Os 2300 Dias Infernais

As Duas Testemunhas, Os Sete Anos de Fartura

E Os Sete Anos de Fome de José

 Joseph F Dumond

Capa: Criado e desenhado por Joshua Shallenberger

 

 

Dedicação

 

Ficará obvio, assim que você ler este livro, que toda a glória das coisas a serem revelados nas páginas que seguem é o resultado da misericórdia de Yehová para conosco. Foi Ele que nos revelou estas coisas sobre Daniel 9:24-27 e Daniel 8, os Ciclos Sabáticos e Jubileus e as maldições que vêm com a desobediencia em não guardá-los. Apenas compartilhei o que Yehová tem me mostrado das páginas de Sua Bíblia; os padrões escondidos lá bem como na história. Agradeço a Ele por ter me permitido tão grande privilégio de compartilhar estas verdades com aqueles que os procuram.

Que Ele te abençoe com o entendimento dos tempos em que nos encontramos. Que Ele te abençoe com o entendimento de como estes ciclos Sabáticos e Jubileus revelam a cronologia de Suas profecias para estes, os últimos, dias do sexto milênio.

Também preciso agradeçer a cinco mulheres pela sua ajuda incansável em montar este livro e todo o vasto trabalho de pesquisa que foi necessário, que fizeram para mim com o maior gosto. Tambem corrigiram meus erros ortográficos sem fim e minha gramática fraca bem como pesquisaram as traduções Hebraicas quando necessário. E em sua modéstia, tem me solicitado a não publicar os seu nomes a este tempo. Porem, sem sua ajuda este livro continuaria a ser apenas pensamentos em minha mente. Então as agradeço muito pela a sua ajuda e o apoio que me deram.

Outra mulher que tem me ajudado tremendamente é Joli Darling que tem sido minha editora preferida para os meus três livros. “As Profecias de Abraão,” publicado em 2010, “Lembrando os Anos Sabáticos de 2016,” publicado em 2013, e agora este livro atual “Os 2300 Dias Infernais,” publicado em 2014. Joli é muito minuciosa, metódica e precisas na maneira em que ela edita livros. Ela tem feito isso para várias outras obras notórias, como você pode ver no site dela. Ainda mais importante para mim como escritor é que ela conhece o meu assunto e entende o que estou tentando passar. Ela tem uma compreensão admirável das Escrituras e a habilidade de lembrar o que tenho escrito em livros anteriores, o que me ajuda muito. Não posso expressar adequadamente minha gratidão a ela pela a ajuda maravilhosa que ela tem sido nestes projetos, me ajudando torná-los realidade.

Você pode entrar em contato com Joli pelo email: LonelyMoonchild@comcast.net ou pelo seu site www.wordforwordlineuponline.com

Tenho que agradecer a meu amigo James Relf que tem trabalhado incansávelmente para refazer o design do meu site no final de 2013. Ele tem preparado arquivos de video e audio, que enfatizam o assunto deste livro. Seus dons no site e o site no Google falam por si só. Seu proficionalismo tem feito de minhas apresentações material de primeira. Quero agradecê-lo profundamente pela sua atuação no momento em que muito precisava de suas habilidades.

Finalmente pude gravar em video os ensinamentos que compoem a parte principal deste livro. No outono de 2013 Joshua Shallenberger gravou todas as 12 apresentações e depois os editou fazendo-os criar vida. Sua aptidão e seu proficionalismo tem superado todas as minhas expectativas. Todos nós devemos nossos agradecimentos a Joshua por tudo que ele tem feito com estes ensinamentos.

Finalmente, tenho mais uma pessoa a agradecer que é minha esposa de 36 anos – Barbara, que tem aberto mão de tempo comigo para que eu pudesse trabalhar neste livro, no site e nos vídeos – tudo para que eu pudesse compartilhar esta mensagem sem preço com você. As horas afim escrevendo, editando, preparando e apresentando tem sido renunciado por ela. Espero que algum dia você possa compreender. Até então saiba que te amo mais que palavras possam descrever. Mais uma vez, te amo e obrigado.

 

Os 2300 Dias Infernais

Este livro foi originalmente entitulado Os 70 Shavuot de Daniel mas combinamos isto com o que deveria ser nosso próximo livro e usamos o titulo do próximo livro para cobrir os dois assuntos.

Daniel 12:4 “encerra estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo”

Irmãos, creio eu que estamos nestes últimos dias e esta profecia não podia ser compreendida até hoje, neste último Ciclo Jubileu; até que as pessoas começassem outra vez a obedecer a Yehová e guardar as suas horas marcadas; o Sábado semanal, os Dias Sagrados Anuais e os Anos Sabáticos. Esta profecia não poderia ser compreendida até que os Ciclos Sabáticos e Jubileus fossem compreendidos. Você está prestes a aprender o que eles nos mostram para estes últimos dias.

Se prepare para descobrir a profecia mais aterrorizante na Bíblia que agora será revelado para você o leitor pela primeira vez desde que foi dado a Daniel a mais de 2552 anos; aterrorizante para aqueles que não obedecem nem querem obedecer e excitante e emocionante para aqueles que obedecem os mandamentos de Yehová.

Amos 3:7 Certamente o Senhor Yehová não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas..

Seria contrario a promessa de Yehové chegar a estes últimos dias e não ter quem advirta as pessoas do que está para acontecer.

Você está prestes a aprender quão próximo estamos do tempo em que Satanás será trancado. Mas antes deste tempo todo o inferno vai se soltar aqui na terra. Começará a apenas alguns anos de agora (2014) quando estamos publicando este livro.

Chegou a hora de retornar ao Criador.

 

Índice

Prefácio

Reconhecimentos

Introdução

Capítulo 1 | Quem é o Povo de Daniel?

Capítulo 2 | A Linhagem de Farés, a Linhagem de Zerá e o Trono de Daví

Capítulo 3 | H eráldica das Tribos de Israel – No Passado & Agora

Capítulo 4 | A Profecia Cristã dos 490 Anos—Onde & Como Desenvolveu

Capítulo 5 | O Que Significa “Semanas”?

Capítulo 6 | Porque o Livro de Daniel Tem Sido Selado Até Os Últimos Dias & A Explicação do Ciclo Jubileu

Capítulo 7 | A Menina do Seu Olho (Daniel 9:24)

Capítulo 8 | A Sarsa Ardente, a Mota & o Acra (Daniel 9:25)

Capítulo 9 | Os Santos Destruídos (Daniel 9:26)

Capítulo 10 | Os 2,300 Dias Infernais, os 7 Anos de Fartura & os 7 Anos de Fome de José, & a Oferta de Manjares (Daniel 9:27)

Capítulo 11 | O Grande Iluminismo (Daniel 9:27)

Capítulo 12 | Conclusão

Prefácio

 

5 Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia de ????; 6 E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição. (Mal 4:5-6 ACF)

16 E converterá muitos dos filhos de Israel a ???? seu Elohim, 17 E irá adiante dele no espírito e virtude de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos, com o fim de preparar a ???? um povo bem disposto. (Luk 1:16-17 ACF)

3 Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho de ????; endireitai no ermo vereda a nosso Deus. 4 Todo o vale será exaltado, e todo o monte e todo o outeiro será abatido; e o que é torcido se endireitará, e o que é áspero se aplainará. 5 E a glória de ???? se manifestará, e toda a carne juntamente a verá, pois a boca de ???? o disse. (Isa 40:3-5 ACF)

19 Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença de ????, 20 E envie ele a ????? Messias, que já dantes vos foi pregado. 21 O qual convém que o céu contenha até aos tempos da restauração de tudo, dos quais Elohim falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde o princípio. 22 Porque Moisés disse aos pais: ???? vosso Elohim levantará de entre vossos irmãos um profeta semelhante a mim; a ele ouvireis em tudo quanto vos disser. 23 E acontecerá que toda a alma que não escutar esse profeta será exterminada dentre o povo. 24 Sim, e todos os profetas, desde Samuel, todos quantos depois falaram, também predisseram estes dias. (Act 3:19-24 ACF)

25 “…E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos a e a lei b; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo.” (Daniel 7:25 | a. Esta é outra palavra para os festivais. b. Mudando a lei é iniquidade.)

Eu começei este livro, “Os 70 Shavuot de Daniel” com o mesmo prefácio que tive no meu último livro, “Lembrando os Anos Sabáticos de 2016,” que publiquei em 2013.

Olhando para trás a tudo que tem sido realizado desde 2004 quando começei esta jornada, agora posso ver que foi tudo por uma razão – e uma unica razão em particular.

As cartas informativas (inglês) semanais[1] que iniciei em 2006 – o qual você pode subscrever, bem como os três sites – todos se provaram ser instrumentais em educar as pessoas sobre os Anos Sabáticos e como estes são relacionados as maldições que estão se desdobrando ao nosso redor neste momento. Eles também tem ensinado aqueles que vem aos sites sobre guardar a Torá e andar na obediência á Yehová.

As apresentações nos tours e a produção do meu DVD em março de 2008 de “A Ordem Cronológica das Profesias nos Ciclos Jubileus[2] foram o resultado direto de minhas cartas informativas anteriores que saíam a cada Sábado sobre este mesmo assunto. Minhas cartas informativas tem continuado a casa semana desde 2006, e produziram “As Profesias de Abraão”[3] em 2009, o qual foi publicado como livro em 2010, seguido pela indicação ao prêmio Nobel em 2011.[4] (Quantos livro religiosos recebem tal distinção?) Meu segundo livro, “Lembrando o Ano Sabático de 2016” foi escrito como resposta as muitas perguntas e objeções que sempre vinham com relação aos anos sabáticos e porque são tão diferentes hoje de como Yehová originalmente os pretendeu. Todas as minhas palestras, apresentações, respostas a emails e ligações, bem como as entrevistas de rádio e a nova serie de televisão que iniciamos e os novos vídeos que dispomos no nosso site, foram feito por uma razão e apenas uma razão. Para restaurar o guardar dos anos sabáticos: relembrar já que é isto que Malaquias 4:4[5] nos diz que temos de fazer – lembrar.

Em Outubro de 2012 nos juntamos com uma família em Israel para plantar um vinhedo de 10 dunam[6] de terra com quatro variedades de uvas. Nós nos empenhamos neste projeto para comparar uma porção da terra que vai seguir o ano sabático em 2014-2015 de Tishri a Tishri e cada sete anos após isto – com a outra porção que guardará o ano sabático em 2016-2017 de Aviv á Aviv e a cada sete anos após isto. Novamente, fiz isto por uma razão e apenas uma razão.

 

Tudo que tenho produzido e compartilhado com o publico tem sido por uma razão e apenas uma razão. De converter os corações dos filhos de volta ao Pai. Ao Pai Yehová para ser mais específico. E em fazer isto – voltar a Yehová, voltar á Torá, aos sábados, aos Dias Consagrados de Levíticos 23 e aos anos Sabáticos, isto, por sua vez, converterá o coração do nosso Pai de volta à nós – antes que Ele nos fira com mais outra maldição.

Não tem sido para obter fama ou gloria e certamente não pelo dinheiro! Ainda tenho que trabalhar em tempo integral para pagar todos os meus custos. Não. O motivo para eu fazer isto é para que vocês irmãos, possam aprender sobre os anos sabáticos e as maravilhosas profesias que revelam sobre os últimos dias. Mas se você não guardar o Sábado o sétimo dia semanal você não poderá compreender plenamente estas profesias. Mais uma vez, se você não guardar os Dias Sagrados ensinados em Levíticos 23, então você não entenderá as profesias faladas à você na Bíblia. Se, de fato, você está guardando estas duas leis, mas não está guardando os anos sabáticos, você não irá e simplesmente não poderá entender ou compreender plenamente as profesias que estão sendo revelados específicamente nestes últimos dias. Você está, na melhor das hipóteses, apenas chutando.

Sim estamos, sem sombra de dúvida, agora nos últimos dias como cada um dos meus livros anteriores e o meu DVD claramente demonstraram para aqueles que tem ouvidos para ouvir e olhos para enchergarem. È apenas guardando o Sábado semanal, os Dias Consagrados mostrados em Levíticos 23, (e não acrescentando ou tirando deles) e por guardar os anos sabáticos como instruídos em Levíticos 25, que você pode entender e compreender plenamente o significado por trás das 70 semanas de Daniel!

Estou prestes a lhe mostrar coisas que vão verdadeiramente esticar o seu celebro a medida que você cresça para entender estas coisas. Você ficará revoltado com aqueles que tem te ensinado errado a vida toda porque nunca te mostraram estas coisas. Alguns dos seus professores, de fato, tem mentido para você – ou por ignorância, estando eles mesmos enganados ou pior, de propósito.

Assim diz ????[7]: Por três transgressões de Judá, e por quatro, não retirarei o castigo, porque rejeitaram a Torá de ????, e não guardaram os seus estatutos, antes se deixaram enganar por suas próprias mentiras, após as quais andaram seus pais.(Am. 2:4)

Porque os guias deste povo são enganadores, e os que por eles são guiados são destruídos.. (Isaias 9:16)

“. . . Então lhes dirás: Porquanto vossos pais me deixaram, diz ????, e se foram após outros deuses, e os serviram, e se inclinaram diante deles, e a mim me deixaram, e a minha Torá não a guardaram. 12 E vós fizestes pior do que vossos pais; porque, eis que cada um de vós anda segundo o propósito do seu mau coração, para não me dar ouvidos a mim. (Jeremias 16:11-12)

Ó ????, fortaleza minha, e força minha, e refúgio meu no dia da angústia; a ti virão os gentios desde os fins da terra, e dirão: Nossos pais herdaram só mentiras, e vaidade, em que não havia proveito.” (Jeremias 16:19)

Deixai-os; são condutores cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão na cova.. (Mateus 15:14)

“. . . Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais.” (1 Pedro 1:18)

Os pais podem e de fato desviam os filhos e então os filhos crescem e desviam os seus filhos e assim por diante. Yehová dá a cada um de nós a responsabilidade não leviana de não somente testar tudo que somos ensinados para ver se alinha de fato com a Palavra de Yehová, mas tambem de treinar o filho no caminho em que deve andar de acordo com todas as coisas que Yehová tem nos revelado através de Sua Palavra.

21 Examinai tudo. Retende o bem. (1 Tessalonissenses 5:21)

O bem estar espiritual de toda criança (assim como o bem estar físico) sempre dependerá da fidelidade dos pais à Yehová. Filhos, pela educação e pelos costumes, acreditam e praticam as crenças religiosas de seus pais. A própria vida de seus filhos, concernente a suas segurança espiritual, depende de você obedecer a Yehová e ensiná-los verdades das Escrituras e não tradições que não podem ser provados e não tem nenhum mérito espiritual ou verdadeira substância espiritual.

16 E converterá muitos dos filhos de Israel a ???? seu Elohim, E irá adiante dele no espírito e virtude de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos, com o fim de preparar à ???? um povo bem disposto. (Lucas 1:16-17)

Em tudo isso, lembre-se desta única oração que Moisés escreveu em Levíticos 26, que é mais tarde repetido por Salomão em 1 Reis e denovo por Daniel no livro de Daniel. Se nos arrependermos e dar uma volta de 180° e voltar a guardar a Torá, então Yehová irá nos perdoar e lembrará da alinaça que Ele fez com Abraão, Isaque e Jacó. Ele lembrará de nós e nos protegerá e cuidará de nós daquele momento em diante se fizermos a nossa parte. Somos ensinados em Êxodo que se não O obedecermos, Ele disciplinará a nós e nossos filhos até a terceira e quarta geração. Porem, se nos arrependermos e obedecermos então Ele terá misericórdia até mil gerações, o que no Novo Testamento é chamado de graça. Sempre esteve lá bem presente em Exodo – graça e misericórdia “SE” obedecermos e nos arrependermos.

5 “…Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, ???? teu Elohim, sou El zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.” (Exodus 20:5-6)

40 Então confessarão a sua iniqüidade, e a iniqüidade de seus pais, com as suas transgressões, com que transgrediram contra mim; como também eles andaram contrariamente para comigo. Eu também andei para com eles contrariamente, e os fiz entrar na terra dos seus inimigos; se então o seu coração incircunciso se humilhar, e então tomarem por bem o castigo da sua iniqüidade, Também eu me lembrarei da minha aliança com Jacó, e também da minha aliança com Isaque, e também da minha aliança com Abraão me lembrarei, e da terra me lembrarei. E a terra será abandonada por eles, e folgará nos seus sábados, sendo assolada por causa deles; e tomarão por bem o castigo da sua iniqüidade, em razão mesmo de que rejeitaram os meus juízos e a sua alma se enfastiou dos meus estatutos. E, demais disto também, estando eles na terra dos seus inimigos, não os rejeitarei nem me enfadarei deles, para consumi-los e invalidar a minha aliança com eles, porque eu sou ???? seu Elohim. Antes por amor deles me lembrarei da aliança com os seus antepassados, que tirei da terra do Egito perante os olhos dos gentios, para lhes ser por Elohim. Eu sou ????. Estes são os estatutos, e os juízos, e os Torot c que deu ???? entre si e os filhos de Israel, no monte Sinai, pela mão de Moisés. (Lev 26:40-46| c Torot—plural de Torá, ensinamento)

22 E pôs-se Salomão diante do altar de ????, na presença de toda a congregação de Israel; e estendeu as suas mãos para os céus, E disse: ???? Elohim de Israel, não há El como tu, em cima nos céus nem em baixo na terra; que guardas a aliança e a beneficência a teus servos que andam com todo o seu coração diante de ti. Que guardaste a teu servo Davi, meu pai, o que lhe disseras; porque com a tua boca o disseste, e com a tua mão o cumpriste, como neste dia se vê. Agora, pois, ó ???? Elohim de Israel, guarda a teu servo Davi, meu pai, o que lhe falaste, dizendo: Não te faltará sucessor diante de mim, que se assente no trono de Israel; somente que teus filhos guardem o seu caminho, para andarem diante de mim como tu andaste diante de mim.(1Reis 8:22-25)

26 “Agora também, ó Elohim de Israel, cumpra-se a tua palavra que disseste a teu servo Davi, meu pai. Mas, na verdade, habitaria Elohim na terra? Eis que os céus, e até o céu dos céus, não te poderiam conter, quanto menos esta casa que eu tenho edificado. Volve-te, pois, para a oração de teu servo, e para a sua súplica, ó ???? meu Elohim, para ouvires o clamor e a oração que o teu servo hoje faz diante de ti. Para que os teus olhos noite e dia estejam abertos sobre esta casa, sobre este lugar, do qual disseste: O meu nome estará ali; para ouvires a oração que o teu servo fizer neste lugar. Ouve, pois, a súplica do teu servo, e do teu povo Israel, quando orarem neste lugar; também ouve tu no lugar da tua habitação nos céus; ouve também, e perdoa. Quando alguém pecar contra o seu próximo, e puserem sobre ele juramento de maldição, fazendo-o jurar, e vier juramento de maldição diante do teu altar nesta casa, Ouve tu, então, nos céus e age e julga a teus servos, condenando ao injusto, fazendo recair o seu proceder sobre a sua cabeça, e justificando ao justo, rendendo-lhe segundo a sua justiça”. (1 Reis 8:26-32)

33 “Quando o teu povo Israel for ferido diante do inimigo, por ter pecado contra ti, e se converterem a ti, e confessarem o teu nome, e orarem e suplicarem a ti nesta casa, Ouve tu então nos céus, e perdoa o pecado do teu povo Israel, e torna-o a levar à terra que tens dado a seus pais. Quando os céus se fechar, e não houver chuva, por terem pecado contra ti, e orarem neste lugar, e confessarem o teu nome, e se converterem dos seus pecados, havendo-os tu afligido, Ouve tu então nos céus, e perdoa o pecado de teus servos e do teu povo Israel, ensinando-lhes o bom caminho em que andem, e dá chuva na tua terra que deste ao teu povo em herança”. (1 Reis 8:33-36)

37 “Quando houver fome na terra, quando houver peste, quando houver queima de searas, ferrugem, gafanhotos ou pulgão, quando o seu inimigo o cercar na terra das suas portas, ou houver alguma praga ou doença, Toda a oração, toda a súplica, que qualquer homem de todo o teu povo Israel fizer, conhecendo cada um a chaga do seu coração, e estendendo as suas mãos para esta casa, Ouve tu então nos céus, assento da tua habitação, e perdoa, e age, e dá a cada um conforme a todos os seus caminhos, e segundo vires o seu coração, porque só tu conheces o coração de todos os filhos dos homens. Para que te temam todos os dias que viverem na terra que deste a nossos pais.” (1 Reis 8:37-40)

41 “E também ouve ao estrangeiro, que não for do teu povo Israel, quando vier de terras remotas, por amor do teu nome (Porque ouvirão do teu grande nome, e da tua forte mão, e do teu braço estendido), e vier orar voltado para esta casa, Ouve tu nos céus, assento da tua habitação, e faze conforme a tudo o que o estrangeiro a ti clamar, a fim de que todos os povos da terra conheçam o teu nome, para te temerem como o teu povo Israel, e para saberem que o teu nome é invocado sobre esta casa que tenho edificado. Quando o teu povo sair à guerra contra o seu inimigo, pelo caminho por que os enviares, e orarem a ????, para o lado desta cidade, que tu elegeste, e desta casa, que edifiquei ao teu nome, Ouve, então, nos céus a sua oração e a sua súplica, e faze-lhes justiça.(1 Reis 8:41-45)

46 Quando pecarem contra ti (pois não há homem que não peque), e tu te indignares contra eles, e os entregares às mãos do inimigo, de modo que os levem em cativeiro para a terra inimiga, quer longe ou perto esteja, E na terra aonde forem levados em cativeiro caírem em si, e se converterem, e na terra do seu cativeiro te suplicarem, dizendo: Pecamos, e perversamente procedemos, e cometemos iniqüidade, E se converterem a ti com todo o seu coração e com toda a sua alma, na terra de seus inimigos que os levarem em cativeiro, e orarem a ti para o lado da sua terra que deste a seus pais, para esta cidade que elegeste, e para esta casa que edifiquei ao teu nome; Ouve então nos céus, assento da tua habitação, a sua oração e a sua súplica, e faze-lhes justiça. E perdoa ao teu povo que houver pecado contra ti, todas as transgressões que houverem cometido contra ti; e dá-lhes misericórdia perante aqueles que os têm cativos, para que deles tenham compaixão. Porque são o teu povo e a tua herança que tiraste da terra do Egito, do meio do forno de ferro.’” (1 Reis 8:46-51)

52 “Para que teus olhos estejam abertos à súplica do teu servo e à súplica do teu povo Israel, a fim de os ouvires em tudo quando clamarem a ti. Pois tu para tua herança os elegeste de todos os povos da terra, como tens falado pelo ministério de Moisés, teu servo, quando tiraste a nossos pais do Egito, Senhor ????. Sucedeu, pois, que, acabando Salomão de fazer a ???? esta oração e esta súplica, estando de joelhos e com as mãos estendidas para os céus, se levantou de diante do altar de ????. (1 Reis 8:52-54)

Chegou a hora de se arrepender da desobediência à Yehová e de se recusar ou falhar de observar Sua Torá plenamente. Tudo aponta para o fato de que estamos no fim desta era. Estou confiante de que você verá e poderá provar isto por si mesmo ao final de ler este livro com as Escrituras providenciadas. Os 70 Shavuot de Daniels lhe mostrará quando esta coisas hão de acontecer ano por ano. Novamente, tudo isto só é possível quando você entender os Cíclos Sabáticos. Que Yehová te abençoe no seu entendimento e compreensão das coisas que estou prestes a compartilhar com você.

[1] https://sightedmoon.com

[2] https://sightedmoon.com/?page_id=251

[3] As Profesias de Abraão (inglês) pode ser adquirido da editora Authorhouse em:

http://bookstore.authorhouse.com/Products/SKU-000366309/The-Prophecies-of-Abraham.aspx na America do Norte e em outros locais: http://www.authorhouse.co.uk/Bookstore/BookDetail.aspx?Book=286642 ou em Amazon: http://tinyurl.com/a293j3d ou em Barnes & Noble: http://tinyurl.com/bjdhjcw

[4] A carta oficial esta anexada ao Apendix de Lembrando os Anos Sabáticos de 2016

[5] Lembrai-vos da lei de Moisés, meu servo, que lhe mandei em Horebe para todo o Israel, a saber, estatutos e juízos. Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia de ????; E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição. (Mal 4:4-6)

[6] Um dunam equivale a 1000 m². https://pt.wikipedia.org/wiki/Dunam

[7] ???? é a palavra Hebraica para Yehová, que também é o nome de Deus.

Introdução

 

Neste livro, Os 2300 Dias Infernais anteriormente Os 70 Shavuot de Daniel, nós vamos estar olhando a um trecho do livro de Daniel – ou, mais especificamente, sua mensagem que recebeu do anjo que foi guardado para nós nestes últimos dias. Esta mensagem está contida em Daniel 9:24-27.

Como foi que Daniel veio a estar na posição em que esteve quando recebeu esta profecia? Quem é Daniel e porque Yehová revelou à ele algo que nós precisamos considerar?

Para encontrar as respostas destas perguntas, precisamos começar viajando no tempo até o Império Assírio.

O Império Assírio foi o primeiro império a surgir na cena mundial no início dos anos 2000 a. C. Até ao dia de hoje, há um ziggurat, (ou templo) daquela era que ainda está de pé proximo ao sítio de sua antida capital de Assur.

A cidade de Assur foi recebeu este nome por causa da pessoa de Assur que foi o segundo filho de Sem, o filho de Noé.

22 Os filhos de Sem são: Elão, Assur, Arfaxade, Lude e Arã. (Gen 10:22 ACF)

A história registra Sargão como o primeiro rei de Assur e Sargão foi de fato o próprio Assur.[1] Ambos são a mesma pessoa. Sargon foi o primeiro a forgar, através de campanhas militares, o Império Assírio. Assur foi também o general líder a serviço de Nimrod. A certo ponto, Assur e Nimrod se separaram e se tornaram governantes de dois reinos separados. Os dois porem, estariam por toda história, ligados um ao outro.

9 E este foi poderoso caçador diante da face de ????; por isso se diz: Como Ninrode, poderoso caçador diante de ????. E o princípio do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinar. Desta mesma terra saiu à Assíria e edificou a Nínive, Reobote-Ir, Calá, and Resen between Ninew?h and Kelah?, the great city. (Gen 10:9-12 )

Tudo isso transcorreu num período de 391 anos entre a enchente de Noé, que aconteceu em 2181 a.C., e a execução de Nimrod por Sem em 1790 a.C.[2]

No século 9 a.C., a Assírio desevolveu um império agressivo e poderoso que estava expandindo. Também foi nesta época em que o Reino de Israel se dividiu para formar dois reinos separados e distintos.

Lemos no Antigo Testamento como o Rei Daví se tornou rei sobre Judá em 1010 a.C. e mais tarde uniu as doze tribos de Israel sob o seu governo em 1017 a.C. O Rei Salomão sucedeu o Rei Daví em 970 a.C e reinou por quarenta anos. Após sua morte em 930 a.C., os Reinos Unidos de Israel se dividiu em dois reinos distintos – Israel e Judá. Lemos sobre este evento em I Reis.

16 Vendo, pois, todo o Israel que o rei não lhe dava ouvidos, tornou-lhe o povo a responder, dizendo: Que parte temos nós com Davi? Não há para nós herança no filho de Jessé. Às tuas tendas, ó Israel! Provê agora a tua casa, ó Davi. Então Israel se foi às suas tendas. No tocante, porém, aos filhos de Israel que habitavam nas cidades de Judá, também sobre eles reinou Roboão. Então o rei Roboão enviou a Adorão, que estava sobre os tributos; e todo o Israel o apedrejou, e ele morreu; mas o rei Roboão se animou a subir ao carro para fugir para Jerusalém. Assim se rebelaram os israelitas contra a casa de Davi, até ao dia de hoje. (1Reis 12:16-19)

20 E sucedeu que, ouvindo todo o Israel que Jeroboão tinha voltado, enviaram, e o chamaram para a congregação, e o fizeram rei sobre todo o Israel; e ninguém seguiu a casa de Davi senão somente a tribo de Judá. Vindo, pois, Roboão a Jerusalém, reuniu toda a casa de Judá e a tribo de Benjamim, cento e oitenta mil escolhidos, destros para a guerra, para pelejar contra a casa de Israel, para restituir o reino a Roboão, filho de Salomão. Porém veio a palavra de Elohim a Semaías, homem de Elohim, dizendo: Fala a Roboão, filho de Salomão, rei de Judá, e a toda a casa de Judá, e a Benjamim, e ao restante do povo, dizendo: Assim diz ????: Não subireis nem pelejareis contra vossos irmãos, os filhos de Israel; volte cada um para a sua casa, porque eu é que fiz esta obra. E ouviram a palavra de ????, e voltaram segundo a palavra de ????. (1 Reis 12:20-24).

Como afirmei mais cedo, esta divisão resultou na rearrumação do Reino Unido das Doze Tribos em dois reinos separado:

As Dez Tribos de “Israel” sob o Rei Jeroboão com a Samaria como sua capital foi composto por Rubem, Gade, Manassés, Dã, Aser, Isacar, Simeão, Zebulon, Efraim e Naftali.

Assim sendo, as tribos remanescentes de Judá e Benjamim e uma grande parte dos Levitas formaram o segundo reino de “Judá” sob o Rei Roboão em Jerusalem. (Os Levitas foram distribuidos entre todas as tribos, mas Jerusalem foi uma de suas cidades principais.)

Daquele dia em diante, Israel e Judá se tornaram duas nações completamente separados, distintos e independentes. Embora eram aliados diante de inimigos comuns, os relatos de estarem em guerra entre si estão registrados várias vezes na Bíblia.

Uma das principais chaves para o entendimento de profecia Bíblica é reconhecer que apesar de que todo Judeu é Israelita, nem todo Israelita é Judeu. Iste é um ponto absolutamente vital porque muitas das profecias dos fins dos tempos que se referem a “Israel” não estão apenas se referindo ao povo Judeu moderno no Estado de Israel ou em qualquer outro lugar.

Aqui está alguns exemplos de Israel guerrear com Judá e Benjamim.

21 Vindo, pois, Roboão a Jerusalém, reuniu toda a casa de Judá e a tribo de Benjamim, cento e oitenta mil escolhidos, destros para a guerra, para pelejar contra a casa de Israel, para restituir o reino a Roboão, filho de Salomão. (1Reis 12:21)

24 Assim diz ????: Não subireis nem pelejareis contra vossos irmãos, os filhos de Israel; volte cada um para a sua casa, porque eu é que fiz esta obra. E ouviram a palavra de ????, e voltaram segundo a palavra de ????. (1 Reis 12:24)

Sem mencionar esta ocasião:

16 E houve guerra entre Asa e Baasa, rei de Israel, todos os seus dias. Porque Baasa, rei de Israel, subiu contra Judá, e edificou a Ramá, para que a ninguém fosse permitido sair, nem entrar a ter com Asa, rei de Judá. (1 Reis 15:16-17)

Também lemos em Juízes da vez em que Israel lutou contra seu irmão Benjamim.

30 E subiram os filhos de Israel ao terceiro dia contra os filhos de Benjamim, e ordenaram a peleja junto a Gibeá, como das outras vezes. (Juízes 20:30)

Foi durante este tempo em que Israel e Judá estavam divididos e em guerra um com o outro que os Assírios começaram à ameaçar e conquistar seus vizinhos e eventualmente subjugaram toda a Crescente Fértil desde a Mesopotamia até ao Egito.

O primeiro encontro de Israel em combate contra Assíria aconteceu na batalha de Qarqar em 853 a.C. em que Acabe, Rei de Israel fez uma aliança com Ben Hadade II de Damascus. Esta batalha está registrada no Kurth Monolith [3] que foi erguido por Salmanasar V. Consequentement, Acabe morreu nesta batalha. Para uma leitura complementar, leia I Reis 22. Esta foi a primeira de duas ocasiões onde nos é dado qualquer tipo de registro ou relato de um rei de Israel na cronologia de outra nação – uma cronologia que provado extremamente precisa. Estes registros são chamados das Listas Assírias dos Reis encontrado em Níneve. [4]

Apenas cem anos mais tarde, vemos mais outra vez Israel em guerra contra Judá.

Em 732 a.C., Peca, rei de Israel, se aliou com Rezim, o rei de Aram. Juntos, eles ameaçaram atacar Jerusalém. Acaz, rei de Judá recorreu a Tiglate-Pileser III (também conhecido como Pul em 1 Crônicas 5:26), rei da Assíria, por ajuda. Depois que Acaz fez uma homenagem a Tiglate-Pileser, Tiglate-Pileser saqueou a Damasco e anexou Aram. Segundo 2 Reis 16:9, a população da Síria foi deportado e Rezim foi executado.

Lemos ainda em 2 Reis da primeira vez em Israel foi atacado e derrotado pelos assírios e como aqueles que foram derrotados foram transportados para outra terra.

29 Nos dias de Peca, rei de Israel, veio Tiglate-Pileser, rei da Assíria, e tomou a Ijom, a Abel-Bete-Maaca, a Janoa, e a Quedes, a Hazor, a Gileade, e a Galiléia, e a toda a terra de Naftali, e os levou à Assíria. (2 Reis 15:29)

Estes cativeiros começaram em 732 a.c. quando as primeiras invasões da Assíria bem sucedidas começaram. Mas eles só começaram devido ao convite da Assíria por Judá, para a lutar contra as Dez Tribos de Israel.

26 Por isso o Elohim de Israel suscitou o espírito de Pul, rei da Assíria, e o espírito de Tiglate-Pilneser, rei da Assíria, que os levaram presos, a saber: os rubenitas e gaditas, e a meia tribo de Manassés; e os trouxeram a Hala, e a Habor, e a Hara, e ao rio de Gozã, até ao dia de hoje. (1 Crônicas 5:26)

É interessante notar o relato nas Escrituras de quando José foi levado prisioneiro pelos seus irmãos e vendido para o cativeiro por Judá. Pois aqui vemos mais uma vez como é Judá que convida uma potência estrangeira para levar José cativo a quem o nome de Israel, direito da primogenitura, havia sido promulgada. As Dez Tribos do Norte são referidos como José em profecias. É minha convicção que iremos ver Judá, o Estado de Israel, se virar contra os EUA no futuro. Mas esta é apenas a minha posição.

Tiglath- Pileser III morreu em 727 a.C. e foi sucedido por seu filho Salmanasar V, que continuou o ataque a Israel até sua morte em 722 a.C.

10 E a tomaram ao fim de três anos, no ano sexto de Ezequias, que era o ano nono de Oséias, rei de Israel, quando tomaram Samaria. E o rei da Assíria transportou a Israel para a Assíria; e os fez levar a Hala e a Habor, junto ao rio de Gozã, e às cidades dos medos; (2 Reis 18:10-11)

A Escola Quartz Hill de Teologia tem isto a dizer sobre o assunto:

Shalmaneser V mesmo nunca tomou a cidade, já que foi realmente tomado pelo seu sucessor.Nas crônicas do reinado de Khorsabad, o monarca, Sargão II, enumera a queda de Samaria como o evento excepcional do primeiro ano do seu reinado:

No início do me governo, no meu primeiro ano de reinado… o povo da Samaria…. 27,290… que lá morávam, eu os retirei…

Sargão em sua inscrição em Khorsabad, que resume os principais eventos dos primeiros 15 anos de seu reinado diz:

Eu sitiei e capturrei a Samaria, levando 27.290 dos seus habitantes. Eu juntei 50 carros entre eles. Troquei os habitantes deportados com novos imigrantes. Por último, pus meus officiais sobre eles e impus-lhes o tributo do antido rei. [5]

Do primeiro pedido de socorro por Judá em 732 a.C. até a rendição de Israel em 723 a.C., levou apenas nove anos para a Assíria limpar as Dez Tribos de Israel. Israel nunca mais se recuperaria disto no contexto de retornar à Terra Prometida, mas se recuperariam em todos os outros aspectos, e mudariam seu nome como você está prestes a aprender. Também não há nenhum registro dos Assírios terem exilados pessoas das tribos de Dã, Asser, Isacar, Zebulon, ou o oeste de Manassés. Eu acredito, baseado na minhas muitas horas de pesquisas, que eles escaparam antes do massacre vir da Assíria e povoaram comunidades distantes ou postos de avançamento construidos pelo Rei Daví. Acredita-se ser estes os Povos do Mar da história antiga, tambem conhecido como os fenícios. [6] Eles tambem foram derrotados pelos Assírios, sendo que nós não o conhecíamos como Israelitas.

No seu auge os Assírios conquistaram a 25° dinastia do Egito (e expeliu a sua dinastia Nubiana/ Kushita) , bem como a Babilônia, Caldéia, Elã, Média, Pérsia, Ararate (Armenia), Fenícia, Aramea/Síria, Frígia, os Neo-Hititas, Arábia do Norte, Gurgum, Israel, Judá, Moabe, Edom, Corduene, Silícia, Mannea, e partes da Antiga Grécia (como Chipre) e derrotou e/ou exigiu tributo da Cita, Ciméria, Lídia, Núbia, Etiópia e outros.

O Império Assírio em seu auge compreendeu o todo das nações modernas de Iraque, Síria, Egito, Líbano, Israel, Jordão, Kuwait, Bahrain, Palestina, e Chipre, juntos com partes do Irã, a Arábia Saudita, Turquia, Sudão, Líbia, Armenia, Georgia e Azerbaijão.[7]

Aproximadamente cem anos depois da destruição das Dez Tribos de Israel, todas as guerras e os custos contínuos da expansão do império começou a pesar muito na Assíria a medida que expandiam até o Egito. Haviam constantes rebeliões por príncipes Egípcios e no leste; um destes povos que a Assíria havia anteriormente capturado e realocado estava agora se erguendo e se tornando uma ameaça. Estes eram os Cimérios sobre os quais leremos à respeito no próximo capítulo. O custo de manter um exército e cavalaria, junto com o realocamente do equipamento de cerco de uma cidade rebelde a outra estava os drenando.

Um novo império começou a flexionar seus músculos e começou a atacar o poderoso Império Assírio pelo sul.

O Egito consegiu se libertar do reinado Assírio. Os Assírios foram então enfraquecidos por conflitos sobre sucessões, por golpes de estados e guerra civil. Durante estes conflitos, cidades no Canaã se libertaram do controle da Assíria e a Finícia começou a ignorar as diretrizes da Assíria. Outros reinos menores se juntaram a rebelião contra a Assíria, e em 623 a.C. o bem comandado exército Caldeu se dirigiu ao norte das proximidades de Sumer e expeliu os Assírios da Babilônia.

Com a independência do Egito e da Babilônia, e a enfraquecida Assíria, o novo rei do Judá, Josias – neto de Manassés – declarou a independencia de Judá.

Entre a Mesopotamia e o Mar Cáspio, tribos de um povo Indo-Europea chamados de Medos se uniram sob um único rei. Mais tarde um rei dos Medos, Cyaxares, reogarnizou o seu exercito e tentou expandir para o oeste contra os Assírios. Ele aliou o seu exercito com os Caldeus, que agora controlavam a Babilônia e a Sumeria. Os Medos e os Caldeus atacaram, e juntos derrotaram os Assírios, tomando a capital da Assíria, Níneve, em 612 a.C. Os muros de Níneve foram quebrados pelos equipamentos de cerco que a Assíria teria introduzido ao mundo anteriormente. [8]

Depois de quatro anos de batalhas intensas, Níneve finalmente tombou em 612 a.C., depois de um cerco prolonfado e luta casa a casa. Sin-shar-ishkun foi morto defendendo sua capital.

Apesar da perda de suas maiores cidades e diante de tamanhas dificuldades, a resistencia Assíria continuou. Ashur-uballit II (612 a.C.–605? a.C.) subiu ao trono, ganhou algumas batalhas, e ocupou Harã (onde fundou a nova capital) de 612 a.C. até 608 a.C. quando ele foi derrotado pelos Babilonios e Medos. [9]

Quando o Babilônios tomaram a Níneve a capital da Assíria em 612 a.C., os Assírios mudaram sua capital para Harã na fronteira sul da Turquia e Síria contemporâneos. Os Babilônios então capturaram a Harã em 610 a.C. e os Assírios outra vez mudaram sua capital para Carquemis, no Rio Eufrates. O Egito era aliado do rei Assírio Ashur-uballit II, e marchou para acudí-los dos Babilônios em 609 a.C.

O exército Egípcio do Faraó Neco II foi atrasado em Megido pelas forças do rei Josias de Judá. Josias foi morto e seu exército derrotado. Os Egípcios e os Assírios juntos atravessaram o Eufrates e cercaram à Harã em 608 a.C., o qual não sucederam em retomá-lo. Eles então se retiraram para o norte da Síria. [10]

Lemos sobre este evento em II Reis:

29 Nos seus dias subiu Faraó Neco, rei do Egito, contra o rei da Assíria, ao rio Eufrates; e o rei Josias lhe foi ao encontro; e, vendo-o ele, o matou em Megido. E seus servos, num carro, o levaram morto, de Megido, e o trouxeram a Jerusalém, e o sepultaram na sua sepultura; e o povo da terra tomou a Joacaz, filho de Josias, e ungiram-no, e fizeram-no rei em lugar de seu pai. (2 Reis 23:29-30)

Com a morte de Josias, o irmão casula de Jeoiaquim, Joacaz (ou Salum) foi proclamado rei, porem depois de três meses, Faraó Neco II o depuz e colocou o seu filho primogênito em seu lugar, Eliaquim, que adotou o nome de Jeoiaquim e se tornou rei aos vinte e cinco anos.

34 Também Faraó Neco constituiu rei a Eliaquim, filho de Josias, em lugar de seu pai Josias, e lhe mudou o nome para Jeoiaquim; porém a Joacaz tomou consigo, e foi ao Egito, e morreu ali. (2 Reis 23:34)

Os próximos três anos foram testemunhas dos Egípcios e os Assírios remanescentes tentarem em vão expulsar os invasores da Babilônia. Em 605 a.C., os babilônios e medos derrotaram os egípcios e assírios em Carquemis, levando ao fim da Assíria como uma entidade politicamente independente, tambem completamente destruindo o exercito egípcio ao mesmo tempo.

Tanto Israel e agora Judá sofrerem o azar de viverem numa faixa estreita de terra entre duas grandes potencias – a Assíria e o Egíto e agora os Babilônios. Os Caldeus, sob o rei Nabucodornozor II, venceu a batalha de Carquemis e depois aniquilou o resto do exercito do Egito em Hamate. Os Babilônios agora reinavam sobre Judá, que era vassalo do Egito nos três anos anteriores, porem a Babilônia havia essencialmente, tomado cargo de Judá uma vez que derrotaram os Assírios em 609 a.C. na batalha em Harã. Foi por issso que Josias foi lutar com o Faraó Neco II do Egito e lá morreu. Esta é uma data importante, como você logo verá.

Jeremias também falou à toda Judá durante o quarto ano do reinado de Jeoiaquim.

1 A palavra que veio a Jeremias acerca de todo o povo de Judá no quarto ano de Jeoiaquim, filho de Josias, rei de Judá (que é o primeiro ano de Nabucodonosor, rei de Babilônia), A qual anunciou o profeta Jeremias a todo o povo de Judá, e a todos os habitantes de Jerusalém, dizendo: Desde o ano treze de Josias, filho de Amom, rei de Judá, até o dia de hoje, período de vinte e três anos, tem vindo a mim a palavra de ????, e vo-la tenho anunciado, madrugando e falando; mas vós não escutastes.” (Jeremias 25:1-3)

9 Eis que eu enviarei, e tomarei a todas as famílias do norte, diz ????, como também a Nabucodonosor, rei de Babilônia, meu servo, e os trarei sobre esta terra, e sobre os seus moradores, e sobre todas estas nações em redor, e os destruirei totalmente, e farei que sejam objeto de espanto, e de assobio, e de perpétuas desolações. E farei desaparecer dentre eles a voz de gozo, e a voz de alegria, a voz do esposo, e a voz da esposa, como também o som das mós, e a luz do candieiro. E toda esta terra virá a ser um deserto e um espanto; e estas nações servirão ao rei de Babilônia setenta anos. Acontecerá, porém, que, quando se cumprirem os setenta anos, visitarei o rei de Babilônia, e esta nação, diz ????, castigando a sua iniqüidade, e a da terra dos caldeus; farei deles ruínas perpétuas. E trarei sobre aquela terra todas as minhas palavras, que disse contra ela, a saber, tudo quanto está escrito neste livro, que profetizou Jeremias contra todas estas nações.” (Jeremias 25:9-13)

O pai de Nabucodonosor, Nabopolassar, faleceu e Nabucodonosor retornou à Babilônia, onde foi coroado rei. Quando Nabucodonosor deixou Jerusalem, ele levou consigo refens para que Judá se mantesse na linha. Estes refens foram tirados de famílias aristocratas ou líders de Judá, e Daniel foi um deles.

1 No ano terceiro do reinado de Jeoiaquim, rei de Judá, veio Nabucodonosor, rei de Babilônia, a Jerusalém, e a sitiou. E ???? entregou nas suas mãos a Jeoiaquim, rei de Judá, e uma parte dos utensílios da casa de Elohim, e ele os levou para a terra de Sinar, para a casa do seu deus, e pós os utensílios na casa do tesouro do seu deus. E disse o rei a Aspenaz, chefe dos seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel, e da linhagem real e dos príncipes, Jovens em quem não houvesse defeito algum, de boa aparência, e instruídos em toda a sabedoria, e doutos em ciência, e entendidos no conhecimento, e que tivessem habilidade para assistirem no palácio do rei, e que lhes ensinassem as letras e a língua dos caldeus. E o rei lhes determinou a porção diária, das iguarias do rei, e do vinho que ele bebia, e que assim fossem mantidos por três anos, para que no fim destes pudessem estar diante do rei. E entre eles se achavam, dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias; E o chefe dos eunucos lhes pós outros nomes, a saber: a Daniel pós o de Beltessazar, e a Hananias o de Sadraque, e a Misael o de Mesaque, e a Azarias o de Abednego. (Daniel 1:1-7)

Daniel se viu envolvido em grandes eventos mundias daquela época. Um tempo em que o grande Império Assírio havia sido completamente destruído, e desapareceu da história completamente depois disso. O Egito, outra grande nação, também foi destruído na mesma época e a Babilônia se tornou a autoridade mundial de governo.

Daniel, cujo nome em Hebraico significa, “Deus é meu Juíz”, era jovem quando foi levado ao cativeiro na Babilônia, no quarto ano do reinado de Jeoiaquim . Jeoiaquim se tornou rei sobre Judá em 609 a.C.[11] então seu quarto ano foi 605 a.C. quando Daniel foi levado junto com seus amigos Hananias, Misael e Azarias para o cativeiro na Babilônia. [12]

Em 601 a.C. os egípcios deflagaram uma grande derrota contra os Babilônios. [13] Esta derrota doi tão grande que em 600 a.C., Nabucodonosor II não saiu para guerrear. Jeoiaquim voltou aos egípcios e cessou de pagar tributo aos babilônios. Em 599 a.C., Nabucodonosor II invadiu à Judá e sitiou à Jerusalém. Em 598 a.C., Jeoiaquim faleceu e seu corpo foi atirado dos muros de Jerusalém como Jeremias 22:19 havia predito.

Também nos é dito porque isto esta prestes à acontecer com Judá.

8 E muitas nações passarão por esta cidade, e dirá cada um ao seu próximo: Por que procedeu ???? assim com esta grande cidade? E dirão: Porque deixaram a aliança de ???? seu Elohim, e se inclinaram diante de outros deuses, e os serviram.” (Jeremias 22:8-9)

Isto serve de aviso sério para nós hoje que não queremos guardar a aliança de Yehová.

Jeoiaquim foi sucedido pelo seu filho Jeconias (também conhecido como Joaquim). Jeconias foi então levado cativo para a Babilônia.

10 Naquele tempo subiram os servos de Nabucodonosor, rei de Babilônia, a Jerusalém; e a cidade foi cercada. Também veio Nabucodonosor, rei de Babilônia, contra a cidade, quando já os seus servos a estavam sitiando. Então saiu Joaquim, rei de Judá, ao rei de Babilônia, ele, sua mãe, seus servos, seus príncipes e seus oficiais; e o rei de Babilônia o tomou preso, no ano oitavo do seu reinado. E tirou dali todos os tesouros da casa de ???? e os tesouros da casa do rei; e partiu todos os vasos de ouro, que fizera Salomão, rei de Israel, no templo de ????, como ???? tinha falado. E transportou a toda a Jerusalém como também a todos os príncipes, e a todos os homens valorosos, dez mil presos, e a todos os artífices e ferreiros; ninguém ficou senão o povo pobre da terra. Assim transportou Joaquim à Babilônia; como também a mãe do rei, as mulheres do rei, os seus oficiais e os poderosos da terra levou presos de Jerusalém à Babilônia. E todos os homens valentes, até sete mil, e artífices e ferreiros até mil, e todos os homens destros na guerra, a estes o rei de Babilônia levou presos para Babilônia. (2 Reis 24:10-16)

Jeoiaquim foi solto da prisão no ano de 561 a.C. por Evil-Merodaque [14] e permitido viver o resto de seus dias na Babilônia.

27 Depois disto sucedeu que, no ano trinta e sete do cativeiro de Joaquim, rei de Judá, no mês duodécimo, aos vinte e sete do mês, Evil-Merodaque, rei de Babilônia, no ano em que reinou, levantou a cabeça de Joaquim, rei de Judá, tirando-o da casa da prisão. E lhe falou benignamente; e pós o seu trono acima do trono dos reis que estavam com ele em Babilônia. E lhe mudou as roupas de prisão, e de contínuo comeu pão na sua presença todos os dias da sua vida. E, quanto à sua subsistência, pelo rei lhe foi dada subsistência contínua, a porção de cada dia no seu dia, todos os dias da sua vida. (2 Reis 25:27-30)

Com a captura de Jerusalem e a morte do Rei Jeoiaquim em 597 a.C. Joaquim se tornou rei e isto durou três meses até que o Rei Nabucodonosor II o levou cativo e o trocou pelo seu tio, Zedequias.

17 E o rei de Babilônia estabeleceu a Matanias, seu tio, rei em seu lugar; e lhe mudou o nome para Zedequias. (2 Reis 24:17)

O Rei Zedequias reinaria em Jerusalem por onze anos até a destruição do Templo em 586 a.C. por Nabucodonosor II.

Ezequiel, aos vinte e cinco anos[15], fez parte dos 3,000 elites de Judá que foram levados à Babilônia junto com Joaquim em 597 a.C.

Porém, enquanto cativos, os Judeus deportados ainda consideravam Jeconias como seu rei legítimo. Até Ezequiel se refere a Jeconias como rei e data certos eventos de quando Jeconias foi levado cativo. Ezequiel nunca menciona, por nome, Zedequias, o sucessor do Reino de Judá.

Ezequiel iniciou seu ministério profético no quinquagéssimo ano do cativeiro, no qual o ano era 593 a.C.

1 E aconteceu no trigésimo ano, no quarto mês, no quinto dia do mês, que estando eu no meio dos cativos, junto ao rio Quebar, se abriram os céus, e eu tive visões de Elohim. No quinto dia do mês, no quinto ano do cativeiro do rei Jeoiaquim, Veio expressamente a palavra de ???? a Ezequiel, filho de Buzi, o sacerdote, na terra dos caldeus, junto ao rio Quebar, e ali esteve sobre ele a mão de ????. (Ezequiel 1:1-3)

Naquele tempo Daniel, a quem Ezequiel provavelmente conhecia, já era prisioneiro à doze anos no palácio do rei da Babilônia. Ezequiel menciona o nome de Daniel em Ezequiel 14:14, 20 e Ezequiel 28:3.

A última mensagem datada de Ezequiel foi dado no vigéssimo sétimo ano do cativeiro – ou seja 571 a.C. (Ezequiel 29:17) Ezequiel então profetizou na Babilônia por pelo menos vinte e dois anos mas não sabemos exatamente quando ele faleceu.

Jeremias começou a dar sua mensagem de advertência no décimo terceiro ano do reinado de Josias, no ano 627 a.C. e ainda atuava depois a morte de Zedequias em 586 a.C. como você verá no segundo capítulo deste livro.

1 Palavras de Jeremias, filho de Hilquias, um dos sacerdotes que estavam em Anatote, na terra de Benjamim; Ao qual veio a palavra de ????, nos dias de Josias, filho de Amom, rei de Judá, no décimo terceiro ano do seu reinado. E lhe veio também nos dias de Jeoiaquim, filho de Josias, rei de Judá, até ao fim do ano undécimo de Zedequias, filho de Josias, rei de Judá, até que Jerusalém foi levada em cativeiro no quinto mês. (Jeremias 1:1-3)

Jeremias a este tempo estava advertindo o povo de Jerusalém do perigo vindouro, mas eles não davam ouvidos à ele.

9 “…Eis que eu enviarei, e tomarei a todas as famílias do norte, diz ????, como também a Nabucodonosor, rei de Babilônia, meu servo, e os trarei sobre esta terra, e sobre os seus moradores, e sobre todas estas nações em redor, e os destruirei totalmente, e farei que sejam objeto de espanto, e de assobio, e de perpétuas desolações..” (Jeremias 25:9)

11 “E toda esta terra virá a ser um deserto e um espanto; e estas nações servirão ao rei de Babilônia setenta anos. Acontecerá, porém, que, quando se cumprirem os setenta anos, visitarei o rei de Babilônia, e esta nação, diz ????, castigando a sua iniqüidade, e a da terra dos caldeus; farei deles ruínas perpétuas.” (Jeremias 25:11-12)

Junto com Jeremias e Ezequiel, crê-se que Joel era um contemporâneo, mas não há evidencia o suficiente para saber se é fato ou não. Obadias, Habacuque e Sofanias todos profetizaram antes e durante o cativeiro na Babilônia. Em tudo isso, temos o jovem garoto, Daniel, sendo separado por Yehová para um propósito específico. Próximo ao fim da vida de Daniel, Zacarias começa suas profecias.

No livro de Daniel, capítulo dois, é no segundo ano do reinado de Nabucodonosor II. É o ano 604 a.C. e o segundo ano do cativeiro de Daniel. É justamente aqui no segundo ano de seu cativeiro que Yehová mostra à ele, através do sonho de Nabucodonosor da estátua enorme, quatro impérios que irão surgir no cenário mundial, a Babilônia sendo o primeiro e a cabeça de ouro.

1 E no segundo ano do reinado de Nabucodonosor, Nabucodonosor teve sonhos; e o seu espírito se perturbou, e passou-se-lhe o sono. Então o rei mandou chamar os magos, os astrólogos, os encantadores e os caldeus, para que declarassem ao rei os seus sonhos; e eles vieram e se apresentaram diante do rei. E o rei lhes disse: Tive um sonho; e para saber o sonho está perturbado o meu espírito. E os caldeus disseram ao rei em aramaico: O rei, vive eternamente! Dize o sonho a teus servos, e daremos a interpretação. Respondeu o rei, e disse aos caldeus: O assunto me tem escapado; se não me fizerdes saber o sonho e a sua interpretação, sereis despedaçados, e as vossas casas serão feitas um monturo; Mas se vós me declarardes o sonho e a sua interpretação, recebereis de mim dádivas, recompensas e grande honra; portanto declarai-me o sonho e a sua interpretação.” (Daniel 2:1-6)

7 Responderam segunda vez, e disseram: Diga o rei o sonho a seus servos, e daremos a sua interpretação. Respondeu o rei, e disse: Percebo muito bem que vós quereis ganhar tempo; porque vedes que o assunto me tem escapado. De modo que, se não me fizerdes saber o sonho, uma só sentença será a vossa; pois vós preparastes palavras mentirosas e perversas para as proferirdes na minha presença, até que se mude o tempo; portanto dizei-me o sonho, para que eu entenda que me podeis dar a sua interpretação. Responderam os caldeus na presença do rei, e disseram: Não há ninguém sobre a terra que possa declarar a palavra ao rei; pois nenhum rei há, grande ou dominador, que requeira coisas semelhantes de algum mago, ou astrólogo, ou caldeu. Porque o assunto que o rei requer é difícil; e ninguém há que o possa declarar diante do rei, senão os deuses, cuja morada não é com a carne.” (Daniel 2:7-11)

12 Por isso o rei muito se irou e enfureceu; e ordenou que matassem a todos os sábios de Babilônia. E saiu o decreto, segundo o qual deviam ser mortos os sábios; e buscaram a Daniel e aos seus companheiros, para que fossem mortos. Então Daniel falou avisada e prudentemente a Arioque, capitão da guarda do rei, que tinha saído para matar os sábios de Babilônia. Respondeu, e disse a Arioque, capitão do rei: Por que se apressa tanto o decreto da parte do rei? Então Arioque explicou o caso a Daniel. (Daniel 2:12-15)

16 E Daniel entrou; e pediu ao rei que lhe desse tempo, para que lhe pudesse dar a interpretação. Então Daniel foi para a sua casa, e fez saber o caso a Hananias, Misael e Azarias, seus companheiros; Para que pedissem misericórdia ao Deus do céu, sobre este mistério, a fim de que Daniel e seus companheiros não perecessem, juntamente com o restante dos sábios de Babilônia. Então foi revelado o mistério a Daniel numa visão de noite; então Daniel louvou o Deus do céu. Falou Daniel, dizendo: Seja bendito o nome de Deus de eternidade a eternidade, porque dele são a sabedoria e a força; E ele muda os tempos e as estações; ele remove os reis e estabelece os reis; ele dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos entendidos. Ele revela o profundo e o escondido; conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz. O Deus de meus pais, eu te dou graças e te louvo, porque me deste sabedoria e força; e agora me fizeste saber o que te pedimos, porque nos fizeste saber este assunto do rei.” (Daniel 2:16-23)

24 Por isso Daniel foi ter com Arioque, ao qual o rei tinha constituído para matar os sábios de Babilônia; entrou, e disse-lhe assim: Não mates os sábios de Babilônia; introduze-me na presença do rei, e declararei ao rei a interpretação. Então Arioque depressa introduziu a Daniel na presença do rei, e disse-lhe assim: Achei um homem dentre os cativos de Judá, o qual fará saber ao rei a interpretação. Respondeu o rei, e disse a Daniel (cujo nome era Beltessazar): Podes tu fazer-me saber o sonho que tive e a sua interpretação?” (Daniel 2:24-26)

27 Respondeu Daniel na presença do rei, dizendo: O segredo que o rei requer, nem sábios, nem astrólogos, nem magos, nem adivinhos o podem declarar ao rei; Mas há um Deus no céu, o qual revela os mistérios; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de acontecer nos últimos dias; o teu sonho e as visões da tua cabeça que tiveste na tua cama são estes: Estando tu, ó rei, na tua cama, subiram os teus pensamentos, acerca do que há de ser depois disto. Aquele, pois, que revela os mistérios te fez saber o que há de ser. E a mim me foi revelado esse mistério, não porque haja em mim mais sabedoria que em todos os viventes, mas para que a interpretação se fizesse saber ao rei, e para que entendesses os pensamentos do teu coração. Tu, ó rei, estavas vendo, e eis aqui uma grande estátua; esta estátua, que era imensa, cujo esplendor era excelente, e estava em pé diante de ti; e a sua aparência era terrível. A cabeça daquela estátua era de ouro fino; o seu peito e os seus braços de prata; o seu ventre e as suas coxas de cobre; As pernas de ferro; os seus pés em parte de ferro e em parte de barro. Estavas vendo isto, quando uma pedra foi cortada, sem auxílio de mão, a qual feriu a estátua nos pés de ferro e de barro, e os esmiuçou. Então foi juntamente esmiuçado o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro, os quais se fizeram como pragana das eiras do estio, e o vento os levou, e não se achou lugar algum para eles; mas a pedra, que feriu a estátua, se tornou grande monte, e encheu toda a terra.” (Daniel 2:27-35)

36 “Este é o sonho; também a sua interpretação diremos na presença do rei. Tu, ó rei, és rei de reis; a quem o Deus do céu tem dado o reino, o poder, a força, e a glória. E onde quer que habitem os filhos de homens, na tua mão entregou os animais do campo, e as aves do céu, e fez que reinasse sobre todos eles; tu és a cabeça de ouro. E depois de ti se levantará outro reino, inferior ao teu; e um terceiro reino, de bronze, o qual dominará sobre toda a terra. E o quarto reino será forte como ferro; pois, como o ferro, esmiúça e quebra tudo; como o ferro que quebra todas as coisas, assim ele esmiuçará e fará em pedaços.” (Daniel 2:36-40)

41 “E, quanto ao que viste dos pés e dos dedos, em parte de barro de oleiro, e em parte de ferro, isso será um reino dividido; contudo haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro, pois viste o ferro misturado com barro de lodo. E como os dedos dos pés eram em parte de ferro e em parte de barro, assim por uma parte o reino será forte, e por outra será frágil. Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro. Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre. (Daniel 2:41-44 | Veja também: Daniel 7; Salmo 22:28; Jeremias 30:11; Joel 3:16; Obadias 15-17; Habacuque 3:12-13; Sofanias 3:8; Ageu 2:22; Apocalipse 11:15)

45 “Da maneira que viste que do monte foi cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela esmiuçou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro; o grande Deus fez saber ao rei o que há de ser depois disto. Certo é o sonho, e fiel a sua interpretação. Então o rei Nabucodonosor caiu sobre a sua face, e adorou a Daniel, e ordenou que lhe oferecessem uma oblação e perfumes suaves. Respondeu o rei a Daniel, e disse: Certamente o vosso Deus é Deus dos deuses, e o Senhor dos reis e revelador de mistérios, pois pudeste revelar este mistério. Então o rei engrandeceu a Daniel, e lhe deu muitas e grandes dádivas, e o pós por governador de toda a província de Babilônia, como também o fez chefe dos governadores sobre todos os sábios de Babilônia. E pediu Daniel ao rei, e constituiu ele sobre os negócios da província de Babilônia a Sadraque, Mesaque e Abednego; mas Daniel permaneceu na porta do rei. (Daniel 2:45-49)

Este é então o relato de como Daniel foi promovido de ser apenas um Judeu cativo para aquele que governa sobre toda a província da Babilônia e a ele foi dado o status de Chefe dos Governadores e todos os sábios da Babilônia. Isto foi uma grande promoção.

Então lemos sobre os três amigos de Daniel serem jogados na fornalha ardente por não se curvarem diante da imagem de ouro feito por Nabucodonosor II. Quando eles passaram pelo fogo, eles também foram promovidos a governadores das Províncias da Babilônia. Isto provou ser grande encorajamento para os cativos Judeus da época, ouvir falar destes grandes eventos concernente à Daniel e seus três amigos e de como eles foram tanto promovidos como subiram dentro do sistema de governo da Babilônia.

Depois de pouco tempo, surgiram falsos profetas na Babilônia que disseram às pessoas coisas que não eram verdade e encontramos Jeremias falando contra eles. Estou compartilhando isto com você para que você possa compreender tamanha desordem e stress pelo qual Daniel e o povo Judeu passaram nesta época a medida que tentaram compreender o que havia acontecido com eles – tanto no contexto do porque Yehová permitiu que isto acontecesse à eles e qual a situação em que o povo se encontrava quando Deus tabalhava neles – uma dessas pessoas sendo Daniel.

Jeremias escreveu uma carta aos cativos da Babilônia advertindo contra crerem nestes dois profetas falsos e aconselhou-os a contruirem a construirem a se acomodarem na terra de Babilônia.

1 E Estas são as palavras da carta que Jeremias, o profeta, enviou de Jerusalém, aos que restaram dos anciãos do cativeiro, como também aos sacerdotes, e aos profetas, e a todo o povo que Nabucodonosor havia deportado de Jerusalém para Babilônia (Depois que saíram de Jerusalém o rei Jeconias, e a rainha, e os eunucos, e os príncipes de Judá e Jerusalém, e os carpinteiros e ferreiros), Pela mão de Elasa, filho de Safã, e de Gemarias, filho de Hilquias (os quais Zedequias, rei de Judá, tinha enviado a Babilônia, a Nabucodonosor, rei de Babilônia), dizendo: Assim diz ???? dos Exércitos, o Elohim de Israel, a todos os do cativeiro, os quais fiz transportar de Jerusalém para Babilônia: Edificai casas e habitai-as; e plantai jardins, e comei o seu fruto. Tomai mulheres e gerai filhos e filhas, e tomai mulheres para vossos filhos, e dai vossas filhas a maridos, para que tenham filhos e filhas; e multiplicai-vos ali, e não vos diminuais. E procurai a paz da cidade, para onde vos fiz transportar em cativeiro, e orai por ela a ????; porque na sua paz vós tereis paz. (Jeremias 29:1-7)

8 Porque assim diz ???? dos Exércitos, o Deus de Israel: Não vos enganem os vossos profetas que estão no meio de vós, nem os vossos adivinhos, nem deis ouvidos aos vossos sonhos, que sonhais; Porque eles vos profetizam falsamente em meu nome; não os enviei, diz ????. Porque assim diz ????: Certamente que passados setenta anos em Babilônia, vos visitarei, e cumprirei sobre vós a minha boa palavra, tornando a trazer-vos a este lugar. Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz ????; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais. Então me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei. E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração.” (Jeremias 29:8-13 | Veja: Deuteronômio 4:29; Joel 2:12)

14 “E serei achado de vós, diz ????, e farei voltar os vossos cativos e congregar-vos-ei de todas as nações, e de todos os lugares para onde vos lancei, diz ????, e tornarei a trazer-vos ao lugar de onde vos transportei. Porque dizeis: ???? nos levantou profetas em Babilônia. Porque assim diz ???? acerca do rei que se assenta no trono de Davi, e de todo o povo que habita nesta cidade, vossos irmãos, que não saíram conosco para o cativeiro. Assim diz ???? dos Exércitos: Eis que enviarei entre eles a espada, a fome e a peste, e fa-los-ei como a figos podres que não se podem comer, de ruins que são. E persegui-los-ei com a espada, com a fome, e com a peste; e da-los-ei para deslocarem-se por todos os reinos da terra, para serem uma maldição, e um espanto, e um assobio, e um opróbrio entre todas as nações para onde os tiver lançado. Porquanto não deram ouvidos às minhas palavras, diz ????, mandando-lhes eu os meus servos, os profetas, madrugando e enviando; mas vós não escutastes, diz ????. (Jeremias 29:14-19)

20 “Vós, pois, ouvi a palavra de ????, todos os do cativeiro que enviei de Jerusalém a Babilônia. Assim diz ???? dos Exércitos, o Deus de Israel, acerca de Acabe, filho de Colaías, e de Zedequias, filho de Maaséias, que vos profetizam falsamente em meu nome: Eis que os entregarei na mão de Nabucodonosor, rei de Babilônia, e ele os ferirá diante dos vossos olhos. E todos os transportados de Judá, que estão em Babilônia, tomarão deles uma maldição, dizendo: ???? te faça como Zedequias, e como Acabe, os quais o rei de Babilônia assou no fogo; Porquanto fizeram loucura em Israel, e cometeram adultério com as mulheres dos seus vizinhos, e anunciaram falsamente, em meu nome uma palavra, que não lhes mandei, e eu o sei e sou testemunha disso, diz ????. (Jeremias 29:20-23)

24 E a Semaías, o neelamita, falarás, dizendo: Assim fala ???? dos Exércitos, o Deus de Israel, dizendo: Porquanto tu enviaste no teu nome cartas a todo o povo que está em Jerusalém, como também a Sofonias, filho de Maaséias, o sacerdote, e a todos os sacerdotes, dizendo: ???? te pós por sacerdote em lugar de Joiada, o sacerdote, para que sejas encarregado da casa de ???? sobre todo o homem fanático, e que profetiza, para o lançares na prisão e no tronco. Agora, pois, por que não repreendeste a Jeremias, o anatotita, que vos profetiza? Porque até nos mandou dizer em Babilônia: Ainda o cativeiro muito há de durar; edificai casas, e habitai nelas; e plantai pomares, e comei o seu fruto. E leu Sofonias, o sacerdote, esta carta aos ouvidos de Jeremias, o profeta. (Jeremias 29:24-29)

30 E veio a palavra de ???? a Jeremias, dizendo: Manda a todos os do cativeiro, dizendo: Assim diz ???? acerca de Semaías, o neelamita: Porquanto Semaías vos profetizou, e eu não o enviei, e vos fez confiar em mentiras, Portanto assim diz ????: Eis que castigarei a Semaías, o neelamita, e a sua descendência; ele não terá ninguém que habite entre este povo, e não verá o bem que hei de fazer ao meu povo, diz ????, porque falou em rebeldia contra ????.’” (Jeremias 29:30-32)

Preste bem atenção ao versículo 10 no texto acima.

10 Porque assim diz ????: Certamente que passados setenta anos em Babilônia, vos visitarei, e cumprirei sobre vós a minha boa palavra, tornando a trazer-vos a este lugar.”(Jeremias 29:10)

O trecho acima deixa duas coisas claro: 1) O domínio da Babilônia sobre Judá incluiria um cativeiro em que os Judeus seria levados à Babilônia. 2) O cativeiro terminaria quando os “setenta anos” terminassem. Mas Jeremias nunca falou que o cativeiro em si duraria setenta anos. Ele apenas falou que o domínio Babilônico duraria setenta anos. O reinado Babilônico durou setenta anos de 609 a.C. quando o último rei Sírio, Ashur-uballit II, foi derrotado em Harã, até 539 a.C. quando os Medo-Persas conquistaram a Babilônia.[16]

 

Yehová informou a Ezequiel que Jerusalém estava cercado e que certamente sucumbiria. Dissemos anteriormente que o quintos ano de Ezequiel e Joaquim foi 593 a.C. então o nono ano foi 588 a.C. Ezequiel datou seus escritos de acordo com os anos de cativeiro que ele compartilhou com Jeconias, e ele menciona vários eventos relacionados a queda de Jerusalem nestes escritos.[17] Ezequiel não relata seus escritos de acordo com os anos sabáticos e os jubileus, como alguns querem que acreditemos.

1 E veio a mim a palavra de ????, no nono ano, no décimo mês, aos dez do mês, dizendo: Filho do homem, escreve o nome deste dia, deste mesmo dia; porque o rei de Babilônia se pós contra Jerusalém neste mesmo dia. E fala por parábola à casa rebelde, e dize-lhes: Assim diz o Senhor ????: Põe a panela ao lume, põe-na, e deita-lhe também água dentro. Ajunta nela pedaços, todos os bons pedaços, as coxas e as espáduas; enche-a de ossos escolhidos. Escolhe o melhor do rebanho, e queima também os ossos debaixo dela; faze-a ferver bem, e cozam-se dentro dela os seus ossos. Portanto, assim diz o Senhor ????: Ai da cidade sanguinária, da panela que escuma por dentro, e cuja escuma não saiu dela! Tira dela pedaço por pedaço; não caia sorte sobre ela; Porque o seu sangue está no meio dela, sobre uma penha descalvada o pós; não o derramou sobre a terra, para o cobrir com pó. Para fazer subir a indignação, para tomar vingança, eu pus o seu sangue numa penha descalvada, para que não fosse coberto. Portanto, assim diz o Senhor ????: Ai da cidade sanguinária! Também eu farei uma grande fogueira. Amontoa muita lenha, acende o fogo, ferve bem a carne, e tempera o caldo, e ardam os ossos. Então a porás vazia sobre as suas brasas, para que ela aqueça, e se queime o seu cobre, e se funda a sua imundícia no meio dela, e se consuma a sua escuma. Ela com mentiras se cansou; e não saiu dela a sua muita escuma; ao fogo irá a sua escuma. Na imundícia está a infâmia, porquanto te purifiquei, e não permaneceste pura; nunca mais serás purificada da tua imundícia, enquanto eu não fizer descansar sobre ti a minha indignação. Eu, ????, o disse: viva isso, e o farei, não me tornarei atrás, e não pouparei, nem me arrependerei; conforme os teus caminhos, e conforme os teus feitos, te julgarão, diz o Senhor ????.” (Ezequiel 24:1-14)

Ezequiel ficou sabendo que sua amada esposa logo faleceria. O brilho de seus olhos seria tirado dele assim como o Templo, o brilho dos olhos de Israel, seria tirado dela. Não era para ele lamentar a morte de sua esposa abertamente, como sinal para o povo não lamentar abertamente a Jerusalem.

15 E veio a mim a palavra de ????, dizendo: Filho do homem, eis que, de um golpe tirarei de ti o desejo dos teus olhos, mas não lamentarás, nem chorarás, nem te correrão as lágrimas. Geme em silêncio, não faças luto por mortos; ata o teu turbante, e põe nos pés os teus sapatos, e não cubras os teus lábios, e não comas o pão dos homens. E falei ao povo pela manhã, e à tarde morreu minha mulher; e fiz pela manhã como me foi mandado. E o povo me disse: Porventura não nos farás saber o que significam para nós estas coisas que estás fazendo? E eu lhes disse: Veio a mim a palavra de ????, dizendo: Dize à casa de Israel: Assim diz o Senhor ????: Eis que eu profanarei o meu santuário, a glória da vossa força, o desejo dos vossos olhos, e o anelo das vossas almas; e vossos filhos e vossas filhas, que deixastes, cairão à espada.’” (Ezequiel 24:15-21)

22 “E fareis como eu fiz; não vos cobrireis os lábios, e não comereis o pão dos homens. E tereis nas cabeças os vossos turbantes, e os vossos sapatos nos pés; não lamentareis, nem chorareis, mas definhar-vos-eis nas vossas maldades, e gemereis uns com os outros. Assim vos servirá Ezequiel de sinal; conforme tudo quanto ele fez, fareis; quando isso suceder, sabereis que eu sou o Senhor ????. E quanto a ti, filho do homem, não sucederá que no dia que eu lhes tirar a sua força, a alegria da sua glória, o desejo dos seus olhos, e o anelo de suas almas, com seus filhos e suas filhas, Nesse dia virá ter contigo aquele que escapar, para te dar notícias pessoalmente? Naquele dia abrir-se-á a tua boca para com aquele que escapar, e falarás, e não mais ficarás mudo; assim virás a ser para eles um sinal, e saberão que eu sou ????.’” (Ezequiel 24:22-27)

Nabucodonosor II havia empossado como rei tributário de Judá quando tomou Joaquim como prisioneiro em 597 a.C. Zedequias mais tarde se revoltou contra Babilônia e entrou em aliança com o Faraó Hofra do Egito que havia derrotado a Babilônia dois anos antes.

Nabucodonosor II respondeu invadindo a Judá e iniciou cerco a Jerusalem em Janeiro de 589 a.C. Durante este cerco, que durou aproximadamente trinta meses, “as piores lamúrias atingiram a cidade, que bebeu o copo da fúria de Deus.”

 

1 E sucedeu que, no nono ano do seu reinado, no mês décimo, aos dez do mês, Nabucodonosor, rei de Babilônia, veio contra Jerusalém, ele e todo o seu exército, e se acampou contra ela, e levantaram contra ela trincheiras em redor. E a cidade foi sitiada até ao undécimo ano do rei Zedequias. Aos nove do mês quarto, quando a cidade se via apertada pela fome, nem havia pão para o povo da terra. (2 Reis 25:1-3)

2 Os preciosos filhos de Sião, avaliados a puro ouro, como são agora reputados por vasos de barro, obra das mãos do oleiro! Até os chacais abaixam o peito, dão de mamar aos seus filhos; mas a filha do meu povo tornou-se cruel como os avestruzes no deserto. A língua do que mama fica pegada pela sede ao seu paladar; os meninos pedem pão, e ninguém lho reparte. (Lamentações 4:2-4)

5 Os que comiam comidas finas agora desfalecem nas ruas; os que se criaram em carmesim abraçam monturos. Porque maior é a iniqüidade da filha do meu povo do que o pecado de Sodoma, a qual foi subvertida como num momento, sem que mãos lhe tocassem. Os seus nobres eram mais puros do que a neve, mais brancos do que o leite, mais vermelhos de corpo do que os rubis, e mais polidos do que a safira. Mas agora escureceu-se o seu aspecto mais do que o negrume; não são conhecidos nas ruas; a sua pele se lhes pegou aos ossos, secou-se, tornou-se como um pau. Os mortos à espada foram mais ditosos do que os mortos à fome; porque estes morreram lentamente, por falta dos frutos dos campos. As mãos das mulheres compassivas cozeram seus próprios filhos; serviram-lhes de alimento na destruição da filha do meu povo. Deu ???? cumprimento ao seu furor; derramou o ardor da sua ira, e acendeu fogo em Sião, que consumiu os seus fundamentos. (Lamentações 4:5-11)

Em 587 a.C., o décimo primeiro ano do reinado de Zedequias, Nabudoconosor II rompeu os muros de Jerusalem, conquistando a cidade. Zedequias e seus seguidores tentaram escapar, mas foram capturados nas campinas de Jericó e levados à Ribla. Lá, depois de assistir a morte de seus filhos, Zedequias foi cegado, acorrentado e levado cativo para a Babilônia, onde permaneceu prisioneiro até a sua morte.

