigo ou começar a ler um livro a partir do meio dele.

Você não pode ler e entender o Novo Testamento a não ser que você saiba a respeito de quem estão falando no Antigo Testamento.

Quando você fizer isto, e somente quando você fizer isto, é que a Bíblia então se tornará vivo para você e se tornará o livro que sopra vida que o Criador pretendeu que fosse, falando à você de pessoas reais. Não é apenas sobre aquels Judeus que viveram muitos tempo atrás ou os Judeus que hoje fazem parte do Estado de Israel. Para praticamente todos que vão estar lendo este livro, a Bíblia foi escrita para você e sobre os que está prestes a acontecer com você, como irei provar para você nos próximos capítulos.

Antes de Daniel 9:24, encontramos Daniel orando – não apenas em o prol do povo Judeu, apesar de que ora por eles também – mas por TODA Israel.

3 E eu dirigi o meu rosto a ???? Elohim, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, e saco e cinza. E orei a ???? meu Elohim, e confessei, e disse: Ah! ????! Elohim grande e tremendo, que guardas a aliança e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos; Pecamos, e cometemos iniqüidades, e procedemos impiamente, e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos; E não demos ouvidos aos teus servos, os profetas, que em teu nome falaram aos nossos reis, aos nossos príncipes, e a nossos pais, como também a todo o povo da terra. A ti, ó ????, pertence a justiça, mas a nós a confusão de rosto, como hoje se vê; aos homens de Judá, e aos moradores de Jerusalém, e a todo o Israel, aos de perto e aos de longe, em todas as terras por onde os tens lançado, por causa das suas rebeliões que cometeram contra ti. (Daniel 9:3-7)

8 O ????, a nós pertence a confusão de rosto, aos nossos reis, aos nossos príncipes, e a nossos pais, porque pecamos contra ti. Ao ????, nosso Elohim, pertencem a misericórdia, e o perdão; pois nos rebelamos contra ele, E não obedecemos à voz do ????, nosso Elohim, para andarmos nas suas leis, que nos deu por intermédio de seus servos, os profetas. Sim, todo o Israel transgrediu a tua lei, desviando-se para não obedecer à tua voz; por isso a maldição e o juramento, que estão escritos na lei de Moisés, servo de Elohim, se derramaram sobre nós; porque pecamos contra ele. (Daniel 9:8-11)

7 “…a todo o Israel, aos de perto e aos de longe, em todas as terras por onde os tens lançado …” (Daniel 9:7)

Isto está se referindo as Dez Tribos do Norte de Israel que foram levados ao cativeiro começando em 732 a.C. e com a finalização onde os remanescentes foram levados cativos em 723 a.C. como já compartilhei com você na Introdução à Daniel.

11 “…todo o Israel transgrediu a tua lei …” (Daniel 9:11)

Mais uma vez, Daniel está orando por toda Israel (não somente Judá mas também pelas Dez Tribos do Norte). Não posso estressar isto o suficiente. Daniel está orando por TODA Israel bem como TODA Judá.

Aqui, em 539 a.C., o primeiro ano do reinado de Ciro, [o mesmo ano em a Babilônia caiu], Daniel, que estava residindo na Babilônia, está nos dizendo em sua oração que Israel estava em outros países “perto e longe”. Mesmo 193 anos após a primeira onda de cativos em 732 a.C., Daniel está bem ciente dos locais aonde Israel foi levado ou para onde se mudaram durante o cativeiro. Daniel estava morando no “Irã moderno” e mesmo assim 193 anos após Israel ter sido levado ao cativeiro, Daniel ainda sabia para onde as dez tribos do norte foram levadas.

Aqueles de vocês nos EUA deve, a este ponto, pesquisar a população dos EUA a 93 anos atrás e compará-la à população de hoje. De uma maneira similar, as Dez Tribos do Norte teria crescido em população a se tornarem uma preocupação real para aqueles ao seu redor, como você logo verá.

Iremos agora aprender a identidade das Dez Tribos do Norte, para onde foram e onde estão hoje.

Para fazermos isto, precisamos começar no tempo do cativeiro do Reino de Israel. Então iremos, deste ponto em diante, cronologicamente seguí-los no tempo e ler alguns relatos sobre como foram chamados por outras nações. Todos os registros estão lá se soubermos onde procurar. Apenas temos que pesquisar.

 

25 Porém transgrediram contra o Elohim de seus pais; e se prostituíram, seguindo os deuses dos povos da terra, os quais Elohim destruíra de diante deles. Por isso o Elohim de Israel suscitou o espírito de Pul, rei da Assíria, e o espírito de Tiglate-Pilneser, rei da Assíria, que os levaram presos, a saber: os rubenitas e gaditas, e a meia tribo de Manassés; e os trouxeram a Hala, e a Habor, e a Hara, e ao rio de Gozã, até ao dia de hoje. (1 Crônicas 5:25-26)

29 Nos dias de Peca, rei de Israel, veio Tiglate-Pileser, rei da Assíria, e tomou a Ijom, a Abel-Bete-Maaca, a Janoa, e a Quedes, a Hazor, a Gileade, e a Galiléia, e a toda a terra de Naftali, e os levou à Assíria. (2 Reis 15:29) 

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Lemos sobre as cidades que Tiglate-Pileser III construiu—cidades como: Sakka, Danium, Elisansa, Abrania and Evasa.[1] Foi nestas cidades que ele colocou os recem capturados Israelitas mencionados em 2 Reis 15:29.

Os nomes são distintamente de origem Israelita.[2]

Então lemos sobre a próxima invasão por Salmanasar V e depois denovo por Sargão II que levou os cativos à Hala, Habor and Gozã and to the cities of the Medes.

6 No ano nono de Oséias, o rei da Assíria tomou a Samaria, e levou Israel cativo para a Assíria; e fê-los habitar em Hala e em Habor junto ao rio de Gozã, e nas cidades dos medos. (2 Reis 17:6)

11 E o rei da Assíria transportou a Israel para a Assíria; e os fez levar a Hala e a Habor, junto ao rio de Gozã, e às cidades dos medos. (2 Reis 18:11)

Quando olhamos artifatos do período dos Assírios podemos aprender sobre alguns nomes pelo qual chamavam os antigos Israelitas.

O finado Henry Layard descobriu o Obelisco Negro de Salmanasar III em 1845. O monumento de quase dois metros de altura foi encontrado nas ruinas do palácio de Salmanasar III na antiga Calhu, próximo à Níneve. Ele contém vários paineis expondo as campanhas dos Reis da Assíria. O Obleisco Negro é uma das descobertas mais importantes na arqueologia Bíblica porque um dos paineis retrata o Rei Hebreu Jeú, ou possívelmente um dos seus servos, trazendo presentes a Salmanasar III e se ajoelhando aos seus pés. A inscrição acima da imagem lê:

Tributo de Jeú, filho de Omrí: recebi dele prata, ouro, uma tigela de ouro, um recipiente de ouro, taças de ouro, baldes de ouro, estanho, um cetro para a mão do rei e armas.

Você vai perceber que os Assírios chamam Jeú de filho de Omrí. Omrí foi um dos reis de Israel antes de Jeú.

O nome Hebraico “Omrí” começa com o consoante “Y,” chamado “Ayin,” que é pronunciado com um som gutural de “H” (“rr”) e é representado na transliteração Assíria como “Gh” ou “Kh.” Os Israelitas naturalmente o pronunciavam “Omrí” como “Ghomrí” que se tornou “Khumrí” em Assírio. Assim, os Assírios, antes mesmo dos Israelitas serem levados ao cativeiro, chamavam os Israelitas de “Beit Khumrí,” que significa “Casa de Omrí.” Pronuncia parecida é encontrada nos nomes “Gomorra” e “Gaza,” ambos os quais começam com o consoante “Y.”

O nome Assírio de “Khumrí,” usado para denotar os Israelitas também é encontrado nos registros do Rei Tiglate-Pileser III concernente às suas invasões de Israel quando removeu os primeiros Israelitas para a Assíria: “As cidade de Gileade e Abel-beth-maacah na fronteira com a terra de Khumrí, e a ampla terra de Hazael e toda sua extensão, eu trouxe com o território da Assíria.”[3]

Sargão II (722 a.C.-704 a.C.) também faz menção de “khumrí” em seus registros da captura da capital Samaria. Ele refere a si mesmo como o conquistador de “Bit-Khumrí” (Omrí). Apparently this is the last mention of the Israelites by the name “Khumrí.”[4]

Hoje, quando pesquisamos sobre o nome “Khumrí” encontramos que ainda é usado hoje como distrito da província de Baglan no Afeganistão e é chamado Khumrí.[5]

De todas as cartas reais encontradas em Níneve, há muitas escritas por um certo Rei Assaradão que reinou de 681 a.C. atél 669 a.C. Ele escreve várias vezes sobre a Terra de Gamir e chama os habitantes de “Gamera” e até em outra carta os indentidica como os “Cimérios” (ga-me-ra-a-ans).

Anteriormente ao cativeiro, os Assírios chamavam os Israelitas “Beit-Khumrí,” e durante este cativeiro os Assírios os chamavam de “Gimira” e “Gamera” e por fim “Cimérios.”[6]

O Rei Assaradão escreveu sobre uma batalha contra os Cimérios em 679 a.C. Em outras cartas de oração, o Rei Assaradão escreveu sobre os Gamir e também sobre um novo povo chamado os “Ishkuza.” Eles são falado como se fossem os mesmos Gamira.

Genesis nos fala algo bem interessante quando Yehová diz a Abraão, “em Isaque será chamada a tua descendência” Pode-se entender disso que os seus descendentes seria chamados pelo nome de Isaque.

12 Porém Elohim disse a Abraão: Não te pareça mal aos teus olhos acerca do moço e acerca da tua serva; em tudo o que Sara te diz, ouve a sua voz; porque em Isaque será chamada a tua descendência. (Genesis 21:12)

Lemos em Amós sobre Israel ser chamado a casa de Isaque como profetizado lá atrás em Genesis.

9 “Mas os altos de Isaque serão assolados, e destruídos os santuários de Israel; e levantar-me-ei com a espada contra a casa de Jeroboão. Então Amazias, o sacerdote de Betel, mandou dizer a Jeroboão, rei de Israel: Amós tem conspirado contra ti, no meio da casa de Israel; a terra não poderá sofrer todas as suas palavras . . . 16 Agora, pois, ouve a palavra de ????: Tu dizes: Não profetizes contra Israel, nem fales contra a casa de Isaque.’” (Amos 7:9-10, 16)

Israel era conhecida também como a casa de Isaque. Isaque pode também ser “Isaaca,” a quem os Assírios chamavam de “Ishkuza.” [7]

É universalmente aceito pelos historiadores modernos que os Iskuza eram chamados de “Shuthae” pelos Gregos e “Sacas” (também “Saka” e “Sakka”) pelos Persas. Heródoto vai além is nos diz que os Persas chamavam os Sacas de “Citas.”

O nome “Gimira” era exclusivamente um nome Assírio – não um que os próprios Israelitas usaríam.

Resumindo, temos observados em documentos Assírios (pedras e inscrições) que os Israelitas eram chamados de “Khumrí” ou “Khormri” (pela Casa de Omrí) antes de seu cativeiro. Porém, depois do reinado de Sargão II (721 a.C.-705 a.C.) este nome nunca mais foi usado. Depois por volta de 707 a.C. um povo chamado “Gimira” e “Gamera” estão registrados como moradores entre os Manas. Seu território ficava a apenas algumas milhas dos Medos, na exata localização onde as Escrituras dizem que as Dez Tribos do Norte do Reino de Israel foram colocados apenas alguns anos antes. Temos observado que os nomes “Gimir,” “Gimira,” e “Gamera” podem facilmente ser corrupções de “Khumrí” ou “Khormri,” o nome Assírio para os Israelitas. Os nomes “Sacas” ou “Sakka” (Citas) são prováveis derivados de “Isaaca” ou “Casa de Isaque”. É também notável que o nome Assírio“Ga-me-ra-a-an” se traduziu “Cimérios.”[8]

Dos anos 700’s a.C. aos meados dos 500’s a.C. agora lemos sobre campanhas dos Gamirians—também conhecidos como os Cimérios, os quais os Gregos chamavam “Kimmeriori” a medida que se mudaram para Frígia, o que é hoje chamado da Turquia.

Lemos em Esdras um relato interessante sobre as Dez Tribos ao se migrarem para o que na época era chamado de Arsareth na Costa Noroeste do Mar Negro no que é hoje chamado da Bulgária e Romênia. Isto aconteceu por volta de 525 a.C.

39 E bem viste que ele (o Filho de Elohim) juntou outra multidão pacífica para si. 40 Estas são as dez tribos, que foram levados cativos de sua própria terra no tempo de Oseias o rei, a quem o rei Salamanasar da Assíria levou cativo, e ele os levou para além das águas, e assim chegaram a outra terra. 41 Mas tomaram este conselho entre si, que deixaríam a multidão dos gentíos, e seguir mas adiante a outra terra, onde homem algum habitou, 42 Que eles pudessem guardar seus preceitos, dos quais não guardaram em sua própria terra. 43 E passaram pelo Eufrates pelos pontos estreitos. 44 Pois o Altíssimo os mostrara sinais, e segurou a enchente até que atravessassem. 45 Pois por aquele país havia um longo caminho, de um ano e maio; e esta mesma região é chamada de Arsareth. (2 Esdras 13:39-45)

Os Gregos agora chamavam os Cimérios os Kimmeriori. O “c” sendo um “c” forte como no caso da palavra “carro.”

O reino de Ciro o Grande duraou de 539 a.C. quando ele derrotou os Babilônios até ele mesmo morrer em batalha, lutando contra os Massagetas às margens do Sir Dária—também conhecido como o Jaxartes ou Yaxartes em dezembro de 530 a.C.

Seu filho, Cambises II, o sucedeu e de acordo com Heródoto, ele reinou sete anos e cinco meses – de 530 a.C. até o verão de 523 a.C. O Rei Dario tomaria o trono no ano de 522 a.C.

Este é o Rei Dario, filho de Assuero de Daniel 9:1. Assuero é também o mesmo rei mencionado em Ester 1:1.

Só estou tentando demonstrar a você quantos livros da Bíblia estão relacionados a eventos mundiais durante este tempo. Eu te mostrei, na minha introdução à Daniel, o cativeiro das Dez Tribos do Norte, seguido pelo tempo de Jeremias passando o tempo do cativeiro de Daniel até o tempo de pelo menos o primeiro ano do Rei Dario, que é mencionado em Daniel 9:1.Agora vamos dar atenção aos dois reinados que seguem Dario, já que também entram em cena no que vou explicar na profecia de Daniel dos 70 Shavuot (Semanas).[9]

Dario foi sucedido em 486 a.C. quando morreu às mãos de Xerxes o Grande que reinou de 486 a.C., até sua morte em 465 a.C. Ele foi o quarto rei do Império Aquemênida. Artaxerxes I foi o quinto rei do Império Aquemênida de 465 a.E.C. à 424 a.E.C.

Foi de um destes reis que saiu o decreto para a reconstrução de Jerusalém em Daniel 9:24. Houve vários decretos diferentes permitindo a construção de várias partes de Jerusalém; um por Ciro em 538 a.C. ou 537 a.C., outro por Dario em 519 a.C., um terceiro por Artaxerxes em 458 a.C., e o último por Artaxerxes em 445 a.C.

Mas já estou me adiantando. Vamos voltar à quando Ciro foi morto, uma vez que isto também nos ajudará a identificar as supostas Dez Tribos “Perdidas” de Israel.

Ciro lutava contra os Massagetas às margens do rio Sir Dária—também conhecido como Jaxartes ou Yaxartes em dezembro 530 a.C., e foi a este tempo que ele foi morto. Sir Dária, também escrito Syrdarya, Kazak Syrdar?ya, Tajik Daryoi Sir, e Uzbek Sirdaryo, tem o nome antigo de Rio Jaxartes nas repúblicas centrais do Uzbequistão, Tajiquistão, and Cazaquistão. O Rio Sir Dária corre noroeste até desaguar no Mar de Aral.

Em 329 a.C., Alexandre o Grande havia posto o mesmo rio como a fronteira noroeste de seu império, e também terminou em uma batalha contra os Massagetas.

As autoridades clássicas e modernas dizem que a palavra “Massagetas” significa “grandes” Getas.[10] A obra do século IX entitulado, De Universo de Rabanus Maurus afirma, “Os Massagetas são originalmente da tribo dos Citas, e são chamados Massagetas, como sendo fortes Getae.”[11]

Weer Rajendra Rishi, escreveu, “Na língua Pahlavi a palavra ‘massa’ significa grande. Em Avesta, massa também é usado no sentido de grandesa ou grandiosidade.”[12]

Heródoto escreveu que os Massagetas eram os mesmos que os Citas. Foram os Massagetas que Ciro procurava conquistar. Ciro descobrir que uma certa Tomiris os liderava e ele procurou casar com ela para expandir seu império através de casamento. Quando ela disse “não”, Ciro levou seu exército para atacá-la.

Segundo relatos dos historiadores Grego, Ciro foi vitorioso em sua primeira campanha contra os Massagetas. Seus conselheiros sugeriram armar uma armadilha para perseguir os Citas: os Persas deixaram para trás um acampamento que aparentava abandono, contendo um rico estoque de vinho. Os Citas que eram pastores não estavam acostumados a beberem vinho —“suas bebidas intoxicantes favoritas eram hashish e leite de égua fermentado”—e beberam até caírem. Os Persas atacaram enquanto seus adversários estavam incapacitados, derrotando assim as forças Massagetas, e capturaram o filho de Tomiris, Spargapises, o general de seu exército. Do um terço das tropas dos Massagetas que foram à batalha, houve mais capturados do que mortos. De acordo com Heródoto, Spargapise persuadiu a Ciro que tirasse seus algemas, assim permitindo-o cometer suicídio enquanto no cativeiro Persa.[13]

Tomiris enviou uma mensagem a Ciro denunciando dua traição, e com todas as suas forças, o desafiou-o a uma segunda batalha. Na batalha que se seguiu, os Massagetas terminaram na frente, e os Persas foram derrotados com alto números de mortos. Ciro foi morto e Tomiris mandou decaptar seu cadáver e então crucificá-lo, e enfiou sua cabeça num odre cheio de sangue humano. Dizem que ela foi ouvida dizendo, “Eu te avisei que eu mataria sua sede por sangue, e assim farei.”[14]

Este fim horrível às mãos de Tomiris caíu sobre Ciro em 530 a.C. Seu filho Cambises II o sucedeu e morreu em 523 a.C. Foi a este tempo que Dario o Grande começou a reinar em aproximadamente 515 a.C. e comissionou gravar o que é hoje chamado de inscrição de Bisitun detalhando suas campanhas em três línguas separadas. O que é maravilhoso nisso tudo é que ele identifica os Israelitas em três línguas diferentes para que nós possamos saber hoje como eram conhecidos naquele tempo.

A inscrição não apenas fixa a data do seu reinado mas também providencia algumas referências interessantes aos assim chamados “Tribos Perdidos de Israel”. O memorial mede aproximadamente 150 pés de comprimento por 100 pés de altura.

As incrições foram em três línguas, Babilônico (Acadiano), Elamita e Persa Antigo. Eles foram principalmente em escrita cuniforme. Enquanto que muitos peritos merecem reconhecimento pelos seus esforços em resolver este quebra cabeça, um jovem oficial Inglês no exército Persa, Henry C. Rawlinson, é reconhecido por ter decifrado com sucesso os sinais do Persa Antigo. A inscrição trilíngue conhecido hoje como a “Inscrição de Bisitun” providenciou a “legenda”. A partir do momento em que se determinou que o texto nas três línguas era idêntico, foi apenas uma questão de tempo até que os peritos pudessem ler os escritos Elamitas e Acadiano.[15]

A característica predominante da Rocha Bisitun é o Rei Dario, em vestimentas reais cercado de cativos. Em volta dos cativos são cinco paineis, no total de vinte. O primeiro painel contém 19 parágrafos e 96 linhas. Cada parágrafo se iniciava com as palavras, “Eu sou Dario, rei dos reis, o rei da Persia”. O segundo painel tem 16 parágrafos e 96 linhas; sobre cada figura há uma breve história do homem e a tribo que representa. O décimo painel é o mais interessante ao estudioso da Bíblia porque fala do “Sarocus,” ou Sacan, que usa uma touca Hebreu.

O que é mais notável é o Rei Dario majestosamente em pé ante nove pessoas unidos por uma corda nos seus pescoços e suas mãos atadas atrás de suas costas. Uma décima pessoa está prostrado de costas e o pé direito do rei está sobre seu corpo. Nenhum dos prisioneiros está de veste parecido. Alguns têm túnicas curtas, outros compridos. Estes são evidentemente os chefes cabeça das Dez Tribos de Israel. A palavra “Kana” occure 28 vezes na inscrição e a palavra “Armênia” também ocorre frequentemente. Esta é a area de onde os prisioneiros foram levados – a mesma area onde as Dez Tribos tinha sido levados pelos Assírios.

As inscrições incluem uma lista de 23 nações sobre os quais Dario reinou e listado entre eles são os “Sakkas.” Em ambas versões Persa e Elamita a palavra original é “Sakka,” mas na versão Babilônica as mesmas pessoas são chamadas “Gimiri.” (verificado a pedido do Museu Britânico por L. W. King e R. C. Thomson—Esculturas e Inscrições de Bisitun—p. 161) Isto prova que os Assírios e os Babilônios chamavam os exilados de Israel de “Gimiri” independentemente de onde morávam. Também indica que a este tempo (cerca de 517 a.C.) uma divisão dos Gimiri (chamados “Sakka” pelos Persas) já haviam migrado bem além da Báctria e habitavam no extremo leste do Império Persa.

Em outra inscrição, escrito num tablete de ouro, Dario escreveu: “Este reino que tenho vai de Sakka que fica além da Sogdiana em Cuxe (Etiópia) e da Índia até Sárdis.” (Tradução publicado por Sidney Smith do Museu Britânico – 1926) Isto é mais uma evidencia que em 500 a.C. alguns dos Sakkas estavam bem ao leste próximo à Bacia superior de Jaxartes. Outra evidência de que que os Sakka eram uma divisão dos Gimiri (Israelitas) está em outra inscrição trilíngue encontrado na tumba de Dario, no sudoeste da Persia. A tumba está encravada na face de um penhasco no vale de Naksh-i-Rustam, próximo a antiga cidade de Persépolis. A inscrição mais uma vez lista as nações sobre os quais Dario governou. Nesta ocasião, Dario lista três grupos separados de “Sakkas:” os “Amyrgian Sakkas,” os “Sakkas com as toucas ponteagudas,” e os “Sakkas de além do mar.” Em cada caso o nome “Gimri” no texto Babilônico, é traduzido “Sakka” no Persa.

Estas inscrições tem sido conhecidas há vários anos mas as publicações sobre elas de modo geral tem tocado ligeiramente na tradução, muitas vezes com apenas um comentário de passagem.

Talvés parecia algo inexplicável aos historiadores. Mesmo assim, a única conclusão que se possa tirar das inscrições (bem como dos escritos de Josefus) é que os Iskuza foram chamados de “Sakka” pelos Persas. Então a conclusão lógica é de que os “Iskuza,” os “Sakka,” e os “Gimiri” são o mesmo povo. Então ao revisar a Correspondência Real do Império Assírio é evidente que os “Iskuza,” os “Sakka,” os “Citas,” os “Cimérios,” e os “Gimiri” são todos Israelitas.[16]

Peritos confirmam que o povo conhecido aos Persas como os SAKA, aos Babilônios como GIMIRRI, e aos Assírios como KHUMRÍ, eram nomes diferentes para as Dez Tribos Perdidos no cativeiro. “Saka” ou “Sacas” significava “Casa de Isaque,” enquanto os termos “Khumrí” e “Gimirri” traduzem como “Casa de Omri.” (Os Assírios adotaram mais tarde também a variante Babilônica de Khumrí, Gimirr.) Desta palavra Khumrí ou Gimirri se desenvolveu o nome tribal de “Cimmério,” também. O famoso escritor antigo, Heródoto, visitou estas tribos cerca de 450 a.C. Sir Henry Rawlinson, decifrador da Rocha Bisitun, nos informou que, “Temos fundamentos rasoáveis para considerar os GIMIRRI, ou CIMÉRIOS, que primeiro apareceram nas delimitações da Assíria e Media no século VII a.C., e os SACAE da Rocha de Bisitun, aproximadamente dois séculos mais tarde, como identico com os BEIT-KHUMRÍ da Samaria, ou as Dez Tribos da Casa de Israel..“ George Rawlinson, tradutor de A História de Heródoto, afirmou, “Os SACAE ou Citas, a quem se deu o termo de GIMIRRI pelos seus vizinhos Semita, primeiro apareceram nas inscrições de cuniforme como um povo pertinente Esar-Haddon cerca de a.C. 684.” A esta data as Dez Tribos, Israel-Gimirri, residiam plenamente na Assíria, pois a grande depoirtação de toda a semente de Efraim (Jeremias 7:15) os tinha removido da Palestina. Lemos, “…nada mais ficou, senão somente a tribo de Judá…. assim foi Israel expulso da sua terra à Assíria até ao dia de hoje.” (2 Reis 17:18, 23)

 

ISRAEL? SAKA ? GIMIRRI ? KHUMRI

 

O famoso historiador Judeo-Roman, Flávio Josefo, disse no século I A.D: “Então há apenas duas tribos (de Israel) na Europa e Ásia sujeitos aos Romanos, enquanto que as Dez Tribos estão além do Eufrates até agora, e são uma multidão imensa, que não pode ser estimado em números.” As Dez Tribos “Perdidas” estavam havitando além do Vale do Eufrates, migrando para o norte, então nosso próximo passo é de rastrear suas migrações pelas Motanhas Cáucasos.

A Enciclopédia Judaica diz: “Se as Dez Tribos têm disaparecido, o cumprimento literal das profecias seria impossível; se não disapareceram, obviamente devem existir com um nome diferente.” Esta é a única escolha de fato! Se as profecias da Bíblia forem de fato literalmente se cumprir, as Dez Tribos devem hoje ser conhecidas por um outro nome além de Israel, mas qual nome?

“… os Sacas, ou Citas, eram as Dez Tribos Perdidas.”

A Enciclopédia Judaica; vol. 12, p.250

O historiador Sharon Turner, autora dos três volumes de História dos Anglo-Saxões, nos diz isso: “… Das várias nações Citas registradas, os SAKAI, ou SACAE, são o povo do qual pode se inferir que os SAXÕES sejam decendentes com o mínimo de violação de probabilidade. Sakai-suna, ou os filhos de Sakai, abreviado para Saksun, que tem o mesmo som de Saxão, parece ser etimologia rasoável para a palavra Saxão. Strabo os coloca ao leste do Cáspio… este fato importante a respeito de parte da Armenia ter recebido o nome de Saka-sina é mencionado por Strabo em outro lugar (lib. xi pp. 776, 778); e parece dar uma localidade geográfica aos nossos ancestrais, e justificar as palavras Persas que ocorrem na língua Saxônica a medida que devem ter chegado para a Armenia das regiões norte da Persia. É também importante comentar que Ptolemeu (perito celebrado de cerca de 150 E.C.) menciona que um povo Cita surgiu dos SAKAI, pelo nome de SAXÕES. Se os Sakai, que alcançaram a Armenia foram chamados de Sacassani, eles podem ter atravessado a Europa com o mesmo apelido, o qual sendo pronunciado pelos Romanos entre eles, e depois reduzido à escrita de sua pronuncia, pode ter sido escrito com x ao invés de ks, assim Saxões não teria uma variação maior de Sacassani ou Saxsuna, do que se encontra entre Frencês, Francois, Franci, e seu nome Grego Phrange; ou entre Espanha, Espagne, e Hispania.”

“A IDENTIFICAÇÃO DOS SACAE, OU CITAS, COM AS DEZ TRIBOS PORQUE APARECEM NA HISTÓRIA AO MESMO TEMPO E QUASE NO MESMO LUGAR AONDE SALMANASAR LEVOU OS ISRAELITAS É UM DOS PRINCIPAIS EMBASAMENTOS DA TEORIA QUE IDENTIFICA O POVO INGLÊS E DE FATO TODA A RAÇA TEUTONICA COM AS DEZ TRIBOS.”