4 Então a cidade foi invadida, e todos os homens de guerra fugiram de noite pelo caminho da porta, entre os dois muros que estavam junto ao jardim do rei (porque os caldeus estavam contra a cidade em redor), e o rei se foi pelo caminho da campina. Porém o exército dos caldeus perseguiu o rei, e o alcançou nas campinas de Jericó; e todo o seu exército se dispersou. E tomaram o rei, e o fizeram subir ao rei de Babilônia, a Ribla; e foi-lhe pronunciada a sentença. E aos filhos de Zedequias mataram diante dos seus olhos; e vazaram os olhos de Zedequias, e o ataram com duas cadeias de bronze, e o levaram a Babilônia. (2 Reis 25:4-7)

11 Tinha Zedequias a idade de vinte e cinco anos, quando começou a reinar; e onze anos reinou em Jerusalém. E fez o que era mau aos olhos de ???? seu Deus; nem se humilhou perante o profeta Jeremias, que falava da parte de ????. Além disto, também se rebelou contra o rei Nabucodonosor, que o tinha ajuramentado por Deus. Mas endureceu a sua cerviz, e tanto se obstinou no seu coração, que não se converteu a ???? Elohim de Israel. (2 Chronicles 36:11-13)

Você pode ler mais sobre esta época nos relatos de Jeremias 32:4-5, 34:2-3, 39:1-7, e 52:4-11.

Os Babilônios cercaram a Jerusalem em 588 a.C., e em Julho de 586 a.C., os muros foram rompidos e a cidade saquiada. Em 14 de agosto, 586 a.C., a cidade e o templo foram queimados. Esta data também é conhecida como dia 10 do Av.

18 Tinha Zedequias vinte e um anos de idade quando começou a reinar, e reinou onze anos em Jerusalém; e era o nome de sua mãe Hamutal, filha de Jeremias, de Libna. E fez o que era mau aos olhos de ????, conforme tudo quanto fizera Jeoiaquim. Porque assim sucedeu por causa da ira de ???? contra Jerusalém, e contra Judá, até os rejeitar de diante da sua presença; e Zedequias se rebelou contra o rei de Babilônia. (2 Reis 24:18-20)

O Templo foi destruído no dia 10 de Av, 586 a.C.

12 E no quinto mês, no décimo dia do mês, que era o décimo nono ano do rei Nabucodonosor, rei de Babilônia, Nebuzaradã, capitão da guarda, que assistia na presença do rei de Babilônia, veio a Jerusalém. E queimou a casa de ????, e a casa do rei; e também a todas as casas de Jerusalém, e a todas as casas dos grandes ele as incendiou. (Jeremias 52:12-13)

2 E a cidade foi sitiada até ao undécimo ano do rei Zedequias. Aos nove do mês quarto, quando a cidade se via apertada pela fome, nem havia pão para o povo da terra, Então a cidade foi invadida, e todos os homens de guerra fugiram de noite pelo caminho da porta, entre os dois muros que estavam junto ao jardim do rei (porque os caldeus estavam contra a cidade em redor), e o rei se foi pelo caminho da campina. Porém o exército dos caldeus perseguiu o rei, e o alcançou nas campinas de Jericó; e todo o seu exército se dispersou. E tomaram o rei, e o fizeram subir ao rei de Babilônia, a Ribla; e foi-lhe pronunciada a sentença. E aos filhos de Zedequias mataram diante dos seus olhos; e vazaram os olhos de Zedequias, e o ataram com duas cadeias de bronze, e o levaram a Babilônia. (2 Reis 25:2-7)

8 E no quinto mês, no sétimo dia do mês (este era o ano décimo nono de Nabucodonosor, rei de Babilônia), veio Nebuzaradã, capitão da guarda, servo do rei de Babilônia, a Jerusalém. E queimou a casa de ???? e a casa do rei, como também todas as casas de Jerusalém, e todas as casas dos grandes queimou. E todo o exército dos caldeus, que estava com o capitão da guarda, derrubou os muros em redor de Jerusalém. E o mais do povo que deixaram ficar na cidade, os rebeldes que se renderam ao rei de Babilônia e o mais da multidão, Nebuzaradã, o capitão da guarda, levou presos. Porém dos mais pobres da terra deixou o capitão da guarda ficar alguns para vinheiros e para lavradores. (2 Reis 25:8-12)

13 Quebraram mais, os caldeus, as colunas de cobre que estavam na casa de ????, como também as bases e o mar de cobre que estavam na casa de ????; e levaram o seu bronze para Babilônia. Também tomaram as caldeiras, as pás, os apagadores, as colheres e todos os vasos de cobre, com que se ministrava. Também o capitão-da-guarda tomou os braseiros, e as bacias, o que era de ouro puro, em ouro e o que era de prata, em prata. As duas colunas, um mar, e as bases, que Salomão fizera para a casa de ????; o cobre de todos estes vasos não tinha peso. A altura de uma coluna era de dezoito côvados, e sobre ela havia um capitel de cobre, e de altura tinha o capitel três côvados; e a rede e as romãs em redor do capitel, tudo era de cobre; e semelhante a esta era a outra coluna com a rede. (2 Reis 25:13-17)

18 Também o capitão-da-guarda tomou a Seraías, primeiro sacerdote, e a Sofonias, segundo sacerdote, e aos três guardas do umbral da porta. E da cidade tomou a um oficial, que tinha cargo dos homens de guerra, e a cinco homens dos que estavam na presença do rei, e se achavam na cidade, como também ao escrivão-mor do exército, que registrava o povo da terra para a guerra, e a sessenta homens do povo da terra, que se achavam na cidade. E tomando-os Nebuzaradã, o capitão da guarda, os levou ao rei de Babilônia, a Ribla. E o rei de Babilônia os feriu e os matou em Ribla, na terra de Hamate; e Judá foi levado preso para fora da sua terra. Porém, quanto ao povo que ficara na terra de Judá, que Nabucodonosor, rei de Babilônia, deixou ficar, pós sobre ele, por governador a Gedalias, filho de Aicão, filho de Safã. (2 Reis 25:18-22)

23 Ouvindo, pois, os capitães dos exércitos, eles e os seus homens, que o rei de Babilônia pusera a Gedalias por governador, vieram a Gedalias, a Mizpá, a saber: Ismael, filho de Netanias, e Joanã, filho de Careá, e Seraías, filho de Tanumete, o netofatita, e Jazanias, filho do maacatita, eles e os seus homens. E Gedalias jurou a eles e aos seus homens, e lhes disse: Não temais ser servos dos caldeus; ficai na terra, servi ao rei de Babilônia, e bem vos irá. Sucedeu, porém, que, no sétimo mês, veio Ismael, filho de Netanias, o filho de Elisama, da descendência real, e dez homens com ele, e feriram a Gedalias, e ele morreu, como também aos judeus, e aos caldeus que estavam com ele em Mizpá. Então todo o povo se levantou, desde o menor até ao maior, como também os capitães dos exércitos, e foram ao Egito, porque temiam os caldeus. (2 Reis 25:23-26)

21 E sucedeu que, no ano duodécimo do nosso cativeiro, no décimo mês, aos cinco do mês, veio a mim um que tinha escapado de Jerusalém, dizendo: A cidade está ferida. (Ezequiel 33:21)

O décimo mês é o mês de dezembro 586 a.C.

Em 586 a.C., doze anos depois do primeiro ataque de Nabucodonosor II à Jerusalem, o povo de Jerusalém se rebelou contra o governo Caldeu, e os Caldeus responderam queimando à Jerusalem e destruíndo seus muros. Eles também saquiaram o Templo e o queimaram. Os Caldeus levaram aproximadamente 40,000 cativos de Judá – incluindo líderes políticos e sumo sacerdotes, levando-os a capital Babylonia, enquanto alguns do povo de Judá fugiram para o Egito ou Arábia, e ainda outros fugiram para o norte à area controlada pelos Caldeus a Mesopotâmia.

Voltaremos a história de Jeremias mais tarde, mas por agora saiba e entenda o nível de estress pelo qual Daniel e seus compatriotas tinham que operar a medida que foram derrotados e depois serem levados cativos e depois terem que assistir à destruição do Templo. As Tribos do norte também assistiram estes eventos de longe dos seus respectivos locais de cativeiro.

No capítulo quatro de Daniel, lemos da árvore que foi cortado e a interpretação de Daniel deste sonho foi:

24 “…Esta é a interpretação, ó rei; e este é o decreto do Altíssimo, que virá sobre o rei, meu senhor: Serás tirado dentre os homens, e a tua morada será com os animais do campo, e te farão comer erva como os bois, e serás molhado do orvalho do céu; e passar-se-ão sete tempos por cima de ti; até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer. E quanto ao que foi falado, que deixassem o tronco com as raízes da árvore, o teu reino voltará para ti, depois que tiveres conhecido que o céu reina. Portanto, ó rei, aceita o meu conselho, e põe fim aos teus pecados, praticando a justiça, e às tuas iniqüidades, usando de misericórdia com os pobres, pois, talvez se prolongue a tua tranqüilidade. Todas estas coisas vieram sobre o rei Nabucodonosor. Ao fim de doze meses, quando passeava no palácio real de Babilônia, Falou o rei, dizendo: Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para a casa real, com a força do meu poder, e para glória da minha magnificência? Ainda estava a palavra na boca do rei, quando caiu uma voz do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: Passou de ti o reino. E serás tirado dentre os homens, e a tua morada será com os animais do campo; far-te-ão comer erva como os bois, e passar-se-ão sete tempos sobre ti, até que conheças que o Altíssimo domina sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer. (Daniel 4:24-32)

33 Na mesma hora se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor, e foi tirado dentre os homens, e comia erva como os bois, e o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceu pelo, como as penas da águia, e as suas unhas como as das aves. Mas ao fim daqueles dias eu, Nabucodonosor, levantei os meus olhos ao céu, e tornou-me a vir o entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é um domínio sempiterno, e cujo reino é de geração em geração. E todos os moradores da terra são reputados em nada, e segundo a sua vontade ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem possa estorvar a sua mão, e lhe diga: Que fazes? No mesmo tempo tornou a mim o meu entendimento, e para a dignidade do meu reino tornou-me a vir a minha majestade e o meu resplendor; e buscaram-me os meus conselheiros e os meus senhores; e fui restabelecido no meu reino, e a minha glória foi aumentada. Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, exalço e glorifico ao Rei do céu; porque todas as suas obras são verdade, e os seus caminhos juízo, e pode humilhar aos que andam na soberba.” (Daniel 4:33-37)

A data em que estes sete anos de insanidade ocorreu não se sabe. Porém, eu imagino que teria que ser depois que Nabucodonosor II foi rei por algum tempo para que ele pudessem ter feito muitas das coisas que fez para que viessem a proferir as palavras que diz em Daniel capítulo quatro. Mas há uma profecia neste capítulo que revela algo de extrema importância para nós. A árvore neste sonho do capítulo quatro representa não somente Nabucodonosor II mas também o império Babilônico como um todo. A Babilônia caiu em 539 a.C., mas sabemos do livro de Apocalipse que vai experimentar um reavivamento como um poderoso império Europeu nos últimos dias, dominado por um grande sistema Cristão referido em Apocalipse 17 como “a grande Babilônia”. Considerando tudo, acredita-se que os sete tempos são sete períodos proféticos de anos de 360 dias. O princípio profético de “um dia igual a um ano” (Números 14:34; Ezequiel 4:6) equivale a 2,520 anos (ex.. 360 x 7)—se extendendo da queda da antiga Babilônia até o início de seu resurgimento em tempos modernos.

Existe ainda um paralelo potencial a esta figura de 2,520 na inscrição misteriosa de Daniel 5, como examinaremos mais tarde com mais atenção.

2,520 anos no futuro de 539 a.C. nos leva à 1982 quando o Papa João Paulo, em seu discurso abaixo, fortemente incitou seus seguidores a retornarem às suas raízes. O toco da Babilônia, então, começou a brotar outra vez em 1982. Aqui está parte do discurso:

Falando antes da oração do Angelus ontem, à um grupo de aproximadamente 8,000 peregrinos em Les Combes, no Valle d’Aosta na Itália, onde está de férias, a Sua Santidade relembrou as raízes profundamente Cristãs da Europa e desafiou o continente à retornar à elas. O Papa Benedito chamou atenção ao festa São Tiago hoje, “do qual suas relíquias são venerados no famoso santuário de Santiago em Compostela na Espanha, o destino de inúmeros peregrinos de toda Europa.” Ele também relembrou a festa do dia de Santa Brígida da Suécia, padroeira da Europa, e a festa de São Benedito no dia 11 de Julho, a quem ele chamou de “outro grande padroeiro do ‘antigo continente.’”

“Ao contemplar estes santos,” disse ele, “é natural pausar e refletir sobre a contribuição que o Cristianismo tem feito, e continua a fazer, na construção da Europa.”

Benedito então se dirigiu a peregrinação feita pelo “Servo de Deus João Paulo II em 1982 a Santiago de Compostela, onde ele realizou um “ato solene Europeu” onde pronunciou estas palavras memoráveis: ‘Eu, bispo de Roma e pastor da Igreja Universal, de Santiago, dirigo-me a ti, antiga Europa, um clamor cheio de amor: Retorne a si mesmo! Seja você mesmo! Descubra suas origens. Reaviva suas raízes. Experimente outra vez aqueles valores autenticos que fizeram sua história gloriosa e sua presença em outros continentes benéfico.’”

O Papa chamou atenção ao fato de que durante a visita de 1982, João Paulo II lançou “o projeto de uma Europa ciente de sua união espiritual, baseado no alicerce de valores Cristãos.”

“Ele tocou neste assunto denovo por ocasião do Dia Mundial do Jovem em 1989”, o Papa continuou, “em Santiago de Compostela, expressando seu desejo por uma Europa sem fronteiras, uma Europa que não negue suas raízes Cristãs do qual cresceu e que não renuncie o verdadeiro humanismo do Evangelho de Cristo. Quão apropriado tal clamor permanece até hoje à vista dos recentes eventos no continente Europeu.”[18]

Isto ocorreu em 1982. Sete anos mais tarde, o muro de Berlin caiu[19] em 1989 unificando a Alemanha Ocidental à Oriental. Os Alemãos seriam os que liderariam a União Europea no mais recente e último reavivamento do super poder Babilônico que vem se erguendo até o presente momento em que escrevo.

Retornando ao Livro de Daniel, não temos mais informações sobre sua vida até que lemos no capítulo cinco de Daniel do banquete de Belsazar. Daniel, que foi levado cativo no ataque a Jerusalem em 605 a.C. como uma das crianças, agora está com mais de oitenta anos de idade. Presumindo que ele tinha pelo menos dez anos e que os setenta anos já se completaram 539 a.C, como lhe mostrei.

No livro de Daniel lemos como o Rei Belsazar da Babilônia deu uma grande festa para seus nobres usando os utensílios sagrados tirados do Templo. Repentinamente, os dedos da mão de um homem aparece e escreve na parede na frente do rei no seu banquete e todos os seus convidados veem. Quando nemhum dos seus sábios consegue interpretar a mensagem, Daniel é chamado à sugestão da Rainha Mãe. Daniel repreende o rei pela sua falta de respeito pelas coisas do Templo de Yehová. Daniel então fala ao rei do que se trata a escrita na parede. Daniel fala à Belsazar que ele está prestes a perder o seu reino aos Medos e Persas. Por fazer a leitura da escrita enigmática com sucesso, Daniel é recompensado com uma túnica roxa e elevado a posição de “terceiro governador” do reino. Naquela mesma noite em que isto ocorria, “naquela noite foi morto Belsazar, rei dos caldeus” e seu sucessor foi o Rei Dario dos Medos que capturou a cidade.

A escrita na parede foi: Mene, Mene, Tequel, Ufarsim.

Estas palavras eram unidades de peso, muito parecido com grama e kilo. A unidade base na Babilônia era o siclo de ouro ou “Tequel”. Vinte e cinco siclos equivalem a um “Ufarsim” e cinquenta siclos equivalem a uma “Mena”.

A frase também nos fala também da soma seguinte:

 

MENA (50) + MENA (50) + TEQUEL (1) + UFARSIM (25) = 126

 

No livro de Ezequiel descobrimos que cada siclo era dividido em vinte geras.

12 E o siclo será de vinte geras. (Ezequiel 45:12)

Então o total acima de 126 siclos também equivale a 2,520 geras.

25 Este, pois, é o escrito que se escreveu: MENE, MENE, TEQUEL, UFARSIM. Esta é a interpretação daquilo: MENE: Contou Deus o teu reino, e o acabou. TEQUEL: Pesado foste na balança, e foste achado em falta. PERES: Dividido foi o teu reino, e dado aos medos e aos persas.” (Daniel 5:25-28)

Eu acabo de lhe explicar como Daniel disse ao Rei Nabucodonosor II que o sonho que eles teve concernente ao corte da árvore e de como seria por 2,520 anos. Esta profecia também está confirmando que a Babilônia seria punida por 2,520 anos. Esta foi agora a segunda vez que isto foi mostrado à Daniel.

Ao Rei Nabucodonosor II foi dito que seu reinado sofreria punição de “sete tempos”. Na Bíblia, um “tempo” é igual a um ano de 360 dias, como indicado em Apocalipse 12:6, 14 e 13:5. Cada versículo está se referindo ao mesmo período de tempo – ou 1,260 dias, 3 ½ “tempos” ou quarenta e dois meses, respectivamente. Então, sete tempos é equivalente a 2,520 dias. Porem, assim como no caso de muitas profecias, um dia representa um ano (Números 14:34; Ezequiel 4:6), então estes “sete tempos” de fato indica 7 x 360, o qual por sua vez, equivale a 2,520 anos.

Na mesma noite em que Daniel leu isto para o rei, esta profecia se iniciou no ano de 539 a.C. 2,520 anos mais tarde levaria você à 1982 d.C.—depois do qual este monstro Babilônico subiria ao poder mais uma vez como o Santo Império Romano na Europa. Cada um dos impérios na visão de Daniel ocupou a terra em que o império anterior ocupava e depois expandiu-a para que seu território fosse ampliado.

Capítulo seis do livro de Daniel é sobre Daniel ser jogado na cova dos leões no reinado de Dario o Medo pouco depois de conquistar a Babilônia.

Capítulos sete e oito do livro de Daniel voltam ao primeiro ano de Belsazar e depois ao terceiro ano de Belsazar como rei, respectivamente.

Agora tenha em mente o que Daniel já tem visto. No capítulo dois – o sonho da imagem com a cabeça de ouro, braços de prata, ventre de cobre, pernas de ferro e pés de ferro e barro. A cabeça de ouro foi a Babilônia, os braços de prata foram os Medos e Persas, o ventre de cobre foi a Grécia e as pernas de ferro representou a Roma.

Tudo isto faz parte do mesmo corpo ou mesmo sistema de governo.

Então no capítulo quatro, Daniel é mostrado a árvore que é a Babilônia, o qual foi cortado por 2,520 anos. Foi então confirmado vários anos mais tarde quando Belsazar foi rei no capitulo cinco até o pronunciamento de “Mene, Mene, Tequel, and Ufarsim”. Novamente, acrescentando os 2,520 anos daquela mesma noite nos leva até 1982 d.C.

No capítulo sete, é dito à Daniel que os quatro animais que ele vê são quatro reis e quatro reinados. O primeiro (como um leão) foi a Babilônia; o segundo (como urso) foi os Medo-Persas; o terceiro (como leopardo) foi o império Grego, e o quarto e último que é o pior de todos foi e é o Império Romano que está resurgindo agora.

No capítulo oito Daniel tem já outro sonho, este é sobre carneiros. E é o anjo Gabriel que vem e diz a Daniel o que significa. O carneiro com dois chifres foi o Medo-Persas e o bode foi a Grécia. Deste império Grego surgiria quatro outros reinos.

Muitos estão tentando reescrever a Bíblia, porem nos é dito na própria Bíblia o que significa estes símbolos, pelo anjo que é enviado para explicá-los.

O que no leva ao capítulo nove de Daniel.

Agora nos é dito que este sonho vem à Daniel no primeiro ano do reinado de Dario o Medo. Isto é 539 a.C.

Daniel está contemplando a profecia que Jeremias havia escrito e tentando chegar a uma compreensão plena dela.

2 “…No primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, entendi pelos livros que o número dos anos, de que falara ???? ao profeta Jeremias, em que haviam de cumprir-se as desolações de Jerusalém, era de setenta anos. (Daniel 9:2)

O que Daniel estava lendo era Jeremias 25.

8 “Portanto assim diz ???? dos Exércitos: Visto que não escutastes as minhas palavras, Eis que eu enviarei, e tomarei a todas as famílias do norte, diz ????, como também a Nabucodonosor, rei de Babilônia, meu servo, e os trarei sobre esta terra, e sobre os seus moradores, e sobre todas estas nações em redor, e os destruirei totalmente, e farei que sejam objeto de espanto, e de assobio, e de perpétuas desolações. E farei desaparecer dentre eles a voz de gozo, e a voz de alegria, a voz do esposo, e a voz da esposa, como também o som das mós, e a luz do candieiro. E toda esta terra virá a ser um deserto e um espanto; e estas nações servirão ao rei de Babilônia setenta anos. (Jeremias 25:8-11)

10 “Porque assim diz ????: Certamente que passados setenta anos em Babilônia, vos visitarei, e cumprirei sobre vós a minha boa palavra, tornando a trazer-vos a este lugar.’” (Jeremias 29:10)

Daniel compreendeu as palavras de Jeremias. Ele compreendeu que o os setenta anos se findavam em 539 a.C. tendo se inciado com a derrota do rei Sírio, Ashur-uballit em 609 a.C. Agora que Daniel compreende que esta profecia já tem se cumprido, a primeira coisa que ele faz é orar à Yehová e fazer confissão em nome da nação de Israel.

3 E eu dirigi o meu rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, e saco e cinza. E orei a ???? meu Deus, e confessei, e disse: Ah! Senhor! Deus grande e tremendo, que guardas a aliança e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos; Pecamos, e cometemos iniqüidades, e procedemos impiamente, e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos; E não demos ouvidos aos teus servos, os profetas, que em teu nome falaram aos nossos reis, aos nossos príncipes, e a nossos pais, como também a todo o povo da terra. A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós a confusão de rosto, como hoje se vê; aos homens de Judá, e aos moradores de Jerusalém, e a todo o Israel, aos de perto e aos de longe, em todas as terras por onde os tens lançado, por causa das suas rebeliões que cometeram contra ti. (Daniel 9:3-7)

8 “O Senhor, a nós pertence a confusão de rosto, aos nossos reis, aos nossos príncipes, e a nossos pais, porque pecamos contra ti. Ao Senhor, nosso Deus, pertencem a misericórdia, e o perdão; pois nos rebelamos contra ele, E não obedecemos à voz de ????, nosso Deus, para andarmos nas suas leis, que nos deu por intermédio de seus servos, os profetas. Sim, todo o Israel transgrediu a tua lei, desviando-se para não obedecer à tua voz; por isso a maldição e o juramento, que estão escritos na lei de Moisés, servo de Deus, se derramaram sobre nós; porque pecamos contra ele.(Daniel 9:8-11)

12 “E ele confirmou a sua palavra, que falou contra nós, e contra os nossos juízes que nos julgavam, trazendo sobre nós um grande mal; porquanto debaixo de todo o céu nunca se fez como se tem feito em Jerusalém. Como está escrito na lei de Moisés, todo este mal nos sobreveio; apesar disso, não suplicamos à face de ???? nosso Deus, para nos convertermos das nossas iniqüidades, e para nos aplicarmos à tua verdade. Por isso ???? vigiou sobre o mal, e o trouxe sobre nós; porque justo é ????, nosso Deus, em todas as suas obras, que fez, pois não obedecemos à sua voz. Agora, pois, ó Senhor, nosso Deus, que tiraste o teu povo da terra do Egito com mão poderosa, e ganhaste para ti nome, como hoje se vê; temos pecado, temos procedido impiamente. (Daniel 9:12-15)

16 “O Senhor, segundo todas as tuas justiças, aparte-se a tua ira e o teu furor da tua cidade de Jerusalém, do teu santo monte; porque por causa dos nossos pecados, e por causa das iniqüidades de nossos pais, tornou-se Jerusalém e o teu povo um opróbrio para todos os que estão em redor de nós. Agora, pois, ó Deus nosso, ouve a oração do teu servo, e as suas súplicas, e sobre o teu santuário assolado faze resplandecer o teu rosto, por amor do Senhor. Inclina, ó Deus meu, os teus ouvidos, e ouve; abre os teus olhos, e olha para a nossa desolação, e para a cidade que é chamada pelo teu nome, porque não lançamos as nossas súplicas perante a tua face fiados em nossas justiças, mas em tuas muitas misericórdias. O Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa; ó Senhor, atende-nos e age sem tardar; por amor de ti mesmo, ó Deus meu; porque a tua cidade e o teu povo são chamados pelo teu nome. (Daniel 9:16-19)

Preste bem atenção que Daniel está orando em nome de todas as Doze Tribos de Israel.

7 A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós a confusão de rosto, como hoje se vê; aos homens de Judá, e aos moradores de Jerusalém, e a todo o Israel, aos de perto e aos de longe, em todas as terras por onde os tens lançado, por causa das suas rebeliões que cometeram contra ti. (Daniel 9:7)

Daniel está fazendo a mesma oração que somos ensinados a orar em Levíticos 26 que compartilhei com você no início desta Introdução. Daniel está fazendo a mesma oração que o Rei Salomão fez quando dedicou o Templo em 1 Reis. Agora Daniel percebe que tudo que aconteceu foi cumprimento de tudo que Yehová havia predito no mesmo ano em que o Rei Dario dos Medos tomou controle da Babilônia. Daniel então se arrepende e suplica por misericórdia de Yehová em nome de toda Israel.

20 Estando eu ainda falando e orando, e confessando o meu pecado, e o pecado do meu povo Israel, e lançando a minha súplica perante a face de ????, meu Deus, pelo monte santo do meu Deus, Estando eu, digo, ainda falando na oração, o homem Gabriel, que eu tinha visto na minha visão ao princípio, veio, voando rapidamente, e tocou-me, à hora do sacrifício da tarde. Ele me instruiu, e falou comigo, dizendo: Daniel, agora saí para fazer-te entender o sentido. No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, porque és mui amado; considera, pois, a palavra, e entende a visão:” (Daniel 9:20-23)

Compartilho isto porque é importante que cada um de vocês saibam e compreendam isto.

Em 2005, eu estava estagnando espiritualmente e não mais crescendo no meu entendimento das Escrituras. Eu também estava preso pelo meu pecado ao qual eu sempre retornava e justificava dizendo a mim mesmo que não era tão sério assim.

Anotei todos os meus pecados e todas aquelas coisas que estavam entre eu e Yehová. Então fui ao meu então pastor para que não mais fossem coisas secretas aos quais me sentia compelido a esconder.

Imediatamente após isto, Yehová foi gracioso comigo e aguçou meu entendimento com relação a como iniciar o mês pelo avistamento da lua crescente ou pela conjunção. Depois foi me mostrado como provar qual era o certo com algumas passagens chaves que Yehová me mostrou (Isaias 7:14 e Apocalipse 12:1-4). Uma vez que isto me foi mostrado, tive que provar a Yehová se eu iria ou não agir de acordo com o que me foi mostrado. Eu agi sim e assim que o fiz o que era certo pela Palavra de Yehová em escolher o método do avistamento para guardar a Páscoa no seu devido tempo, me foi revelado os segredos dos anos sabáticos e não somente de como prová-los mas também de estar ciente de todas as maldições por não guardá-los.

Desde então, toda informação que tenho compartilhado com meus leitores a respeito dos ciclos sabáticos, bem como a informação produzido no meu livro, “As Profecias de Abraão” e “Lembrando Os Anos Sabáticos de 2016…” e agora neste livro “Os 70 Shavuot de Daniel”— todas estas coisas vieram a acontecer e se cumprir como resultado de eu pedir a Yehová, com toda sinceridade, perdão pelos meus pecados e não somente me afastar deles, mas escolher andar no caminho da Torá.

Esta foi a mesma coisa que Daniel fez e assim que fez – de fato ele mal começara a fazer – Yehová já havia enviado seu Anjo Gabriel para responder suas orações. Esta é a pressa que Yehová tem em nos responder e nos ajudar. Mas primeiro temos que nos arrepender e sinceramente deixar os pecados para trás e começar a andar na Torá.

Mas quanto aos últimos dias de Daniel, não sabemos sua idade quando faleceu. Sabemos sim que ele ainda vivia no terceiro ano de Ciro, Rei da Persia como descrito no 10° capítulo de Daniel. Ele estaria perto dos 100 anos a estas alturas, tendo sido levado à Babilônia na sua adolescencia – um pouco mais que oitenta anos antes. Tradição dita que seu túmulo está localizado em Susa, no Irã num sitio conhecido como Shush-e Daniyal.[20]

A história de fato pode e tem um jeito de se repetir.

Tudo isso que você agora está ciente do livro de Daniel voltará a se repetir. A Assíria vai atacar à Israel novamente no futuro próximo. De fato, é um dos meus objetivos principais lhe provar isto neste livro, assim como provei isto no meu DVD, “A Ordem Cronológica das Profecias Nos Jubileus”[21] e no meu livro, “As Profecias de Abraão”[22]. A Babilônia está ligada com a Assíria. Os Medos e os Persas vão atacar a Babilônia. Mas isto não é o caso ainda e já estamos nos adiantando.

Agora tenho, em detalhe suficiente, plenamente abordado com vocês os dias tumultuosos e exitantes levando ao início da vida de Daniel, seguindo até o final de sua vida, bem como as visões que foram mostrados a Daniel no meio do caminho. Tendo dito isso, agora quero que você concentre-se nos seguintes quatro versículos em Daniel (Daniel 9:24-27). Isto levará algum esforço, especialmente quando tem haver com compreender os múltiplos significados que estes versículos tem.

[1] http://www.originofnations.org/HRP_Papers/Ancient%20roots%20of%20kingofnorth%20&%20kingofsouth.pdf

[2] As Profecias de Abraão por Joseph F. Dumond; Tabelas

[3] http://www.sacred-texts.com/ane/rp/rp204/rp20412.htm

[4] The Mysterious Number of the Hebrew Kings by Edwin R. Thiele; p. 68 (Os Números Misteriosos dos Reis Hebreus por Edwin R. Thiele)

[5] http://www.theology.edu/lec20.htm

[6] The Missing Simeonites by Stephen M. Collins, http://stevenmcollins.com/html/simeon.html (Os Simeonitas Perdidos por Stephen M. Collins).

[7] http://en.wikipedia.org/wiki/Old_Assyrian_period

[8] http://www.fsmitha.com/h1/ch08.htm

[9] http://en.wikipedia.org/wiki/Ancient_Assyria

[10] http://en.wikipedia.org/wiki/Battle_of_Carchemish

[11] The Mysterious Numbers of the Hebrew Kings (Os Misteriosos Números dos Reis Hebreus) por Edwin R. Thiele; p. 181

[12] The Mysterious Numbers of the Hebrew Kings (Os Misteriosos Números dos Reis Hebreus) por Edwin R. Thiele; p. 185

[13] The Mysterious Numbers of the Hebrew Kings (Os Misteriosos Números dos Reis Hebreus) por Edwin R. Thiele; p. 186

[14] http://en.wikipedia.org/wiki/Amel-Marduk

[15] Baseado em Ezequiel 1:1-3 em que o trigéssimo ano era sua idade. Já que o homem entra no serviço sacerdotal aos trinta anos (Números 4:3, 23, 30, 39, 43; 1 Crônicas 23:3), talvés Yehová escolheu começar a usá-o como profeta a esta idade tão crítica, talvés destacando o aspecto sacerdotal de seu comissionado.

[16] http://www.aboutbibleprophecy.com/years.htm

[17] http://en.wikipedia.org/wiki/?????????

[18] http://tinyurl.com/b3af3tk

[19] http://news.bbc.co.uk/onthisday/hi/witness/november/9/newsid_3241000/3241641.stm

[20] http://www.biblediscovered.com/biblical-prophets/daniel-the-prophet/

[21] http://www.sightedmoonnl.com

[22] http://www.sightedmoonnl.com/?page_id=601

Capítulo 1| Quem é o Povo de Daniel?

 

24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador. (Daniel 9:24-27 | Veja também: Mateus 24:15)

Uma das coisas que tenho aprendido com o passar dos anos quando falando com os outros, é saber ou vir a saber quão ignorantes são sobre de quem a Bíblia está falando nos contextos das passagens Bíblicas como este acima e especialmente quando se trata de mensagens proféticas.

A maioria supõe que a Bíblia está falando exclusivamente sobre os Judeus, e muitas vezes quem supõe algo termina fazendo papel de besta.

É somente quando investigamos mais e aprendemos quem é quem, é então e somente então que a Bíblia se torna viva e real.

24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. (Daniel 9:24)

Isto foi o que o Anjo Gabriel estava dizendo para Daniel.

Estamos prestes a examinar este versículo em maior detalhes, mas eu primeiro tenho que explicar quem exatamente é o povo de Daniel, para que você possa então entender a quem se aplica este versículo. Quando você suber o que as Escrituras estão de fato dizendo, o que realmente significa e a quem se aplica, então você será compelido a sair de sua zona de conforto e começará a dizer a todos que puder sobre este aviso.

Todos que olham pra este versículo e esta profecia vê Daniel como um dos cativos Judeus, o que de fato ele era. A maioria porém, lê a Bíblia de uma perspectiva estritamente Neo Testamentária – ou seja, uma perspectiva que não guarda ou não quer guardar os Mandamentos encontrados nos primeiros cinco livros da Bíblia, e que não vê a necessidade de compreender os eventos que ocorreram no que é comumente referido a ANTIGO Testamento. Eles veem o Antigo Testamento como algo somente sobre os Judeus. Porém, não poderíam estar mais longe da verdade. Estou prestes a provar á você quem era o povo de Daniel e quem é hoje e usarei três capítulos para fazer isto, usando assim três testemunhas diferentes.

6 Por boca de duas testemunhas, ou três testemunhas, será morto o que houver de morrer; por boca de uma só testemunha não morrerá. (Deuteronômio 17:6)

15 Uma só testemunha contra alguém não se levantará por qualquer iniqüidade, ou por qualquer pecado, seja qual for o pecado que cometeu; pela boca de duas testemunhas, ou pela boca de três testemunhas, se estabelecerá o fato. (Deuteronômio 19:15)

16 Mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada. (Mateus 18:16)

1 É esta a terceira vez que vou ter convosco. Por boca de duas ou três testemunhas será confirmada toda a palavra. (2 Coríntios 13:1)

Apesar do fato de vivermos na Era da Informação, ainda há muitos de nós aprendendo sempre, e nunca podendo chegar ao conhecimento da verdade. Assim como a Bíblia diz. Muitos de nós que professamos crer, não lê a Bíblia o quanto deveríamos.   Quando as pessoas não sabem sobre quem a Bíblia está falando e por qual nome são conhecidos hoje, eles se isolam da compreensão da história e de muitos de suas profecias. É como se estão lendo o Novo Testamento sem ter conhecimento do Antigo ou começar a ler um livro a partir do meio dele.

Você não pode ler e entender o Novo Testamento a não ser que você saiba a respeito de quem estão falando no Antigo Testamento.

Quando você fizer isto, e somente quando você fizer isto, é que a Bíblia então se tornará vivo para você e se tornará o livro que sopra vida que o Criador pretendeu que fosse, falando à você de pessoas reais. Não é apenas sobre aquels Judeus que viveram muitos tempo atrás ou os Judeus que hoje fazem parte do Estado de Israel. Para praticamente todos que vão estar lendo este livro, a Bíblia foi escrita para você e sobre os que está prestes a acontecer com você, como irei provar para você nos próximos capítulos.

Antes de Daniel 9:24, encontramos Daniel orando – não apenas em o prol do povo Judeu, apesar de que ora por eles também – mas por TODA Israel.

3 E eu dirigi o meu rosto a ???? Elohim, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, e saco e cinza. E orei a ???? meu Elohim, e confessei, e disse: Ah! ????! Elohim grande e tremendo, que guardas a aliança e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos; Pecamos, e cometemos iniqüidades, e procedemos impiamente, e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos; E não demos ouvidos aos teus servos, os profetas, que em teu nome falaram aos nossos reis, aos nossos príncipes, e a nossos pais, como também a todo o povo da terra. A ti, ó ????, pertence a justiça, mas a nós a confusão de rosto, como hoje se vê; aos homens de Judá, e aos moradores de Jerusalém, e a todo o Israel, aos de perto e aos de longe, em todas as terras por onde os tens lançado, por causa das suas rebeliões que cometeram contra ti. (Daniel 9:3-7)

8 O ????, a nós pertence a confusão de rosto, aos nossos reis, aos nossos príncipes, e a nossos pais, porque pecamos contra ti. Ao ????, nosso Elohim, pertencem a misericórdia, e o perdão; pois nos rebelamos contra ele, E não obedecemos à voz do ????, nosso Elohim, para andarmos nas suas leis, que nos deu por intermédio de seus servos, os profetas. Sim, todo o Israel transgrediu a tua lei, desviando-se para não obedecer à tua voz; por isso a maldição e o juramento, que estão escritos na lei de Moisés, servo de Elohim, se derramaram sobre nós; porque pecamos contra ele. (Daniel 9:8-11)

7 “…a todo o Israel, aos de perto e aos de longe, em todas as terras por onde os tens lançado …” (Daniel 9:7)

Isto está se referindo as Dez Tribos do Norte de Israel que foram levados ao cativeiro começando em 732 a.C. e com a finalização onde os remanescentes foram levados cativos em 723 a.C. como já compartilhei com você na Introdução à Daniel.

11 “…todo o Israel transgrediu a tua lei …” (Daniel 9:11)

Mais uma vez, Daniel está orando por toda Israel (não somente Judá mas também pelas Dez Tribos do Norte). Não posso estressar isto o suficiente. Daniel está orando por TODA Israel bem como TODA Judá.

Aqui, em 539 a.C., o primeiro ano do reinado de Ciro, [o mesmo ano em a Babilônia caiu], Daniel, que estava residindo na Babilônia, está nos dizendo em sua oração que Israel estava em outros países “perto e longe”. Mesmo 193 anos após a primeira onda de cativos em 732 a.C., Daniel está bem ciente dos locais aonde Israel foi levado ou para onde se mudaram durante o cativeiro. Daniel estava morando no “Irã moderno” e mesmo assim 193 anos após Israel ter sido levado ao cativeiro, Daniel ainda sabia para onde as dez tribos do norte foram levadas.

Aqueles de vocês nos EUA deve, a este ponto, pesquisar a população dos EUA a 93 anos atrás e compará-la à população de hoje. De uma maneira similar, as Dez Tribos do Norte teria crescido em população a se tornarem uma preocupação real para aqueles ao seu redor, como você logo verá.

Iremos agora aprender a identidade das Dez Tribos do Norte, para onde foram e onde estão hoje.

Para fazermos isto, precisamos começar no tempo do cativeiro do Reino de Israel. Então iremos, deste ponto em diante, cronologicamente seguí-los no tempo e ler alguns relatos sobre como foram chamados por outras nações. Todos os registros estão lá se soubermos onde procurar. Apenas temos que pesquisar.

 

25 Porém transgrediram contra o Elohim de seus pais; e se prostituíram, seguindo os deuses dos povos da terra, os quais Elohim destruíra de diante deles. Por isso o Elohim de Israel suscitou o espírito de Pul, rei da Assíria, e o espírito de Tiglate-Pilneser, rei da Assíria, que os levaram presos, a saber: os rubenitas e gaditas, e a meia tribo de Manassés; e os trouxeram a Hala, e a Habor, e a Hara, e ao rio de Gozã, até ao dia de hoje. (1 Crônicas 5:25-26)

29 Nos dias de Peca, rei de Israel, veio Tiglate-Pileser, rei da Assíria, e tomou a Ijom, a Abel-Bete-Maaca, a Janoa, e a Quedes, a Hazor, a Gileade, e a Galiléia, e a toda a terra de Naftali, e os levou à Assíria. (2 Reis 15:29) 

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Lemos sobre as cidades que Tiglate-Pileser III construiu—cidades como: Sakka, Danium, Elisansa, Abrania and Evasa.[1] Foi nestas cidades que ele colocou os recem capturados Israelitas mencionados em 2 Reis 15:29.

Os nomes são distintamente de origem Israelita.[2]

Então lemos sobre a próxima invasão por Salmanasar V e depois denovo por Sargão II que levou os cativos à Hala, Habor and Gozã and to the cities of the Medes.

6 No ano nono de Oséias, o rei da Assíria tomou a Samaria, e levou Israel cativo para a Assíria; e fê-los habitar em Hala e em Habor junto ao rio de Gozã, e nas cidades dos medos. (2 Reis 17:6)

11 E o rei da Assíria transportou a Israel para a Assíria; e os fez levar a Hala e a Habor, junto ao rio de Gozã, e às cidades dos medos. (2 Reis 18:11)

Quando olhamos artifatos do período dos Assírios podemos aprender sobre alguns nomes pelo qual chamavam os antigos Israelitas.

O finado Henry Layard descobriu o Obelisco Negro de Salmanasar III em 1845. O monumento de quase dois metros de altura foi encontrado nas ruinas do palácio de Salmanasar III na antiga Calhu, próximo à Níneve. Ele contém vários paineis expondo as campanhas dos Reis da Assíria. O Obleisco Negro é uma das descobertas mais importantes na arqueologia Bíblica porque um dos paineis retrata o Rei Hebreu Jeú, ou possívelmente um dos seus servos, trazendo presentes a Salmanasar III e se ajoelhando aos seus pés. A inscrição acima da imagem lê:

Tributo de Jeú, filho de Omrí: recebi dele prata, ouro, uma tigela de ouro, um recipiente de ouro, taças de ouro, baldes de ouro, estanho, um cetro para a mão do rei e armas.

Você vai perceber que os Assírios chamam Jeú de filho de Omrí. Omrí foi um dos reis de Israel antes de Jeú.

O nome Hebraico “Omrí” começa com o consoante “Y,” chamado “Ayin,” que é pronunciado com um som gutural de “H” (“rr”) e é representado na transliteração Assíria como “Gh” ou “Kh.” Os Israelitas naturalmente o pronunciavam “Omrí” como “Ghomrí” que se tornou “Khumrí” em Assírio. Assim, os Assírios, antes mesmo dos Israelitas serem levados ao cativeiro, chamavam os Israelitas de “Beit Khumrí,” que significa “Casa de Omrí.” Pronuncia parecida é encontrada nos nomes “Gomorra” e “Gaza,” ambos os quais começam com o consoante “Y.”

O nome Assírio de “Khumrí,” usado para denotar os Israelitas também é encontrado nos registros do Rei Tiglate-Pileser III concernente às suas invasões de Israel quando removeu os primeiros Israelitas para a Assíria: “As cidade de Gileade e Abel-beth-maacah na fronteira com a terra de Khumrí, e a ampla terra de Hazael e toda sua extensão, eu trouxe com o território da Assíria.”[3]

Sargão II (722 a.C.-704 a.C.) também faz menção de “khumrí” em seus registros da captura da capital Samaria. Ele refere a si mesmo como o conquistador de “Bit-Khumrí” (Omrí). Apparently this is the last mention of the Israelites by the name “Khumrí.”[4]

Hoje, quando pesquisamos sobre o nome “Khumrí” encontramos que ainda é usado hoje como distrito da província de Baglan no Afeganistão e é chamado Khumrí.[5]

De todas as cartas reais encontradas em Níneve, há muitas escritas por um certo Rei Assaradão que reinou de 681 a.C. atél 669 a.C. Ele escreve várias vezes sobre a Terra de Gamir e chama os habitantes de “Gamera” e até em outra carta os indentidica como os “Cimérios” (ga-me-ra-a-ans).

Anteriormente ao cativeiro, os Assírios chamavam os Israelitas “Beit-Khumrí,” e durante este cativeiro os Assírios os chamavam de “Gimira” e “Gamera” e por fim “Cimérios.”[6]

O Rei Assaradão escreveu sobre uma batalha contra os Cimérios em 679 a.C. Em outras cartas de oração, o Rei Assaradão escreveu sobre os Gamir e também sobre um novo povo chamado os “Ishkuza.” Eles são falado como se fossem os mesmos Gamira.

Genesis nos fala algo bem interessante quando Yehová diz a Abraão, “em Isaque será chamada a tua descendência” Pode-se entender disso que os seus descendentes seria chamados pelo nome de Isaque.

12 Porém Elohim disse a Abraão: Não te pareça mal aos teus olhos acerca do moço e acerca da tua serva; em tudo o que Sara te diz, ouve a sua voz; porque em Isaque será chamada a tua descendência. (Genesis 21:12)

Lemos em Amós sobre Israel ser chamado a casa de Isaque como profetizado lá atrás em Genesis.

9 “Mas os altos de Isaque serão assolados, e destruídos os santuários de Israel; e levantar-me-ei com a espada contra a casa de Jeroboão. Então Amazias, o sacerdote de Betel, mandou dizer a Jeroboão, rei de Israel: Amós tem conspirado contra ti, no meio da casa de Israel; a terra não poderá sofrer todas as suas palavras . . . 16 Agora, pois, ouve a palavra de ????: Tu dizes: Não profetizes contra Israel, nem fales contra a casa de Isaque.’” (Amos 7:9-10, 16)

Israel era conhecida também como a casa de Isaque. Isaque pode também ser “Isaaca,” a quem os Assírios chamavam de “Ishkuza.” [7]

É universalmente aceito pelos historiadores modernos que os Iskuza eram chamados de “Shuthae” pelos Gregos e “Sacas” (também “Saka” e “Sakka”) pelos Persas. Heródoto vai além is nos diz que os Persas chamavam os Sacas de “Citas.”

O nome “Gimira” era exclusivamente um nome Assírio – não um que os próprios Israelitas usaríam.

Resumindo, temos observados em documentos Assírios (pedras e inscrições) que os Israelitas eram chamados de “Khumrí” ou “Khormri” (pela Casa de Omrí) antes de seu cativeiro. Porém, depois do reinado de Sargão II (721 a.C.-705 a.C.) este nome nunca mais foi usado. Depois por volta de 707 a.C. um povo chamado “Gimira” e “Gamera” estão registrados como moradores entre os Manas. Seu território ficava a apenas algumas milhas dos Medos, na exata localização onde as Escrituras dizem que as Dez Tribos do Norte do Reino de Israel foram colocados apenas alguns anos antes. Temos observado que os nomes “Gimir,” “Gimira,” e “Gamera” podem facilmente ser corrupções de “Khumrí” ou “Khormri,” o nome Assírio para os Israelitas. Os nomes “Sacas” ou “Sakka” (Citas) são prováveis derivados de “Isaaca” ou “Casa de Isaque”. É também notável que o nome Assírio“Ga-me-ra-a-an” se traduziu “Cimérios.”[8]

Dos anos 700’s a.C. aos meados dos 500’s a.C. agora lemos sobre campanhas dos Gamirians—também conhecidos como os Cimérios, os quais os Gregos chamavam “Kimmeriori” a medida que se mudaram para Frígia, o que é hoje chamado da Turquia.

Lemos em Esdras um relato interessante sobre as Dez Tribos ao se migrarem para o que na época era chamado de Arsareth na Costa Noroeste do Mar Negro no que é hoje chamado da Bulgária e Romênia. Isto aconteceu por volta de 525 a.C.

39 E bem viste que ele (o Filho de Elohim) juntou outra multidão pacífica para si. 40 Estas são as dez tribos, que foram levados cativos de sua própria terra no tempo de Oseias o rei, a quem o rei Salamanasar da Assíria levou cativo, e ele os levou para além das águas, e assim chegaram a outra terra. 41 Mas tomaram este conselho entre si, que deixaríam a multidão dos gentíos, e seguir mas adiante a outra terra, onde homem algum habitou, 42 Que eles pudessem guardar seus preceitos, dos quais não guardaram em sua própria terra. 43 E passaram pelo Eufrates pelos pontos estreitos. 44 Pois o Altíssimo os mostrara sinais, e segurou a enchente até que atravessassem. 45 Pois por aquele país havia um longo caminho, de um ano e maio; e esta mesma região é chamada de Arsareth. (2 Esdras 13:39-45)

Os Gregos agora chamavam os Cimérios os Kimmeriori. O “c” sendo um “c” forte como no caso da palavra “carro.”

O reino de Ciro o Grande duraou de 539 a.C. quando ele derrotou os Babilônios até ele mesmo morrer em batalha, lutando contra os Massagetas às margens do Sir Dária—também conhecido como o Jaxartes ou Yaxartes em dezembro de 530 a.C.

Seu filho, Cambises II, o sucedeu e de acordo com Heródoto, ele reinou sete anos e cinco meses – de 530 a.C. até o verão de 523 a.C. O Rei Dario tomaria o trono no ano de 522 a.C.

Este é o Rei Dario, filho de Assuero de Daniel 9:1. Assuero é também o mesmo rei mencionado em Ester 1:1.

Só estou tentando demonstrar a você quantos livros da Bíblia estão relacionados a eventos mundiais durante este tempo. Eu te mostrei, na minha introdução à Daniel, o cativeiro das Dez Tribos do Norte, seguido pelo tempo de Jeremias passando o tempo do cativeiro de Daniel até o tempo de pelo menos o primeiro ano do Rei Dario, que é mencionado em Daniel 9:1.Agora vamos dar atenção aos dois reinados que seguem Dario, já que também entram em cena no que vou explicar na profecia de Daniel dos 70 Shavuot (Semanas).[9]

Dario foi sucedido em 486 a.C. quando morreu às mãos de Xerxes o Grande que reinou de 486 a.C., até sua morte em 465 a.C. Ele foi o quarto rei do Império Aquemênida. Artaxerxes I foi o quinto rei do Império Aquemênida de 465 a.E.C. à 424 a.E.C.

Foi de um destes reis que saiu o decreto para a reconstrução de Jerusalém em Daniel 9:24. Houve vários decretos diferentes permitindo a construção de várias partes de Jerusalém; um por Ciro em 538 a.C. ou 537 a.C., outro por Dario em 519 a.C., um terceiro por Artaxerxes em 458 a.C., e o último por Artaxerxes em 445 a.C.

Mas já estou me adiantando. Vamos voltar à quando Ciro foi morto, uma vez que isto também nos ajudará a identificar as supostas Dez Tribos “Perdidas” de Israel.

Ciro lutava contra os Massagetas às margens do rio Sir Dária—também conhecido como Jaxartes ou Yaxartes em dezembro 530 a.C., e foi a este tempo que ele foi morto. Sir Dária, também escrito Syrdarya, Kazak Syrdar?ya, Tajik Daryoi Sir, e Uzbek Sirdaryo, tem o nome antigo de Rio Jaxartes nas repúblicas centrais do Uzbequistão, Tajiquistão, and Cazaquistão. O Rio Sir Dária corre noroeste até desaguar no Mar de Aral.

Em 329 a.C., Alexandre o Grande havia posto o mesmo rio como a fronteira noroeste de seu império, e também terminou em uma batalha contra os Massagetas.

As autoridades clássicas e modernas dizem que a palavra “Massagetas” significa “grandes” Getas.[10] A obra do século IX entitulado, De Universo de Rabanus Maurus afirma, “Os Massagetas são originalmente da tribo dos Citas, e são chamados Massagetas, como sendo fortes Getae.”[11]

Weer Rajendra Rishi, escreveu, “Na língua Pahlavi a palavra ‘massa’ significa grande. Em Avesta, massa também é usado no sentido de grandesa ou grandiosidade.”[12]

Heródoto escreveu que os Massagetas eram os mesmos que os Citas. Foram os Massagetas que Ciro procurava conquistar. Ciro descobrir que uma certa Tomiris os liderava e ele procurou casar com ela para expandir seu império através de casamento. Quando ela disse “não”, Ciro levou seu exército para atacá-la.

Segundo relatos dos historiadores Grego, Ciro foi vitorioso em sua primeira campanha contra os Massagetas. Seus conselheiros sugeriram armar uma armadilha para perseguir os Citas: os Persas deixaram para trás um acampamento que aparentava abandono, contendo um rico estoque de vinho. Os Citas que eram pastores não estavam acostumados a beberem vinho —“suas bebidas intoxicantes favoritas eram hashish e leite de égua fermentado”—e beberam até caírem. Os Persas atacaram enquanto seus adversários estavam incapacitados, derrotando assim as forças Massagetas, e capturaram o filho de Tomiris, Spargapises, o general de seu exército. Do um terço das tropas dos Massagetas que foram à batalha, houve mais capturados do que mortos. De acordo com Heródoto, Spargapise persuadiu a Ciro que tirasse seus algemas, assim permitindo-o cometer suicídio enquanto no cativeiro Persa.[13]

Tomiris enviou uma mensagem a Ciro denunciando dua traição, e com todas as suas forças, o desafiou-o a uma segunda batalha. Na batalha que se seguiu, os Massagetas terminaram na frente, e os Persas foram derrotados com alto números de mortos. Ciro foi morto e Tomiris mandou decaptar seu cadáver e então crucificá-lo, e enfiou sua cabeça num odre cheio de sangue humano. Dizem que ela foi ouvida dizendo, “Eu te avisei que eu mataria sua sede por sangue, e assim farei.”[14]

Este fim horrível às mãos de Tomiris caíu sobre Ciro em 530 a.C. Seu filho Cambises II o sucedeu e morreu em 523 a.C. Foi a este tempo que Dario o Grande começou a reinar em aproximadamente 515 a.C. e comissionou gravar o que é hoje chamado de inscrição de Bisitun detalhando suas campanhas em três línguas separadas. O que é maravilhoso nisso tudo é que ele identifica os Israelitas em três línguas diferentes para que nós possamos saber hoje como eram conhecidos naquele tempo.

A inscrição não apenas fixa a data do seu reinado mas também providencia algumas referências interessantes aos assim chamados “Tribos Perdidos de Israel”. O memorial mede aproximadamente 150 pés de comprimento por 100 pés de altura.

As incrições foram em três línguas, Babilônico (Acadiano), Elamita e Persa Antigo. Eles foram principalmente em escrita cuniforme. Enquanto que muitos peritos merecem reconhecimento pelos seus esforços em resolver este quebra cabeça, um jovem oficial Inglês no exército Persa, Henry C. Rawlinson, é reconhecido por ter decifrado com sucesso os sinais do Persa Antigo. A inscrição trilíngue conhecido hoje como a “Inscrição de Bisitun” providenciou a “legenda”. A partir do momento em que se determinou que o texto nas três línguas era idêntico, foi apenas uma questão de tempo até que os peritos pudessem ler os escritos Elamitas e Acadiano.[15]

A característica predominante da Rocha Bisitun é o Rei Dario, em vestimentas reais cercado de cativos. Em volta dos cativos são cinco paineis, no total de vinte. O primeiro painel contém 19 parágrafos e 96 linhas. Cada parágrafo se iniciava com as palavras, “Eu sou Dario, rei dos reis, o rei da Persia”. O segundo painel tem 16 parágrafos e 96 linhas; sobre cada figura há uma breve história do homem e a tribo que representa. O décimo painel é o mais interessante ao estudioso da Bíblia porque fala do “Sarocus,” ou Sacan, que usa uma touca Hebreu.

O que é mais notável é o Rei Dario majestosamente em pé ante nove pessoas unidos por uma corda nos seus pescoços e suas mãos atadas atrás de suas costas. Uma décima pessoa está prostrado de costas e o pé direito do rei está sobre seu corpo. Nenhum dos prisioneiros está de veste parecido. Alguns têm túnicas curtas, outros compridos. Estes são evidentemente os chefes cabeça das Dez Tribos de Israel. A palavra “Kana” occure 28 vezes na inscrição e a palavra “Armênia” também ocorre frequentemente. Esta é a area de onde os prisioneiros foram levados – a mesma area onde as Dez Tribos tinha sido levados pelos Assírios.

As inscrições incluem uma lista de 23 nações sobre os quais Dario reinou e listado entre eles são os “Sakkas.” Em ambas versões Persa e Elamita a palavra original é “Sakka,” mas na versão Babilônica as mesmas pessoas são chamadas “Gimiri.” (verificado a pedido do Museu Britânico por L. W. King e R. C. Thomson—Esculturas e Inscrições de Bisitun—p. 161) Isto prova que os Assírios e os Babilônios chamavam os exilados de Israel de “Gimiri” independentemente de onde morávam. Também indica que a este tempo (cerca de 517 a.C.) uma divisão dos Gimiri (chamados “Sakka” pelos Persas) já haviam migrado bem além da Báctria e habitavam no extremo leste do Império Persa.

Em outra inscrição, escrito num tablete de ouro, Dario escreveu: “Este reino que tenho vai de Sakka que fica além da Sogdiana em Cuxe (Etiópia) e da Índia até Sárdis.” (Tradução publicado por Sidney Smith do Museu Britânico – 1926) Isto é mais uma evidencia que em 500 a.C. alguns dos Sakkas estavam bem ao leste próximo à Bacia superior de Jaxartes. Outra evidência de que que os Sakka eram uma divisão dos Gimiri (Israelitas) está em outra inscrição trilíngue encontrado na tumba de Dario, no sudoeste da Persia. A tumba está encravada na face de um penhasco no vale de Naksh-i-Rustam, próximo a antiga cidade de Persépolis. A inscrição mais uma vez lista as nações sobre os quais Dario governou. Nesta ocasião, Dario lista três grupos separados de “Sakkas:” os “Amyrgian Sakkas,” os “Sakkas com as toucas ponteagudas,” e os “Sakkas de além do mar.” Em cada caso o nome “Gimri” no texto Babilônico, é traduzido “Sakka” no Persa.

Estas inscrições tem sido conhecidas há vários anos mas as publicações sobre elas de modo geral tem tocado ligeiramente na tradução, muitas vezes com apenas um comentário de passagem.

Talvés parecia algo inexplicável aos historiadores. Mesmo assim, a única conclusão que se possa tirar das inscrições (bem como dos escritos de Josefus) é que os Iskuza foram chamados de “Sakka” pelos Persas. Então a conclusão lógica é de que os “Iskuza,” os “Sakka,” e os “Gimiri” são o mesmo povo. Então ao revisar a Correspondência Real do Império Assírio é evidente que os “Iskuza,” os “Sakka,” os “Citas,” os “Cimérios,” e os “Gimiri” são todos Israelitas.[16]

Peritos confirmam que o povo conhecido aos Persas como os SAKA, aos Babilônios como GIMIRRI, e aos Assírios como KHUMRÍ, eram nomes diferentes para as Dez Tribos Perdidos no cativeiro. “Saka” ou “Sacas” significava “Casa de Isaque,” enquanto os termos “Khumrí” e “Gimirri” traduzem como “Casa de Omri.” (Os Assírios adotaram mais tarde também a variante Babilônica de Khumrí, Gimirr.) Desta palavra Khumrí ou Gimirri se desenvolveu o nome tribal de “Cimmério,” também. O famoso escritor antigo, Heródoto, visitou estas tribos cerca de 450 a.C. Sir Henry Rawlinson, decifrador da Rocha Bisitun, nos informou que, “Temos fundamentos rasoáveis para considerar os GIMIRRI, ou CIMÉRIOS, que primeiro apareceram nas delimitações da Assíria e Media no século VII a.C., e os SACAE da Rocha de Bisitun, aproximadamente dois séculos mais tarde, como identico com os BEIT-KHUMRÍ da Samaria, ou as Dez Tribos da Casa de Israel..“ George Rawlinson, tradutor de A História de Heródoto, afirmou, “Os SACAE ou Citas, a quem se deu o termo de GIMIRRI pelos seus vizinhos Semita, primeiro apareceram nas inscrições de cuniforme como um povo pertinente Esar-Haddon cerca de a.C. 684.” A esta data as Dez Tribos, Israel-Gimirri, residiam plenamente na Assíria, pois a grande depoirtação de toda a semente de Efraim (Jeremias 7:15) os tinha removido da Palestina. Lemos, “…nada mais ficou, senão somente a tribo de Judá…. assim foi Israel expulso da sua terra à Assíria até ao dia de hoje.” (2 Reis 17:18, 23)

 

ISRAEL? SAKA ? GIMIRRI ? KHUMRI

 

O famoso historiador Judeo-Roman, Flávio Josefo, disse no século I A.D: “Então há apenas duas tribos (de Israel) na Europa e Ásia sujeitos aos Romanos, enquanto que as Dez Tribos estão além do Eufrates até agora, e são uma multidão imensa, que não pode ser estimado em números.” As Dez Tribos “Perdidas” estavam havitando além do Vale do Eufrates, migrando para o norte, então nosso próximo passo é de rastrear suas migrações pelas Motanhas Cáucasos.

A Enciclopédia Judaica diz: “Se as Dez Tribos têm disaparecido, o cumprimento literal das profecias seria impossível; se não disapareceram, obviamente devem existir com um nome diferente.” Esta é a única escolha de fato! Se as profecias da Bíblia forem de fato literalmente se cumprir, as Dez Tribos devem hoje ser conhecidas por um outro nome além de Israel, mas qual nome?

“… os Sacas, ou Citas, eram as Dez Tribos Perdidas.”

A Enciclopédia Judaica; vol. 12, p.250

O historiador Sharon Turner, autora dos três volumes de História dos Anglo-Saxões, nos diz isso: “… Das várias nações Citas registradas, os SAKAI, ou SACAE, são o povo do qual pode se inferir que os SAXÕES sejam decendentes com o mínimo de violação de probabilidade. Sakai-suna, ou os filhos de Sakai, abreviado para Saksun, que tem o mesmo som de Saxão, parece ser etimologia rasoável para a palavra Saxão. Strabo os coloca ao leste do Cáspio… este fato importante a respeito de parte da Armenia ter recebido o nome de Saka-sina é mencionado por Strabo em outro lugar (lib. xi pp. 776, 778); e parece dar uma localidade geográfica aos nossos ancestrais, e justificar as palavras Persas que ocorrem na língua Saxônica a medida que devem ter chegado para a Armenia das regiões norte da Persia. É também importante comentar que Ptolemeu (perito celebrado de cerca de 150 E.C.) menciona que um povo Cita surgiu dos SAKAI, pelo nome de SAXÕES. Se os Sakai, que alcançaram a Armenia foram chamados de Sacassani, eles podem ter atravessado a Europa com o mesmo apelido, o qual sendo pronunciado pelos Romanos entre eles, e depois reduzido à escrita de sua pronuncia, pode ter sido escrito com x ao invés de ks, assim Saxões não teria uma variação maior de Sacassani ou Saxsuna, do que se encontra entre Frencês, Francois, Franci, e seu nome Grego Phrange; ou entre Espanha, Espagne, e Hispania.”

“A IDENTIFICAÇÃO DOS SACAE, OU CITAS, COM AS DEZ TRIBOS PORQUE APARECEM NA HISTÓRIA AO MESMO TEMPO E QUASE NO MESMO LUGAR AONDE SALMANASAR LEVOU OS ISRAELITAS É UM DOS PRINCIPAIS EMBASAMENTOS DA TEORIA QUE IDENTIFICA O POVO INGLÊS E DE FATO TODA A RAÇA TEUTONICA COM AS DEZ TRIBOS.”

ORIGENS DE PALAVRAS

(Casa de) OMRI > KHUMRÍ (Assírio) > GIMIRRI (Babilônico) > CIMÉRIO (Grego) > KIMRI > Cimbros >CELTA

(Casa de) ISAQUE > SAKA (Persa) > SACA-SUNA, ou “Filhos de Saka”? SAXONS

A origem da raça Caucasiana está repleto de antiguidade, mas uma coisa é certa: o nome por se mesmo indica que muitas destas pessoas moveram-se rapidamente para a Europa pela região da Montanha Cáucaso no Leste da Europa, bem norte da Ásia e Palestina. Historiadores ainda debatem sobre se as tribos se originaram no norte da Europa e depois viajaram para o sul para a região Cáucaso, ou se o contrário, que originaram-se na Mesopotamis e migraram norte pelo Cáucaso até a Europa. A Enciclopedia Britânica enquanto que professa não ter uma opinião sobre o assunto, faz a seguinte admissão reveladora, “Tem sido observado com verdade que tantas nações populosas dificilmente poderiam surgir da Península Escandinava.”

A mesma fonte chama a atenção que estas tribos falavam uma linguagem parecido com o “Iraniano” antigo (um dialeto Mesopotâmico antigo. Isto não é acidental, pois os Israelitas decendem de Abraão que originou na Caldia em Mesopotâmia.) Então pareceria óbvio que este povo recém descoberto se originassem na Mesopotâmia, no mesmo tempo e local em que as Dez Tribos de Israel se “perdessem” na história. O povo de Elohim disapareceu sob o nome de Israel no início do século VII a.C., e imediatamente reapareceram na mesma região com outros nomes pelo qual fizeram um papel importante na história antiga da Ásia Menor e do Leste da Europa.

Muitos livros de história mostram uma área marcada como, “Iberia,” ou TERRA DOS HEBREUS, na região montanhosa Cáucaso entre o Mar Cáspio e o Mar Negro, ao norte do Rio Eufrates. A palavra Hebreu, significa descendente de Eber, o bis-neto de Noé. Até ao dia de hoje a Espanha é conhecida como a Península Ibérica, e a Irlândia por uma pequena variação, Ibernia, ambos indicando suas origens Hebraicas na antiguidade.[17]

Os brancos da America do Norte e da Inglaterra são chamados caucasianos por causa de nossos ancestrais terem passado pelas Montanhas Cáucaso. Isto é exatamente o que as Dez Tribos fizeram quando foram atacados pelos Medos. Isto é também a area onde nossos ancestrais habitavam e que é hoje chamado de Armenia.

CIMERÍ: “Um povo antigo …um corpo do qual é chamado em fontes Assírias Gimirrai e é representado como vindo do Cáucaso. Eram provavelmente falantes do Iraniano… outros escritores os identificou com os Cimbros de Jutlândia, que eram provávelmente Celtas Teutônicos.”[18]

Muita evidencia foi apresentada documentando que as tribos Hebreias passaram pela Região Montanhosa do Cáucaso entrando na Europa nos séculos pré-Cristãs. O seguinte relato de uma visita a região foi tirado do artigo, A Passagem de Israel pelo Coronel R.G. Pearse, A Mensagem Nacional, 23 de outubro, 1937, p. 676. Aqui ésta transcrito este artigo interessante:

O Coronel Pearse mesmo, passou vários anos justamente no distrito descrito neste artigo. Naquele tempo ele não tinha nenhum conhecimento de nossa identidade Israelita ou das migrações de nossos pais, e o significado dos nomes e das legendas não foram aparentes para ele. Recentemente ele encontrou umas fotos antigas já esquecidas, os quais reproduziu, e como resultado escreveu este artigo:

Tem sido minha sorte, por várias vezes, poder viajar pelas Montanhas Cáucasos, pela rota da Estrada Georgiana. Esta é uma das duas estradas que atravessam as montanhas de norte a sul – a outra sendo uma estrada de burro – e mesmo que agora é uma bela rodovia, é conhecida nas lendas e músicas nativas como “A Passagem de Israel”. Foi construída como uma rodovia moderna aproximadamente 1856, mas ainda tem traços de sua antiga característica de estrada de carroças.

Quando a Israel das Dez Tribos se depararam com sua jornada de Guta, na Media, para Arsareth, tiverem que atravessar a poderosa cordilheira por ela, sendo a única maneira para tamanho grupo de pessoas. Precisa-se perceber que estas montanhas se extendem por centenas de milhas, e em média, por todo seu percurso, passa de 10,000 pés de altura.

Quando fizeram esta parte de sua migração, depois de ter atravessado as cordilheiras menores entre a Media e o Cáucaso, eles aproximaram-se deste grande obstáculo para sua marcha perto de onde é hoje Tiflis, a capital da Georgia.

De lá seguiram pelos morros onde hoje existem vários monastérios e ruínas datando até 100 d.C; pois o povo da Georgia foram umas das primeiras comunidades Cristãs.

Ainda atravessando estes morros, a migração Israelense se aproximou e finalmente entrou, a medida que o trajeto se estreitou, a verdadeira Passagem pelas montanhas. Por muitas milhas eles viajaram por uma ravina marchando entre majestosas alturas e a margem de um rio veloz que vinha da cordilheira da grande montanha e finalmente deságuava na parte sul do Mar Cáspio. É este rio, que tem formado o poderoso desfiladeiro que se extende até o coração do Cáucaso.

Eles continuaram abeirando esta ravina, subindo uns mil pés no caminho, até chegarem ao centro da Passagem. Aqui, num lugar hoje designado Mlete, eles encararam sua tarefa mais difícil. Pois a este ponto a Passagem sobe repentinamente alguns milhares de pés até finalmente atingir 11,000 pés.

Ao superar isto – e quem sabe quanto tempo deve ter levado para aquela multidão de pessoas transportarem a si mesmos, suas carroças e todos os seus pertences? – eles alcançaram o mais alto planalto, que se extende por algumas milhas e onde, apesar de que o tempo é as vezes severo, os viajantes provavelmente usufruiram de um descanço das dificuldades da subida contínua. De fato, durante o inverno este planalto fica soterrado de neve e as vezes fica impossível atravessar, mas durante o resto do ano pode ser atravessado com uma facilidade rasoável. Quando a neve derrete em tal distrito, revela uma vista maravilhosa de topos de montanha cobertos de neve mas cores vívidas abaixo devido à rica composisão mineral das rochas abaixo.

Tendo passado com sucesso sobre esta Passagem, Israel teve que enfrentar a descida para a Europa. Apesar de que não ser tão acentuado quanto a subida de Mlete, ela os levou por umas ravinas rochosas bem acentuados, do qual de ponta a ponta corria outro grande rio que deságua no norte do Mar Cáspio.

Na descia deixariam para trás a montanha nomeada “Sião” – uma montanha que sempre foi conhecida assim, no qual deu seu nome para uma vila situada na Passagem. É interessante especular sobre esta montanha e seu nome, pois talvés o nome vem do tempo da passagem dos nossos pais. Pessoalmente, não achei nenhum traço de sua história de fato, e por isso, apenas posso especular.

Num estágio mais tarde de sua jornada, Israel obteve sua primeira vista do topo da majestosa Kazbek, o qual se erguendo acima de 16,000 pés, parece estar vigiando sobre o lado Europeu da Passagem. Após isto, adentraram uma serie de desfiladeiros acidentados e ímgrimes no seu caminho passando por entre o “Desfiladeiro de Dariel”. Foi este desfiladeiro que, como a história contemporânea e as lendas dos nativos nos informam, Dario o Persa troxe, algum tempo após a migração Israelita, um exército para se vingar da morte de Ciro e a derrota de suas tropas pelos Israelitas em Arsareth. Ao chegar a tal desfiladeiro, o exército de Dario foi ao encontro das forças Israelitas sob o comando da Rainha Tamara (a Rainha Thomyris da história antiga), e por sua vez seu exército foi esmagado e derrotado. As ruínas do castelo da Rainha Tamara ainda permanece como sentinela no centro do desfiladeiro.

Viajando por estas ravinas, Israel foi até atravessar os morros; finalmente emergindo nas planícies Européias na entrada do Cáucaso, o lugar conhecido como Vladikavkas antes do presente regime Russo.

Aqui encontramos o conto da migração contado por Heródoto, e percebemos que Israel havia atravessado o grande obstáculo no curso de sua migração nesta marcha de um ano e meio, como o livro de Esdras nos informa:

40 Estas são as dez tribos, que foram levados cativos de sua própria terra no tempo de Oseias o rei, a quem o rei Salamanasar da Assíria levou cativo, e ele os levou para além das águas, e assim chegaram à outra terra. 41 Mas tomaram este conselho entre si, que deixaríam a multidão dos gentíos, e seguir mas adiante a outra terra, onde homem algum habitou, 42 Que eles pudessem guardar seus preceitos, dos quais não guardaram em sua própria terra. 43 E passaram pelo Eufrates pelos pontos estreitos. 44 Pois o Altíssimo os mostrara sinais, e segurou a enchente até que atravessassem. 45 Pois por aquele país havia um longo caminho, de um ano e meio; e esta mesma região é chamada de Arsareth. (2 Esdras 13:40-45)[19]

Eu agora tenho chamado atenção para duas rotas diferentes atravessados por dois povos diferentes para a área de Arsareth. Um grupo conhecido como os Citas, que foram pelas Montanhas Cáucasos e sobre o lado norte do Mar Negro como já lemos; o outro grupo conhecido como os Cimérios, que vieram pelo sul do Mar Negro e subiram até a área da Crimea e o Sul da Ucrânia.

Eu gostaria de lhes mostrar alguns túmulos desta área. São coisas assim que me deixam maravilhados e ao mesmo tempo me deixam perplexo quanto ao porque tão poucas pessoas parecem conhecer estas coisas. Já que a informação está lá para ser averiguado por todos. É simplesmente procurar. Pois Yehová promete nos mostrar tesouros, que estão escondidos na escuridão.

A impressão dos Israelitas Perdidos morando na região da Criméia acima do Mar Negro foi descoberto nos cemitérios antigos in que numerosas tumbas gravados com inscrições Hebreio-Finícios. Setecentos destas inscrições foram decifrados pelo Professor Chwolson[20] de Petrograd e registrado nos arquivos arqueológicos. Estas tumbas impressionantes que deram seus nomes Hebreus e suas datas hoje residem no Museu de São Petersburgo. A escrita, como nota Haberman, “não era quadrado mas marca a transição dos caracteres Finícios para o Hebraico mais moderno. Estas inscrições nas tumbas incluem:

  1. “Esta é a tumba de Buki, filho de Izchak, o sacerdote. Que seu descanço seja no Éden no tempo da salvação de Israel. Ano 702 do nosso exílio.”

Se a data do Exílio começou no ano de 717 a.C. então esta tumba foi erguida no ano de 15 a.C. (Usando 723 a.C. como data do Exílio, então o ano seria 21 a.C. Observação por Joseph Dumond)

  1. “A um dos fiéis em Israel, Abraão ben Mar-Sinchah de Kertch, no ano de nosso exílio 1682, quando os enviados do Príncipe de Rosh Meschek vieram de Kiou ao nosso Mestre Chazar Príncipe Daví, Halmah, Habor e Gozan, ao local onde Tiglate-Pileser havia exilado os filhos de Rúben e Gade, e a meia tribo de Manansés, e permitido habitar ali, e de onde eles tem sido disersados por toda costa, até mesmo à China.”

Aqui mais uma vez temos confirmação arquiológica das “perambulações” das Tribos Perdidas de Israel, sendo que a data teria que ser a partir no Êxodo (1486 a.C.) o que nos daria uma data para a tumba no ano de 197 E.C. (Novamente, se usarmos a data do Êxodo como mostrado em As Profecias de Abraão como sendo 1379 a.C. então esta data seria 303 E.C. Observação por Joseph Dumond)

  1. “Rabbino Moisés Leví falecido no ano 726 de nosso exílio.” (Usando 723 a.C. como a data do exìlio então o ano seria 3 E.C. Observação por Joseph Dumond)

“Zadok, o Levita, filho de Moisés, falecido 4000 anos após a Criação, 785 anos após nosso exílio.”[21]

Estas tumbas não são dos descendentes dos Judeus Russos que foram expulsos da Espanha no século V E.C., mas eram descendentes dos Israelitas Perdidos que foram conhecidos por vários nomes: Sakasuni, Saki, Guti, Getai, Sak-Geloths, Skuthai, Skoloti, e os Citas. Estes nomes também foram confirmados por Heródoto que indentificou que os Citas surgiram do lombo dos Sakai, ou os Saxões, que “vieram do país dos Medos.” Foi o Aeschylus, o poeta Grego e o filósofo[22] Platonico Grego e o poeta, Albinus que escreveram:

Aeschylus: “Os Sacas eram notados pelas boas leis, e eram predominantemente um povo reto.”