ORIGENS DE PALAVRAS

(Casa de) OMRI > KHUMRÍ (Assírio) > GIMIRRI (Babilônico) > CIMÉRIO (Grego) > KIMRI > Cimbros >CELTA

(Casa de) ISAQUE > SAKA (Persa) > SACA-SUNA, ou “Filhos de Saka”? SAXONS

A origem da raça Caucasiana está repleto de antiguidade, mas uma coisa é certa: o nome por se mesmo indica que muitas destas pessoas moveram-se rapidamente para a Europa pela região da Montanha Cáucaso no Leste da Europa, bem norte da Ásia e Palestina. Historiadores ainda debatem sobre se as tribos se originaram no norte da Europa e depois viajaram para o sul para a região Cáucaso, ou se o contrário, que originaram-se na Mesopotamis e migraram norte pelo Cáucaso até a Europa. A Enciclopedia Britânica enquanto que professa não ter uma opinião sobre o assunto, faz a seguinte admissão reveladora, “Tem sido observado com verdade que tantas nações populosas dificilmente poderiam surgir da Península Escandinava.”

A mesma fonte chama a atenção que estas tribos falavam uma linguagem parecido com o “Iraniano” antigo (um dialeto Mesopotâmico antigo. Isto não é acidental, pois os Israelitas decendem de Abraão que originou na Caldia em Mesopotâmia.) Então pareceria óbvio que este povo recém descoberto se originassem na Mesopotâmia, no mesmo tempo e local em que as Dez Tribos de Israel se “perdessem” na história. O povo de Elohim disapareceu sob o nome de Israel no início do século VII a.C., e imediatamente reapareceram na mesma região com outros nomes pelo qual fizeram um papel importante na história antiga da Ásia Menor e do Leste da Europa.

Muitos livros de história mostram uma área marcada como, “Iberia,” ou TERRA DOS HEBREUS, na região montanhosa Cáucaso entre o Mar Cáspio e o Mar Negro, ao norte do Rio Eufrates. A palavra Hebreu, significa descendente de Eber, o bis-neto de Noé. Até ao dia de hoje a Espanha é conhecida como a Península Ibérica, e a Irlândia por uma pequena variação, Ibernia, ambos indicando suas origens Hebraicas na antiguidade.[17]

Os brancos da America do Norte e da Inglaterra são chamados caucasianos por causa de nossos ancestrais terem passado pelas Montanhas Cáucaso. Isto é exatamente o que as Dez Tribos fizeram quando foram atacados pelos Medos. Isto é também a area onde nossos ancestrais habitavam e que é hoje chamado de Armenia.

CIMERÍ: “Um povo antigo …um corpo do qual é chamado em fontes Assírias Gimirrai e é representado como vindo do Cáucaso. Eram provavelmente falantes do Iraniano… outros escritores os identificou com os Cimbros de Jutlândia, que eram provávelmente Celtas Teutônicos.”[18]

Muita evidencia foi apresentada documentando que as tribos Hebreias passaram pela Região Montanhosa do Cáucaso entrando na Europa nos séculos pré-Cristãs. O seguinte relato de uma visita a região foi tirado do artigo, A Passagem de Israel pelo Coronel R.G. Pearse, A Mensagem Nacional, 23 de outubro, 1937, p. 676. Aqui ésta transcrito este artigo interessante:

O Coronel Pearse mesmo, passou vários anos justamente no distrito descrito neste artigo. Naquele tempo ele não tinha nenhum conhecimento de nossa identidade Israelita ou das migrações de nossos pais, e o significado dos nomes e das legendas não foram aparentes para ele. Recentemente ele encontrou umas fotos antigas já esquecidas, os quais reproduziu, e como resultado escreveu este artigo:

Tem sido minha sorte, por várias vezes, poder viajar pelas Montanhas Cáucasos, pela rota da Estrada Georgiana. Esta é uma das duas estradas que atravessam as montanhas de norte a sul – a outra sendo uma estrada de burro – e mesmo que agora é uma bela rodovia, é conhecida nas lendas e músicas nativas como “A Passagem de Israel”. Foi construída como uma rodovia moderna aproximadamente 1856, mas ainda tem traços de sua antiga característica de estrada de carroças.

Quando a Israel das Dez Tribos se depararam com sua jornada de Guta, na Media, para Arsareth, tiverem que atravessar a poderosa cordilheira por ela, sendo a única maneira para tamanho grupo de pessoas. Precisa-se perceber que estas montanhas se extendem por centenas de milhas, e em média, por todo seu percurso, passa de 10,000 pés de altura.

Quando fizeram esta parte de sua migração, depois de ter atravessado as cordilheiras menores entre a Media e o Cáucaso, eles aproximaram-se deste grande obstáculo para sua marcha perto de onde é hoje Tiflis, a capital da Georgia.

De lá seguiram pelos morros onde hoje existem vários monastérios e ruínas datando até 100 d.C; pois o povo da Georgia foram umas das primeiras comunidades Cristãs.

Ainda atravessando estes morros, a migração Israelense se aproximou e finalmente entrou, a medida que o trajeto se estreitou, a verdadeira Passagem pelas montanhas. Por muitas milhas eles viajaram por uma ravina marchando entre majestosas alturas e a margem de um rio veloz que vinha da cordilheira da grande montanha e finalmente deságuava na parte sul do Mar Cáspio. É este rio, que tem formado o poderoso desfiladeiro que se extende até o coração do Cáucaso.

Eles continuaram abeirando esta ravina, subindo uns mil pés no caminho, até chegarem ao centro da Passagem. Aqui, num lugar hoje designado Mlete, eles encararam sua tarefa mais difícil. Pois a este ponto a Passagem sobe repentinamente alguns milhares de pés até finalmente atingir 11,000 pés.

Ao superar isto – e quem sabe quanto tempo deve ter levado para aquela multidão de pessoas transportarem a si mesmos, suas carroças e todos os seus pertences? – eles alcançaram o mais alto planalto, que se extende por algumas milhas e onde, apesar de que o tempo é as vezes severo, os viajantes provavelmente usufruiram de um descanço das dificuldades da subida contínua. De fato, durante o inverno este planalto fica soterrado de neve e as vezes fica impossível atravessar, mas durante o resto do ano pode ser atravessado com uma facilidade rasoável. Quando a neve derrete em tal distrito, revela uma vista maravilhosa de topos de montanha cobertos de neve mas cores vívidas abaixo devido à rica composisão mineral das rochas abaixo.

Tendo passado com sucesso sobre esta Passagem, Israel teve que enfrentar a descida para a Europa. Apesar de que não ser tão acentuado quanto a subida de Mlete, ela os levou por umas ravinas rochosas bem acentuados, do qual de ponta a ponta corria outro grande rio que deságua no norte do Mar Cáspio.

Na descia deixariam para trás a montanha nomeada “Sião” – uma montanha que sempre foi conhecida assim, no qual deu seu nome para uma vila situada na Passagem. É interessante especular sobre esta montanha e seu nome, pois talvés o nome vem do tempo da passagem dos nossos pais. Pessoalmente, não achei nenhum traço de sua história de fato, e por isso, apenas posso especular.

Num estágio mais tarde de sua jornada, Israel obteve sua primeira vista do topo da majestosa Kazbek, o qual se erguendo acima de 16,000 pés, parece estar vigiando sobre o lado Europeu da Passagem. Após isto, adentraram uma serie de desfiladeiros acidentados e ímgrimes no seu caminho passando por entre o “Desfiladeiro de Dariel”. Foi este desfiladeiro que, como a história contemporânea e as lendas dos nativos nos informam, Dario o Persa troxe, algum tempo após a migração Israelita, um exército para se vingar da morte de Ciro e a derrota de suas tropas pelos Israelitas em Arsareth. Ao chegar a tal desfiladeiro, o exército de Dario foi ao encontro das forças Israelitas sob o comando da Rainha Tamara (a Rainha Thomyris da história antiga), e por sua vez seu exército foi esmagado e derrotado. As ruínas do castelo da Rainha Tamara ainda permanece como sentinela no centro do desfiladeiro.

Viajando por estas ravinas, Israel foi até atravessar os morros; finalmente emergindo nas planícies Européias na entrada do Cáucaso, o lugar conhecido como Vladikavkas antes do presente regime Russo.

Aqui encontramos o conto da migração contado por Heródoto, e percebemos que Israel havia atravessado o grande obstáculo no curso de sua migração nesta marcha de um ano e meio, como o livro de Esdras nos informa:

40 Estas são as dez tribos, que foram levados cativos de sua própria terra no tempo de Oseias o rei, a quem o rei Salamanasar da Assíria levou cativo, e ele os levou para além das águas, e assim chegaram à outra terra. 41 Mas tomaram este conselho entre si, que deixaríam a multidão dos gentíos, e seguir mas adiante a outra terra, onde homem algum habitou, 42 Que eles pudessem guardar seus preceitos, dos quais não guardaram em sua própria terra. 43 E passaram pelo Eufrates pelos pontos estreitos. 44 Pois o Altíssimo os mostrara sinais, e segurou a enchente até que atravessassem. 45 Pois por aquele país havia um longo caminho, de um ano e meio; e esta mesma região é chamada de Arsareth. (2 Esdras 13:40-45)[19]

Eu agora tenho chamado atenção para duas rotas diferentes atravessados por dois povos diferentes para a área de Arsareth. Um grupo conhecido como os Citas, que foram pelas Montanhas Cáucasos e sobre o lado norte do Mar Negro como já lemos; o outro grupo conhecido como os Cimérios, que vieram pelo sul do Mar Negro e subiram até a área da Crimea e o Sul da Ucrânia.

Eu gostaria de lhes mostrar alguns túmulos desta área. São coisas assim que me deixam maravilhados e ao mesmo tempo me deixam perplexo quanto ao porque tão poucas pessoas parecem conhecer estas coisas. Já que a informação está lá para ser averiguado por todos. É simplesmente procurar. Pois Yehová promete nos mostrar tesouros, que estão escondidos na escuridão.

A impressão dos Israelitas Perdidos morando na região da Criméia acima do Mar Negro foi descoberto nos cemitérios antigos in que numerosas tumbas gravados com inscrições Hebreio-Finícios. Setecentos destas inscrições foram decifrados pelo Professor Chwolson[20] de Petrograd e registrado nos arquivos arqueológicos. Estas tumbas impressionantes que deram seus nomes Hebreus e suas datas hoje residem no Museu de São Petersburgo. A escrita, como nota Haberman, “não era quadrado mas marca a transição dos caracteres Finícios para o Hebraico mais moderno. Estas inscrições nas tumbas incluem:

  1. “Esta é a tumba de Buki, filho de Izchak, o sacerdote. Que seu descanço seja no Éden no tempo da salvação de Israel. Ano 702 do nosso exílio.”

Se a data do Exílio começou no ano de 717 a.C. então esta tumba foi erguida no ano de 15 a.C. (Usando 723 a.C. como data do Exílio, então o ano seria 21 a.C. Observação por Joseph Dumond)

  1. “A um dos fiéis em Israel, Abraão ben Mar-Sinchah de Kertch, no ano de nosso exílio 1682, quando os enviados do Príncipe de Rosh Meschek vieram de Kiou ao nosso Mestre Chazar Príncipe Daví, Halmah, Habor e Gozan, ao local onde Tiglate-Pileser havia exilado os filhos de Rúben e Gade, e a meia tribo de Manansés, e permitido habitar ali, e de onde eles tem sido disersados por toda costa, até mesmo à China.”

Aqui mais uma vez temos confirmação arquiológica das “perambulações” das Tribos Perdidas de Israel, sendo que a data teria que ser a partir no Êxodo (1486 a.C.) o que nos daria uma data para a tumba no ano de 197 E.C. (Novamente, se usarmos a data do Êxodo como mostrado em As Profecias de Abraão como sendo 1379 a.C. então esta data seria 303 E.C. Observação por Joseph Dumond)

  1. “Rabbino Moisés Leví falecido no ano 726 de nosso exílio.” (Usando 723 a.C. como a data do exìlio então o ano seria 3 E.C. Observação por Joseph Dumond)

“Zadok, o Levita, filho de Moisés, falecido 4000 anos após a Criação, 785 anos após nosso exílio.”[21]

Estas tumbas não são dos descendentes dos Judeus Russos que foram expulsos da Espanha no século V E.C., mas eram descendentes dos Israelitas Perdidos que foram conhecidos por vários nomes: Sakasuni, Saki, Guti, Getai, Sak-Geloths, Skuthai, Skoloti, e os Citas. Estes nomes também foram confirmados por Heródoto que indentificou que os Citas surgiram do lombo dos Sakai, ou os Saxões, que “vieram do país dos Medos.” Foi o Aeschylus, o poeta Grego e o filósofo[22] Platonico Grego e o poeta, Albinus que escreveram:

Aeschylus: “Os Sacas eram notados pelas boas leis, e eram predominantemente um povo reto.”

Albinus: “Os Saxões eram descendentes dos antigos Sacas da Ásia, os quais com o passar do tempo vieram a ser chamados de Saxões.”[23]

Na região Sul da Russia, foram descobertos vários túmulos ou kurgans que arqueólogos agora têm escavado e agora são conhecidos como locais de enterro de Citas Reais. Em muitos deles, os interiores eram cobertos de mármore branco. Frederick Haberman escreveu sobre estas escavações e os artefatos, mobiliário e jóias de ouro finícimos como reportados no Jornal Americano de Arqueologia de 1914, Vol, XVIII e o Noticiário Ilustrado de Londres de 3 de janeiro e 14 de fevereiro, 1914. Como reportado:

Frederick Haberman: “Nestes (túmulos) foram encontrados em grande abundância carruagens, cerâmicas, jóias, pulseiras, ouro e pedras preciosas obra de acabamento de requinte. O mais fino destes túmulos é o de Solokha na Crimeia, que serviu de masoleu para os reis Citas por vários séculos. Este túmulo contia mobiliário magnífico de ouro e prata.