Albinus: “Os Saxões eram descendentes dos antigos Sacas da Ásia, os quais com o passar do tempo vieram a ser chamados de Saxões.”[23]

Na região Sul da Russia, foram descobertos vários túmulos ou kurgans que arqueólogos agora têm escavado e agora são conhecidos como locais de enterro de Citas Reais. Em muitos deles, os interiores eram cobertos de mármore branco. Frederick Haberman escreveu sobre estas escavações e os artefatos, mobiliário e jóias de ouro finícimos como reportados no Jornal Americano de Arqueologia de 1914, Vol, XVIII e o Noticiário Ilustrado de Londres de 3 de janeiro e 14 de fevereiro, 1914. Como reportado:

Frederick Haberman: “Nestes (túmulos) foram encontrados em grande abundância carruagens, cerâmicas, jóias, pulseiras, ouro e pedras preciosas obra de acabamento de requinte. O mais fino destes túmulos é o de Solokha na Crimeia, que serviu de masoleu para os reis Citas por vários séculos. Este túmulo contia mobiliário magnífico de ouro e prata.

Um dos esqueletos reais encontrado lá usava um cordão pesado de ouro com uma cabeça de leão em cada ponta. Leões deitados também são muito proeminente no trabalho requintíssimo de ouro massiço, adornando as paredes e em vários ornamentos de ouro e prata encontrados, bem como nos cabos e nas bainhas das espadas, os quais elas mesmas eram de aço fino. A arte nas paredes retrata principalmente cenas de batalhas e caça, nos quais os guerreiros aparecem vestidos de cintas de elos de metal. Todo o desenho ornamental é de rara excelência.”[24]

Foi o Professor Hebert Hannay, quem escreveu em seu livro de 1915 entitulado, European and other Race Origins (Origens Européias e de Outras Raças) sobre um manuscrito que foi escavado de um deste túmulos na região da Criméia acima do Mar Negro, onde afirmou:

Professor Hebert Hannay: “Eu sou Jehudi filho de Moisés, o filho de Jehudi o Poderoso, um homem da Tribo de Naftali, que foi levado cativo com outras tribos de Israel, pelo Principe Salmanasar, da Samaria durante o reinado de Oséias, Rei de Israel. Foram levados para Hala, para Habor–que é Cábul–para Gozan e para o Chersonesus–que é a Criméia.” [25]

Porque estas coisas não fazem parte da história ensinada em nossas escolas? Porque esta informação não é conhecimento comum mesmo entre os que estudam a Bíblia regularmente? Estes são outros historiadores que fizeram anotações sobre outros povos e os têm passado para nossa consideração e avaliação. Agora vamos entrar em nomes que espero que pelo menos alguns de nós reconheçamos dos nossos livros de história.

Ammianus Marcellinus era um historiador Romano do século IV que considerou os Alanos serem os antigos Massagetas. [26] Ao encerrar do século IV E.C., Claudian (o poeta da corte do Imperador Honório e Estilicão) escreveu sobre os Alanos e os Massagetas no mesmo pensamento: “os Massagetes que cruelmente amarravam seus cavalos para poder beber seu sangue, os Alanos que quebram o gelo e bebem as águas do lago Maeotis.”

Procópio[27] escreve em Historia das Guerras Livro III: A Guerra dos Vândalos: “os Massagetas os quais agora são chamados de Hunos” (XI. 37.), “havia certo homem entre os Massagetas, bem dotado de coragem e força física, o líder de poucos homens; este homem tinha o privilégio entregue à ele de seus pais e ancestrais de ser o primeiro em todos os exércitos hunos à atacar seu inimigo.” (XVIII. 54.).

Agora enquanto Honório segurava o poder imperial no Oeste, bárbaros tomaram posse de sua terra; e te direi quem eram e de que forma fizeram isto. (E.C. 395-423) Haviam muitas nações Góticas na antigüidade, assim como no tempo presente, mas os maiores e mais importantes de todos são os Gotas, Vândalos, Visigodos, e Gepaedes. Nos tempos antigos, porem, eram nomeados Sauromatae e Melanchlaeni; e havia quem chamasse estas nações Getica. Todos estes, enquanto que distintos uns dos outros pelos seus nomes, como foi dito, não diferem em qualquer outra coisa. Pois todos tem corpos brancos e cabelos claros, são altos e belos de se olhar, e usam das mesmas leis e praticam uma religião em comum. Pois são todos da fé Ariana, e tem uma língua chamado gótica; e me parece, que vieram todos da mesma tribo, e foram distinguidos mais tarde pelos nomes de quem liderava cada grupo. Estas pessoas habitava acima do antigo Rio Ister. Mais tarde, os Gepaedes tomaram posse da terra de Singiduno (Masi Belgrade) e Sirmio (Mitrovitz) em ambos dos lados do Rio Ister, onde ainda habitam até hoje (II).[28]

Evagrius Scholasticus, (Ecclesiastical History. Book 3. Ch. 2.): “… e em Trácia, próximo às entradas dos Hunos, anteriormente conhecido pelo nome Massagetas, que atravessaram o Ister sem oposição.”[29]

Os Jats Asiáticos tem sido identificados diretamente com os Massagetasans (“grande” Getae/Jat) pelo Professor Tadeusz Sulimirski.[30] & [31]

“Os Jats … rastream sua descida à terra de Ghazni e Kandahar, regado pelo rio-mãe da raça dos Cuxita, os sagrados Haetuman ou Helmand. Seu nome os conecta com os Getae de Trácia, e então com os Gattons, do qual Pytheas disse habitar nas margens sul do Báltico, os Gaettones localizados por Ptolemeu e Tácito na Visula no país dos Lituanos e os Gotas da Gotalândia, que é a Suécia. Os Getae dos Bálcans são chamados por Heródoto dos mais corajosos e mais justos dos Trácios.”[32]

Isto, mais uma vez nos mostra que os ancestrais Escandinavos eram Os Gotas. O que estou fazendo aqui é mostrar para você quantas fontes autoritários diferentes que se possa achar, e que acho mais confiáveis, que têm escrito sobre este povo que estamos seguindo. Eles usaram nomes diferentes em tempos diferentes. Tudo que você precisa fazer é conectar os nomes como se você tivesse conectando os pontos da história humana, e ao mesmo tempo, saber qual grupo morou onde e quando.

Quando descrevendo as tribos Citas Sacas que migraram da região do Mar Cáspio no segundo século E.C. e habitaram no Império Parta, o historiador George Rawlinson nota que a maior tribo, os Massagetas, também eram nomeados os “grande Jits, ou Jats.”[33] Estes Sacas ou Saka migrantes deram seu nome a província Parno de Sacastan e aos reinos Saka do noroeste da Índia. O termo “Jato” tem sobrevevido como o nome de um casta no noroeste da Índia em tempos modernos, atestando ao domínio dos Jats naquela região. A Enciclopédia Britânica afirma o seguinte sobre os antigos “Jats”.

“Os antigos Maometanos escreveram sobre o país dos Jats entre Kirman e Mansura… Especulação tem os identificado com os Getae de Heródoto … (ou os) Citas ou Indo-Citas.”[34]

Os Jats Asiáticos habitavam próximo a terra de Kirman (a região do Kerman ou German (Alemanha) da Pártia). Se ele eram os “Getae,” Asiáticos seu nome mais tarde era “Getes” ou “Gotas.” Se eles eram Citas (Sacas), eles ficaram conhecidos como os Alemãos ou Saxões a medida que entraram na Europa. A Enciclopédiade Collier afirma que os Jats:

“Acredita-se serem descendentes dos Saka ou Citas, que se mudaram para a Índia numa serie de migraões entre o século II E.C. e 500 E.C. [35] Já que os Jats eram uma divisão dos “Sacas” chamados “Saxões” por Ptolemeu, não é de se surpreender que eles ainda eram aliados aos Saxons e chamados de “Jutos” ao tempo em que alcançaram a Europa e as Ilhas Britânicas. Preste atenção ao fato de que os consoantes das plavras “Jats” e “Jutes” são idênticos.

Muitos Sacas se mudaram para a Pártia no século II E.C., mas alguns ficaram na Ásia séculos depois da queda da Pártia como documentaremos no próximo capítulo.

Na Ásia, os Sacas e Jats moravam próximo aos Kermans (Germanii/Alemãos); na Europa eram chamados de Saxões e Jutos, e foram parte dos Alemães migrantes. Seus nomes mudaram muito pouco a medida que se mudaram da Ásia Parta até a Europa como parte das migrações da grande Montanha Cáucaso. Os nomes “Kerman” e “Jats” também permaneceram nas regiões da Ásia onde certa vez moraram. Alguns Jats ficaram na Índia e intercasaram com outras tribos na região. Hoje, os Jats Indianos “em geral tem uma pele mais claro.”[36] apoiando a conclusão de que tinham ancestrais Saka. Como discutido nos livros dois e três desta serie, os Massagetas, uma tribo líder dos Sacas, eram mais prováveis descendentes da tribo Israelita de Manansés, e o sufixo “-getae” indica uma origem comum com os “Getae” (“Gotas”) da região do Mar Negro. O historiador Herbert Hannay escreveu sobre esta conecção:

“Os Gotas, também, será lembrado, que quando na Ásia os Massagetas, tinham sido adoradores do sol …”[37]

Quando eu começar a explicar os diferentes estandartes de cada tribo, não se esqueça do que estou prestes a compartilhar com você com relação aos Anglos como nos “Anglos-Saxões”.

Muitas tribos migraram para as Ilhas Britânicas, junto com os Anglos e os Jutas. Anglo ou Engle, é provávemente baseado na palavra Hebraica “egel” para “touro” ou “bezerro”, um símbolo identificador histórico para a tribo de Efraim. “Jutas” pode simplesmente ser uma variação do nome Judá ou Jats. [38]

Preciso incluir a parte abaixo sobre a Alemanhã que outros e o Sr. Collins (a quem tenho citado mais cedo) vão agora explicar. Na parte da introdução, eu mostrei como em 612 E.C. os Babilônios esmagou os Assírios e destruiu sua capita Níneve e então deu a última tacada de morte em 609 E.C. Mas o que aconteceu com os próprios Assírios?

Autores medievais Árabes dizem que os Assírios são da mesma origem dos Alemães… Barhebraeus, um Bispo Síro que viveu durante o século XII escreveu que ‘Os Germanikah são um povo em Mosel (Níneve) que vieram da Persia… tradição Árabe tem os Germanikah como Assírios.[39]

Após a queda do Império Assírio, o historiador Romano Pliny mencionou a tribo dos “Assyriani” entre os povos Citas na Criméia norte do Mar Negro.[40]

O pesquisador Leon Poliakov chama a atenção ao antigo relato Bavárico de que o povo Bavárico chegaram a Europa Centra da região da Armenia pelo Mar Negro.[41]

Considerando esta informação, não é de surpreender encontrarmos autores medievais Árabes descrevendo os Alemães como “Assírios”[42]

A cidade antiga de Germanicopolis foi localizado na Cilícia, no sudeste da Ásia Menor de acordo com Ammianus Marellinus, Livro 1, § 27. Pertenceu desde a antigüidade ao Hatti. A Cilícia é mencionada em vários lugares na Bíblia. Paulo nasceu na Cilícia (Atos 21:39 e 22:3). Agora olhe o mapa da Europa. Descobrimos que uma das províncias do leste da Alemanha pré-segunda guerra mundial é chamado de SILESIA!—escrito um pouco diferente, mas pronunciado igual! O nome da Cilícia na Ásia Menor foi simplesmente transplantado para a Alemanha Leste pelos Hatti que migraram da Cilícia para a Silesia, depois para Rhine. Silesia é apenas uma escrita moderna![43]

Os “Germanii” da Ásia se Tornam os “Germans” (Alemães) da Europa

Outros nomes do Império Parta foram trazidos para a Europa também. Uma província Parta foi nomeado Carmania, a casa dos Kermans ou Germanii. Os Persas Sassânida atacaram este povo junto com os Parnos, então os Kermans também tinham que fugir da perseguição Persa. De fato, desde que os Kermans foram uma das primeiras nações atacadas pelos Persas anti-simitas, é lógico que os Kermans eram Semitas. Onde estes povos conseguiram seu nome? O historiador Herbert Hannay respondeu esta perguta no seu livro de 1915, Origens Européias e de Outras Raças. Hannay escreveu:

“Foram os Romanos então, que por volta de 58 a.C., aplicaram de forma leviana o nome de uma tribo particular a outras tribos que habitavam no mesmo país, apropriando assim e estabelecendo o nome Germanii, “Germans,” (Alemães) como um apelido genérico para ums coleção de tribos que eventualmente assim foram chamados.”[44]

Foram os Romanos quem deram este nome a uma variedade de tribos que habitavam na Persia em 58 a.C! Claro que, naquele tempo, toda a Persia era o Império Parta! Então na época em que o nome “Germans” (Alemães) foi colocado num grupo de tribos na Ásia, estavam todos habitando no Império Parta! Quando os Parnos caíram, grande tribos Germanii, ou Alemães, já haviam habitado o Império Parta por quase três séculos! (58 a.C–E.C. 226) Em 58 a.C., os Parnos eram chamados “Persas” por muitos autores porque habitavam e reinavam em todo território do antigo Império Persa.

Herbert Hannay também escreveu o seguinte sobre os Alemães quando deixaram a Ásia:

“… os antigos Persas originais – dentre os quais incluiam os Alemães – tiraram proveito da ocasião para abandonar a Ásia e migrar como um só corpo para a Europa.”[45]

As muitas tribos Alemães vieram para a Europa do Império Parta. Porem, os Alemães (Germans), ou “Kermans” vieram de uma só província na Pártia. Se os inúmeros Alemães vindo a Europa vieram de uma só província, isto nos dá uma demonstração de quão vasto e quão populoso era todo o Império!

A medida que os “Kermans” ou “Germanii” migraram para a Europa com o resto dos refugiados Parnos, ainda eram chamados “Germans” (Alemãos). O nome “Carmania” foi tranplantado para a Europa como “Germania” um termo usado pelos Romanos para descrever muitas tribos diferentes, mas similar. Porem, temos evidência que o nome “German” (Alemão) era aplicado a tribos na região Persa muito antes do Império Romano existir!

Heródoto registrou que os “Germanii” era um povo sujeito ao Antigo Império Persa dos Aquemênidas, antes mesmo que os Impérios Romano e Persa existissem.[46] A Enciclopédia Britânica, ao comentar esta passagem de Heródoto, indica que os “Germanii” e os “Carmanios” eram dois nomes para o mesmo povo.[47] Obviamente este povo ficou com o mesmo nome durante séculos e ainda eram chamados de “Germanii” no Império Parta. Claramente, o temo “German” (Alemão) originou na região Irano_Mesopotâmico, e mais tarde se espalhou pela Europa. Já vimos que os Sacas Citas da Ásia tinham colônias na Europa muito antes que o corpo principal de Sacas e Parnos migrarem para a Europa em busca de refúgio. Talvés os Alemães assim fizeram também. Como o leitor pode ver, o antigo nome tribal Asiático “Germanii,” passou praticamente imutado pelos séculos, a medida que se tornou “Germany” (Alemanha) na Europa.

É a opinião deste livro de que o povo originalmente chamado de “Germanii” por Heródoto não foram os únicos que mais tarde seriam chamados de “Germans” (Alemãos) pelos Romanos. Como notado acima, os Romanos levianamente davam nomes para outras tribos que por acaso estavam habitando na mesma região que os Germanii durante os tempos dos Parnos. Este fato indica que o nome “German” (Alemão) foi eventualmente aplicado a muitos outros povos semitas ao tempo que estas tribos com nomes comuns foram atacados pelos Persas Sassinianos e expulsos da Ásia. A medida que os Alemãos migraram de suas atigas pátrias para a Europa, eles ficaram com o nome “German” (Alemão) o qual foi aplicado pelos Romanos a um grupo de tribos muito maior.

Os leitores podem confirmar por si mesmo a região da antiga Persia em que os antigos Kermans (ou “Germanii”) habitaram anteriormente. A região da antiga Persia é hoje chamado “Irã” e uma cidade moderna no Sul do Irã é ainda chamado “Kerman,” após as antigas tribos semitas, que antigamente habitavam na região antes de mifrarem para a Europa.

O antigo autor, Strabo, registra que os Carmânios (Germanii or Kermans) eram um povo guerreiro. [48] Outro fato interessante é que Strabo registra que uma área da Ásia Menor era chamado de “Prusa.”[49] Quando Aníbal, o maior general Cartageno, fugiu no século II a.C., depois de ser derrotado pelos Romanos, ele fugiu para a Armenia a recebeu refúgio na Ásia Menor por um Rei “Prusias.”[50] Será que os residentes da Prusa eram chamados “Prusianos?” A semelhança entre os nomes antigos de “Prusa” e “Prusias” com o termo moderno da “Prússia” é obvio e ambos a antiga “Prusa” e o termo moderno “Prussianos” eram conhecido pelos traços guerreiros. A região da Armenia/Ásia Menor onde (o Rei Prusias) viveu ficava frequentemente dentro do império Parthia’s mas sempre dentro da influência da esfera Parthia’s. Dado a grande migração de pessoas da região da Pártia para a Europa após a queda da Pártia, é possível que a antiga Prusa era os ancestrais dos Prussianos modernos.

O termo “German” (Alemão) também veio a incluir muitas tribos Citas que migraram para a Europa. Em 100 E.C., o historiador e escritos Plínio escreveu concernente aos Citas na Europa:

“…o nome dos Citas tem sido completamente transferido para os Sármatas e os Germans (Alemãos).”[51]

Isto é uma observação histórica muito importante. Isto confirma que muitos Citas, a medida que migraram da Ásia para a Europa, também ficaram conhecidos como “Germans” (Alemãos). A Enciclopédia Britânica observa que os escritores gregos Heródoto e Hipócrates consideram os Sármatas, ou Sarmatianos, como uma tribos Citas.[52] As fontes acima confirmam que os Citas não eram históricos e sim que vieram a ficar conhecidos como os “Germans” (Alemãos) quando migraram para Europa. Também temos visto que muitos Sacas Citas vieram a ficar conhecidos como “Saxões” quando entraram na Europa, e os Saxões estam vistos como uma divisão das tribos Germanicas. Já que muitas tribos Israelitas eram conhecidos como “Citas” na Ásia, isto confirma que muitos eram chamados “Germans” (Alemãos) ou “Saxões” ao entrarem na Europa.[53]

Ao estudar o mapa nas páginas anteriores, você pode ver que na área dos Jutas e Citas Massagetas moravam e seu relacionamento com os Kermans e a Pártia.

No meu livro, As Profecias de Abraão [54] eu mostro a você como a profecia Bíblica claramente indica que a Assíria vai atacar e derrotar Israel nos últimos dias. Estou te mostrando outra vez, as migrações de Israel, onde foram, o que os historiadores e outras culturas/nações os chamou com o passar do tempo, e finalmente onde foram parar. Profecia de fato se repete. Apesar de que este capítulo tem muitas citações históricas, tenho que ter construído o alicerce porque muitos hoje negam o obvio e se recusam reconhecer fatos históricos provados. Tendo dito isso, saber quem é a Assíria e quem são as tribos de Israel no fim desta era facilita muito compreender de quem as profecias estão falando e o que cairá sobre estas nações.

Continuando com os comentários de Steven Collins sobre os Massagetas:

O segundo livro nesta série discute os Massagetas em detalhes, reconhecendo que eles eram adoradores do sol. Após esmagar o exército do Rei da Persia, Ciro o Grande, no século VI a.C. eles migraram para a Pártia no século II a.C. Habitaram na província Parta de Sakastan, batizaso assim por causa de suas origens Sacas origins. É preciso reconhecer que enquanto o Cristianismo tem inúmeros convertidos no Império Parta, muitos Parnos e Citas permaneceram Zoroastas ou adoradores do sol. A citação de Hannay identifica os Massagetas com os “Gotas” que migrara para a Europa. Porem, este autor pensa que a maioria dos Massagetas (uma tribo “Saca”) mesclaram com as tribos Saxônicas que migraram para o norte da Europa depois da queda da Pártia.

Outra tribo Asiática que se mudou da Ásia para a Europa foi os Alanos (ou Alani). O historiador George Rawlinson observa que bandos de Alani habitavam da região do Mar Negro até o leste do Mar Cáspio. [55] Eles tem sido chamados de “meio-casta Citas”, e muitos Alanos seguiram os Vândalos para a Europa.[56] A Enciclopédia de Collier afirma que os Alanos eram um tribo de “nômades falantes do Iraniano” que se mudaram da Ásia para a Europa em 500 E.C. e estabeleceu um reino próprio em Portugal.[57] Mesmo a medida em que números Gotas próximo ao Mar Negro exibiram traços “Iranianos” (i.e., Parta) , os Alanos tinham uma língua “Iraniano”. Isto confirma que eles tinham uma origem em comum com os Parnos e Citas, dos quais a língua “Iraniana” a a cultura são muito bem documentadas.

Os Indo-Europeus que migraram da Ásia até a Europa depois da queda da Pártia incluiam muitas nações e tribos diferentes. As tribos se mesclaram, se tornaram aliados ou se dividiram a medida que inundaram a Europa, e passou-se a ter sobreposisões consideráveis de termos como “Germans,” (Alemãos) “Gotas,” e “Saxões.” O termo “Causcasiano” se tornou um termo geral para descrever todas as tribos que migraram para a Europa pela região da Montanha Cáucaso e o Mar Negro.[58]

Agora chegamos a conjuntura na história do Império Romano onde os Cimérios agora estão sendo chamados por outros nomes. A medida que se mudaram para o oeste eles passam a ser chamados de called “Celtas” pelos Gregos e “Gauleses” pelos Romanos. Os historiadores modernos os conhecem como “Celto-citas”. Os Cimérios se mudaram para o que é hoje chamado de Belgica, Holanda e Noroeste da Alemanha e para o que na época era chamado de “Cimbros Chersonesus” e agora é chamado de “Jutlândia” ou Dinamarca. Os Romanos os chamavam de Cimbros.[59]

O historiador Romano Sallust[60] registra que os Cimbros eram Gauleses. Outros historiadores Romanos chamaram os Cimbros de Celtas. Os Igaevones, que se mudaram para a área de Jutlândia e Holanda junto com os Frísios, Caúcos e Cimbros eram todos das tribos dos Cimérios de acordo com Tácito and Plínio.

Os Gauleses em 280 a.C. invadiram a região oeste da Ásia Menor (Oeste da Turquia) do Central da Europa e se mantiveram presentes na Frígia e deram seu nome à área. Ficou conhecido como a Galácia, que é a mesma área mencionado em Atos 16:6 e é a mesma área ao qual Paulo escreveu em sua epístola aos Gálatas. Estes são aqueles que a mais de 500 anos antes eram conhecidos como os Israelitas.

6 E, passando pela Frígia e pela província da Galácia, foram impedidos pelo Espírito Santo de anunciar a palavra na Ásia. (Atos 16:6)

Também podemos ler em Atos de outro evento no dia de Pentecostes.

5 E em Jerusalém estavam habitando judeus, homens religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu. E, quando aquele som ocorreu, ajuntou-se uma multidão, e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua. E todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! não são galileus todos esses homens que estão falando? Como, pois, os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos? Partos e medos, elamitas e os que habitam na Mesopotámia, Judéia, Capadócia, Ponto e Ásia, E Frígia e Panfília, Egito e partes da Líbia, junto a Cirene, e forasteiros romanos, tanto judeus como prosélitos, Cretenses e árabes, todos nós temos ouvido em nossas próprias línguas falar das grandezas de Elohim.” (Atos 2:5-11)

Observe as palavras “homens religiosos”. Estes eram homens de cada um destes países distante que vieram para Jerusalém para guardar a Festa de Shavuot ou Pentecostes. Estes são os Israelitas.

Somos ordenados a subir à Jerusalem três vezes ao ano para os Dias de Festas.

14 “Três vezes no ano me celebrareis festa. A festa dos pães ázimos guardarás; sete dias comerás pães ázimos, como te tenho ordenado, ao tempo apontado no mês de Abibe; porque nele saíste do Egito; e ninguém apareça vazio perante mim; E a festa da sega dos primeiros frutos do teu trabalho, que houveres semeado no campo, e a festa da colheita, à saída do ano, quando tiveres colhido do campo o teu trabalho. Três vezes no ano todos os teus homens aparecerão diante de ????.” (Êxodo 23:14-17)

16 Três vezes no ano todo o homem entre ti aparecerá perante ???? teu Elohim, no lugar que escolher, na festa dos pães ázimos, e na festa das semanas, e na festa dos tabernáculos; porém não aparecerá vazio perante ????; …” (Deuteronômio 16:16)

4 Onde sobem as tribos, as tribos de ????, até ao testemunho de Israel, para darem graças ao nome de ????. (Salmo 122:4)

Somente aqueles das tribos de Israel que estavam guardando as Festas teriam feito a viagem até Jerusalem para os guardar. Pedro está se dirigindo ao povo vindo das Dez Tribos que não tem retornado a Terra de Israel permanentemente. Eles vieram para as Festas dos lugares para os quais migraram ou foram exilados e onde estavam morando naquele tempo. As Dez Tribos eram conhecidos e não “perdidos” como somos ensinados.

Agora quero voltar e tocar em algumas coisas mais afundo do que mencionei até agora, sem lhe dar todas as evidencias para apoiar minhas afirmações.

Os Amyrgians eram chamados Saka haumavarga (“Citas bebedores de Haoma”) no Persa antigo, o que é uma reinterpretação dos nomes pessoais de Amorges e (H)omarges.[61] A forma grega de seus nomes era Amyrgioi. Eles são conhecidos desde os dias de Ciro e foram registrados por Heródoto como tendo lutado contra Ciros e juntado forças com ele. Estão entre os Citas e como temos mostrado eram descendentes dos Israelitas.

Há uma riqueza de informações, acredite ou não, no que muitos chamam das geneologias chatas e cansativas da Bíblia. Abaixo, em 1 Crônicas e em Números, os descendentes de Manansés são indentificados para nós:

14 Os filhos de Manassés: Asriel, que a mulher de Gileade gerou (porém a sua concubina, a síria, gerou a Maquir, pai de Gileade. (1 Crônicas 7:14)

29 Os filhos de Manassés foram; de Maquir, a família dos maquiritas; e Maquir gerou a Gileade; de Gileade, a família dos gileaditas. (Números 26:29)

39 E os filhos de Maquir, filho de Manassés, foram-se para Gileade, e a tomaram; e daquela possessão expulsaram os amorreus que estavam nela. Assim Moisés deu Gileade a Maquir, filho de Manassés, o qual habitou nela. E foi Jair, filho de Manassés, e tomou as suas aldeias; e chamou-as Havote-Jair. E foi Nobá, e tomou a Quenate com as suas aldeias; e chamou-a Nobá, segundo o seu próprio nome. (Números 32:39-42)

No seu livro, A Jewish Princedom In Feudal France (Um Principado Judeu na França Feudal), Arthur Zuckerman nota que Machir (Ha-Machiri) a (“pertencente a Machir”) era referido como Al Makhiri, “AYMERI,” “Maghario” (p.180) ou “Magharius,” como “Aymeri,” p.121, n.16, e como “Aimerico,” e “Aimericus.” Zuckerman p.131, n.38[62]

No Hebraico Bíblico “HaMachiri” literalmente denota “Os filhos de Machir” (Números 26:29), mas também conota “Aquilo que procede de Machir” e neste caso era aplicado como apelido do próprio Machir e depois latinizou para soar algo como “America!” A versão Hebraica é difícil para os ocidentais destreinados pronunciarem (ou até mesmo lembrarem) e assim foi que se tornou “Americo” ou “Amerigo” no latin da antiga era Medieval e este nome foi dado mais tarde para Amerigo Vespucci o que deu seu nome para a terra da America. Segue-se então que o nome AMERICA pode muito bem ser compreendido significar “Terra de Machir” (ou “Terra dos Filhos de Machir”) filho de Manansés.[63]

Zuckerman descreve como Machir (“Aimericus”) se tornou uma lenda do qual seu nome era celebrado nas baladas do Sul da França e regiões vizinhas. [64]

De Yair Davidiy temos a seguinte pesquisa sobre o nome de Machir, seus descendentes, onde foram e como ficaram conhecidos lá.

Manansés = Mannus (ancestral lendário das tribos da Alemanha que se mudou para o Gaul e a Britania).

Os Clãs de Manansés:

Machir: Maracanda, Maruka, Amyrgioi (todos ao leste do Mar Cáspio), Makran (sul do Irã), Skati Marika (nome dado aos Mercianos, que significa leste do Mar Cáspio), Mércia conhecido no continente como “Myringas”, elemento importante entre os Gotas e Anglo-Saxões. Marcomanni na Alemanha.

O nome de MACHIR filho de Manansés se tornou (depois de uma troca de letras simples) o nome “AMERICA” que pode ser daí compreendido como significar “Terra de Machir”.

Gilead: Galatae (na Gália), Galadi (nome de Galatae), Giladon (no país de Gales), Caledônios (na Escócia).

Helek: = Heleucones (Alemanha à Britânia), Calucones, (Alemanha ao Oeste).

Asriel: = Isari (montanhas Emodianos na Cítia, local lendário das jornadas dos Anglos, Saxões, e Frísios). Aorsi (do oeste da Cítia até a Escandinávia), Surrey (Inglaterra Saxã).

Schechem (Secem): = Scymbi (leste da Cítia),

Sigambri-Sicambri (Afeganistão, Báctria, da Alemanha ao Gália).

Shemida: = Soumboi Aggiloi (divisão dos Angles),

Soumboi-Laggobardi (divisão dos Lombards), Samides (ancestral lendário dos Gaulesess), Saemdag (ancestral heroi Scandinávio).

Hepher: = Hefr (apelido para guerreiro Gotas).

Haeferingas (Saxões na Inglaterra).

Jeezer (pronunciado em Hebraico como) Aiezer (Ai-g-azar): = Agathyrsi (se tornou os Khazars que se converteram ao Judaismo e os Pictos da Escórcia).

Filhas de Zelophahad: Tirtsah (Thirtsah) = Thyrsagettae (nome para Thysagettae da Cítia, que migrou para a Escandinávia).

Milcah: = Melicertii na Cítia Cáucaso – Basiloi (Real =MLC raís do nome Milcah) dos Khazars, Escandinávia, e Citas Reais.

Hoglah

Noah: = Neuri da Cítia até a Escandinávia, Nervi da Gália Celta

Mahlah

Outros nomes de Manansés baseado no livro de Crônicas:

Sheresh (Seres): = Seres na Serica (Leste da Cítia).

Peresh (Peres): = Parissi (de Gaul e Britainia), Frissi (da Holanda e Inglaterra), Phiressi (Escandinávia), Parsi (Parnos do leste do Cáspio e no Irã). O nome “Peresh” significa “separado, santificado” (ex. Pharisee/Fariseu) que é o mesmo significado de “Nemed” um ancestral na mitologia Irlandês). Quando pronunciado com uma intonação um pouco diferente o nome também conota homens de cavalos = SUS (sus significa cavalo em Hebraico) = SUESSIONS, (Gaul), Sassi. Houve um príncipe da tribo de Manansés Gaddi, filho de Susi (Números 13:11).

Epher: = Heartho-Raemes (Escandinávia).

Jeremiah: = Heartho-Raemes (Escandinávia), Raumar (Noruega).

Ishi: = Hossi (Cítia, talvés parte dos Pictos e Khazars).

Azriel (Gazriel): = Gazaria (nome da “Khazaria”).

Eliel: = Hilleviones (Escandinávia), Elvaones (Vandals, Anglo-Saxons).

Hovadiah (pronunciável como Howadiah): = Eadwine (entre os Mercianos da Inglaterra e Lombards).

Mercia na Inglaterra Anglo-Saxônica compreendia a maior parte. Mercia é derivado de Machir. Clãs dos Mercian na Inglaterra incluem Magonsaete, Nox, Oht gaga, Henrica, Unecinga, Hwicce, Gifel, Spale, e Grywe (Thundy p.105). Os Magonsaete tem um nome que em Hebraico significaria o que carrega as armas (Magon-Saeti).

Outras clãs de Machir (1-Crônicas 7; 14-17) incluiam Likhi e Aniam (=Unecinga da Mercia). Shupim =Spale of Mercia, Chupim =Gifel da Mercia.[65]

O mapa abaixo mostra as rotas que várias tribos tomaram com o tempo desde o cativeiro até como seus nomes mudaram e onde terminaram.

Também podemos ler que Yeshua sabia da localização das Dez Tribos do Norte quando falava com seus Apóstolos.

E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.” (Mateus 15:24)

????? enviou estes doze, e lhes ordenou, dizendo: Não ireis pelo caminho dos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos; Mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel; E, indo, pregai, dizendo: É chegado o reino dos céus.’ (Mateus 10:5-7)

E isto já eram 763 anos depois do cativeiro em 732 a.C. Os apóstolos deveriam ir para as tribos de Israel e lhe contar as boas novas. Mas para onde foram? Lemos em nossas próprias Bíblias o seguinte:

1 Pedro, apóstolo de ?????, aos estrangeiros dispersos no Ponto, Galácia, Capadócia, Asia e Bitínia …” (1 Peter 1:1).

Deixa-me citar um artigo da revista Hope of Israel (Esperança Para Israel) como eles lhe mostram para onde foram os doze apóstolos.

Este não eram gentios. Pedro não era o apostolo ao gentios (Gálatas 2:8). Paulo era. Pedro era Apóstolo Chefe às Ovelhas Perdidas da Casa de Israel.

Notem a palavra “estrangeiros.” Não significa gentios. O termo no grego é parepidemos. Que significa “residente de for a,” literalmente, “um forasteiro ao lado.” Não se refere a gentios, mas sim aos não-gentios que habitavam entre os gentios, como estrangeiros ou forasteiros. Abraão, por example, era forasteiro e estrangeiro quando viveu entre os Gentios Cananeus na Palestina.

Pedro estava se dirigindo a esta parte das Tribos Perdidas que habitavam entre os gentios como forasteiros ou estrangeiros. Ele não estava escrevendo primariamente para Judeus. Ele não os teria chamado de “estrangeiros” pois ele mesmo era Judeu.

Agora preste atenção nas regiões para o qual Pedro dirigiu sua carta. Você pode ter que olhar num mapa Bíblico para os localizar. Todos estão localizados na metade norte da Ásia Menor, ou Turquia moderna.. Estas terra ficam imediatamente para o oeste do Império Parta!

Escritores gregos, na época do Messias, reconheceram que as regiões do norte da Ásia Menor eram não-gregos (exceto pelas poucas colonias comerciantes e cidades de porto). Novas pessoas, nos contam os gregos, estavam habitando no norte da Ásia Menor nos tempos do Novo Testamento. Aqui está um relato surpreendente de Diodorus da Sicilia:

“… muitos povos conquistados foram removidos para outras casas, dos quais duas dessas se tornaram grandes colônias: uma era composta por Assírios e foi levada para a terra entre Paflagónia e Ponto, e a outra foi atraída da Media e pantada à beira do Tanais (o Rio Don na antiga Cítia—a Ucrânia moderna, norte do Mar Negro, no sul da Russia.” (veja livro II, s. 43.)

Preste atenção na área da qual estas colônias vieram – Assíria e Media. As exatas áreas para onde a Casa de Israel foi levada cativa! “assim foi Israel expulso da sua terra à Assíria até ao dia de hoje” (2 Reis 17:23) “o rei da Assíria tomou a Samaria, e levou Israel cativo para a Assíria; e fê-los habitar em Hala e em Habor junto ao rio de Gozã, e nas cidades dos medos” (versículo 6).

A Casa de Israel habitou no cativeiro como forasteriros e estrangeiros entre os Assìrios. Mais tarde quando os Assírios foram removidos de sua pátria para o norte da Ásia Menor, parte da Casa de Israel migrou junto com eles!

Aqui está a prova de Strabo, o geógrafo. Strabo deu o nome aos colonistas no norte da Ásia Menor de “Assírios Brancos” (12, 3, 9), invés de Assírios. Havia então dois povos – os Assírios e os Assírios Brancos. Quem eram estes assim chamados “Assírios Brancos”? Ninguém mais do que a Cada de Israel, que havia sido levada para o cativeiro Assírio.

“Síria” era o nome grego para toda a área da faixa leste da costa Mediterranea norte da Judeia. Porque a Casa de Israel morava na Palestina – sul da Síria em termo gregos – os Gregos os chamavam de “Sírios Brancos”. Por contraste, os Arameans de pele escura permaneceram na Síria e tem habitado lá até hoje.

Quando os Assírios foram compelidos a migrarem para o norte da Ásia Menor, seus antigos escravos – os “Sírios Brancos” ou as Dez Tribos de Israel – migraram junto com eles! Os encontramos lá ainda no tempo do Novo Testamento – as ovelhas perdidas da Casa de Israel – os estrangeiros entre os Assírios (1 Pedro 1:1)— a quem o apóstolo Pedro endereça sua primeira carta! Poderia ser mais pleno? O Apóstolo Chefe à Casa de Israel escrevendo para uma parte das Dez Tribos habitando entre os Assírios que originalmente os levou cativos! [66]

Quem eram os Parnos tem permanecido um mistério há muito tempo. De repente surgem próximo ao Mar Cáspio cerca de 700 a.C. como escravos dos Assírios. “De acordo com Diodorus , que provavelmente seguiu a Ctésias, passaram do domínio dos Assírios aos Medos, e da dependência dos Medos a uma posição similar sob os Persas.” (Rawlinson’s, Monarchies (Monarquias), vol. IV, p. 26, citado de Diod. Sic., ii 2, 3; 34, 1 e 6.)

Os Parnos subiram ao poder cerca de 250 a.C. nas terra às margens do Mar Cáspio. Esta foi a terra para onde os Israelitas foram exilados! O que deixa os historiadores perplexos é que os Parnos não são nem Persas, Medos ou Assírios ou qualquer outro povo conhecido. Até seu nome respira mistério – até que você compreende a Bíblia.

A palavra Parno significa exilados! (Veja: The Sixth Monarchy (A Sexta Monarquia), de Rawlinson p, 19.) Os únicos exilados naquela terra eram as Dez Tribos de Israel! Os Parnos incluiam ninguém mais do que as Dez Tribos exilados que permaneceram na terra de seu cativeiro até E.C. 226. Isto foi quando os Persas os forçaram até a Europa. Josefo, o historiador Judeu, conhecia a Pártia como a maior habitação das Dez Tribos. Ele declara: “Então toda a comunidade de povo de Israel (as Dez Tribos) permaneceram naquela terra (não retornaram à Palestina); assim ficaram apenas duas tribos na Ásia e Europa sujeito aos Romanos, enquanto as Dez Tribos estão além do Eufrates (até) hoje, e são uma enorme multidão, que não pode ser enumerado.” (Antiguidade dos Judeus, lv. xi, cp. v. 2).

Aí está! A exata área para onde os (Apóstolo) Tomas viau, relata Josefo, que está repleto de uma multidão que não foi numerado das Dez Tribos! Josefo estava, aparentemente, sem saber daqueles que migraram para o oeste. Porem ele deixa claro que somente a Casa de Judá retornou à Palestina. A Casa de Israel estava “além do Eufrates até agora!”

Tomas também foi até o Noroeste da Índia, leste da Persia, onde os “Índios Brancos” habitavam. Estes “Índios Brancos” – ou seja, brancos morando na Índia – eram também conhecidos como os Hunos Neftalitas, nos registros gregos mais recentes. Será que tem alguma ligação com a tribo de Naftali? Eles foram expulsos no século VI e migraram para a Escandinávia. A arqueologia da Escandinávia confirma este evento.

A Cítia e a Ásia Superior (Ásia Menor) foram as regiões delegados para Filipe. (Veja Antiquities (Antiguidades) Apostolicae, de William Cave p. 168.) Cítia foi o nome da vasta planície norte dos Mares Negro e Cáspio. Para esta região uma grande colônia de Israelitas migraram depois da queda do Império Persa em 331 a.C. Da Cítia migraram os Escosseses. A palavra Escossês é derivado da palavra Cita. E significa habitante da Cítia. Os Escosseses são parte da Casa de Israel.

Interessantemente, a palavra Cítia, no Celta, tem o mesmo significado que na língua semita – um has the same meaning that Hebrew does in the Semitic language—a migrante ou itinerante![67]

Dado o fato de que eu ainda não falei de outra grande nação que nasceu do cativeiro dos Israelita farei isto agora. Mais uma vez, podemos tirar bastante informações das genealogias dos vários clãs encontrados na Bíblia. No livro de Números, é dito dos filhos de Efraim:

35 Estes são os filhos de Efraim, segundo as suas famílias: de Sutela, a família dos sutelaítas; de Bequer, a família dos bequeritas; de Taã, a família dos taanitas. E estes são os filhos de Sutela: de Erã, a família dos eranitas. Estas são as famílias dos filhos de Efraim, segundo os que foram deles contados, trinta e dois mil e quinhentos; estes são os filhos de José, segundo as suas famílias. (Números 26:35-37)

Na região onde a Pártia se tornaria uma grande nação que se tornou antes do nascimento de Yeshua, e nas regiões onde porções da Dez Tribos foram levados para o cativeiro, há uma província conhecida como Báctria. Era uma província Selêucida e a linguagem que eles falavam era parecida com a dos Saka Citas.

Henry Rawlinson afirma no seu livro Báctria, “… parece ter pouca dúvida que a população de Báctria era em sua maioria Cita …” (e ele cita Justine, um autor clássico que escreveu “… o Império Báctrio foi fundado pelos Citas …”)[68]

Preste atenção ao clã de Eranitas mentionado in Números 26. Este é facil de ver até o dia de hoje já que o país no qual o Erã foi transplantado é hoje chamado pelo seu nome na forma de Irã, e sua capital é Teerã. [69] Estes Eframitas seria expulsos de lá nos anos vindouros pelos Medos e Persas, mas o nome permaneceria.

Outro clã de Números 26 é também mencionado. Ele também estava localizado no que viria a ser a Pártia e eles eram os Taanitas que passariam a ser os Daanitas. (O “D” e o “T” são trocados frequentemente linguisticamente.).

Aqui está o que o Steven Collins tem a dizer a respeito do assunto.

Quando a antiga capital de Israel, a Samaria, caíu às mãos dos Assírios, 2 Reis 17:5-6 registra que os últimos defensores Israelitas foram transplantados para a região dos Medos (agora norte do Irã). A Samaria estava no território da tribo Israelita, Efraim, e é de se esperar que a última onda de cativos Israelenses seriam da tribo de Efraim. Números 26:35-37 também registra que a tribo de Efraim era subdividida em quatro clãs das quais três são chamados Bequeritas, Eranitas e Taanitas. Séculos mais tarde, três tribos poderosos da aliança Cito-Parta eram os Bequeritas, Eranitas e Daanitas. Preste atenção na grande semelhança entre os nomes dos clãs Eframitas e as tribos Cito-Partas. Estas tribos eram todas clãs da mesma tribo Israelense, a tribo de Efraim, que haviam crecidos em grandes números. O termo “Erãn” é uma forma antiga do qual foi derivado o nome da nação moderna do “Irã”. E interessantemente, a nação do Irã (apesar de hoje ser Persa e não Israelita) é ainda conhecido pelo nome do clã da tribo de Israel, a tribo de Efraim, que habitava na região. O “D” e o “T” são consoantes relacionados (e frequentemente trocados) assim como o “P” e “B” foram frequentementes trocados no mundo antigo, fazendo com que os Daanitas e Taanitas sejam o mesmo clã Eframita. Báctria foi derivado do nome do clã Eframita chamado “Bequeritas”. Duvido muito que você encontre a origem Israelita para estes nomes em algum livro de história.

No período pós-Parta, Afeganistão também foi governado por um tempo pelos “Hunos Brancos,” um nome dado a eles para diferenciar esta tribo “Caucasiana” de outros Hunos Mongóis da Ásia. A Enciclopédia Britânica (1943 Ed., Vol. 8, p. 646) registra que os Hunos Brancos eram também chamados de “ “Eftalitas” ou “Neftalitas” pelos historiadores antigos. Qualquer um dos nomes preserva o nome distintamente Israelita da tribo de Naftali, que foi levado cativo pelos Assírios e relocados em uma só massa para a Ásia ános antes da queda de Samaria. Os Hunos Brancos que governavam o Afeganistão por um tempo eram Israelitas da tribo de Naftali. Os Citas e Parnos não se esqueceram de suas origems Israelitas. Durante o tempo do Império Parta (cerca de 250 a.C.—E.C. 227), uma cidade Parta localizado sudoeste do Mar Cáspio foi nomeado “Samariane” (Ancient History (A História Antiga) de George Rawlinson, p. 475), preservando o nome exato da cidade capital,a Samaria, na pátria ancestral Israelense na antiga Terra Prometida.[70]

A segunda estória dos Parnos que estou prestes a compartilhar vem de Eusebio sobre o Messias. Você pode ler isto por si mesmo.

Capítulo 13. Narrativa concernente ao Príncipe dos Edessas.

  1. Divindade de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo sendo conclamado por toda parte entre os homens por conta de seu poder milagroso, ele atraíu inúmeros seguidores de países estrangeiras longe da Judeia, que tinham a esperança de serem curados de suas doenças e todo tipo de sofrimentos.
  1. Por exemplo, o Rei Abgaro, que reinou as nações além do Eufrates com grande glória, sendo aflingido de uma doença terrível que estava além do poder da habilidade humana curar, quando ele ouviu o nome de Jesus, e seus milagres, dos quais todos testemunhavam em um acordo, enviou uma mensagem a ele por um mensageiro e implorou-o que curasse sua doença.
  1. Mas ele naquele momento não atendeu seu pedido; porém o achou digno de uma carta pessoal em que ele disse que o enviaria um dos seus dicípulos para curar sua doença, e ao mesmo tempo lhe prometeu salvação para ele e toda sua casa.
  1. Não muito tempo depois, sua promessa se cumpriu. Pois após a sua resurreição dos mortos e sua acenção aos céus, Tomás, um dos doze apóstolos, sob divina impulsão, enviou a Tadeu, que também era contado os setenta dicípulos de Cristo, até Edessa, como pregador e evangelista dos ensinamentos de Cristo.
  1. E todos a quem o nosso Senhor prometeu recebeu por ele seu cumprimento. Você tem provas escritas destas coisas tiradas dos arquivos de Edessa, o qual, na época era cidade real. Pois nos registros públicos lá, há relatos de tempos antigos e dos atos de Abgaro, e estas coisas foram achadas preservadas até ao dia de hoje. Mas não há maneira melhor do que escutar as próprias epístolas que nós temos tirado dos arquivos e literalmente traduzimos a língua Siríaca da seguinte maneira:

Cópia de uma epístola escrita por Abgaro, governante de Jesus, e que enviou a ele em Jerusalem por Ananias o mensageiro ágil.

  1. Abgaro, governador de Edessa, a Jesus o excelente Salvador que apareceu na região de Jerusalem, saudações. Tenho ouvido relatos sobre você e de suas curas sem remédios ou ervas. Pois se diz a seu respeito que fazes o cego ver e o alejado andar, limpas o leproso e expulsas espíritos impuros e demônios, e que curas aqueles aflingidos por doenças crônicas, e ressucita dos mortos.
  1. E tendo ouvido todas estas coisas a seu respeito, tenho concluido que uma de duas coisas deve ser verdade: ou você é Deus, e tendo descido do céu fazes estas coisas, ou então você que fazes estas coisas, és o Filho de
  1. Tenho porém lhe escrito para lhe pedir se você se daria ao trabalho de vir até mim e curaria a doença que tenho. Pois tenho ouvido que os Judeus estão murmurando contra você e estão tramando lhe ferir. Mas eu tenho uma pequena, porém nobre, cidade, que é grande o suficiente para nós dois.

A resposta de Jesus ao governador Abgaro pelo mensageiro Ananias:

  1. “Bendito és tu que creste em mim sem ter me visto. Pois está escrito a meu respeito, que aqueles que não me viram, não creriam, e que aqueles que não me viram creriam e seriam salvos. Mas com relação ao que me escreveste, que eu vá até você, é necessário para eu cumprir todas as coisas aqui o motivo pelo qual fui enviado, e depois que tenho os cumprido, retornarei a quem me enviou. Mas depois que eu tenha retornado lhe enviarei um dos meus dicípulos, que ele possa curar sua doença e dar vida a você e aos seus.”

Outros relatos:

  1. A estas epístolas foram acrescentados os seguintes relatos na língua Siríaca. Depois da ascenção de Jesus, Judas, que também era chamado Tomas, enviou a Tadeu, um apóstolo, um dos setenta. Quando ele havia chegado, ele se hospedou com Tobias, filho de Tobias. Quando a notícia se espalhou, foi dito a Abgaro que um apóstolo de Jesus havia chegado, como ele o escreveu.
  1. Tadeu começou então, no poder de Deus, a curar todo tipo de doença e enfermidade, de tal forma que todos se admiravam. E quando Abgaro ouviu das grandes e maravilhosas coisas que ele fez e das curas que ele efetuou, ele começou a suspeitar que ele era aquele de quem Jesus hava escrito, dizendo, ‘depois que eu tenha retornado lhe enviarei um dos meus dicípulos, que ele possa curar sua doença.’
  1. Então, intimando Tobias, com quem Tadeu se hospedava, ele disse, tenho ouvido que certo homem de poder tem chegado e está hospedado em sua casa. Traga-o a mim. E Tobias se aproximando de Tadeu lhe disse, “O governador Abgaro intimou-me e me mandou que eu lhe levasse até ele, para que você possa o curar.” E Tadeu disse, “Eu irei, pois tenho sido enviado a ele com poder.”
  1. Tobias então se levantou cedo no próximo dia, e levando a Tadeu, foi até Abgaro. E quando ele chegou, os bobres estavam presentes e ficaram de pé próximo a Abgaro. E imediatamente após a sua entrada uma grande visão apareceu a Abgaro no rosto do apóstolo Tadeu. Quando Abgaro o viu, ele se prostrou diante de Tadeu, enquanto que todos ao seu redor ficaram atonitos; pois não viram a visão, que apareceu somente Abgaro.
  1. Ele então perguntou a Tadeu se ele era, de fato, o dicípulo de Jesus o Filho de Deus, que o disse, “lhe enviarei um dos meus dicípulos, que ele possa curar sua doença e dar vida”. E Tadeu disse, “Porque você tem crido poderosamente naquele que me enviou, é que eu tenho sido enviado a ti. E além disso, se você crer nEle, os pedidos do seu coração serão atendido como você creu.”
  1. E Abgaro disse a ele, “Tenho crido tanto nEle que tenho desejado levar um exército para destruir aqueles Judeus que o crucificaram, sendo eu dissuadido por razão do domínio Romano.” E Tadeu disse, “Nosso Senhor tem cumprido a vontade de Seu Pai, e tendo cumprido, tem retornado ao Seu Pai.” E Abgaro disse a ele, “Eu também tenho crido nEle e em Seu Pai.”
  1. E Tadeu disse e ele, “Então eu coloco as minhas mãos em você em Seu nome.” E quando ele havia feito, imediatamente Abgaro foi curado da doença e do sofrimento que tinha.
  1. E Abgaro ficou maravilhado, que aquilo que ele havia ouvido a respeito de Jesus, ele recebeu o mesmo ato por seu dicípulo Tadeu, que o curou sem medicamentos e ervas, e não somente a ele, mas também Abdus o filho de Abdus, o qual era aflingido por gota, pois ele também veio a ele e caiu aos seus pés, e tendo recebido a benção pela imposição das mãos, foi curado. O mesmo Tadeu curou muitos outros habitantes da cidade, e fez milagres e obras maravilhosas, e pregou a palavra de Deus.
  1. E depois Abgaro disse, “Você, ó, Tadeu, fazes estas coias pelo poder de Deus, e nós nos maravilhamos. Mas, além destas coisas, lhe peço que me informe a respeito da vinda de Jesus, como ele nasceu; e com relação ao seu poder, por qual poder ele faz estes atos dos quais tenho ouvido.”
  1. E Tadeu disse, “Agora de fato ficarei em silêncio, já que fui enviado para proclamar a palavra publicamente. Mas amanhã junte em assembléia para mim todos os seus cidadões, e eu pregarei em sua presença e semearei entre eles a palavra de Deus, a respeito da vinda de Jesus, como ele nasceu; a respeito de sua missão, para qual propósito ele foi enviado pelo Pai, e a respeito do poder de suas obras, e os mistérios que ele proclamou no mundo, e por qual poder ele fez estas coisas; e a respeito de sua nova pregação, e sobre sua humilhação e seu sofrimento, e de como ele se humilhou, morreu, degradou e foi crucificado, e desceu a Hades, e quebrou os grilhões dos quais a eternidade não havia quebrado, e levantou os mortos; pois ele desceu sozinho, mas subiu com muitos, a assim subiu até seu Pai.”
  1. Abgaro então convocou assembléia cedo de manhã para ouvir a pregação de Tadeu, a depois ordenou que lhe dessem ouro e prata. Mas ele recusou, dizendo, “Se nós temos abandonado os nossos pertences, como poderemos entao tomar o de outro?” Estas coisas ocorreram no ano trezentos e quarenta.

Eu tenho os inserido aqui nos seus devidos lugares, traduzido literalmente do Siríaco, e espero que para bom propósito.[71]

Há uma riqueza de informações disponíveis à ponta dos nossos dedos que preenchem as lacunas históricas necessárias e abrem um mundo todo novo na nossa compreensão dos grupos de pessoas agora vindo a ser conhecidos no mundo dos quais tem muito escrito a respeito por muitos historiadores da antiguidade. Eu agora tenho lhe mostrado os nomes que os Israelitas tem sido chamados desde o cativeiro até a Era Comum (E.C.). Você pode agora localizar as Dez Tribos de Israel desde o tempo do cativeiro em 723 a.C. até nossa presente era e, em alguns casos você pode fazer isto tribo a tribo uma vez que sabe os nome de todas as tribos Celtas.

Tenho tantos outros livros que poderia usar com informações simplesmente maravilhoso mas não é o propósito deste livro examinar este assunto extensivamente – pois por mais essencial que é o assunto para construir o alicerce para este livro, não é o assunto principal do livro. Eu tenho lhe mostrado como as Dez Tribos de Israel e também algumas das tribos de Judá depis de seu cativeiro migraram para o norte e oeste e finalmente habitaram onde os povos Celtas tem registros.

Todos sabemos que os Celtas são hoje. A Inglaterra e todas as suas Commonwealth Nations são um dos filhos de José (Efraim – Inglaterra, Canadá, Australia e Nova Zelânda). Os Estados Unidos é outro (Manansés). É sobre estes dois que o nome de Israel tem sido passado até nós e é sobre estas duas e outras tribos de Israel (Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca, Holanda, Africa do Sul, partes da França, Bélgica, Escórcia, Irlanda, Gales e o Estado de Israel – que representa Judá) que os castigos de Levíticos 26 e a profecia contida neste livro sobre Daniel 9, vão vir e já estão vindo.

Leia a Declaração de Independencia Escocesa escrita em 1320 E.C. e enviado ao Papa por Roberto de Bruce e selado por vinte e cinco de seus nobres. Estas pessoas não são religiosas mas tinham conhecimento de sua história. Você conhece a sua? Pesquise isto abaixo e pense sobre a seu ancestrais.

“Sabemos Sua Santidade, das crónicas e dos livros antigos, que entre outras nações ilustres, nossa, a nação dos Escosseses, tem se distinguido por muitas honras; desde a grande Cítia até o Mar Mediterraneo e a Coluna de Hércules (Rochedo de Gibraltar) e viajando pela Espanha (Iberia—Heberia—terra dos Hebreus) dentre as tribos mais selvágens por um longo percurso de tempo, não pode em lugar algum ser subjugado por povo algum por mais bárbaro; e vindo desde então há mil e duzentos anos da saída do Povo de Israel (o Êxodo), eles por muitas vitórias e árduo trabalho, adquiriram para si mesmos as posseções no Oeste que hoje temos…. No seu reino cento e treze reis de seu próprio sangue nobre, sem intervenção estrangeira, tem reinado” Então por mais que só reste cem de nós vivos jamais cederemos de forma alguma ao domínio Inglês. Lutamos não por glória, nem por riquezas ou honra, mas por tão somente liberdade, ao qual homem algum rende senão com sua própria vida.”[72]

Se nós não somos Israel, quem é e onde exatamente eles estão? Onde estão aquelas pessoas que Yehová prometeu bençãos inúmeras? Onde estão aqueles que controlaria os portões dos seus inimigos? Onde estão aqueles que seriam tão grande em números que não se poderia contar – aqueles profetizado ser como os grãos de areia da praia ou as estrelas nos céus? Alguma outra nação cumpriu as promessas de Yehová?

Não irmãos, eles não estão dispersos e perdidos entre as nações do mundo como algums querem que acreditemos. As promessas tem ido para a Inglaterra que controla os portões de seus inimigos desde os anos 1700s e sobre o seu Império o sol nunca se pôs. Depois da II Guerra Mundial, a Inglaterra esvaneceu um pouco enquanto os EUA subiram ao palco no cenário mundial. Nenhum país tem se comparado a estas duas nações poderosas que tem sido abençoados por Yehová os quais neles e por eles o mundo todo tem sido abençoado também. Você não pode nomear sequer um país no mundo que tem sido tao abençõado quanto estas duas nações e sua Comunidade de Nações.

Mas… estas duas nações, infelizmente, não tem retornado à Torá e não guardam Os Mandamentos e é por isso que o castigos tem vindo e irão continuar a vir até que estes povos se arrependam e reotnem à Yehová. Até então, mais e mais tribulações, corações quebrados e julgamentos estão vindo.

1 Digo, pois: Porventura rejeitou Elohim o seu povo? De modo nenhum; porque também eu sou israelita, da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim. Elohim não rejeitou o seu povo, que antes conheceu. Ou não sabeis o que a Escritura diz de Elias, como fala a Elohim contra Israel, dizendo: ????, mataram os teus profetas, e derribaram os teus altares; e só eu fiquei, e buscam a minha alma? Mas que lhe diz a resposta divina? Reservei para mim sete mil homens, que não dobraram os joelhos a Baal. Assim, pois, também agora neste tempo ficou um remanescente, segundo a eleição da graça. Mas se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça. Se, porém, é pelas obras, já não é mais graça; de outra maneira a obra já não é obra. Pois quê? O que Israel buscava não o alcançou; mas os eleitos o alcançaram, e os outros foram endurecidos. Como está escrito: Elohim lhes deu espírito de profundo sono, olhos para não verem, e ouvidos para não ouvirem, até ao dia de hoje. (Romanos 11:1-8)

9 E Davi diz: Torne-se-lhes a sua mesa em laço, e em armadilha, E em tropeço, por sua retribuição; Escureçam-se-lhes os olhos para não verem, E encurvem-se-lhes continuamente as costas. Digo, pois: Porventura tropeçaram, para que caíssem? De modo nenhum, mas pela sua queda veio a salvação aos gentios, para os incitar à emulação. E se a sua queda é a riqueza do mundo, e a sua diminuição a riqueza dos gentios, quanto mais a sua plenitude! Porque convosco falo, gentios, que, enquanto for apóstolo dos gentios, exalto o meu ministério; Para ver se de alguma maneira posso incitar à emulação os da minha carne e salvar alguns deles. Porque, se a sua rejeição é a reconciliação do mundo, qual será a sua admissão, senão a vida dentre os mortos? E, se as primícias são santas, também a massa o é; se a raiz é santa, também os ramos o são. E se alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo zambujeiro, foste enxertado em lugar deles, e feito participante da raiz e da seiva da oliveira, Não te glories contra os ramos; e, se contra eles te gloriares, não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti. Dirás, pois: Os ramos foram quebrados, para que eu fosse enxertado. Está bem; pela sua incredulidade foram quebrados, e tu estás em pé pela fé. Então não te ensoberbeças, mas teme. Porque, se Elohim não poupou os ramos naturais, teme que não te poupe a ti também. Considera, pois, a bondade e a severidade de Elohim: para com os que caíram, severidade; mas para contigo, benignidade, se permaneceres na sua benignidade; de outra maneira também tu serás cortado. E também eles, se não permanecerem na incredulidade, serão enxertados; porque poderoso é Elohim para os tornar a enxertar. Porque, se tu foste cortado do natural zambujeiro e, contra a natureza, enxertado na boa oliveira, quanto mais esses, que são naturais, serão enxertados na sua própria oliveira! Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado. (Romanos 11:9-25) (Veja: Gênesis 48:19).

26 E assim todo o Israel será salvo, como está escrito: De Sião virá o Libertador, E desviará de Jacó as impiedades. E esta será a minha aliança com eles, Quando eu tirar os seus pecados. Assim que, quanto ao evangelho, são inimigos por causa de vós; mas, quanto à eleição, amados por causa dos pais. Porque os dons e a vocação de Elohim são sem arrependimento. Porque assim como vós também antigamente fostes desobedientes a Elohim, mas agora alcançastes misericórdia pela desobediência deles, Assim também estes agora foram desobedientes, para também alcançarem misericórdia pela misericórdia a vós demonstrada. Porque Elohim encerrou a todos debaixo da desobediência, para com todos usar de misericórdia. O profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Elohim! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Porque quem compreendeu a mente de ????? ou quem foi seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém. (Romanos 11:26-36)

[1] Assyrian Discoveries(Descobertas da Assíria) por George Smith; p. 253; http://tinyurl.com/b9hdxxl

[2] Missing Links Discovered In Assyrian Tablets by E. R. Capt; p. 67

[3] Material: Obelisco Negro; Neo Assírio; Data: 858-824 a.C.; Altura: 197.85 cm (77.8937008 polegadas); Largura: 45.08 cm (17.7480315 polegadas); Profundidade: Nimrud (antiga Calá), norte do Iraque; Escavado por: Henry Layard; 1845-1849; Localização: Museu Britânico, Londres

[4] Missing Links Discovered In Assyrian Tablets by E. R. Capt; p. 99

[5] http://en.wikipedia.org/wiki/Puli_Khumrí_District& http://en.wikipedia.org/wiki/Baghlan_Province

[6] Missing Links Discovered In Assyrian Tablets by E. R. Capt; p. 115

[7] Missing Links Discovered In Assyrian Tablets by E. R Capt; p. 121

[8] Tradução pelo Professor Leroy Waterman-Correspondente Real do Império Assírio – piblicado pela Universidade de Michigan, 1930; Missing Links Discovered In Assyrian Tablets E. R, Capt; p. 123

[9] http://biblesuite.com/hebrew/7620.htm

[10] Dhillon, Balbir Singh (1994). History and Study of the Jats: With Reference to Sikhs, Scythians, Alans, Sarmatians, Goths and Jutes (illustrated ed.). Canada: Beta Publishers. p. 8.

http://books.google.ca/books?id=U9KpAAAACAAJ&redir_esc=y

[11] Maurus Rabanus(1864). Migne, Jacques Paul. ed. De universo. Paris.

[12] Rishi, Weer Rajendra (1982). India & Russia: Linguistic & Cultural Affinity. Roma. p. 95. http://books.google.co.in/books?id=Vns_AAAAMAAJ&q=Getae#search_anchor

[13] Internet Ancient History Sourcebook | Herodotus: Queen Tomyris of the Massagetai and the Defeat of the Persians under Cyrus.” (Fonte: Livro na Internet da Antiga História/ Heródoto: A Rainha Massageta e a Derrota dos Persas sob Ciro.) Retrieved 2010-05-14. http://www.fordham.edu/halsall/ancient/tomyris.asp; ©Paul Halsall (August 1998)

[14] Herodotus, The History (Heródoto, A História) por George Rawlinson; 1.204.

[15] A Inscrição de Behistun (também Bistun or Bisutun, significa “lugar de deus”) é uma inscrição multi-lingística localizado no Monte Behistun na Província de Kermanshah no Irã, próximo a cidade de Kermanshah no oeste do Irã.

[16] http://www.keithhunt.com/Arch8.html

[17] http://www.ensignmessage.com/archives/diaspora.html

[18] Encyclopedia Britannica, 14th ed., 1957, 5:70

[19] http://www.israelite.info/research/sourcedocumentsfiles/dariel-pass.html

[20] http://www.jewishencyclopedia.com/articles/4383-chwolson-daniel-abramovich

[21] Tracing Our Ancestors (Seguindo Nossos Ancestrais) por Frederick Haberman; 1930’s; p. 130

[22] http://en.wikipedia.org/wiki/Albinus_%28philosopher%29

[23] Tracing Our Ancestors (Seguindo Nossos Ancestrais) por Frederick Haberman; 1930’s; p. 130

[24] Tracing Our Ancestors (Seguindo Nossos Ancestrais) por Frederick Haberman; 1930’s; p. 130

[25] European and Other Race Origins (Origens Européias e de Outras Raças) por Herbert B. Hannay; Londres: 1915 citado por Frederick Haberman em Tracing Our Ancestors (Seguindo os Nossos Ancestrais); 1930’s; p. 129 http://www.biblesearchers.com/hebrewchurch/primitive/losttribesisrael12.shtml#TombstoneImprint

[26] Ammianus Marcellinus: “Iuxtaque Massagetas Halani et Sargetae;” “Albanos et Massagetas, quos Alanos nunc appellamus;” “Halanos pervenit, veteres Massagetas.”

[27] Procópio da Cesarea (Latin: Procopius Caesarensis, c. E.C. 500–c. E.C. 565) era um perito prominente Bizantino da Palestina Prima. Acompanhando o general Belisarius nas guerras do Imperador, Justiniano I se tornou o principal historiador de século VI, escrevendo As Guerras de Justinian, As Construções de Justinian e o tão celebrado História Secreta. Ele é comumente tido como o último grande historiador do mundo antigo.

[28] History of the Wars (História das Guerras) por Procópio; http://en.wikisource.org/wiki/History_of_the_Wars/Book_III

[29] Evagrius Scholasticus, Ecclesiastical History (E.C. 431-E.C. 594), translated by E. Walford (1846). Book 3 http://www.tertullian.org/fathers/evagrius_3_book3.htm

[30] The Sarmatians (Os Samaritanos) por Tadeusz Sulimirski (1970); Ancient Peoples and Places (Pessoas e Lugares da Antigüidade); Vol. 73, pp. 113-114; Nova York: Praeger. “A evidência de ambos autores e dos restos arqueológicos apontam para uma migração em massa de Sacian (Sakas)/Massagetas (“grande” Jat) tribos da Delta da Sir (Ásia Central) nos meados do século II E.C. algumas das tribos Sir Dários. Eles também invadiram o norte da Índia.” http://books.google.co.in/books?id=gdjhuAAACAAJ

[31] http://en.wikipedia.org/wiki/Tadeusz_Sulimirski

[32] The Ruling Races of Prehistoric Times in India, South-Western Asia and Southern Europe (As Raças dos Tempos Prehistóricos na Índia, Sudoeste da Ásia e Sul da Europa) por James Francis Hewitt (1894). London: Archibald Constable & Co.; pp. 481-482

[33] The Sixth Oriental Monarchy (O Sexto Monarca Oriental) por George Rawlinson, p. 118

[34] “Jat.” Encyclopedia Britannica, Vol. 12, p. 970

[35] “Jats.” Collier’s Encyclopedia, Vol. 11, p. 356

[36] “Jats.” Collier’s Encyclopedia, Vol. 11, p. 357

[37] European and Other Race Origins (Origens Européias e de Outras Raças) por Herbert Hannay, p. 233

[38] http://stevenmcollins.com/html/Bk4_excerpt.htm

[39] Israelites un Hyksos por Gemol M. Leipzig, 1913, pp.88-90, como mostrado traduzido por, p. 92

[40] Natural History (História Natural), Book IV. XII. p. 81

[41] The Aryan Myth (O Mito Ariano), p. 76

[42] Israelites und Hyksos por Germol M., pp. 89–90

[43] Germany In Prophecy (Alemanha na Profecia) por Hoeh H. Plain Truth (Verdade Plena), January 1963, p. 17

[44] European and Other Race Origins (Origens Européias e de Outras Raças) por Herbert Hannay, p. 232

[45] European and Other Race Origins (Origens Européias e de Outras Raças) por Herbert Hannay, p. 232

[46] Heródoto, The History (A História), 1, 125

[47] Encyclopedia Britannica, Vol. 17, Heading entitled p. 611

[48] Strabo, The Geography of Strabo (A Geografia de Strabo), Vol. 7, 15. 2. 14

[49] Strabo, The Geography of Strabo (A Geografia de Strabo), Vol. 5, 12. 4. 3

[50] Strabo, The Geography of Strabo (A Geografia de Strabo), Vol. 5, 12. 4. 3

[51] Greek and Roman Maps (Mapas Gregos e Romanos) por O.A.W. Dilke p. 46 (citando Pliny, iv. 81)

[52] Encyclopedia Britannica, Vol. 19, Heading entitled “Sarmartae,” p. 1,001

[53] http://stevenmcollins.com/html/Bk4_excerpt.htm

[54] http://bookstore.authorhouse.com/Products/SKU-000366309/The-Prophecies-of-Abraham.aspx& http://tinyurl.com/ac5bjkq

[55] The Sixth Oriental Monarchy (O Sexto Monarca Oriental) por George Rawlinson, p.291

[56] Encyclopedia Britannica, Vol. 1, Heading entitled “Alani,” p. 496

[57] Collier’s Encyclopedia, Vol. 1, Heading entitled “Alani,” p. 310

[58] http://www.israelite.info/bookexcerpts/israelstribestoday.html

[59] Plutarch em sua obra Life of Marius (A Vida de Marius) diz, “eles eram chamados no início de Cimérios e depois apropriadamente de Cimbros.”

[60] http://en.wikipedia.org/wiki/Sallust

[61] http://en.wikipedia.org/wiki/Amyrgians

[62] A Jewish Princedom In Feudal France (Um Principado Judeu na França Feudal) por Arthur Zuckerman Jr., pp. 768-900” New York, 1972. http://www.amazon.com/Jewish-Princedom-Feudal-768-900-History/dp/0231032986

[63] http://britam.org/america.html

[64] A Jewish Princedom In Feudal France (Um Principado Judeu na França Feudal) por Arthur Zuckerman Jr., pp. 768-900” New York, 1972. http://www.amazon.com/Jewish-Princedom-Feudal-768-900-History/dp/0231032986

[65] http://britam.org/now/now337.html

[66] http://www.hope-of-israel.org/12apost.htm

[67] http://www.hope-of-israel.org/12apost.htm

[68] Parthia por Steven Collins, p. 15, Footnote: Bactria por Henry Rawlinson, p. 12

[69] Media Babylon and Persia por Zenaide A. Ragozin, pp. 57-60 e mapa antes da p. 1

[70] http://stevenmcollins.com/WordPress/?p=242

[71] Fathers of the Church: Church History (Pais da Igreja: História da Igreja) de Eusebius http://www.newadvent.org/fathers/250101.htm

[72] http://www.bbc.co.uk/history/scottishhistory/independence/features_independence_arbroath.shtml

Capítulo 2| A Linha de Perez, a Linha de Zerá e o Trono de Davi

 

Eu tenho lhe mostrado a linhagem dos Israelitas após o cativeiro, para onde foram, o que os povos de outras nações lhes chamavam e como a história os registrou, porém nunca fez a ligação de quem eles de fato foram. A parte emocionante é que agora foram ligados através de uma linha inquebrável! Gostaria de lhe mostrar outra linhagem além da que eu acabei de explanar no capítulo um. Capítulo um começou com o cativeiro de Israel em 723 A. C. O capítulo dois, antecede o primeiro capítulo em mais ou menos 1100 anos no início, e se integra com o capítulo um com a chegada dos clãs celtas e por fim, vai conectar com a introdução que compartilhei com você. Como o Paul Harvey disse, “Agora você sabe o resto da história. ” Estaremos olhando a história antiga novamente e pode parecer complicado, mas na verdade não é quando você entender. Então não se apresse ao estudar o assunto. Estamos fazendo este estudo exaustivo para saber quem era o povo de Daniel para então entender a quem a profecia de Daniel capítulo 9 se refere.

 

Esta história[1] começa com Abraão, quem, em 1814 A.C.,[2] partiu de Harã na Mesopotâmia e foi para Canaã, que é hoje a terra de Israel. Em recompensa pela sua obediência fiel, Yehová prometeu bênçãos nacionais fantásticas à sua posteridade.

 

1 “Ora disse ???? a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai para a terra que te mostrarei; farei de ti uma grande nação, e te abençoarei e engrandecerei o teu nome. Sê tu uma bênção: abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei aquele que te amaldiçoar; por meio de ti serão benditas todas as famílias da terra. ” (Gênesis 12:1-3)

 

16 “e disse: Por mim mesmo jurei, diz ????, porque fizeste isto e não me negaste teu filho,

que deveras te abençoarei e multiplicarei a tua descendência como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar. Ela possuirá a porta dos seus inimigos, e por tua semente se abençoarão todas as nações da terra: porque obedeceste à minha voz. ”

(Gênesis 22:16-18)

 

Yehová também prometeu que reis viriam a partir dele e de Sara sua esposa.

 

6 “Far-te-ei frutificar grandissimamente, e de ti farei nações, e de ti sairão reis. ” (Gênesis 17:6)

 

16 “Abençoá-la-ei, e também dela te darei um filho: sim abençoá-la-ei, e virá ela a ser nações; reis de povos sairão dela. ” (Gênesis 17:16)

 

Isto significa que uma linhagem de reis nasceria deles, culminando no Messias que traria salvação para o mundo todo. Entendemos isto da palavra dita à Isaque que disse, “. . . em tua semente todas as nações da terra serão abençoadas. ”  Estas promessas foram confirmadas ao filho de Abraão, o Isaque.

 

3 “Peregrina nesta terra, e serei contigo, e te abençoarei; porque a ti e à tua descendência darei todas estas terras, e confirmarei o juramento que tenho jurado a Abraão teu pai;

E multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus, e darei à tua descendência todas estas terras; e por meio dela serão benditas todas as nações da terra. ” (Gênesis 26:3-4)

 

Mais tarde, por volta de 1650 a.C., Yehová prometeu essencialmente a mesma coisa ao filho de Isaque, o Jacó.

 

10 Jacó partiu de Berseba e foi para Harã. Tendo chegado a um certo lugar, ali passou a noite, porque o sol já se havia posto; tomando uma das pedras do lugar e pondo-a debaixo de sua cabeça, deitou-se naquele lugar para dormir. Sonhou, e eis posta sobre a terra uma escada, cujo topo chegava ao céu; os anjos de Deus subiam e desciam por ela. Perto dele estava Jeová, que disse: Eu sou ????, Deus de teu pai Abraão, e Deus de Isaque. A terra em que estás deitado ta darei a ti e à tua posteridade; a tua posteridade será como o pó da terra, e te dilatarás para o Ocidente, e para o Oriente, para o Norte e para o Sul. Por ti e por tua descendência serão benditas todas as famílias da terra. Eis que estou contigo e te guardarei por onde quer que fores e te reconduzirei para esta terra; porque não te abandonarei até ter eu cumprido aquilo de que te hei falado.(Gênesis 28:10-15)

 

16 Despertado Jacó do seu sono, disse: Na verdade ???? está neste lugar; e eu não o sabia. E, temendo, disse: Quão terrível é este lugar! Este não é outro lugar senão a casa de Deus, é também a porta do céu. Tendo-se Jacó levantado cedo de manhã, tomou a pedra que pusera debaixo de cabeça, pô-la por coluna e sobre o topo dela derramou azeite. Chamou àquele lugar Betel; porém o nome da cidade antes era Luz (Gênesis 28:16-19)

 

Mais tarde, Yehová se referiu a Jacó da seguinte maneira, “Disse-lhe mais: Eu sou Deus Todo-poderoso; frutifica e multiplica-te. Uma nação e uma multidão de nações sairão de ti, e reis procederão dos teus lombos.’” (Gênesis 35:11)

 

Neste versículo nos é dito que tanto uma nação como uma multidão de nações virão a partir dele. Uma multidão de nações é uma comunidade de nações.