Um dos esqueletos reais encontrado lá usava um cordão pesado de ouro com uma cabeça de leão em cada ponta. Leões deitados também são muito proeminente no trabalho requintíssimo de ouro massiço, adornando as paredes e em vários ornamentos de ouro e prata encontrados, bem como nos cabos e nas bainhas das espadas, os quais elas mesmas eram de aço fino. A arte nas paredes retrata principalmente cenas de batalhas e caça, nos quais os guerreiros aparecem vestidos de cintas de elos de metal. Todo o desenho ornamental é de rara excelência.”[24]

Foi o Professor Hebert Hannay, quem escreveu em seu livro de 1915 entitulado, European and other Race Origins (Origens Européias e de Outras Raças) sobre um manuscrito que foi escavado de um deste túmulos na região da Criméia acima do Mar Negro, onde afirmou:

Professor Hebert Hannay: “Eu sou Jehudi filho de Moisés, o filho de Jehudi o Poderoso, um homem da Tribo de Naftali, que foi levado cativo com outras tribos de Israel, pelo Principe Salmanasar, da Samaria durante o reinado de Oséias, Rei de Israel. Foram levados para Hala, para Habor–que é Cábul–para Gozan e para o Chersonesus–que é a Criméia.” [25]

Porque estas coisas não fazem parte da história ensinada em nossas escolas? Porque esta informação não é conhecimento comum mesmo entre os que estudam a Bíblia regularmente? Estes são outros historiadores que fizeram anotações sobre outros povos e os têm passado para nossa consideração e avaliação. Agora vamos entrar em nomes que espero que pelo menos alguns de nós reconheçamos dos nossos livros de história.

Ammianus Marcellinus era um historiador Romano do século IV que considerou os Alanos serem os antigos Massagetas. [26] Ao encerrar do século IV E.C., Claudian (o poeta da corte do Imperador Honório e Estilicão) escreveu sobre os Alanos e os Massagetas no mesmo pensamento: “os Massagetes que cruelmente amarravam seus cavalos para poder beber seu sangue, os Alanos que quebram o gelo e bebem as águas do lago Maeotis.”

Procópio[27] escreve em Historia das Guerras Livro III: A Guerra dos Vândalos: “os Massagetas os quais agora são chamados de Hunos” (XI. 37.), “havia certo homem entre os Massagetas, bem dotado de coragem e força física, o líder de poucos homens; este homem tinha o privilégio entregue à ele de seus pais e ancestrais de ser o primeiro em todos os exércitos hunos à atacar seu inimigo.” (XVIII. 54.).

Agora enquanto Honório segurava o poder imperial no Oeste, bárbaros tomaram posse de sua terra; e te direi quem eram e de que forma fizeram isto. (E.C. 395-423) Haviam muitas nações Góticas na antigüidade, assim como no tempo presente, mas os maiores e mais importantes de todos são os Gotas, Vândalos, Visigodos, e Gepaedes. Nos tempos antigos, porem, eram nomeados Sauromatae e Melanchlaeni; e havia quem chamasse estas nações Getica. Todos estes, enquanto que distintos uns dos outros pelos seus nomes, como foi dito, não diferem em qualquer outra coisa. Pois todos tem corpos brancos e cabelos claros, são altos e belos de se olhar, e usam das mesmas leis e praticam uma religião em comum. Pois são todos da fé Ariana, e tem uma língua chamado gótica; e me parece, que vieram todos da mesma tribo, e foram distinguidos mais tarde pelos nomes de quem liderava cada grupo. Estas pessoas habitava acima do antigo Rio Ister. Mais tarde, os Gepaedes tomaram posse da terra de Singiduno (Masi Belgrade) e Sirmio (Mitrovitz) em ambos dos lados do Rio Ister, onde ainda habitam até hoje (II).[28]

Evagrius Scholasticus, (Ecclesiastical History. Book 3. Ch. 2.): “… e em Trácia, próximo às entradas dos Hunos, anteriormente conhecido pelo nome Massagetas, que atravessaram o Ister sem oposição.”[29]

Os Jats Asiáticos tem sido identificados diretamente com os Massagetasans (“grande” Getae/Jat) pelo Professor Tadeusz Sulimirski.[30] & [31]

“Os Jats … rastream sua descida à terra de Ghazni e Kandahar, regado pelo rio-mãe da raça dos Cuxita, os sagrados Haetuman ou Helmand. Seu nome os conecta com os Getae de Trácia, e então com os Gattons, do qual Pytheas disse habitar nas margens sul do Báltico, os Gaettones localizados por Ptolemeu e Tácito na Visula no país dos Lituanos e os Gotas da Gotalândia, que é a Suécia. Os Getae dos Bálcans são chamados por Heródoto dos mais corajosos e mais justos dos Trácios.”[32]

Isto, mais uma vez nos mostra que os ancestrais Escandinavos eram Os Gotas. O que estou fazendo aqui é mostrar para você quantas fontes autoritários diferentes que se possa achar, e que acho mais confiáveis, que têm escrito sobre este povo que estamos seguindo. Eles usaram nomes diferentes em tempos diferentes. Tudo que você precisa fazer é conectar os nomes como se você tivesse conectando os pontos da história humana, e ao mesmo tempo, saber qual grupo morou onde e quando.

Quando descrevendo as tribos Citas Sacas que migraram da região do Mar Cáspio no segundo século E.C. e habitaram no Império Parta, o historiador George Rawlinson nota que a maior tribo, os Massagetas, também eram nomeados os “grande Jits, ou Jats.”[33] Estes Sacas ou Saka migrantes deram seu nome a província Parno de Sacastan e aos reinos Saka do noroeste da Índia. O termo “Jato” tem sobrevevido como o nome de um casta no noroeste da Índia em tempos modernos, atestando ao domínio dos Jats naquela região. A Enciclopédia Britânica afirma o seguinte sobre os antigos “Jats”.

“Os antigos Maometanos escreveram sobre o país dos Jats entre Kirman e Mansura… Especulação tem os identificado com os Getae de Heródoto … (ou os) Citas ou Indo-Citas.”[34]

Os Jats Asiáticos habitavam próximo a terra de Kirman (a região do Kerman ou German (Alemanha) da Pártia). Se ele eram os “Getae,” Asiáticos seu nome mais tarde era “Getes” ou “Gotas.” Se eles eram Citas (Sacas), eles ficaram conhecidos como os Alemãos ou Saxões a medida que entraram na Europa. A Enciclopédiade Collier afirma que os Jats:

“Acredita-se serem descendentes dos Saka ou Citas, que se mudaram para a Índia numa serie de migraões entre o século II E.C. e 500 E.C. [35] Já que os Jats eram uma divisão dos “Sacas” chamados “Saxões” por Ptolemeu, não é de se surpreender que eles ainda eram aliados aos Saxons e chamados de “Jutos” ao tempo em que alcançaram a Europa e as Ilhas Britânicas. Preste atenção ao fato de que os consoantes das plavras “Jats” e “Jutes” são idênticos.

Muitos Sacas se mudaram para a Pártia no século II E.C., mas alguns ficaram na Ásia séculos depois da queda da Pártia como documentaremos no próximo capítulo.

Na Ásia, os Sacas e Jats moravam próximo aos Kermans (Germanii/Alemãos); na Europa eram chamados de Saxões e Jutos, e foram parte dos Alemães migrantes. Seus nomes mudaram muito pouco a medida que se mudaram da Ásia Parta até a Europa como parte das migrações da grande Montanha Cáucaso. Os nomes “Kerman” e “Jats” também permaneceram nas regiões da Ásia onde certa vez moraram. Alguns Jats ficaram na Índia e intercasaram com outras tribos na região. Hoje, os Jats Indianos “em geral tem uma pele mais claro.”[36] apoiando a conclusão de que tinham ancestrais Saka. Como discutido nos livros dois e três desta serie, os Massagetas, uma tribo líder dos Sacas, eram mais prováveis descendentes da tribo Israelita de Manansés, e o sufixo “-getae” indica uma origem comum com os “Getae” (“Gotas”) da região do Mar Negro. O historiador Herbert Hannay escreveu sobre esta conecção:

“Os Gotas, também, será lembrado, que quando na Ásia os Massagetas, tinham sido adoradores do sol …”[37]

Quando eu começar a explicar os diferentes estandartes de cada tribo, não se esqueça do que estou prestes a compartilhar com você com relação aos Anglos como nos “Anglos-Saxões”.

Muitas tribos migraram para as Ilhas Britânicas, junto com os Anglos e os Jutas. Anglo ou Engle, é provávemente baseado na palavra Hebraica “egel” para “touro” ou “bezerro”, um símbolo identificador histórico para a tribo de Efraim. “Jutas” pode simplesmente ser uma variação do nome Judá ou Jats. [38]

Preciso incluir a parte abaixo sobre a Alemanhã que outros e o Sr. Collins (a quem tenho citado mais cedo) vão agora explicar. Na parte da introdução, eu mostrei como em 612 E.C. os Babilônios esmagou os Assírios e destruiu sua capita Níneve e então deu a última tacada de morte em 609 E.C. Mas o que aconteceu com os próprios Assírios?

Autores medievais Árabes dizem que os Assírios são da mesma origem dos Alemães… Barhebraeus, um Bispo Síro que viveu durante o século XII escreveu que ‘Os Germanikah são um povo em Mosel (Níneve) que vieram da Persia… tradição Árabe tem os Germanikah como Assírios.[39]

Após a queda do Império Assírio, o historiador Romano Pliny mencionou a tribo dos “Assyriani” entre os povos Citas na Criméia norte do Mar Negro.[40]

O pesquisador Leon Poliakov chama a atenção ao antigo relato Bavárico de que o povo Bavárico chegaram a Europa Centra da região da Armenia pelo Mar Negro.[41]

Considerando esta informação, não é de surpreender encontrarmos autores medievais Árabes descrevendo os Alemães como “Assírios”[42]

A cidade antiga de Germanicopolis foi localizado na Cilícia, no sudeste da Ásia Menor de acordo com Ammianus Marellinus, Livro 1, § 27. Pertenceu desde a antigüidade ao Hatti. A Cilícia é mencionada em vários lugares na Bíblia. Paulo nasceu na Cilícia (Atos 21:39 e 22:3). Agora olhe o mapa da Europa. Descobrimos que uma das províncias do leste da Alemanha pré-segunda guerra mundial é chamado de SILESIA!—escrito um pouco diferente, mas pronunciado igual! O nome da Cilícia na Ásia Menor foi simplesmente transplantado para a Alemanha Leste pelos Hatti que migraram da Cilícia para a Silesia, depois para Rhine. Silesia é apenas uma escrita moderna![43]

Os “Germanii” da Ásia se Tornam os “Germans” (Alemães) da Europa

Outros nomes do Império Parta foram trazidos para a Europa também. Uma província Parta foi nomeado Carmania, a casa dos Kermans ou Germanii. Os Persas Sassânida atacaram este povo junto com os Parnos, então os Kermans também tinham que fugir da perseguição Persa. De fato, desde que os Kermans foram uma das primeiras nações atacadas pelos Persas anti-simitas, é lógico que os Kermans eram Semitas. Onde estes povos conseguiram seu nome? O historiador Herbert Hannay respondeu esta perguta no seu livro de 1915, Origens Européias e de Outras Raças. Hannay escreveu:

“Foram os Romanos então, que por volta de 58 a.C., aplicaram de forma leviana o nome de uma tribo particular a outras tribos que habitavam no mesmo país, apropriando assim e estabelecendo o nome Germanii, “Germans,” (Alemães) como um apelido genérico para ums coleção de tribos que eventualmente assim foram chamados.”[44]

Foram os Romanos quem deram este nome a uma variedade de tribos que habitavam na Persia em 58 a.C! Claro que, naquele tempo, toda a Persia era o Império Parta! Então na época em que o nome “Germans” (Alemães) foi colocado num grupo de tribos na Ásia, estavam todos habitando no Império Parta! Quando os Parnos caíram, grande tribos Germanii, ou Alemães, já haviam habitado o Império Parta por quase três séculos! (58 a.C–E.C. 226) Em 58 a.C., os Parnos eram chamados “Persas” por muitos autores porque habitavam e reinavam em todo território do antigo Império Persa.

Herbert Hannay também escreveu o seguinte sobre os Alemães quando deixaram a Ásia:

“… os antigos Persas originais – dentre os quais incluiam os Alemães – tiraram proveito da ocasião para abandonar a Ásia e migrar como um só corpo para a Europa.”[45]

As muitas tribos Alemães vieram para a Europa do Império Parta. Porem, os Alemães (Germans), ou “Kermans” vieram de uma só província na Pártia. Se os inúmeros Alemães vindo a Europa vieram de uma só província, isto nos dá uma demonstração de quão vasto e quão populoso era todo o Império!

A medida que os “Kermans” ou “Germanii” migraram para a Europa com o resto dos refugiados Parnos, ainda eram chamados “Germans” (Alemãos). O nome “Carmania” foi tranplantado para a Europa como “Germania” um termo usado pelos Romanos para descrever muitas tribos diferentes, mas similar. Porem, temos evidência que o nome “German” (Alemão) era aplicado a tribos na região Persa muito antes do Império Romano existir!

Heródoto registrou que os “Germanii” era um povo sujeito ao Antigo Império Persa dos Aquemênidas, antes mesmo que os Impérios Romano e Persa existissem.[46] A Enciclopédia Britânica, ao comentar esta passagem de Heródoto, indica que os “Germanii” e os “Carmanios” eram dois nomes para o mesmo povo.[47] Obviamente este povo ficou com o mesmo nome durante séculos e ainda eram chamados de “Germanii” no Império Parta. Claramente, o temo “German” (Alemão) originou na região Irano_Mesopotâmico, e mais tarde se espalhou pela Europa. Já vimos que os Sacas Citas da Ásia tinham colônias na Europa muito antes que o corpo principal de Sacas e Parnos migrarem para a Europa em busca de refúgio. Talvés os Alemães assim fizeram também. Como o leitor pode ver, o antigo nome tribal Asiático “Germanii,” passou praticamente imutado pelos séculos, a medida que se tornou “Germany” (Alemanha) na Europa.

É a opinião deste livro de que o povo originalmente chamado de “Germanii” por Heródoto não foram os únicos que mais tarde seriam chamados de “Germans” (Alemãos) pelos Romanos. Como notado acima, os Romanos levianamente davam nomes para outras tribos que por acaso estavam habitando na mesma região que os Germanii durante os tempos dos Parnos. Este fato indica que o nome “German” (Alemão) foi eventualmente aplicado a muitos outros povos semitas ao tempo que estas tribos com nomes comuns foram atacados pelos Persas Sassinianos e expulsos da Ásia. A medida que os Alemãos migraram de suas atigas pátrias para a Europa, eles ficaram com o nome “German” (Alemão) o qual foi aplicado pelos Romanos a um grupo de tribos muito maior.

Os leitores podem confirmar por si mesmo a região da antiga Persia em que os antigos Kermans (ou “Germanii”) habitaram anteriormente. A região da antiga Persia é hoje chamado “Irã” e uma cidade moderna no Sul do Irã é ainda chamado “Kerman,” após as antigas tribos semitas, que antigamente habitavam na região antes de mifrarem para a Europa.

O antigo autor, Strabo, registra que os Carmânios (Germanii or Kermans) eram um povo guerreiro. [48] Outro fato interessante é que Strabo registra que uma área da Ásia Menor era chamado de “Prusa.”[49] Quando Aníbal, o maior general Cartageno, fugiu no século II a.C., depois de ser derrotado pelos Romanos, ele fugiu para a Armenia a recebeu refúgio na Ásia Menor por um Rei “Prusias.”[50] Será que os residentes da Prusa eram chamados “Prusianos?” A semelhança entre os nomes antigos de “Prusa” e “Prusias” com o termo moderno da “Prússia” é obvio e ambos a antiga “Prusa” e o termo moderno “Prussianos” eram conhecido pelos traços guerreiros. A região da Armenia/Ásia Menor onde (o Rei Prusias) viveu ficava frequentemente dentro do império Parthia’s mas sempre dentro da influência da esfera Parthia’s. Dado a grande migração de pessoas da região da Pártia para a Europa após a queda da Pártia, é possível que a antiga Prusa era os ancestrais dos Prussianos modernos.

O termo “German” (Alemão) também veio a incluir muitas tribos Citas que migraram para a Europa. Em 100 E.C., o historiador e escritos Plínio escreveu concernente aos Citas na Europa:

“…o nome dos Citas tem sido completamente transferido para os Sármatas e os Germans (Alemãos).”[51]

Isto é uma observação histórica muito importante. Isto confirma que muitos Citas, a medida que migraram da Ásia para a Europa, também ficaram conhecidos como “Germans” (Alemãos). A Enciclopédia Britânica observa que os escritores gregos Heródoto e Hipócrates consideram os Sármatas, ou Sarmatianos, como uma tribos Citas.[52] As fontes acima confirmam que os Citas não eram históricos e sim que vieram a ficar conhecidos como os “Germans” (Alemãos) quando migraram para Europa. Também temos visto que muitos Sacas Citas vieram a ficar conhecidos como “Saxões” quando entraram na Europa, e os Saxões estam vistos como uma divisão das tribos Germanicas. Já que muitas tribos Israelitas eram conhecidos como “Citas” na Ásia, isto confirma que muitos eram chamados “Germans” (Alemãos) ou “Saxões” ao entrarem na Europa.[53]

Ao estudar o mapa nas páginas anteriores, você pode ver que na área dos Jutas e Citas Massagetas moravam e seu relacionamento com os Kermans e a Pártia.

No meu livro, As Profecias de Abraão [54] eu mostro a você como a profecia Bíblica claramente indica que a Assíria vai atacar e derrotar Israel nos últimos dias. Estou te mostrando outra vez, as migrações de Israel, onde foram, o que os historiadores e outras culturas/nações os chamou com o passar do tempo, e finalmente onde foram parar. Profecia de fato se repete. Apesar de que este capítulo tem muitas citações históricas, tenho que ter construído o alicerce porque muitos hoje negam o obvio e se recusam reconhecer fatos históricos provados. Tendo dito isso, saber quem é a Assíria e quem são as tribos de Israel no fim desta era facilita muito compreender de quem as profecias estão falando e o que cairá sobre estas nações.

Continuando com os comentários de Steven Collins sobre os Massagetas:

O segundo livro nesta série discute os Massagetas em detalhes, reconhecendo que eles eram adoradores do sol. Após esmagar o exército do Rei da Persia, Ciro o Grande, no século VI a.C. eles migraram para a Pártia no século II a.C. Habitaram na província Parta de Sakastan, batizaso assim por causa de suas origens Sacas origins. É preciso reconhecer que enquanto o Cristianismo tem inúmeros convertidos no Império Parta, muitos Parnos e Citas permaneceram Zoroastas ou adoradores do sol. A citação de Hannay identifica os Massagetas com os “Gotas” que migrara para a Europa. Porem, este autor pensa que a maioria dos Massagetas (uma tribo “Saca”) mesclaram com as tribos Saxônicas que migraram para o norte da Europa depois da queda da Pártia.

Outra tribo Asiática que se mudou da Ásia para a Europa foi os Alanos (ou Alani). O historiador George Rawlinson observa que bandos de Alani habitavam da região do Mar Negro até o leste do Mar Cáspio. [55] Eles tem sido chamados de “meio-casta Citas”, e muitos Alanos seguiram os Vândalos para a Europa.[56] A Enciclopédia de Collier afirma que os Alanos eram um tribo de “nômades falantes do Iraniano” que se mudaram da Ásia para a Europa em 500 E.C. e estabeleceu um reino próprio em Portugal.[57] Mesmo a medida em que números Gotas próximo ao Mar Negro exibiram traços “Iranianos” (i.e., Parta) , os Alanos tinham uma língua “Iraniano”. Isto confirma que eles tinham uma origem em comum com os Parnos e Citas, dos quais a língua “Iraniana” a a cultura são muito bem documentadas.

Os Indo-Europeus que migraram da Ásia até a Europa depois da queda da Pártia incluiam muitas nações e tribos diferentes. As tribos se mesclaram, se tornaram aliados ou se dividiram a medida que inundaram a Europa, e passou-se a ter sobreposisões consideráveis de termos como “Germans,” (Alemãos) “Gotas,” e “Saxões.” O termo “Causcasiano” se tornou um termo geral para descrever todas as tribos que migraram para a Europa pela região da Montanha Cáucaso e o Mar Negro.[58]

Agora chegamos a conjuntura na história do Império Romano onde os Cimérios agora estão sendo chamados por outros nomes. A medida que se mudaram para o oeste eles passam a ser chamados de called “Celtas” pelos Gregos e “Gauleses” pelos Romanos. Os historiadores modernos os conhecem como “Celto-citas”. Os Cimérios se mudaram para o que é hoje chamado de Belgica, Holanda e Noroeste da Alemanha e para o que na época era chamado de “Cimbros Chersonesus” e agora é chamado de “Jutlândia” ou Dinamarca. Os Romanos os chamavam de Cimbros.[59]

O historiador Romano Sallust[60] registra que os Cimbros eram Gauleses. Outros historiadores Romanos chamaram os Cimbros de Celtas. Os Igaevones, que se mudaram para a área de Jutlândia e Holanda junto com os Frísios, Caúcos e Cimbros eram todos das tribos dos Cimérios de acordo com Tácito and Plínio.

Os Gauleses em 280 a.C. invadiram a região oeste da Ásia Menor (Oeste da Turquia) do Central da Europa e se mantiveram presentes na Frígia e deram seu nome à área. Ficou conhecido como a Galácia, que é a mesma área mencionado em Atos 16:6 e é a mesma área ao qual Paulo escreveu em sua epístola aos Gálatas. Estes são aqueles que a mais de 500 anos antes eram conhecidos como os Israelitas.

6 E, passando pela Frígia e pela província da Galácia, foram impedidos pelo Espírito Santo de anunciar a palavra na Ásia. (Atos 16:6)

Também podemos ler em Atos de outro evento no dia de Pentecostes.

5 E em Jerusalém estavam habitando judeus, homens religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu. E, quando aquele som ocorreu, ajuntou-se uma multidão, e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua. E todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! não são galileus todos esses homens que estão falando? Como, pois, os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos? Partos e medos, elamitas e os que habitam na Mesopotámia, Judéia, Capadócia, Ponto e Ásia, E Frígia e Panfília, Egito e partes da Líbia, junto a Cirene, e forasteiros romanos, tanto judeus como prosélitos, Cretenses e árabes, todos nós temos ouvido em nossas próprias línguas falar das grandezas de Elohim.” (Atos 2:5-11)

Observe as palavras “homens religiosos”. Estes eram homens de cada um destes países distante que vieram para Jerusalém para guardar a Festa de Shavuot ou Pentecostes. Estes são os Israelitas.

Somos ordenados a subir à Jerusalem três vezes ao ano para os Dias de Festas.

14 “Três vezes no ano me celebrareis festa. A festa dos pães ázimos guardarás; sete dias comerás pães ázimos, como te tenho ordenado, ao tempo apontado no mês de Abibe; porque nele saíste do Egito; e ninguém apareça vazio perante mim; E a festa da sega dos primeiros frutos do teu trabalho, que houveres semeado no campo, e a festa da colheita, à saída do ano, quando tiveres colhido do campo o teu trabalho. Três vezes no ano todos os teus homens aparecerão diante de ????.” (Êxodo 23:14-17)

16 Três vezes no ano todo o homem entre ti aparecerá perante ???? teu Elohim, no lugar que escolher, na festa dos pães ázimos, e na festa das semanas, e na festa dos tabernáculos; porém não aparecerá vazio perante ????; …” (Deuteronômio 16:16)

4 Onde sobem as tribos, as tribos de ????, até ao testemunho de Israel, para darem graças ao nome de ????. (Salmo 122:4)

Somente aqueles das tribos de Israel que estavam guardando as Festas teriam feito a viagem até Jerusalem para os guardar. Pedro está se dirigindo ao povo vindo das Dez Tribos que não tem retornado a Terra de Israel permanentemente. Eles vieram para as Festas dos lugares para os quais migraram ou foram exilados e onde estavam morando naquele tempo. As Dez Tribos eram conhecidos e não “perdidos” como somos ensinados.

Agora quero voltar e tocar em algumas coisas mais afundo do que mencionei até agora, sem lhe dar todas as evidencias para apoiar minhas afirmações.

Os Amyrgians eram chamados Saka haumavarga (“Citas bebedores de Haoma”) no Persa antigo, o que é uma reinterpretação dos nomes pessoais de Amorges e (H)omarges.[61] A forma grega de seus nomes era Amyrgioi. Eles são conhecidos desde os dias de Ciro e foram registrados por Heródoto como tendo lutado contra Ciros e juntado forças com ele. Estão entre os Citas e como temos mostrado eram descendentes dos Israelitas.

Há uma riqueza de informações, acredite ou não, no que muitos chamam das geneologias chatas e cansativas da Bíblia. Abaixo, em 1 Crônicas e em Números, os descendentes de Manansés são indentificados para nós:

14 Os filhos de Manassés: Asriel, que a mulher de Gileade gerou (porém a sua concubina, a síria, gerou a Maquir, pai de Gileade. (1 Crônicas 7:14)

29 Os filhos de Manassés foram; de Maquir, a família dos maquiritas; e Maquir gerou a Gileade; de Gileade, a família dos gileaditas. (Números 26:29)

39 E os filhos de Maquir, filho de Manassés, foram-se para Gileade, e a tomaram; e daquela possessão expulsaram os amorreus que estavam nela. Assim Moisés deu Gileade a Maquir, filho de Manassés, o qual habitou nela. E foi Jair, filho de Manassés, e tomou as suas aldeias; e chamou-as Havote-Jair. E foi Nobá, e tomou a Quenate com as suas aldeias; e chamou-a Nobá, segundo o seu próprio nome. (Números 32:39-42)

No seu livro, A Jewish Princedom In Feudal France (Um Principado Judeu na França Feudal), Arthur Zuckerman nota que Machir (Ha-Machiri) a (“pertencente a Machir”) era referido como Al Makhiri, “AYMERI,” “Maghario” (p.180) ou “Magharius,” como “Aymeri,” p.121, n.16, e como “Aimerico,” e “Aimericus.” Zuckerman p.131, n.38[62]

No Hebraico Bíblico “HaMachiri” literalmente denota “Os filhos de Machir” (Números 26:29), mas também conota “Aquilo que procede de Machir” e neste caso era aplicado como apelido do próprio Machir e depois latinizou para soar algo como “America!” A versão Hebraica é difícil para os ocidentais destreinados pronunciarem (ou até mesmo lembrarem) e assim foi que se tornou “Americo” ou “Amerigo” no latin da antiga era Medieval e este nome foi dado mais tarde para Amerigo Vespucci o que deu seu nome para a terra da America. Segue-se então que o nome AMERICA pode muito bem ser compreendido significar “Terra de Machir” (ou “Terra dos Filhos de Machir”) filho de Manansés.[63]

Zuckerman descreve como Machir (“Aimericus”) se tornou uma lenda do qual seu nome era celebrado nas baladas do Sul da França e regiões vizinhas. [64]

De Yair Davidiy temos a seguinte pesquisa sobre o nome de Machir, seus descendentes, onde foram e como ficaram conhecidos lá.

Manansés = Mannus (ancestral lendário das tribos da Alemanha que se mudou para o Gaul e a Britania).

Os Clãs de Manansés:

Machir: Maracanda, Maruka, Amyrgioi (todos ao leste do Mar Cáspio), Makran (sul do Irã), Skati Marika (nome dado aos Mercianos, que significa leste do Mar Cáspio), Mércia conhecido no continente como “Myringas”, elemento importante entre os Gotas e Anglo-Saxões. Marcomanni na Alemanha.

O nome de MACHIR filho de Manansés se tornou (depois de uma troca de letras simples) o nome “AMERICA” que pode ser daí compreendido como significar “Terra de Machir”.

Gilead: Galatae (na Gália), Galadi (nome de Galatae), Giladon (no país de Gales), Caledônios (na Escócia).

Helek: = Heleucones (Alemanha à Britânia), Calucones, (Alemanha ao Oeste).