 

Entre 1645 a.C.[3] e 1638 a.C. Jacó, que agora havia sido renomeado Israel, tinha gerado onze filhos, com Benjamim sendo o décimo segundo, seu casula nascido em 1628 a.C. Cada um do qual seria progenitor das doze tribos de Israel. Através de seu filho José, nascido em 1638 a.C., e o dois filhos de José, Efraim e Manassés nascido algum tempo depois de 1608 a.C. — continuariam a promessa da primogenitura de grandeza nacional.

 

1 Depois destas coisas disse alguém a José: Eis que teu pai está doente. José levou consigo a seus dois filhos Manassés e Efraim. Então disseram a Jacó: Eis que teu filho José vem ter contigo; e, esforçando-se Israel, sentou-se sobre o leito. Disse Jacó a José: O Deus Todo-poderoso apareceu-me em Luz na terra de Canaã, abençoou-me e disse-me: Eis que te farei frutificar, te multiplicarei, te tornarei uma multidão de povos e te darei em possessão sempiterna esta terra à tua descendência depois de ti. Agora, pois, teus dois filhos, que te nasceram na terra do Egito antes que eu viesse ter contigo no Egito, são meus; Efraim e Manassés, assim como Rúben e Simeão, serão meus.’” (Gênesis 48:1-5)

 

6 “‘Mas a tua prole, que tiveres depois deles, será tua; segundo o nome de teus irmãos serão chamados na sua herança. Quanto a mim, vindo eu de Padã, com pesar meu morreu Raquel na terra de Canaã, no caminho, havendo ainda alguma distância antes de chegar a Efrata; sepultei-a ali no caminho que vai dar a Efrata (esta é Belém). Vendo Israel os filhos de José, perguntou: Quem são estes? Respondeu José a seu pai: São meus filhos, que Deus me deu aqui. Faze-os chegar a mim, disse ele, e eu os abençoarei. Ora os olhos de Israel se tinham escurecido por causa da velhice, de modo que não podia ver. José, pois, fê-los chegar a ele; ele os beijou e os abraçou. Então disse Israel a José: Eu não cuidara ver o teu rosto, e eis que Deus me fez ver também a tua descendência.’” (Gênesis 48:6-11)

 

12 José tirou-os dentre os joelhos de seu pai, e prostrou-se com o rosto em terra. Depois levou os dois, a Efraim com a sua mão direita à esquerda de Israel, e a Manassés com a sua mão esquerda à direita de Israel, e fê-los chegar a ele. Estendendo Israel a mão direita, pô-la sobre a cabeça de Efraim que era o menor; e a mão esquerda pôs sobre a cabeça de Manassés, dirigindo as mãos assim propositadamente; pois Manassés era o primogênito.

Abençoou a José, dizendo: O Deus, diante de quem andaram meus pais Abraão e Isaque, o Deus que tem sido o meu pastor durante toda a minha vida até este dia, o anjo que me tem livrado de todo o mal, abençoe estes mancebos; seja chamado neles o meu nome, e o nome de meus pais Abraão e Isaque; e cresçam em multidão no meio da terra.” (Gênesis 48:12-16)

 

17 Vendo José que seu pai tinha a mão direita sobre a cabeça de Efraim, foi-lhe isto desagradável; levantou a mão de seu pai a fim de a remover da cabeça de Efraim para a cabeça de Manassés. Disse José a seu pai: Não é assim, meu pai, pois este é o primogênito: põe a tua mão direita sobre a sua cabeça. Mas seu pai, recusando, disse: Eu o sei, meu filho, eu o sei; ele também se tornará um povo, ele também será grande: contudo seu irmão menor será maior do que ele, e a sua descendência se tornará uma multidão de nações. Assim os abençoou naquele dia, dizendo: Por ti abençoará Israel e dirá: Deus te faça como Efraim e como Manassés. Desta sorte pôs a Efraim adiante de Manassés. Depois disse Israel a José: Eis que eu morro; porém Deus será convosco, e vos fará voltar para a terra de vossos pais. Eu te dou de mais que a teus irmãos um declive montanhoso, que tomei com a minha espada e com o meu arco das mãos dos amorreus.” (Gênesis 48:17-22)

 

22 José é um ramo frutífero, Ramo frutífero junto à fonte; Seus raminhos se estendem sobre o muro. Os flecheiros têm-no maltratado, Atirado contra ele, e têm-no perseguido:

O seu arco, porém, permaneceu firme, E foram feitos ativos os braços de suas mãos Pelas mãos do poderoso de Jacó (Daí o pastor, a pedra de Israel), Sim, pelo Deus de teu pai-que ele te ajude, E pelo Poderoso-que ele te abençoe, Com as bênçãos do céu acima, Com as bênçãos do abismo que jaz abaixo, Com as bênçãos dos peitos e da madre. As bênçãos de teu pai Ultrapassam as bênçãos dos montes eternos, As coisas desejadas dos eternos outeiros, Sejam elas sobre a cabeça de José, E sobre o alto da cabeça daquele que é o príncipe entre seus irmãos. (Gênesis 49:22-26)

 

Estas bênçãos são aquelas que foram para Manassés e Efraim – os quais mostrei a você no primeiro capítulo vieram aos Estados Unidos e ao Reino Unido. Estas bênçãos descem aos nossos dias e explicam porque o Reino Unido e sua comunidade de nações do Canadá, a Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos da América tem sido tão abençoadas acima das outras nações mundiais.

 

Também vemos em 1 Crônicas:

 

1 Os filhos de Rúben (pai dos Franceses), primogênito de Israel (ele era o primogênito; mas, porquanto violou o leito de seu pai, foi o seu direito da primogenitura dado aos filhos de José, filho de Israel; e a genealogia não se deve contar segundo o direito da primogenitura. Pois Judá prevaleceu sobre seus irmãos, e dele veio o príncipe (govenador maior); mas o direito da primogenitura foi de José (pai do povo Britânico e Americano). (1 Crônicas 5:1-2)

 

Porém, enquanto José recebeu a primogenitura, ao filho de Jacó Judá, pai dos Judeus, foi a promessa da linhagem real que traria o Messias. Bem antes de Jacó falecer em 1582 a.C., ele profetizou: “Judá é leãozinho: … Não se apartará de Judá o cetro, Nem a vara do comando dentre seus pés, Até que venha aquele de quem ela é, – assim se referindo ao Messias, E a esse obedecerão os povos.” (Gênesis 49:9-10). Você pode observar que o está falando do Messias e não de Judá. Provavelmente é por conta desta profecia que o leão, o “rei dos animais silvestres”, se tornou o emblema heráldico de Judá. O leão é mencionado três vezes no versículo nove e vai ser de suma importância no próximo capítulo – um capítulo no qual lhe mostrarei um pouco mais sobre heráldica num esforço de lhe mostrar como as Doze Tribos de Israel mantinham registro de suas linhagens ancestrais em nome da posteridade.

 

Alguns trinta anos antes desta profecia ser proferida sobre Judá, por volta de 1612 a.C., um evento estranho aconteceu na família de Judá, quando Tamar deu-lhe dois filhos gêmeos. Durante o parto, a mão de um dos gêmeos saiu primeiro, ao qual a parteira amarrou uma corda vermelha para identificar o primogênito – o qual era costumeiramente preeminente quanto a heranças e direitos da primogenitura (Gênesis 38:27-28). Mas o bebê puxou a mão para dentro e seu irmão nasceu primeiro. A parteira exclamou, “Como você passou a frente? Que este rompimento caia sobre você!” (v. 29) Em outras palavras, “Você será marcado daqui para frente”. E para se certificar disso a criança recebeu o nome de Perez, que significa “Rompimento”.

 

Então o bebê com a corda vermelha na mão nasceu – e a ele foi dado o nome de Zerá, que significa “Ascenção” ou “Aparição”, talvez porque sua mão apareceu primeiro (vs. 30). Isto parece de fato uma ocorrência estranha para se registrar na Bíblia, se não tivesse outra razão de ser. O que talvez se possa entender é que Perez, que se forçou ao lugar do primogênito, precisaria talvez no futuro se reconciliar com Zerá. E mais tarde veremos que isto parece de fato ter acontecido. De qualquer forma, já que Perez era o primogênito, o direito à herança foi para ele – apesar de que Zerá, o que tinha a corda vermelha na mão, também teria base para reivindicar o mesmo.

Nem Perez, nem Zerá, nem Judá jamais receberam o cetro. Até mesmo no tempo de Moisés e do êxodo, em 1379 a.C., quando Israel se tornou nação, não havia rei.

O rei no tempo do êxodo e pelos 330 anos seguintes era a Rocha de Israel, o próprio Yehová Eterno (compare Deuteronômio 32:4; 1 Coríntios 10:4; João 1:1-3, 14; 17:5). Mesmo que reinando através de seus “juízes” escolhidos – desde Moisés e Josué até Samuel – Yehová sentava no trono de Israel.

 

22 Então disseram os homens de Israel a Gideão: Domina sobre nós, tanto tu, e teu filho, bem como o filho de teu filho; porque nos livraste do poder de Midiã. Gideão respondeu-lhes: Eu não dominarei sobre vós, nem sobre vós dominará meu filho; ???? vos dominará.

(Juízes 8:22,23)

 

Samuel descreveu este período de tempo como

 

12 “. . . quando Jeová vosso Deus era vosso rei.” (1 Samuel 12:12)

 

É por isso que, quando os Israelitas disseram a Samuel por volta de 1050 a.C. que queriam um rei humano como as nações ao seu redor, Yehová falou a ele:

 

6 Porém esta palavra pareceu mal aos olhos de Samuel, quando disseram: Dá-nos um rei, para que nos julgue. Então Samuel orou a Jeová. Disse Jeová a Samuel: Ouve a voz do povo em tudo o que eles te dizem; pois não é a ti que eles rejeitaram, mas a mim, para eu não reinar sobre eles. Segundo todas as obras que têm feito desde o dia em que os fiz subir do Egito até o dia de hoje, pois me abandonaram a mim e serviram a outros deuses, assim também te fazem a ti. Agora ouve a sua voz; contudo lhes declararás solenemente e lhes farás ver como se portará o rei que há de reinar sobre eles.” (1 Samuel 8:6-9)

 

O primeiro rei que Yehová deu a Israel não foi da tribo de Judá e sim da tribo de Benjamin e seu nome era Rei Saul. É interessante notar que diferentemente de outros governantes da antiguidade, o rei de Israel não era absoluto. Yehová pediu que Samuel ungisse a Saul “comandante” ou “capitão” sobre seu povo.

 

16 Amanhã a esta hora te enviarei um homem, que vem da terra de Benjamim, e tu o ungirás por príncipe sobre o meu povo de Israel. Ele livrará o meu povo da mão dos filisteus: pois olhei para o meu povo, porque o seu clamor chegou a mim. (1 Samuel 9:16)

 

1 Tomou Samuel o vaso de óleo, e lho derramou sobre a cabeça e o beijou e disse: Não te ungiu Jeová para ser príncipe sobre a sua herança? (1 Samuel 10:1)

 

Este termo hebraico “nagiyd” que é usado aqui pode ser traduzido para o Português como vice-rei ou governador geral – o que representa o monarca real.

 

H5057. ?????? nagiyd: Um substantivo masculino que quer dizer líder, governador, príncipe. Este termo tem aplicações amplas. No mais alto, pode se referir ao Rei de Israel (1 Samuel 9:16, 13:14; 1 Reis 1:35).

 

Retornaremos para esta palavra “nagiyd” quando chegarmos em Daniel 9.

 

O ate em si de ungir um governante no mundo antigo subentendia-se um relacionamento de vassalo. Mais tarde é explicado que o rei de Israel “sentava no trono de Yehová” essencialmente reinando como rei por Ele.

 

23 Salomão assentou-se no trono de Jeová como rei em lugar de seu pai Davi, e foi próspero; e todo o Israel lhe rendeu obediência. (1 Crônicas 29:23)

 

8 Bendito seja ???? teu Elohim, que se agradou de ti para te colocar no seu trono como rei para ???? teu Elohim; porque teu Elohim ama a Yisra?l, para estabelecê-la perpetuamente; por isso te constituiu rei sobre eles para fazeres juízo e justiça.. (2 Crônicas 9:8)

 

Você percebeu que em 1 Samuel diz sobre SUA herança? Isto é sobre a herança de Yehová. Nos versículos acima afirma que eles sentaram no trono de Yehová. Agora considera o fato de nós somos chamados para sermos reis, sacerdócio real e uma nação santa perante Yehová. Olha o que as passagens abaixo nos dizem.

 

6 “. . . e vós sereis para mim reino sacerdotal e nação santa. São estas as palavras que falarás aos filhos deYisra?l.(Êxodo 19:6)

 

6 “Mas vós sereis chamados sacerdotes de ????, e vos chamarão ministros de nosso Elohim; comereis as riquezas das nações, e na sua glória vos gloriareis.(Isaias 61:6)

 

5 “…vós também, quais pedras vivas, sois edificados como casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais, aceitáveis Elohim por ????? o Messias. (1 Peter 2:5)

 

6 e nos fez reino, sacerdotes para Elohim, seu Pai, a ele seja glória e domínio pelos séculos dos séculos. Amém. (Apocalipse 1:6)

 

10 “. . . e para o nosso Elohim os fizeste reino, e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra.[4]  (Apocalipse 5:10)

 

Paulo nos diz em Romanos 5:17 que nós reinaremos em vida através de Yeshua, a palavra grega para “REINAR” é derivado da nossa palavra para “REI” e significa ser rei.

 

G936   ????????         basileuo?           bas-il-yoo’-o

De G935; governar (literalmente ou figurativamente): rei, reinar.

 

Isto é bem diferente dos outros reinos da terra. Em outras nações os reis faziam as leis e assim eram acima delas. Mas em Israel, os profetas de Yehová explicaram “os direitos e deveres do reinado” (1 Samuel 10:22). Aquele que governava era sujeito a lei como nos é dito em Deuteronômio.

 

14 “Quando entrares na terra que ???? teu Elohim te dá, e a possuíres e, nela habitando, disseres: Porei sobre mim um rei, como o fazem todas as nações que estão em redor de mim; porás certamente sobre ti como rei aquele que ???? teu Elohim escolher. Porás um dentre teus irmãos como rei sobre ti; não poderás pôr sobre ti um estrangeiro, homem que não seja de teus irmãos.  Ele, porém, não multiplicará para si cavalos, nem fará voltar o povo ao Egito, para multiplicar cavalos; pois ???? vos tem dito: Nunca mais voltareis por este caminho. Tampouco multiplicará para si mulheres, para que o seu coração não se desvie; nem multiplicará muito para si a prata e o ouro. Será também que, quando se assentar sobre o trono do seu reino, escreverá para si, num livro, uma cópia desta Torá, do exemplar que está diante dos levitas sacerdotes. E o terá consigo, e nele lerá todos os dias da sua vida, para que aprenda a temer a ???? seu Elohim, e a guardar todas as palavras desta lei, e estes estatutos, a fim de os cumprir; para que seu coração não se exalte sobre seus irmãos, e não se aparte do mandamento, nem para a direita nem para a esquerda; a fim de que prolongue os seus dias no seu reino, ele e seus filhos, no meio de Yisra’?l.(Deuteronômio 17:14-20)

 

Essencialmente, Yehová instituiu uma monarquia constitucionalmente limitada – no qual Ele enviaria profetas como Seu representante ao rei para dar ao rei suas “notas”. Tragicamente, Saul falhou no final e Yehová o removeu do ofício trazendo sua morte. Então, em 1010 a.C., mais de 571 anos após a profecia do cetro dado a Judá, Yehová enfim levantou um homem daquela tribo, do galho preeminente de Perez, para ser rei. Falando ao Rei Saul, Samuel disse:

 

14 agora, porém, não subsistirá o teu reino; já tem ???? buscado para si um homem segundo o seu coração, e já o tem destinado para ser príncipe sobre o seu povo, porquanto não guardaste o que ???? te ordenou. (1 Samuel 13:14)

 

21 Então pediram um rei, e ???? lhes deu por quarenta anos a Saul, filho de Cis, varão da tribo de Benjamim. E tendo deposto a este, levantou-lhes como rei a Davi, ao qual também, dando testemunho, disse: Achei a Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração, que fará toda a minha vontade.” (Acts 13:21-22)

 

Yehová disse a Davi que faria dele uma “casa” – isto é uma dinastia real. Era para ser uma dinastia duradoura através de seu filho Salomão:

 

11 “. . . e como desde o dia em que ordenei que houvesse juízes sobre o meu povo Israel. A ti, porém, darei descanso de todos os teus inimigos. Também ???? te declara que ele te fará casa. Quando teus dias forem completos, e vieres a dormir com teus pais, então farei levantar depois de ti um dentre a tua descendência, que sair das tuas entranhas, e estabelecerei o seu reino. Este edificará uma casa ao meu nome, e eu estabelecerei para sempre o trono do seu reino. Eu lhe serei pai, e ele me será filho. E, se vier a transgredir, castigá-lo-ei com vara de homens, e com açoites de filhos de homens; mas não retirarei dele a minha benignidade como a retirei de Saul, a quem tirei de diante de ti. A tua casa, porém, e o teu reino serão firmados para sempre diante de ti; teu trono será estabelecido para sempre. Conforme todas estas palavras, e conforme toda esta visão, assim falou Natã a Davi. (2 Samuel 7:11-17)

 

1 São estas as últimas palavras de Davi: Diz Davi, filho de Jessé, diz a homem que foi exaltado, o ungido do Elohim de Jacó, o suave salmista de Israel. O Espírito de ???? fala por mim, e a sua palavra está na minha língua. Falou o Elohim de Israel, a Rocha de Israel me disse: Quando um justo governa sobre os homens, quando governa no temor de Elohim, será como a luz da manhã ao sair do sol, da manhã sem nuvens, quando, depois da chuva, pelo resplendor do sol, a erva brota da terra. Pois não é assim a minha casa para com Elohim? Porque estabeleceu comigo um pacto eterno, em tudo bem ordenado e seguro; pois não fará ele prosperar toda a minha salvação e todo o meu desejo?(2 Samuel 23:1- 5)

 

9 “Eis que te nascerá um filho, que será homem de repouso; porque lhe darei repouso de todos os seus inimigos ao redor; portanto Salomão será o seu nome, e eu darei paz e descanso a Israel nos seus dias. Ele edificará uma casa ao meu nome. Ele me será por filho, e eu lhe serei por pai, e confirmarei o trono de seu reino sobre Israel para sempre. (1 Crônicas 22:9-10)

 

4 “Todavia ???? o Elohim de Israel escolheu-me de toda a casa de meu pai, para ser rei sobre Israel para sempre; porque a Judá escolheu por príncipe, e na casa de Judá a casa de meu pai, e entre os filhos de meu pai se agradou de mim para me fazer rei sobre todo o Israel. E, de todos os meus filhos (porque muitos filhos me deu ????), escolheu ele o meu filho Salomão para se assentar no trono do reino de ???? sobre Israel.(1 Crônicas 28:4-5)

 

Aparenta ser que esta promessa de Yehová não é verdade. Se formos olhar no cenário do mundo, onde está o Rei de Israel hoje?

 

Isto requer um esclarecimento, particularmente a afirmação sobre a dinastia de Salomão perdurar para sempre. A palavra hebraica traduzida “para sempre” aqui é “olam” e nem sempre significa para sempre. Ocasionalmente quer dizer sem fim enquanto certas condições se aplicarem. Registrado em outro lugar, houve de fato condições acoplados a duração de Salomão no trono.

 

Estabelecerei o seu reino para sempre, se ele perseverar em cumprir os meus mandamentos e os meus juízos, como o faz no dia de hoje.” (1 Crônicas 28:7)

 

Yehová repetiria estas condições em 2 Crônicas. Preste bem atenção a palavra “se”.

 

17 “E, quanto a ti, SE andares diante de mim como andou Davi, teu pai, fazendo conforme tudo o que te ordenei, guardando os meus estatutos e as minhas ordenanças, então confirmarei o trono do teu reino, conforme o pacto que fiz com Davi, teu pai, dizendo: Não te faltará varão que governe em Israel. Mas SE vos desviardes, e deixardes os meus estatutos e os meus mandamentos, que vos tenho proposto, e fordes, e servirdes a outros deuses, e os adorardes, então vos arrancarei da minha terra que vos dei; e esta casa que consagrei ao meu nome, lançá-la-ei da minha presença, e farei com que ela seja por provérbio e motejo entre todos os povos. E desta casa, que é tão exaltada, se espantará qualquer que por ela passar, e dirá: Por que fez ???? assim a esta terra e a esta casa. E lhe responderão: Porquanto deixaram a ???? Elohim de seus pais, que os tirou da terra do Egito, e se apegaram a outros deuses, e os adoraram e os serviram; por isso trouxe sobre eles todo este mal.” (2 Crônicas 7:17-22)

 

Se Salomão vivesse em desobediência a Yehová, a promessa da Dinastia de Salomão seria nulificada e revogada. Infelizmente, isto veio a acontecer, à medida que o coração de Salomão foi se voltando para outros deuses.

 

4 “Pois sucedeu que, no tempo da velhice de Salomão, suas mulheres lhe perverteram o coração para seguir outros deuses; e seu coração já não era perfeito para com ???? seu Elohim, como fora o de Davi, seu pai; (1 Reis 11:4)

 

O que faremos então da promessa Yehová fez ao Rei Davi em 7:15, “Mas a minha misericórdia se não apartará dele, como a retirei de Saul, a quem tirei de diante de ti. ”

 

Simplesmente deve significar que na eventual desobediência de Salomão, Yehová não traria a ele a sua morte para findar o seu reino, como aconteceu com Saul. Ao invés disso, Salomão seria permitido viver seus dias com seu reinado intacto, por amor a Davi – e de fato foi isto que aconteceu.

 

11 “Disse, pois, ???? a Salomão: Porquanto houve isto em ti, que não guardaste a meu pacto e os meus estatutos que te ordenei, certamente rasgarei de ti este reino, e o darei a teu servo. Contudo não o farei nos teus dias, por amor de Davi, teu pai; da mão de teu filho o rasgarei. Todavia não rasgarei o reino todo; mas uma tribo darei a teu filho, por amor de meu servo Davi, e por amor de Jerusalém, que escolhi.(1 Reis 11:11-13)

 

No entanto, Salomão violou as condições que teriam garantido a ele uma dinastia perpetua. Então, enquanto nada impedia seus descendentes de reinarem até bem no futuro, Yehová não estava obrigado a garantir sua permanência no trono. Por outro lado, a promessa que Yehová fez a Davi em 2 Samuel 7:15-16— que o reinado e o trono de Davi seriam estabelecidos para sempre – ainda está de pé. Yehová se obrigou a este percurso, independentemente do que Salomão fizesse. Notem a confirmação deste tremendo voto no livro de Salmos:

 

3 Fiz um pacto com o meu escolhido; jurei ao meu servo Davi: Estabelecerei para sempre a tua descendência, e firmarei o teu trono por todas as gerações.’”  (Salmo 89:3-4)

 

Então dali em diante, Davi teria um descendente continuando no trono por todas as gerações! Yehová foi além:

 

27 “Também lhe darei o lugar de primogênito; fá-lo-ei o mais excelso dos reis da terra.
 Conservar-lhe-ei para sempre a minha benignidade, e o meu pacto com ele ficará firme.
 Farei que subsista para sempre a sua descendência, e o seu trono como os dias dos céus.

 

34 “Não violarei o meu pacto, nem alterarei o que saiu dos meus lábios.
 Uma vez para sempre jurei por minha santidade; não mentirei a Davi.
 A sua descendência subsistirá para sempre, e o seu trono será como o sol diante de mim; será estabelecido para sempre como a lua, e ficará firme enquanto o céu durar
.” (Salmo 89:27-29, 34-37).

 

Lemos também em Jeremias:

 

19 E veio a palavra de ???? a Jeremias, dizendo: 20 Assim diz ????: se puderdes invalidar o meu pacto com o dia, e o meu pacto com a noite, de tal modo que não haja dia e noite a seu tempo, 21 também se poderá invalidar o meu pacto com Davi, meu servo, para que não tenha filho que reine no seu trono; como também o pacto com os sacerdotes levíticos, meus ministros.(Jeremias 33:19-21)

 

Aqui, então, havia uma promessa inquebrável de uma dinastia inquebrável – uma dinastia acima de todas as outras! Mas o que aconteceu a esta dinastia? De novo perguntamos, onde está hoje?

 

Por causa da desobediência de Salomão, Yehová dividiu a nação em dois reinos após a sua morte em 930 a.C. como você já leu em 1 Reis:

 

12 Contudo não o farei nos teus dias, por amor de Davi, teu pai; da mão de teu filho o rasgarei. (1 Reis 11:12)

 

As tribos de Judá e Benjamim para o sul (com vários Levitas) – como o Reino de Judá – continuaram sob o trono de Davi, começando com o filho de Salomão o Roboão. As Dez Tribos do Norte, porém – como o reino de Israel – passaram por várias dinastias diferentes. E por conta da idolatria continua do Reino do Norte, Yehová finalmente teve o povo levado ao cativeiro pelos Assírios, começando em 733 a.C. até cair em 723 a.C., estes exilaram as Dez Tribos até o que hoje é conhecido como o norte do Irã (2 Reis 15, 17). Foi disso que tratei com você na introdução ao explicar os tempos em que Daniel cresceu e no primeiro capítulo ao te fazer seguir a rota de migração das Dez Tribos de Israel após seu cativeiro.

 

Subsequentemente, à medida que os séculos se passaram, as 10 Tribos pareciam ter se perdido de acordo com a geração de hoje, mas tenho te mostrado para onde foram no primeiro capítulo. Aproximadamente 20 anos após a queda final de Israel, a nação de Judá, após repetidos ciclos de idolatria e reforma, também foi invadida pela Assíria, reduzindo Judá a “uma sombra do que já tinha sido; com dois terços de sua população perecendo ou sendo levado cativo. ”[5]

 

Assim, um grande número de Judeus, Benjamitas e Levitas foram também levados a se juntarem ao cativeiro Israelita. Yehová deu ao remanescente de Judá mais um século para provar sua lealdade e devoção a Ele. Porém, tristemente, apesar de testemunhar o cativeiro de Israel e experimentar do seu amargo sabor, Judá cai na rebelião idólatra outra vez.

 

8 “Sim viu que, por causa de tudo isso, por ter cometido adultério a pérfida Israel, a despedi, e lhe dei o seu libelo de divórcio, que a aleivosa Judá, sua irmã, não temeu; mas se foi e também ela mesma se prostituiu. E pela leviandade da sua prostituição contaminou a terra, porque adulterou com a pedra e com o pau. Contudo, apesar de tudo isso a sua aleivosa irmã Judá não voltou para mim de todo o seu coração, mas fingidamente, diz ????. E ???? me disse: A pérfida Israel mostrou-se mais justa do que a aleivosa Judá.(Jeremias 3:8-11)

 

O resto da nação de Judá foi para o cativeiro também – desta vez pelas mãos dos Babilônios sob Nabucodonozor II (ca. 604 B.C. a 586 B.C.) como já havia compartilhado com você na minha introdução à vida e os tempos de Daniel. A linhagem de Davi havia perdurado até este ponto, com o Rei Zedequias agora reinando sobre Judá. Mas de acordo com Jeremias, as forças Babilônicas levaram o rei Judeu até Nabucodonozor, que – após matar os filhos de Zedequias na sua frente e matar “todos os nobres de Judá” para assegurar que nenhum herdeiro ao trono permanecesse – arrancou os olhos de Zedequias e o jogou num poço na Babilônia, onde eventualmente morreu.

 

1 No ano nono de Zedequias, rei de Judá, no décimo mês, veio Nabucodonozor, rei de Babilônia, e todo o seu exército contra Jerusalém, e a cercaram. No ano undécimo de Zedequias, no quarto mês, aos nove do mês, fez-se uma brecha na cidade. E entraram todos os príncipes do rei de Babilônia, e sentaram-se na porta do meio, os quais eram Nergal-Sarezer, Sangar-Nebo, Sarsequim, Rabe-Sáris Nergal Sarezer, Rabe-Maque, juntamente, com todo o resto dos príncipes do rei de Babilônia
 E sucedeu que, vendo-os Zedequias, rei de Judá, e todos os homens de guerra, fugiram, saindo da cidade de noite pelo caminho do jardim do rei, pela porta entre os dois muros; e seguiram pelo caminho da Arabá. Mas o exército dos caldeus os perseguiu; e eles alcançaram a Zedequias nas campinas de Jericó; e, prendendo-o, levaram-no a Nabucodonozor rei de Babilônia, a Ribla, na terra de Hamate; e o rei o sentenciou. E o rei de Babilônia matou os filhos de Zedequias em Ribla, à sua vista; também matou o rei de Babilônia a todos os nobres de Judá. Cegou os olhos a Zedequias, e o atou com cadeias de bronze, para levá-lo a Babilônia
. (Jeremias 39:1-7)

 

1 Era Zedequias da idade de vinte e um anos quando começou a reinar, e reinou onze anos em Jerusalém. O nome de sua mãe era Hamutal, filha de Jeremias, de Libna. E fez o que era mau aos olhos de ????, conforme tudo o que fizera Jeoiaquim. Pois por causa da ira de ????, chegou-se a tal ponto em Jerusalém e Judá que ele os lançou da sua presença. E Zedequias rebelou-se contra o rei de Babilônia. No ano nono do seu reinado, no mês décimo, no décimo dia do mês, veio Nabucodonozor, rei de Babilônia, contra Jerusalém, ele e todo o seu exército, e se acamparam contra ela, e contra ela levantaram tranqueiras ao redor. Assim esteve cercada a cidade, até o ano undécimo do rei Zedequias. No quarto mês, aos nove do mês, a fome prevalecia na cidade, de tal modo que não havia pão para o povo da terra. (Jeremias 52:1-6)

 

7 Então foi aberta uma brecha na cidade; e todos os homens de guerra fugiram, e saíram da cidade de noite, pelo caminho da porta entre os dois muros, a qual está junto ao jardim do rei, enquanto os caldeus estavam ao redor da cidade; e foram pelo caminho da Arabá. Mas o exército dos caldeus perseguiu o rei, e alcançou a Zedequias nas campinas de Jericó; e todo o seu exército se espalhou, abandonando-o. Prenderam o rei, e o fizeram subir ao rei de Babilônia a Ribla na terra de Hamate, o qual lhe pronunciou a sentença. E o rei de Babilônia matou os filhos de Zedequias à sua vista; e também matou a todos os príncipes de Judá em Ribla. E cegou os olhos a Zedequias; e o atou com cadeias; e o rei de Babilônia o levou para Babilônia, e o conservou na prisão até o dia da sua morte. (Jeremias 52:7-11)

 

Como compartilhei com você na introdução, havia um ex rei da linhagem de Salomão ainda vivo nos calabouços da Babilônia. De fato, este homem Jeconias, também conhecido como Joaquim — foi restaurado a honra trinta e sete anos a dentro do cativeiro Judaico.

 

27 Depois disso sucedeu que, no ano trinta e sete do cativeiro de Joaquim, rei de Judá, no dia vinte e sete do décimo segundo mês, Evil-Merodaque, rei de Babilônia, no ano em que começou a reinar, levantou a cabeça de Joaquim, rei de Judá, tirando-o da casa da prisão; e lhe falou benignamente, e pôs o seu trono acima do trono dos reis que estavam com ele em Babilônia. Também lhe fez mudar as vestes de prisão; e ele comeu da mesa real todos os dias da sua vida. E, quanto à sua subsistência, esta lhe foi dada de contínuo pelo rei, a porção de cada dia no seu dia, todos os dias da sua vida. (2 Reis 25:27-30)

 

A ele foi dado o título de “rei” junto com vários outros governantes vassalos cativos. Mais tarde quando os Persas conquistaram a Babilônia, permitiram que alguns dos Judeus retornassem a sua terra natal, o neto de Jeconias chamado Zerubabel foi feito governador – mas não rei – da Judeia. Para dissipar qualquer noção de que esta linhagem poderia ter sido a maneira que Yehová teria preservado a dinastia do Davi, deve-se notar que mais cedo Yehová havia decretado que nenhum descendente de Jeconias jamais sentaria no trono de Davi, reinando sobre Judá.

 

24 “Vivo eu, diz ????, ainda que Jeconias, filho de Jeoiaquim, rei de Judá, fosse o anel do selo da minha mão direita, contudo eu dali te arrancaria. . .” 30 Assim diz ????: Escrevei que este homem fica sem filhos, homem que não prosperará nos seus dias; pois nenhum da sua linhagem prosperará para assentar-se sobre o trono de Davi e reinar daqui em diante em Judá.(Jeremias 22:24, 30)

 

Ninguém da semente de Jeconias jamais sentou no trono de Davi. De fato, enquanto uma minoria dos cativos Judeus retornou a Terra Santa após o cativeiro Babilônico, o trono Judaico nunca foi reestabelecido de forma alguma. O que devemos entender da promessa de Yehová de que a Dinastia de Davi nunca acabaria?

 

O trono de Davi deveria estar ocupado em “todas as gerações”. Desde a morte de Zedequias até os nossos tempos, isto significa então que mais de 2 500 anos tem se passado sem um descendente de Davi reinando como rei? Yehová tem quebrado Sua palavra?

 

Um fator importante que frequentemente é passado com vista grossa é a profecia do cetro em Gênesis 49:10 que mostra que Judá ainda ter um monarca reinando, esperando a vinda do Messias, “nos últimos dias” (v. 1).

 

1 Depois chamou Jacob a seus filhos, e disse: Ajuntae-vos, e annunciar-vos-hei o que vos ha de acontecer nos derradeiros dias:(Gênesis 49:1)

 

10 O cetro não se arredará de Judá, nem o bastão de entre seus pés, até que venha Siló; e a ele obedecerão os povos. (Gênesis 49:10)

 

Então já que Yeshua ainda não voltou em poder e glória, ainda deve ter um monarca de descendência Judaica reinando em algum lugar na terra nesta geração. De fato, este monarca deve ser da linhagem de Davi, ocupando num trono que tem sido continuado em todas as gerações desde Davi. Ou se não, a Bíblia não é confiável.

 

A pergunta óbvia que você deve estar se perguntando agora é: será que a Dinastia de Davi se findou com a morte de Zedequias e seus filhos – ou de alguma forma sobreviveu? Na procura por resposta, começamos com o profeta Jeremias, que estava avisando a nação de Judá enquanto Daniel ainda era criança e a quem Yehová havia dado uma missão misteriosa:

 

10 “Olha que hoje te constituo sobre as nações e sobre os reinos, para arrancares e derribares, para destruíres e arruinares e também para edificares e para plantares. ” (Jeremias 1:10)

 

Apesar de que Judá era a única nação ou reino na Terra Prometida naquele tempo, perceba que Jeremias foi colocado sobre “nações” e “reinos” – plural. Colocando isto de lado agora, e baseado na vida de Jeremias após a profecia ter sido dada, é fácil se assegurar do que Yehová quis dizer com arrancar, derribar, destruir e arruinar. Este grande profeta repetidamente avisou aos Judeus que se arrependessem de sua desobediência – mas zombaram dele. Então Yehová o usou para pronunciar julgamento sobre a nação: o povo e os reis da linhagem de Davi seriam usurpados na conquista Babilônica e arrastados até a Babilônia. Mas será que todos foram para lá? A parte final da missão do profeta ainda permanece: “construir e plantar.” Do que se tratava exatamente?

 

De Jeremias 45:4 podemos ver que construir e plantar neste contexto originalmente envolvia Deus plantar Seu povo na terra e construir Seu reino deles ali – agora a ser suplantado e destruído. Então a missão envolvia plantar pessoas em outro lugar para estabelecer um reino em outro lugar. Mas isto tinha algo haver com o reino de Davi? Interessantemente, Jeremias profetizou sim sobre a Dinastia de Davi. E uma profecia de Ezequiel vai responder à pergunta de quem havia de ser plantado – e onde. Mas antes disso, gostaria de pedir que observasse deste próximo fato interessante: após o arrastar do povo de Judá, uma remanescente que ficou na terra incluía as “filhas do rei”.

 

10 Ismael levou cativo a todo o resto do povo que estava em Mispa, isto é, as filhas do rei e todo o povo que ficara em Mispa, que Nebuzaradã, o chefe da guarda, havia confiado a Gedalias, filho de Aicão; levou-os cativos Ismael, filho de Netanias; e se foi para passar aos filhos de Amom (Jeremias 41:10)

 

Estas filhas evidentemente eram meninas jovens já que seu pai Zedequias tinha apenas trinta e dois anos quando morreu. Mas pode-se a linhagem real continuar através de uma filha? De acordo coma a Lei da Herança de Israel, a resposta certamente aparenta ser “sim”.

 

1 Então, vieram as filhas de Zelofeade, filho de Héfer, filho de Gileade, filho de Maquir, filho de Manassés, entre as famílias de Manassés, filho de José. São estes os nomes de suas filhas: Macla, Noa, Hogla, Milca e Tirza. Apresentaram-se diante de Moisés, e diante de Eleazar, o sacerdote, e diante dos príncipes, e diante de todo o povo, à porta da tenda da congregação, dizendo: Nosso pai morreu no deserto e não estava entre os que se ajuntaram contra ???? no grupo de Corá; mas morreu no seu próprio pecado e não teve filhos. Por que se tiraria o nome de nosso pai do meio da sua família, porquanto não teve filhos? Dá-nos possessão entre os irmãos de nosso pai. Moisés levou a causa delas perante ????. Disse ???? a Moisés: As filhas de Zelofeade falam o que é justo; certamente, lhes darás possessão de herança entre os irmãos de seu pai e farás passar a elas a herança de seu pai. Falarás aos filhos de Israel, dizendo: Quando alguém morrer e não tiver filho, então, fareis passar a sua herança a sua filha. E, se não tiver filha, então, a sua herança dareis aos irmãos dele. Porém, se não tiver irmãos, dareis a sua herança aos irmãos de seu pai. Se também seu pai não tiver irmãos, dareis a sua herança ao parente mais chegado de sua família, para que a possua; isto aos filhos de Israel será prescrição de direito, como ???? ordenou a Moisés. (Números 27:1-11)

 

(De fato, se o reinado não pudesse ser passado através de uma mulher, não poderia ter passado através de Maria até Yeshua)

 

O que aconteceu com as filhas do rei e com aquela remanescente? Em Jeremias 42:1-19, nos é dito que foram contra o mandamento de Yehová e fugiram dos invasores Babilônicos para o Egito para buscar a proteção do Faraó Hofra.

 

A Enciclopédia Britânica explica:

 

Apriés . . . Hofra em hebraico (d. 567 a.C.), o quarto rei (reinou 589 B.C.-570 a.C.) da 26ª dinastia do Egito; ele sucedeu seu pai Psamético II. Apriés falhou em ajudar seu aliado o Rei Zedequias de Judá contra a Babilônia, mas após a queda de Jerusalém recebeu muitos refugiados no Egito. ”[6]

 

Esta remanescente Judaica levou consigo um povo bem distinto.

 

6 “. . . tomaram aos homens, às mulheres e aos meninos, às filhas do rei e a todos que Nebuzaradã, o chefe da guarda, deixara com Gedalias, filho de Aicão, filho de Safã; como também a Jeremias, o profeta, e a Baruque, filho de Nerias.(Jeremias 43:6)

 

O sobrenome Baruch sendo o secretario ou escriba de Jeremias. A maioria destes, de acordo com Yehová, morreriam pela espada ou de fome.

 

15 “. . . nesse caso, ouvi a palavra de ????, ó resto de Judá. Assim diz ???? dos Exércitos, o Elohim de Israel: Se tiverdes o firme propósito de entrar no Egito e fordes para morar, acontecerá, então, que a espada que vós temeis vos alcançará na terra do Egito, e a fome que receais vos seguirá de perto os passos no Egito, onde morrereis.’” (Jeremias 42:15-16)

 

Mas alguns escapariam e outros retornariam:

 

12 “Tomarei o resto de Judá que se obstinou em entrar na terra do Egito para morar, onde será ele de todo consumido; cairá à espada e à fome; desde o menor até ao maior perecerão; morrerão à espada e à fome; e serão objeto de maldição, espanto, desprezo e opróbrio. Porque castigarei os que habitam na terra do Egito, como o fiz a Jerusalém, com a espada, a fome e a peste, de maneira que, dos restantes de Judá que vieram à terra do Egito para morar, não haverá quem escape e sobreviva para tornar à terra de Judá, à qual desejam voltar para morar; mas não tornarão senão alguns fugitivos.(Jeremias 44:12-14)

 

28 “Os que escaparem da espada tornarão da terra do Egito à terra de Judá, poucos em número; e todos os restantes de Judá que vieram à terra do Egito para morar saberão se subsistirá a minha palavra ou a sua.” (Jeremias 44:28)

 

Sabemos que Baruque e Jeremias, que não foram para o Egito de livre espontânea vontade, sobreviveram, as como veremos, também pelo menos uma das filhas do rei.

 

2 Assim diz ????, Elohim de Israel, acerca de ti, ó Baruque: 3 Disseste: Ai de mim agora! Porque me acrescentou ???? tristeza ao meu sofrimento; estou cansado do meu gemer e não acho descanso. 4 Assim lhe dirás: Isto diz ????: Eis que estou demolindo o que edifiquei e arrancando o que plantei, e isto em toda a terra. 5 E procuras tu grandezas? Não as procures; porque eis que trarei mal sobre toda carne, diz ????; a ti, porém, eu te darei a tua vida como despojo, em todo lugar para onde fores.” (Jeremias 45:2-5)

 

Aqueles que escaparam da espada na Terra de Israel havia levado a Jeremias, Baruque, as filhas do rei e outros no início da jornada para o Egito.

 

7 e entraram na terra do Egito, porque não obedeceram à voz de ????, e vieram até Tafnes. Então, veio a palavra de ???? a Jeremias, em Tafnes, dizendo: 9 Toma contigo pedras grandes, encaixa-as na argamassa do pavimento que está à entrada da casa de Faraó, em Tafnes, à vista de homens judeus,(Jeremias 43:7-9)

 

Observe este relato do famoso arqueólogo e egiptólogo britânico, Flinders Petrie, que descobriu o sitio de Tafnes em 1886:

 

Tafnes era uma importante guarnição, e à medida que os judeus fugiram para lá, deveria ser próximo à fronteira. Hoje está claro que era a cidade grega de Dafne, a moderna Tell Defneh, que está na estrada para a Palestina… “Disso” ele continua, “vem um eco de longos anos; a Fortaleza conhecida como Qasr Bint el Yehudi, o palácio da filha do Judeu. Tem o nome de Qasr, como um palácio, e não Qala, de fortaleza. Não tem o nome de Tell Bint el Yehudi, como teria sido chamado se tivesse se tornado uma pilha de ruinas. Qasr é um nome, que mostra sua descendência do tempo de …. Habitação para nobreza e não meramente para tropas. Então através dos longos anos gregos, romanos, e arábicos tem vindo junto a memória da residência real das filhas do rei da destruição de Jerusalém. ”[7]

 

Porém, certamente haviam muitas tropas lá também. Petrie afirma:

 

Psamético (Faraó Psammetichus I, fundador da 26ª dinastia Egípcia da qual Hofra era o quarto rei) guardava as fronteiras do Egito com três fortes guarnições, colocando os mercenários jônicos e carianos especialmente no Dafne Pelusiano… ao nordeste, do lado em que os inimigos mais formidáveis eram mais prováveis aparecer. ” (p. 40) Estes eram forças gregas primordialmente da costa oeste da Ásia Menor (Turquia moderna). “Jônico” e “Cariano” primordialmente designava a cidade grega de Miletos lá: “Dentro do próprio Egito, normalmente hostil a qualquer assentamento estrangeiro, os gregos conseguiram uma brecha… Por volta de 650 (a.C.) os Milesianos (de Miletos) abriram uma “fabrica”, ou ponto de troca, em Naucratis no braço Canópico do Nilo. O Faraó Psamético I os tolerava pois eram bons mercenários, enquanto que seu comercio era ótimo alvo para seus coletores de taxas de importação. ”[8]

 

Miletos vai pesar muito ao tentar concluir o assunto até o fim. É o suficiente dizer no momento que muitos destas “forças” gregas no Egito não eram tão sem relação com os judeus que se refugiavam com eles. Havia evidentemente um reinado vindo de lá atrás. Os gregos antigos, frequentemente se referiam a se mesmos como os Danaans—um nome evidentemente derivado do nome da tribo Israelita de Dã.

 

De fato, um número de mercenários gregos empregados no serviço Egípcio eram provavelmente Israelitas dos quais seus ancestrais haviam se assentado na Grécia e terra vizinhas. E aqui estavam – guardando a remanescente da família real do Davi sob ordens do faraó do Egito! Porem esta arrumação não havia de perdurar.

 

Os gregos continuaram a exercer um papel predominante durante os reinados de Psamético II e Apriés (o Faraó-Hofra de Jeremias). Sob o último, porém, um movimento entre os egípcios levou a uma revolta (ca. 570 a.C.) contra o rei (egípcio) e o elemento grego, com o resultado de que o trono passou para o general Amasis (Ahmosis II), que retirou os gregos de Dafne.[9]

 

Evidentemente, ele expeliu muitos dos quais ele considerava fiel a Hofra. Acrescentando a necessidade de expulsão, havia o fato que apesar de que Amasis (Ahmosis II) confinou os mercenários gregos remanescentes próximos a sua capital, fazendo muito deles parte de sua guarda real, “um elemento dentre a cultura egípcia… resistiu a isto; e a presença de estrangeiros no Egito, tanto invasores quanto assentados, levaram a ascensão de nacionalismo” que queria os estrangeiros fora.[10]

 

É agora aproximadamente dezesseis anos após a queda de Jerusalém, e até este ponto, as coisas aparentemente tem ocorrido bem no Egito para aqueles que fugiram para lá. Mas Yehová havia avisado da calamidade que cairia sobre Hofra.

 

30 Eis o sinal, diz ????: Eu entregarei o Faraó-Hofra, rei do Egito, nas mãos de seus inimigos, nas mãos dos que procuram a sua morte, como entreguei Zedequias, rei de Judá, nas mãos de Nabucodonosor, rei da Babilônia, que era seu inimigo e procurava tirar-lhe a vida. (Jeremias 44:30)

 

E ele avisou a remanescente Judia que buscava abrigo no Egito de que lá seriam consumidos:

 

27 “Eis que velarei sobre eles para mal e não para bem; todos os homens de Judá que estão na terra do Egito serão consumidos à espada e à fome, até que se acabem de todo. Os que escaparem da espada tornarão da terra do Egito à terra de Judá, poucos em número; e todos os restantes de Judá que vieram à terra do Egito para morar saberão se subsistirá a minha palavra ou a sua.” (Jeremias 44:27-28).

 

Claramente, então, Yehová foi o autor destes eventos. Os egípcios afastaram muitos mercenários greco-israelitas do país. E a maioria da remanescente Judaica provavelmente foi morta por estes tempos, se não na revolta, então provavelmente na invasão do Egito por Nabucodonozor dois anos mais tarde em 568 a.C., que devastou a maior parte do vale do Nilo.

Mas, e Jeremias, Baruque e a filha do rei? Para onde foram? O livro de Jeremias não nos conta de fato, mas deixa algumas dicas.

 

A Linhagem de Calcol

 

Eu gostaria de parar e voltar 811 anos para o êxodo e antes. Nós agora temos seguido a linhagem de Perez e as promessas feitas a Davi daquela linhagem até este ponto – o ponto onde os filhos de Zedequias são mortos e não há mais herdeiros exceto as filhas do Rei aos cuidados de Jeremias. Mas esta não é a conclusão.

 

Como você deve lembrar, Tamar teve filhos gêmeos – um colocou sua mão para fora e depois retraiu com o nome de Zerá, enquanto o outro, Perez, veio primeiro.  Perez agora teve seu momento de glória, por assim dizer, e Zerá está prestes a brilhar também. De fato, Zerá estava deixando a sua marca no cenário mundial, mas não é muito conhecido por nós hoje neste mundo moderno em que vivemos.

 

Deixa-me primeiro compartilhar o pouco que a Bíblia fala sobre Zerá e seus descendentes.

 

6 Os filhos de Zerá: Zinri, Etã, Hemã, Calcol e Dara; cinco ao todo. (1 Crônicas 2:6)

 

30 A sabedoria de Salomão era maior do que a de todos os do Oriente e do que toda a sabedoria dos egípcios. Era ele ainda mais sábio do que todos os homens, mais sábio do que Etã, o ezraíta, e do que Hemã, Calcol e Darda, filhos de Maol; e a sua fama correu por todas as nações em redor. (1 Reis 4:30-31)

 

Judá nasceu em 1642 a.C. e tinha 21 anos quando José foi vendido para os Midianitas aos 17 anos, que foi no ano de 1621 a.C. Imediatamente após José ter sido vendido, lemos em Gênesis 38 sobre Judá indo ter com Tamar. O tempo tem que passar para que Judá tenha três filhos, e para estes crescerem e o primeiro casar com Tamar e falecer.

 

Também foi vinte e dois anos depois de José ter sido vendido que ele se revelou aos seus irmãos no ano de 1599 a.C., o segundo ano da fome. Tendo dito isto, podemos concluir que o nascimento de Perez e Zera foi bem próximo do tempo da fome, já que Judá esteve com Tamar enquanto ainda na Palestina. Isto foi em 1601 a.C.

 

Estou mostrando isto porque, na época do êxodo, aproximadamente 221 anos teriam passado desde a data aproximada do nascimento de Perez e Zera.

 

Foi registrado que José faleceu no ano de 1528 a.C. aos 110 anos. Isto então significa que houve 149 anos até o êxodo. E foi durante este tempo que os filhos de Zerá teriam alcançado sua fama entre os Israelitas.

 

Estes cinco aqui são relatados serem filhos de Zera, de Etã, chamados de ezraítas, (1 Reis 4:31). Nesta passagem eles são chamados de “filhos de Mahol”, que a propósito não deve ser tido como nome próprio, mas apelido para “filhos da música, dança”, etc. A fama tradicional de sua grande sagacidade e aquisições desceu ao tempo de Salomão e formou um padrão de comparação para mostrar a sabedoria superior desse monarca. Escritores judeus dizem que foram vistos como profetas por seus compatriotas durante a morada no Egito.[11]

 

Seus descendentes eram chamados de zeraítas, ezraítas e izraítas. (Números 26:20; 1 Reis 4:31; 1 Crônicas 27:8, 11)

 

Foi também durante estes 149 anos que nos é contado em Êxodo de outro Faraó que não conhecia a José.

 

8 “Entretanto se levantou sobre o Egito um novo rei que não conhecia a José. Ele disse ao seu povo: Eis que o povo dos filhos de Israel é mais numeroso e mais forte que nós. Vinde, usemos de astúcia para com eles, para que não se multipliquem, e para que não aconteça que, havendo guerra, se unam com os nossos inimigos, pelejem contra nós e se retirem da terra. ” (Êxodo 1:8-10)

 

Isto seria o início da aflição sobre o povo de Israel que aumentaria com os anos até ao êxodo em 1379 a.C. Há uma series de coisas que ocorreram antes do êxodo que a maioria das pessoas desconhecem.

 

Rambam[12] comenta sobre Efraim antes do êxodo.

 

A tribo de Efraim acreditava que os 400 anos de tempo que estariam no Egito começaram com o tempo em que Yehová fez uma aliança com Abraão. Baseado neste entendimento eles partiram para Canãa 30 anos antes do êxodo pela rota do Norte. Os egípcios mataram eles. Foi parcialmente por isso que 30 anos mais tarde Moisés partiu com eles pela rota do Sul longe da guarnição ao longo da estrada norte.

 

Rab disse: 10Eles eram os Eframitas, que contaram (os anos) até o fim (do cativeiro egípcio), mas erraram, como está escrito, ‘Os filhos de Efraim: de quem foi filho Sutela, de quem foi filho Berede, de quem foi filho Taate, de quem foi filho Eleada, de quem foi filho Taate; de quem foi filho Zabode, de quem foi filho Sutela, de quem foram filhos Ezer e Eleade, mortos pelos homens de Gate, que nasceram na terra, porque desceram a roubar o seu gado.

Efraim, seu pai, chorou-os muitos dias, e seus irmãos vieram para o consolar.’13 (Sanhedrin 92b: 10-13)

 

  1. Eles contaram os quatro centos anos predito por Deus a Abraão (Gênesis 15:13) a partir da aliança, quando na verdade, eles deveriam ter contado a partir do nascimento de Isaque,[13] que de acordo com a tradição aconteceu trinta anos depois. Como resultado, eles saíram do Egito trinta anos antes do resto de Israel.

 

  1. Os filhos de Efraim: de quem foi filho Sutela, de quem foi filho Berede, de quem foi filho Taate, de quem foi filho Eleada, de quem foi filho Taate; 21. de quem foi filho Zabode, de quem foi filho Sutela, de quem foram filhos Ezer e Eleade, mortos pelos homens de Gate, que nasceram na terra, porque desceram a roubar o seu gado. 22. Efraim, seu pai, chorou-os muitos dias, e seus irmãos vieram para o consolar. 23. Ajuntou-se com sua mulher, que concebeu e deu à luz um filho, a quem ele chamou Berias, porque as coisas iam mal na sua casa. (I Crônicas 7:20-23)

 

  1. Sobre vs. 22 um dos desapontamentos mais trágicos passados pelos Israelitas no Egito, a emigração precoce da tribo de Efraim, de fato antecedeu o êxodo.

 

De acordo com os sábios, membros da Tribo de Efraim tentaram calcular o fim do cativeiro egípcio e erroneamente afixaram a data para 30 anos cedo demais. Tão certos estavam de seus cálculos e tão ansiosos estavam por redenção que 200 mil homens armados da tribo de Efraim deixaram o Egito a força 30 anos antes do êxodo, apenas para serem massacrados pelos Filisteus em Gate, onde seus cadáveres foram deixados a apodrecer.[14]

 

Pode-se imaginar o ceticismo despertado pela lembrança dessa catástrofe quando a verdadeira redenção começou com os milagres de Moisés, que podem explicar a suspeita recorrente dos hebreus de que Moisés os tirou do Egito apenas para que eles morressem no deserto. De fato, os sábios nos informam que Yehová não conduziu os hebreus na rota direta do Egito para Israel, que passava pela Terra dos filisteus, precisamente para evitar despertar seus medos profundamente assentados, expondo-os à visão traumática dos ossos alvejados dos Eframitas ao longo do caminho.

 

Imagine se fosse você. Trinta anos mais antes, um grande desastre acontece e muitos dos seus vizinhos são mortos. Então este homem, do qual poucos conhecem diz que devem segui-lo para fora do Egito. Você vem grandes milagres, mas você não sabe o que está vendo, se é a própria natureza ou sua mente está brincando com você.

 

É em retrospectiva que vemos a grandeza dos eventos que Yehová fez através de Moisés. No momento você e todos os outros estão em dúvida sobre o próximo passo.

Anos antes de Moisés entrar em cena, o povo de Israel podia ver o mal vindo; da mesma forma que se podia ver o mal vindo a Europa antes da Segunda Guerra Mundial e o holocausto. Muitos dos judeus viram o que estava vindo e saíram. Outros negaram e ficaram, apenas para serem apanhados quando chegou.

 

Um dos que deixaram o Egito cedo foi o filho de Zerá, o filho de Judá. Seu nome era Calcol, que se tornou conhecido como Cecrops.

 

6 Os filhos de Zerá: Zinri, Etã, Hemã, Calcol e Dara; cinco ao todo. (1 Crônicas 2:6)

 

As migrações do Egito lideradas pelos Eframitas e também, o êxodo, liderado por Moisés, não são os únicos registrados na história antiga. Outra importante COLÔNIA GRECIANA foi fundada pela CECROPS que se tornou o PRIMEIRO “LEGENDÁRIO” REI DE ATTICA. Cecrops, como veremos, era um israelita! Autor E. Raymond Capt observa:

 

De acordo com “A Enciclopédia Harmsworth”, CECROPS (“CALCOL” de I Crônicas 2: 6 e “CALCOL” de I Kings 4: 31 – e IRMÃO DE DARDA) foi o fundador “mítico” de ATENAS e seu PRIMEIRO REI. Pensava-se ele ter sido o LÍDER DE UMA FAIXA DE COLONIZADORES HEBREUS DO EGIPTO.[15]

 

CALCOL, ou CECROPS, como os gregos o chamavam, evidentemente deixou o Egito ANTES do êxodo da Bíblia. Hermon L. Hoeh, afirma que “a história de Atenas aparece com a fundação da cidade por Cecrops em 1556 (a.C.).”[16]

 

A Enciclopédia Britânica afirma que Cecrops era “tradicionalmente o PRIMEIRO REI DE ATTICA (Pausanias ix. 33). Ele disse ter dividido os habitantes em 12 COMUNIDADES, ter instituído as LEIS DE MATRIMÔNIO E PROPRIEDADE e uma NOVA FORMA DE ADORAÇÃO. A introdução de SACRIFÍCIO SANGUÍNEO, ENTERRO DOS MORTOS e a invenção do ESCRITO também lhe foram atribuídos.”[17]

 

Uma das razões apontadas para o motivo pelo qual Cecrops teria deixado o Egito e seus compatriotas tão cedo foi que, depois da morte de José em 1528 a.C., os filhos de José podem querer se vingar do que seus irmãos fizeram com ele. Se, na verdade, este boato espalhou pelo acampamento, isso poderia explicar por que Cecrops partiu vinte e oito anos antes da morte de José. Também explica por que José foi registrado dizendo a seus irmãos para “não temem”. Isto foi depois que Jacó morreu no ano de 1582 a.C. Assim, a fundação de Atenas por Cecrops em 1556 a.C. se encaixa perfeitamente com o que estava acontecendo no Egito naquele momento – medo e desconfiança.

 

14 Depois de haverem feito isto, voltou José para o Egito, ele, seus irmãos e todos os que com ele subiram para sepultar seu pai. Vendo os irmãos de José que seu pai tinha morrido, disseram: Porventura José nos aborrecerá, e nos retribuirá todo o mal que lhe fizemos. Mandaram, então, esta mensagem a José: Teu pai ordenou antes da sua morte, dizendo: Assim direis a José: Perdoa a transgressão de teus irmãos e o seu pecado, porque te fizeram mal. Agora, pois, rogamos-te que perdoes a transgressão dos servos do Deus de teu pai. José chorou enquanto lhe falavam. Vieram também seus irmãos, prostraram-se diante dele e disseram: Nós somos teus servos. Respondeu-lhes José: Não temais; acaso estou eu em lugar de Deus? Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o intentou para o bem, para fazer, como é agora, que se conserve muita gente em vida. Agora, pois, não temais; eu vos sustentarei a vós e a vossos filhinhos. Assim os consolou, e lhes falou ao coração. José habitou no Egito, ele e a casa de seu pai; e viveu cento e dez anos. (Gênesis 50:14-22)

 

Embora Calcol tenha morrido na Grécia no ano de 1506 a.C, ele orientou seu filho GATHELUS a plantar a linha real de Judá (através de Zerá) em terras distantes ao oeste![18] Raymond Capt também diz que:

Os Danitas não foram os primeiros hebraicos na Irlanda. CALCOL (1 Crônicas 2: 6-Calcol de 1 Reis 4:31) FUNDADOR DA ANTIGA LINHA IRLANDESA DOS REIS (através de seu filho Gathelus) plantou uma dinastia real em ULSTER (assim como outras dinastias reais na Europa). Ele e seu irmão DARDA (DARDANUS), o fundador da TROIA, ambos migraram do Egito ANTES do êxodo. Eles são filhos de Zerá, um dos filhos gêmeos de Judá. O nome hebraico “Zerá” significa “espalhar”, e a história subsequente de Zerá e seus descendentes justifica plenamente a afirmação de que ele foi nomeado com intenção profética, assim como Jacó, o suplantador.[19]

 

Os movimentos de Gathelus são notados pelo Capt:

 

Os registros históricos contam a MIGRAÇÃO PARA O OESTE dos descendentes de CALCOL ao longo das margens do Mar Mediterrâneo, estabelecendo assentamentos comerciais “IBERIANOS” (HEBRAICOS). Um assentamento, agora chamado de “SARAGOSSA”, no vale EBRO na Espanha, era originalmente conhecido como “ZARAH-GASSA”, o que significa “FORTE DE ZARAH”. Da Espanha eles continuaram para o oeste até a Irlanda. Os ibéricos deram seu nome à Irlanda, chamando a ilha “Iberne”, que depois foi abreviada para “Erne”, e subsequentemente latinizada para “Hibernia”, um nome que ainda adere à Irlanda.[20]

 

Pois, como as antigas crônicas revelam, havia um grego, chamado GATHELUS, FILHO DE CECROPS (CALCOL) DE ATENAS, ou seja Argus, Rei dos Argivos, que … deixou seu país natal da Grécia e VEIO AO EGIPTO com uma forte companhia de homens bem jovens … Naquele tempo reinou no Egito Faraó, O FLAGELO DO POVO DE ISRAEL: cujo FILHO, seguindo as iniquidades de seu pai, foi afogado no mar vermelho, com todo o seu exército … O Faraó recebeu Gathelus abertamente porque ele (Gathelus) parecia apoiar o faraó contra os etíopes e o povo de Midiã … O faraó, com o apoio de Gathelus, ganhou uma feroz batalha contra os etíopes e os trouxe tão perto da derrota que Gathelus tomou para si sua cidade principal chamada MEROE. Gathelus, depois desta grande vitória, retornou ao Egito; e … foi empossado tenente geral sobre todo o exército do faraó. Logo depois, porque ele era … da LINHAGEM SANGUÍNEA DA GRÉCIA … O Faraó deu-lhe sua FILHA, CHAMADA SCOTA, em casamento….[21]

 

Outra versão da história vai assim:

 

Um dos capítulos mais memoráveis ??da história da raça celta trata de Niul, filho mais novo de Fenius Farsa, rei da Cítia. Niul tinha a reputação de ter dominado todas as línguas do mundo então conhecido. A fama de sua aprendizagem e sabedoria se espalhou por todo o mundo, e o rei Forond (provavelmente uma corrupção do faraó), o primeiro “Faraó Cingris” do Egito, convidou-o para o Egito para instruir a juventude egípcia nas ciências. O rei deu a Niul um grande feudo no Mar Vermelho e deu-lhe, também, sua filha, Scota, em casamento.[22]

 

Esta história de Scota no folclore irlandês muitas vezes se mistura com Jeremias, que é cerca de 900 anos depois.

 

Mas, de acordo com o conto relatado por Keating, Miledh, novamente aparentemente o mesmo Gathelus fez amizade com Moisés e os israelitas. O faraó Intur (suposto filho de Nectonibus) e os egípcios, com o tempo lembraram-se de seu velho rancor para os descendentes de Niul e da família de Gaedal (Gathelus), ou seja, o ressentimento pela amizade que este havia formado com os filhos de Israel. Eles, então, fizeram guerra aos gaélicos, que foram assim obrigados a se exilarem do Egito.

 

As Crônicas da Escócia relacionam depois o retorno de Moisés:

 

Poucos anos depois, o faraó morreu, e seu filho Faraó Bochoris recebeu a coroa do Egito, e oprimiu o povo de Israel com uma escravidão pior do que o pai. Portanto, nenhuma esperança de liberdade havia para o povo de Israel, até que MOISES voltou de Midiã, onde foi banido, para mostrar os mandamentos de Deus a este Faraó Bochoris, para libertar os israelitas da escravidão. Depois disso, o Egito foi punido com estranhas pragas, porque eles detiveram a profecia de Moisés com desprezo … Gathelus … preocupado com a praga atual que foi a terrível resposta de Deus, resolvi DEIXAR EGIPTO POR OUTRO ABODO … Pouco tempo depois, ele providenciou um navio e PARTIU DA BOCA DO RIO NILO com sua esposa, amigos e servos – gregos e egípcios – por medo das pragas de Deus … Depois de uma viagem perigosa no mar MEDITERRÂNEO , Gathelus … ANCOROU  EM UMA PARTE DA ESPANHA CHAMADA DE LUSITÂNIA, que depois foi chamado PORTUGAL, isto é, O PORTO DE GATHELE (GATHELUS).[23]

 

Este Porto de Gathelus mais tarde se tornaria conhecido como Porto de Gael e depois Port-u-gal para o que agora é chamado de país de Portugal.

 

De acordo com uma tradição medieval irlandesa e escocesa, Goídel Glas (latinizado como Gathelus) é o criador das línguas goidelicas e o antepassado dos Gaels.[24]

 

Pode surpreender alguns de vocês saberem que a língua gaélica e a língua hebraica têm muitas palavras muito semelhantes.[25]

 

Para dar mais peso ao fato de que as duas línguas, galês e hebraico, são muito semelhantes mesmo hoje, é o evento recente do jornalista galês preso na Líbia em 2012 simplesmente porque os líbios achavam que a língua galesa era hebraica e os jornalistas eram espiões israelenses. Aqui está o relato:

 

Um jornalista galês preso na Líbia disse que a milícia o prendeu depois que eles confundiram a língua galesa em seus mantimentos para o hebraico e decidiram que ele era um espião israelense.[26]

 

Continuando com Gathelus e os Milesianos;

 

Em lendas de origem irlandesa, Míl Espáine ou Míl Espáne (mais tarde pseudo-latinizado como Milesius, também Miled / Miledh) é o antepassado dos habitantes finais da Irlanda, os “filhos de Míl” ou Milesianos, que representam a grande maioria dos irlandeses gaélicos. Seu pai era Bile, filho de Breogan.

 

Míl é muito o produto da pesquisa latino-cristã. Seu nome é uma versão irlandesa do Latim Miles Hispaniae, que significa “Soldado da Hispania”, que é atestado em uma passagem (§ 13) na história pseudo-história do século 9 Historia Brittonum (“The History of the Britons”). O trabalho oferece uma descrição de como a Irlanda foi sucessivamente tomada por colonos da Ibéria, entre eles Partholom, Nimeth e os “três filhos de um soldado hispânico” (três filii militis Hispaniae).[27] Como A.G. Van Hamel tem sugerido, o status da Ibéria como terra de origem pode ser rastreado até Isidore de Sevilha, que na introdução de sua história dos godos, os vândalos e Suebi elevaram a Ibéria à “mãe de todas as raças.”[28] Uma outra explicação pode estar no erro cometido por alguns geógrafos clássicos ao localizar a Irlanda em frente à Ibéria. Por exemplo, o Lebar Gabála (§ 100) relata que, da Torre de Bregon, o Milesiano Íth conseguiu ver o mar em frente à Irlanda.[29]

 

Ele serviu como soldado na Cítia e no Egito, antes de se lembrar de uma profecia de que seus descendentes governariam a Irlanda. Ele partiu para o oeste, chegando até Ibéria, onde ele lutou várias batalhas antes de morrer, nunca vendo a Irlanda mesmo.

 

Sua esposa Scota e seu tio Ith, que haviam espiado a Irlanda de uma torre, navegaram para a Irlanda, onde Íth foi morto pelo Tuatha Dé Danann. Quando seu corpo foi trazido de volta à Ibéria, os oito filhos de Míl e os nove irmãos da Íth invadiram a Irlanda e derrotaram o Tuatha Dé Danann.

 

Ele aparece proeminente nas genealogias mitológicas de John O’Hart, sendo o antepassado comum de todos os irlandeses.

 

Milesius morreu na Ibéria antes que ele pudesse alcançar a Ilha do Destino. Sua esposa Scota foi para a Irlanda com seus oito filhos. Devido a algumas tempestades terríveis (atribuídas à magia dos Tuatha Dé Danann que já vivia na Irlanda), a maioria dos filhos de Milesius morreu quando tentaram atracar.[30]

 

O assentamento da Espanha por Gathelus é descrito a seguir:[31]

 

Logo depois, ele construiu uma cidade NO RIO DE MUNDE, que chamou de BRACHARA-NOW BARSALE …. (Depois de uma grande batalha com os espanhóis), eles (os espanhóis) pediram a Gathelus uma conferência de paz na qual rapidamente entregaram … parte da sua terra a PARTE NORTE DA ESPANHA, AGORA CHAMADO DE GALICIA, porque tinham uma profecia que dizia que pessoas estranhas viriam a morar ali … com a estreita colaboração dos habitantes, construíram a CIDADE DE BRYGANCE – agora chamado de COMPESTELLA …. Depois disso Gathelus NOMEOU TODOS OS SUJEITOS SCOTS, EM HONRA E AFEIÇÃO A SUA ESPOSA, QUE ERA CHAMADA DE SCOTA, com quem ele teve dois filhos – HIBER E HEMECUS….[32]

 

Observe ONDE os escoceses foram da Espanha:

 

Gathelus, vendo o número de seu povo aumentar em Brigance, achou mais apropriado levar seu povo a ALGUM LUGAR onde eles pudessem viver em paz … Gathelus … reuniu todos os NAVIOS que ele encontrou em um porto próximo, no qual ele colocou seus filhos HIBER e HEMECUS – com marinheiros, guerreiros e todas as outras coisas necessárias para a expedição. Ele ordenou a Hiber, como Almirante, que fosse à Ilha … com ventos favoráveis, e chegaram cinco dias depois … HIBER sacrificou a honra de seu deus … e voltou para a Espanha … Hemecus, que foi deixado na ilha por seu irmão, NOMEOU A ILHA HIBERNIA depois de Hiber, isto é, IRLANDA. E uma vez que esta ilha era habitada por dois povos, o SCOTS e os habitantes antigos …. Hemecus governou ambos os povos em grande justiça.[33]

 

Eventualmente, os SCOTS mudaram-se mais uma vez e invadiram a terra PARA O NORTE DA INGLATERRA! Notem bem!

 

Os escoceses historicamente são intrusos. ELES VIERAM DA IRLANDA E CONSTRUIRAM O REINO DE DALRIADA em terras que já haviam sido Picto, NO OESTE DA ESCÓCIA, EM ARGYLL e nas ILHAS. Em meados do sexto século, eles ocuparam um reino considerável, situado ao norte dos bretões de Strathclyde e se estendendo para além do Great Glen, e eles deram o nome APÓS O DISTRITO EM ULSTER (Irlanda do Norte) DA QUAL TOMARAM SUA CASA REAL ……[34]

 

As crónicas irlandesas mais antigas revelam que o Abbott Tighernac, descendente dos REIS ESCORCESES DE ULSTER, liderou uma colônia de ESCORCESES MILESIANOS de Antrim, na Irlanda do Norte, para as partes mais a norte da Inglaterra. Depois de derrotar o PICOS em várias batalhas, eles tomaram o controle total desta área e também o nomearam em homenagem a SCOTA-SCOTLAND, “A TERRA DOS ESCORCESES!”

 

(Como uma nota pessoal a parte em relação à minha família: Antrim é o lugar de onde nossa ascendência irlandesa deixou a Irlanda para vir ao Canadá no início dos anos 1800. Seu nome era McGowan, que é entende-se Mc, como filho de e Gowan é da palavra hebraica Kohane, Kohen e Cohen)

 

O ÚLTIMO MOVIMENTO PRINCIPAL desses descendentes de ZERÁ ocorreu nos últimos séculos quando as ondas de emigração da ESCÓCIA viajaram pelo Atlântico para a NOVA ESCÓCIA no Canadá! Mais uma vez, provavelmente inconscientemente, eles chamaram sua nova casa no Canadá depois do SCOTA – a esposa de Gathelus![35]

 

Antes de fecharmos esta seção sobre Cecrops – conhecido como Calcol da Bíblia, também quero que você saiba como que os historiadores chamaram essas pessoas. Você já leu que Cecrops foi o primeiro Rei da Ática e então fundou outras doze cidades-estados. Tenha isso em mente ao ler o seguinte:

 

Uma civilização micênica floresceu durante o período entre 1600 a.C., quando a cultura helénica na Grécia continental foi transformada sob influências da Creta Minoicae e 1100 a.C., quando pereceu com a Colapso da Civilização da Idade do Bronze no Mediterrâneo Oriental. O colapso é comumente atribuído à invasão Doriana, além de outras teorias que descrevessem desastres naturais e mudanças climáticas. As principais cidades micênicas são Micenas e Tirinto em Argólida, Pilos em Messenia, Atenas em Ática, Tebas e Orcômeno em Beócia, e Iolcos na Tessália. Em Creta, os micênicos ocuparam Cnossos. Sítios de assentamentos Micenas também apareceram no Epiro,[36] & [37] Macedônia,[38] nas ilhas do Mar Ageu, na costa da Ásia Menor, o Levante,[39] Chipre[40] e Itália[41] & [42] e artefatos micênicos foram encontrados bem fora dos limites do mundo micênico: as espadas micênicas são conhecidas desde o extremo oposto da Geórgia no Cáucaso,[43] um objeto âmbar inscrito com símbolos Linear B foi encontrado na Baviera, na Alemanha[44] e os eixos duplos de bronze de Micenas e outros objetos que datam do século XIII, foram encontrados na Irlanda e em Wessex e Cornualha na Inglaterra.[45]

 

Muito diferente dos minoenos, cuja sociedade beneficiou do comércio, os micênicos avançaram pela conquista. A civilização micênica foi dominada por uma aristocracia guerreira. Por volta de 1400 a.C., os micênicos estenderam seu controle a Creta, centro da civilização minoense, e adotaram uma forma do roteiro minoico (chamado Linear A) para escrever sua forma inicial de grego em Linear B.[46]

 

A Linhagem de Dara

 

Agora vamos voltar e seguir as migrações de um dos outros filhos de Zerá. Você já acompanhou Calcol, que também era conhecido como Cecrops. Ele foi o primeiro a sair do Egito antes que José morresse. Ele também saiu muito antes do êxodo. Mas seu filho Gathelus estava no Egito bem antes do êxodo com Moisés, ou seja, antes de 1379 a.C. o ano do êxodo.

 

Mas havia outros filhos de Zerá, bem como outras tribos dos israelitas. Estes filhos de Zerá ficaram e alguns das outras tribos também partiram com eles.

 

6 Os filhos de Zerá: Zinri, Etã, Hemã, Calcol e Dara; cinco ao todo. (1 Crônicas 2:6).

 

Os descendentes de Dara não deixaram o Egito ao mesmo tempo que Calcol. Foram anos mais tarde, como veremos em breve. Dara foi registrado na história como Dardanus. É deste Dara que a Bíblia fala que o rei Salomão era mais sábio do que ele. Esta é uma grande honra.

 

Dardanus deixou o Egito ANTES do êxodo: “Se diz que Dardanus havia CONSTRUÍDO TRÓIA uns TRINTA E QUATRO ANOS ANTES DO ÊXODO.”[47]

 

Eu compartilhei com você mais cedo, como trinta anos antes do êxodo, muitos da tribo de Efraim tentaram sair pela Estrada dos Filisteus em direção a Terra Prometida e foram aniquilados. Mas Dara assentou outra área antes de ir para o que seria Tróia, o que significa que ele saiu bem mais que 34 anos antes. Os Eframitas ficaram encorajados a sair ao aprender do sucesso de Cecrops e também de Dara. Havia também grupos da tribo de Dã e eram conhecidos como Danaus.