Asriel: = Isari (montanhas Emodianos na Cítia, local lendário das jornadas dos Anglos, Saxões, e Frísios). Aorsi (do oeste da Cítia até a Escandinávia), Surrey (Inglaterra Saxã).

Schechem (Secem): = Scymbi (leste da Cítia),

Sigambri-Sicambri (Afeganistão, Báctria, da Alemanha ao Gália).

Shemida: = Soumboi Aggiloi (divisão dos Angles),

Soumboi-Laggobardi (divisão dos Lombards), Samides (ancestral lendário dos Gaulesess), Saemdag (ancestral heroi Scandinávio).

Hepher: = Hefr (apelido para guerreiro Gotas).

Haeferingas (Saxões na Inglaterra).

Jeezer (pronunciado em Hebraico como) Aiezer (Ai-g-azar): = Agathyrsi (se tornou os Khazars que se converteram ao Judaismo e os Pictos da Escórcia).

Filhas de Zelophahad: Tirtsah (Thirtsah) = Thyrsagettae (nome para Thysagettae da Cítia, que migrou para a Escandinávia).

Milcah: = Melicertii na Cítia Cáucaso – Basiloi (Real =MLC raís do nome Milcah) dos Khazars, Escandinávia, e Citas Reais.

Hoglah

Noah: = Neuri da Cítia até a Escandinávia, Nervi da Gália Celta

Mahlah

Outros nomes de Manansés baseado no livro de Crônicas:

Sheresh (Seres): = Seres na Serica (Leste da Cítia).

Peresh (Peres): = Parissi (de Gaul e Britainia), Frissi (da Holanda e Inglaterra), Phiressi (Escandinávia), Parsi (Parnos do leste do Cáspio e no Irã). O nome “Peresh” significa “separado, santificado” (ex. Pharisee/Fariseu) que é o mesmo significado de “Nemed” um ancestral na mitologia Irlandês). Quando pronunciado com uma intonação um pouco diferente o nome também conota homens de cavalos = SUS (sus significa cavalo em Hebraico) = SUESSIONS, (Gaul), Sassi. Houve um príncipe da tribo de Manansés Gaddi, filho de Susi (Números 13:11).

Epher: = Heartho-Raemes (Escandinávia).

Jeremiah: = Heartho-Raemes (Escandinávia), Raumar (Noruega).

Ishi: = Hossi (Cítia, talvés parte dos Pictos e Khazars).

Azriel (Gazriel): = Gazaria (nome da “Khazaria”).

Eliel: = Hilleviones (Escandinávia), Elvaones (Vandals, Anglo-Saxons).

Hovadiah (pronunciável como Howadiah): = Eadwine (entre os Mercianos da Inglaterra e Lombards).

Mercia na Inglaterra Anglo-Saxônica compreendia a maior parte. Mercia é derivado de Machir. Clãs dos Mercian na Inglaterra incluem Magonsaete, Nox, Oht gaga, Henrica, Unecinga, Hwicce, Gifel, Spale, e Grywe (Thundy p.105). Os Magonsaete tem um nome que em Hebraico significaria o que carrega as armas (Magon-Saeti).

Outras clãs de Machir (1-Crônicas 7; 14-17) incluiam Likhi e Aniam (=Unecinga da Mercia). Shupim =Spale of Mercia, Chupim =Gifel da Mercia.[65]

O mapa abaixo mostra as rotas que várias tribos tomaram com o tempo desde o cativeiro até como seus nomes mudaram e onde terminaram.

Também podemos ler que Yeshua sabia da localização das Dez Tribos do Norte quando falava com seus Apóstolos.

E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.” (Mateus 15:24)

????? enviou estes doze, e lhes ordenou, dizendo: Não ireis pelo caminho dos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos; Mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel; E, indo, pregai, dizendo: É chegado o reino dos céus.’ (Mateus 10:5-7)

E isto já eram 763 anos depois do cativeiro em 732 a.C. Os apóstolos deveriam ir para as tribos de Israel e lhe contar as boas novas. Mas para onde foram? Lemos em nossas próprias Bíblias o seguinte:

1 Pedro, apóstolo de ?????, aos estrangeiros dispersos no Ponto, Galácia, Capadócia, Asia e Bitínia …” (1 Peter 1:1).

Deixa-me citar um artigo da revista Hope of Israel (Esperança Para Israel) como eles lhe mostram para onde foram os doze apóstolos.

Este não eram gentios. Pedro não era o apostolo ao gentios (Gálatas 2:8). Paulo era. Pedro era Apóstolo Chefe às Ovelhas Perdidas da Casa de Israel.

Notem a palavra “estrangeiros.” Não significa gentios. O termo no grego é parepidemos. Que significa “residente de for a,” literalmente, “um forasteiro ao lado.” Não se refere a gentios, mas sim aos não-gentios que habitavam entre os gentios, como estrangeiros ou forasteiros. Abraão, por example, era forasteiro e estrangeiro quando viveu entre os Gentios Cananeus na Palestina.

Pedro estava se dirigindo a esta parte das Tribos Perdidas que habitavam entre os gentios como forasteiros ou estrangeiros. Ele não estava escrevendo primariamente para Judeus. Ele não os teria chamado de “estrangeiros” pois ele mesmo era Judeu.

Agora preste atenção nas regiões para o qual Pedro dirigiu sua carta. Você pode ter que olhar num mapa Bíblico para os localizar. Todos estão localizados na metade norte da Ásia Menor, ou Turquia moderna.. Estas terra ficam imediatamente para o oeste do Império Parta!

Escritores gregos, na época do Messias, reconheceram que as regiões do norte da Ásia Menor eram não-gregos (exceto pelas poucas colonias comerciantes e cidades de porto). Novas pessoas, nos contam os gregos, estavam habitando no norte da Ásia Menor nos tempos do Novo Testamento. Aqui está um relato surpreendente de Diodorus da Sicilia:

“… muitos povos conquistados foram removidos para outras casas, dos quais duas dessas se tornaram grandes colônias: uma era composta por Assírios e foi levada para a terra entre Paflagónia e Ponto, e a outra foi atraída da Media e pantada à beira do Tanais (o Rio Don na antiga Cítia—a Ucrânia moderna, norte do Mar Negro, no sul da Russia.” (veja livro II, s. 43.)

Preste atenção na área da qual estas colônias vieram – Assíria e Media. As exatas áreas para onde a Casa de Israel foi levada cativa! “assim foi Israel expulso da sua terra à Assíria até ao dia de hoje” (2 Reis 17:23) “o rei da Assíria tomou a Samaria, e levou Israel cativo para a Assíria; e fê-los habitar em Hala e em Habor junto ao rio de Gozã, e nas cidades dos medos” (versículo 6).

A Casa de Israel habitou no cativeiro como forasteriros e estrangeiros entre os Assìrios. Mais tarde quando os Assírios foram removidos de sua pátria para o norte da Ásia Menor, parte da Casa de Israel migrou junto com eles!

Aqui está a prova de Strabo, o geógrafo. Strabo deu o nome aos colonistas no norte da Ásia Menor de “Assírios Brancos” (12, 3, 9), invés de Assírios. Havia então dois povos – os Assírios e os Assírios Brancos. Quem eram estes assim chamados “Assírios Brancos”? Ninguém mais do que a Cada de Israel, que havia sido levada para o cativeiro Assírio.

“Síria” era o nome grego para toda a área da faixa leste da costa Mediterranea norte da Judeia. Porque a Casa de Israel morava na Palestina – sul da Síria em termo gregos – os Gregos os chamavam de “Sírios Brancos”. Por contraste, os Arameans de pele escura permaneceram na Síria e tem habitado lá até hoje.

Quando os Assírios foram compelidos a migrarem para o norte da Ásia Menor, seus antigos escravos – os “Sírios Brancos” ou as Dez Tribos de Israel – migraram junto com eles! Os encontramos lá ainda no tempo do Novo Testamento – as ovelhas perdidas da Casa de Israel – os estrangeiros entre os Assírios (1 Pedro 1:1)— a quem o apóstolo Pedro endereça sua primeira carta! Poderia ser mais pleno? O Apóstolo Chefe à Casa de Israel escrevendo para uma parte das Dez Tribos habitando entre os Assírios que originalmente os levou cativos! [66]

Quem eram os Parnos tem permanecido um mistério há muito tempo. De repente surgem próximo ao Mar Cáspio cerca de 700 a.C. como escravos dos Assírios. “De acordo com Diodorus , que provavelmente seguiu a Ctésias, passaram do domínio dos Assírios aos Medos, e da dependência dos Medos a uma posição similar sob os Persas.” (Rawlinson’s, Monarchies (Monarquias), vol. IV, p. 26, citado de Diod. Sic., ii 2, 3; 34, 1 e 6.)

Os Parnos subiram ao poder cerca de 250 a.C. nas terra às margens do Mar Cáspio. Esta foi a terra para onde os Israelitas foram exilados! O que deixa os historiadores perplexos é que os Parnos não são nem Persas, Medos ou Assírios ou qualquer outro povo conhecido. Até seu nome respira mistério – até que você compreende a Bíblia.

A palavra Parno significa exilados! (Veja: The Sixth Monarchy (A Sexta Monarquia), de Rawlinson p, 19.) Os únicos exilados naquela terra eram as Dez Tribos de Israel! Os Parnos incluiam ninguém mais do que as Dez Tribos exilados que permaneceram na terra de seu cativeiro até E.C. 226. Isto foi quando os Persas os forçaram até a Europa. Josefo, o historiador Judeu, conhecia a Pártia como a maior habitação das Dez Tribos. Ele declara: “Então toda a comunidade de povo de Israel (as Dez Tribos) permaneceram naquela terra (não retornaram à Palestina); assim ficaram apenas duas tribos na Ásia e Europa sujeito aos Romanos, enquanto as Dez Tribos estão além do Eufrates (até) hoje, e são uma enorme multidão, que não pode ser enumerado.” (Antiguidade dos Judeus, lv. xi, cp. v. 2).

Aí está! A exata área para onde os (Apóstolo) Tomas viau, relata Josefo, que está repleto de uma multidão que não foi numerado das Dez Tribos! Josefo estava, aparentemente, sem saber daqueles que migraram para o oeste. Porem ele deixa claro que somente a Casa de Judá retornou à Palestina. A Casa de Israel estava “além do Eufrates até agora!”

Tomas também foi até o Noroeste da Índia, leste da Persia, onde os “Índios Brancos” habitavam. Estes “Índios Brancos” – ou seja, brancos morando na Índia – eram também conhecidos como os Hunos Neftalitas, nos registros gregos mais recentes. Será que tem alguma ligação com a tribo de Naftali? Eles foram expulsos no século VI e migraram para a Escandinávia. A arqueologia da Escandinávia confirma este evento.

A Cítia e a Ásia Superior (Ásia Menor) foram as regiões delegados para Filipe. (Veja Antiquities (Antiguidades) Apostolicae, de William Cave p. 168.) Cítia foi o nome da vasta planície norte dos Mares Negro e Cáspio. Para esta região uma grande colônia de Israelitas migraram depois da queda do Império Persa em 331 a.C. Da Cítia migraram os Escosseses. A palavra Escossês é derivado da palavra Cita. E significa habitante da Cítia. Os Escosseses são parte da Casa de Israel.

Interessantemente, a palavra Cítia, no Celta, tem o mesmo significado que na língua semita – um has the same meaning that Hebrew does in the Semitic language—a migrante ou itinerante![67]

Dado o fato de que eu ainda não falei de outra grande nação que nasceu do cativeiro dos Israelita farei isto agora. Mais uma vez, podemos tirar bastante informações das genealogias dos vários clãs encontrados na Bíblia. No livro de Números, é dito dos filhos de Efraim:

35 Estes são os filhos de Efraim, segundo as suas famílias: de Sutela, a família dos sutelaítas; de Bequer, a família dos bequeritas; de Taã, a família dos taanitas. E estes são os filhos de Sutela: de Erã, a família dos eranitas. Estas são as famílias dos filhos de Efraim, segundo os que foram deles contados, trinta e dois mil e quinhentos; estes são os filhos de José, segundo as suas famílias. (Números 26:35-37)

Na região onde a Pártia se tornaria uma grande nação que se tornou antes do nascimento de Yeshua, e nas regiões onde porções da Dez Tribos foram levados para o cativeiro, há uma província conhecida como Báctria. Era uma província Selêucida e a linguagem que eles falavam era parecida com a dos Saka Citas.

Henry Rawlinson afirma no seu livro Báctria, “… parece ter pouca dúvida que a população de Báctria era em sua maioria Cita …” (e ele cita Justine, um autor clássico que escreveu “… o Império Báctrio foi fundado pelos Citas …”)[68]

Preste atenção ao clã de Eranitas mentionado in Números 26. Este é facil de ver até o dia de hoje já que o país no qual o Erã foi transplantado é hoje chamado pelo seu nome na forma de Irã, e sua capital é Teerã. [69] Estes Eframitas seria expulsos de lá nos anos vindouros pelos Medos e Persas, mas o nome permaneceria.

Outro clã de Números 26 é também mencionado. Ele também estava localizado no que viria a ser a Pártia e eles eram os Taanitas que passariam a ser os Daanitas. (O “D” e o “T” são trocados frequentemente linguisticamente.).

Aqui está o que o Steven Collins tem a dizer a respeito do assunto.

Quando a antiga capital de Israel, a Samaria, caíu às mãos dos Assírios, 2 Reis 17:5-6 registra que os últimos defensores Israelitas foram transplantados para a região dos Medos (agora norte do Irã). A Samaria estava no território da tribo Israelita, Efraim, e é de se esperar que a última onda de cativos Israelenses seriam da tribo de Efraim. Números 26:35-37 também registra que a tribo de Efraim era subdividida em quatro clãs das quais três são chamados Bequeritas, Eranitas e Taanitas. Séculos mais tarde, três tribos poderosos da aliança Cito-Parta eram os Bequeritas, Eranitas e Daanitas. Preste atenção na grande semelhança entre os nomes dos clãs Eframitas e as tribos Cito-Partas. Estas tribos eram todas clãs da mesma tribo Israelense, a tribo de Efraim, que haviam crecidos em grandes números. O termo “Erãn” é uma forma antiga do qual foi derivado o nome da nação moderna do “Irã”. E interessantemente, a nação do Irã (apesar de hoje ser Persa e não Israelita) é ainda conhecido pelo nome do clã da tribo de Israel, a tribo de Efraim, que habitava na região. O “D” e o “T” são consoantes relacionados (e frequentemente trocados) assim como o “P” e “B” foram frequentementes trocados no mundo antigo, fazendo com que os Daanitas e Taanitas sejam o mesmo clã Eframita. Báctria foi derivado do nome do clã Eframita chamado “Bequeritas”. Duvido muito que você encontre a origem Israelita para estes nomes em algum livro de história.