 

Agora, os egípcios dizem que também APÓS esses eventos (as pragas do êxodo), um GRANDE NÚMERO de colônias foram DISPERSADOS DO EGITO por todo o mundo habitado … Eles dizem também que aqueles que partiram com DANAUS, também do Egito, estabeleceram o que é praticamente a mais antiga cidade da GRÉCIA, ARGOS, e que as nações do COLCHI NO PONTUS e a dos judeus, que se encontram entre a ARABIA e a SÍRIA, foram fundadas como colônias por certos emigrantes do seu país (EGIPTO); e esta é a razão pela há uma instituição estabelecida de longo tempo entre esses povos de CIRCUMCIDAR SEUS FILHOS MASCULINOS, um costume que foi TRAZIDO DO EGIPTO. Mesmo os ATENIANOS, dizem ser eles, COLONIZADORES DE SAIS NO EGIPTO.[48]

 

Hecateus, portanto, nos diz que os EGIPCIOS, anteriormente incomodados pelas calamidades (referindo-se as PRIMEIRAS PRAGAS DO ÊXODO), para que a ira divina fosse evitada, EXPULSOU TODOS OS ESTRANGEIROS REUNIDOS NO EGITO. Destes, ALGUNS, sob seus líderes DANUS e CADMUS, MIGRARAM PARA A GRÉCIA; outros para OUTRAS REGIÕES, A MAIOR PARTE PARA A SÍRIA (que significa Palestina). SE DIZ QUE SEU LÍDER ERA MOISES, um homem reconhecido por sua sabedoria e coragem, fundador e legislador do estado. Posteriormente, muitas instituições mosaicas seguiram.[49]

 

“Em suma, os líderes mais celebrados das colônias gregas, como Danaus, Erectheus, Cecrops, Cadmo e Fenix, todos vieram do Egito. Por isso, é evidente que os gregos eram, estritamente falando, uma nação egípcia e, consequentemente, não os descendentes de Jafé.”[50]

 

O que você está lendo aqui é o somatório de muitos desses historiadores. Tenha em mente que estão misturando as migrações de várias tribos ao longo de 149 anos e diretamente ligando-os ao êxodo.

 

As “calamidades” a que se refere aqui são, obviamente, as PRAGAS, com que Yehová Deus derrubou nos egípcios, e os “ESTRANGEIROS” são claramente os israelitas, alguns dos quais migraram para a GRÉCIA com DANUS E CADMUS. Outros, sob a liderança de Moisés, fugiram para a Palestina.

 

As lendas da Grécia antiga são unânimes em reivindicar que as pessoas que fundaram sua nação vieram do Egito. Além disso, o tempo da chegada desses grupos na Grécia é também o TEMPO DA ESCRAVIDÃO DOS ISRAELITAS NO EGIPTO. Os escritores antigos concordam que esses fundadores da nação grega eram, sem dúvida, os REFUGIADOS ISRAELITAS da escravidão egípcia.[51]

 

Embora pareça haver alguma confusão, na verdade, consegui discernir três grupos. Um grupo de Danitas, que falarei mais daqui a pouco e outro grupo que fugiu do Egito sob a liderança de DARDA-irmão de Calcol e filho de Zerá que fugiu antes.

 

… voltemos agora para a outra parte dos DESCENDENTES de ZERÁ que FUGIRAM DO EGITO sob a liderança de … DARDA. Nas versões da Bíblia em português, este nome é escrito DARA, mas na Nova Versão Internacional é DARDA e o historiador judeu Josefo o chama DARDANUS. Isso é significativo porque o grupo, que ele liderou, foi PARA O NORTE do Mar Mediterrâneo até o canto noroeste do que chamamos hoje de ASIA MENOR. Lá, sob o domínio de DARDA (DARDANUS), estabeleceram um Reino, que mais tarde foi chamado de TROIA, na margem sul desse pequeno corpo de água, que até hoje tem seu nome – DARDANELLES.[52]

 

Mais uma vez, Dardanus teria construído Troia cerca de trinta e quatro anos após o êxodo. Hoje, a hidrovia entre o Mar Negro e o Mar Mediterrâneo é conhecida como Dardanelos com o nome de Dardanus. Mas ele deixou o Egito muitos anos antes do êxodo construindo as cidades da antiga Creta.

 

Na verdade, a PRIMEIRA parada de Dardanus, a caminho da Troade, foi CRETA! Observe o que Herman L. Hoeh diz em sua discussão sobre a Idade Primitiva do Bronze: A Idade Primitiva do Bronze “termina em 1382 (B.C.) com DESTRUÇÃO VIOLENTA em todos os lugares da ANATOLIA E TROIA OCIDENTAL; 1382 (B.C.) marca a conquista de Troada por DARDANUS E TEUCRIANOS DE CRETA…”[53]

 

A inundação ou dilúvio mencionado pela Enciclopédia Britânica e outros é proeminente nas lendas gregas de Dardanus. Na época do êxodo, ocorreram enormes eventos de natureza cataclísmica na região do Mediterrâneo. Caius Julius Solinus, em seu trabalho, Polyhistory, observa que “após o DILUVIO, que ocorreu nos dias de Ogyges, uma noite pesada cobriu o globo.”[54]

 

Grandes DILUVIOS de chuva são relatados nas obras dos primeiros historiadores árabes – tudo o fruto de grandes distúrbios na terra e no céu. A grande explosão vulcânica da ilha de Thera no Mar Egeu ocorreu por volta desta época e causaria grandes marés ou tsunamis em todo o Mediterrâneo.

 

Parece aparente, portanto, que Dardanus deixou o Egito antes do êxodo, passando algum tempo em CRETA antes de viajar para Samotrácia. Depois de sair da ilha de Samotrácia, seu navio provavelmente foi incapacitado pelo dilúvio ou inundação que ocorreu no momento do êxodo, e foi levado pelo mar até Troade.[55]

 

Você pode ler mais sobre este grande evento conhecido como a erupção minoense de Tera, e também conhecido como erupção Tira ou erupção de Santorini. O momento exato em que ocorreu este evento cataclísmico ainda está sendo debatido.

 

Gostaria agora de direcionar o seu foco para outro grupo que emigrou e estabeleceu uma área da Grécia chamada “Danaus”. É a crença deste autor de que eles são da tribo de Dã com base nas coisas que eles fizeram primeiro.

 

De acordo com Eurípides e o geógrafo e historiador grego STRABO (63? B.C.- A.D. 24?): DANAUS, que chegou à ARGOS, fez uma lei que os que levassem o nome de PELASGIOTAE à toda a GRÉCIA deveriam ser chamados de DANAI.[56]

 

Se você comparar isso com Juízes 18:29 na Bíblia, você achará que este ato de Danaus foi empregado pela TRIBO de DÃ ao longo de sua história!

 

29 e chamaram-lhe Dã, do nome de seu pai Dã, que nascera a Israel. (Juízes 18:29)

 

  1. Raymond Capt escreve:

 

Além disso, aprendemos com STRABO e outros que este ARGOS logo expôs seu nome para o PELOPONNESUS e depois para toda a Grécia, pois ele diz: “Homer chama TODA a Grécia de ARGOS, pois ele chama todos de ARGIVAS, como ele as chama DANAI e ACHAEI.”[57]

 

O que os historiadores nos revelam é que havia um grupo de Danitas e outro grupo sob Dara conhecido como Dardanitas. Isto é além da migração anterior do Cecrops.

 

Considere agora as populações de cada uma das tribos de Israel que foram contadas pouco depois do êxodo e, mais tarde, durante a peregrinação no deserto.

 

37 Viajaram os filhos de Israel de Ramessés a Sucote, sendo perto de seiscentos mil homens de pé, sem contar as crianças. Subiu com eles uma grande mistura de gente; também rebanhos e gados, muitíssimas cabeças. (Êxodo 12:37,38)

 

Em Números, capítulo um, obtemos as contagens de cada uma das tribos logo após o êxodo. Então, em Números 26 – logo após Fineas matar o Príncipe Simeão em Números 25 aproximadamente quarenta anos depois – outro censo foi tomado. Quando olhamos o quanto cada tribo cresceu, temos que concluir que alguma coisa estava acontecendo durante esse período. Você pode ver que tem quatro tribos – Isacar, Manasses, Benjamin e Aser – que aumentaram durante esses anos entre 10.000 e 20.000. Lembre-se; isso foi apesar de que aqueles com mais de vinte anos morreram durante os quarenta anos no deserto. Quando olhamos para Simeão, Gade, Efraim e Naftali – todos diminuíram entre 5.000 e 37.000 -, devemos perguntar “Por quê?” Yehová não abençoou essas tribos? Nada está escrito sobre isso. As outras tribos, Rúben, Judá, Zebulon e Dã estão simplesmente em um “padrão parado”. Mais uma vez, por quê? E todos aqueles com mais de vinte anos teriam morrido na mesma taxa em cada tribo durante esse período.

 

RÚBEN 46,500 43,730 -2,800
SIMEÃO 59,300 22,200 -37,100
GADE 45,650 40,500 -5,100
JUDA 74,600 76,500 +1,900
ISSACAR 54,400 64,300 +9,900
ZEBULON 57,400 60,500 +3,100
EFRAIM 40,500 32,500 -8,000
MANASSES 32,200 52,700 +20,500
BENJAMIN 35,400 45,600 +10,200
62,700 64,400 +1,700
ASER 41,500 53,400 +11,900
NAFTALI 53,400 45,400 -8,000
TOTAL 603,550 601,730 -1,800

 

 

 

Eu proponho que, em vários momentos, grupos de pessoas se desbandaram para um dos lugares que Cecrops e Darda já haviam fundado e onde os israelitas floresciam. Seriam chamados pelos historiadores: os minoínas, as micenas, os milésios, os espartanos, os troianos e os dórios – todos eles membros dos mesmos grupos de tribos, chegando a épocas diferentes. Eles eram os israelitas que estavam no Egito.

 

A História do Mundo de Petavius ??diz: -Danaus era filho de Bela, um estrangeiro no Egito; Ele fugiu de seu irmão Egito e entrou na Grécia três anos após a morte de José. Sir Walter Raleigh coloca a fuga de Danaus 148 anos antes do êxodo e a morte de José 145 anos antes do êxodo. Isso dá a fuga de Danaus três anos antes da morte de José. (êxodo 1379 B.C. + 148 anos = 1527 B.C. José morreu em 1528 a.C. Isto é de acordo com a Cronologia Sabática e Jubilar)

 

Parece ter havido três migrações de Danai para a Grécia.

1ª—cerca 1528 a.C. Por volta do tempo da morte de José.

 

2o—cerca 1356 a.C. Enquanto os Israelitas estavam no deserto.

3o—cerca 1296 a.C. Quando Jabin, rei de Canaã, afligiu Israel.

 

Clinton (Fasti Hellenici) coloca o desembarque de Danaus na Grécia, 1466 a.C. de acordo com Eratostenes; ou 1410 B.C., se considerarmos que Callimachis está certo.

 

(Estas datas são baseadas nas datas tradicionais para o êxodo, com o qual não concordamos. De acordo com os ciclos do Jubileu, que provamos em “As profecias de Abraão”, o êxodo ocorreu no ano de 1379 a.C.)

 

Parece haver razões muito convincentes pelas quais alguns israelitas deixaram o Egito antes do corpo principal. Será lembrado que os filhos de Bila (Gênesis 37: 2) (será que esta é a origem de Bela, o ancestral de Danaus?) estavam entre as primeiras lembranças de José, e seu relato maligno foi levado por José a seu pai. Estes podem ter tido uma parte muito importante na aflição de José e, quando chegaram ao Egito, devem ter ficado terrivelmente embaraçados (Gênesis 42: 21-23), quando descobriram diante de quem haviam falado tão livremente. Quando Jacó foi reunido a seus pais, seus erros devem ter causado sérias ansiedades (Gênesis 1: 15-18) e os mais culpados provavelmente teriam buscado segurança na fuga. Será que esta é a origem da história dos dois irmãos Danaus e Egyptus? Será que José é Egípcio? E esses fugitivos são Danai? Se assim for, a fuga de Danaus próximo ao mesmo tempo da morte de José pode ser muito bem explicada. Antagonismo teria surgido entre os filhos de José e estes perseguidores de seu pai, que, embora sob restrição durante a vida de José, teria encontrado vazão quando o velho estava morrendo.[58]

 

Eu gostaria de chamar a atenção a algo antes de prosseguirmos. Steven Collins tem um artigo muito interessante sobre as consequências de Píneas ter assassinado do príncipe Simeonita que estava fazendo sexo com a mulher moabita.

 

O livro Sparta, de A.H.M. Jones, professor de História Antiga na Universidade de Cambridge, observou várias coisas sobre Esparta. Ele afirma que os espartanos adoravam um “grande legislador” que lhes dera suas leis no “passado sombrio” (p. 5 de seu livro). Este legislador pode ter sido Moisés.

 

O professor Jones também observou que os espartanos celebravam “as luas novas” e o “sétimo dia do mês” (p. 13). Observar luas novas era um costume do calendário israelita, e sua observância do “sétimo dia” poderia se originar com a celebração do sábado. O professor Jones também observa, bem como outras autoridades no assunto, que os espartanos eram conhecidos por serem “implacáveis” na guerra e nos tempos de crise. Isso soa exatamente como a natureza Simeonita, que foi dado à crueldade impulsiva, como a Bíblia confirma.

 

Curiosamente, o professor Jones escreve que os próprios espartanos se dividiam em várias “tribos” que constituíam formações militares distintas dentro do exército espartano (pp. 31-32). Se os espartanos fossem descendentes de simeonitas e de várias outras tribos israelitas que deixaram o resto de seus membros tribais pouco antes do censo de Números 26, faria sentido que fossem aliados juntos como tribos distintas, mesmo em uma nova terra como Esparta. Os espartanos também fundaram uma colônia na Itália chamada “Tara” (pp. 11 e 33). O nome “Terá” é um nome semita / israelita, pois Terá foi pai de Abraão (Gênesis 11).

Além disso, eu defendo o caso em meu livro, As Dez Tribos Perdidas de Israel … Descobertos!, que Cartago foi fundado pelos semitas de Israel, Tiro e Sidom, que continuaram a língua semita / hebraica dos israelitas, bem como o culto a Baal que Israel, Tiro e Sidon compartilhavam. Cartago e os gregos eram historicamente inimigos, mas Esparta exibiu uma comunidade de interesse com Cartago. Quando o exército de Cartago não estava lutando bem contra as legiões romanas, foi um espartano chamado Xantipo que viajou para Cartago para reorganizar e treinar o exército cartaginense para lutar contra Roma. Quem melhor que um espartano para ensinar táticas militares? Este evento está registrado na p. 14 de um livro, Guerra de Hannibal com Roma, por Terrence Wise e Mark Healy.

 

Eu guardei a maior prova por último, no entanto. Os próprios espartanos declararam que eles eram uma tribo dos judeus e se corresponderam com um antigo sumo sacerdote judeu sobre seu relacionamento. O livro de I Macabeus 14: 16-23 registra essa correspondência, que inclui esta declaração:

 

E esta é a cópia da carta que os espartanos enviaram: Os magistrados principais e a cidade dos espartanos enviam saudações a Simão, o sumo sacerdote, e aos anciãos e sacerdotes e ao restante do povo judeu, nossos parentes. (Ênfase adicionada.)

 

Observe que os espartanos chamavam os judeus de “nossos parentes”. Os espartanos não se proclamavam judeus, mas sim “parentes” dos judeus (ou seja, membros de uma das outras tribos de Israel). O fato de que os espartanos reconhecessem uma ancestralidade comum com os judeus da tribo de Judá dá peso à afirmação de que eles eram israelitas que migraram para a Grécia em vez da Terra Prometida. A cultura espartana é mais parecida com a da tribo de Simeão, a maioria do qual aparentemente deixou o acampamento israelita no Deserto depois que um príncipe de Simeão foi executado por um Levita.[59]

 

Vamos agora dar uma olhada em Darda e ver quando e para onde ele e seu povo viajaram.

 

A Conexão Cretense![60]

 

Existem numerosas ligações entre Tróia e Creta. Dardanus construiu uma cidade ao pé do monte IDA em Troade; há também um MONTE IDA perto da cidade cretense de MICENAS! The Link, publicado pela Christian Israel Foundation, observa que “. . . talvez a mais impressionante evidência de um AJUSTE MIGRATÓRIO ISRAELITA em MICENAS CRETENCE seja encontrada na obra monumental de Sir Arthur Evans, “Árvore Micênica e Culto Pilar”, na qual estabelece que os RITUAIS HEBRAICOS eram observados lá … Esta cultura MUDOU À ASIA MENOR, onde, atrás de TROIA, encontramos novamente um MONTE IDA (JUDÁ), e onde, como em MILETUS, sobrevivemos à crença na DESCENDENCIA REAL CRETANA. ” (Junho, 1989, p. 261).

 

Creta teve contatos iniciais com a Grécia e a Ásia Menor, onde muitos achados arqueológicos testemunham o fato. A civilização de Micenas cretenses trazia uma notável SEMELHANÇA à dos hebreus e, de acordo com o historiador romano TACITUS, os “judeus” eram “nativos da ilha de Creta”, que derivaram seu nome do nome do monte. Ida (JUDAH), bem conhecido na história antiga e na mitologia. Este relato nos trabalhos de Tácito pode bem ser considerado fantástico se não fosse pelo fato de que existia uma ligação cultural MAIS INTIMA entre os micênicos e os israelitas!

 

Mitos gregos posteriores indicam que eles (os TROJANOS) VINDAM DA MESMA ORIGEM QUE OS MICENICOS, mas se mudaram mais para o norte para cruzar para a Ásia Menor no Bósforo, o estreito entre o Mar de Mármara e o Mar Negro na Rússia.

Eles então migraram para o que é agora TURQUIA. Finalmente, uma ramificação da ILUS fundou a TROIA sob o nome ‘Ilium.’[61]

 

Tácito, Josefo e outros apontam para o estabelecimento de uma LINHAGEM REAL DE JUDÁ NA CRETA MICÊNICA – estabelecida por EXILADOS DO EGITO, que praticavam a CIRCUNCISÃO e eram considerados “ESTRANGEIROS” pelos egípcios!

 

Dardano era claramente o Darda da Bíblia – o filho de Zerá e neto de Judá – e um príncipe de Judá por direito próprio![62]

 

As lendas afirmam que a cidade mais antiga da terra de Tróia foi fundada por Teucer, que era filho do Escamandro (um córrego de Creta, de acordo com John Tzetzes, poeta e gramático bizantino do século XII) e a ninfa Idaea. Durante o reinado de Teucer, DARDANUS – filho de Zeus e da ninfa Electra – partiu da ilha de Samotrácia, no Egeu até Troade, após um grande dilúvio na região do Mediterrâneo. Depois que ele chegou à Troade, Dardanus recebeu uma concessão de terras de Teucer e casou com sua filha Batea, logo depois fundando a cidade de DARDANIA ao pé da MONTANHA IDA. Com a morte de Teucer, Dardanus o sucedeu como rei e batizou toda a terra DARDANIA.

 

Ele gerou Erichthonius, que gerou TROS por Astyoche, filha de Simois. Tros chamou o país de TROIA (em homenagem a si mesmo) e as pessoas TROES (TROIANOS). Por Callirrhoe, filha de Scamander, Tros teve três filhos – Ilus, Assaracus e Ganimedes. De dois dos filhos de Tros – Ilus e Assaracus – surgiram duas linhas separadas; Ilus, Laomedon, Príamo, Hector; e Assaracus, Capys, Anchises, Enéias.[63]

 

De acordo com a Enciclopédia Britânica:

 

Ilus foi para a Frígia, onde recebeu, como um prêmio de luta do rei da Frígia, uma vaca malhada, com uma liminar para fundar uma cidade onde ela se deitasse. A vaca deitou-se na colina do frígio Ate; aqui Ilus fundou Ilion; e Dardania, Tróia e Ilion se tornaram uma cidade. Desejando um sinal de Zeus, Ilus orou e encontrou diante de sua tenda o Paládio, uma estátua de madeira de Pallas, para a qual ele construiu um templo. Por Eurídice, filha de Adrasto, ele teve um filho, Laomedonte, que se casou com Estrimo, uma filha de Escamandro (ou Plácia, filha de Otreu ou de Leucipe). Em seu reinado, Posídon e Apolo (ou Posídon sozinho) construíram as muralhas de Tróia, mas Laomedonte reteve sua recompensa. Em seu reinado também, HÉRACLES sitiou e tomou a cidade, matando Laomedonte e seus filhos, exceto uma filha, Hesíone, e um filho, Podarge.[64]

 

De acordo com as lendas, a vida deste Podarge foi poupada a pedido de Hesíone – com a condição de que Podarge primeiro fosse um escravo e depois fosse resgatado por Hesíone. Hesíone deu seu véu para ele; daí seu nome de PRÍAMO (grego para “comprar”). Depois de ganhar sua liberdade, Príamo primeiro se casou com Arisbe e depois com Hécuba, com 50 filhos e 12 filhas! Entre esses filhos estavam HEITOR e PÁRIS, e entre as filhas Polixena e Cassandra. Páris tornou-se prometido a Enone, e concedeu a “maçã da contenda” de ouro a Afrodite (que lhe prometeu o amor da mais bela das mulheres) e trouxe sobre Tróia o ressentimento de Hera e Atena.

 

Após isto Páris, visitando Esparta, se engraçou com HELENA, herdeira de Tyndareus e esposa de MENELAU, FILHO DE ATREU, e levou-a a Troia. Para recuperar Helena, os ACHAEANOS sob AGAMEMNON, irmão de Menelau, sitiaram Troia por dez anos.[65]

 

Essa é a Helena que lançou mil navios. No décimo ano do cerco, Heitor foi morto por Aquiles e ele por Páris. A guerra começou em 1194 a.C. – 1184 a.C. Heitor foi morto por Aquiles e, em seguida, arrastou-se em frente às muralhas de Tróia.

 

Depois de construir a cidade de Dardanus no Troade, DARDA estabeleceu sua LINHAGEM REAL na terra, Enéias (que significa “louvar”) era um herói troiano, o filho do príncipe Anquises e a deusa Afrodite. Seu pai era primo em segundo grau do rei Príamo de Tróia, tornando Enéias e Príamo, primos de segundo grau, uma vez removida.

 

O reinado de Príamo terminou em 1184 a.C. – o ano em que os troianos foram esmagados na Primeira Guerra de Tróia por seus irmãos gregos. Enéias, da linhagem real, escapou da destruição de Tróia e seguiu para a Itália. A história de sua migração se encontrada na Eneida, escrita pelo historiador romano Virgílio. A Nova Enciclopédia de Funk e Wagnall descreve a história:

 

A ENEIDA é uma obra mítica (segundo os “especialistas”) em doze livros, descrevendo as andanças do herói ENEIAS e um pequeno bando de TROIANOS após a queda de Tróia. Enéias escapou de Tróia com as imagens de seus deuses ancestrais, carregando seu pai idoso em seus ombros, e conduzindo seu jovem filho ASCANIO pela mão, mas na confusão de sua fuga apressado ele perdeu sua esposa, Creusa.

 

Ele juntou uma FROTA DE VINTE NAVIOS e navegou com os Troianos sobreviventes para o TRÁCIA, onde eles começaram a construir uma cidade. Enéias posteriormente abandonou seu plano de um assentamento lá e foi para CRETA, mas foi expulso daquela ilha por uma pestilência. Depois de visitar EPIRO e SICILIA (onde seu pai morreu), Enéias naufragou na COSTA DA ÁFRICA e foi recebido por DIDO, Rainha de CARTAGO. Depois de um tempo ele novamente partiu; Dido, que se apaixonou por ele, ficou de coração partido por sua saída e se suicidou. Depois de visitar a SICÍLIA novamente e parar no CUMAS, NA BAÍA DE NÁPOLES, ele parou na BOCA DO RIO TIBRE, SETE ANOS após a queda de Tróia. Enéias foi recebido por LATINO, REI DO LÁCIO. Lavinia, filha de Latinus, estava destinada a casar com um estranho, mas sua mãe Amata prometera dar-lhe em casamento a TURNO, rei dos rútulos. Uma guerra se seguiu, que terminou com a derrota e morte de Turno, tornando possível o casamento de Enéias e Lavinia. Enéias morreu três anos depois, e seu filho ASCÂNIO FUNDOU ALBA LONGA, a cidade mãe da Roma.[66]

 

O Compendium of World History registra que “os refugiados da Primeira Guerra de Tróia se estabeleceram … na Itália. Eles fundaram a Lavinium dois anos depois da Primeira Guerra de Tróia – isto é, em 1179 a.C. – e mais tarde a cidade de Alba (o local do palácio de verão do papa hoje) na época da Segunda Guerra de Tróia em 1149 a.C. A CASA REAL TROIANA fundou na Itália uma linha de reis que reinou em Alba desde 1178 a.C. até 753 a.C., quando o centro do governo passou para Roma.”

 

Latino, rei de Lácio, era si mesmo descendente de JUDÁ! Observe:

 

A famosa mulher ELECTRA ou ROMA era filha de Atlas Kittim. Josefo revela que ATLAS foi Efer, o NETO de ABRAÃO. Sua filha, a concubina de Júpiter ou Judá (veja a história islandesa …), não poderia ser outra senão o TAMAR bíblico. De Electra, que mais tarde se casou com Cambon, veio uma linha de governantes que mais tarde foram considerados deuses ou heróis divinos. A lista nos leva até a vinda de ENÉIAS DE TROIA …. Todas essas linhas reais estavam relacionadas com a família de … JUDA.[67]

 

  1. JUPITER (JUDA)
  2. ROMA (TAMAR)
  3. ROMANESSUS
  4. PICUS I
  5. FAUNUS
  6. ANNUS
  7. VULCAN
  8. MARTE
  9. SATURN
  10. PICUS II
  11. LATINO
  12. ENÉIAS
  13. ASCANIO

 

O 35° ano do reinado de Latino foi o 1181 a.C.-1180 a.C.— o ano que ENÉIAS DE TRÓIA chega a Itália.[68]

 

No 38° ano, Latino faleceu e Enéias o sucedeu, assim assegurando a que a linhagem de Judá continuasse.

 

Latino, rei do Lácio que precede os Troianos, faleceu em 1178 a.C.— três anos após a queda de Troia em 1181 a.C. Enéias o Troiano, genro de Latino, o sucedeu e reinou por três anos (1178 a.C.-1175 a.C.). Ele, por sua vez, foi sucedido pelo seu filho ASCÂNIO—que reinou por 38 anos (1175 a.C.-1137 a.C.).

 

O Annals of the Romans (Anais dos Romanos) relata que após Enéias fundar Alba, ele se casou com uma mulher que lhe deu um filho pelo nome de SILVIO. Silvio, por sua vez, casou; e quando sua mulher engravidou, Enéias mandou dizer para ele que estava enviando um feiticeiro para examinar sua mulher e tentar determinar se o bebê era masculino ou feminino. Após examinar a esposa de Silvio, o feiticeiro retornou a sua casa, mas foi morto por ASCÂNIO por conta de sua profecia que dizia que a mulher tinha um filho em seu ventre que seria o filho de morte, — pois como a estória conta, o filho eventualmente mataria seu pai e sua mãe e seria um tormento a toda a humanidade.

 

Durante o parto do filho, a esposa de Silvio faleceu, e o menino foi criado por seu pai que o deu o nome de BRITTO (BRUTUS). Muito anos mais tarde, cumprindo com a profecia, o jovem BRITTO matou seu pai num acidente enquanto praticava arco e flecha com seus amigos.

 

O relato de Geoffrey de Monmouth conta muito da mesma estória, porém com mais detalhes.[69] Nesta versão, Brutus é explicitamente o neto, ao invés de filho de Ascânio. Seu pai é Sílvio, o filho de Ascânio. O feiticeiro que profetiza coisas grandiosas para o Brutus ainda no ventre, também profetiza que matará ambos os pais. Ele assim o faz, da mesma forma que é relatado no Historia Britonum, e é banido. Viajando até a Grécia, ele descobre um grupo de Troianos escravizados ali. Ele se torno seu líder, e após uma série de batalhas, eles derrotam o rei grego Pandrasus ao atacar seu acampamento a noite, capturando o seus guardas. Ele os leva reféns e o obriga a soltar o seu povo. Ele recebe a filha de Pandrasus em casamento, bem como navios e provisões para a viagem e sai a navegar.

 

Os Troianos desembarcam numa ilha deserta e descobrem um templo a Diana abandonado. Após seguir o rito apropriado, Brutus adormece a frente da estátua da deusa e recebe visão da terra ao qual é destinado a estabelecer-se, no Oeste em uma ilha no oceano habitado apenas por alguns gigantes.[70]

 

Depois de deixar a região do Egeu, Brutus “MIGROU PARA MALTA, e lá foi aconselhado a reestabelecer seu povo na “Grande Ilha Branca” (um nome antigo para a Grã Britânia por conta de seus penhascos de giz). Este conselho está registrado no grego antigo no Templo de Diana em CAER TROIA (Nova Troia).”[71]

 

Para onde seguiram BRUTUS e seu povo após isto, foi preservado pelo historiador Britânico Nênio, que afirma que “Enéias… chegou na Gália (FRANÇA moderna), ONDE FUNDOU A CIDADE DE TOURS, que é chamado Turnis…”[72]

 

A tradição dita que a caminho da “Ilha Branca” Brutus encontrou MAIS QUATRO COLONIAS TROIANAS NAS MARGENS DA ESPANHA e os persuadiu a se juntarem a ele.

 

Após algumas aventuras no norte da África e um quase encontro com as sereias, Brutus descobre outro grupo de exilados Troianos vivendo as margens do Mar Tirreno, liderados pelo prodigioso guerreiro Corineus. Na Gália, Corineus provoca uma Guerra com Goffarius Pictus, rei da Aquitânia, após caçar na floresta do rei sem permissão. O sobrinho de Brutus, Turonus more em combate, e a cidade de Tours é fundada onde ele é enterrado. Os Troianos vencem a maioria de suas batalhas, mas estão conscientes de que os Gálicos têm a vantagem numérica, então retornam a seus navios e seguem para a Britânia, na época chamada de Álbion. Eles encontram os descendentes gigantes de Albion e os derrotam.

 

O História Britonum afirma que “A ilha da Britânia deriva seu nome de Brutus, um cônsul romano” que conquistou a Espanha. Segue-se uma história mais detalhada, definida antes da fundação de Roma, na qual Brutus é neto ou bisneto de Enéias.

 

Seguindo fontes romanas como Livy e Virgílio, a estória conta como Enéias se estabeleceu na Itália depois da Guerra de Troia, e como seu filho Ascânio fundou Alba Longa, um dos precursores de Roma. Ascânio se casou e sua esposa ficou grávida. Em uma versão variante, o pai é Silvio, que é identificado como o segundo filho de Enéias, mencionado anteriormente na estória, ou como o filho de Ascânio. Um feiticeiro, convidado a prever o futuro da criança, disse que seria um menino e que ele seria o mais corajoso e amado na Itália. Enfurecido, Ascânio mandou matar o feiticeiro. A mãe morreu no parto.

 

O menino, chamado Brutus, mais tarde acidentalmente matou seu pai com uma flecha e foi banido da Itália. Depois de vagar entre as ilhas do Mar Tirreno e pela Gália, onde fundou a cidade de Tours, Brutus finalmente veio para a Inglaterra. Deu ao local o seu nome e encheu-a com seus descendentes. Seu reinado está sincronizado com o tempo em que o Sumo Sacerdote Eli foi juiz em Israel, e a Arca da Aliança foi tomada pelos filisteus.[73]

 

Brutus renomeia a ilha com seu próprio nome e se torna seu primeiro rei. Brutus então funda uma cidade às margens do rio Tâmisa, que ele chama de Troia Nova, ou Nova Tróia, assentando seu palácio onde hoje é Guildhall e um templo para Diana no que hoje é a Catedral de São Paulo (com a Pedra de Londres fazendo parte do altar no lá). O nome foi corrompido com o tempo para Trinovantum e é mais tarde chamado de Londres. Ele cria leis para seu povo e governa por vinte e quatro anos. Ele está enterrado em um templo em Tower Hill. Após sua morte, a ilha é dividida entre seus três filhos, Locrinus (Inglaterra), Albanactus (Escócia) e Kamber (País de Gales).

Geoffrey disse que o rei Brutus (que deu seu nome à Grã-Bretanha) foi guiado pela deusa Diana para liderar os primeiros habitantes da Grã-Bretanha à ilha, chegando por volta de 1100 a.C. Assim, vale a pena especular se Brutus (Brwth) estava ligado ao sitio pagão que ficava na Catedral de São Paulo.

 

O local também é ligado ao Rei Lud, que deu seu nome ao atual Ludgate Circus e ao Ludgate Hill, onde fica a Catedral de São Paulo. Heli (Beli Mawr no Galês) em aproximadamente o ano 113 a.C. Lud, o filho de Heli (Beli Mawr), tornou-se rei em 73 a.C. Lud reconstruiu a cidade de Londres que o rei Brutus havia fundado e nomeou Nova Tróia, e a rebatizou de Caerlud, a cidade de Lud, em homenagem a seu próprio nome. O nome da cidade foi posteriormente corrompido para Caerlundein, que os romanos tomaram como Londinium, daí Londres.

 

Na seção de manuscritos da Biblioteca Britânica, há um documento antigo – MS43968 – que costumava ser guardado no Castelo de Windsor. Este gráfico em particular dá a descendência da Família Real Britânica desde ADÃO ATÉ BRUTUS. Além disso, os gráficos publicados pela Covenant Publishing Co., Ltd., por WMH Milner, intitulado A Casa Real da Grã-Bretanha e por MH Gayer intitulado, A Herança da Raça Anglo-Saxônica traçam a ascendência da Casa Real POR DIVERSAS LINHAS DESCIDOS DO PATRIARCA JUDÁ — INCLUINDO BRUTUS que é mostrado como um descendente do filho de Judá, Zerá.

 

Todo estudante britânico sabia de cor a carta que o rei britânico Caractacus enviou a Cláudio César. Mas muitos não sabem sobre a carta, escrita cerca de um século antes, do rei Cassibellaunus a Júlio César. Esta carta é citada na íntegra por Geoffrey de Monmouth, que possuía um antigo manuscrito da BRETTANY que evidentemente continha a carta. Geoffrey cita amplamente este manuscrito em seu trabalho histórico. A carta diz o seguinte:

 

Cassibelaun, rei dos britânicos, para Caius Julius Caesar. Não podemos deixar de admirar, César, a avareza do povo romano, uma vez que sua insaciável sede por dinheiro não nos deixa em paz, que os perigos do oceano nos colocaram de certa forma fora do mundo; mas eles devem ter a presunção de cobiçar nossa substância, a qual até agora desfrutamos em silêncio. Nem isso é realmente suficiente: também devemos preferir sujeição e escravidão a eles, antes do gozo de nossa liberdade nativa.[74]

 

Sua demanda, portanto, César, é escandalosa, já que A MESMA VEIA NOBRE DE ENÉIAS, CORRE NOS BRITÃNICOS E ROMANOS, E A MESMA CADEIA DE CONSAGUINIDADE BRILHA EM AMBOS: devendo ser um forte laço de união e amizade. Isso era o que você deveria ter exigido de nós, e não da escravidão: aprendemos a admitir um, mas nunca apoiar o outro. E estamos tão acostumados à liberdade, que somos ignorantes ao que seja submeter-se à escravidão. E se até mesmo os próprios deuses tentassem privar-nos de nossa liberdade, nós resistiríamos ao máximo em defesa dela.

 

Saiba então, César, que estamos prontos para lutar por isso e pelo nosso reino se, como você ameaça, você tentar invadir a Grã-Bretanha.

 

A referência nesta carta a ENÉIAS apoia o fato de que a antiga linhagem real britânica PROVÉM DE TRÓIA, assim como tradicionalmente, descende alguns dos PRIMEIROS GOVERNANTES DA ROMA. E, como já vimos, a tradição de que os LÍDERES TROIANOS ERAM JUDAÍTAS confirmada pelo testemunho de vários locais.[75]

 

Cassibellaunus não era o único rei da Grã-Bretanha que sabia de sua linhagem de Troiana. Edward I, que removeu a Pedra da Coroação na Escócia para Londres, costumava OSTENTAR sobre sua descendência dos troianos: “Os reis irlandês e escocês, Fergus e O PRÓPRIO EDWARD eram todos DESCENDENTES DE JUDÁ: na verdade, se diz que EDWARD costumava se vangloriar de ter DESCENDIDO DOS TROIANOS!”[76]

 

Edward I (17 de junho de 1239 E.C. – 7 de julho de 1307 E.C.), também conhecido como Edward Longshanks e o Martelo dos Escoceses (do latim: Malleus Scottorum), foi rei da Inglaterra de 1272 de C.E a 1307 E.C.[77]

 

Vamos parar por aqui com esta linhagem de Troianos chegando à Inglaterra, para agora seguir outra linhagem que também escapou da queda de Tróia.

 

A Migração para a Ilíria

 

Nas margens orientais do Mar Adriático, aproximadamente a meio caminho entre as ruínas da Acrópole em Atenas e as do Coliseu em Roma, encontram-se as ruínas de uma série de colônias que os Helenos estabeleceram em solo ilírico – no que é hoje o país da Albânia. Estes HELENOS fundaram colônias não só na costa do Adriático, mas também no mar Negro, Sicília, Norte da África e outras partes do Mediterrâneo.

 

As ruínas antigas, pouco conhecidas do público em geral hoje, segundo os especialistas, estão INTIMAMENTE LIGADAS à civilização grega clássica. Essas colônias foram organizadas da maneira típica da Grécia e funcionaram como entidades políticas autônomas – promulgando suas próprias leis, organizando sua própria defesa e contraindo acordos com outras cidades-estados e potências estrangeiras.

 

QUEM fundou essas colônias e de ONDE os colonizadores vieram?

 

O poeta romano VIRGILIO nos conta em sua Eneida (Livro III) que esta área da Costa Adriática foi fundada por UM GRUPO DE EXILADOS TROIANOS que fugiram de Tróia depois da vitória grega. Os exilados estavam sob a liderança de HELENOS que, na lenda grega, era filho de PRÍAMO e Hécuba e irmão gêmeo de Cassandra. Este HELENOS era, portanto, da linhagem real de DARDANUS e um JUDAITA!

 

A Enciclopédia Britânica observa que “após a captura de Tróia, ele (HELENOS) e sua cunhada, Andrômaca, acompanharam Neoptólemo (Pirro) como cativos para o EPIRO, onde HELENOS o persuadiu a se estabelecer. Após a morte de Neoptólemo, Helenos casou-se com Andrômaca e tornou-se governante do país. Ele foi o FUNDADOR das cidades de BUTROTO E CAÔNIA, em homenagem a um irmão ou companheiro, que ele havia matado acidentalmente enquanto caçava”.[78]

 

Buthrotum (agora conhecido como BUTROTO) foi estabelecido península à apenas 9 milhas da ilha de CORFU. Esta localização caiu dentro da terra dos Caeones, uma tribo Ilíria já estabelecida lá quando Helenos chegou. O nome BUTROTO significa “lugar cheio de gado e pastagens” e era um lugar perfeito para a nova cidade.

 

Norman Hammond, em um artigo “Atravessando a Albânia”, expressa o seguinte: “Butroto (antigamente BUTHROTUM) fica ao sul de Saranda, em uma península rochosa. Sua lendária fundação como uma NOVA TROIA (foi segundo Vergílio) pelo PRÍNCIPE TROIANO HELENOS e Andrômaca, viúva da HEITOR … ”

 

Eventualmente a cidade de EPIDAMOS foi fundada pelos helênicos (também conhecida como DIRRÃO) e é dessa palavra que DURRES, como a cidade é conhecida hoje, deriva seu nome.

 

Encorajados pela expansão do comércio com os ilírios, os helenos estabeleceram uma NOVA COLÔNIA ao sul de Epidamos, que chamaram APOLÓNIA (atual Pojan) em homenagem ao deus Apolo. Esta nova colônia foi construída em uma colina a cerca de um quilômetro da costa e nas margens do rio Vjosa. Como o rio era navegável daquele ponto para o oeste, Apollonia tinha uma saída indireta para o Mar Adriático – mantendo-o, portanto, dentro das rotas comerciais.[79]

 

A antiga Casa Real de Tróia – da linhagem de DARDANUS – foi restaurada ao poder após a derrota grega em Tróia em 1149 a.C. Como observado por Herman L. Hoeh:

 

A história completa da Casa Real de Tróia que retornou ao poder em Tróia foi preservada – de todos os lugares – nos registros dos HAPSBURGOS ESPANHOIS! O motivo? Os Habsburgos eram, de fato, DESCENDENTES LINEAIS DA CASA DE TROIA![80]

 

Como já vimos HELENOS, o filho de Príamo e Hécuba, fugiu de Tróia depois da primeira Guerra de Tróia e se estabeleceu na Ilíria ou Épiro. Lá Helenos e seus seguidores fundaram as cidades de Butroto e Caônia. Através dele, o sangue real de Judá foi preservado no Oriente Médio.

 

Durante a Segunda Guerra de Tróia, em 1149 a.C., os descendentes de Helenos reconquistaram Tróia dos gregos e restauraram a Casa Real de DARDANUS na cidade. A história espanhola de Gutierrez registra os nomes dos descendentes de Helenos que controlaram Tróia e a região ao redor até a Terceira Guerra de Tróia em 677 a.C.:

 

Na queda de Tróia, em 677 a.C., membros da Família Real de Tróia e a maior parte da população da cidade fugiram para as COSTAS DO MAR NEGRO AO NORTE na Europa Oriental. Pelos próximos 234 anos, nesta região, a CASA JUDAICA DOS TROIANOS forneceu onze governantes para as pessoas que fugiram de Troia:

 

Em 442 a.C. MARCOMIR, filho de Antenor, subiu ao trono; e em 441 a.C. ele migrou para fora da Cítia e estabeleceu o povo no DANÚBIO. Em 431 a.C. os godos forçaram-no, juntamente com mais de 175.000 homens, a sair da área para o país agora chamado de Frísia Ocidental, Gelders e Holanda. Então, nove anos depois, Marcomir atravessou o Reno e conquistou parte da Gália – FRANÇA MODERNA! Ele fez seu irmão governador, e continuou a conquista gradual da totalidade da Gália.

 

Eventualmente, esse povo tornou-se conhecido como FRANCO ou Franconiano, depois de um rei chamado FRANCOS, que reinou de 39 a.C.-11 a.C. O último rei dos francos – Marcomir V – obteve uma grande vitória sobre os romanos em Colônia em 382 E.C. e recuperou todas as terras na posse dos romanos, exceto Armoria ou Pequena Britânia, em 390 E.C. No entanto, ele foi morto em batalha três anos depois e os romanos conquistaram os FRANCOS – comandando-os a abster-se de eleger reis sobre si mesmos. Em vez disso, os Francos elegeram duques para reinar sobre eles, começando com Genebald I em 328 E.C.

 

O quinto duque dos Francos do Oriente, Faramundo (404 E.C.- 419 E.C.) é reconhecido pelos primeiros historiadores como sendo o PRIMEIRO VERDADEIRO REI DA FRANÇA. Em 427 E.C. a sucessão passou para Clodion que fundou a DINASTIA MEROVINGIANA.[81]

 

Há algo MUITO INTERESSANTE sobre esta dinastia que merece explicação:

 

Seus reis usavam cabelo comprido. Eles mantiveram seu cargo real até o Papa sugerir aos Francos do Leste (alemães) que eles poderiam ganhar poder sobre os merovíngios cortando o cabelo do rei. O último Merovíngio foi devidamente tonsurado. O governo passou depois para Pippin, pai do rei alemão Carlos Magno, que RESTAUROU o Império Romano para o Ocidente em 800 E.C. A história dos merovíngios, DESCIDOS DA LINHAGEM TROIA E DA CASA DE JUDÁ, é contado de forma interessante em um livro intitulado The Long-haired Kings por JM Wallace-Hadrill. (Veja especialmente o capítulo 7.) Os merovíngios reconheceram que, embora viessem de Judá, NÃO ERAM DO TRONO DE DAVI e só manteriam seu poder enquanto mantivessem uma TRADIÇÃO NAZIREU – cabelo longo – simbolizando sua sujeição a um Poder Superior – Deus que governa supremo entre os homens. (Veja Números 6.)[82]

 

Conclusão da Casa de Davi

 

Eu expus diante de vocês a linhagem de reis israelitas desde Saul até o último rei da linhagem de Davi – o rei Zedequias. Parei com aquele capítulo em que encontramos Jeremias ainda na companhia das filhas do rei e dos guardas armados das forças Milesianas no Egito.

 

Mostrei-lhe os reinos da linhagem de Calcol e depois de Dara, bem como as duas linhas de Zerá e seu irmão Perez, filhos de Judá. Eu também mostrei a você como essas duas linhas de Calcol e Dara migraram através do tempo e da Linhagem Real de Tróia para todas as casas reais da Europa – especialmente a linhagem real na Irlanda, Escócia e depois na Inglaterra.

 

Há uma riqueza de informações que você pode pesquisar sobre esse assunto, caso decida. Eu tentei ser o mais breve possível. Agora, deixe-me concluir este capítulo e mostrar-lhe como Jeremias se relaciona com tudo isso.

 

Terras da Ibéria: A terra da Espanha e Portugal, deve-se mencionar, também é conhecida como a Península Ibérica. Observações Microsoft Encarta: “Ibéria, nome antigo da Península Ibérica e do país entre o Grande Cáucaso e a Armênia, aproximadamente coextensivo com a atual Geórgia (que fica ao sul da Rússia)”[83]

 

Faiths of Man: Encyclopedia of Religions[84] afirma: “Os Iberos do Cáucaso eram georgianos. . . Na Sicília, os Iberos estavam no Oeste. . . Espanha era a Ibéria. . . (E o historiador romano) Tácito fala de Iberos no oeste da Inglaterra (na Cornualha), que pode ter vindo da Espanha.”[85]

 

Por que Ibéria seria o nome de lugares e pessoas tão distantes um do outro? Como demonstrei no capítulo um e agora neste capítulo, é porque os israelitas – os hebreus – migraram através da Espanha e do Cáucaso e também foram para a Grã-Bretanha! Iber é quase idêntico ao nome do ancestral de Abraão, Eber ou Heber, pai dos hebreus.

 

14 Viveu Salá trinta anos e gerou a Héber; e, depois que gerou a Héber, viveu Salá quatrocentos e três anos; e gerou filhos e filhas. Viveu Héber trinta e quatro anos e gerou a Pelegue. (Gênesis 11:14-16)

 

Além disso, o nome hebraico parece ter assumido um significado adicional. A Cyclopaedia of Biblical, Theological and Ecclesiastical Literature de McClintock & Strong acrescenta que a palavra passou a significar: “um do outro lado, ou seja. . . imigrante.”[86]

 

O tradutor da Bíblia, Ferrar Fenton, observou que em 1 Samuel 4:6:

 

Eberim, se traduzido, significa “colonos” – um termo adequado para ser usado pelos filisteus a respeito dos israelitas, que eram realmente colonos na Palestina.

 

E seria um termo adequado para os colonos israelitas em outras terras se aplicarem a si mesmos. Considerando a migração hebraica através da Espanha, o nome do rio Ebro situado lá parece ser da mesma origem. E o mesmo pode se aplicar a Irlanda – ou pelo menos um de seus nomes anteriores. A palavra Irlanda se origina de Eire-LAND (terra) – Eire sendo o nome gaélico da nação. Tradicionalmente, a Irlanda também é chamada de Erin. Os romanos chamavam isso de Hibernia ou Ivernia. Professor de Harvard, Barry Fell escreveu:

 

Um dos nomes antigos da Irlanda é Ibheriu, pronunciado como Iveriu, um fato que sugere que a palavra é derivada de uma pronúncia ainda mais antiga, Iberiu. Ora, isso é muito interessante, pois as histórias gaélicas afirmam que os ancestrais dos gaélicos vieram para a Irlanda da Ibéria, o antigo nome da Espanha. Poderia Iberiu ser o mesmo que Ibéria, o nome da pátria antiga tendo sido transferido para a mais nova? Muitas pessoas, incluindo alguns linguistas, acham que este pode ser o caso.[87]

 

A conexão entre Iveriu e hebraico é ainda mais forte quando percebemos que a palavra hebraica para “hebraico” é na verdade pronunciada Ivri. No entanto, deve-se notar que enquanto o Iber é uma provável raiz para Iberiu e os nomes romanos Hibernia e Ivernia, é possível que os nomes específicos Erin e Eire tenham se originado de outra fonte.

 

Consideremos então a entrada na Irlanda de pessoas da Península Ibérica. O noroeste da Espanha é chamado de Galacia, aparentemente por conta dos Gaels. Da mesma forma, Portugal, como expliquei anteriormente, é “Port of the Gaels (Porto dos Gaels).”

 

Thomas Moore, em The History of Ireland, afirma:

 

Com o passar do tempo, os Tuatha-de-Danaan (na Irlanda) foram eles próprios despossuídos de seu domínio; uma invasão bem-sucedida da costa da Espanha, tendo posto fim à dinastia Daniana, e transferido o cetro para as mãos daquela raça mileniana ou Scótica, que através de uma longa série de eras sucessivas supriu a Irlanda com seus reis. Esta célebre colônia, embora vinda diretamente da Espanha, era originalmente; nos é dito, da raça cita.[88]

 

Os gaélicos (ou celtas) e citas eram, em geral, israelitas – assim como os danaans. Quem eram então os milésios? Observe que os citas da Espanha também eram conhecidos como Milesianos – um nome recorrente nos anais irlandeses.

 

Peter Berresford Ellis, um dos principais estudiosos celtas escrevendo atualmente, afirma em seu livro de 2002, Erin’s Blood Royal: The Gaelic Noble Dynasties of Ireland:

 

A aristocracia gaélica nativa da Irlanda é, sem dúvida, a mais antiga da Europa. . . As casas reais irlandesas têm genealogias. . . traçando sua descendência, geração após geração, dos filhos de Golamh, também conhecidos como Milesius ou Mile Easpain (soldado da Espanha), que, segundo a tradição, invadiram a Irlanda no final do segundo milênio a.C. (um cronograma que é problemático, como veremos). Ele é considerado o progenitor dos gaélicos.[89]

 

Assim, Ellis vê o nome Milesius como derivado de uma raiz que significa “soldado”, como na palavra latina “miles”, a origem de nossa palavra militar. No entanto, como você viu anteriormente, o termo “Milesiano” é normalmente usado para designar o povo de Mileto no oeste da Ásia Menor (hoje no oeste da Turquia).).

 

De acordo com a Enciclopédia Britânica:

 

A cidade grega traçou sua fundação para Neleu e seus seguidores de Pilos.[90]

 

O reino micênico de Pilos foi conquistado por Neleu e, a partir de então, foi governado por seu filho mais novo, Nestor.[91]

 

A cidade de Pilos estava localizada na costa sudoeste da Grécia, no mar Jônico. Os gregos jônicos desta área colonizaram todo o Mediterrâneo.

 

O historiador Will Durant explica em sua aclamada obra The Story of Civilization:

 

Não há nada mais vital na história dos gregos do que sua rápida disseminação pelo Mediterrâneo. . . A migração seguiu cinco linhas principais – eoliana, jônica, dórica, euxina, italiana. . . A segunda linha (a linha jônica) teve seu início no Peloponeso (sul da Grécia), de onde milhares de micênicos e aqueus (que Homero identificou com os danaans) fugiram. “Alguns deles se estabeleceram na Ática (a região de Atenas), alguns na Eubéia (a grande ilha a nordeste de Atenas); muitos deles se mudaram para as Cíclades (ilhas do Mar Egeu entre a Grécia e a Turquia), se aventuraram pelo Egeu e estabeleceram na Ásia Ocidental Menor (Turquia) as doze cidades da Dodecápolis Iônica (incluindo Mileto). . . A quinta linha moveu-se para o oeste até o que os gregos chamavam de ilhas jônicas, daí para a Itália e a Sicília, e finalmente para a Gália (França) e Espanha. . Uma a uma essas colônias tomaram forma, até que a Grécia não era mais a estreita península dos dias homéricos, mas uma associação estranhamente frouxa de cidades independentes espalhadas da África para a Trácia (no norte da Grécia) e de Gibraltar (no sul da Espanha) para o leste fim do Mar Negro.[92]

 

E isso é exatamente o que eu mostrei em relação a traçar as linhas de Calcol, Dara e a tribo de Dã no Peloponeso, onde a cidade de Pilos é encontrada.

 

Não deveria ser uma surpresa, então, encontrar o nome “Milesianos” tanto na antiga Turquia quanto na Espanha, uma vez que esses eram, sem dúvida, povos relacionados. Isso se torna ainda mais provável quando percebemos o escopo de influência do próprio Mileto.

 

Durant reporta:

 

Mileto, o mais meridional dos doze Jônios, foi, no século VI (a.C.), a cidade mais rica do mundo grego. O local tinha sido habitado por carianos dos dias minoicos e quando, por volta de 1000 a.C., os jônios chegaram da Ática (a região de Atenas), eles encontraram a antiga cultura do Egeu (na vizinha Tróia antiga) . . . esperando para servir como ponto avançado de partida para a sua civilização. “Aprendendo dos fenícios e gradualmente aprimorando sua instrução, os mercadores jônios estabeleceram colônias como postos de comércio no Egito, na Itália, o Propontis (Mar de Mármara entre Istambul e o local da antiga Tróia) e o Euxine (Mar Negro). O próprio Mileto tinha oitenta dessas colônias, sessenta delas no Norte.[93]

 

Certamente, então, os milésios da Espanha eram de Mileto ou de qualquer uma de suas muitas colônias. Mas quem eram essas pessoas? Eles vieram da Grécia micênica, que era predominantemente Danita. No entanto, deve-se perceber que os Danitas não eram os únicos israelitas no sul da Grécia. De fato, como venho mostrando a vocês, muitos habitantes da Grécia micênica – e da antiga Tróia – eram da tribo de Judá, que parece ter migrado através de Creta. De fato, parece que reis descendentes do filho de Judá, Zerá, os governaram. Zerá, o bebê que tinha o fio escarlate colocado em seu pulso quando estendeu a mão para fora do útero antes de Perez nascer. Dessa descida emergiram duas linhagens principais reais de Zeraítas – a Casa Real de Tróia, da qual a maioria da realeza europeia é surpreendentemente descendente, e a Casa Real Ateniense, que se tornou a linhagem real de Mileto. Milesius ou Miledh, o pai da dinastia Milesiana da Irlanda na Espanha – também chamado de Golamh ou Gathelus – é referido como filho de Nel (também Niul ou Neolus) ou filho de Cécrope, o fundador de Atenas na mitologia grega.

 

Isto é; na verdade, uma prova positiva de que as histórias tradicionais da Irlanda ligam seus milésios aos do mar Egeu. Pois além da menção de Cécrope, nós já vimos que os Milesianos da Ásia Menor traçaram sua descendência de Neleu, o soberano do micênico Pilos no Mar Jônico (que, como outros governantes micênicos, era provavelmente de ascendência judaica). Então Milesius provavelmente não era o nome real do fundador da dinastia Milesiana na Irlanda. Em vez disso, o nome Milesius ou Miledh em si significava Milesiano (um de Mileto). Assim, muito provavelmente não significa apenas “soldado”. Da mesma forma, o nome Golamh e suas variantes não são nomes próprios. Em vez disso, eles simplesmente denotam nacionalidade, vindo da mesma origem que Gaul e Gael. Esses nomes denotam “israelitas errantes” – como o termo citao.[94]

 

Curiosamente, como foi dito em outro lugar, diz-se que Milesius descende do rei da Cítia – a saber, um Feinius Farsaidh. Mas isso pode não ser um nome próprio real.

 

Feinius parece ser a mesma palavra que Feni, um nome para os primeiros habitantes celtas da Irlanda.[95]

 

Estes eram provavelmente os fenícios – muitos dos quais eram israelitas. Continuando, os altos reis da Irlanda:

 

“. . . afirmam sua descida dos dois filhos de Milesius, Eremon e Eber Fionn, que foram progenitores dos gaélicos na Irlanda e que dividiram a Irlanda entre si – Eremon governando no Norte e Eber Fionn no sul.”[96]

 

Mais uma vez, estes podem não ter sido nomes próprios. O significado de Eremon ou Heremon, pode ter sido um nome real ou pelo menos um título. Mas Eber Fionn ou Eber Finn podem simplesmente denotar “fenício hebraico”. Seja qual for o caso, a conclusão mais provável em relação à identidade dos invasores da Irlanda milanesa é que eles eram israelitas – e não apenas qualquer israelita, mas da realeza judaica zeraíta de Mileto.

 

Eu falei com você sobre Jeremias estar na companhia das forças jônicas e carian em Tafnes e eu citei Durant que disse que esses grecianos também eram chamados Milesianos. Deixe-me lembrá-lo desta citação:

 

Psamético (Faraó Psammetichus I, fundador da 26ª dinastia Egípcia da qual Hofra era o quarto rei) guardava as fronteiras do Egito com três fortes guarnições, colocando os mercenários jônicos e carionos especialmente no Dafne Pelusiano… ao nordeste, do lado em que os inimigos mais formidáveis eram mais prováveis aparecer. ” (p. 40) Estes eram forças gregas primordialmente da costa oeste da Ásia Menor (Turquia moderna). “Jônico” and “Cariano” primordialmente designava a cidade grega de Miletos lá: “Dentro do próprio Egito, normalmente hostil a qualquer assentamento estrangeiro, os gregos conseguiram uma brecha… Por volta de 650 (a.C.) os Milesianos (de Miletos) abriram uma “fabrica”, ou ponto de troca, em Naucratis no braço Canópico do Nilo. O Faraó Psamético I os tolerava pois eram bons mercenários, enquanto que seu comercio era ótimo alvo para seus coletores de taxas de importação.[97]

 

Agora que você sabe quem eram os Milesianos, aonde foram e as terras que colonizaram, agora podemos voltar a Jeremias no ano 570 a.C. de onde paramos antes de explicar a você quem são essas pessoas.

 

Posso lembrá-lo mais uma vez sobre a pista que nos é dada de onde Jeremias deveria ir? Ele havia profetizado anteriormente que, de seu tempo em diante, Davi sempre teria um herdeiro no trono.

 

17 “ Porque assim diz ????: Nunca faltará a Davi homem que se assente no trono da casa de Israel;(Jeremias 33:17)

 

Este versículo é crucial para entender todo o assunto. Leia isso novamente. Note que não diz Judá, mas sim a Casa de Israel, que tinha sido levado ao cativeiro cerca de 150 anos antes. Então, do tempo de Jeremias em diante, Davi nunca teria falta de um descendente para reinar sobre Israel – o que, novamente, não é sinônimo de Judá.

 

Através de Ezequiel, o profeta, Yehová nos dá mais detalhes. (Como eu mostrei na Introdução a Daniel, Ezequiel começou suas profecias depois de entrar em cativeiro, que foi antes de Jeremias ter terminado sua profecia em Jerusalém). Antes da queda de Jerusalém, ele lançou um enigma para a Casa de Israel (Ezequiel 17: 2) – novamente, não Judá – que Ele explicou depois. Se você parar e pensar sobre isso, as profecias que Yehová deu a Ezequiel e a Jeremias não seriam conhecidas por todos naquela época, nem compreendidas e, muito provavelmente, nem pelos próprios profetas. Essas coisas compartilhadas com eles e faladas através deles para aqueles que tinham ouvidos para ouvir eram para nós hoje captarmos e entendermos.

 

3 e dize: Assim diz ????: Uma grande águia, de grandes asas, de comprida plumagem, farta de penas de várias cores, veio ao Líbano e levou a ponta de um cedro. Arrancou a ponta mais alta dos seus ramos e a levou para uma terra de negociantes; na cidade de mercadores, a deixou. Tomou muda da terra e a plantou num campo fértil; tomou-a e pôs junto às muitas águas, como salgueiro. Ela cresceu e se tornou videira mui larga, de pouca altura, virando para a águia os seus ramos, porque as suas raízes estavam debaixo dela; assim, se tornou em videira, e produzia ramos, e lançava renovos. Houve outra grande águia, de grandes asas e de muitas penas; e eis que a videira lançou para ela as suas raízes e estendeu para ela os seus ramos, desde a cova do seu plantio, para que a regasse. Em boa terra, à borda de muitas águas, estava ela plantada, para produzir ramos, e dar frutos, e ser excelente videira. Dize: Assim diz ????: Acaso, prosperará ela? Não lhe arrancará a águia as raízes e não cortará o seu fruto, para que se sequem todas as folhas de seus renovos? Não será necessário nem poderoso braço nem muita gente para a arrancar por suas raízes. Mas, ainda plantada, prosperará? Acaso, tocando-lhe o vento oriental, de todo não se secará? Desde a cova do seu plantio se secará’” (Ezequiel 17:3-10)

 

11 Então, veio a mim a palavra de ????, dizendo: Dize agora à casa rebelde: Não sabeis o que significam estas coisas? Dize: Eis que veio o rei da Babilônia a Jerusalém, e tomou o seu rei e os seus príncipes, e os levou consigo para a Babilônia; tomou um da estirpe real e fez aliança com ele; também tomou dele juramento, levou os poderosos da terra, para que o reino ficasse humilhado e não se levantasse, mas, guardando a sua aliança, pudesse subsistir. Mas ele se rebelou contra o rei da Babilônia, enviando os seus mensageiros ao Egito, para que se lhe mandassem cavalos e muita gente. Prosperará, escapará aquele que faz tais coisas? Violará a aliança e escapará? Tão certo como eu vivo, diz ????, no lugar em que habita o rei que o fez reinar, cujo juramento desprezou e cuja aliança violou, sim, junto dele, no meio da Babilônia será morto. Faraó, nem com grande exército, nem com numerosa companhia, o ajudará na guerra, levantando tranqueiras e edificando baluartes, para destruir muitas vidas. Pois desprezou o juramento, violando a aliança feita com aperto de mão, e praticou todas estas coisas; por isso, não escapará. Portanto, assim diz ????: Tão certo como eu vivo, o meu juramento que desprezou e a minha aliança que violou, isto farei recair sobre a sua cabeça. Estenderei sobre ele a minha rede, e ficará preso no meu laço; levá-lo-ei à Babilônia e ali entrarei em juízo com ele por causa da rebeldia que praticou contra mim. Todos os seus fugitivos, com todas as suas tropas, cairão à espada, e os que restarem serão espalhados a todos os ventos; e sabereis que eu, ????, o disse. Assim diz ????: Também eu tomarei a ponta de um cedro e a plantarei; do principal dos seus ramos cortarei o renovo mais tenro e o plantarei sobre um monte alto e sublime. No monte alto de Israel, o plantarei, e produzirá ramos, dará frutos e se fará cedro excelente. Debaixo dele, habitarão animais de toda sorte, e à sombra dos seus ramos se aninharão aves de toda espécie. Saberão todas as árvores do campo que eu, ????, abati a árvore alta, elevei a baixa, sequei a árvore verde e fiz reverdecer a seca; eu, ????, o disse e o fiz.(Ezequiel 17:11-24)

 

“Uma grande águia. . . veio ao Líbano e levou a ponta de um cedro” (v. 3). Significado: “veio o rei da Babilônia a Jerusalém, e tomou o seu rei e os seus príncipes,” (v. 12). Depois: “Arrancou a ponta mais alta dos seus ramos” (v. 4). Significado: “tomou um da estirpe real” (v. 13). Tendo explicado estes símbolos, Yehová, através de Ezequiel, deu a seguinte parábola: “Também eu tomarei a ponta (Zedequias e príncipes) de um cedro (Judá) e a plantarei. Do principal dos seus ramos cortarei (filhos de Zedequias) o renovo mais tenro (feminina) o plantarei sobre um monte alto e sublime (num grande reino). No monte alto (topo do reino – o trono) de Israel (não Judá!) o plantarei, e produzirá ramos, dará frutos e se fará cedro excelente. À sombra dos seus ramos se aninharão aves de toda espécie (todo tipo de povos) . . .. Saberão todas as árvores do campo (nações da terra) eu, ????, abati a árvore alta (Judá) elevei a baixa (Israel)” (vv. 22-24). Aqui, então, é a última parte da comissão de Jeremias. Notavelmente, ele deve ter sido responsável pelo transplante do trono de Davi para Israel levando uma filha do rei Zedequias para as 10 Tribos Perdidas. No entanto, onde os israelitas moravam nessa época?

 

Na minha introdução e no capítulo um, mostrei a você que, daqueles que foram capturados, a tribo de Dã não era um deles. Uma vez que as tribos se estabeleceram na terra, a tribo de Dã ficou conhecida como marinheiros e navegava pelos mares com os fenícios. E como você acabou de ler, alguns deles também deixaram o Egito antes do êxodo e se estabeleceram em partes do que agora é chamado Grécia.

 

Como marinheiros, eles estavam montando colônias ao redor do mundo. Nos dias do rei Davi diz-se que levariam até três anos para fazer uma de suas viagens e finalmente voltar para casa. O rei Davi até os empregou para suprir seu reino com a riqueza do mundo da qual Salomão também foi abençoado. O reino dravídico tinha colônias ao redor do mundo e os fenícios e a tribo de Dã eram os marinheiros.[98]

 

Não é de surpreender então, perceber que a tribo de Dã e alguns israelitas migraram antes do cativeiro assírio. Os Danitas, marinheiros por direito próprio e mais tarde, ainda mais com os fenícios, navegavam para longe pelos mares. Como você viu, alguns se estabeleceram na Grécia e ficaram conhecidos como os Danaans. Curiosamente, todas as primeiras histórias da Irlanda mencionam a chegada de pessoas da Grécia chamadas Tuatha de Danaan. Enquanto alguns hoje os equiparam a semideuses antigos ou míticos, eles eram definitivamente um povo autêntico e genuinamente histórico. A palavra “tuath” significa simplesmente “tribo”. Note: No irlandês antigo “tuath”, gales “tud” (povos, país), Britânico ‘tud’ (povos) e Gálico ‘teuta’ (tribo) todos vêm do Celta ‘towta,’ da palavra Indo-Europea ‘teuta’ (tribo).”[99]

 

Tuatha de Danaan é assim a tribo de Danaan. Os Annais da Irlanda relatam:

 

Os danaans eram um povo altamente civilizado, bem habilidoso em arquitetura e outras artes, desde sua longa residência na Grécia e seu relacionamento com os fenícios. Sua primeira aparição na Irlanda foi 1200 a.C., ou 85 anos após a grande vitória de Débora.

 

Os Tuatha de Danaan, então, devem ser sinônimos dos Danaans da Grécia e, portanto, da tribo israelita de Dã. Isso não é de todo improvável. De fato, é amplamente aceito que os fenícios estabeleceram postos avançados ou colônias tão distantes quanto as Ilhas Britânicas:

 

Acredita-se que os fenícios tenham desempenhado um papel importante na disseminação da antiga cultura de bronze por seu comércio de lata, que seus navios trouxeram para o Mediterrâneo Oriental da Grã-Bretanha e da Espanha pelo menos desde 1100 a.C.[100]

 

No entanto, o que muitas vezes não percebem é que a antiga potência marítima designada como “Fenícia” era na verdade uma aliança entre as cidades-estados de Tiro e Sidon e a nação de Israel – na qual Israel era o sócio principal. A Enciclopédia Judaica Universal diz:

 

No tempo de Salomão, os fenícios, acompanhados pelos hebreus, chegaram até a Inglaterra. . . A Inglaterra era, portanto, conhecida pelos israelitas e eles podem ter procurado um refúgio lá após a queda de seu reino.[101]

 

O rei Salomão, nos é dito nas Escrituras, “tinha uma frota de navios de Társis no mar com a frota de Hirão (o rei fenício de Tiro).”

 

22 Porque o rei tinha no mar uma frota de Társis, com as naus de Hirão; de três em três anos, voltava a frota de Társis, trazendo ouro, prata, marfim, bugios e pavões. Assim, o rei Salomão excedeu a todos os reis do mundo, tanto em riqueza como em sabedoria. (1 Reis 10:22-23)

 

Társis era um antigo porto do sul da Espanha, também conhecido como Tartessus. Foi evidentemente nomeado após Társis, o filho de Javan (Gênesis 10: 4) – Javan (ou Yavan) sendo o nome da Grécia no Antigo Testamento. Como um antigo assentamento greco-jônico, era na verdade uma colônia israelita-fenícia.

 

Os troianos foram forçados a sair da região do mar Egeu através de uma série de conflitos nacionais – um dos quais nos é apresentado na famosa Guerra de Tróia da Ilíada de Homero, que ocorreu por volta de 1200 a.C. Alguns refugiados parecem ter migrado para o norte para a Europa através do Mar Negro. Outros de Tróia migraram para o sul para a área de Mileto.[102]

 

E ainda outros troianos parecem ter viajado para o oeste – até mesmo para a Espanha e a França, alguns deles eventualmente migrando para a Grã-Bretanha, como eu lhe mostrei seguindo Brutus. E sabemos que os Milesianos também migraram para a Espanha do Mediterrâneo Oriental mais tarde – acabando na Irlanda. É surpreendente que duas linhas reais de Zerá – a dinastia troiana e a dinastia ateniense-milanesa – tenham passado pela Península Ibérica. Chegando aqui, esses colonos navegaram pelo rio Ebro e, em suas margens, fundaram a cidade de Zaragoza – que alguns identificaram como hebraico Zerá-gaza, que significa “fortaleza de Zerá”.

 

Reforçando a identificação com Zerá é o fato de que os governantes milaneses que assumiram o trono irlandês eram conhecidos como o povo da “Mão Vermelha”. De fato, a Mão Vermelha aparece ainda hoje na bandeira oficial da Irlanda do Norte e no brasão das armas de muitos dos clãs irlandeses e escoceses.

 

Este “antigo emblema regional (é conhecido como) o braço direito vermelho-sangue de Ulster”. Ulster, sendo a Província do Norte da Irlanda através da qual o alto reinado foi mais tarde transferido para a Escócia. É relatado que o emblema de Ulster antes da divisão da Irlanda em 1920, quando a maior parte do Ulster se tornou o estado britânico da Irlanda do Norte, era uma mão vermelho-sangue rodeada por uma corda escarlate. Considere: Uma mão, vermelho-sangue – talvez o sangue do nascimento – cercada por uma corda escarlate. Certamente isso não é mera coincidência! Segundo um jornal da Irlanda do Norte, “uma tradição diz isso. . . que a Mão Vermelha remonta aos tempos bíblicos; quando os filhos gêmeos estavam nascendo à Judá.”[103]

 

De fato, o fio escarlate amarrado na mão de Zerá parece muito provável ser a origem desse emblema. O estudioso Peter Ellis, no entanto, vê pistas para as origens do emblema de Ulster em várias palavras indo-europeias para rei. “A terminologia está relacionada – o irlandês Ri (gh) comparado com o celta-gaélico Rix, o latim Rex e o sânscrito Rajan (Hindi = raj). Certamente o rei inglês dos Kunings góticos não tem nenhuma relação, mas uma surpreendente referência ao conceito aparece nas palavras inglesas ‘rich’ e ‘reach’. O antigo conceito indo-europeu era que um rei estendeu a mão para proteger seu povo. Também no irlandês antigo, por exemplo, rige não era apenas o conceito de realeza, mas também a palavra para o ato de alcançar. . . O antigo símbolo da Mão Vermelha de Ui Neill deriva-se desse conceito ” (p. 25). No entanto, não poderia ser que a própria ideia de alguém estender a mão para alcançar realeza, viesse da história de Zerá, que se estendia desde o ventre – especialmente considerando que os israelitas, sob a liderança de Zeraíta, estavam espalhados e tinham uma grande influência sobre a região geográfica indo-europeia?

 

Sobre a história de Zerá, o artigo do Larne Times [104] continua: “A Mão Vermelha de Ulster é assim reivindicada em alguns círculos como sendo simbólica deste evento, e também considerado simbólico é o fato de que os antigos Cavaleiros de Ulster eram os mais distintos na história da ilha. Eles eram conhecidos como os Cavaleiros do Ramo Vermelho. ” Ellis diz: “Existem várias ordens de corpos de guerreiros de elite mencionados nas sagas e crônicas da antiga Irlanda. Talvez os mais conhecidos fossem os Cavaleiros do Ramo Vermelho do Ulster ou o Craobh Radh. Eles surgem no Ciclo dos Mitos de Ulster, especialmente no famoso épico Tain Bo Cualigne, que foi comparado com a Ilíada grega. Sua data de origem é incerta. Estudiosos identificaram que ele foi transmitido na forma oral, provavelmente do período de La Tene, a partir de cerca de 500 a.C.” (p. 338). De fato, quando visto em conjunto com a Mão Vermelha, o Ramo Vermelho não poderia representar o ramo Zerá da família de Judá? Isso, então, nos fornece ainda mais razões para acreditar que a linhagem real da Irlanda em Milesiano se originou do filho de Judá, Zerá.”

 

Eu agora lhe dei uma explicação plausível de como a promessa de Yehová obtida por Judá foi cumprida – através da linha de Zerá. Os herdeiros zeraítas de Judá, através da descendência troiana e milaniana, reinariam sobre as nações da Europa – particularmente sobre Israel nas Ilhas Britânicas, pois a linhagem real da Irlanda seria eventualmente transferida para a Escócia e, mais tarde, para a Inglaterra.

 

O auge da grandeza nacional de Efraim veio durante o Império Britânico – como mencionado anteriormente, o maior império da história do mundo. Os descendentes de David, como vimos, deveriam governar Israel e se tornar o “mais alto dos reis da terra”.”

 

25 “Porei a sua mão sobre o mar e a sua direita, sobre os rios. . . 27 Fá-lo-ei, por isso, meu primogênito, o mais elevado entre os reis da terra.” (Salmo 89:25, 27)

 

Yehová disse ainda da Dinastia de Davi: “Eu porei a sua mão (ou autoridade) também no mar” (v. 25). Isso é muito parecido com o hino não oficial do povo britânico:

 

Quando a princípio a Grã-Bretanha, ao comando do céu,

Surgiu a partir do grande azul,

Esta foi a carta de sua terra,

E os anjos de guarda cantaram a tensão:

Rege, Britânia! Britânia governa as ondas!

Britânicos nunca serão escravos.[105]

 

De fato, nenhuma nação governou o mar – nem a terra, como a Grã-Bretanha. Claramente, a monarquia de Davi deve ser a mesma do da monarquia da Grã-Bretanha. Seguindo a linhagem principal de ascendência do trono britânico de volta ao tempo de Jeremias nos leva pela Irlanda. Evidentemente, Yehová sabia que a linha real irlandesa do dia de Jeremias acabaria se tornando a monarquia britânica. Logicamente, então, é aí que Ele teria dirigido os passos de Jeremias com pelo menos uma das filhas de Zedequias – para casá-la na linhagem real de Zerá e assim perpetuar o trono de Davi.

 

26 “. . . assim diz ????: Tira o diadema e remove a coroa; o que é já não será o mesmo; será exaltado o humilde e abatido o soberbo. Ruína! Ruína! A ruínas a reduzirei, e ela já não será, até que venha aquele a quem ela pertence de direito; a ele a darei!’” (Ezequiel 21:26-27)

 

Yehová declara que Zedequias deve “Tira o diadema e remove a coroa; o que é já não será o mesmo (uma mudança ou transferência estava ocorrendo); será exaltado o humilde (o governante Zeraíta em Israel) e abatido o soberbo (Zedequias da linhagem de Perez). Ruína! Ruína! A ruínas a reduzirei (a coroa, isto é, o trono); A ruínas a reduzirei, e ela já não será, até que venha aquele a quem ela pertence de direito; a ELE (Yeshua) darei” Alguns veem este versículo como uma profecia da derrubada da coroa – que “não existiria mais” até que Yeshua viesse reivindicá-lo. No entanto, este não pode ser o significado desta profecia ou Yehová estaria quebrando sua promessa inviolável a Davi de uma dinastia inquebrável. Então, a queda deve se referir a remover o trono de uma nação e levantá-lo em outra. E a menção de derrubar três vezes certamente parece dizer que tal reviravolta ocorreria três vezes – que três vezes o trono seria transferido para outra nação e que não seria transferido novamente até que o Messias viesse em poder e glória para se apossar.

 

Quando foi a última vez que uma referência foi feita à monarquia de outro país ser transplantada para a localização atual do trono na Inglaterra? A resposta é 1603 EC, quando o rei Jaime VI da Escócia se tornou o rei Jaime I da Grã-Bretanha (aquele que encomendou a Bíblia King James).[106] Esta é obviamente a última transferência a ter ocorrido. Por causa disso, os monarcas britânicos de hoje são da ascendência escocesa real.

 

Antes disso, o trono de outro país já havia sido transplantado para a Escócia? Sim. O trono dos escoceses (como os irlandeses eram antigamente chamados) foi transferido da Irlanda para o sudoeste da Escócia no final do século V – seu reino de Dalriada naquela região, centrado em Iona (um nome talvez relacionado à Iônia da Grécia), eventualmente crescendo para envolver o que é agora a Escócia. Isso foi claramente a transferência anterior – e é por isso que a Monarquia da Escócia, que se tornou a Monarquia da Grã-Bretanha, era na verdade irlandesa.

 

Agora, uma vez que estas foram as duas últimas transferências de três, só pode ter havido uma outra – a primeira. E essa primeira reviravolta teve que ter sido a transferência do trono de Judá. Assim, deve ficar claro que essa transferência deve ter sido de Judá para a Irlanda. Se o trono tivesse sido transferido de Judá para outro país antes de ser restabelecido na Irlanda, isso acrescentaria uma quarta transferência – quando as Escrituras parecem permitir apenas três. Por dedução simples, as três transferências devem ter sido: 1) Judá para a Irlanda, 2) Irlanda para a Escócia, 3) Escócia para a Inglaterra.

Deve-se mencionar, no entanto, que na primeira virada é possível que a filha de Zedequias tenha se casado com a linhagem Milesiana de Zerá na Espanha ou em outro lugar na época em que estava no processo de assumir o controle sobre a Irlanda. Isso não estaria adicionando outra transferência da Espanha para a Irlanda, pois tudo isso faria parte da mesma transferência. Se isso aconteceu ou não, no entanto, depende totalmente exatamente de quando os milésios da Espanha assumiram a Irlanda, o que não é totalmente claro. Eles podem já ter se estabelecido na Irlanda antes da jornada de Jeremias – embora talvez ainda mantendo controle sobre parte da Espanha quando ele chegou. Novamente, no entanto, é possível que a filha de Zedequias junto com Jeremias tenham realmente acompanhado os milanianos na invasão da Irlanda à Espanha.

 

A tradição irlandesa dá fundamento ao que aconteceu. Vamos continuar no artigo do Larne Times citado anteriormente:

 

Muitos séculos atrás, três pessoas chegaram à costa no que é hoje Carrickfergus (Irlanda do Norte). Foi por volta de 582 a.C. (sem dúvida uma data difícil, mas essencialmente depois que Babilônia destruiu Jerusalém), e os três eram um homem idoso chamado Ollam Fodhla (o Legislador), seu secretário e uma linda princesa chamada Tamar. Com eles trouxeram uma pedra grande e áspera.[107]

 

Jerusalém caiu em 586 a.C., então 582 a.C. seria quatro anos mais tarde e inteiramente consistente com a possibilidade de quando eles chegaram.

 

De acordo com Charles O’Conor:

 

Ollam Fola é celebrado na história antiga como um sábio e legislador, eminente para aprender, sabedoria e excelentes instituições; e sua fama histórica foi reconhecida colocando seu medalhão em basso relievo (relevo baixo) com os de Moisés, e outros grandes legisladores, no interior do Domo dos Quatro Tribunais em Dublin.”[108]

 

O historiador irlandês, Thomas Moore, diz que as figuras célebres do antigo:

 

“. . . período sombrio da história irlandesa. . . o sábio real, Ollamh Fodhla, é quase o único que, da forte luz da tradição que o rodeia, destaca-se como sendo de substância e verdade históricas. Serviria para ilustrar a natureza e a extensão da evidência com a qual o mundo às vezes está satisfeito, para reunir os vários nomes célebres que são recebidos como autênticos, somente com base na tradição; e poucos, talvez, poderiam reivindicar um título mais virtual a esse privilégio do que o grande legislador dos irlandeses, Ollamh Fodhla.”[109]

 

As leis de Ollam Fodhla têm uma notável semelhança com os Dez Mandamentos e outros estatutos hebraicos.

 

Curiosamente, Ollam pode ser lido em hebraico como “antigo” ou “secreto”[110] – talvez indicando um possuidor de conhecimento secreto (Milner, p. 12). Fodhla ou Fola pode ser entendido em hebraico para significar “maravilhoso”[111] ou em celta como “revelador” (Milner, p. 12). Todos esses significados considerados juntos parecem indicar um profeta hebreu.

 

No Gálico antigo, Ollamh designou “a mais alta qualificação de aprendizado e (é) agora a palavra irlandesa moderna para professor” (Ellis, p. 4). Parece que Ollam Fodhla fundou uma escola ou universidade real dentro do palácio nacional – referido nas Crônicas de Eri como Mur Olamain, talvez traduzível como “Casa dos Profetas”.

 

O indivíduo mencionado acima como secretário de Ollam é por vezes referido como Simon Breck, Brach ou Berach [112]— embora haja disputa sobre ele ser contemporâneo de Ollam. E Tamar também é um nome bíblico (denotando três mulheres nas Escrituras, todas na linhagem de Davi), o que significa “palma”[113] em Hebraico. A Tamar da Irlanda é também, por vezes, parece, referida em histórias e poemas irlandeses como Tea (hebraico “viajante””[114]) e Tefi (hebraico “timbre”[115] ou uma variante hebraica que significa “um diminutivo de afeto, ou … a beleza e a fragrância da fruta” Milner, p. 19).

O artigo do Larne Times declara: “De acordo com alguns estudiosos religiosos, o homem idoso que chegou a Carrick muitos séculos atrás era o Profeta Jeremias.”[116]

 

Há uma forte tradição na Irlanda que apoia esta noção. Isso parece fazer com que Simon Breck seja o escriba de Jeremias, Baruch (Berekh em Paleo-Hebraico), que talvez também fosse chamado Simeon. De qualquer forma, ambos os nomes são certamente hebraicos. Tamar ou Tea-Tephi seriam a filha de Zedequias. Como o mesmo artigo informa ainda, a tradição também:

 

Princesa Tamar se casou com o Alto Rei da Irlanda e. . . todos os reis da Irlanda e da Escócia descendem de sua linhagem real.[117]

 

O nome da antiga sede dos altos reis da Irlanda a noroeste de Dublin é Tara. No entanto, deve-se mencionar que alguns acreditam que o nome Tara é derivado da Torá hebraica, ou “lei” – Tara sendo a sede da Lei, talvez trazida por Jeremias. Diz Gerber: Teamhair é o irlandês para o seu nome – mutado, através do uso, para “Tara.’[118]

 

Observe isso de uma das crônicas irlandesas:

 

Logo após essa conquista feita pelos filhos de Mileto, seus parentes e amigos, dividiram o reino inteiro entre si da maneira que se segue. Mas primeiro, antes de desembarcarem nesta terra, Tea, a. . . esposa de Heremon, fez um pedido ao marido e seus parentes, a qual todos estavam em conformidade, que era, que o lugar que ela mais gostasse do reino, deveria ser, para sempre, a sede principal de sua posteridade habitar; e no desembarque ela escolheu Leitrim, que é desde aquela época chamada Tara, e que ela causou a ser chamada de Tea-mur – a casa, palácio ou cidade de Tefi.[119]

 

O nome do alto rei com quem ela se casou é às vezes dado como Heremon, Eremon, Erimionn ou algo semelhante e às vezes como Eochaidh – sendo este último não um nome, mas simplesmente a palavra para “príncipe”.

 

Se Ollam Fodhla era de fato Jeremias, sua identificação como rei é bastante fácil de conciliar. Isso poderia ter sido resultado de parecer ser o pai ou avô da princesa do Leste que ele trouxe consigo – ou, ainda mais provavelmente, confusão sobre ele ser um grande legislador.

 

Gerber diz em Stone of Destiny:

 

Ollam Fodhla foi o primeiro rei a realizar o Fes, ou Parlamento de Tara, e o primeiro a ordenar chefes distritais na Irlanda.[120]

 

Lembre-se que em Israel o profeta era representante de Yehová ao rei. E na Irlanda antiga:

 

“. . . um ollamh foi tratado como de hierarquia principesca. Um ollamh de lei e poesia era considerado igual a um rei na corte; ele ou ela, pois ambos eram iguais perante a lei, podiam falar ante ao rei em um conselho e dar conselhos.”[121]

 

Se Jeremias mantivesse esse tipo de autoridade na Irlanda, a população em geral poderia muito bem ter pensado que ele era um rei. Observe novamente a comissão que Jeremias recebeu de Yehová:

 

10 “Olha que hoje te constituo sobre as nações e sobre os reinos, para arrancares e derribares, para destruíres e arruinares e também para edificares e para plantares.(Jeremias 1:10)

 

“Olha que hoje te constituo sobre as nações e sobre os reinos. . .” Parece, então, que ele deveria exercer autoridade considerável. Uma consideração interessante a este respeito é que A História da Caledônia Antiga – uma publicação escocesa de 1897 E.C. que supostamente é a transcrição do autor John MacLaren de uma fonte muito antiga – refere-se repetidamente à Irlanda como “Terra de Jeremias”. Considere também que o próprio rei pode ter se referido ao profeta como “meu pai” simplesmente por puro respeito, assim como era costume no antigo Israel.

 

12 O que vendo Eliseu, clamou: Meu pai, meu pai, carros de Israel e seus cavaleiros! E   nunca mais o viu; e, tomando as suas vestes, rasgou-as em duas partes. (2 Reis 2:12)

 

21 Quando o rei de Israel os viu, perguntou a Eliseu: Feri-los-ei, feri-los-ei, meu pai?(2 Reis 6:21)

 

Isso também poderia ter feito Jeremias parecer um rei. De fato, Gede, um nome dado para o rei na época, é mencionado em um antigo poema como filho de Ollam Fodhla. E pode haver ainda outro motivo para a confusão, que você logo verá daqui a pouco. Parece também que Simon Brach poderia estar alinhado cronologicamente com Ollam Fodhla – se eles estão listados em seções que realmente deveriam se sobrepor. O cálculo de Brach como rei, deve-se notar, pode ter sido um erro. Na Bíblia, Baruque é chamado filho de Nerias. No entanto, considere o que um livro de linguística diz: “Mudanças sonoras. . . (como) “r torna-se l”. . . são mudanças sonoras “naturais” frequentemente encontradas nos idiomas do mundo.”[122]

 

Talvez Neriah fosse lida como Nelia. Assim, Baruque pode ter sido inadvertidamente considerado como o filho ou descendente de Neleus, antepassado da dinastia Milesiana. Simon Breck também foi dito ser um descendente de Gathelus. Como esse nome é um epônimo para os Goidels ou Gaels, isso realmente significa que Breck era um gaélico (um israelita). Mas porque Gathelus, ou Gede, foi considerado como um nome real do fundador da dinastia Milesiana, Simon Breck foi descrito como sendo seu descendente, mesmo que ele provavelmente não fosse – e definitivamente não era se ele fosse Baruque.

 

Há mais confusão sobre a identidade de Heremon ou Eremon. Dizem que ele é filho de Milesius, mas às vezes é identificado como o próprio Milesius. Além disso, há, como mencionado, um Gede ou Ghede que parece ser sinônimo de Heremon. Às vezes é dito que Heremon tinha um filho chamado Heremon. Este nome, um derivado hebreu que pode ter significado algo como “mais alto” (ver Milner, p. 11), poderia ter se tornado um título para o alto rei irlandês – semelhante a Eochaidh sendo um termo geral para “príncipe”. Não importando qual fosse o nome real do rei na época de Jeremias, ele pode ter sido referido como Eochaidh e Heremon. Diz-se que o Tea se casou com Gede “o Heremon” em alguns relatos. Há outra possibilidade em relação ao nome Heremon, que é bastante surpreendente de se contemplar. Pois a derivação hebraica que acabamos de mencionar é contada a partir da raiz “ruwm”, que significa “alto”. . . sublime. . . exaltado.”[123] E essa raiz forma um nome hebraico bem conhecido – Jeremias! Seu nome, desmembrado como Yerem-Yah, é entendido como “Exaltado pelo Eterno” ou “Nomeado pelo Eterno”.”[124]

 

Em grego, seu nome é Ieremias. Em espanhol seu nome é pronunciado Heremias. Com o sufixo aumentativo celta, isso se tornaria Heremion ou Heremon. Assim, pode ser que o nome de Jeremias apareça nos anais irlandeses – e que seu nome se confundiu com seus contemporâneos. Nesse caso, Heremon não era realmente o nome do marido da filha de Zedequias – embora pudesse ser o nome do filho deles. Por mais importante que Jeremias fosse, não seria de todo surpreendente descobrir que outros, particularmente na família real, recebessem o nome dele. De qualquer forma, é interessante considerar que, como uma fonte disse, “Heremon e Ollam Fola estão misturados em uma confusão sem esperança.”[125]

 

Se Heremon ou Eremion é a forma irlandesa de Jeremias, isso poderia nos dar outra possível origem ao nome Eire ou Ire-land. De fato, isso poderia explicar por que a Irlanda foi chamada da Terra de Jeremias. Pois a Irlanda poderia realmente significar “Terra de Jeremias” – a terra de Jeremias! No entanto, ainda deve se manter em mente que o nome Heremon tornou-se ligado ao primeiro rei Milesiano da Irlanda, seja ou não esse o seu nome real.

 

Concernente aos nomes de Tea, Tephi e Tamar, uma das primeiras crônicas Irlandesas, The Annals of the Kings of Ireland pelos Quatro Mestres, mentiona:

 

Tea, filha de Lughaidh, filho de Itha, com quem Eremhon se casou na Espanha.[126]

 

À primeira vista, isso parece excluir que ela seja filha de Zedequias. No entanto, Lughaidh não pode se referir a uma pessoa real. Os irlandeses são referidos como a “raça de Lughaidh” e a Irlanda como “a terra de Lughaidh” – “um dos muitos nomes arbitrários de bárdia para a Irlanda.”[127]

 

Lughaidh em gaélico antigo poderia significar “Casa de Deus” – separada como Logh, “Deus”, e aidhe, “casa, habitação, fortaleza.”[128]

 

“Casa de Deus” (hebraico Beth-El) pode ter sido uma designação para a dinastia de David ou mesmo para a “pedra grande e áspera” supostamente trazida por Jeremias.[129]

 

A palavra Lughaidh também pode vir de “lugha” ou “lughadh”, que significa “juramento” – aparentemente porque invoca Yehová – e pode estar relacionada ao juramento de Yehová a Davi. O nome Itha ou “ith” pode significar “coroa”, assim como o relacionado galês “yd” (O’Reilly). Ith, vindo da Espanha, é dito ser o filho de Breoghan em alguns relatos, mas isso pode ser simplesmente porque a linha de reis Milesianos veio para a Irlanda de Brigantium (moderna Corunha perto de Santiago de Compostella) na costa noroeste da Espanha. De fato, Tea está em pelo menos um antigo poema chamado Temor de Bregia. “Brega” ou “Breagh”, deve-se notar, foi o território imediato de Tara na Irlanda antiga, em homenagem à tribo celta conhecida como os Brigantes (ou vice-versa). Os Brigantes foram localizados no sudeste da Irlanda pelo geógrafo romano Ptolomeu por volta de 150 E.C. Ele também os mencionou como sendo uma das tribos celtas na Grã-Bretanha na época, como outras fontes também atestam.[130]

 

Alguns agora acreditam que eles derivaram seu nome da deusa celta Brigid. De fato, pode ser que ela seja simplesmente uma deificação posterior de Tea, combinada com características de outras deusas pagãs. De acordo com alguns estudiosos, o nome Brigid “vem do irlandês antigo brigante, significando ‘o exaltado’”[131] Esse título poderia corresponder à moderna “alteza” de um personagem real. Em todo caso, é certamente possível que o nome Brigantes ou Brega tenha originado de Brigantium, no noroeste da Espanha – talvez todos relacionados a um título real. Assim, “Tea, filha de Lughaidh, filho de Itha, filho de Breoghan” poderia concebivelmente ser lido como “Tea, filha da Casa de Deus (ou juramento), filha da coroa, filha de Brigantium (ou filha da realeza). Isso descreveria bem uma princesa judaica da linhagem de Davi que veio para a Irlanda por meio da Península Ibérica.

 

Agora devo repetir as palavras de F.R.A. Glover, que escreveu extensivamente sobre este assunto no século XIX:

 

Eu tenho . . . nenhum desejo de sobrecarregar minha hipótese, com qualquer argumento, sobre se o Ollam Fodhla da tradição irlandesa é, ou não é um erro para o Profeta Jeremias. Eu sinto que o caso sobre a presença do Ilustre Vidente na Irlanda é feito por outros motivos; que, de fato, ele deve ter sido o transportador da Pedra (da Coroação), o condutor das “Filhas do Rei” e o plantador do Padrão de Judá, na Irlanda. Fiquei satisfeito com isso, muito antes de ouvir uma palavra da lenda dele ter sido instrutor para o grande guerreiro Finn McCoyle, ou mesmo da existência deste Ollam Fola.[132]

 

Glover faz um forte argumento pela identificação de Ollam Fodhla como Jeremias. Seu trabalho está disponível online [133] assim como muitos outros artigos e publicações sobre este assunto da transferência do trono de Davi para as Ilhas Britânicas.

 

Outra fonte é Judah’s Sceptre and Joseph’s Birthright por J.H. Allen.[134]

 

Uma fonte importante, já citada, é The Royal House of Britain: An Enduring Dynasty por W.M.H. Milner. Publicado pela primeira vez em 1902, este livro passou por inúmeras reimpressões. Está disponível para encomenda da The Covenant Publishing Co., Ltd., em Londres.[135]

 

Para uma obra mais recente, veja The Throne of David por Peter Salemi.[136] Por favor, tenha em mente que a recomendação de fontes externas para um estudo mais aprofundado não é um endosso de tudo o que está contido nessas fontes.

 

Para os interessados ??nas listas de reis e anais irlandeses, muitos deles já estão disponíveis na Internet.[137] No entanto, deve-se notar de antemão que, como já mencionado, esses registros são bastante confusos e contraditórios. E eles não contêm todas as informações disponíveis sobre as várias figuras que foram mencionados. Há material que é derivado dos vários pedigrees de clã da Irlanda e da Escócia – bem como rimas tradicionais, poemas, canções e histórias – alguns dos quais foram transmitidos de boca em boca.

 

Além do que você já viu, existem outros fatores que corroboram a conexão da linha Davídica com a Irlanda. Três milhas ao norte de Tara é uma área conhecida como a cidade de Dowd. Dowd é um nome hebraico. Em inglês, escrevemos como David, mas a pronúncia hebraica de David é “Duwd” ou “Dowd”. Dito isto, bem ao lado da antiga Tara, onde a linhagem de David foi estabelecida, tem uma cidade designada como o Assentamento de David. Além disso, voltando ao artigo do Larne Times: “Quando o grupo de Jeremias chegou a Carrick naquele dia muitos séculos atrás, eles se encontraram entre os parentes do povo disperso de Israel. . . Aqueles que acreditam que as Tribos de Israel viajaram para as Ilhas Britânicas também citam o uso em Ulster de uma estrela de seis pontas. . . sendo um símbolo da linhagem real de Davi ”. Isso é realmente notável. Anteriormente, foi mencionado que a bandeira da Irlanda do Norte tinha a “mão direita vermelho-sangue de Ulster” sobre ela.

 

O que não foi mencionado é que esta mão vermelha aparece no centro de uma estrela de seis pontas. Dizem que a estrela representa os seis condados de Ulster. No entanto, é a própria “estrela de Davi” – o símbolo dos judeus. É mera coincidência que a Mão Vermelha de Zera seja simbolicamente fundida com a Estrela de Davi? E sobre aquela estrela na bandeira está a coroa real. Isso parece estranho demais para ser apenas uma mera coincidência. De fato, parece ser mais uma prova de que a linhagem real de Davi se casou com a linhagem real Milesiana de Zerá. Além disso, o artigo do Larne Times diz: “Jeremias pode ter trazido a harpa do rei Davi com ele”. A harpa há muito tempo é o emblema nacional da Irlanda. O próprio Davi, o “doce salmista de Israel” (2 Samuel 23: 1), era um “habilidoso tocador de harpa” (1 Samuel 16: 16-17) – e é inteiramente possível que a harpa se tornasse um símbolo de sua dinastia.

 

Em 1581 E.C., Vencenzo Galilei, músico e pai do famoso astrônomo Galileu, publicou um livro no qual afirmava sobre a harpa: “Este instrumento mais antigo nos foi trazido da Irlanda, onde são mais bem trabalhados e em grande número; os habitantes da dita ilha fizeram disso sua arte durante os muitos séculos que viveram ali e, além disso, é um empreendimento especial do reino; e eles pintam e gravam em seus prédios públicos e privados e em sua colina; afirmando como sua razão para fazê-lo que eles descendem do profeta real David.”[138]

 

É claro que isso se aplica mais à família real do que aos irlandeses como um todo – que, principalmente da herança de Danaan, são na maior parte Danitas. Hoje, a harpa da Irlanda – a harpa de Davi – aparece na bandeira da República da Irlanda e no Brasão Real Britânico. Surpreendentemente, a heráldica real britânica parece ter muito a nos dizer sobre a identidade da Grã-Bretanha e sua dinastia duradoura (vou dar uma olhada mais de perto nisso no capítulo seguinte).

 

Com todas as evidências à nossa disposição, acho que você concordará em afirmar com segurança que Jeremias foi para a Irlanda. Viajava com ele pelo menos uma das filhas de Zedequias. Ela, da linhagem de David, casou-se com a linhagem real irlandesa de Zerá. Finalmente, finalmente, a brecha entre os ramos de Pérez e Zerá foi curada! E de sua união brotaria uma dinastia duradoura que perseveraria durante todo o reinado dos reis da Irlanda, depois da Escócia e, mais tarde ainda, de toda a Grã-Bretanha. Curiosamente, parece que quase todos esses reis foram coroados sobre a mesma “pedra grande e áspera”, como mencionado anteriormente – o que, de novo, pode muito bem ter sido trazido para a Irlanda por Jeremias, como sustenta a tradição. De fato, sobre esta pedra há uma história e tanta para contar. De qualquer forma, a partir do momento em que Jeremias chegou, a sucessão de monarcas irlandeses, escoceses e britânicos eram todos membros da mesma dinastia – a dinastia davídica.

[1] http://www.sightedmoonnl.com/?page_id=575 adaptado no meu site da série de artigos por Tom Robinson http://www.ucg.org/ebooklet/throne-britain-its-biblical-origin-and-future/introduction-throne-britain/ com edição.

[2] Toda a cronologia é baseada nos cálculos dos Anos Sabáticos e Ciclos do Jubileu. Veja as tabelas no meu livro, As Profecias de Abraão.

[3] Todas as datas são de acordo com o Ciclos Sabáticos e Jubileus como explicado no meu livro As Profecias de Abraão.

[4] Dan. 7:18-27

[5] Judah, The Illustrated Bible Dictionary, (Judá, O Dicionário Ilustrado da Bíblia) 1980, Vol. 2, p. 825

[6] Apriés, Encyclopedia Britânica, Micropaedia, 1985, Vol. 1, p. 496 http://www.britannica.com/EBchecked/topic/30809/Apries

[7] Egypt and Israel, (Egito e Israel) 1911, pp. 85-86; veja também Daphne, Encyclopedia Britânica, 14th ed., Vol. 7, p. 48

 

[8] The Story of Civilization (A História da Civilização) por Will Durant, Vol. 2: The Life of Greece (A Vida da Grécia), 1966, p. 173

[9] Chamber’s Encyclopedia, 1959, Vol. 5

[10] Egypt, Encyclopaedia Britannica, Macropaedia, Vol. 18, 1985, p. 165; Ahmose II, Micropaedia, Vol. 1, p. 168

[11] Jamieson, Fausset and Brown’s Commentary On the Whole Bible (Comentário na Bíblia toda)

http://www.amazon.com/Jamieson-Fausset-Browns-Commentary-Whole/dp/0310265703

[12] The Chumash concernente aos 430 anos de Êxodo 12:40, p. 359

[13] De fato, os 400 anos se iniciam quando Isaque teria dez anos como mostramos a você no nosso livro, “Lembrando o Ano Sabático de 2016”

[14] Shemot 13:17 por Mechilta e Targum Yehonatan, Sanhedrin 92b

 

[15] Missing Links Discovered In Assyrian Tablets por E. Raymond Capt, Artisan Sales, Thousand Oaks, CA. 1985, p. 65

[16] Compendium of World History por Herman L. Hoeh, Vol. I, p. 390

[17] 118 The Encyclopedia Britannica, 1943 edition. Vol. 5, p. 85

 

[18] http://www.hope-of-israel.org/moreexodus.html

[19] Missing Links Discovered In Assyrian Tablets por E. Raymond Capt. Artisan Sales, Thousand Oaks, CA. 1985, p. 64

[20] Missing Links Discovered In Assyrian Tablets por E. Raymond Capt. Artisan Sales, Thousand Oaks, CA. 1985, p. 65

[21] The Chronicles of Scotland (As Crônicas da Escócia) por Hector Boece traduzido para o Escorcês por John Bellenden em 1531 dC.

[22] The MacGeoghegan Family Society Newsletter, May 3rd, 1990

[23] The Chronicles of Scotland (As Crônicas da Escócia) por Hector Boece traduzido para o Escorcês por John Bellenden em 1531 dC..

[24] http://en.wikipedia.org/wiki/Gathelus

[25] http://www.britam.org/language.html

[26] http://www.walesonline.co.uk/news/wales-news/2012/03/20/libyans-confused-welsh-for-hebrew-claims-arrested-welsh-journalist-gareth-montgomery-johnson-91466-30581290/

[27] Irish National Origin Legend (A Lenda da Origem Nacional da Irlandia) por Dr. John Carey (1994), pp. 5-6. The Sources of Mediaeval Gaelic History (As Fontes da História Gaelico Medieval) por Edmund Crosby Quiggin, Quiggin Pamphlets, 1. Cambridge.

[28] On Lebor Gabála por A.G. Van Hamel, (1914-1915). Zeitschrift fur celtische Philologie 10:97–197, p. 173.

[29] Míl Espáine and the Milesians por Petra S. Hellmuth, (2006). No livro de John T. Koch’s Celtic Culture. A Historical Encyclopedia (A Cultura Celta, Uma Enciclopedia Histórica). 5 volumes. Santa Barbara, Denver e Oxford: ABC Clio. p. 1298

[30] http://en.wikipedia.org/wiki/M%C3%ADl_Espáine

[31] http://www.hope-of-israel.org/moreexodus.html

[32] William Blackwood & Sons, Vol. I., pp. 21-24

 

[33] William Blackwood & Sons, Vol. I., pp. 24-27

[34] A History of Scotland (A História da Escocia) por Rosalind Mitchison. Methuen & Co., Ltd. London, 1970, p. 6

[35] http://www.hope-of-israel.org/moreexodus.html

[36] Migrations and Invasion In Greece and Adjacent Areas (Migrações e Invasões Na Grecia e Áreas Adjacentes) por N.G.L. Hammond (1976). Park Ridge, N.J.: Noyes P., p. 139.

[37] Figura 1: Mapa de Epirus Mostrando a Localização de Sítios Conhecidos com Restos Micênicos por Tandy, p. xii. Figure 2-A: A evidência mais forte da presença micênica no Epirus foi encontrada na zona costeira inferior do rio Acheron, que na antiguidade esvaziava em uma baía na costa jônica conhecida de fontes antigas como o Glykys Limin por Tandy, p. 2.

[38] Na Sombra do Olimpo: O surgimento da Macedônia  por Eugene N. Borza (1990). (Nachdr. ed.), Princeton, NJ: Princeton University Press, p. 64.

[39] A Sincronização das Civilizações no Mediterrâneo Oriental no Segundo Milênio B.C. III, Procedimentos do SCIEM 2000—2a EuroConferência, Vienna, 28 de Maio —1 de Junho 2003

[40] Uso e Apreciação da Cerâmica Micênea: no Levante, Chipre e na Itália por Gert Jan Van Wijngaarden

[41] Os Micênios e a Itália: A Evidência de Cerâmica Arqueológica e Arqueoométrica, Universidade de Glasgow, Departamento de Arqueologia.

[42] Micênicos na Antiga Latium por Emilio Peruzzi, (Incunabula Graeca 75), Edizioni dell’Ateneo & Bizzarri, Roma, 1980.

[43] http://www.bu.edu/historic/hs/september02.html

[44] Objeto Ambarino com Símbolos do B Linear, do Distrito Freising, Alemanha, escavações dos anos 1994-1997

[45] Os Antigos Gregos: Uma Introdução, Stephanie Lynn Budin, Oxford University Press

? 46 A Enciclopédia Celta

? 46 A Enciclopédia Americana, Vol. 13

? 46 Civilização Micênica: Uma Bibliografia Anotada até 2002 por Bryan Avery Feuer, McFarland & Co. Inc., 2004

[46] http://en.wikipedia.org/wiki/Mycenaean_Greece#cite_note-6

[47] História Britânica Rastreada do Egito e da Palestina por L.G.A. Roberts, p. 27

[48] Diodorus da Sicilia por G. H. Oldfather. Vol. I, Books I-II, pp. 1-34. 1933, p. 91

[49] Fragmenta Historicorum Graecorum por Karl e Theodor Müller, Vol. II, p. 385 http://archive.org/search.php?query=Fragmenta%20Graecorum%20Historicorum

[50] http://stonekingdom.org/articles/Cecrops_Danaus.pdf

[51] http://www.hope-of-israel.org/moreexodus.html

[52] W. H. Bennett, Simbolos de Nossa Herança Celta-Saxon. Canadian British-Israel Assn., Windsor, Ontario. 1985, pp. 119-121

[53] Compendium da História Mundial, Vol. I. Ambassador College, Pasadena, CA; 1962, p. 470

[54] Além das Guerras Nas Estrelas por William F. Dankenbring, p. 13

[55] http://hope-of-israel.org/i000109a.htm

[56] Strabo V, ii. 4

[57] Elos Perdidos Descobertos Nas Tábuas Sirias por Raymond Capt, p. 62

[58] http://stonekingdom.org/articles/Cecrops_Danaus.pdf p. 4

[59] http://stevenmcollins.com/html/simeon.html

[60] http://hope-of-israel.org/i000109a.htm

[61] The Mysteries of Homer’s Greeks por I. G. Edmonds. Elsevier/Nelson Books, N.Y. 1981, pp. 71-72

[62] http://hope-of-israel.org/i000109a.htm

[63] http://hope-of-israel.org/i000109a.htm

[64] Encyclopedia Britannica, 1943 Ed., Vol. 22, p. 503

[65] http://hope-of-israel.org/i000109a.htm

[66] Funk and Wagnalls New Encyclopedia Vol. I. MCMLXXV, p. 196.

[67] Compendium of World History, Vol. II, pp. 137-138

[68] Veja Dionysius of Halicarnassus, Vol. I, p. 44

[69] Historia Regum Britanniae por Geoffrey of Monmouth, Vol.1, pp. 3-18, Vol.2 p. 1 http://en.wikisource.org/wiki/History_of_the_Kings_of_Britain/Book_1#3

[70] http://en.wikipedia.org/wiki/Brutus_of_Britain#cite_note-5

[71] Jacob’s Pillar, p. 26

[72] Nennius: British History and the Welsh Annals, translated por John Morris. Phillimore, London and Chichester. 1980. p. 19

[73] 1 Historia Britonum, Vol. 7, pp. 10-11

[74] http://hope-of-israel.org/i000109a.htm

[75] http://familytreemaker.genealogy.com/users/m/i/n/Colleen-Miner/WEBSITE-0001/UHP-0692.html

[76] Co-Incidences? Pointers to Our Heritage por Brigadier G. Wilson

[77] From whom my Grandmother’s line (the Crockers) in Newfoundland are said to have hailed.

[78] The Encyclopedia Britannica, 1943 ed. Vol. II, p. 393

[79] http://hope-of-israel.org/i000109a.htm

[80] Uma lista complete dos GOVERNANTES TROIANOS após a queda de Tróia em 1181 a.C. pode ser encontrado na obra originalmente em Espanhol por Bartholome Gutierrez entitulado: Historia del Estado Presente y Antiguo, de la mui Noble y mui Leal Ciudad de Xerez de la Frontera. Foi publicado em Xerez, Espanha em 1886. Compendium of World History, Vol. II.

 

 

[81] http://hope-of-israel.org/i000109a.htm

 

[82] Compendium of World History, Vol. II, p. 183

[83] Ibéria, Microsoft Encarta, 1994

[84] http://books.google.com/books/about/Faiths_of_Man.html?id=XQbXAAAAMAAJ

[85] Faiths of Man: Encyclopedia of Religions, 1964, Vol. 2, p. 259

[86] Cyclopaedia of Biblical, Theological and Ecclesiastical Literature por James Strong & John McClintock, Vol. 4, p. 128

[87] America B.C.: Ancient Settlers In the New World por Barry Fell, 1976, p. 43

[88] The History of Ireland por Thomas Moore, 1837, Vol. 1, p. 61

 

[89] Erin’s Blood Royal-The Gaelic Noble Dynasties of Ireland por Peter Berresford Ellis, 2002, p. 3

[90] Miletus, Encyclopaedia Britannica, 1985, Vol. 8, p. 125

[91] Pylos, Baedeker’s Greece, 1995, p. 417

[92] The Story of Civilization por Will Durant, Vol. 2, pp. 127-129

[93] The Story of Civilization por Will Durant, Vol. 2, pp. 134-135

[94] Linguistic Links: What’s In A Name?, p. 30 http://www.ucg.org/booklet/united-states-and-britain-bible-prophecy/mysterious-scythians-burst-history/linguistic-links/

[95] Erin’s Blood Royal-The Gaelic Noble Dynasties of Ireland por Peter Berresford Ellis, 2002, p. 228

[96] Erin’s Blood Royal-The Gaelic Noble Dynasties of Ireland por Peter Berresford Ellis, 2002, p. 5

[97] The Story of Civilization por Will Durant, Vol. 2: The Life of Greece, 1966, p. 173

[98] http://www.giveshare.org/israel/steve-collins-books.html

[99] Focal an Lae: The Word of the Day In Irish por Dennis King, online em: www.lincolnu.edu/~focal/backinst/focal114.htm

[100] Industries, Extraction and Processing, Encyclopaedia Britannica, Macropaedia, Vol. 21, 1985, p. 424

[101] The Universal Jewish Encyclopedia, Vol. 1, p. 316

[102] The World of the Bible por Roberta Harris, 1995, Map on p. 63

[103] Did A Lost Tribe of Israel Land At Carrickfergus? por David Hume, Larne Times, 24 de Dezembro, 1986

[104] O “Larne Times” da Irlanda do Norte, 24 de Dezembro, 1986

[105] James Thomson (1700–1748), poeta Britanico, e David Mallet (1705?-1765). A Masque: Rule Brittania (Vol. l. pp. 1–6) http://www.amazon.com/The-Masque-Alfred-David-Mallet/dp/B00000E6WE

[106] Rodapé para a minha própria família. Esta é a linhagem da qual a Família Crocker veio. Sophie Crocker foi minha avó materna.

[107] O “Larne Times” do Norte da Irelanda, 24 de dezembro, 1986 (Você pode pesquisar online pela Pedra da Coroação)

[108] The Annals of the Kingdom of Ireland por Charles O’Conor sobre as anotações de Belanagare (1826) sobre The Annals of the Kingdom of Ireland pelos Quatro Mestres p. 227

[109] The History of Ireland from the Earliest Kings of That Realm Down to Its Last Chief: Part One por Thomas Moore, p. 86

[110] Hebrew and Chaldee Dictionary por James Strong; Strong’s Exhaustive Concordance of the Bible por Abingdon, Strong’s Hebrew No. 5769; Enhanced Strong’s Lexicon, Logos Software, Strong’s Hebrew No.’s 5769, 5956

[111] Enhanced Strong’s Lexicon, Strong’s Hebrew No. 6381

[112] Um nome bíblico que significa “abençoar” ou “ajoelhar” Strong’s Hebraico Numeros 1263, 1288

[113] Hebrew and Chaldee Dictionary por James Strong; Strong’s Exhaustive Concordance of the Bible por Abingdon, Strong’s Hebrew No.’s 8558, 8559

[114] Hebrew and Chaldee Dictionary por James Strong; Strong’s Exhaustive Concordance of the Bible por Abingdon, Strong’s Hebrew No. 8582

[115] Hebrew and Chaldee Dictionary por James Strong; Strong’s Exhaustive Concordance of the Bible por Abingdon, Strong’s Hebrew No. 8596

[116] The “Larne Times” of N. Ireland, Dec. 24th, 1986

[117] The “Larne Times” of N. Ireland, Dec. 24th, 1986

[118] Stone of Destiny por Pat Gerber, p. 49

[119] Annals of Clonmacnoise por Conell MacGeoghegan (uma tradução), 1627, p. 27

[120] Stone of Destiny por Pat Gerber, p. 50

[121]Erin’s Blood Royal-The Gaelic Noble Dynasties of Ireland por Peter Berresford Ellis, 2002, p. 337

[122] An Introduction To Language por Victoria Fromkin e Robert Rodman, Fourth Ed., 1988, p. 318

[123] Enhanced Strong’s Lexicon, No. 7311

[124] Enhanced Strong’s Lexicon, No. 3414

[125] Matthew Kelly, 1848, translation notes accompanying John Lynch’s Cambrensis Eversus, 1662

[126] The Annals of the Kings of Ireland por the Four Masters, 1636, Vol. 1, p. 31

[127] The Annals of the Kings of Ireland por the Four Masters, Vol. 6, Appendix

[128] An Irish-English Dictionary por Edward O’Reilly, 1821, 1864

[129] Stone of Destiny por Pat Gerber

[130] http://www.roman-britain.org/tribes/brigantes.htm

[131] Saints, In Search of Ancient Ireland, Program 2: PBS Home Video, 2002

[132] England, the Remnant of Judah, and the Israel of Ephraim, 1861

[133] http://www.churchofgodtwincities.org/lit/booklets/throne-britain-its-biblical-origin-and-future/other-sources-and-caution.htm

[134] http://www.churchofgodtwincities.org/lit/booklets/throne-britain-its-biblical-origin-and-future/other-sources-and-caution.htm

[135] http://ukbookworld.com/book-for-sale/leckey/13383/milner-rev-the-royal-house-britain-enduring-dynasty & . . . http://www.churchofgodtwincities.org/lit/booklets/throne-britain-its-biblical-origin-and-future/other-sources-and-caution.htm

[136] http://www.british-israel.ca/David.pdf &… http://www.churchofgodtwincities.org/lit/booklets/throne-britain-its-biblical-origin-and-future/other-sources-and-caution.htm

[137] http://www.magoo.com/hugh/irishkings/html Also, see related links: http://www.british-israel.ca/CDRom.htm& http://www.churchofgodtwincities.org/lit/booklets/throne-britain-its-biblical-origin-and-future/other-sources-and-caution.htm

[138] Dialogo della Musica Antica por Vencenzo Galilei, 1581

Capítulo 3 | Heráldica das Tribos de Israel Antigamente e Agora

Eu lhes dei agora um relato confiável não apenas da rota migratória dos israelitas, mas também de como eram conhecidos desde o tempo de seu cativeiro em 723 aC – começando com Khoumri e Gameri, seguido por Gamera e Cimera, e terminando com o que agora conhecemos como Celtas. Também trouxe a Ishaka Saca e Citas à sua atenção e os segui através do tempo até que eles também fossem conhecidos como Celtas.

A fim de compreender completamente a profecia de Daniel 9: 24-27, no entanto, e no meu desejo sincero de provar a você exatamente quem era e quem é o povo de Daniel, continuei a investigar mais profundamente às linhas da realeza e segui a linhagem de Judá através da linhagem de Perez e da linhagem de Zerá desde a antiguidade até o presente. Comecei a partir do tempo de Abraão e das bênçãos prometidas aos filhos de Abraão e especificamente a um único filho – aquela criança sendo Judá. Então eu pulei adiante para aqueles dias que antecederam e logo antes do Êxodo, quando os israelitas deixaram o Egito e procuraram novas terras e uma nova vida. Rastreei a linhagem real de Perez através do rei Davi até o final daquela linhagem com a morte do rei Zedequias. Eu também tracei a linhagem de Zerá ao longo da história de Tróia e como ela chegou a cada uma das casas reais da Europa e também à Irlanda, Escócia e Inglaterra. Eu segui a linhagem de Zerá ao longo dos anos até que esta linhagem se fundisse com a linhagem do rei Zedequias e encontrasse seu caminho para a Irlanda, Escócia e, finalmente, para a Inglaterra, onde ainda preside e é representada pela rainha Elizabeth II.

Agora já lhe forneci várias provas de quem Israel é hoje no século 21.

Mas eu também sei que ainda existem aqueles entre vocês que não acreditarão nas provas que eu lhes apresentei nos capítulos um e dois, então eu vou agora compartilhar com vocês outro conjunto de provas para dar suporte adicional para a informação que eu já tenho compartilhado com você.

6 Pela boca de duas ou de três testemunhas, será morto o que houver de morrer; pela boca duma só testemunha não morrerá. (Deuteronômio 17:6)

  1. Uma testemunha não se levantará contra alguém por qualquer iniquidade, ou por qualquer pecado, seja qual for o pecado cometido; pela boca de duas ou de três testemunhas se estabelecerá o fato. (Deuteronômio 19:15)
  1. Mas se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, ‘para que pela boca de duas ou três testemunhas toda palavra seja confirmada’. (Mateus 18:16)

Esta é a Terceira vez que venho até você. “Para que pela boca de duas ou três testemunhas toda palavra

seja confirmada. ” [Veja: Deuteronômio 19:15 (2 Coríntios 13:1) ]

Uma vez que eu tenha lhe fornecido esse conjunto adicional de provas, não tem mais como negar para onde foram as Dez Tribos Perdidas de Israel e quem elas são hoje. Então, uma vez que eu tenha estabelecido este assunto, pelo número múltiplo de testemunhas que temos da história e dos fatos atuais que estou prestes a lhe mostrar, nós iremos então ler o resto da profecia de Daniel 9: 24- 27 Esta profecia é uma sentença de morte para aqueles que se recusam a se arrepender. Esta é a verdadeira razão pela qual estou compartilhando tudo isso com você. É porque você tem essa sentença de morte perdurando sobre sua cabeça. E não apenas você, mas também seu cônjuge, seus filhos, seus pais, sua cidade, seu estado ou província, e por último, mas não menos importante, todo o seu país e todos os países de Israel. Isso pode ser rescindido, é claro, mas somente se você se arrepender e começar a andar na caminhada (e não apenas falar) de guardar a Torá.

No capítulo 2, falei sobre a Mão Vermelha de Zera e como essa linhagem real surgiu na Irlanda. Mostrei-lhe a história de Tamar e Judá em Gênesis 38 e como Zera estendeu a mão e depois a puxou de volta para dentro do útero. Abaixo está a crista da Irlanda do Norte. Tem a Mão Vermelha dentro da Estrela de Davi e é coroada com uma coroa real.

Figura 248

Você também deve observar que o estandarte que o Leão está segurando apresenta a Harpa de Davi como eu expliquei a você no Capítulo 2.

Neste capítulo, vou explicar algumas coisas sobre heráldica para você. Quase todo mundo tem um brasão familiar com algumas coisas estranhas e poucos sabem o que essas coisas estranhas simbolizam ou exemplificam. Vá e pegue o brasão da sua família, se tiver um, e deixe-o ao alcance da mão ao prosseguir para aprofundar esse relato detalhado de onde Israel está hoje e exatamente onde você e sua árvore genealógica se encaixam em tudo isso.

Se você não conhece o brasão de sua família, deve pesquisá-lo ou use o de sua cidade, estado ou país e verifique quantos destes símbolos que estou prestes a explicar aparecem em seu brasão.

248 http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Northern_Ireland_coat_of_arms.png

Vamos começar nossa busca em Ezequiel, onde lemos algo muito diferente de tudo que lemos até este ponto da Bíblia. Eu sei que este é um lugar estranho para começar nossa busca sobre heráldica, mas peço um pouco de paciência.

E aconteceu, no trigésimo ano, no quarto mês, no dia quinto do mês, que, estando eu no meio dos cativos, junto ao rio Quebar, se abriram os us, e eu vi visões de Deus. 2 No quinto dia do s (no quinto ano do cativeiro do rei Joaquim), 3 veio expressamente a palavra de ???? a Ezequiel, filho de Buzi, o sacerdote, na terra dos caldeus, junto ao rio Quebar, e ali esteve sobre ele a mão de ????. 4 Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do Norte, e uma grande nuvem, com um fogo a revolver-se, e um resplendor ao redor dela, e no meio uma coisa como de cor de âmbar, que saía dentre o fogo. 5 E, do meio dela, saía a semelhança de quatro animais; e esta era a sua aparência: tinham a semelhança de um homem. 6 E cada um tinha quatro rostos, como também cada um deles, quatro asas. 7 E os seus pés eram pés direitos; e as plantas dos seus pés, como a planta do pé de uma bezerra, e luziam como a cor de cobre polido. 8 E tinham mãos de homem debaixo das suas asas, aos quatro lados; e assim todos quatro tinham seus rostos e suas asas. 9 Uniam-se as suas asas uma à outra; não se viravam quando andavam; cada qual andava diante do seu rosto. 10 E a semelhança do seu rosto era como o rosto de homem; e, à o direita, todos os quatro tinham rosto de leão, e, à o esquerda, todos os quatro tinham rosto de boi, e também rosto de águia, todos os quatro. 11 E o seu rosto e as suas asas eram separados em cima; cada qual tinha duas asas juntas uma à outra, e duas cobriam os corpos deles. (Ezequiel 1:111)

249Por toda a Bíblia há muitas referências a Querubins e Anjos, mas é Ezequiel que fala de como eles realmente se parecem. A imagem que estou usando aqui não é 100% correta. O Leão e o Touro precisam estar nos lados opostos de onde eles estão representados aqui. Mas ainda assim acho que é uma boa imagem.

Querubins (plural de Querubim) são seres celestes angélicos no reino espiritual que sempre foram associados à santidade de Yehová. Quando Adão pecou, Querubins, empunhando uma espada inflamada que rodava em todas as direções, estava posicionado na entrada do Jardim do Éden para guardar o caminho para a Árvore da Vida. Querubins representam o justo governo de Yehová e são executores dos justos e santos julgamentos de Yehová.

Então disse ???? Elohim: Eis que o homem é como um de nós,

Figure 249

249 https://www.bible-history.com/tabernacle/TAB4The_Cherubim.htm

sabendo o bem e o mal; ora, pois, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente: 23 ???? Elohim, pois, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra de que fora tomado. 24 E havendo lançado fora o homem,

pôs querubins ao oriente do jardim do Éden, e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida. (Genesis 3:22-24)

Os Querubins estavam representados nas cortinas ao redor e acima do Santo Lugar e como parte do Propiciatório no Santo dos Santos, como explicado em Êxodo 25 e 26. Isto enfatiza a sua proeminência, importância e a justiça daqueles que servem a Yehová em Sua perfeita santidade. Isso é extremamente importante e crucial entender. E ao continuarmos nesta linha de pensamento, você ficará surpreso ao descobrir o que Yehová está nos mostrando.

Em Apocalipse, João tem uma visão dos Querubins, assim:

E do trono procediam relâmpagos, e trovões, e vozes; e diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete espíritos de Elohim. 6 E diante do trono um mar de vidro, semelhante ao cristal. E no meio do trono e ao redor do trono, quatro criaturas viventes cheios de olhos por diante e por detrás. 7 E o primeiro animal era semelhante a um leão; e o segundo animal, semelhante a um bezerro; e tinha o terceiro animal o rosto como de homem; e o quarto animal era semelhante a uma águia voando. 8 E os quatro animais tinham, cada um, respectivamente, seis asas ao redor, e por dentro estavam cheios de olhos; e não tem repouso nem de dia nem de noite, dizendo: Santo, Santo, Santo é ???? Elohim Todo-poderoso, Que era, e Que é, e Que há de vir. (Apocalipse 4:5-8)

Os Querubins são descritos por Ezequiel como Quatro Criaturas Vivas – cada uma tendo quatro faces diferentes – a face de um Homem, Leão, Boi e Águia.

  • Face do Homem – O rosto do homem representa o intelecto (a mente, a capacidade de raciocinar, a alma), as emoções e todas as coisas que constituem e pertencem ao ser humano.
  • Face de um Leão – O Leão sempre foi reconhecido como forte, feroz e majestoso. Ele é considerado o mais real dos animais ou o “Rei dos Animais”.
  • Face de um Boi – O Boi sempre foi descrito como o animal que pacientemente trabalha para seu dono. Ele é forte, capaz de suportar um fardo pesado e está bem familiarizado com seu dono.
  • Face de uma Águia – O pássaro majestoso que voa acima das tempestades e tumultos da vida, enquanto lá embaixo há apenas tristezas, perigos, tumulto e aflição. Uma rápida ave de rapina – forte e poderosa, que ao contrário dos seres humanos, nunca se cansa.

30 O leão, o mais forte entre os animais, que por ninguém torna atrás. (Provérbios 30:30)

2 Como o bramido do leão é o terror do rei; o que provoca a sua ira peca contra a sua própria alma. (Provérbios 20:2)

4 Não havendo bois, o celeiro fica limpo, mas pela força do boi há abundância de colheitas.

(Provérbios 14:4)

14 Que os nossos bois sejam fortes para o trabalho; que não haja nem assaltos, nem saídas, nem clamores em nossas ruas. (Salmo 144:14)

3 O boi conhece o seu possuidor, e o jumento a manjedoura do seu dono; mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende. (Isaías 1:3)

18 Há três cousas que me maravilham; e a quarta não a conheço: O caminho da águia no céu; o caminho da cobra na penha; o caminho do navio no meio do mar; e o caminho do homem com uma virgem. (Provérbios 30:18-19)

31 “… mas os que esperam em ???? renovarão as suas forças, subirão com asas como águias: correrão e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão. (Isaías 40:31)

5 Que farta a tua boca de bens, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia.

(Salmo 103:5)

4 Vós tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águias, e vos trouxe a mim; (Êxodu 19:4)

3 E disse: Assim diz ???? Elohim: Uma grande águia, de grandes asas, de plumagem comprida, e cheia de penas de várias cores, veio ao Líbano e levou o mais alto ramo de um cedro. (Ezequiel 17:3)

1 Põe a trombeta à tua boca. Ele virá como a águia contra a casa de ????, porque transgrediram a minha aliança, e se rebelaram contra a minha Torá. (Oseias 8:1)

Quando você lê Números, capítulo 2, você lê a descrição de como o acampamento de Israel deveria ser montado no deserto. É muito específico:

1 E falou ???? a Moisés e a Arão, dizendo: 2 Os filhos de Israel armarão as suas tendas, cada um debaixo da sua bandeira, segundo as insígnias da casa de seus pais; ao redor, defronte da tenda da congregação, armarão as suas tendas. 3 Os que armarem as suas

tendas do lado do oriente, para a nascente, serão os da bandeira do exército de Judá, segundo os seus esquadrões, e Naassom, filho de Aminadabe, será príncipe dos filhos de Judá. 4 E o seu exército, os que foram contados deles, era de setenta e quatro mil e seiscentos. 5 E junto a ele armará as suas tendas a tribo de Issacar; e Natanael, filho de Zuar, será príncipe dos filhos de Issacar. 6 E o seu exército, os que foram contados deles, era de cinqüenta e quatro mil e quatrocentos. 7 Depois a tribo de Zebulom e Eliabe, filho de Helam, será príncipe dos filhos de Zebulom. 8 E o seu exército, os que foram contados deles, era de cinqüenta e sete mil e quatrocentos. 9 Todos os que foram contados do exército de Judá, cento e oitenta e seis mil e quatrocentos, segundo os seus esquadrões, estes marcharão primeiro. 10 A bandeira do exército de Rúben, segundo os seus esquadrões, estará para o lado do sul; e Elizur, filho de Sedeur, será príncipe dos filhos de Rúben, 11 E o seu exército, os que foram contados deles, era de quarenta e seis mil e quinhentos. (Números 2:1-11)

12 E junto a ele armará as suas tendas a tribo de Simeão; e Selumiel, filho de Zurisadai, será príncipe dos filhos de Simeão. 13 E o seu exército, os que foram contados deles, era de cinqüenta e nove mil e trezentos. 14 Depois a tribo de Gade; e Eliasafe, filho de Reuel, será príncipe dos filhos de Gade. 15 E o seu exército, os que foram contados deles, era de quarenta e cinco mil e seiscentos e cinqüenta. 16 Todos os que foram contados no exército de Rúben foram cento e cinqüenta e um mil e quatrocentos e cinqüenta, segundo os seus esquadrões; e estes marcharão em segundo lugar. 17 Então partirá a tenda da congregação com o exército dos levitas no meio dos exércitos; como armaram as suas tendas, assim marcharão, cada um no seu lugar, segundo as suas bandeiras. 18 A bandeira do exército de Efraim segundo os seus esquadrões, estará para o lado do ocidente; e Elisama, filho de Amiúde, será príncipe dos filhos de Efraim. 19 E o seu exército, os que foram contados deles, era de quarenta mil e quinhentos. (Números 2:12-19)

E junto a ele estará a tribo de Manassés; e Gamaliel, filho de Pedazur, será príncipe dos filhos de Manassés. 21 E o seu exército, os que foram contados deles, era de trinta e dois mil e duzentos. 22 Depois a tribo de Benjamim; e Abidã, filho de Gideoni, será príncipe dos filhos de Benjamim, 23 E o seu exército, os que foram contados deles, era de trinta e cinco mil e quatrocentos. 24 Todos os que foram contados no exército de Efraim foram cento e oito mil e cem, segundo os seus esquadrões; e estes marcharão em terceiro lugar. 25 A bandeira do exército de Dã estará para o norte, segundo os seus esquadrões; e Aieser, filho de Amisadai, será príncipe dos filhos de Dã. 26 E o seu exército, os que foram contados deles, era de sessenta e dois mil e setecentos. 27 E junto a ele armará as suas tendas a tribo de Aser; e Pagiel, filho de Ocrã, será príncipe dos filhos de Aser. 28 E o seu exército, os que foram contados deles, era de quarenta e um mil e quinhentos. 29 Depois a tribo de Naftali; e Aira, filho de Enã, será príncipe dos filhos de Naftali. 30 E o seu exército, os [que foram] contados deles, era de cinqüenta e três mil e quatrocentos. 31 Todos os [que foram] contados no exército de Dã foram cento e cinqüenta e sete mil e seiscentos; estes marcharão em último lugar, segundo as suas bandeiras. 32 Estes são os

que foram contados dos filhos de Israel, segundo a casa de seus pais; todos os que foram contados dos exércitos pelos seus esquadrões foram seiscentos e três mil e quinhentos e cinquenta. 33 Mas os levitas não foram contados entre os filhos de Israel, como o ????ordenara a Moisés. 34 E os filhos de Israel fizeram conforme a tudo o que o ???? ordenara a Moisés; assim armaram o arraial segundo as suas bandeiras, e assim marcharam, cada qual segundo as suas gerações, segundo a casa de seus pais. (Números 2:20-34)

Figure250

Como você acabou de ler, os levitas ocuparam uma posição muito diferente no acampamento.

Primeiro, lemos isso em Números, Capítulo 1.

49 Porém não contarás a tribo de Levi, nem tomarás a soma deles entre os filhos de Israel; 50 Mas tu põe os levitas sobre o tabernáculo do testemunho, e sobre todos os seus utensílios, e sobre tudo o que pertence a ele; eles levarão o tabernáculo e todos os seus utensílios; e eles o administrarão, e acampar-se-ão ao redor do tabernáculo. 51 E, quando o tabernáculo partir, os levitas o desarmarão; e, quando o tabernáculo se houver de assentar no arraial, os levitas o armarão; e o estranho que se chegar morrerá. 52 E os filhos de Israel armarão as suas tendas, cada um no seu esquadrão, e cada um junto à sua bandeira, segundo os seus exércitos. 53 Mas os levitas armarão as suas tendas ao redor do tabernáculo do testemunho, para que não haja indignação sobre a congregação dos filhos de Israel, pelo que os levitas terão o cuidado da guarda do tabernáculo do testemunho. 54 Assim fizeram os filhos de Israel; conforme a tudo o que ???? ordenara a Moisés, assim o fizeram. (Números 1:49-54)

O Acampamento Levita

250 http://www.keyway.ca/htm2000/20001016.htm

Acampados do lado de fora do Tabernáculo estavam as tendas levitas. Os levitas desempenhavam os deveres sacerdotais e, portanto, eram mediadores entre Deus e o povo. A Tribo de Levi foi dividida em quatro famílias. Suas tendas foram colocadas entre o Tabernáculo e o povo – uma família de cada lado. Os coatitas, ao sul, com 8.600. Os gersonitas a oeste, num total de 7.500. Os meraritas no Norte. . . numeração 6.200. No lado oriental estavam as tendas de Moisés, Arão, o sumo sacerdote, e os filhos de Arão, os sacerdotes. Acampado no centro estava Deus.

Moisés dividiu os levitas em três seções por descendência dos filhos de Levi, a saber, Gérson, Coate e Merari. Estavam sob a supervisão geral de Eleazar, filho de Arão.

Coatitas

O líder dos coatitas era Elizafã (Números 3:30). Na construção do Tabernáculo, eles eram 8.600 homens (Números 3:28), com 2.750 qualificados para o serviço ativo (Números 4:36). Eles acamparam no lado sul do Tabernáculo (Números 3:29). Seu dever era encarregar-se da Arca, da mesa do Pão da Presença, dos Candelabros, dos Altares da Oferenda Queimada e do Incenso, dos Vasos Sagrados usados no serviço e do Véu (Números 3:31, 4: 4-15).

Gersonitas

Os gersonitas tinham um líder chamado Eliasafe (Números 3:24). Eles contavam com 7.500 homens, sendo 2.630 qualificados para o serviço ativo (Números 3:22, 4:40). Eles acamparam no lado oeste do Tabernáculo (Números 3:23). Seu dever era encarregar-se de tirar e colocar as cortinas, a tenda, os cobertos e o pendente para a porta do Tabernáculo, as cortinas da corte e a entrada da corte, suas cordas e seus instrumentos de serviço. (Números 3: 25-26, 4: 22-28).

Meraritas

O líder dos meraritas era Zuriel (Números 3:35). Eles numeraram 6.200 homens, sendo 3.200 qualificados para o serviço ativo (Números 3:34, 4:44). Eles acamparam no lado norte do Tabernáculo (Números 3:35). Seu dever era encarregar-se dos quadros, barras, pilares e bases do Tabernáculo; também os pilares do átrio, as suas bases, cavilhas, cordas e instrumentos a eles pertencentes (Números 3: 36-37, 4: 29-32). Devido à natureza pesada dos materiais que tinham de carregar, quatro carroças e oito bois foram designados para eles; e na marcha, tanto eles como os gersonitas seguiram imediatamente após o estandarte de Judá, e antes de Rúben, a fim de poderem erguer o Tabernáculo antes da chegada dos coatitas (Números 7: 8).251

251 http://www.bible-history.com/tabernacle/TAB4The_Encampment.htm

Quero agora chamar sua atenção para uma certa palavra que já fiz referência e focar no que essa palavra significa. A palavra é “Bandeira” ou “Estandarte”.

17 Então partirá a tenda da congregação com o exército dos levitas no meio dos exércitos; como armaram as suas tendas, assim marcharão, cada um no seu lugar, segundo as suas bandeiras. (Números 2:17 | ACF2007)

17 Então partirá a tenda da revelação com o arraial dos levitas no meio dos arraiais; como se acamparem, assim marcharão, cada um no seu lugar, segundo os seus estandartes. (Números 2:17 | ARM1967)

31 Todos os que foram contados do arraial de Dã eram cento e cinquenta e sete mil e seiscentos. Esses marcharão em último lugar, segundo os seus estandartes. (Números 2:31)

34 Assim fizeram os filhos de Israel, conforme tudo o que ???? ordenara a Moisés; acamparam-se segundo os seus estandartes, e marcharam, cada qual segundo as suas famílias, segundo as casas de seus pais. (Números 2:34)

Somos ordenados a erguer nossas bandeiras ou nossos estandartes em nome de Yehová e nos é dito que nossos inimigos também erguerão suas bandeiras e seus estandartes contra nós.

5 Nós nos alegraremos pela tua salvação, e em nome do nosso Deus arvoraremos pendões [bandeiras ou estandartes]; satisfaça ???? todas as tuas petições. (Salmo 20:5)

4 Os teus adversários bramam no lugar das assembleias e alteiam os seus próprios símbolos. (Salmo 74:4)

O Salmo 74: 4 é muito revelador quando consideramos as insígnias dos romanos. Dizem que eles montaram estas insígnias no Portão Leste do Templo em 70 d.C. e idolatravam as insígnias.

Quase toda a religião do acampamento romano consistia em adorar o alferes, jurar pela bandeira e preferir o estandarte a todos os outros deuses. Estes estandartes romanos eram uma “abominação” para os judeus, ou a “abominação da desolação. ”252

252 http://www.christiananswers.net/dictionary/abomination.html

15 E Moisés edificou um altar e lhe chamou: ???? é Minha Bandeira. (Êxodo 17:15)

4 Deste um estandarte aos que te temem, para o arvorarem no alto, por causa da verdade. (Selá.). (Salmo 60:4)

4 Levou-me à sala do banquete, e o seu estandarte sobre mim era o amor. (Cantares 2:4)

26 Ele arvorará o estandarte para as nações distantes e lhes assobiará para que venham das extremidades da terra; e vêm apressadamente. (Isaias 5:26)

10 Naquele dia, recorrerão as nações à raiz de Jessé que está posta por estandarte dos povos; a glória lhe será a morada. (Isaias 11:10)

12 Levantará um estandarte para as nações, ajuntará os desterrados de Israel e os dispersos de Judá recolherá desde os quatro confins da terra. (Isaias 11:12)

  1. Alçai uma bandeira sobre o monte elevado, levantai a voz para eles; acenai-lhes com a mão, para que entrem pelas portas dos nobres. (Isaias 13:2)
  1. Vós, todos os habitantes do mundo, e vós, os moradores da terra, quando se arvorar a bandeira nos montes, olhai; e, quando se tocar a trombeta, escutai! (Isaias 18:3)

17 Mil homens fugirão pela ameaça de apenas um; pela ameaça de cinco, todos vós fugireis, até que sejais deixados como o mastro no cimo do monte e como o estandarte no outeiro. (Isaías 30:17)

Não é isso que fazemos hoje? Você não vê soldados hasteando a bandeira no topo de uma colina para inspirar as tropas ou reivindicar uma vitória? Uma vez que você tenha chegado a um local (ou seja, seu acampamento) onde você vai montar sua barraca, você ergue sua bandeira ou seu estandarte para que as pessoas saibam quem você é, de onde você é e se você é amigo ou inimigo.

9 “E de medo passará a sua rocha, e os seus príncipes terão pavor da bandeira, diz ???? cujo fogo está em Sião e a sua fornalha em Jerusalém. (Isaias 31:9)

22 Assim diz o ???? Elohim: Eis que levantarei a minha mão para os gentios, e ante os povos arvorarei a minha bandeira; então trarão os teus filhos nos braços, e as tuas filhas serão levadas sobre os ombros.” (Isaias 49:22)

19 Então temerão o nome de ???? desde o poente, e a sua glória desde o nascente do sol; vindo o inimigo como uma corrente de águas, o Espírito de ???? arvorará contra ele a sua bandeira. (Isaias 59:19)

10 Passai, passai pelas portas; preparai o caminho ao povo; aplainai, aplainai a estrada, limpai-a das pedras; arvorai a bandeira aos povos. (Isaias 62:10)

6 “Arvorai um estandarte no caminho para Sião; buscai refúgio, não demoreis; porque eu trago do norte um mal, sim, uma grande destruição.” (Jeremias 4:6)

2 Anunciai entre as nações; fazei ouvir e arvorai estandarte; proclamai, não encubrais; dizei: Tomada é a Babilônia, Bel está confundido, e abatido, Merodaque; cobertas de vergonha estão as suas imagens, e seus ídolos tremem de terror. (Jeremias 50:2)

12 Arvorai estandarte contra os muros de Babilônia, reforçai a guarda, colocai sentinelas, preparai emboscadas; porque ???? intentou e fez o que tinha dito acerca dos moradores da Babilônia. (Jeremias 51:12)

27 Arvorai um estandarte na terra, tocai a buzina entre as nações, preparai as nações contra ela, convocai contra ela os reinos de Ararate, Mini, e Asquenaz; ordenai contra ela um capitão, fazei subir cavalos, como lagartas eriçadas. (Jeremias 51:27)

7 De linho fino bordado do Egito era a tua vela, para servir de estandarte; azul e púrpura das ilhas de Elisá eram o teu toldo. (Ezequiel 27:7)

Outra palavra para “bandeira” é a palavra “insígnia”. Eu já lhe dei alguns exemplos de onde a palavra “bandeira” é encontrada na Bíblia e agora farei o mesmo para “insígnia” – o mais arcaico termo para o que agora nos referimos como uma “bandeira”. Hoje, nos EUA, eles fazem um juramento de fidelidade à bandeira americana. Curiosamente, a palavra “Oth” é a palavra hebraica para “bandeira”.

Insígnia253

(Nes, geralmente “insígnia”, às vezes “estandarte”; degel, “estandarte”; oth, “insígnia”). Essa distinção entre esses três termos hebraicos é suficientemente marcada por seus respectivos usos. Nes é um sinal e não um estandarte militar. É um sinal ocasional, que era exibido no topo de um poste em cima de um monte (Isaías 13: 2, 18: 3). Degel um estandarte militar para uma grande divisão de um exército; e oth o mesmo para um pequeno. Nenhum deles, no entanto, expressa a ideia que “bandeira” transmite às nossas mentes. As bandeiras em uso entre os hebreus provavelmente se assemelhavam aos dos egípcios e assírios – uma figura ou dispositivo de algum tipo elevado em um poste; geralmente um emblema sagrado, como um animal, um barco ou o nome do rei.

Cada acampamento de Israel, cada grupo dentro do acampamento de Israel e potencialmente todos os líderes de cada um desses grupos tinham suas próprias bandeiras que representavam quem eles eram e a qual tribo eles pertenciam. Isso é interessante entender como você vai ver em breve.

A palavra hebraica “oth” denota um estandarte militar, especialmente de uma tribo (Números 2: 2). Cada tribo separada tinha seu próprio “sinal” ou “estandarte”.

A palavra hebraica “nes” denota um “sinal no alto”, como uma “coluna” ou “polo alto” (Números 21: 8-9); “Sinal” ou “bandeira” colocada em altas montanhas para indicar ao povo um “local de encontro” na irrupção de um inimigo (Isaías 5:26, 11:12, 18: 3, 62:10; Jeremias 4: 6, 4:21; Salmo 60: 4). Este foi um sinal ocasional, e não um estandarte militar. “Elevação” e “conspicuidade” estão implícitas na palavra.

A palavra hebraica “degel” denota o “estandarte” dado a cada uma das quatro divisões do exército dos israelitas no Êxodo (Números 1:52, 2: 2, 10:14).

Em Cant. 2: 4 é traduzida como “estandarte”. Não temos informações definidas sobre a natureza desses estandartes militares. (Veja “Banner. ”)254

11 Ao cabo de três meses, embarcamos num navio alexandrino, que invernara na ilha e tinha por emblema Dióscuros. (Atos 28:11)

2 Os filhos de Israel se acamparão junto ao seu estandarte, segundo as insígnias da

253 Smith Bible Dictionary, http://topicalbible.org/e/ensign.htm

254 Easton’s Bible Dictionary, http://topicalbible.org/e/ensign.htm

casa de seus pais; ao redor, de frente para a tenda da congregação, se acamparão.

(Números 2:2)

  1. E disse ???? a Moisés: Faze-te uma serpente ardente, e põe-na sobre uma haste; e será que viverá todo o que, tendo sido picado, olhar para ela.” (Números 21:8)
  1. Fez Moisés uma serpente de bronze e a pôs sobre uma haste; sendo alguém mordido por alguma serpente, se olhava para a de bronze, sarava. (Números 21:9)

4 Deste um estandarte aos que te temem, para o arvorarem no alto, por causa da verdade. (Selá.). (Salmo 60:4)

26 E ele arvorará um estandarte para as nações de longe, e lhes assobiará desde a extremidade da terra; e eis que virão muito apressadamente. (Isaias 5:26)

10 E acontecerá naquele dia que a raiz de Jessé, a qual estará posta por estandarte dos povos, será buscada pelos gentios; e o lugar do seu repouso será glorioso. (Isaias 11:10)

12 E levantará um estandarte entre as nações, e ajuntará os desterrados de Israel, e os dispersos de Judá congregará desde os quatro confins da terra. (Isaias 11:12)

  1. Alçai uma bandeira sobre o monte elevado, levantai a voz para eles; acenai-lhes com a mão, para que entrem pelas portas dos nobres. (Isaias 13:2)
  1. Vós, todos os habitantes do mundo, e vós, os moradores da terra, quando se arvorar a bandeira nos montes, olhai; e, quando se tocar a trombeta, escutai. (Isaias 18:3)

17 Mil homens fugirão pela ameaça de apenas um; pela ameaça de cinco, todos vós fugireis, até que sejais deixados como o mastro no cimo do monte e como o estandarte no outeiro. (Isaias 30:17)

9 E de medo passará a sua rocha, e os seus príncipes terão pavor da bandeira, diz ????, cujo fogo esem Sião e a sua fornalha em Jerusalém. (Isaias 31:9)

19 Então temerão o nome de ???? desde o poente, e a sua glória desde o nascente do sol; vindo o inimigo como [uma] corrente de águas, o Espírito de ???? arvorará contra

ele a sua bandeira. (Isaias 59:19)

10 Passai, passai pelas portas; preparai o caminho ao povo; aplainai, aplainai a estrada, limpai-a das pedras; arvorai a bandeira aos povos. (Isaias 62:10)

6 Arvorai a bandeira rumo a Sião, fugi, não vos detenhais; porque eu trago do norte um mal, e uma grande destruição. (Jeremias 4:6)

21 Até quando verei o estandarte, e ouvirei a voz da trombeta? (Jeremias 4:21)

2 Declare ye among nations, and sound, and lift up an ensign, sound, do not hide, Say ye: “Captured hath been Babylon, put to shame hath been Bel, broken hath been Merodach, put to shame have been her grievous things, broken have been her idols.” (Jeremias 50:2)

12 Arvorai um estandarte sobre os muros de Babilônia, reforçai a guarda, colocai sentinelas, preparai as ciladas; porque como ???? intentou, assim fez o que tinha falado contra os moradores de Babilônia. (Jeremias 51:12)

27 Arvorai um estandarte na terra, tocai a buzina entre as nações, preparai as nações contra ela, convocai contra ela os reinos de Ararate, Mini, e Asquenaz; ordenai contra ela um capitão, fazei subir cavalos, como lagartas eriçadas. (Jeremias 51:27)

7 De linho fino bordado do Egito era a tua vela, para servir de estandarte; azul e púrpura das ilhas de Elisá eram o teu toldo. (Ezequiel 27:7)

16 E Yehová seu Deus n’aquele dia os salvará, como ao rebanho do seu povo; porque como as pedras da coroa serão levantados na sua terra, como bandeira. (Zacarias 9:16)

De acordo com a tradição judaica, acreditava-se que as bandeiras das tribos eram as seguintes:

  • Judá – Leste (Leão de ouro com um fundo escarlate).
  • Efraim – Oeste (Boi de preto sobre fundo dourado).
  • Rubens – Sul (Homem em fundo dourado).
  • Dã — Norte (Águia de ouro sobre um fundo azul).255

255 http://www.bible-history.com/tabernacle/TAB4The_Encampment.htm

Você está começando a ver um padrão agora com os querubins dos quais falamos em Ezequiel? A questão então é: como eram as bandeiras (conhecidas como faixas e insígnias) sobre cada uma das Doze Tribos? Podemos achar essa resposta facilmente apenas lendo o que Jacó tinha a dizer sobre cada um de seus filhos no final de sua vida.

Em Gênesis 49, lemos sobre Jacó que está chegando ao fim de seus dias e quer contar a seus doze filhos o que deve acontecer com eles nos Últimos Dias. Ele está falando a eles sobre coisas que pertencem ao final desta era e não apenas em referência específica a eles em suas vidas.

1 Depois chamou Jacó a seus filhos, e disse: Ajuntai-vos, e anunciar-vos-ei o que vos ha de acontecer nos derradeiros dias: Ajuntai-vos, e ouvi, filhos de Jacob; e ouvi a Israel vosso pai. (Genesis 49:1-2)

Rúben

256

  1. Rúben, tu és meu primogênito, minha força e as primícias do meu vigor, o mais excelente em altivez e o mais excelente em poder. (Genesis 49:3)
  1. Impetuoso como a água, não serás o mais excelente, porque subiste ao leito de teu pai e o profanaste; subiste à minha cama. (Genesis 49:4)

Os dois símbolos de Rúben: um homem e a água

O principal emblema de Rúben era um “homem”, representando a “excelência do poder”. Seu emblema secundário é registrado como “linhas onduladas”, representando “águas instáveis”

256 Symbols of Our Celto-Saxon Heritage by W.H. Bennet, 1976

257 258

Figura 257 Figura 258

Eu recomendo que você leia cada um dos links do site Brit-Am, pois eles entram em maiores detalhes explicando como as diferentes tribos de cada um dos clãs migraram e terminaram onde estão agora. Diferentes grupos de várias tribos migraram para diferentes áreas e nem sempre foram encontrados coexistindo na mesma área. Em alguns casos, você pode pesquisar sua própria família por todo o caminho de volta à Israel.259 Para ajudá-lo nessa pesquisa, consulte a nota do rodapé abaixo.

No versículo 3, Jacó referiu-se a Rúben como “meu poder” e “a excelência da dignidade”. A França retratou essas características para o mundo. No passado, ela foi a maior potência colonial depois da Grã- Bretanha e foi chamada a “Rainha da Cultura”.

A Enciclopédia Americana nota que:

“…durante os 70 anos da terceira república [1875-1945] … mais de uma centena de gabinetes se sucederam, na França, com um mandato médio de menos de oito meses. A principal causa dessa instabilidade ministerial foi a falta de partidos disciplinados…”

Este sistema político francês “instável” e volúvel também produziu onze constituições desde 1791!

Jacó procede dizendo à Rúben que, “… não serás o mais excelente, porque subiste ao leito de teu pai e o profanaste; subiste à minha cama” (Genesis 49:4).

É interessante notar que os reis e líderes da França geralmente têm suas próprias amantes – “concubinas” – um padrão hedonista que se tornou uma parte muito difundida de sua cosmovisão nacional.

257 http://christianliving101.org/Site/pdf_files/Heraldry_of_the_lost_tribes.pdf

258 http://christianliving101.org/Site/pdf_files/Heraldry_of_the_lost_tribes.pdf

259 http://britam.org/tribes.html

Simeão & Levi

A próxima bênção que Jacó concede é a respeito de Simeão e Levi:

5 Simeão e Levi são irmãos: as suas espadas são instrumentos de violência. No seu secreto conselho não entre minha alma, com a sua congregação minha gloria não se ajunte; porque no seu furor mataram varões, e na sua teima arrebataram bois. (Genesis 49:5-7)

Simeão e Levi têm a espada e o castelo como sua crista:

Levi foi espalhado entre as tribos, com alguns servindo dentro do sacerdócio levítico. No entanto, o principal emblema de Simeão era uma espada – um “instrumento de crueldade”

260

Figura 260

Simeão e Levi eram irmãos – destinados a serem divididos em Jacó e espalhados em Israel (Gênesis 49: 7). Consequentemente, eles não deveriam estar concentrados em uma área específica. O nome LEVI parece se repetir em denominações familiares como Levison e Lewis. Eles eram a tribo sacerdotal a qual Moisés e Arão pertenciam. De Arão vieram os sacerdotes ou os COHANS. (McGowan é uma forma anglicizada de Cohan, como eu indiquei nos capítulos anteriores).

260 Symbols of Our Celto-Saxon Heritage by W.H. Bennet, 1976

Você vai notar na crista de Milano a capital da Lombardia, que há um castelo no topo. O castelo é o símbolo de ambos Levi e Simeão. Se você for ao site da Brit-Am, você pode aprender como algumas pessoas da Tribo de Simeão terminaram em Milão.

Outro símbolo para Levi e Simeão é a Espada. Você pode ver um exemplo disso nas cristas que se seguem. Como já indiquei anteriormente, Simeão e Levi foram misturados entre as tribos.