No período pós-Parta, Afeganistão também foi governado por um tempo pelos “Hunos Brancos,” um nome dado a eles para diferenciar esta tribo “Caucasiana” de outros Hunos Mongóis da Ásia. A Enciclopédia Britânica (1943 Ed., Vol. 8, p. 646) registra que os Hunos Brancos eram também chamados de “ “Eftalitas” ou “Neftalitas” pelos historiadores antigos. Qualquer um dos nomes preserva o nome distintamente Israelita da tribo de Naftali, que foi levado cativo pelos Assírios e relocados em uma só massa para a Ásia ános antes da queda de Samaria. Os Hunos Brancos que governavam o Afeganistão por um tempo eram Israelitas da tribo de Naftali. Os Citas e Parnos não se esqueceram de suas origems Israelitas. Durante o tempo do Império Parta (cerca de 250 a.C.—E.C. 227), uma cidade Parta localizado sudoeste do Mar Cáspio foi nomeado “Samariane” (Ancient History (A História Antiga) de George Rawlinson, p. 475), preservando o nome exato da cidade capital,a Samaria, na pátria ancestral Israelense na antiga Terra Prometida.[70]

A segunda estória dos Parnos que estou prestes a compartilhar vem de Eusebio sobre o Messias. Você pode ler isto por si mesmo.

Capítulo 13. Narrativa concernente ao Príncipe dos Edessas.

  1. Divindade de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo sendo conclamado por toda parte entre os homens por conta de seu poder milagroso, ele atraíu inúmeros seguidores de países estrangeiras longe da Judeia, que tinham a esperança de serem curados de suas doenças e todo tipo de sofrimentos.
  1. Por exemplo, o Rei Abgaro, que reinou as nações além do Eufrates com grande glória, sendo aflingido de uma doença terrível que estava além do poder da habilidade humana curar, quando ele ouviu o nome de Jesus, e seus milagres, dos quais todos testemunhavam em um acordo, enviou uma mensagem a ele por um mensageiro e implorou-o que curasse sua doença.
  1. Mas ele naquele momento não atendeu seu pedido; porém o achou digno de uma carta pessoal em que ele disse que o enviaria um dos seus dicípulos para curar sua doença, e ao mesmo tempo lhe prometeu salvação para ele e toda sua casa.
  1. Não muito tempo depois, sua promessa se cumpriu. Pois após a sua resurreição dos mortos e sua acenção aos céus, Tomás, um dos doze apóstolos, sob divina impulsão, enviou a Tadeu, que também era contado os setenta dicípulos de Cristo, até Edessa, como pregador e evangelista dos ensinamentos de Cristo.
  1. E todos a quem o nosso Senhor prometeu recebeu por ele seu cumprimento. Você tem provas escritas destas coisas tiradas dos arquivos de Edessa, o qual, na época era cidade real. Pois nos registros públicos lá, há relatos de tempos antigos e dos atos de Abgaro, e estas coisas foram achadas preservadas até ao dia de hoje. Mas não há maneira melhor do que escutar as próprias epístolas que nós temos tirado dos arquivos e literalmente traduzimos a língua Siríaca da seguinte maneira:

Cópia de uma epístola escrita por Abgaro, governante de Jesus, e que enviou a ele em Jerusalem por Ananias o mensageiro ágil.

  1. Abgaro, governador de Edessa, a Jesus o excelente Salvador que apareceu na região de Jerusalem, saudações. Tenho ouvido relatos sobre você e de suas curas sem remédios ou ervas. Pois se diz a seu respeito que fazes o cego ver e o alejado andar, limpas o leproso e expulsas espíritos impuros e demônios, e que curas aqueles aflingidos por doenças crônicas, e ressucita dos mortos.
  1. E tendo ouvido todas estas coisas a seu respeito, tenho concluido que uma de duas coisas deve ser verdade: ou você é Deus, e tendo descido do céu fazes estas coisas, ou então você que fazes estas coisas, és o Filho de
  1. Tenho porém lhe escrito para lhe pedir se você se daria ao trabalho de vir até mim e curaria a doença que tenho. Pois tenho ouvido que os Judeus estão murmurando contra você e estão tramando lhe ferir. Mas eu tenho uma pequena, porém nobre, cidade, que é grande o suficiente para nós dois.

A resposta de Jesus ao governador Abgaro pelo mensageiro Ananias:

  1. “Bendito és tu que creste em mim sem ter me visto. Pois está escrito a meu respeito, que aqueles que não me viram, não creriam, e que aqueles que não me viram creriam e seriam salvos. Mas com relação ao que me escreveste, que eu vá até você, é necessário para eu cumprir todas as coisas aqui o motivo pelo qual fui enviado, e depois que tenho os cumprido, retornarei a quem me enviou. Mas depois que eu tenha retornado lhe enviarei um dos meus dicípulos, que ele possa curar sua doença e dar vida a você e aos seus.”

Outros relatos:

  1. A estas epístolas foram acrescentados os seguintes relatos na língua Siríaca. Depois da ascenção de Jesus, Judas, que também era chamado Tomas, enviou a Tadeu, um apóstolo, um dos setenta. Quando ele havia chegado, ele se hospedou com Tobias, filho de Tobias. Quando a notícia se espalhou, foi dito a Abgaro que um apóstolo de Jesus havia chegado, como ele o escreveu.
  1. Tadeu começou então, no poder de Deus, a curar todo tipo de doença e enfermidade, de tal forma que todos se admiravam. E quando Abgaro ouviu das grandes e maravilhosas coisas que ele fez e das curas que ele efetuou, ele começou a suspeitar que ele era aquele de quem Jesus hava escrito, dizendo, ‘depois que eu tenha retornado lhe enviarei um dos meus dicípulos, que ele possa curar sua doença.’
  1. Então, intimando Tobias, com quem Tadeu se hospedava, ele disse, tenho ouvido que certo homem de poder tem chegado e está hospedado em sua casa. Traga-o a mim. E Tobias se aproximando de Tadeu lhe disse, “O governador Abgaro intimou-me e me mandou que eu lhe levasse até ele, para que você possa o curar.” E Tadeu disse, “Eu irei, pois tenho sido enviado a ele com poder.”
  1. Tobias então se levantou cedo no próximo dia, e levando a Tadeu, foi até Abgaro. E quando ele chegou, os bobres estavam presentes e ficaram de pé próximo a Abgaro. E imediatamente após a sua entrada uma grande visão apareceu a Abgaro no rosto do apóstolo Tadeu. Quando Abgaro o viu, ele se prostrou diante de Tadeu, enquanto que todos ao seu redor ficaram atonitos; pois não viram a visão, que apareceu somente Abgaro.
  1. Ele então perguntou a Tadeu se ele era, de fato, o dicípulo de Jesus o Filho de Deus, que o disse, “lhe enviarei um dos meus dicípulos, que ele possa curar sua doença e dar vida”. E Tadeu disse, “Porque você tem crido poderosamente naquele que me enviou, é que eu tenho sido enviado a ti. E além disso, se você crer nEle, os pedidos do seu coração serão atendido como você creu.”
  1. E Abgaro disse a ele, “Tenho crido tanto nEle que tenho desejado levar um exército para destruir aqueles Judeus que o crucificaram, sendo eu dissuadido por razão do domínio Romano.” E Tadeu disse, “Nosso Senhor tem cumprido a vontade de Seu Pai, e tendo cumprido, tem retornado ao Seu Pai.” E Abgaro disse a ele, “Eu também tenho crido nEle e em Seu Pai.”
  1. E Tadeu disse e ele, “Então eu coloco as minhas mãos em você em Seu nome.” E quando ele havia feito, imediatamente Abgaro foi curado da doença e do sofrimento que tinha.
  1. E Abgaro ficou maravilhado, que aquilo que ele havia ouvido a respeito de Jesus, ele recebeu o mesmo ato por seu dicípulo Tadeu, que o curou sem medicamentos e ervas, e não somente a ele, mas também Abdus o filho de Abdus, o qual era aflingido por gota, pois ele também veio a ele e caiu aos seus pés, e tendo recebido a benção pela imposição das mãos, foi curado. O mesmo Tadeu curou muitos outros habitantes da cidade, e fez milagres e obras maravilhosas, e pregou a palavra de Deus.
  1. E depois Abgaro disse, “Você, ó, Tadeu, fazes estas coias pelo poder de Deus, e nós nos maravilhamos. Mas, além destas coisas, lhe peço que me informe a respeito da vinda de Jesus, como ele nasceu; e com relação ao seu poder, por qual poder ele faz estes atos dos quais tenho ouvido.”
  1. E Tadeu disse, “Agora de fato ficarei em silêncio, já que fui enviado para proclamar a palavra publicamente. Mas amanhã junte em assembléia para mim todos os seus cidadões, e eu pregarei em sua presença e semearei entre eles a palavra de Deus, a respeito da vinda de Jesus, como ele nasceu; a respeito de sua missão, para qual propósito ele foi enviado pelo Pai, e a respeito do poder de suas obras, e os mistérios que ele proclamou no mundo, e por qual poder ele fez estas coisas; e a respeito de sua nova pregação, e sobre sua humilhação e seu sofrimento, e de como ele se humilhou, morreu, degradou e foi crucificado, e desceu a Hades, e quebrou os grilhões dos quais a eternidade não havia quebrado, e levantou os mortos; pois ele desceu sozinho, mas subiu com muitos, a assim subiu até seu Pai.”
  1. Abgaro então convocou assembléia cedo de manhã para ouvir a pregação de Tadeu, a depois ordenou que lhe dessem ouro e prata. Mas ele recusou, dizendo, “Se nós temos abandonado os nossos pertences, como poderemos entao tomar o de outro?” Estas coisas ocorreram no ano trezentos e quarenta.

Eu tenho os inserido aqui nos seus devidos lugares, traduzido literalmente do Siríaco, e espero que para bom propósito.[71]

Há uma riqueza de informações disponíveis à ponta dos nossos dedos que preenchem as lacunas históricas necessárias e abrem um mundo todo novo na nossa compreensão dos grupos de pessoas agora vindo a ser conhecidos no mundo dos quais tem muito escrito a respeito por muitos historiadores da antiguidade. Eu agora tenho lhe mostrado os nomes que os Israelitas tem sido chamados desde o cativeiro até a Era Comum (E.C.). Você pode agora localizar as Dez Tribos de Israel desde o tempo do cativeiro em 723 a.C. até nossa presente era e, em alguns casos você pode fazer isto tribo a tribo uma vez que sabe os nome de todas as tribos Celtas.

Tenho tantos outros livros que poderia usar com informações simplesmente maravilhoso mas não é o propósito deste livro examinar este assunto extensivamente – pois por mais essencial que é o assunto para construir o alicerce para este livro, não é o assunto principal do livro. Eu tenho lhe mostrado como as Dez Tribos de Israel e também algumas das tribos de Judá depis de seu cativeiro migraram para o norte e oeste e finalmente habitaram onde os povos Celtas tem registros.

Todos sabemos que os Celtas são hoje. A Inglaterra e todas as suas Commonwealth Nations são um dos filhos de José (Efraim – Inglaterra, Canadá, Australia e Nova Zelânda). Os Estados Unidos é outro (Manansés). É sobre estes dois que o nome de Israel tem sido passado até nós e é sobre estas duas e outras tribos de Israel (Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca, Holanda, Africa do Sul, partes da França, Bélgica, Escórcia, Irlanda, Gales e o Estado de Israel – que representa Judá) que os castigos de Levíticos 26 e a profecia contida neste livro sobre Daniel 9, vão vir e já estão vindo.

Leia a Declaração de Independencia Escocesa escrita em 1320 E.C. e enviado ao Papa por Roberto de Bruce e selado por vinte e cinco de seus nobres. Estas pessoas não são religiosas mas tinham conhecimento de sua história. Você conhece a sua? Pesquise isto abaixo e pense sobre a seu ancestrais.

“Sabemos Sua Santidade, das crónicas e dos livros antigos, que entre outras nações ilustres, nossa, a nação dos Escosseses, tem se distinguido por muitas honras; desde a grande Cítia até o Mar Mediterraneo e a Coluna de Hércules (Rochedo de Gibraltar) e viajando pela Espanha (Iberia—Heberia—terra dos Hebreus) dentre as tribos mais selvágens por um longo percurso de tempo, não pode em lugar algum ser subjugado por povo algum por mais bárbaro; e vindo desde então há mil e duzentos anos da saída do Povo de Israel (o Êxodo), eles por muitas vitórias e árduo trabalho, adquiriram para si mesmos as posseções no Oeste que hoje temos…. No seu reino cento e treze reis de seu próprio sangue nobre, sem intervenção estrangeira, tem reinado” Então por mais que só reste cem de nós vivos jamais cederemos de forma alguma ao domínio Inglês. Lutamos não por glória, nem por riquezas ou honra, mas por tão somente liberdade, ao qual homem algum rende senão com sua própria vida.”[72]

Se nós não somos Israel, quem é e onde exatamente eles estão? Onde estão aquelas pessoas que Yehová prometeu bençãos inúmeras? Onde estão aqueles que controlaria os portões dos seus inimigos? Onde estão aqueles que seriam tão grande em números que não se poderia contar – aqueles profetizado ser como os grãos de areia da praia ou as estrelas nos céus? Alguma outra nação cumpriu as promessas de Yehová?