Judá

Jacó concede sua bênção a Judá em seguida. As coisas ditas aqui são fundamentais para a nossa discussão, então leia com atenção:

261 262

Figura 261 Figura 262

8 Judá, teus irmãos te louvarão; a tua mão estará sobre a cerviz de teus inimigos; os filhos de teu pai se inclinarão a ti. Judá é leãozinho; da presa subiste, filho meu. Encurva-se e deita-se como leão e como leoa; quem o despertará? O cetro não se arredará de Judá, nem o bastão de entre seus pés, até que venha Siló; e a ele obedecerão os povos. Ele amarrará o seu jumentinho à vide e o filho da sua jumenta, à videira mais excelente; lavará as suas vestes no vinho e a sua capa, em sangue de uvas. Os seus olhos serão cintilantes de vinho, e os dentes, brancos de leite. Os olhos serão vermelhos de vinho, e os dentes brancos de leite. (Genesis 49:8-12)

261 http://en.wikipedia.org/wiki/Royal_arms_of_England

262 Symbols of Our Celto-Saxon Heritage by W.H. Bennet, 1976

Você notará como o Leão é mencionado três vezes aqui nesta bênção. Um dos símbolos de Judá é representado por três leões; outro por um único leão e outro pelo cetro.

O emblema de Judá era e ainda é um leão, com dois emblemas secundários:

  1. Três leões (já que ele é descrito como um leão três vezes).
  2. Um Cetro: Um Leão com uma Coroa representou a Casa de Davi, a linhagem real dos reis.

Mas a linha de Zera, que também era de Judá, era representada tanto pela Mão Vermelha quanto pelo Leão Vermelho.

Lembre-se que a Linha de Zera também de Judá originalmente se estabeleceu na Irlanda. Também é interessante que “a bandeira oficial da Irlanda do Norte tem uma estrela de Davi em seu centro, cujo símbolo é tradicionalmente associado a Judá e ao povo judeu. ”263

A Mão Escarlate, que tipifica a linha de Zera, está no centro da bandeira da Irlanda do Norte.

Naturalmente, a Tribo de Judá é a tribo mais amplamente reconhecida hoje. Apesar de ter sofrido muita

263 The Tribes by Yair Davidy, p. 221

perseguição ao longo dos séculos de falsas religiões e vários déspotas, eles foram os únicos a ter cumprido Sofonias 2 e Zacarias 12 no contexto profético de retornar à sua antiga terra natal, Israel. Apenas uma fração de Judá, no entanto, vive na nação real de Israel. Os judeus da cidade de Nova York sozinhos superam os que atualmente residem em Israel.

Hoje, o Estado de Israel e Judá compartilham o Leão Azul em comum como um de seus símbolos nacionais.

A profecia de Jacó prediz como Judá será um “filhote de leão”. Jacó profetizou que Judá seria uma nação muito jovem no período dos últimos dias. Isso descreve a nação israelense moderna precisamente, que “nasceu” em 1948 e ainda é uma “nação jovem” pelos padrões atuais.

Baseado em tudo que eu lhe revelei nos capítulos anteriores, não deve ser surpresa para você ver os três Leões de Ouro em destaque na bandeira, homenageando a Rainha da Inglaterra.

último capítulo.

Aqui, no Estandarte Real da Rainha, temos os três Leões de Ouro que você acabou de ler na bênção para Judá. Também temos a Harpa, que é a bandeira da Irlanda e representa a linha davídica. Além disso, temos a bandeira escocesa ou a bandeira do Leão Vermelho. Este Leão Vermelho representa a Mão Vermelha e a linha de Zera que eu explanei para você no

Em destaque neste banner em particular, temos a linha de Perez, os três Leões de Ouro e a linha de Zera –

o Leão Vermelho representando a Escócia e a linhagem real que já foi na Irlanda.

27 Ao revés, ao revés, ao revés porei aquela coroa, e ela não mais será, até que venha aquele a quem pertence de direito; a ele a darei (Ezequiel 21:27)

Mais uma vez, o Leão é um símbolo da Tribo de Judá e é a bandeira de Judá. Você encontrará mais alguns exemplos disso ao continuamos.

Aqui está o emblema nacional da Escócia. Mais uma vez apresenta o Leão Vermelho, simbolizando a linha de Zera. Não tem a coroa, no entanto, como isso pertence à Inglaterra.

Zebulom

264

13 Zebulom habitará na praia dos mares e servirá de porto de navios, e o seu limite se estenderá até Sidom. (Genesis 49:13)

Zebulom pegou o emblema de um navio em um porto. Yair Davidy afirma:

“Os Países Baixos (Holanda) apresentam leões no seu brasão. Os leões simbolizam todo Israel, especialmente quando unidos sob a Casa de Davi de Judá, cujo sinal especial é um leão … Os holandeses vêm principalmente de Zebulom, embora outros grupos tribais (como os de Naftali) também estejam presentes. ”265

Figura 264

Profetizado para ser um “paraíso do mar”266, a Holanda é composta principalmente de uma abundância de terras agrícolas ricas recuperadas do oceano. Além disso, Amsterdã (na foz do poderoso Rio Reno, com uma vasta flotilha de embarcações chegando diariamente) e Roterdã (mundialmente conhecida como uma Europort e uma importante ligação marítima para a União Europeia) foram dois dos maiores portos do mundo no início dos anos 60.

264 Symbols of Our Celto-Saxon Heritage by W.H. Bennet, 1976

265 The Tribes by Yair Davidy, p. 318

266 http://britam.org/zebulon.html

À esquerda, tem um escudo de Blason, na França, mostrando o simbolismo de Zebulom em um brasão moderno.

267268

Figura 267 Figura 268

Outra profecia em Deuteronômio mostra que Zebulom foi exortado:

  1. Alegra-te… nas tuas tendas [ou na tua expansão]. (Deuteronômio 33:18)

Observe o que o autor Luigi Barzini diz sobre os povos holandeses em seu livro, The Europeans (Os Europeus):

“Esta paixão pelo mar levou-os [holandeses] a conquistar não províncias vizinhas … mas a estabelecer pontos comerciais distantes em todo o mundo … Eles se estabeleceram em New Amsterdam [que se tornou Nova York], um vasto porto natural cheio de ilhas grandes e pequenas, planas e arenosas, na foz de um grande rio, que evidentemente os lembrava de casa; na África do Sul, Japão, Formosa, Brasil, Ceilão, Indonésia, Antilhas e muitos outros lugares lucrativos. ”269

A profecia continua explicando que Zebulom:

  1. “…chuparão a abundância dos mares e os tesouros escondidos da areia.

(Deuteronômio 33:19)

A Holanda sempre conseguiu fazer isso de várias maneiras, dos quais mencionarei alguns. Uma delas é através do comércio internacional pelo uso de sua frota de navios. Outra é através da recuperação da terra do mar. Historicamente e até hoje, os holandeses são bem conhecidos por construir diques e recuperar

267 http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Blason_paris.png

268 http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Coat_of_arms_of_the_Netherlands.svg

269 The Europeans by Luigi Barzini,

terras270 para o uso na agricultura.

271À esquerda estão as bandeiras oficiais da Holanda. O Leão que está segurando um Bando de Flechas é um símbolo de José e a Espada também é um símbolo de Simeão e Levi mostrando a você como os diferentes clãs tinham seus próprios símbolos adicionados à Tribo dominante.

Figura 271

Issacar

14 Issacar é jumento de fortes ossos, deitado entre dois fardos.

(Genesis 49:14)

27215 “…. Viu ele que o descanso era bom, e que a terra era agradável. Sujeitou os seus ombros à carga e entregou-se ao serviço forçado de um escravo.” (Genesis 49:15)

“ O brasão de Issacar era um burro carregando uma carga pesada. ”273

Várias fontes afirmam que a Tribo de Issacar é encontrada principalmente na Finlândia.

Figura 273

270 http://britam.org/zebulon.html

271 http://en.wikipedia.org/wiki/File:Gouda_Arms_of_Dutch_republic_County_Holland_Kingdom_The_ Netherlands.JPG

272 http://en.wikipedia.org/wiki/File:Coat_of_arms_of_Finland.svg

273 Symbols of Our Celto-Saxon Heritage by W.H. Bennet, 1976

Yair Davidy escreve:

“A Finlândia foi identificada neste trabalho como pertencente principalmente às tribos de Gade, Simeão e especialmente Issacar. Por muitos anos, a Finlândia foi governada pela Suécia … e muitos suecos permaneceram na Finlândia … Tanto a Espada (Simeão) quanto o Leão (Gade) são proeminentes no brasão finlandês. ”274

Do século XII ao século XIX, a Finlândia tinha sido um campo de batalha entre a Rússia e a Suécia. Estava inicialmente sob o domínio sueco até 1809. Em seguida, tornou-se um grão-ducado russo até 1917, quando declarou oficialmente sua independência. A Finlândia teve que equilibrar a neutralidade cuidadosamente, devido à sua proximidade com a Rússia no Leste, e seus laços étnicos com a Escandinávia no Oeste. Poderia ser considerado a “Suíça da Escandinávia. ”

275Dan

16 Dã julgará o seu povo, como uma das tribos de Israel. Dã será serpente junto ao caminho, uma víbora junto à vereda, que morde os calcanhares do cavalo, e faz cair o seu cavaleiro por detrás. A tua salvação espero, ó ????. (Genesis 49:1618)

Algumas traduções em inglês usam a frase ‘reinará sobre seu povo com justiça’ no lugar de ‘julgará seu povo’.

274 The Tribes by Yair Davidy, p. 217

275 Symbols of Our Celto-Saxon Heritage by W.H. Bennet, 1976

Figura 275

O principal emblema de Dan era uma águia carregando uma serpente. Este símbolo se tornaria uma serpente alada com asas de águias e garras como vemos na bandeira galesa.276

Figura 276

De Dan, the Pioneer of Israel por Colonel Gawler, descobrimos que Dã se estabeleceu na Irlanda e na Dinamarca.277 Embora Yair Davidy coloca Dã principalmente na Irlanda e na Dinamarca, Dã também está fortemente representado no País de Gales e em todos os países escandinavos. A bandeira do País de Gales retrata um dragão, que é um dos símbolos de Dã.

O símbolo de Dã era originalmente uma Serpente, que facilmente se tornou um Dragão ao longo dos séculos.

Aser

20 De Aser, o seu pão será gordo, e ele dará delícias reais. (Genesis 49:20)

276 http://en.wikipedia.org/wiki/File:Flag_of_Wales_2.svg

277 http://www.nordiskisrael.dk/artikler/jcgawler_dan_the_pioneer_of_israel_chap1.html

278 279

20 De Aser, o seu pão será gordo; ele produzirá delícias reais. (Genesis 49:20)

Embora esta descrição seja breve, o estandarte de Asher era um copo ou uma taça coberta.

Figura 278 Figura 279

Há evidências em abundância que sugere que a Bélgica é onde a Tribo de Aser se estabeleceu. É famosa pelo uso de óleo vegetal quente e pela criação de batatas fritas. A Bélgica também é famosa pelos chocolates de alta qualidade (as melhores “delicadezas reais”) e pelos bombons. Desde o século 15, a Bélgica tem sido reconhecida por suas rendas e tapeçarias, que decoram muitos castelos e palácios em toda a Europa.

Naftali

21 Naftali é uma gazela solta; ele profere palavras formosas.

(Genesis 49:21)

O emblema de Naftali era um veado saltando. Este veado “solto” denota imoralidade sexual e promiscuidade. Isto descreve muito bem a Suécia moderna.

O movimento em direção à “igualdade” dos sexos na Suécia se iniciou

muito antes que muitos outros países experimentassem essa mesma

tendência. A incidência de sexo antes do casamento excede 90% e o divórcio é concedido por qualquer motivo. Muitos materiais pornográficos, pelos padrões de outros países, são difundidos na Suécia devido à sua legislação liberal.

W.H. Bennet afirma que os naftalitas se tornariam parte da Suécia. Yair Davidy diz que eles estão principalmente da Noruega:

278 http://en.wikipedia.org/wiki/File:Greater_Coat_of_Arms_of_Belgium.svg

279 Symbols of Our Celto-Saxon Heritage by W.H. Bennet, 1976

  • Naftalitas-Hunos – Thyssagetae do leste da Cítia, – Sian Yueh-chi (ou seja, Pequenos Godos).280
  • Thule (Noruega).

Clãs de Naftali:

  • Jahzeel – Zeeland (Holanda), Zealand (Dinamarca), Yssel (Escandinavia).
  • Guni – Egan (Noruega), Gugerni (Holanda), Chouni (Huno, Hunos da Escandinávia etc.,)
  • Jezer – Jassar (Alanos); Vraesi (Dinamarca, migraram em massa para Britania).
  • Shillem -Sillingae (entre os vândalos, Holanda e Escandinávia).

Benjamin

Figura 280

27 Benjamim é lobo que despedaça; pela manhã devora a presa e à tarde reparte o despojo. (Genesis 49:27)

A bandeira de Benjamin era um lobo.

Symbols of Our Celto-Saxon Heritage afirma:

“Muitos destes [benjamitas] estabeleceram-se na Escandinávia, dando o nome à Noruega e depois à Normandia, na França. ”281

Figura 282282

Semelhante aos levitas, Benjamim (o filho mais novo de Jacó) foi disperso em Judá e permanece assim hoje.

No entanto, concentrações mais altas de benjamitas habitam a Noruega e a Islândia.

280 http://en.wikipedia.org/wiki/File:Greater_coat_of_arms_of_Sweden.svg

281 Symbols of Our Celto-Saxon Heritage by W.H. Bennet, 1976

282 Symbols of Our Celto-Saxon Heritage by W.H. Bennet, 1976

Ambos os países foram fortemente influenciados pela exploração viking, que sempre envolveu pilhar, saquear e “dividir o despojo”. Durante a Era Viking, a família era considerada a unidade mais importante

e integral da sociedade e os feudos de sangue não eram apenas legais, mas também comum. Considere como isso coincide com a unidade familiar altamente estruturada de um grupo de lobos.

BENJAMIN também esteve representado entre os BELGAE e os NORMANS.

As características importantes a serem observadas no que diz respeito ao brasão da Islândia são: o Homem, o Touro, a Águia e o Dragão – todos os quais são símbolos das Tribos de Israel.

José

Figura 283

22 José é um ramo frutífero, ramo frutífero junto à fonte; seus galhos se estendem sobre o muro.

Os flecheiros lhe dão amargura, atiram contra ele e o aborrecem. O seu arco, porém, permanece firme, e os seus braços são feitos ativos pelas mãos do Poderoso de Jacó, sim, pelo Pastor e pela Pedra de Israel, pelo Deus de teu pai, o qual te ajudará, e pelo Todo-Poderoso, o qual te abençoará com bênçãos dos altos céus, com bênçãos das profundezas, com bênçãos dos seios e da madre. As bênçãos de teu pai excederão as bênçãos de meus pais até ao cimo dos montes eternos; estejam elas sobre a cabeça de José e sobre o alto da cabeça do que foi distinguido entre seus irmãos. (Genesis 49:22-26)

Figura 284

Nós temos uma abundância de símbolos aqui que são usados como símbolos de José e suas tribos.

Uma árvore frutífera é frequentemente representada como um ramo de oliveira. Uma aljava cheia de flechas é outro símbolo usado com frequência. De fato, o número Treze, nesse contexto, é comumente

283 http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Coat_of_arms_of_Iceland.svg

284 Symbols of Our Celto-Saxon Heritage by W.H. Bennet, 1976

usado para representar o número de flechas, o número de folhas e o número de bagos no ramo de oliveira. Mas não devemos esquecer que José teve dois filhos que foram abençoados separadamente por Jacó também.

Nesta passagem, José – o pai de Efraim e Manassés – é comparado a um ramo ou ramo frutífero, provavelmente um ramo de oliveira. José também é descrito como sendo atirado por arqueiros.

Inglaterra significa, “Terra de Ângulos” (Ângulo-terra) Consequentemente, “Angulo” é uma forma de “Aegel” que significa bezerro e um apelido para Efraim. (Oseas10:11).

11 “Porque Efraim é uma bezerra domada, que gosta de trilhar; e eu poupava a formosura do seu pescoço; mas farei cavalgar Efraim. Judá lavrará, Jacó lhe desfará os torrões. ” (Oseas 10:11)

A Tribo de Efraim é muito predominante na Inglaterra. Os anglo-saxões possuíam características biblicamente hebraicas.

“No antigo hebraico Ashkanazi (europeu), a letra “ayin” podia ter um som “ã” em vez do usual “á”, assim Yankel era um apelido para alguém chamado Yakov, com o Ya em-yacov sendo pronunciado como “Yã. ”285

É aqui que obtemos o termo Yank. O outro apelido para a Inglaterra é Johnny Bull (Joãozinho Touro) – novamente vindo do significado de “Aegel. ”

Mais tarde, os descendentes de José são descritos assim:

17 Ele tem a glória do primogênito do seu touro, e os seus chifres são chifres de boi selvagem; com eles rechaçará todos os povos até às extremidades da terra; estes pois são os dez milhares de

Efraim, e estes são os milhares de Manassés. (Deuteronômio 33:17)

Figura 286

A versão King James nota que a palavra para “boi selvagem” é “Unicórnio. ”

285 http://www.britam.org/Proof/Joseph/joBull.html

286 286Symbols of Our Celto-Saxon Heritage by W.H. Bennet, 1976

Ele tem a glória do primogênito do seu touro, e os seus chifres são chifres de boi selvagem (unicórnio, no King James); com eles rechaçará todos os povos até às extremidades da terra; estes pois são os dez milhares de Efraim, e estes são os milhares de Manassés. (Deuteronômio 33:17)

Com essas descrições divididas entre os dois filhos, o emblema principal de Manassés era o de um Ramo de Oliveira, e seu emblema secundário, um Conjunto de Setas. Também anexado ao estandarte de Manassés estava o número Treze, já que ele era a décima terceira tribo. O principal emblema de Efraim era um Boi, com seu emblema secundário sendo um Unicórnio.

Outro símbolo de José que aparece na heráldica são os Feixes de Trigo, que é a história de José em Gênesis 37.

Espaço não permite a inclusão de inúmeros registros históricos que mostram o uso desses emblemas pelos primeiros povos celta- saxões durante séculos após suas migrações pelo noroeste da Europa. Também não há espaço para os símbolos encontrados nos escudos de Tróia, Argos e Esparta, que são muito semelhantes àqueles que eu já descrevi para você.

Figura 287

Dois dos principais atributos identificadores da primogenitura da Tribo de José, da qual o filho recebeu a maior das bênçãos, são ilustrados no Grande Escudo dos EUA. À esquerda é o Ramo de Oliveira, com sua abundância de azeitonas. O ramo de azeitona é um símbolo de riqueza de óleo e é um emblema da paz.

Curiosamente, o Ramo de Oliveira, as Setas de José- Manassés, a Águia da Tribo de Dã e o Escudo de Treze Estrelas e Listras formam o emblema dos Estados Unidos da América.

Figura 288

287 http://commons.wikimedia.org/wiki/File:William_de_Braose,_4th_Lord_Bramber.svg

288 http://www.loc.gov/exhibits/british/britintr.html

O Grande Selo dos Estados Unidos tem muitos elementos-chave mostrando sua conexão com a Tribo de

Manassés: Observe em particular o Ramo de Oliveira com Treze Folhas, as Treze Setas, as Treze Listras na bandeira / escudo, as treze letras em “E Pluribus Unum ”e as Treze Estrelas acima da Águia. Manassés era o filho mais novo de Jacó e, portanto, a décima terceira e última tribo. O número “13” não significa má sorte e é um bom número de acordo com as autoridades judaicas

– pois denota superabundância. A nuvem acima da Águia é simbólica do Shekiná, ou a Nuvem da Glória que pairou acima de Israel sobre o Tabernáculo.

Figura 289

Lembre-se que os dois emblemas de Manassés incorporaram um ramo de oliveira e um conjunto de flechas. Enquanto o selo americano retrata Treze Estrelas para refletir as treze colônias originais, Manassés foi, de fato, a décima terceira tribo de Israel. Esta é uma clara evidência ligando a América aos símbolos descritos na Bíblia para Manassés. A dualidade é inerentemente óbvia! Todos esses fatos significativos, ainda que pouco conhecidos, servem como provas adicionais da identidade dos povos britânico e americano de hoje.

É interessante notar que um dos principais sinais de identificação, mostrando a correlação entre a família real da Grã-Bretanha e a linhagem real de Judá, encontra-se no brasão nacional da Grã-Bretanha.

Primeiro tome nota da antiga profecia de Balaão:

19 Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá? Eis que para abençoar recebi ordem; ele abençoou, não o posso revogar. Não viu iniquidade em Jacó, nem contemplou desventura em Israel; ????, seu Deus, está com ele, no meio dele se ouvem aclamações ao seu Rei. Deus os tirou do Egito; as forças deles o como as do boi selvagem. Pois contra Jacó não vale encantamento, nem adivinhação contra Israel; agora, se poderá dizer de Jacó e de Israel: Que coisas tem feito Deus! Eis que o povo se levanta como leoa e se ergue como leão; não se deita até que devore a presa e beba o sangue dos que forem mortos. (meros 23:1924)

Lembre-se de que o brasão de José era o Unicórnio e que o de Judá era o leão. Além disso, o emblema da linhagem real de Davi era um leão usando uma coroa. Depois que os reinos se dividiram, o Reino de

289 http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Great_Seal_of_the_United_States_(obverse).svg

Israel foi representado nas escrituras proféticas como um “boi selvagem” e um “unicórnio“. O Leão representava o Reino de Judá. Observe também o unicórnio, que representa Israel; tem uma corrente em volta do pescoço e está preso ao chão. Isso é para mostrar o cativeiro em que eles entraram. O Leão de Judá não tem corrente. Eles voltaram do cativeiro, enquanto Israel nunca voltou.

Nos tempos modernos, esses emblemas foram levados para o brasão da Grã-Bretanha – que apresenta um leão usando uma coroa – e um unicórnio! A união dos emblemas nacionais de Israel e Judá representa a

conexão da linhagem real de Perez, ou a linhagem do rei Davi, à linhagem de reis de Zera na Grã-Bretanha.

é mostrado pelo Midrash de Números 2: 7.

Observe o brasão real da Escócia, conforme mostrado aqui. O unicórnio representa Israel – as Dez Tribos do Norte que foram ao cativeiro. O cativeiro é representado pela corrente ao redor do pescoço e ancorado ao solo. O Leão, representa a linhagem real de Judá. Você pode ver os três Leões, o Leão Vermelho de Zera e a Harpa do Rei Davi da Irlanda no escudo. O unicórnio representa a tribo de José (Deuteronômio 33:17). O próprio Unicórnio é um antigo símbolo da Tribo de Manassés, como

Há também outra mensagem para nós no brasão real do Reino Unido ainda em uso na Escócia. No livro do Apocalipse, ao se referir a si mesmo, Yeshua diz: “Eu sou Alfa e Ômega, o Princípio e o Fim, o Primeiro e o Último. ”

Eu sou o Alfa e Ômega, diz Yehová Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo- Poderoso. Eu, João, irmão vosso e companheiro na tribulação, no reino e na perseverança, em Jesus, achei-me na ilha chamada Patmos, por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus. Achei-me em espírito, no dia de Yehová, e ouvi, por detrás de mim, grande voz, como de trombeta, dizendo: O que vês escreve em livro e manda às sete igrejas: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia. (Apocalipse 1:8-11)

O significado disso é que “alfa” e “ômega” são a primeira e última letra do alfabeto da língua grega em

que a Nova Aliança/Novo Testamento foi escrito. Ao usá-los como um nome para Si mesmo, o Senhor está enfatizando Sua identidade com o Eterno – o eterno Yehová, o primeiro e o último de todas as coisas. Nós lemos em Isaías algo de interesse também em três versículos.

Quem operou e fez isto, chamando as gerações desde o princípio? Eu ????, O primeiro, e com os últimos eu mesmo. (Isaias 41:4)

Assim diz Yehová, Rei de Israel, seu Redentor, ???? dos Exércitos: Eu sou o primeiro e eu sou o último, e além de mim não há Deus. (Isaias 44:6)

Dá-me ouvidos, ó Jacó, e tu, ó Israel, a quem chamei; eu sou o mesmo, sou o primeiro e também o último. (Isaias 48:12)

O Alef e o Tav ??

Nós lemos mais sobre o Alfa e o Ômega em Apocalipse.

E disse-me mais: Está cumprido. Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida. (Apocalipse 21:6) (O Alef e o Tav ??)

“I am the Alpha and the Omega, the Beginning and the End, the First and the Last.”

(Apocalipse 22:13) (O Alef e o Tav ??)

Yehová é o Alef e o Tav ?? encontrados na Torá. Ao ver o Aleph e o Tav, sabemos que essas são as palavras de Yehová. Yeshua disse em João:

“Porque, se, de fato, crêsseis em Moisés, também creríeis em mim; porquanto ele escreveu a meu respeito. ” (João 5:46)

Nós vemos o Alef e o Tav ?? também validando isso como palavras de Yeshua encontradas dentro da Torá.

Aqui está um uso muito revelador do Alef e do Tav encontrados em Deuteronômio 6: 5. O Alef e o Tav ?? estão apontando para ???? YHWH Yehová.

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Amarás (H157 ??? aw-hab’, aw-habe’) pois, ???? (Yehová) teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. (Deuteronômio 6:5)

Quando você ler sobre o Aleph e Tav ?? em Zacarias, deve ficar bem claro o que fizemos.

Mas sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o Espírito de graça e de súplicas; e olharão para mim (H853 ?? ayth) a quem traspassaram; e prantearão sobre ele, como quem pranteia pelo filho unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogênito. (Zacarias 12:10)

Zac 12:10 ????? ???? ??????? ?????? ???? ??? ????? ??????? ??? ?? ???????? ?????? ??? ?? ?????????

“e olharão para (veja o que o Alef e o Tav estão apontando para ??) mim a quem traspassaram

Esta é uma figura do Messias de Israel que é transpassado por nossas transgressões, o Alef e o Tav ?? apontam para o Messias de Israel.

Em Apocalipse lemos que Yeshua está chamando a si mesmo “o transpassado” e também o Alef e o Tav: o alfa e o ômega.

Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém! (Apocalipse 1:7)

Isto está falando de Yeshua ou está falando de Yehová? De quem estamos falando? Yeshua disse a Filipe que ele era o pai.

Replicou-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta. Disse-lhe Jesus: Filipe, há tanto tempo estou convosco, e não me tens conhecido? Quem me vê a mim vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai? Não crês que eu estou no Pai e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo não as digo por mim mesmo; mas o Pai, que permanece em mim, faz as suas obras. (João 14:8-10)

Yeshua está dizendo a Filipe que Ele, Yeshua, também era o pai. Eles são os mesmos, não dois e não três, mas uma e a mesma pessoa.

“Naquele dia, se dirá: Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e ele nos salvará; este é Yehová, a quem aguardávamos; na sua salvação exultaremos e nos alegraremos. ” (Isaias 25:9)

A palavra para salvação é H3444 ??????? yesh-oo’-aw Particípio passivo feminino de H3467; algo salvo, isto é, (abstratamente) libertação; daí a ajuda, a vitória, a prosperidade: – libertação, saúde, ajuda (-ando), salvação, salvar, acudir (saúde), bem-estar.

Yesh-oo’-aw é de onde vem o nome Yeshua para o Messias, mas na verdade é o próprio Yehová.

Porque eu sou Yehová, teu Deus, o Santo de Israel, o teu Salvador… (Isaias 43:3)

Vós sois as minhas testemunhas, diz Yehová, o meu servo a quem escolhi; para que o saibais, e me creiais, e entendais que sou eu mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá. Eu, eu sou Yehová, e fora de mim não há salvador. (Isaias 43:10- 11)

A palavra Salvador aqui é H3467 ???? yaw-shah ‘Uma raiz primitiva; propriamente estar aberto, largo ou livre, isto é, (implicitamente) estar seguro; Causativamente libertar ou socorrer: – X, vingar, defender, libertar (-dor), ajudar, preservar, resgatar, estar seguro, trazer (ter) salvação, salvar (-dor), obter vitória.

Leia esses versículos novamente. Além de Yehová NÃO HÁ SALVADOR. Então quem é Yeshua??

Assim diz Yehová: A riqueza do Egito, e as mercadorias da Etiópia, e os sabeus, homens de grande estatura, passarão ao teu poder e serão teus; seguir-te-ão, irão em grilhões, diante de ti se prostrarão e te farão as suas súplicas, dizendo: Só contigo está Deus, e não há outro que seja Deus. Verdadeiramente, tu és Deus misterioso, ó Deus de Israel, ó Salvador. Envergonhar-se-ão e serão confundidos todos eles; cairão, à uma, em ignomínia os que fabricam ídolos. Israel, porém, será salvo por YEHOVÁ com salvação eterna; não sereis envergonhados, nem confundidos em toda a eternidade. Porque assim diz Yehová, que criou os céus, o Deus que formou a terra, que a fez e a estabeleceu; que não a criou para ser um caos, mas para ser habitada: Eu sou Yehová, e não há outro. Não falei em segredo, nem em lugar algum de trevas da terra; não disse à descendência de Jacó: Buscai-me em vão; eu, Yehová, falo a verdade e proclamo o que é direito. Congregai-vos e vinde; chegai-vos todos juntos, vós que escapastes das nações; nada sabem os que carregam o lenho das suas imagens de escultura e fazem súplicas a um deus que não pode salvar. Declarai e apresentai as vossas razões. Que tomem conselho uns com os outros. Quem fez ouvir isto desde a antiguidade? Quem desde aquele tempo o anunciou?

Porventura, não o fiz eu, Yehová? Pois não há outro Deus, senão eu, Deus justo e Salvador não há além de mim. Olhai para mim e sede salvos, vós, todos os limites da terra; porque eu sou Deus, e não há outro. Por mim mesmo tenho jurado; da minha boca saiu o que é justo, e a minha palavra não tornará atrás. Diante de mim se dobrará todo joelho, e jurará toda língua. (Isaias 45:14-23)

Todavia, eu sou Yehová, teu Deus, desde a terra do Egito; portanto, não conhecerás outro deus além de mim, porque não há salvador, senão eu. (Oseas 13:4)

A quem me comparareis para que eu lhe seja igual? E que coisa semelhante confrontareis comigo? … eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim,

… Faço chegar a minha justiça, e não está longe; a minha salvação não tardará; mas estabelecerei em Sião o livramento e em Israel, a minha glória. ” (Isaias 46:5,9,13)

Por amor de mim, por amor de mim, é que faço isto; porque como seria profanado o meu nome? A minha glória, não a dou a outrem. Dá-me ouvidos, ó Jacó, e tu, ó Israel, a quem chamei; eu sou o mesmo, sou o primeiro e também o último. (Isaias 48:11-12)

Achei-me em espírito, no dia de Yehová, e ouvi, por detrás de mim, grande voz, como de trombeta, dizendo: O que vês escreve em livro e manda às sete igrejas: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia. Voltei-me para ver quem falava comigo e, voltado, vi sete candeeiros de ouro e, no meio dos candeeiros, um semelhante a filho de homem, com vestes talares e cingido, à altura do peito, com uma cinta de ouro. A sua cabeça e cabelos eram brancos como alva lã, como neve; os olhos, como chama de fogo; os pés, semelhantes ao bronze polido, como que refinado numa fornalha; a voz, como voz de muitas águas. Tinha na mão direita sete estrelas, e da boca saía-lhe uma afiada espada de dois gumes. O seu rosto brilhava como o sol na sua força. Quando o vi, caí a seus pés como morto. Porém ele pôs sobre mim a mão direita, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno. (Apocalipse 1:10-18)

É Yehová quem é o PRIMEIRO E O ÚLTIMO. Yehová é o Alef e o Tav. Yehová é o alfa e o ômega.

Yehová é quem temos transpassado.

E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim. Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas. (Apocalipse 22:12-14)

Ouve, Israel, Yehová, nosso Deus, é o único YEHOVÁ. (Deuteronômio 6:4)

Yeshua é o único profeta de Deus que afirmou ser o Alef e o Tav, o começo e o fim, o alfa e o ômega. Novamente a pergunta é feita: “Quem era Yeshua?

No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. (João 1:1-3)

E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai. (João 1:14)

Em outras palavras, no princípio era o verbo e o verbo era Yehová e o verbo Yehová se tornou carne e era conhecida como Yeshua, o Alef Tav, o alfa ômega e o ?? no alfabeto hebraico.

Essas duas letras no alfabeto hebraico são “Alef” e “tau”, e no alfabeto hebraico original, o “Alef” aparece como uma cruz diagonal ou “X” e o “tau” como uma cruz vertical “+”. Quando combinados como um símbolo para expressar a ideia do Eterno Yehová, apareceriam como a cruz diagonalmente sobre posta a cruz vertical no escudo da Britânia; as bandeiras dos celtas / israelitas no norte da Espanha e a bandeira britânica conhecida como Union Jack.

Em seu livro, Or Torá, autor e rabino, Dov Ber, o Maguid de Mezritch, explica as primeiras palavras da Torá; Bereshit Bara Elohim Et (Gênesis 1: 1) abaixo:

“Note que “et” é uma palavra intraduzível usada para indicar que ‘um objeto direto definido segue logo

após’ (assim, é preciso que haja um “et” antes dos céus e da terra) ”.

Mas Dov Ber aponta que “et” é escrito – Alef-Tav, uma abreviação para o Alef-Bet. Alef é a primeira letra do alfabeto hebraico. Como Deus fez isso antes de criar os Céus e a Terra, as letras são consideradas os blocos de construção primordiais de toda a criação (Gênesis 1: 1).

bandeira da Grã-Bretanha.

O “Alef” é o “X” sendo mantido pelo Unicórnio de Israel e o “Tav” é a Cruz sendo mantida pelo Leão de Judá.

Novamente, esta é a mesma Cruz que você encontrou na bandeira da Irlanda do Norte que eu mostrei a você no começo deste capítulo com a Mão Vermelha nela. Mais uma vez, estes são os símbolos da

Comecei este capítulo mostrando-lhe os querubins e

como eles eram. Eu então continuei a mostrar-lhe o acampamento de Israel como era no deserto. Recapitulando:

  • Os querubins tinham um rosto como um leão, que representa Judá, a principal tribo no lado leste do acampamento de Israel.
  • Os querubins tinham o rosto do homem, que representa Rubem no lado sul do acampamento de Israel.
  • Os querubins tinham um terceiro rosto como o de um boi, que representa Efraim no lado oeste do acampamento de Israel.
  • Os querubins tinham um rosto como o de uma águia, que representa a tribo de Dã no lado norte do acampamento de Israel.

Os fatos e características nacionais que listei e descrevi neste capítulo são apenas um esboço do que eu poderia ter lhe apresentado. Mas eu queria incluir apenas informações suficientes para fortalecer o corpo de evidências e registros históricos deixados por Yehová para todos aqueles que têm “olhos para ver”.

Vou deixar que você tire suas próprias conclusões sobre o que acabei de apresentar, mas temos uma responsabilidade incrível e seremos ainda mais responsabilizados por Yehová quando soubermos quem realmente somos e de onde viemos.

Se você tem unicórnios, leões, touros, feixes de trigo, águias, lobos ou barcos / navios em sua heráldica – ou qualquer um dos outros símbolos que mostrei aqui, então é muito provável que sua família, ou partes de sua família, vieram das Tribos de Israel quando migraram para onde vocês estão agora. Aqui temos mais alguns exemplos dos símbolos da herança de Israel para você considerar:

BRAZÃO DOS AÇORES

Observe como os touros, que representam Efraim, estão acorrentados como se estivessem em cativeiro.

Figura 290

CONSELHO DO CONDADO DE DEVON

Devon é um dos lugares da minha ascendência do lado da minha mãe. Eles têm o Leão Vermelho de Zera, o Navio de Zebulom, o Leão de Ouro da Coroa Real e o Touro de Efraim. O cavalo é outro

símbolo da Irlanda. Figura291

290 http://en.wikipedia.org/wiki/File:Azr.png

291 http://www.civicheraldry.co.uk/cornwall_wessex.html

CONSELHO DO CONDADO DE SOMERSET292

Somerset é outro lugar do lado da minha mãe. Aqui temos o Veado de Naftali, a Serpente de Dã com as asas da Águia segurando o Cetro. Além disso, temos o touro de Efraim.

Figura 292

CONSELHO DO CONDADO DE DORSET

Nesta crista, temos      o Castelo  de Levi      ou Simeão e a Serpente de

Daniel.

No cume está o Leão Vermelho de Zera e a flor-de-

lis, símbolo de Rúben que escolheu as mandrágoras para sua Mãe Léia.

CONSELHO DO CONDADO DE HAMPSHIRE

Nesta crista encontramos o Veado de Naftali e o Leão de Judá com o Castelo de Simeão ou Levi. Mas no meio do escudo está a Rosa Tudor. Eu vou explicar isso mais daqui a pouco.

CONSELHO DO DISTRITO DE MID- DEVON

Nesta crista você pode ver os feixes de trigo que são um símbolo de José e do

Castelo de Simeão ou Levi. A água também é representada nesta crista, que representa Rubem.

292 http://www.civicheraldry.co.uk/cornwall_wessex.html

CONSELHO FAREHAM BOROUGH (HANTS)

Na liturgia judaica, a expressão “Shoshana Ya’acov” (Rosa de Jacob) representa todo o Israel. Na Bíblia, Israel é comparado a uma rosa: [Oséias 14: 5] Eu serei como o orvalho para Israel: ele crescerá como o lírio [hebraico “shoshana” (ex. “rosa”) ], e lançará suas raízes como

o Líbano. “Lily” (lírio) em hebraico é “shoshana” e na verdade significa “rosa”. A rosa (em forma de roseta baseada na rosa) era um símbolo da realeza no antigo Israel e em outras nações. No início do “Zohar”, diz: “Como a rosa entre os espinhos, assim é o meu amor entre as donzelas”. (Cântico de Salomão 2: 2). Qual é a rosa? O que simboliza? Representa a Assembleia de Israel ou a Comunidade de Israel. Pois há uma rosa

(acima) e uma rosa (abaixo). Assim como a rosa, encontrada entre os espinhos, é vermelha e branca, a Assembleia de Israel representa a justiça e a misericórdia. Assim como uma rosa tem Treze Pétalas, o mesmo acontece com a Assembleia [hebraica: “Knesset”] de Israel tem Treze Medidas de Compaixão, abrangendo-a por todos os lados. “… cinco folhas fortes cercam a rosa …”

NA INGLATERRA ENTRE OS ANOS 1450–1485 houve uma

série de guerras civis conhecidas como “Guerras das Rosas” ocorridas entre as casas rivais de York e Lancaster. Cada lado foi representado por uma rosa, York por uma rosa branca e Lancaster por uma rosa vermelha. No final da luta, um nobre em parte galês chamado Henry Tudor tornou-se rei. Henry afirmou unificar em sua pessoa os dois lados rivais. Ele escolheu como seu símbolo, uma rosa com pétalas vermelhas e brancas (ou seja, uma rosa branca grande com uma rosa vermelha menor sobre ela) e com cinco folhas verdes ao redor. O Dr. Clifford Smyth, do Ulster, forneceu a Yair Davidiy fotografias coloridas de

fotografias do Período Tudor, representando a Rosa Tudor. Estas pinturas mostram que existia então na Inglaterra uma espécie real de rosa que se parecia com a Rosa Tudor. Esta rosa, sem o conhecimento de Henry, era (diz o acima citado Zohar) o símbolo de Israel. Doravante, a pétala vermelha e branca “Tudor Rose” tornou-se o símbolo dos monarcas ingleses e, portanto, da própria Inglaterra. Ainda é um símbolo oficial da Grã-Bretanha. A Rosa Tudor reconhecidamente tem apenas dez pétalas, enquanto a “Rosa de Israel” descrita no Zohar tem treze, mas a Inglaterra, sendo dominada pela Tribo de Efraim, representa apenas dez das treze Tribos Israelitas originais. Henry Tudor era um grande homem. Ele veio de uma casa governante lendariamente ligada ao Rei Arthur e ele pode ter.. descendido (como alguns acreditam) do rei Davi. “Ele foi chamado o Salomão da Inglaterra.” Ele afirmou a independência da Inglaterra da Europa. A história da Inglaterra moderna como uma grande nação aparentemente voltada para o exterior começa com Henry. Seu reinado marca o início do período em que as bênçãos prometidas à semente de Israel

cairiam nos povos britânicos e seus descendentes!293

A Rosa de Tudor é a mesma que a flor Israelense, Shoshanna.

293

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Capítulo 4 | A Profecia Cristã de 490 Anos – Onde e Como Desenvolveu


24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador.” [Veja: Mt. 24:15. (Daniel 9:24-27)]

Agora vou começar a explicar esses quatro versos em Daniel.

 

“Setenta semanas são decretadas”

 

Quando o indivíduo comum em nossa sociedade moderna lê isso, ele faz exatamente o que todos fazem quando tentam entender essa profecia. Eles multiplicam 70 x 7 acreditando que o “7” representa a semana de sete dias e chegam a 490. Eles então usam o conceito de um ano para representar um dia, como a Bíblia afirma, e de acordo com o que eu já expliquei a você na introdução. Então, esse 490 então se torna 490 anos. Mas o que isso realmente significa?

A maioria irá então erroneamente pular para o que diz (no verso 25)” . . . desde a saída da ordem” e começar a procurar a resposta para o que isso significa. Eles então tomam isso da época do decreto de Artaxerxes[294] em 447 a.C., 445 a.C. ou 444 a.C. e erroneamente somam 483 anos a isto para obter o tempo em que o Messias começou Seu ministério. Com a crença de que os 7 anos restantes representam aqueles 3 1?2 anos de seu ministério que começaram no outono de 27 EC até que Ele foi morto na árvore na Páscoa em 31 EC. Os últimos 3 1?2 anos sendo assumidos como os Grande Tribulação que ainda está por vir em algum momento no futuro. Peço a todos que façam as contas e verifiquem por si mesmos.

Pode surpreender muitos de vocês que, enquanto Yeshua estava aqui na Terra, os discípulos nunca perguntaram a Ele sobre essa profecia. Não há registro em nenhum dos evangelhos e, especialmente, no contexto de Yeshua mostrando-lhes como Ele o havia cumprido, como muitos hoje afirmam ter feito. Mas Yeshua, realmente cumpriu essa profecia? Se Ele realmente tivesse feito isso, alguém poderia pensar que Ele certamente teria dado a conhecer aos discípulos e eles, por sua vez, teriam usado isto para melhor persuadir os judeus. Mas nada disso realmente aconteceu. Afinal de contas, será que não se aplica à primeira vinda do Messias?

Enquanto me preparava para escrever este capítulo do livro, honestamente fiquei, bastante surpreso ao ler os comentários que muitos fizeram sobre esses quatro versos em Daniel. Há uma multidão de estudiosos que escreveram volumes de artigos sobre o significado desses quatro versículos. Saber, que me foi dada uma revelação que nenhum desses outros estudiosos foi capaz de descobrir é extremamente humilhante, para dizer o mínimo. É humilhante porque sei que não descobri usando minha inteligência “superior”. É humilhante porque sei que não sou mais sábio que ou melhor do que qualquer um desses homens – ou mais justo, quanto a isso. Na verdade, o contrário seria verdade. No entanto, Yehová me mostrou algo em 2005 e eu tenho sido fiel em contar aos outros sobre isso da melhor forma possível desde então, para obedecê-lo e observar esse tempo especial. Foi essa compreensão dos anos sabáticos e jubileus, que me permitiu entender essa revelação quando veio mais tarde. Eu vou chegar a isso em breve.

 

Mas primeiro, deixe-me citar algumas das perspectivas que outros deram sobre Daniel 9.

 

A Profecia das 70 Semanas, em Daniel 9: 24-27, tem sido uma das passagens mais notórias do problema interpretativo nos estudos do Antigo Testamento. Como (James) Montgomery colocou, “A história da exegese das 70 semanas é um abismo sombrio da crítica do antigo testamento.”[295] Os pais da igreja primitiva comumente adotaram uma interpretação messiânica da passagem e procuraram provar uma computação cronológica para o tempo da vinda do Messias com base nessa profecia. Essa abordagem tem sido favorecida por muitos conservadores – tanto pré-milenistas quanto amilenistas – ao longo dos séculos. Os defensores da visão messiânica diferem sobre os detalhes da interpretação (por exemplo, o número de vezes que o Messias é mencionado na passagem, o término dos cálculos, ou como a 70ª semana final se relaciona com as primeiras 69), mas eles concordam que esta passagem é uma das referências mais impressionantes sobre o Senhor Jesus Cristo e o tempo de Seu primeiro advento.[296]

 

  1. Paul Tanner prossegue dizendo na introdução de seu trabalho, A Interpretação Messiânica no Desenvolvimento da Profecia de Daniel das 70 Semanas:

 

As interpretações mais prevalentes das 70 Semanas de Daniel nos dias modernos é que é uma profecia messiânica culminando na crucificação do Messias Yeshua e em Seu retorno subsequente. No entanto, essa crença não é consistente com os escritos da igreja primitiva. De fato, de acordo com James Montgomery, “A interpretação especificamente ‘cristã’, que encontrou o término das Semanas no advento de Jesus Cristo, apenas lentamente surgiu; não é encontrado em todo o Novo Testamento, não é usado de forma alguma na obra Apologies de Justino Mártir [103 C.E.-165 C.E.], e fora de uma alusão passageira na [a Epístola de] Barnabé. . . temos que ir aos pais da fé no final do século II, para obter essa exegese.”[297]

 

Você entendeu isso? Ninguém associou esta profecia com o advento do Messias até o segundo século da era comum, ninguém!

 

Agora eu vou pedir para você dar uma olhada em algumas das interpretações desta profecia antes do nascimento de Yeshua e fornecer-lhe um olhar ligeiro de como alguns a interpretaram. Vou começar com outra citação de J. Paul Tanner.

 

Beckwith[298] concluiu: “Os essênios iniciaram as 70 semanas de Daniel no retorno do exílio, que eles dataram no Anno Mundi 3430, e que, portanto, esperavam que o período de 70 semanas ou 490 anos terminasse em A.M. 3920, o que significava, para eles, entre 3 a.C. e 2 a.C. Consequentemente, suas esperanças da vinda do Messias de Israel (o Filho de Davi) estavam concentradas nos últimos sete anos, a última semana, após as 69 semanas. Sua interpretação das 70 Semanas é primeiramente encontrada no Testamento de Levi e no Documento do Pseudo-Ezequiel (4 Q 384–390), o que provavelmente significa que foi elaborado antes de 146 a.C.”[299]

 

Desde muito cedo, houve também uma perspectiva não-messiânica.

 

Talvez isso se devesse em parte à antiga tradução grega de Daniel 9:26: ??? ???? ??? ????????? ??? ???????? ??? ???????????????? ??????, ??? ????? ??? ????? ?? ????· ??? ??? ????? ??? ?? ????? ????????? ??? ?? ???????? ?? ????????, ??? ???????????? ?? ??????????, ??? ??? ?????? ??????? ????????????? ????? ??????????. [“e depois de 7 e 70 e 62, a unção (??????) será tirado e não será mais, e o Reino dos Gentios destruirá a cidade e o Templo com o Ungido.”] Parece que os tradutores do Septuaginta estavam forçando o texto a dizer o que eles queriam que dissesse. Uma vez que a soma das figuras (ou seja, 139) é subtraída do início da Era Selêucida (311 aC-310 a.C.), o resultado cai convenientemente entre 172 a.C. – 71 a.C., isto é, o ano aproximado do assassinato do sumo sacerdote Onias III durante os tempos difíceis de Antíoco IV Epifânio. No entanto, esta não foi a única tentativa de conectar a Profecia das 70 Semanas à Era Macabena, pois outra prova nesse sentido vem do historiador judeu helenístico Demétrio, preservado por Clemente de Alexandria (em seu livro Stromata I, XXI, p. 141).).[300]

 

Portanto, embora haja evidência tanto para uma interpretação messiânica como não messiânica da Profecia das 70 Semanas bem antes da Era Cristã, a destruição de Jerusalém e do Templo em 70 d.C. (juntamente com a fracassada Revolução Bar Kokhba pouco depois, em 132 d.C. – d.C. 35) alterou decisivamente as interpretações judaicas de Daniel 9: 24–27. De várias declarações feitas por Josefo, parece claro que ele viu o cumprimento da profecia nos eventos que antecederam a 70 d.C. em vez de na era dos Macabeus.[301] Ele parece ter feito uma ligação entre o “corte” do sumo sacerdote ungido (Ananus, que foi assassinado pelos Idumeus no templo por volta de 66 d.C. – 68 d.C.) e a destruição da “cidade” e do “santuário” pelos romanos. Como conclui Beckwith: “Até o ano 70 d.C., as diferentes datas farisaicas para a vinda do Messias e os diferentes cálculos das 70 semanas que elas implicavam, devem ter existido entre os rabinos como três interpretações rivais. Depois de 70 d.C., no entanto, quando o Messias não veio como esperado, mas a desolação anunciada em Daniel 9 (vv. 26-27) teve, era natural concluir o fim das 70 semanas a 70 d.C. e também adotar uma interpretação não-messiânica da profecia.”[302]

 

Essa tendência nos círculos judaicos de ver as 70 semanas cumpridas na destruição de Jerusalém em 70 d.C. é ainda mais fortemente afirmada na obra cronológica judaica, Seder Olam Rabbah, que, segundo a tradição, foi composta por volta do ano 160 (embora possa ter sido suplementada e editado em um período posterior). Este trabalho fornece um registro cronológico que se estende desde Adão até a Revolta de Bar Kokhba de 132 a 135 d.C. A significância de Seder Olam Rabbah é que a cronologia adotada nela tornou-se comumente aceita em escritos Judaicos subsequentes, incluindo o Talmude e o consenso dos judeus. estudiosos rabínicos (por exemplo, Rashi, AD 1040-AD 1105). Seder Olam Rabbah diz que as 70 Semanas foram 70 anos de exílio na Babilônia, seguidos de outros 420 anos até a destruição do segundo Templo em 70 d.C.[303] A última figura de 420 é alcançada atribuindo 34 anos para o domínio dos persas, 180 anos para os gregos, 103 anos para os Macabeus e 103 anos para os Herodes. O problema, claro, é que esses números são simplesmente inaceitáveis para os historiadores modernos, especialmente o número significativamente baixo de 34 anos para os persas. No entanto, isso se tornou a base para os cálculos judaicos da profecia, embora os comentaristas judeus diferissem nos detalhes.[304]

 

No meu último livro, Lembrando o Sabático Anos 2016, dediquei todo o Capítulo 22 para explicar o ensinamento da Seder Olam e como ela é agora a base no qual muito da cronologia judaica baseia-se e como ela, uma vez desvendado, leva a uma cronologia que é encontrada tanto nas páginas da sua Bíblia como na história. Em Lembrando o Sabático Anos 2016 eu explico como o Rabino José, autor do Seder Olam, mudou as datas históricas em um esforço para provar que Simon bar Kochba era o esperado messias. Embora os Sábios concordassem que Simão não era o tão esperado Messias, eles ainda aceitavam a falsa cronologia como verdadeira.

 

Existem alguns outros fatores para se ter em mente também sobre este tempo que estou falando. Todos esperavam o cumprimento da Profecia das 70 Semanas de Daniel. Eles esperavam da primeira vez durante os tempos dos Macabeus e de Antíoco IV Epifânio. Eles então esperavam na época de Augusto César[305] e por volta do tempo do nascimento do Messias em 3 a.C. Eles pensaram que essa profecia se aplicava ao tempo em que o Templo foi destruído e esperava o Messias naquele tempo. Finalmente, eles anteciparam a morte do Messias na época da Revolta de Bar Kochba. As 70 semanas de Daniel continuaram a ser reinventadas tentando responder à pergunta “já se cumpriu?” e trazer algum consolo àqueles que estavam sofrendo; para que pudessem perdurar – ao mesmo tempo em que acreditavam: “sim, estamos o fim”, quando o Reino Messiânico será iniciado – quando, na verdade, eles não estavam. Tudo isso foi antes que os pais da igreja começarem a escrever sobre essa profecia.

 

Eu tenho visto a mesma coisa em nossos dias com aqueles que afirmaram que o arrebatamento foi em maio e depois novamente em outubro de 2011.[306] As pessoas querem que tudo acabe e é disso que trata essa profecia e o que ela ainda significa para as pessoas. É uma cronologia de quando finalmente tudo estará terminado.

 

Como o Livro de Daniel era bem conhecido durante o tempo em que o Novo Testamento foi escrito, se o Messias Yeshua tivesse cumprido com as 70 Semanas de Daniel, deveria ser mencionado em algum lugar no texto. Mas não é. Há referências a certas passagens dentro de Daniel, como a Abominação da Desolação em Mateus 24:15 e Marcos 13:14, mas em nenhum lugar encontramos qualquer declaração onde afirma que as 70 Semanas de Daniel foram cumpridas. De fato, como Yeshua disse aos Apóstolos que escrituras falavam sobre Ele (Lucas 24:27), se Ele realmente tivesse cumprido essa profecia, Ele certamente teria mencionado isso e os escritores do Novo Testamento teriam registrado algo.

De fato, há muito pouca evidência indicando que houvesse muito interesse na visão de Daniel das 70 semanas durante os dois primeiros séculos da igreja primitiva. No entanto, como eles estavam esperando o retorno iminente do Messias, eles acreditavam que as profecias contidas no Livro de Daniel deveriam ocorrer em seu futuro imediato. Seus escritos mostram que “uma crença profundamente arraigada no apocalipticismo cristão primitivo entendia a 70ª semana escatológica como os 70 anos da igreja entre a ascensão de Cristo e seu retorno esperado. Essa expectativa, que evidentemente influenciou a datação do fechamento do período apostólico por volta do ano 100 (cem), recebeu confirmação parcial dos eventos ocorridos na Judéia no ano 70 (d.C.).”[307]

 

Até este ponto eu só mostrei a você qual o pensamento judeu sobre essa profecia de Daniel 9: 24-27 e como eles a interpretaram frente aos eventos de seus dias e como cada um provou não ser verdade. Agora, estamos prestes a ver de onde o pensamento cristão sobre essa mesma profecia partiu e se baseia nas perspectivas dos escritores anteriores.

 

IRENAEUS (ESCREVEU DE CA 180 d.C.) [308]

 

Os primeiros escritores cristãos frequentemente usavam a Profecia das 70 Semanas para fins polêmicos, contra a incredulidade judaica em relação a Jesus como o Messias prometido. Por essa razão, é estranho que Justino Mártir não tenha feito referência a Daniel 9 em seu trabalho apologético, Diálogo com Trifão, o Judeu (ca. 153–155), embora tenha feito outras 14 referências a Daniel. A mais antiga e clara referência cristã a Daniel 9: 24-27 é de Irineu em seu Contra As Heresias (ca. A.D. 180). No livro 5.25.3, Irineu ligou claramente a Profecia do Pequeno Chifre em Daniel 7 a 2 Tessalonicenses 2, e ele indicou que o Anticristo estará no poder por 3 1/2 anos. Em 5.25.2, ele citou Mateus 24:15 e afirmou que isso será cumprido com o Anticristo, literalmente entrando no Templo Judeu com o propósito de se apresentar como Cristo. Em 5.25.4, Irineu tem uma extensa discussão sobre o Anticristo, que culmina em sua ligação com Daniel 9:27. “E então ele [Daniel] aponta o tempo que sua tirania [do Anticristo] deve durar, durante a qual os santos serão postos em fuga, aqueles que oferecem um sacrifício puro a Deus: ‘E no meio da semana’, ele diz ‘o sacrifício e a libação serão tirados, e a abominação da desolação [será trazida] para o templo: até a consumação do tempo, a desolação será completa.’ Agora, 3 anos e 6 meses constituem a 1/2 semana.”[309]

 

Como muitos pais da igreja primitiva, Irineu manteve a visão de 6.000 anos da história (correspondendo aos 6 dias da Criação, com cada dia representando 1.000 anos), no final do qual o Senhor voltará para derrotar o Anticristo e estabelecer Seu reino (5.28 .3). De acordo com essa teoria, o sétimo dia da Criação – o sábado, será cumprido no reino milenar de Cristo, (o verdadeiro sábado). Embora Irineu não tenha dado qualquer cálculo das 70 Semanas, fica claro em seus escritos que as 70 Semanas não foram completamente cumpridas na primeira vinda de Jesus Cristo, pois Irenaeus disse que a 1?2 semana no versículo 27 são os 3 1 ?2 anos quando o Anticristo reinará (5.25.4).

 

Vejamos agora o que os primeiros pais da fé cristã tinham a dizer sobre esse assunto e como o que eles disseram foi desenvolvido e acrescentado a cada nova geração.

 

CLEMENTE DE ALEXANDRIA (ESCREVEU DE CA. 200 d.C.) [310]

 

Clemente de Alexandria (150 d.C. – 211-216 d.C.) sucedeu Pantaenus como chefe da Escola Catequética de Alexandria. Ele é um dos primeiros escritores cristãos a registrar um cálculo da Profecia das 70 Semanas, embora em detalhes vagos. Em seu Stromata (“Miscelâneas”), Livro 1, Capítulo 21, ele citou a versão Teodotonica de Daniel 9: 24-27 e, em seguida, ligou isso a Jesus Cristo (a quem ele considera o “mais sagrado”, v. 24). A conclusão das primeiras sete semanas aparentemente está relacionada ao templo, pois Clemente declarou: “Que o templo tenha sido construído em sete semanas é evidente; porque está escrito em Esdras.”[311] As 62 semanas então levam ao primeiro advento de Cristo, mas para Clemente, a última semana abrange tanto a ereção de Nero de uma “abominação” em Jerusalém quanto a destruição da cidade e do Templo no reinado de Vespasiano. Embora a interpretação de Clemente seja essencialmente messiânica-histórica, sua associação da semana final com os eventos de 70 d.C. é significativa. Como Adler observou, “Além disso, ao estabelecer uma cronologia das 70 semanas que compreendeu tanto o advento de Cristo quanto a destruição do templo, ele é o primeiro a postular o que se torna convencional em interpretações posteriores: um suposto hiato entre os primeiros 69 semanas e a semana final.”[312]

 

Jerônimo, escrevendo cerca de 200 anos depois, referiu-se à interpretação de Clemente (indicando que sua perspectiva deve ter tido algum peso para a igreja primitiva), mas Jerônimo repreendeu Clemente pela óbvia discrepância dos números que se estendiam de Ciro a Vespasiano. No entanto, Clemente é o primeiro escritor patrístico a ver as 70 Semanas como se referindo à existência de Israel como nação.

 

Isso é muito interessante para mim enquanto trabalhamos com essa história. A razão pela qual passamos pelos três primeiros capítulos deste livro foi detalhar exatamente quem era o Povo de Daniel. Agora estou apenas descobrindo aqui que Clemente também considerou que a Nação de Israel é para quem essa profecia deveria ser aplicada e não apenas para os judeus, como muitos hoje acreditam. Mas você também notou que aqui foi a primeira menção do chamado Hiato entre a 69ª e a 70ª semana das profecias de Daniel. Hoje é chamada de teoria da lacuna, que agora se estende por cerca de 2.000 anos. Eu vou explicar isso em breve.

 

TERTULIANO (ESCREVEU CA. 203 d.C.) [313]

Tertuliano, o famoso teólogo latino de Cartago, escreveu muitas obras, incluindo Contra Judaeos (“Contra os judeus”). No capítulo 8 desse trabalho, ele usou a Profecia das 70 Semanas para argumentar contra os judeus que Jesus cumpriu essa profecia em Seu primeiro advento (incluindo a captura romana de Jerusalém em 70 d.C.) e que a Antiga Aliança havia sido substituída pela Nova.[314]

 

Depois de citar Daniel 9: 24–27, Tertuliano apresentou uma explicação dos períodos de tempo que difere significativamente de quase todos os outros comentaristas..[315] Em vez de três períodos para as 70 “Semanas” (7 + 62 + 1), ele tem apenas dois: um de 62 1?2 e outro de 7 1?2.[316] Estes são traduzidos como “hebdomads”, mas a partir do contexto, ele claramente significava unidades de 7 anos.[317] Tertuliano tentou mostrar como o primeiro período de 62 1?2 hebdomads (ou seja, 437 1?2 anos) foi cumprido desde o tempo de Dario (quando Daniel recebeu a visão) até o nascimento de Cristo. Ele listou todos os governantes de Dario em diante, bem como a duração de seu governo, que ele tabelou como sendo 437 anos e meio. No entanto, Tertuliano erroneamente presumiu que o Dario mencionado em Daniel 9: 1 (isto é, Dario, o medo) é o mesmo que o Dario sob o qual o Templo foi reconstruído; ele deixou completamente de fora alguns governantes (por exemplo, Xerxes); e ele deu números imprecisos para a duração dos reinados de alguns deles. Assim, há muito mais do que 437 anos e meio de Dario até o nascimento de Cristo. Ele presumiu que a “unção” do “santíssimo” refere-se a Cristo, e que com Sua primeira vinda “visão e profecia” foram “selados” (ou seja, não há mais uma visão ou um profeta para anunciar Sua vinda).

 

Tertuliano sugeriu que os últimos 7 1?2 hebdomads (ou seja, 52 1?2 anos) referem-se ao tempo desde o nascimento de Cristo até o primeiro ano de Vespasiano quando o templo de Herodes foi destruído, e novamente ele inclui uma lista de governantes e a duração do reinado de cada um. No entanto, mesmo aqui seus dados e cálculos estão errados, 52 anos e meio antes de 70 d.C. não dá o ano do nascimento de Cristo, mas o ano 17 d.C. Além disso, Tertuliano omitiu o reinado de Cláudio. No entanto, Tertuliano disse que a cessação dos sacrifícios (v. 27) foi cumprida com a destruição do Templo em 70 d.C.

 

HIPÓLITO (ESCREVEU CA. 202 – 230 d.C.) [318]

 

Hipólito (ca. 170 d.C. – cerca de 236 d.C.), um discípulo de Irineu, que serviu como presbítero da igreja em Roma no início dos anos 300 d.C., escreveu seu comentário sobre o profeta Daniel, no qual ele defendeu claramente uma visão profética pré-milenarista (como fez Irineu), antecipando o reino milenar por volta do ano 500 d.C. (de acordo com a teoria da história de 6.000 anos).[319] Este é o primeiro comentário existente sobre Daniel. A visão de Hipólito de Daniel 9: 24-27 também é citada mais tarde por Jerônimo. Hipólito equiparou a besta de Apocalipse 13 e o “Pequeno Chifre” de Daniel 7 com o futuro Anticristo, que governará por 3 ½ anos, enquanto ele esperava que os “Dez Chifres” de Daniel 7 surgissem do Império Romano de seu dia.

Hipólito viu a Profecia das 70 Semanas acontecer em três períodos. As primeiras 7 semanas foram os 49 anos antes de Josué, o sumo sacerdote. Isto foi seguido por 62 semanas (434 anos) de Josué / Zerubabel / Esdras até Jesus Cristo. (Essa é uma afirmação intrigante, já que Josué e Esdras foram separados por alguns anos). Essas 62 semanas seriam seguidas por uma “lacuna” de tempo antes da “semana” final.[320] Durante esta semana final (um futuro período de 7 anos em que o Anticristo chegará ao poder), Elias e Enoque aparecerão como as duas testemunhas (Apocalipse 11). A “unção” do “santíssimo” em Daniel 9:24 refere-se à unção de Cristo em Sua primeira vinda (uma visão comum entre os pais da igreja primitiva). A interrupção do sacrifício (mencionada no versículo 27) é levado no sentido espiritual, e não em referência a sacrifícios literais. Hipólito escreveu: “Mas quando ele [o Anticristo] vier, o sacrifício e a oblação serão removidos, que agora são oferecidos a Deus em todo lugar pelas nações”.[321] Embora Hipólito tenha dito que a ocorrência de ?????; (no v. 25) refere-se a Josué, o sumo sacerdote, na época do retorno do cativeiro babilônico, ele disse que a segunda referência a ?????; é para Jesus Cristo. Hipólito seguiu uma interpretação messiânico-escatológica (que ele provavelmente obteve de Irineu), em contraste com a visão histórico-messiânica de Clemente, que viu as 70 Semanas inteiras se cumprirem no ano 100. Com o passar do tempo, a última visão tendeu a dominar.

 

JULIUS AFRICANUS (ESCREVEU DEPOIS DE 232 d.C.) [322]

 

Julius Africanus (nascido ca. 170 d.C.; morreu depois de 240 d.C.), natural de Aelia Capitolina (Jerusalém), escreveu sua Chronographia de cinco volumes (“Cronologia”) na qual ele tentou sincronizar a história sagrada e secular. Como outros, ele manteve a teoria da história de 6.000 anos e acreditou que Cristo havia nascido 5500 AC. Assim, ele estava esperando o retorno de Cristo por volta do ano 500. Em sua cronografia, ele dedicou um tratado inteiro à passagem de 70 semanas em Daniel, entitulado Nas Semanas e Nesta Profecia. Apenas partes deste trabalho existem hoje. [323] No entanto, além disso, Júlio explicou a Profecia das 70 Semanas em outros escritos que são preservados no Volume 6 de Os Pais Antenicenos.

 

Seus pontos de vista são citados por Eusébio e Jerônimo, o que indica a estima com a qual ele foi considerado.[324]

 

Júlio defendia que todas as 70 semanas seriam completamente cumpridas no tempo do primeiro advento de Cristo. É significativo o fato de que ele rejeitou o decreto de Ciro como o terminus a quo em favor do decreto de Artaxerxes no vigésimo ano de seu reinado (uma vez que a cidade e seus muros nunca foram construídos na era seguinte ao decreto de Ciro). Ele afirmou:

 

A cidade permaneceu assim, até Neemias e o reinado de Artaxerxes e o 115º ano da soberania dos persas. . .. E calculando a partir desse ponto, somamos 70 semanas para o tempo de Cristo. Pois se começarmos a considerar qualquer outro ponto, e não a partir disso, os períodos não corresponderão, e muitos resultados estranhos provirão. Pois se começarmos o cálculo das 70 semanas de Ciro e a primeira restauração, haverá mais de cem anos, e haverá um número maior se começarmos do dia em que o anjo deu a profecia a Daniel, e um número muito maior ainda se começarmos a partir do início do cativeiro. [325]

 

Na história antiga, que data foi muitas vezes feito com base em Olimpíadas. Uma Olimpíada era um período de 4 anos entre os Jogos Olímpicos. Julius indica que o 20º ano de Artaxerxes foi no 4º ano da 83ª Olimpíada. De acordo com Finegan, isso seria Nisã de 444 B.C.[326] A partir deste ano (o mesmo ano em que Artaxerxes permitiu a reconstrução dos muros de Jerusalém; Neemias 2: 1-5), Júlio calculou as 70 semanas. Aparentemente, ele viu o terminus ad quem como sendo o momento em que Cristo foi batizado e entrou em seu ministério público, porque ele baseou seus cálculos em Lucas 3: 1-que menciona o 15º ano do reinado de Tibério César. Assim, Júlio argumentou que existem 70 semanas de anos a partir do decreto de Artaxerxes (em seu 20º ano) para o início do ministério público de Cristo no 15º ano de Tibério César.[327] É preciso ter em mente, no entanto, que Julius não estava baseando suas datas no calendário gregoriano moderno, mas sim em Olimpíadas. Assim, ele tomou o 20º ano de Artaxerxes como o 4º ano da 83ª Olimpíada, e o 15º ano de Tibério César como o 2º ano do 202º Olimpíada. [328] De acordo com Júlio, isso resulta em um período de 475 anos. Ele argumentou, no entanto, que 490 anos (70 semanas) equivale a 475 anos quando vistos de acordo com a numeração hebraica. Os judeus, ele disse, calcularam um ano como 354 dias em vez de 3651 × 4 dias. O primeiro representa 12 meses de acordo com o curso da lua, enquanto o segundo é baseado no ano solar. Isso equivale a uma diferença de 11 1/4 dias por ano, mas, eventualmente, é composta pela inserção de meses extras em intervalos de 8 anos. “Portanto, os gregos e os judeus inserem 3 meses intercalados a cada 8 anos. Para 8 x 11 1/4 dias torna-se 3 meses “.[329] Assim, ao longo de um período de 475 anos, haveria mais de 59 períodos de oito anos em que 3 meses seriam acrescentados, ou perto de 15 anos em todos, e por este meio, Julius explica como 490 anos de numeração hebraica seria equivalente a quase 475 anos solares.

 

Em outro lugar, Júlio escreveu mais precisamente que seus cálculos começaram com o vigésimo ano de Artaxerxes. “E o início dos números, ou seja, das 70 semanas que compõem 490 anos, o anjo nos ensina a partir desde a saída da ordem para responder e para edificar Jerusalém. E isso aconteceu no vigésimo ano do reinado de Artaxerxes, rei da Pérsia.”[330]

 

Esta explicação da Profecia das 70 Semanas oferecida por Júlio é única entre os pais da igreja. Primeiro, ele foi o primeiro a tomar o terminus a quo como o vigésimo ano de Artaxerxes.[331] Em segundo lugar, ele via o terminus ad quem como o 15º ano de Tibério, o início do ministério público de Jesus. Seu ponto de vista, então, é claramente messiânica-histórica, e ele não tenta relacionar a profecia da destruição de Jerusalém em 70 d.C. ou sugerir como a 70ª Semana de Daniel 9:27 diz respeito a sua perspectiva.

 

Não foi até o terceiro século, durante o reinado do imperador Septímio Severo (d.C. 193-211A.D.), que um comentário cristão real no Livro de Daniel apareceu. A História Eclesiástica de Eusébio relata que “durante o reinado do imperador Septímio Severo, um certo Judas, de outra forma desconhecido, compôs uma crônica na forma de um comentário sobre Daniel 9: 24-27 … A crônica de Judas marca o primeiro caso atestado em que o Apocalipse das 70 Semanas de Daniel sustentou uma crônica cristã.” [332]

 

Embora Eusébio diga muito pouco sobre o comentário de Judas, ele observa as condições históricas que o influenciaram. Seu comentário é provavelmente a primeira explicação psicossocial registrada do pensamento apocalíptico. Como Eusébio registrou, “a perseguição que foi então incitada contra nós perturbou a mente de muitos”, ele concluiu que Judas foi apanhado na histeria de seu tempo.[333]

É evidente a partir da história da interpretação judaica e cristã de Daniel 9 que parte de seu impacto psicológico foi em prometer alguma resolução imediata de alívio e, portanto, emocional de uma crise atual. Mas uma vez que foi estabelecido que o resultado da profecia foi conhecido e compreendido nos eventos de época dos primeiros séculos, o seu valor como consolo em uma crise atual foi anulado.[334]

 

Logo após o comentário de Judas, o cronista universal, Júlio Africano (ca. A.D.160-A.D. 240), afirmou ter observado um prenúncio do Messias na visão apocalíptica de Daniel. Esta é a primeira vez que Daniel 9 é associado ao Messias Yeshua.[335] “Estou chocado”, escreve ele após uma extensa análise cronológica de Daniel 9 “com os judeus que dizem que o Messias ainda não chegou, e os marcionitas que dizem que não havia previsão dele nas profecias.”[336]

 

Não é até os séculos 3 e 4 que vemos um aumento no número de comentários, que trataram da Profecia das 70 semanas de Daniel 9. Estas tendiam a abandonar as promessas futuras e, em vez disso, eram mais retrospectivas e messiânicas por natureza. É também durante este tempo que, “a interpretação de Daniel 9 passou de escatológico à histórico, de questões do futuro para eventos do passado. Em vez da profecia fornecer conforto e apoio através de suas descrições de eventos que estavam à frente, ela foi interpretada como descrevendo eventos históricos que haviam sido concluídos.”[337]

 

Esta mudança ocorreu quando, “estabeleceu-se que o resultado da profecia era conhecido e compreendido nos eventos de época dos primeiros séculos, o seu valor como consolo em uma crise atual foi anulado. Esta mudança de atitude está por trás de uma mudança gradual na Exegese Cristã desde o começo do terceiro século.”[338]

 

Curiosamente, outro fator influenciou a mudança para a visão histórica messiânica mais retrospectiva e essa foi a ampla distribuição da tradução das Escrituras de 150 d.C. de Theodotion. Por volta do ano 40, Jerome registrou em seu Prefácio a Daniel que os cristãos já haviam rejeitado a versão da Septuaginta desse livro em favor da versão de Theodotion. “A versão Teodotonica de Daniel, que veio a ser favorecida na igreja primitiva, contribuiu em parte para a crescente popularidade do tratamento messiânico / histórico retrospectivo de Daniel 9.”[339]

 

A tradução de Theodotion foi usada quase universalmente na igreja de língua grega e encorajou uma compreensão diferente das 70 semanas de Daniel. Esmagou a demarcação entre as primeiras 7 semanas e as 62 semanas seguintes – tornando-as num período contínuo de 69 semanas. Isso teve um impacto profundo na Exegese Cristã e resultou em tradutores cristãos raramente vendo as implicações de se distinguir entre os dois períodos.

 

Os pais da igreja primitiva, Clemente, Tertuliano, Hipólito, Julio Africano, Orígenes e Eusébio perseguiram cronologias baseadas no advento de Yeshua. No entanto, todos discordaram quanto ao ponto de partida para se contar. Por exemplo, Clemente começou com o segundo ano de Ciro; Hipólito, o primeiro ano de Dario, o medo; Júlio Africano preferiu o 20º ano de Artexerxes como seu ponto de partida. Como afirmado por James Montgomery, a maioria dessas interpretações seguiu um padrão onde “o clímax das Semanas é geralmente encontrada na morte de Cristo, em que houve o cancelamento do ritual judaico, mas com um saldo de 3 1/2 anos restantes o qual é tratado mais vagamente; muitas vezes é considerado como representando o período até a destruição de Jerusalém, ou, seguindo precedente antigo, é entendido como da época do Anticristo..”[340]

 

Vamos concluir isso. Como James Montgomery disse, isso não é mais do que um pântano de visões equivocadas e equívocos compostos. A parte trágica sendo, que foi passada aos nossos líderes espirituais até hoje. Quando você constrói uma base defeituosa, você também terá problemas. Deixe-me dizer isso antes de prosseguirmos. Eu aprendi muitas coisas de muitos professores diferentes. Não é minha intenção envergonhar nenhum deles por estudar e tentar entender as Escrituras. Pelo contrário, é minha esperança que eles leiam isto e aprendam a verdade desta profecia e comecem a compartilhá-la com aqueles a quem ensinam. Sinceramente, não é meu objetivo humilhar qualquer um deles por fazer o melhor que podem para entender o que Yehová nos deu. Mas compreender o impacto total desta profecia será humilhante, sóbrio e aterrorizador a todos nós. E para entender o tempo em que estamos, vai aterrorizar-nos mais ainda.

 

Mas como o anjo disse a Daniel, estas coisas foram seladas para os últimos dias. Estamos nos Últimos Dias e agora é hora de ter essa profecia revelada.

 

Em geral, a maioria dos professores atuais começam esta profecia do decreto para restaurar e reconstruir Jerusalém e eles datam a 447 a.C., 445 a.C., ou 444 a.C. Eles então amarram isto no Batismo de Yeshua, sua entrada em Jerusalém em um jumentinho, ou a morte de Yeshua. Ao continuar lendo, você verá que todos eles têm datas diferentes para isso. Não é o propósito deste livro debater a data do seu nascimento[341] ou morte.[342] O leitor pode ir ao meu site para ler minhas opiniões sobre este ponto; mas acredito firmemente que o nascimento de Yeshua ocorreu em 11 de setembro, 3 a.C. e a morte dele aconteceu em 14 de nisã, quando a Páscoa estava prestes a começar, no dia 15, 31 a.C. Por favor, veja os artigos nas notas de rodapé, para mais informações.

 

Se você fizesse a matemática em muitas dessas linhas de tempo para Daniel, verá que elas não dão exato. Há um caso que satisfaz a minha matemática, mas também nos deixa com 3 ½ anos que podem chegar a qualquer momento no futuro. É o que você já leu e é chamado de Teoria da Lacuna.