Não irmãos, eles não estão dispersos e perdidos entre as nações do mundo como algums querem que acreditemos. As promessas tem ido para a Inglaterra que controla os portões de seus inimigos desde os anos 1700s e sobre o seu Império o sol nunca se pôs. Depois da II Guerra Mundial, a Inglaterra esvaneceu um pouco enquanto os EUA subiram ao palco no cenário mundial. Nenhum país tem se comparado a estas duas nações poderosas que tem sido abençoados por Yehová os quais neles e por eles o mundo todo tem sido abençoado também. Você não pode nomear sequer um país no mundo que tem sido tao abençõado quanto estas duas nações e sua Comunidade de Nações.

Mas… estas duas nações, infelizmente, não tem retornado à Torá e não guardam Os Mandamentos e é por isso que o castigos tem vindo e irão continuar a vir até que estes povos se arrependam e reotnem à Yehová. Até então, mais e mais tribulações, corações quebrados e julgamentos estão vindo.

1 Digo, pois: Porventura rejeitou Elohim o seu povo? De modo nenhum; porque também eu sou israelita, da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim. Elohim não rejeitou o seu povo, que antes conheceu. Ou não sabeis o que a Escritura diz de Elias, como fala a Elohim contra Israel, dizendo: ????, mataram os teus profetas, e derribaram os teus altares; e só eu fiquei, e buscam a minha alma? Mas que lhe diz a resposta divina? Reservei para mim sete mil homens, que não dobraram os joelhos a Baal. Assim, pois, também agora neste tempo ficou um remanescente, segundo a eleição da graça. Mas se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça. Se, porém, é pelas obras, já não é mais graça; de outra maneira a obra já não é obra. Pois quê? O que Israel buscava não o alcançou; mas os eleitos o alcançaram, e os outros foram endurecidos. Como está escrito: Elohim lhes deu espírito de profundo sono, olhos para não verem, e ouvidos para não ouvirem, até ao dia de hoje. (Romanos 11:1-8)

9 E Davi diz: Torne-se-lhes a sua mesa em laço, e em armadilha, E em tropeço, por sua retribuição; Escureçam-se-lhes os olhos para não verem, E encurvem-se-lhes continuamente as costas. Digo, pois: Porventura tropeçaram, para que caíssem? De modo nenhum, mas pela sua queda veio a salvação aos gentios, para os incitar à emulação. E se a sua queda é a riqueza do mundo, e a sua diminuição a riqueza dos gentios, quanto mais a sua plenitude! Porque convosco falo, gentios, que, enquanto for apóstolo dos gentios, exalto o meu ministério; Para ver se de alguma maneira posso incitar à emulação os da minha carne e salvar alguns deles. Porque, se a sua rejeição é a reconciliação do mundo, qual será a sua admissão, senão a vida dentre os mortos? E, se as primícias são santas, também a massa o é; se a raiz é santa, também os ramos o são. E se alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo zambujeiro, foste enxertado em lugar deles, e feito participante da raiz e da seiva da oliveira, Não te glories contra os ramos; e, se contra eles te gloriares, não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti. Dirás, pois: Os ramos foram quebrados, para que eu fosse enxertado. Está bem; pela sua incredulidade foram quebrados, e tu estás em pé pela fé. Então não te ensoberbeças, mas teme. Porque, se Elohim não poupou os ramos naturais, teme que não te poupe a ti também. Considera, pois, a bondade e a severidade de Elohim: para com os que caíram, severidade; mas para contigo, benignidade, se permaneceres na sua benignidade; de outra maneira também tu serás cortado. E também eles, se não permanecerem na incredulidade, serão enxertados; porque poderoso é Elohim para os tornar a enxertar. Porque, se tu foste cortado do natural zambujeiro e, contra a natureza, enxertado na boa oliveira, quanto mais esses, que são naturais, serão enxertados na sua própria oliveira! Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado. (Romanos 11:9-25) (Veja: Gênesis 48:19).

26 E assim todo o Israel será salvo, como está escrito: De Sião virá o Libertador, E desviará de Jacó as impiedades. E esta será a minha aliança com eles, Quando eu tirar os seus pecados. Assim que, quanto ao evangelho, são inimigos por causa de vós; mas, quanto à eleição, amados por causa dos pais. Porque os dons e a vocação de Elohim são sem arrependimento. Porque assim como vós também antigamente fostes desobedientes a Elohim, mas agora alcançastes misericórdia pela desobediência deles, Assim também estes agora foram desobedientes, para também alcançarem misericórdia pela misericórdia a vós demonstrada. Porque Elohim encerrou a todos debaixo da desobediência, para com todos usar de misericórdia. O profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Elohim! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Porque quem compreendeu a mente de ????? ou quem foi seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém. (Romanos 11:26-36)

[1] Assyrian Discoveries(Descobertas da Assíria) por George Smith; p. 253; http://tinyurl.com/b9hdxxl

[2] Missing Links Discovered In Assyrian Tablets by E. R. Capt; p. 67

[3] Material: Obelisco Negro; Neo Assírio; Data: 858-824 a.C.; Altura: 197.85 cm (77.8937008 polegadas); Largura: 45.08 cm (17.7480315 polegadas); Profundidade: Nimrud (antiga Calá), norte do Iraque; Escavado por: Henry Layard; 1845-1849; Localização: Museu Britânico, Londres

[4] Missing Links Discovered In Assyrian Tablets by E. R. Capt; p. 99

[5] http://en.wikipedia.org/wiki/Puli_Khumrí_District& http://en.wikipedia.org/wiki/Baghlan_Province

[6] Missing Links Discovered In Assyrian Tablets by E. R. Capt; p. 115

[7] Missing Links Discovered In Assyrian Tablets by E. R Capt; p. 121

[8] Tradução pelo Professor Leroy Waterman-Correspondente Real do Império Assírio – piblicado pela Universidade de Michigan, 1930; Missing Links Discovered In Assyrian Tablets E. R, Capt; p. 123

[9] http://biblesuite.com/hebrew/7620.htm

[10] Dhillon, Balbir Singh (1994). History and Study of the Jats: With Reference to Sikhs, Scythians, Alans, Sarmatians, Goths and Jutes (illustrated ed.). Canada: Beta Publishers. p. 8.

http://books.google.ca/books?id=U9KpAAAACAAJ&redir_esc=y

[11] Maurus Rabanus(1864). Migne, Jacques Paul. ed. De universo. Paris.

[12] Rishi, Weer Rajendra (1982). India & Russia: Linguistic & Cultural Affinity. Roma. p. 95. http://books.google.co.in/books?id=Vns_AAAAMAAJ&q=Getae#search_anchor

[13] Internet Ancient History Sourcebook | Herodotus: Queen Tomyris of the Massagetai and the Defeat of the Persians under Cyrus.” (Fonte: Livro na Internet da Antiga História/ Heródoto: A Rainha Massageta e a Derrota dos Persas sob Ciro.) Retrieved 2010-05-14. http://www.fordham.edu/halsall/ancient/tomyris.asp; ©Paul Halsall (August 1998)

[14] Herodotus, The History (Heródoto, A História) por George Rawlinson; 1.204.

[15] A Inscrição de Behistun (também Bistun or Bisutun, significa “lugar de deus”) é uma inscrição multi-lingística localizado no Monte Behistun na Província de Kermanshah no Irã, próximo a cidade de Kermanshah no oeste do Irã.

[16] http://www.keithhunt.com/Arch8.html

[17] http://www.ensignmessage.com/archives/diaspora.html

[18] Encyclopedia Britannica, 14th ed., 1957, 5:70

[19] http://www.israelite.info/research/sourcedocumentsfiles/dariel-pass.html

[20] http://www.jewishencyclopedia.com/articles/4383-chwolson-daniel-abramovich

[21] Tracing Our Ancestors (Seguindo Nossos Ancestrais) por Frederick Haberman; 1930’s; p. 130

[22] http://en.wikipedia.org/wiki/Albinus_%28philosopher%29

[23] Tracing Our Ancestors (Seguindo Nossos Ancestrais) por Frederick Haberman; 1930’s; p. 130

[24] Tracing Our Ancestors (Seguindo Nossos Ancestrais) por Frederick Haberman; 1930’s; p. 130

[25] European and Other Race Origins (Origens Européias e de Outras Raças) por Herbert B. Hannay; Londres: 1915 citado por Frederick Haberman em Tracing Our Ancestors (Seguindo os Nossos Ancestrais); 1930’s; p. 129 http://www.biblesearchers.com/hebrewchurch/primitive/losttribesisrael12.shtml#TombstoneImprint

[26] Ammianus Marcellinus: “Iuxtaque Massagetas Halani et Sargetae;” “Albanos et Massagetas, quos Alanos nunc appellamus;” “Halanos pervenit, veteres Massagetas.”

[27] Procópio da Cesarea (Latin: Procopius Caesarensis, c. E.C. 500–c. E.C. 565) era um perito prominente Bizantino da Palestina Prima. Acompanhando o general Belisarius nas guerras do Imperador, Justiniano I se tornou o principal historiador de século VI, escrevendo As Guerras de Justinian, As Construções de Justinian e o tão celebrado História Secreta. Ele é comumente tido como o último grande historiador do mundo antigo.

[28] History of the Wars (História das Guerras) por Procópio; http://en.wikisource.org/wiki/History_of_the_Wars/Book_III

[29] Evagrius Scholasticus, Ecclesiastical History (E.C. 431-E.C. 594), translated by E. Walford (1846). Book 3 http://www.tertullian.org/fathers/evagrius_3_book3.htm

[30] The Sarmatians (Os Samaritanos) por Tadeusz Sulimirski (1970); Ancient Peoples and Places (Pessoas e Lugares da Antigüidade); Vol. 73, pp. 113-114; Nova York: Praeger. “A evidência de ambos autores e dos restos arqueológicos apontam para uma migração em massa de Sacian (Sakas)/Massagetas (“grande” Jat) tribos da Delta da Sir (Ásia Central) nos meados do século II E.C. algumas das tribos Sir Dários. Eles também invadiram o norte da Índia.” http://books.google.co.in/books?id=gdjhuAAACAAJ

[31] http://en.wikipedia.org/wiki/Tadeusz_Sulimirski

[32] The Ruling Races of Prehistoric Times in India, South-Western Asia and Southern Europe (As Raças dos Tempos Prehistóricos na Índia, Sudoeste da Ásia e Sul da Europa) por James Francis Hewitt (1894). London: Archibald Constable & Co.; pp. 481-482

[33] The Sixth Oriental Monarchy (O Sexto Monarca Oriental) por George Rawlinson, p. 118

[34] “Jat.” Encyclopedia Britannica, Vol. 12, p. 970

[35] “Jats.” Collier’s Encyclopedia, Vol. 11, p. 356

[36] “Jats.” Collier’s Encyclopedia, Vol. 11, p. 357

[37] European and Other Race Origins (Origens Européias e de Outras Raças) por Herbert Hannay, p. 233

[38] http://stevenmcollins.com/html/Bk4_excerpt.htm

[39] Israelites un Hyksos por Gemol M. Leipzig, 1913, pp.88-90, como mostrado traduzido por, p. 92

[40] Natural History (História Natural), Book IV. XII. p. 81

[41] The Aryan Myth (O Mito Ariano), p. 76

[42] Israelites und Hyksos por Germol M., pp. 89–90

[43] Germany In Prophecy (Alemanha na Profecia) por Hoeh H. Plain Truth (Verdade Plena), January 1963, p. 17

[44] European and Other Race Origins (Origens Européias e de Outras Raças) por Herbert Hannay, p. 232

[45] European and Other Race Origins (Origens Européias e de Outras Raças) por Herbert Hannay, p. 232

[46] Heródoto, The History (A História), 1, 125

[47] Encyclopedia Britannica, Vol. 17, Heading entitled p. 611

[48] Strabo, The Geography of Strabo (A Geografia de Strabo), Vol. 7, 15. 2. 14

[49] Strabo, The Geography of Strabo (A Geografia de Strabo), Vol. 5, 12. 4. 3

[50] Strabo, The Geography of Strabo (A Geografia de Strabo), Vol. 5, 12. 4. 3

[51] Greek and Roman Maps (Mapas Gregos e Romanos) por O.A.W. Dilke p. 46 (citando Pliny, iv. 81)

[52] Encyclopedia Britannica, Vol. 19, Heading entitled “Sarmartae,” p. 1,001

[53] http://stevenmcollins.com/html/Bk4_excerpt.htm

[54] http://bookstore.authorhouse.com/Products/SKU-000366309/The-Prophecies-of-Abraham.aspx& http://tinyurl.com/ac5bjkq

[55] The Sixth Oriental Monarchy (O Sexto Monarca Oriental) por George Rawlinson, p.291

[56] Encyclopedia Britannica, Vol. 1, Heading entitled “Alani,” p. 496

[57] Collier’s Encyclopedia, Vol. 1, Heading entitled “Alani,” p. 310

[58] http://www.israelite.info/bookexcerpts/israelstribestoday.html

[59] Plutarch em sua obra Life of Marius (A Vida de Marius) diz, “eles eram chamados no início de Cimérios e depois apropriadamente de Cimbros.”

[60] http://en.wikipedia.org/wiki/Sallust

[61] http://en.wikipedia.org/wiki/Amyrgians

[62] A Jewish Princedom In Feudal France (Um Principado Judeu na França Feudal) por Arthur Zuckerman Jr., pp. 768-900” New York, 1972. http://www.amazon.com/Jewish-Princedom-Feudal-768-900-History/dp/0231032986

[63] http://britam.org/america.html

[64] A Jewish Princedom In Feudal France (Um Principado Judeu na França Feudal) por Arthur Zuckerman Jr., pp. 768-900” New York, 1972. http://www.amazon.com/Jewish-Princedom-Feudal-768-900-History/dp/0231032986

[65] http://britam.org/now/now337.html

[66] http://www.hope-of-israel.org/12apost.htm

[67] http://www.hope-of-israel.org/12apost.htm

[68] Parthia por Steven Collins, p. 15, Footnote: Bactria por Henry Rawlinson, p. 12

[69] Media Babylon and Persia por Zenaide A. Ragozin, pp. 57-60 e mapa antes da p. 1

[70] http://stevenmcollins.com/WordPress/?p=242

[71] Fathers of the Church: Church History (Pais da Igreja: História da Igreja) de Eusebius http://www.newadvent.org/fathers/250101.htm

[72] http://www.bbc.co.uk/history/scottishhistory/independence/features_independence_arbroath.shtml

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