 

Em 539 a.C., como já lhe disse, Ciro derrotou os babilônios. E isso terminou os 70 anos em que Judá estava sob a autoridade babilônica. Então, quando você lê Esdras 1, parece que Daniel está falando em Daniel 9: 24-27, mas com um problema – Daniel, como eu mostrei, ainda estava vivo neste momento e não disse nada sobre este ser o resultado real do qual ele escreveu. Nem Yeshua, nem os apóstolos.

 

1 No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia, para que se cumprisse a palavra do Senhor proferida pela boca de Jeremias, despertou o Senhor o espírito de Ciro, rei da Pérsia, de modo que ele fez proclamar por todo o seu reino, de viva voz e também por escrito, este decreto: Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O Senhor Deus do céu me deu todos os reinos da terra, e me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém, que é em Judá. Quem há entre vós de todo o seu povo (seja seu Deus com ele) suba para Jerusalém, que é em Judá, e edifique a casa do Senhor, Deus de Israel; ele é o Deus que habita em Jerusalém. E todo remanescente, seja qual for o lugar em que é peregrino, seja ajudado pelos homens desse lugar com prata, com ouro, com bens e com animais, afora a oferta voluntária para a casa de Deus, que está em Jerusalém.  (Esdras 1:1-4)

 

Tudo o que você precisa fazer agora é pegar 539 a.C. e subtrair 483 anos disto e você obtém 56 a.C. A razão pela qual eles usam o número 483 é porque o ministério de Yeshua foi de 3 1/2 anos e então quando a Tribulação chegar, serão outros 3 1/2 anos. Esta é a lógica atual que permeia todos aqueles que usam essa teoria, mas não nós, uma vez que tudo foi revelado.

 

Como você pode ver, 56 a.C. não chega nem perto do nascimento de Yeshua, muito menos da crucificação, então este decreto não pode estar certo.

 

A próxima data com a qual temos de trabalhar é quando o edifício foi parado (como nos foi dito em Esdras 4: 6-13) e, quando tudo foi dito e feito, o rei Dario decretou em seu segundo ano a reconstrução da casa.

 

24 Então cessou a obra da casa de Deus, que estava em Jerusalém, ficando interrompida até o segundo ano do reinado de Dario, rei da Pérsia. (Esdras 4:24)

 

Você agora sabe que Dario se tornou rei em 522 a.C., o que tornaria 520 o segundo ano em que o trabalho cessou e a troca de cartas no Livro de Esdras aconteceu. Este decreto nos é contado em Esdras 6.

 

8 Além disso, por mim se decreta o que haveis de fazer para com esses anciãos dos judeus, para a edificação desta casa de Deus, a saber, que da fazenda do rei, dos tributos da província dalém do Rio, se pague prontamente a estes homens toda a despesa. Igualmente o que for necessário, como novilhos, carneiros e cordeiros, para holocaustos ao Deus do céu; também trigo, sal, vinho e azeite, segundo a palavra dos sacerdotes que estão em Jerusalém, dê-se-lhes isso de dia em dia sem falta; para que ofereçam sacrifícios de cheiro suave ao Deus do céu, e orem pela vida do rei e de seus filhos. Também por mim se decreta que a todo homem que alterar este decreto, se arranque uma viga da sua casa e que ele seja pregado nela; e da sua casa se faça por isso um monturo. O Deus, pois, que fez habitar ali o seu nome derribe todos os reis e povos que estenderem a mão para alterar o decreto e para destruir esta casa de Deus, que está em Jerusalém. Eu, Dario, baixei o decreto. Que com diligência se execute. (Esdras 6:8-12)

 

Fazendo as contas mais uma vez, temos 520 a.C. e devemos subtrair 483 anos disso, o que nos leva ao ano 37 a.C. Novamente, isso não é nem mesmo no nascimento de Yeshua e, portanto, este também não pode ser usado para essa teoria.

 

Agora, alguns tentarão dizer-lhe que esses decretos foram postos em prática para construir a Casa de Yehová. E como você pode ver abaixo em Esdras, a casa foi concluída no sexto ano de Dário ou seja 516 a.C.

 

15 E acabou-se esta casa no terceiro dia do mês de Adar, no sexto ano do reinado do rei Dario. (Esdras 6:15)

 

Os teóricos do terceiro decreto de hoje usam, para entender Daniel 9, o decreto encontrado em Esdras 7 no sétimo ano de Artaxerxes.[343] Ele se tornou rei em 465 a.C., completando seu sétimo ano, 458 a.C.

 

8 No quinto mês Esdras chegou a Jerusalém, no sétimo ano deste rei. Pois no primeiro dia do primeiro mês ele partiu de Babilônia e no primeiro dia do quinto mês chegou a Jerusalém, graças à mão benéfica do seu Deus sobre ele. Porque Esdras tinha preparado o seu coração para buscar e cumprir a Torá de ????, e para ensinar em Israel os seus estatutos e as suas ordenanças. Esta é, pois, a cópia da carta que o rei Artaxerxes deu a Esdras, o sacerdote, o escriba instruído nas palavras dos mandamentos de ???? e dos seus estatutos para Israel: Artaxerxes, rei dos reis, ao sacerdote Esdras, escriba da lei do Deus do céu: Saudações. Por mim se decreta que no meu reino todo aquele do povo de Israel, e dos seus sacerdotes e levitas, que quiser ir a Jerusalém, vá contigo. (Esdras 7:8-13)

 

14 Porquanto és enviado da parte do rei e dos seus sete conselheiros para indagares a respeito de Judá e de Jerusalém, conforme a lei do teu Deus, a qual está na tua mão; e para levares a prata e o ouro que o rei e os seus conselheiros voluntariamente deram ao Deus de Israel cuja habitação está em Jerusalém, com toda a prata e o ouro que achares em toda a província de Babilônia, e com as ofertas voluntárias do povo e dos sacerdotes, que voluntariamente as oferecerem para a casa do seu Deus, que está em Jerusalém; portanto com toda a diligência comprarás com este dinheiro novilhos, carneiros, e cordeiros, com as suas ofertas de cereais e as suas ofertas de libações, e os oferecerás sobre o altar da casa do vosso Deus, que está em Jerusalém. Também o que a ti e a teus irmãos parecer bem fazerdes do resto da prata e do ouro, o fareis conforme a vontade do vosso Deus. Os vasos que te foram dados para o serviço da casa do teu Deus, entrega-os todos perante ele, o Deus de Jerusalém. E tudo o mais que for necessário para a casa do teu Deus, e que te convenha dar, o darás da casa dos tesouros do rei. (Esdras 7:14-20)

 

21 E eu, o rei Artaxerxes, decreto a todos os tesoureiros que estão na província dalém do Rio, que tudo quanto vos exigir o sacerdote Esdras, escriba da lei do Deus do céu, prontamente se lhe conceda, até cem talentos de prata cem coros de trigo, cem batos de vinho, cem batos de azeite, e sal à vontade. Tudo quanto for ordenado pelo Deus do céu, isso precisamente se faça para a casa do Deus do céu; pois, por que haveria ira sobre o reino do rei e de seus filhos? Também vos notificamos acerca de todos os sacerdotes e levitas, cantores, porteiros, netinins, e outros servos desta casa de Deus, que não será lícito exigir-lhes nem tributo, nem imposto, nem pedágio. E tu, Esdras, conforme a sabedoria do teu Deus, que possuis, constitui magistrados e juízes, que julguem todo o povo que está na província dalém do Rio, isto é, todos os que conhecem as leis do teu Deus; e ensina-as ao que não as conhece. E todo aquele que não observar a lei do teu Deus e a lei do rei, com zelo se lhe execute a justiça: quer seja morte, quer desterro, quer confiscação de bens, quer prisão. (Esdras 7:21-26)

 

Fazendo as contas, começamos em 458 a.C., subtraímos 483 anos e chegamos a 26 d.C. Tenha em mente que você deve adicionar um ano para o ano zero. Isso é bom se você puder provar que o Messias morreu no ano 30 d.C. Muitos estão chegando ao entendimento de que ELE teve que ter morrido em 31 EC, que é a posição que eu também tenho.

E, no entanto, esta é a data (458 a.C.) com a qual muitos teólogos do nosso tempo começam a deslizar, a fim de obter o ano que melhor se adapte à sua interpretação de quando o ministério de Yeshua começou. Eles sustentam que o sétimo ano de Artaxerxes era 457 a.C. permitindo o ano da ascensão. Outros vão manter que era 456 a.C. Se usarmos o ano 457 a.C., então chegaremos ao ano 27 C.E. – que seria quando o Messias foi ungido no outono. A próxima coisa que lemos é que ele leu o rolo de Isaías no qual ELE diz que este é o ano aceitável. O ano em que Yeshua fez isso foi 28 d.C. e esse ano foi um ano sabático – ou um ano aceitável.

 

Assim, 3 1/2 anos a partir do outono de 27 d.C. é a Páscoa de 31 d.C. quando Yeshua foi morto. Então, se alguém errar o sétimo ano de Artaxerxes por um ano, isso funciona razoavelmente bem. Juntos, cobrimos agora os 483 anos e, em seguida, os próximos 3 1?2 anos que levaram à sua morte, dando-nos um total de 486 1?2 anos. Mas agora temos os últimos 3 1/2 anos para explicar. A Teoria da Lacuna expandiu-se agora para um total de 1.982 anos, passando de 31 d.C. para o ano da redação deste livro em 2013.

 

E abaixo encontramos o último decreto a ser apresentado a Neemias no capítulo 2 do mesmo livro.

 

1 Sucedeu, pois, no mês de nisã, no ano vigésimo do rei Artaxerxes, quando o vinho estava posto diante dele, que eu apanhei o vinho e o dei ao rei. Ora, eu nunca estivera triste na sua presença.  E o rei me disse: Por que está triste o teu rosto, visto que não estás doente? Não é isto senão tristeza de coração. Então temi sobremaneira.  e disse ao rei: Viva o rei para sempre! Como não há de estar triste o meu rosto, estando na cidade, o lugar dos sepulcros de meus pais, assolada, e tendo sido consumidas as suas portas pelo fogo? Então o rei me perguntou: Que me pedes agora? Orei, pois, ao Deus do céu, e disse ao rei: Se for do agrado do rei, e se teu servo tiver achado graça diante de ti, peço-te que me envies a Judá, à cidade dos sepulcros de meus pais, para que eu a reedifique.  Então o rei, estando a rainha assentada junto a ele, me disse: Quanto durará a tua viagem, e quando voltarás? E aprouve ao rei enviar-me, apontando-lhe eu certo prazo.  Eu disse ainda ao rei: Se for do agrado do rei, dêem-se-me cartas para os governadores dalém do Rio, para que me permitam passar até que eu chegue a Judá; como também uma carta para Asafe, guarda da floresta do rei, a fim de que me dê madeira para as vigas das portas do castelo que pertence à casa, e para o muro da cidade, e para a casa que eu houver de ocupar. E o rei mas deu, graças à mão benéfica do meu Deus sobre mim. (Neemias 2:1-8)

 

Artaxerxes chegou ao poder em 465 a.C., como já assinalei, completando 20 anos, 445 a.C. A partir de 445, você subtrai 483 para chegar ao ano 39 C.E. Isso, no entanto, está muito além de todas as datas usadas para a crucificação e, portanto, deve ser descartado.

 

Então você tem isso. Todos olham para os quatro e depois decidem que o terceiro é o certo. “Tem que ser esse”, então eles escolhem. E agora todos esperamos pelos últimos 3 1/2 anos e alguns pensam que será 2013 ou 2014.

 

Tendo visto isto, agora tenho uma questão importante para deixar com você. Como os Magos sabiam, sem se referir a essa seção de Daniel, quando o Messias deveria nascer? O Messias nasceu em 11 de setembro de 3 a.C.[344] e os magos apareceram dois anos depois em 1 a.C. Eles não confiaram nessa profecia mal aplicada. Mas esta é outra discussão para outro momento. Mas você pode pensar nisso até então.

 

Eu tentei nos tirar dessa sopa primordial de ideias proféticas há algumas páginas atrás, apenas para me pegar na atual consequência de tais teorias falhas que evoluíram resultando em falsas profecias. Está na hora de ver a verdade e uma vez que você tenha visto a realidade, todas essas ideias sempre em evolução e transitórias, que mudam a cada nova geração e cada nova crise mundial, se vaporizarão no gás metano que elas realmente são e sempre foram.

[294] Esdras 7:21 Eu mesmo, o rei Artaxerxes, decreto a todos os tesoureiros que estão dalém do Eufrates: tudo quanto vos pedir o sacerdote Esdras, escriba da Lei do Deus do céu, pontualmente se lhe faça; até cem talentos de prata, até cem coros de trigo, até cem batos de vinho, até cem batos de azeite e sal à vontade. Tudo quanto se ordenar, segundo o mandado do Deus do céu, exatamente se faça para a casa do Deus do céu; pois para que haveria grande ira sobre o reino do rei e de seus filhos?

[295] Commentary on the Book of Daniel by James Montgomery, (Edinburgh: T. & T. Clark, 1927), pp. 400––01.

[296] Is Daniel’s Seventy-Weeks Prophecy Messianic, Part I? de J. Paul Tanner.

http://www.dts.edu/download/publications/bibliotheca/DTS-Is%20Daniel%27s%20Seventy- Weeks%20Prophecy%20Messianic.pdf, J. Paul Tanner é Middle East Director, BEE World, Bullard, Texas. (Você precisa colocar “Daniel’s Seventy-Weeks Prophecy Messianic” na pesquisa quando chegar no site.)

[297] A Critical and Exegetical Commentary On THE BOOK OF DANIEL by James Montgomery, New York: C. Scribner, 1927, p. 398, Print.

[298] Para um debate mais complete das provas veja: Daniel 9 and the Date of Messiah’s Coming In Essene, Hellenistic, Pharisaic, Zealot and Early Christian Computation por Roger Beckwith, Revue de Qumran 10 (December 1981): pp. 521–42.

[299] Ibid., pp. 523, 525. See also, The Significance of the Calendar for Interpreting Essene Chronology and Eschatology por Roger Beckwith, Revue de Qumran 10 (May 1980): pp. 167–202.

[300] Daniel 9 and the Date of Messiah’s Coming por Roger Beckwith, pp. 528–29.

[301] Embora os comentários de Josefo sejam um pouco vagos, esta parece ser a interpretação mais sensata de suas observações. Veja especialmente As Guerras Judaicas 4.5.2 (pp. 318, 323) e 6.2.1 (pp. 109-10), em Os Trabalhos de Josefo, trad. por William Whiston (Peabody, MA: Hendrickson, 1987). Para uma discussão mais aprofundada, ver: O Apocalíptico Levantamento da História Adaptado por Cristãos: Profecia de Setenta Semanas de Daniel por William Adler, em The Jewish Apocalyptic Heritage in Early Christianity por James C. VanderKam e William Adler, ed., (Minneapolis: Fortress, 1996) pp 210-16; Daniel 9 e a data da vinda do Messias por Roger Beckwith, pp. 532-36; Josefo e Daniel, Anuário do Instituto Teológico Sueco por F.F. Bruce, 4 (1965): pp. 148-62; e Tratamento de Josefo do Livro de Daniel, Jornal dos Estudos Judaicos por Geza Vermes, 42 (1991): pp. 149-66.

[302] Daniel 9 e a data da vinda do Messias por Roger Beckwith, p. 536

[303] Seder Olam Rabbah, cap. 28, Ver: Seder Olam: A Visão Rabínica da Cronologia Bíblica por Heinrich Guggenheimer, (Lanham, MD: Jason Aronson, 1998), pp. 240-46.

[304] Para uma pesquisa das interpretações rabínicas clássicas de Daniel 9: 24–27, ver: Daniel: Uma nova tradução com um comentário antologado de fontes talmúdicas, midrasfônicas e rabínicas por Hersh Goldwurm, 2a ed. (Brooklyn, NY: Mesorah, 1980), pp. 259-67. Comentaristas judeus tendiam a interpretar o corte do j ”yvim; em Daniel 9:26 de uma das três maneiras: (1) a cessação dos sacrifícios oferecidos pelo sacerdócio ungido; (2) a morte do rei Agripa II, que governou Judá na época da destruição do templo; e (3) a morte do sumo sacerdote, Ananus, na época da revolta judaica que antecedeu a 70 d.C.

[305] Nascido Caio Otávio. Ele era o sobrinho-neto de Júlio César, o fundador do Império Romano que entregou o império a Otávio, a quem o povo de Roma chamou de Augusto César, isto é, “César Exaltado”. O nome Augusto significa exaltado. Ele governou o Império Romano a partir de 27 a.C. a 14 d.C.

[306] http://abcnews.go.com/blogs/business/2011/10/harold-camping-doomsday-prophet-wrong-again/

[307] The Apocalyptic Survey of History Adapted by Christians: Daniel’s Prophecy of 70 Weeks by William Adler, The Jewish Apocalyptic Heritage In Early History by James C. VanderKam and William Adler, ed., Assen: Van Gorcum & Comp. B.V., 1996, p. 219, Print.

[308]http://www.dts.edu/download/publications/bibliotheca/DTS-Is%20Daniel%27s%20Seventy- Weeks%20Prophecy%20Messianic.pdf, J. Paul Tanner, p. 185 (Você terá que pesquisar “Daniel’s Seventy-Weeks Prophecy Messianic” depois que chegar ao site)

[309] Against Heresies by Irenaeus, The Ante-Nicene Fathers by Alexander Roberts and James Donaldson, 1:554.

 

[310]http://www.dts.edu/download/publications/bibliotheca/DTS-Is%20Daniel%27s%20Seventy- Weeks%20Prophecy%20Messianic.pdf, J. Paul Tanner, p. 185 (Você terá que pesquisar “Daniel’s Seventy-Weeks Prophecy Messianic” depois que chegar ao site)

[311] Stromata de Clement, The Ante-Nicene Fathers de Alexander Roberts e James Donaldson, Vol. 2, ed., (Edinburgh, 1867; reprint, Grand Rapids: Eerdman’s, 1981), p. 329. Esdras, The Septuagint, refere aos livros de Esdras e Neemias.

[312] The Apocalyptic Survey of History de William Adler, p. 225. Irenaeus, escrevendo anteriormente a Clemente, associou a última semana de Daniel ao tempo do anticristo, porém não fixou o terminus ad quem das 70 Semanas com os eventos do ano 70 d.C.

[313]http://www.dts.edu/download/publications/bibliotheca/DTS-Is%20Daniel%27s%20Seventy- Weeks%20Prophecy%20Messianic.pdf, J. Paul Tanner, p. 185 (Você terá que pesquisar “Daniel’s Seventy-Weeks Prophecy Messianic” depois que chegar ao site)

[314] Tertullian, Against the Jews de A. Cleveland Coxe, The Ante-Nicene Fathers de Alexander Roberts e James Donaldson, Vol. 3, ed. (Edinburgh, 1867; reprint, Grand Rapids: Eerdman’s, Handbook To the Bible 1981).

[315] Para análise mais profundo de Tertuliano, veja: Tertullian and Daniel 9:24–27: A Patristic Interpretation of a Prophetic Timeframe by Geoffrey D. Dunn, Zeitschrift für antikes Christentum 6 (2002): pp. 330–44; Tertullian by Geoffrey D. Dunn, (New York: Routledge, 2004).

[316] Não se sabe se esta perspectiva é original de Tertuliano ou se outros o sugeriram para ele. É possível ter vindo de fontes judaicas, pois uma perspectiva parecida é expressado dentre comentadores judeus, incluindo o próprio Rashi (Daniel by Goldwurm, pp. 262–63).

[317] O termo “hebdomad” vem do termo Grego usado por Theodotion, “eJbdomavde” da raiz “eJbdomav” (“semana”). Este termo foi usado no Septuaginta em Levíticos 25:8 para indicar um período de 7 anos. O Hebraico tem “sete sábados de anos”, que significa 49 anos.

 

[318]http://www.dts.edu/download/publications/bibliotheca/DTS-Is%20Daniel%27s%20Seventy- Weeks%20Prophecy%20Messianic.pdf, J. Paul Tanner, p. 185 (Você terá que pesquisar “Daniel’s Seventy-Weeks Prophecy Messianic” depois que chegar ao site)

[319] A datação do Comentário de Hipólito de Roma é incerta. L. E. Knowles acredita que foi escrito por volta de 202 d.C. [As Interpretações das Setenta Semanas de Daniel Nos Pais Antigos, Westminster Theological Journal 7 (maio de 1945), p. 139], embora Wilbur M. Smith data cerca de 230 d.C. (Introdução ao Comentário de Jerome Sobre Daniel, de São Jerônimo, p. 5). Como se acreditava que Cristo havia nascido no ano 5500 AC de Adão, restaram quinhentos anos até o fim dos tempos, a aparição do Anticristo e o estabelecimento do reino de Jesus. A ideia de 5.500 anos desde a Criação até Cristo foi uma interpretação alegórica, sendo esta figura a soma das dimensões da Arca da Aliança (isto é, 51?2 côvados), com Cristo sendo a “verdadeira Arca”.

[320] Commentary On the Prophet Daniel by Hippolytus, 2.22

[321] Commentary On the Prophet Daniel by Hippolytus, 2.22.

[322]http://www.dts.edu/download/publications/bibliotheca/DTS-Is%20Daniel%27s%20Seventy- Weeks%20Prophecy%20Messianic.pdf, J. Paul Tanner, p. 185 (Você terá que pesquisar “Daniel’s Seventy-Weeks Prophecy Messianic” depois que chegar ao site)

[323] Georgii Syncelli Ecloga Chronographica por A. A. Mosshammer, ed., (Leipzig: Tübner, 1984), 393.23-24. Porções das perspectivas de Africano também são preservadas em Eusébio, Demonstratio Evangelica trans. de W. J. Ferar (Londres: SPCK, 1920), Livro 8, cap. 2; e o Comentário de Jerome sobre Daniel.

[324] William Adler e Paul Tuffin sugerem a possibilidade de que Africano possa ter abandonado sua teoria sobre os “anos lunares” da profecia de Daniel [A Cronografia de George Synkellos: Uma Crônica Bizantina de História Universal da Criação (Oxford: Oxford University Press, 2002)]. Eles afirmam: “Veja, por exemplo, o Chronicon Paschale 307,15-308,9, que atribui a Africano uma análise completamente diferente dos 70 anos de semanas. De acordo com essa interpretação, os primeiros 69 anos da profecia se estenderam de Ol. 81,4 (A.M. 5048) até 14 Tibero (Ol. 202,1 = A.M. 5530). A última semana da profecia estendeu-se de 15 a 22 de Tibério” (ibid., P. 470 n. 3). Chronicon Paschale era uma crônica universal do mundo bizantina do século 7. Para uma tradução parcial em inglês, ver Chronicon Paschale 284-A.D.D. 628 trans. por Michael e Mary Whitby (Liverpool: Liverpool University Press, 1989).

[325] Os Fragmentos Existentes dos Cinco Livros da Cronografia de Julio Africano, de Julio Africano, em The Ante-Nicene Fathers, por Alexander Roberts e James Donaldson, vol. 6, ed. (Edimburgo, 1867; reimpressão, Grand Rapids: Eerdman’s, 1989), 16.2.

[326] Handbook of Biblical Cronology por Finegan, pp. 92-98. Xerxes, o pai de Artaxerxes, morreu pouco depois de 17 de dezembro de 465 a.C. [O Calendário Judaico do Quinto Século em Elephantine por S.H. Horn e L. H. Wood, Jornal de Estudos do Oriente Medio 13 (janeiro de 1954): p. 9]. Assim, o ano da ascensão de Artaxerxes seria dezembro de 465 a.C. para Nisã 464 a.C. Seu primeiro ano de reinado como rei (segundo o sistema persa) seria Nisã 464 a.C. para Nisã 463 a.C., e seu 20º ano de reinado teria então começado em Nisã 444 a.C.

[327] O décimo quinto ano de Tibério César seria aproximadamente de 28 d.C. a 29 d.C., mas há algum debate sobre isso. Veja o Comentário Sobre Lucas de I. Howard Marshall, Novo Comentário Internacional do Novo Testamento Grego (Grand Rapids: Eerdman, 1978), p. 133. A maioria dos estudiosos atuais calculam que o reinado de Tibério começou após a morte de Augusto em 19 de agosto, 14 d.C. (Chris Scarre, Crônica dos Imperadores Romanos (Londres: Thames and Hudson, 1995, p 27).

[328] Na edição Os Pais Ante-Nicéia (baseada em um fragmento encontrado em Eusébio), Júlio se refere à data do décimo sexto ano de Tibério, que ele dá como o segundo ano da 202ª Olimpíada, mas Jerônimo (em sua citação de Júlio) deu como o 15º ano de Tibério (Comentário de Jerônimo sobre Daniel, p. 97). Jerome alegou ter sido citando Julio Africano “verbatim” (ibid., P. 95). Portanto, há alguma confusão sobre se os cálculos de Júlio foram calculados para o 15º ou 16º ano de Tibério. De qualquer forma, segundo Finegan, o segundo ano da 202ª Olimpíada seria de 1º de julho a 30 de 30 até 30 de junho de 31 (Manual de Cronologia Bíblica, p. 47). Isso não corresponde ao ano comumente dado para o 15º ano de Tibério de acordo com os cálculos modernos (ver nota de rodapé 31). Finegan conclui que Jesus foi batizado e começou seu ministério público no outono de 29 d.C. (ibid., P. 342).

[329] The Extant Fragments of the Five Books of the Chronology de Julio Africano por Julio Africano, 6:135.

 

[330] The Extant Fragments of the Five Books of the Chronography of Julius Africanus de Julius Africanus, em The Ante-Nicene Fathers por Alexander Roberts e James Donaldson, Vol. 6, ed. (Edinburgh, 1867; reprint, Grand Rapids: Eerdman’s, 1989), 16.1.

[331] Não se pode saber ao certo quantos seguiram a visão de Júlio do vigésimo ano de Artaxerxes para o terminus a quo. Zöckler relata que Polychronius (falecido cerca de 430 d.C.) tinha uma visão modificada disso. “Polychronius. . . calcula as primeiras 7 semanas desde Dario Medo até o 9º ano de Dario Histáspia, quando se diz que o templo de Zorobabel estava completo, as 62 semanas do vigésimo ano de Artaxerxes até o nascimento de Cristo e a semana final daquela data até Tito enquanto a morte de Cristo cai em seu ponto central” (Daniel p. 207). Também Teodoreto de Ciro (ca. 433 d.C.) teve uma visão similar (ver Teodoreto de Ciro: Comentário Sobre Daniel trans. De Robert C. Hill, (Atlanta: Sociedade de Literatura Bíblica, 2006, pp. 239-61). ele contou as 62 semanas primeiro e depois as 7 semanas, com a última (49 anos) levando ao início do ministério público de Cristo.

[332] The Apocalyptic Survey of History Adapted by Christians: Daniel’s Prophecy of 70 Weeks de William Adler, The Jewish Apocalyptic Heritage In Early History de James C. VanderKam e William Adler, ed., Assen: Van Gorcum & Comp. B.V., 1996, p. 201

[333] The Apocalyptic Survey of History Adapted by Christians: Daniel’s Prophecy of 70 Weeks de William Adler, The Jewish Apocalyptic Heritage In Early History de James C. VanderKam e William Adler, ed., Assen: Van Gorcum & Comp. B.V., 1996, p. 201

[334] The Apocalyptic Survey of History Adapted by Christians: Daniel’s Prophecy of 70 Weeks de William Adler, The Jewish Apocalyptic Heritage In Early History de James C. VanderKam e William Adler, ed., Assen: Van Gorcum & Comp. B.V., 1996, p. 221

[335] IS DANIEL’S SEVENTY-WEEKS PROPHECY MESSIANIC? PART 1 de J. Paul Tanner, 2009, p. 15. http://www.dts.edu/download/publications/bibliotheca/DTS-Is%20Daniel%27s%20Seventy- Weeks%20Prophecy%20Messianic.pdf, J. Paul Tanner, p. 185 (Você terá que pesquisar “Daniel’s Seventy-Weeks Prophecy Messianic” depois que chegar ao site)

[336] The Apocalyptic Survey of History Adapted by Christians: Daniel’s Prophecy of 70 Weeks de William Adler, The Jewish Apocalyptic Heritage In Early History de James C. VanderKam e William Adler, ed., Assen: Van Gorcum & Comp. B.V., 1996, p. 202

[337] The Bible—God’s Word or Man’s? Does This Book Answer the Question? Critique of Chapter 9: Prophecies That Came True de Doug Mason, 2010, pp. 15-16. http://www.jwstudies.com/Critique_of_GM_on_Daniel_9.pdf

[338] The Apocalyptic Survey of History Adapted by Christians: Daniel’s Prophecy of 70 Weeks de William Adler, The Jewish Apocalyptic Heritage In Early History de James C. VanderKam e William Adler. ed., Assen: Van Gorcum & Comp. B.V., 1996, p. 221

[339] The Apocalyptic Survey of History Adapted by Christians: Daniel’s Prophecy of 70 Weeks de William Adler, The Jewish Apocalyptic Heritage In Early History de James C. VanderKam e William Adler, ed., Assen: Van Gorcum & Comp. B.V., 1996, p. 218

[340] A Critical and Exegetical Commentary on THE BOOK OF DANIEL de James Montgomery, New York: C. Scribner, 1927, p. 398

[341]  Conjunction or Sighted, Which? http://www.sightedmoon.com/?page_id=22 & http://sightedmoon.com/conjunction-or-sighted-which/ & The Return of Yeshua http://www.sightedmoon.com/?page_id=20 & http://sightedmoon.com/the-return-of-yahshua/

[342] The Sign of Jonah http://sightedmoon.com/the-sign-of-jonah/& http://www.sightedmoon.com/?page_id=19

[343]  http://en.wikipedia.org/wiki/Artaxerxes_I_of_Persia & http://www.britannica.com/EBchecked/topic/36741/Artaxerxes-I

[344] Conjunction or Sighted, Which? http://www.sightedmoon.com/?page_id=22 http://sightedmoon.com/conjunction-or-sighted-which/

Capítulo 5 | O Que Significa “Semanas”?

 

24 “Setenta semanas estão decretadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, e para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o santíssimo. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o ungido, o príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos. E depois de sessenta e duas semanas será cortado o ungido, e nada lhe subsistirá; e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até o fim haverá guerra; estão determinadas assolações. E ele fará um pacto firme com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador; e até a destruição determinada, a qual será derramada sobre o assolador.” [Veja: Mateus 24:15 (Daniel 9:24-27)]

 

Estamos agora com mais de 200 páginas neste assunto das 70 semanas de Daniel e, no entanto, cobrimos apenas as sete primeiras palavras desta profecia.

 

“Setenta semanas estão decretadas sobre o teu povo.”

 

Eu expliquei quem são o povo de Daniel. Eles são todos de Israel e eu expliquei quem eles são hoje. Eles são os descendentes dos povos celtas e são a nação da Grã-Bretanha e da Comunidade Britânica – assim como os Estados Unidos da América e o Estado de Israel. É extremamente importante entender sobre quem esta profecia está falando.

 

Eu já mostrei porque as 70 Semanas não são 70 x 7 – o que lhe daria um total incorreto de 490 anos. As pessoas têm usado essas informações a cada período de crise nos últimos 2.000 anos e isso nunca foi comprovado. Nem vai. Ele não pode ser enfiado em qualquer das teorias atuais e também fica aquém no contexto de usá-lo para corrigir e cobrir eventuais lacunas remanescentes na chamada “Teoria da Lacuna.”

 

Então qual é a resposta para esse enigma de enigmas?

 

Na verdade, é bastante simples e vem a partir uma compreensão adequada das palavras. Quando você entender esta palavra “semana”, o significado é extremamente profundo. Prepare-se para ter as estacas de sua mente ampliadas à medida que começarmos a examinar a palavra “semanas” para a iluminação e clareza.

 

Aqui está a primeira frase novamente com as anotações hebraicas do Strong:

24 Setenta H7657 semanas H7620 estão decretadas H2852 sobre H5921 o teu povo. H5971 (Daniel 9:24)

 

A palavra “setenta” é muito fácil de entender e é:

 

H7657[350]—shib ?? ym shib-eem’

 

Múltiplos de H7651: Setenta: Setenta.

Mas lembre-se, é a palavra “semanas” que é o foco principal deste capítulo. Quando você procura na Concordância de Strong, você imediatamente descobre que há várias palavras para investigar.

 

H7620shaw-boo’-ah, shaw-boo’-ah, sheb-oo-aw’

 

Particípio passivo de H7650 como um denominativo de H7651: Literalmente sete-ado, isto é, uma semana (especificamente de anos): Sete, semana.

 

H7650shaw-bah’

 

Uma raiz primitiva; propriamente estar completo, mas usado apenas como um denominativo de H7651: Setear a si mesmo, isto é, jurar (como se repetindo uma declaração sete vezes): Assegurar, cobrar (por um juramento, com um juramento), preencher [por engano para H7646], fazer um juramento, estritamente, (causar, fazer) jurar.

 

H7646saw-bah’, saw-bay’-ah

 

Uma raiz primitiva; saciar, isto é, preencher a satisfação (literal ou figurativamente): Ter o suficiente, preencher (até cheio, a si mesmo, com), estar (com) cheio (de), ter abundância, ser saciado, satisfazer (com), bastar, estar cansado de.

 

H7651sheh’-bah, shib-aw’

 

De H7650: Número primitivo cardinal; sete (como o sagrado pleno); também (adverbialmente) sete vezes; por implicação uma semana; por extensão, um número indefinido: (+ por) setes (sete vezes). Compare H7658.

 

H7658shib-aw-naw’

 

Prolongado para o masculino de H7651: Sete: Sete.

 

Acima, então você tem a definição desta palavra comumente conhecido como “semanas.” Antes de dizer mais alguma coisa para influenciar seus pensamentos de uma maneira ou de outra, eu primeiro terei que procurar em que outro lugar esta mesma palavra é usada na Bíblia. A Concordância de Strong mantém que é usado um total de dezenove vezes. Em onze desses dezenove casos, nos é fornecido um exemplo claro da palavra e seu significado.

 

H7620 shaw-boo’-ah, shaw-boo’-ah, sheb-oo-aw’

Total de Ocorrências na Versão King James: 19

 

Semanas (15)

Êxodo 34:22 (1), Levíticos 12:5 (1), Números 28:26 (1), Deuteronômio 16:9-10 (3), Deuteronômio 16:16 (1), 2 Crônicas 8:13 (1), Daniel 9:24-26 (5), Daniel 10:2-3 (2)

 

Semana (4)

Gênesis 29:27-28 (2), Daniel 9:27 (2)

 

Nosso primeiro exemplo em Êxodo nos revela claramente que está falando da “Festa das Semanas”.

22“Também guardarás a festa das semanas, que é a festa das primícias da ceifa do trigo, e a festa da colheita no fim do ano.” (Êxodo 34:22)

 

O segundo versículo em que a palavra “semanas” é encontrado é em Levítico 12: 5, mas não atende aos critérios do que estou falando aqui. No entanto, o próximo versículo em Números faz e claramente, também está falando sobre a Festa das Semanas.

 

26 “Semelhantemente tereis santa convocação no dia das primícias, quando fizerdes a ???? oferta nova de cereais na vossa festa de semanas; nenhum trabalho servil fareis.” (Números 28:26)

 

O quarto, quinto, sexto e sétimo versos resultantes da nossa busca pela palavra “semanas” se originam no livro de Deuteronômio e eles também, sem dúvida, estão falando sobre esta festa de “semanas”.

 

9 “Sete semanas contarás; desde que a foice começar na seara, começarás a contar as sete semanas. Depois, celebrarás a Festa das Semanas a ????, teu Deus; o que deres será tributo voluntário da tua mão, segundo ????, teu Deus, te tiver abençoado.” (Deuteronômio 16:9-10)

 

16 “Três vezes no ano, todo varão entre ti aparecerá perante ????, teu Deus, no lugar que escolher, na Festa dos Pães Asmos, e na Festa das Semanas, e na Festa dos Tabernáculos; porém não aparecerá vazio perante ????.” (Deuteronômio 16:16)

 

Nosso oitavo uso da palavra “semanas” se encontrado novamente em 2 Crônicas. Você está vendo um padrão aqui?

13 “… ?e isto segundo o dever de cada dia, conforme o preceito de Moisés, nos sábados, nas Festas da Lua Nova, e nas festas fixas, três vezes no ano: na Festa dos Pães Asmos, na Festa das Semanas e na Festa dos Tabernáculos.” (2 Crônicas 8:13)

 

Até este ponto, todos os exemplos dados estão decididamente falando sobre a Festa das Semanas com uma exceção. As Escrituras que se seguem são aquelas que estamos determinando qual significado apropriado com relação às 70 Semanas de Daniel 9. Dos dezenove versículos com a palavra ‘semanas’, há doze que nos descrevem a Festa das Semanas, com sete dessas ocorrências. ocorrendo no próprio conjunto de escrituras que estamos examinando – isto é, Daniel 9: 24-26.

 

24 “Setenta semanas estão decretadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, e para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o santíssimo. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o ungido, o príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos. E depois de sessenta e duas semanas será cortado o ungido, e nada lhe subsistirá; e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até o fim haverá guerra; estão determinadas assolações. E ele fará um pacto firme com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador; e até a destruição determinada, a qual será derramada sobre o assolador” (Daniel 9:24-27)

 

Há também mais quatro versos onde a palavra “semana” é encontrada. Daniel 10: 2-3 (2), Gênesis 29: 27-28 (2), que em ambos os casos está falando de um período de tempo real de 7 dias. No Capítulo 11, apresentarei a vocês os dois exemplos da palavra “semana” que são encontrados em Daniel 9: 27 – novamente, no contexto da parte dos versículos que estamos examinando. Isso é muito notável.

 

Dado o fato de muitos de vocês não saberem exatamente o que é a “Festa das Semanas”, vou agora direcioná-los a Levítico 23, onde nos é ensinado cada um dos Festivais que devemos guardar de acordo com o Calendário Bíblico de Yehová com suas épocas santas.

 

5 “No mês primeiro, aos catorze do mês, à tardinha, é a páscoa de ????. E aos quinze dias desse mês é a festa dos pães ázimos de ????; sete dias comereis pães ázimos. No primeiro dia tereis santa convocação; nenhum trabalho servil fareis. Mas por sete dias oferecereis oferta queimada ao Senhor; ao sétimo dia haverá santa convocação; nenhum trabalho servil fareis.” (Levíticos 23:5-8)

 

9 Disse mais ???? a Moisés: Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando houverdes entrado na terra que eu vos dou, e segardes a sua sega, então trareis ao sacerdote um molho das primícias da vossa sega; e ele moverá o molho perante ????, para que sejais aceitos. No dia seguinte ao sábado o sacerdote o moverá. E no dia em que moverdes o molho, oferecereis um cordeiro sem defeito, de um ano, em holocausto a ????. Sua oferta de cereais será dois décimos de efa de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta queimada em cheiro suave a ????; e a sua oferta de libação será de vinho, um quarto de him. E não comereis pão, nem trigo torrado, nem espigas verdes, até aquele mesmo dia, em que trouxerdes a oferta do vosso Deus; é estatuto perpétuo pelas vossas gerações, em todas as vossas habitações.’” (Levíticos 23:9-14)

 

15 “‘Contareis para vós, desde o dia depois do sábado, isto é, desde o dia em que houverdes trazido o molho da oferta de movimento, sete semanas inteiras; até o dia seguinte ao sétimo sábado, contareis cinquenta dias; então oferecereis nova oferta de cereais a ????. Das vossas habitações trareis, para oferta de movimento, dois pães de dois décimos de efa; serão de flor de farinha, e levedados se cozerão; são primícias a ????. Com os pães oferecereis sete cordeiros sem defeito, de um ano, um novilho e dois carneiros; serão holocausto a ????, com as respectivas ofertas de cereais e de libação, por oferta queimada de cheiro suave a ????. Também oferecereis um bode para oferta pelo pecado, e dois cordeiros de um ano para sacrifício de ofertas pacíficas. Então o sacerdote os moverá, juntamente com os pães das primícias, por oferta de movimento perante ????, com os dois cordeiros; santos serão a ???? para uso do sacerdote. E fareis proclamação nesse mesmo dia, pois tereis santa convocação; nenhum trabalho servil fareis; é estatuto perpétuo em todas as vossas habitações pelas vossas gerações.’” (Levíticos 23:15-21)

 

O mandamento é para guardar a Páscoa. Então, a partir do domingo, durante os dias dos pães ázimos, você deve contar sete sábados e depois do sétimo sábado, você chegará até o quinquagésimo dia.

 

15 “Contareis para vós, desde o dia depois do sábado, isto é, desde o dia em que houverdes trazido o molho da oferta de movimento, sete semanas inteiras; até o dia seguinte ao sétimo sábado, contareis cinquenta dias; então oferecereis nova oferta de cereais a ????.” (Levíticos 23:15-16)

Na cristandade, isso é chamado de Pentecostes – Domingo de Pentecostes, para ser exato. Também é conhecido em hebraico como Shavuot.

 

Em Lucas podemos ler sobre esse tempo em que a contagem das semanas estava ocorrendo.

 

E aconteceu que, no segundo sábado após o primeiro, passou pelas searas, e os seus discípulos iam arrancando espigas e, esfregando-as com as mãos, as comiam.  (Lucas 6:1)

 

Quando você procura esta palavra para o sábado na Concordância de Strong, ele diz o seguinte:

 

G1207 deuteropr?tos dyoo-ter-op’-ro-tos

 

De G1208 e G4413; segundo primeiro, isto é, (especificamente) uma designação do sábado imediatamente após a semana pascal (sendo o segundo após o dia da Páscoa, e o primeiro dos sete sábados intervindo antes de Pentecostes): – segundo. . . depois do primeiro.

 

Shavuot é o plural de shabua. A Festa Judaica de Pentecostes, ou Festival das Semanas, que no hebraico é chamado, Shavuot.[351]

 

O Festival das Semanas, comumente encurtado para Shavuot (Semanas). Shavuot é o plural de shabua. Shabua no hebraico é uma coleção de sete (assim como uma década é uma coleção de dez em Português). Shavuot nesta instancia é uma coleção de sete semanas de sete dias.[352]

 

A palavra “semanas” é o plural da palavra “semana”. Nossa palavra em Daniel 9:24 é a palavra plural e em hebraico esta palavra “semana” é “Shabua” e o plural para “Shabua” é “Shabuot” ou “Shavuot” – o “v” e “b” soando o mesmo.

 

Shavuot ou Shabuoth (???vu??s, -??s, hebraico ?avu???t, ???vu??s, -??s, hebraico ?avu???t)

 

  1. o nome hebraico para Pentecoste

 

[do Hebraico sh?bh?`?th, plural de sh?bh??` semana][353]

 

É lógico, então, dizer que este versículo está dizendo Setenta Shavuot. A seguinte passagem em Jeremias é também um ponto de interesse não mencionado anteriormente que é merecedor de atenção.

 

24 ?Não dizem a eles mesmos: Temamos agora a ????, nosso Deus, que nos dá a seu tempo a chuva, a primeira e a última, que nos conserva as semanas determinadas da sega.” (Jeremias 5:24)

 

Aqui em Jeremias esta palavra “semanas” é chamado de SHAVUOT.[354]

 

Então, ao invés de dizer “Setenta semanas estão decretadas sobre o teu povo,” você pode também dizer “Setenta shavuot estão decretadas sobre o teu povo.”

 

Agora vou levá-lo em um pequeno atalho para ajudá-lo a compreender de forma mais profunda o que realmente é o Shavuot. Para algumas pessoas, é simplesmente o dia em que Yehová deu os Dez Mandamentos a Moisés e à Nação de Israel e, embora isso seja verdade, não é toda a verdade (Êxodo 19-20). Para a maioria dos cristãos este é o dia em que o Espírito Santo foi derramado nos Apóstolos em Atos 2 e isso também é verdade, mas o que a maioria das pessoas não percebe é o que esse dia significa para o próprio Yehová. Nós temos três nomes para a Festa de Shavuot – também conhecida como a Festa do Pentecostes.

 

  1. Chag haKatzir—Festival da Colheita (Êxodo 23:16)
  2. Yom Habikkurim—Dia das Primícias (Números 28:26)
  3. Chag haShavuot—Festival das Semanas (Deuteronômio 16:10)

 

O nome menos conhecido com relação a Shavuot,[355] porém, é “A Festa dos Juramentos.”[356]

 

Mas voltando para onde estávamos, vamos agora olhar para a definição da palavra “semanas”.

 

H7620Brown-Driver-Briggs, ?????? / ???? / ????? , shâbûa? /

shâbûa? / shebû?âh, BDB define:

 

  1. Sete, período de sete (dias ou anos), heptad, semana

1a. Período de sete dias, uma semana

1a1. Festa das Semanas

1b. Heptad, sete (de anos)

 

Classe gramatical: Substantivo masculino, uma palavra relacionada no BDB / Número de Strong: propriamente dito, particípio passivo de.

 

H7650—Como denominativo de H7651. A mesma palavra no TWOT número: 2318d

 

Assim como no começo, somos levados a outra palavra raiz que se liga à palavra “semana” ou “Shabua” e esta é a palavra “Shaba”.

 

H7650Brown-Driver-Briggs ???? , shâba, BDB define:

 

  1. Jurar, conjurar.

1a. (Qal) jurado (Particípio)

1b. (Niphal)

1b1. Jurar, fazer um juramento.

1b2. Jurar (Elohim por si mesmo).

1b3. Amaldiçoar.

1c. (Hiphil)

1c1. Causar a um juramento.

1c2. Conjurar, Classe gramatical: Verbo

 

H7650Strong’s ???? , shâba, shaw-bah’

 

Uma raiz primitiva; propriamente estar completo, mas usado apenas como um denominativo de H7651: Setear a si mesmo, isto é, jurar (como se repetindo uma declaração sete vezes): Assegurar, cobrar (por um juramento, com um juramento), preencher [por engano para H7646], fazer um juramento, estritamente, (causar, fazer) jurar.

 

Pesquisando apenas essas três palavras hebraicas (H-7620, H-7650 e H-7651), que derivam da palavra “Shavuot”, agora temos uma base sólida e argumentos muito fortes para ver a correlação entre as três palavras hebraicas e sua conexão com a “Festa dos Juramentos”. Quando você se seteia, você está fazendo um juramento.

 

Lemos no The Book of Customs (Livro dos Costumes):

 

O Livro dos Jubileus, um texto antigo que sobreviveu em parte nos Manuscritos do Mar Morto e na íntegra na antiga língua etíope Ge’ez, dá uma pincelada inteiramente diferente em Shavuot. A palavra “shavua” (ou “semana” é quase homônima à palavra para “juramento” (“shevuah”), e o autor anônimo de Jubileus diz que Shavuot era, de fato, a “Festa dos Juramentos“.[357]

 

Nissan Mindel confirma este significado de Shavuot em seu livro:

 

Shavuot significa não apenas “semanas”, mas também “juramentos”. O nome indica os dois juramentos, que D’us e o povo judeu trocaram, no dia da Entrega da Torá, para permanecerem fiéis um ao outro para sempre.[358]

 

O que significa “fazer um juramento” à luz da estrutura e do contexto do Antigo Pacto Oriental? A resposta para isso é revelada para nós em Êxodo, capítulos 19-24 – os princípios as quais são elaborados no formato de Tratado Pactual Suserano-Vassalo.

 

Um Tratado Suserano-Vassalo é um pacto condicional onde um grande Rei ou uma Nação (Suserano) governa um Servo Rei / Nação Menor (Vassalo) – enquanto o próprio Vassalo promete ou faz um juramento de amor e lealdade ao manter todos os compromissos, expostos pelo Grande Rei-Suserano. Enquanto isso era de conhecimento geral no Antigo Oriente Próximo, dentro de pacto dentre as nações, podemos agora começar a ver o quão mais profundo um Reino Pactual tem aos Olhos de nosso Criador.

 

Um Tratado Suserano exige que as seguintes sete condições sejam cumpridas:

 

  1. Identificação ou Preâmbulo dos envolvidos no tratado.
  2. Prólogo listando obras realizadas pelo rei Suserano em favor da nação Vassala.
  3. Compromissos a serem honrados pelo Vassalo pela duração do tratado.
  4. Termos para a leitura anual do tratado à nação, bem como os termos para renovar a lealdade ao tratado e ao Suserano.
  5. Testemunha divina do tratado. No nosso caso, YHWH seria nossa testemunha.
  6. Bênçãos por obediência e maldições por desobediência ao Tratado Pactual.
  7. Cerimônia de Ratificação com juramentos e refeição de sacrifício para mostrar a participação dos envolvidos no Tratado Pactual.

 

“Juramento de Conformidade”

 

Da descrição em Fé e História da Antiga Israel de George E. Mendenhall, da sexta seção típica na estrutura comum do Tratado da AOP.

 

Um tratado é um texto, mas um juramento é o mecanismo real pelo qual o texto é ratificado e trazido à vida, não mais apenas palavras em um documento, mas uma realidade funcional na realidade da vida das pessoas. Temos ampla evidência de tratados concluindo com rituais de cumprimento, geralmente juramentos falados, mas às vezes gestos físicos. Da mesma maneira, os tratados hoje são ratificados por assinaturas e apertos de mão, ativando as novas relações e seus termos. Não deveria surpreender que a história bíblica da Aliança no Monte Sinai alcance seu clímax com os escravos fugitivos comprometendo-se a cumprir as obrigações da aliança definindo e se ativando como o povo de YHWH. (Veja “Êxodo 24: 3-8).

 

3 Veio, pois, Moisés e relatou ao povo todas as palavras de ???? e todos os estatutos; então todo o povo respondeu a uma voz: Tudo o que ???? tem falado faremos. Então Moisés escreveu todas as palavras de ???? e, tendo-se levantado de manhã cedo, edificou um altar ao pé do monte, e doze colunas, segundo as doze tribos de Israel, e enviou certos mancebos dos filhos de Israel, os quais ofereceram holocaustos, e sacrificaram a ???? sacrifícios pacíficos, de bois. E Moisés tomou a metade do sangue, e a pôs em bacias; e a outra metade do sangue espargiu sobre o altar. Também tomou o livro do pacto e o leu perante o povo; e o povo disse: Tudo o que ???? tem falado faremos, e obedeceremos. Então tomou Moisés aquele sangue, e espargiu-o sobre o povo e disse: Eis aqui o sangue do pacto que ???? tem feito convosco no tocante a todas estas coisas.” (Êxodo 24:3-8)

 

Falando sobre as alianças do Pacto no Sinai e os do Oriente Próximo Rene Lopez [359] diz:

 

Fundamentalmente, Beri’t (“aliança”) significa um acordo vinculativo entre duas partes … A função da Beri’t é basicamente a de um juramento, compromisso ou vínculo entre duas partes.

 

O juramento. Na conclusão de um pacto, o vassalo geralmente proferiu um juramento. Isso dava garantia ao suserano de que as estipulações do tratado seriam mantidas. Além disso, uma cerimônia de juramento também serviu para garantir a fidelidade bilateral das partes.[360]

 

Os juramentos eram geralmente proferidos na conclusão de um tratado, o que implicava a aceitação de seus termos. No entanto, Israel invocou um juramento em Êxodo 19: 8: “Tudo o que YHWH falou nós faremos”, antes de ouvir o pacto. Então, depois de ouvir o pacto em 24: 3, 7, eles consentiram novamente.

 

Assim, juramentos e estipulações são expressões correlatas da própria aliança concluída, ou o juramento é a sanção divina do acordo, como afirmado na declaração da aliança e conforme estabelecido nas estipulações.[361]

 

Podemos ler deste “Juramento” feita por nosso Rei, nosso Suserano, Yehová em Shavuot, durante a Festa das Semanas no Monte Sinai.

 

3 Então subiu Moisés a Deus, e do monte ???? o chamou, dizendo: Assim falarás à casa de Jacó, e anunciarás aos filhos de Israel: Vós tendes visto o que fiz: aos egípcios, como vos levei sobre asas de águias, e vos trouxe a mim. Agora, pois, se atentamente ouvirdes a minha voz e guardardes o meu pacto, então sereis a minha possessão peculiar dentre todos os povos, porque minha é toda a terra; e vós sereis para mim reino sacerdotal e nação santa. São estas as palavras que falarás aos filhos de Israel. Veio, pois, Moisés e, tendo convocado os anciãos do povo, expôs diante deles todas estas palavras, que ???? lhe tinha ordenado. (Êxodo 19:3-7)

 

A Aliança forjado com Seus escolhidos no Monte Sinai está intrinsecamente entrelaçado com um juramento e aliança feito diretamente por Yehová a Abraão, Isaque e Jacó.

 

15 Então o anjo do Senhor bradou a Abraão pela segunda vez desde o céu, e disse: Por mim mesmo jurei, diz ????, porquanto fizeste isto, e não me negaste teu filho, o teu único filho, que deveras te abençoarei, e grandemente multiplicarei a tua descendência, como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos; e em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à minha voz.” (Genesis 22:15-18)

 

Não é exatamente disso que Paulo está falando também em Hebreus 6?

 

13 Porque, quando Deus fez a promessa a Abraão, visto que não tinha outro maior por quem jurar, jurou por si mesmo, dizendo: Certamente te abençoarei, e grandemente te multiplicarei. E assim, tendo Abraão esperado com paciência, alcançou a promessa. Pois os homens juram por quem é maior do que eles, e o juramento para confirmação é, para eles, o fim de toda contenda. assim que, querendo Deus mostrar mais abundantemente aos herdeiros da promessa a imutabilidade do seu conselho, se interpôs com juramento; para que por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos poderosa consolação, nós, os que nos refugiamos em lançar mão da esperança proposta; a qual temos como âncora da alma, segura e firme, e que penetra até o interior do véu; aonde ?????, como precursor, entrou por nós, feito sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque. (Hebreus 6:13-20)

 

A aliança que Yehová fez com Abraão, conforme descrito em Gênesis 15, é um Pacto de Sangue, do qual você faria bem em entender. Abraão queria saber qual era sua grande recompensa porque ele não tinha filhos.

 

7 Disse-lhe mais: Eu sou ????, que te tirei de Ur dos caldeus, para te dar esta terra em herança. Ao que lhe perguntou Abrão: Ó ???? Deus, como saberei que hei de herdá-la? Respondeu-lhe: Toma-me uma novilha de três anos, uma cabra de três anos, um carneiro de três anos, uma rola e um pombinho. Ele, pois, lhe trouxe todos estes animais, partiu-os pelo meio, e pôs cada parte deles em frente da outra; mas as aves não partiu. E as aves de rapina desciam sobre os cadáveres; Abrão, porém, as enxotava. (Genesis 15:7-11)

 

17 Quando o sol já estava posto, e era escuro, eis um fogo fumegante e uma tocha de fogo, que passaram por entre aquelas metades. Naquele mesmo dia fez ???? um pacto com Abrão, dizendo: A tua descendência tenho dado esta terra, desde o rio do Egito até o grande rio Eufrates;” (Genesis 15:17-18)

 

Aqui você tem um juramento que começou com Yehová fazendo uma promessa a Abraão, e este juramento foi por sua vez falado a Isaque e Jacó e foi finalmente ratificado por sangue no Monte Sinai 50 dias após a Páscoa e o Êxodo pelo próprio povo concordando com isto. Muitas pessoas já conhecem de cor a passagem em Romanos abaixo, mas poucos, se houver, entendem o que isso realmente significa. Nós lemos em Romanos, capítulo 10:

 

9 Porque, se com a tua boca confessares a ????? como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo; (Romanos 10:9)

 

Essa palavra “confessar” significa algo totalmente diferente do que apenas dizer o nome de Jesus em voz alta. É a palavra grega G3670 ???????? homologe? hom-ol-og-eh’-o

 

De um composto das bases de G3674 e G3056; concordar, isto é, fazer convênio, reconhecer: confessar, dar graças, prometer.

 

No contexto, isso significa alguém que está “confessando” / “professando” uma fé genuína em Yeshua. Também, aquele que está entrando na Aliança e se vinculando por juramento a Ele e concorda com a Aliança de Yeshua apresentado no Monte Sinai. Como o “Rei Menor” ou “Mestre” para o Suserano Yehová, o Pacto de Yeshua é o mesmo do Pai, o que significa que você está entrando em acordo para guardar e ser leal à Torá e então você está reconciliado com Ele e restaurado no reino! Lembre-se que nós mostramos a você anteriormente que Yehová é Yeshua.

 

Quando você confessa o Messias como Romanos 10: 9 diz, você está de fato admitindo que você quebrou os mandamentos feitos no Monte Sinai e quer voltar para esse arranjo da aliança. Você quer ser perdoado pelo seu pecado de não cumprir este acordo de aliança.

 

Tenha em mente que na cultura e no contexto do mundo antigo, quando um pacto era traçado entre um Suserano e um vassalo, isso significava que enquanto o vassalo estivesse mantendo os compromissos do pacto com o Rei, ninguém mais poderia vir contra aquela nação ou vassalo sem ter que enfrentar a plena soberania do Rei Suserano e todos os seus recursos.

 

Por outro lado, também significava que se o vassalo quebrasse os compromissos da Aliança, o vassalo sofreria as consequências invocadas pelo Rei de Suserano.

Todo o Livro do Deuteronômio está estruturado como um Documento Pactual tipicamente Suserano-vassalo, que é uma reiteração mais detalhada da Aliança no Monte Sinai para a segunda geração no deserto antes de entrar em Eretz Yisrael (a Terra Prometida).

 

Quando você confessar seus pecados, você está, de fato, admitindo ter quebrado a Aliança feito no Monte Sinai e desejando retornar aos termos daquela Aliança como originalmente acordado. Ao fazer isso, você foge das maldições que estão sobre você agora.

 

Avinu, Malkeinu (PAI Nosso, REI Nosso) afirma SEU juramento à Israel de novo no capítulo 29:

 

9 “?Guardai, pois, as palavras desta aliança e cumpri-as, para que prospereis em tudo quanto fizerdes. ?Vós estais, hoje, todos perante ????, vosso Deus: os cabeças de vossas tribos, vossos anciãos e os vossos oficiais, todos os homens de Israel, ?os vossos meninos, as vossas mulheres e o estrangeiro que está no meio do vosso arraial, desde o vosso rachador de lenha até ao vosso tirador de água, ?para que entres na aliança de ????, teu Deus, e no juramento que, hoje, ????, teu Deus, faz contigo; ?para que, hoje, te estabeleça por seu povo, e ele te seja por Deus, como te tem prometido, como jurou a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó. ?Não é somente convosco que faço esta aliança e este juramento, ?porém com aquele que, hoje, aqui, está conosco perante ????, nosso Deus, e também com aquele que não está aqui, hoje, conosco.” (Deuteronômio 29:9-15)

 

Aqueles que confessam o nome de Yeshua, como nos é dito em Romanos 10: 9, que acabamos de ler, confessam a quebra deste pacto e querem voltar e começar a obedecê-lo.

 

A nação de Israel, nossos ancestrais, juraram obedecer em três tempos diferentes. Três vezes juramos guardar tudo o que Yehová havia dito sobre a Aliança. A primeira vez, novamente, foi antes de ouvir os mandamentos de Yehová.

 

8 ?Então, o povo respondeu à uma: Tudo o que ???? falou faremos. E Moisés relatou a ???? as palavras do povo. (Êxodo 19:8)

 

A segunda vez é na cerimônia de ratificação antes das ofertas.

 

3 Veio, pois, Moisés e relatou ao povo todas as palavras de ???? e todos os estatutos; então todo o povo respondeu a uma voz: Tudo o que ???? tem falado faremos.” (Êxodo 24:3)

 

A terceira vez é na ratificação antes da aspersão do sangue, tornando isso uma aliança de sangue.

7 Também tomou o livro do pacto e o leu perante o povo; e o povo disse: Tudo o que ???? tem falado faremos, e obedeceremos.” (Êxodo 24:7)

 

Quero salientar o que foi dito na última parte de Deuteronômio. Esta aliança foi feita com aqueles que estavam ali naquele tempo e também com aqueles que ainda não haviam nascido. Isso é, nós hoje.

 

14 Ora, não é somente convosco que faço este pacto e este juramento, mas é com aquele que hoje está aqui conosco perante o Senhor nosso Deus, e também com aquele que hoje não está aqui conosco.” (Deuteronômio 29:14-15)

 

Atos 2 é também uma afirmação da Aliança em Shavuot! E deixe-me ir mais longe e dizer que, guardando Pentecostes ou Shavuot, você está, de fato, se seteando a cada ano. Você está reafirmando seu compromisso com a Aliança que nossos ancestrais fizeram em nosso nome no Monte Sinai há mais de 3.391 anos em 1337 a.C.

 

1 Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente veio do céu um ruído, como que de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. E lhes apareceram umas línguas como que de fogo, que se distribuíam, e sobre cada um deles pousou uma. E todos ficaram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem. Habitavam então em Jerusalém judeus, homens piedosos, de todas as nações que há debaixo do céu. (Acts 2:1-5)

 

1 Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. (Acts 2:1)

 

Muitos de vocês podem saber que havia um culto específico e um conjunto de orações feitas no Beit HaMikdash (Templo Sagrado) em Shavuot, incluindo uma recitação dos Dez Mandamentos.[362]

 

Todos os que estavam lá no Templo na época de Shavuot estavam se comprometendo novamente com Yehová e a Aliança que foi feito no Monte Sinai. Tudo com uma mente, em um acordo e em um só lugar!

 

Os antigos pactos eram frequentemente ratificados ou promulgados pela incorporação de múltiplos elementos – alguns dos quais incluíam os juramentos falados por ambas as partes, geralmente seguidos por um sacrifício e uma refeição compartilhada. Além disso, havia normalmente estipulações incluídas no Pacto que enfatizavam a importância de recitar e revisar o Pacto anualmente, e / ou no momento de um novo Rei Vassalo, a fim de renovar e lembrar o Pacto feito com o REI Suserano!

 

Todos os anos no Shavuot, a Festa de Pentecostes, revisamos os Dez Mandamentos encontrados em Êxodo 20 e expandimos em Êxodo 34.

 

A Aliança feita no Monte Sinai era uma Aliança de Sangue. Leia o que Henry Trumbull tem a dizer sobre isso.

 

Uma “união de aliança em sacrifício” é um termo indefinido e ambíguo. Pode significar uma união de aliança forjada pelo sacrifício, ou uma união de aliança acompanhada de sacrifício, ou uma união de aliança exibida em sacrifício. Mas, em qualquer sentido que seja empregado, permanece o fato de que, onde quer que uma oferta sangrenta seja feita em conexão com o sacrifício e com a aliança, é o beber do sangue, o derramamento do sangue ou o toque do sangue que representa o estabelecimento das alianças; enquanto comer a carne da vítima, ou da festa de outra forma provida, representa a ratificação da aliança, ou a exibição da aliança…[363]

 

Assim, no Sinai, a aliança formal do Senhor com o Seu povo foi acompanhada de sacrifício. Representantes do povo de Israel ofereceram holocaustos e sacrificaram ofertas pacíficas de bois ao Senhor. Nada é dito aqui sobre a oferta técnica pelo pecado, mas o holocausto e oferta de paz estão incluídos. O derramamento de sangue e a aspersão de sangue precederam qualquer festa. E como que para deixar claro que “aspergindo o sangue” e não “comendo a carne da vítima”, a “união da aliança neste sacrifício estava representada”, Moisés pegou uma porção do sangue e “aspergiu no altar”, e outra porção “aspergiu sobre o povo”, dizendo assim: “Eis o sangue do pacto que o Senhor fez contigo.” Não foi senão depois desse pacto de sangue, que o povo de Israel, por seus representantes, comeu e bebeu “na ratificação, ou na prova, ou na exibição, da aliança feita assim pelo sangue.”

 

Nós temos exatamente essas mesmas coisas que nos são explicadas em Êxodo. É Yehová e a Nação de Israel fazendo uma Aliança de Sangue no Dia de Shavuot. Yehová falou esses mandamentos pessoalmente no Shavuot, de modo que todo o Israel os ouviu em Êxodo 20. Ele então os escreveu em pedra em Êxodo 24.

 

1 Depois disse Deus a Moisés: Subi a ????, tu e Arão, Nadabe e Abiú, e setenta dos anciãos de Israel, e adorai de longe. Só Moisés se chegará a ????; os, outros não se chegarão; nem o povo subirá com ele. Veio, pois, Moisés e relatou ao povo todas as palavras de ???? e todos os estatutos; então todo o povo respondeu a uma voz: Tudo o que ???? tem falado faremos. Então Moisés escreveu todas as palavras de ???? e, tendo-se levantado de manhã cedo, edificou um altar ao pé do monte, e doze colunas, segundo as doze tribos de Israel, e enviou certos mancebos dos filhos de Israel, os quais ofereceram holocaustos, e sacrificaram a ???? sacrifícios pacíficos, de bois. E Moisés tomou a metade do sangue, e a pôs em bacias; e a outra metade do sangue espargiu sobre o altar. (Êxodo 24:1-6)

 

7 Também tomou o livro do pacto e o leu perante o povo; e o povo disse: Tudo o que ???? tem falado faremos, e obedeceremos. Então tomou Moisés aquele sangue, e espargiu-o sobre o povo e disse: Eis aqui o sangue do pacto que ???? tem feito convosco no tocante a todas estas coisas. Então subiram Moisés e Arão, Nadabe e Abiú, e setenta dos anciãos de Israel, e viram o Deus de Israel, e debaixo de seus pés havia como que uma calçada de pedra de safira, que parecia com o próprio céu na sua pureza. Deus, porém, não estendeu a sua mão contra os nobres dos filhos de Israel; eles viram a Deus, e comeram e beberam.” (Êxodo 24:7-11)

 

E depois que Moisés quebrou aquelas pedras, Yehová escreveu-as novamente em ambos os lados da pedra em Êxodo 34.

 

Isto é exatamente o que o apóstolo Paulo está discutindo no capítulo 9 do livro de Hebreus, conectando a Cerimônia de Ratificação no Monte Sinai com Yeshua, o Mashiach, nosso Redentor e Mediador da Aliança Renovada!

 

1 Ora, também o primeiro pacto tinha ordenanças de serviço sagrado, e um santuário terrestre. Pois foi preparada uma tenda, a primeira, na qual estavam o candeeiro, e a mesa, e os pães da proposição; a essa se chama o santo lugar; mas depois do segundo véu estava a tenda que se chama o santo dos santos, que tinha o incensário de ouro, e a arca do pacto, toda coberta de ouro em redor; na qual estava um vaso de ouro, que continha o maná, e a vara de Arão, que tinha brotado, e as tábuas do pacto; e sobre a arca os querubins da glória, que cobriam o propiciatório; das quais coisas não falaremos agora particularmente. Ora, estando estas coisas assim preparadas, entram continuamente na primeira tenda os sacerdotes, celebrando os serviços sagrados; (Hebreus 9:1-6)

 

7 mas na segunda só o sumo sacerdote, uma vez por ano, não sem sangue, o qual ele oferece por si mesmo e pelos erros do povo; dando o Espírito Santo a entender com isso, que o caminho do santuário não está descoberto, enquanto subsiste a primeira tenda, que é uma parábola para o tempo presente, conforme a qual se oferecem tanto dons como sacrifícios que, quanto à consciência, não podem aperfeiçoar aquele que presta o culto; (Hebreus 9:7-9)

11 Mas Cristo, tendo vindo como sumo sacerdote dos bens já realizados, por meio do maior e mais perfeito tabernáculo (não feito por mãos, isto é, não desta criação), e não pelo sangue de bodes e novilhos, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez por todas no santo lugar, havendo obtido uma eterna redenção. Porque, se a aspersão do sangue de bodes e de touros, e das cinzas duma novilha santifica os contaminados, quanto à purificação da carne, quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará das obras mortas a vossa consciência, para servirdes ao Deus vivo? (Hebreus 9:11-14)

 

15 E por isso é mediador de um novo pacto, para que, intervindo a morte para remissão das transgressões cometidas debaixo do primeiro pacto, os chamados recebam a promessa da herança eterna. Pois onde há testamento, necessário é que intervenha a morte do testador. Porque um testamento não tem torça senão pela morte, visto que nunca tem valor enquanto o testador vive. (Deuteronômio 24, Números 5, Romanos 7)* Pelo que nem o primeiro pacto foi consagrado sem sangue; porque, havendo Moisés anunciado a todo o povo todos os mandamentos segundo a lei, tomou o sangue dos novilhos e dos bodes, com água, lã purpúrea e hissopo e aspergiu tanto o próprio livro como todo o povo, dizendo: este é o sangue do pacto que Deus ordenou para vós..” (Hebreus 9:15-20)

 

21 Semelhantemente aspergiu com sangue também o tabernáculo e todos os vasos do serviço sagrado. E quase todas as coisas, segundo a Torá, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão. Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que estão no céu fossem purificadas com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios melhores do que estes. Pois Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, mas no próprio céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus; nem também para se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote de ano em ano entra no santo lugar com sangue alheio; doutra forma, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo; mas agora, na consumação dos séculos, uma vez por todas se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo. E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo, assim também Cristo, oferecendo-se uma só vez para levar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação. (Hebreus 9:21-28)

Como mostrei, Shavuot é também o retrato de um relacionamento íntimo e amoroso entre Yehová e Israel. Isto é Israel se casando com seu REI, vindo sob o Chupá do Monte Sinai, aceitando o Ketubá (Contrato de Casamento) do Criador do Universo. Embora Yehová soubesse que violaríamos esse casamento, que cometeríamos idolatria e adultério espiritual indo atrás de outros poderosos, Ele, no entanto, instilou provisões para a completa Restauração de Sua Noiva através de Yeshua, o Messias!

 

Foi também no Shavuot em Atos, capítulo 2, quando uma nova faceta da nossa Aliança de Casamento foi trazida à vida e se tornou uma realidade quando o Espírito da Torá – o Ruach HaQodesh (Espírito Santo) foi dado e reconhecido como a contrapartida da Letra da Torá que foi dada no Monte Sinai. O Ruach é nosso Selo do REI que nós fomos marcados para redenção para entrar no Reino de Yehová pela obra de Yeshua o Messias!

 

Yehová, nosso Noivo, nosso Rei, deu a Seu Vassalo-Israel um Sinete / Anel de Casamento, ou um sinal para as Nações que nós, como Sua Noiva, somos casados com o Grande Rei no qual acompanha o Selo do Ruach HaQodesh?

 

13 Falarás também aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis os meus sábados; porquanto isso é um sinal entre mim e vós pelas vossas gerações; para que saibais que eu sou ????, que vos santifica. Portanto guardareis o sábado, porque santo é para vós; aquele que o profanar certamente será morto; porque qualquer que nele fizer algum trabalho, aquela alma será exterminada do meio do seu povo. Seis dias se trabalhará, mas o sétimo dia será o sábado de descanso solene, santo a ????; qualquer que no dia do sábado fizer algum trabalho, certamente será morto. Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel, celebrando-o nas suas gerações como pacto perpétuo. Entre mim e os filhos de Israel será ele um sinal para sempre; porque em seis dias fez ???? o céu e a terra, e ao sétimo dia descansou, e achou refrigério. E deu a Moisés, quando acabou de falar com ele no monte Sinai, as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus. (Êxodo 31:13-18)

 

13 Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis meus sábados, porquanto isso é um sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou ????, que vos santifica.” (Exodus 31:13)

 

19 “Eu sou ???? vosso Deus; andai nos meus estatutos, e guardai as minhas ordenanças, e executai-os E santificai os meus sábados; e eles servirão de sinal entre mim e vós para que saibais que eu sou ???? vosso Deus.” (Ezekiel 20:19-20)

 

O Quarto Mandamento é uma das partes da Lei que a maioria não guardará. Inclui o sábado semanal e os Dias Sagrados Anuais conforme listados em Levítico 23 e também inclui os anos sabáticos e jubileus contados a nós em Levítico 25.

Antes de prosseguir, devo salientar que na noite anterior à Páscoa, no ano em que Yeshua deveria ser morto, Ele fez uma refeição (Sua última Ceia) com Seus discípulos e disse-lhes que o vinho representava Seu sangue e que o pão representava Sua carne. Todos os itens usados para fazer um pacto; ou, um tratado de Suserano-Vassalo.

 

27 E tomando um cálice, rendeu graças e deu-lho, dizendo: Bebei dele todos; pois isto é o meu sangue, o sangue do pacto, o qual é derramado por muitos para remissão dos pecados.” (Mateus 26:27-28)

 

19 E tomando pão, e havendo dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, depois da ceia, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo pacto em meu sangue, que é derramado por vós.” (Lucas 22:19-20)

 

Seu corpo não foi quebrado até o dia seguinte e seu sangue foi derramado no chão exatamente da mesma maneira que o sangue de um animal corre no chão em um tratado de aliança. Isso aconteceu exatamente na mesma época em que os cordeiros da Páscoa foram mortos às 3 da tarde do dia 14 de Aviv e seu sangue derramado no chão todos os anos renovando a Aliança.

 

A Aliança que Ele estava renovando era, novamente, o mesmo do Monte Sinai, que Ele falou aos israelitas. O mesmo que no dia de Sua Ascensão naquela manhã de domingo começou o processo de contar para as sete semanas dos sábados; os cinquenta dias até o dia de Pentecostes, ou o tempo de jurar novamente nossos juramentos que nós manteremos a Torá, somente que agora de uma forma que está escrita em nossos corações. Em outras palavras, a Festa dos Juramentos é um tempo durante o qual nós mesmos nos tornamos a Yehová novamente, como estamos renovando nossos votos a cada ano no Shavuot, também conhecido como Pentecostes.

 

E como uma noiva que assumiu o nome de seu marido, nos é dito para não tomarmos o nome de Yehová em vão. Isto é, não nos tornamos Sua Noiva apenas para continuar arrastando Seu nome pela lama de idolatria da qual fomos libertados. Em vez disso, devemos renovar nossos votos para guardar essas mesmas leis faladas e dadas a nós no Monte Sinai que Yeshua disse que eram os dois maiores mandamentos. Amar Yehová, que são os quatro primeiros mandamentos e amar o próximo, que são os últimos seis.

 

O próprio Yeshua nos disse:

 

15 Se me amardes, guardareis os meus mandamentos. … 21 Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele. (João 14:15, 21)

 

Eu agora lhe proporcionei uma base sólida e alicerce firme para examinar mais de perto e criticamente essa palavra “semanas”, e com uma chance muito maior de você chegar a uma conclusão precisa. Além disso, mostrei que “semanas” significa a “Festa das Semanas” – também chamada de “Shavuot”. Também ajudei você a compreender como esse é um momento muito especial em que fazemos um juramento solene de guardar Seus mandamentos a fim de permanecer em Suas bênçãos. Dito isto, vamos agora começar a entender o que está sendo predito nesta profecia. Tenha em mente, ao prosseguirmos, que essa profecia de Daniel 9 tem muito a ver com o rompimento do juramento que fizemos no Monte Sinai e muito pouco a ver com a vinda do Messias. Eu não posso enfatizar isso o suficiente, pois a maioria de nós tem isso tão profundamente enraizado dentro de nós.

 

“Setenta semanas estão decretadas sobre o teu povo.”

 

Setenta Shavuots são decretados para o seu povo. Um Shavuot é quarenta e nove dias. Portanto, setenta quarenta e noves são decretados para o seu povo.

 

70 x 49 = 3,430

 

Agora, quando a Bíblia diz que um “ano é como um dia”, como acontece em Ezequiel, temos 3.430 anos para contar e não os 490 anos que a maioria tenta racionalizar. Um Ciclo Jubileu também tem quarenta e nove anos de duração da mesma forma que a Festa das Semanas tem.

 

Agora, como podemos provar que esses 3.430 anos, são os mesmos que setenta ciclos do Jubileu, são, na verdade, a maneira correta de entender o que Daniel está dizendo; Setenta Shavuot ou 70 semanas? Fazemos isso pelas coisas que vamos explicar nos próximos capítulos. Ao ler o que esses quatro versos realmente dizem e não abandonar os trechos que não se encaixam em nossa teoria. Tudo deve caber sem ser forçado e vamos mostrar isso nos próximos capítulos.

[350] Strong’s Concordance, Esword.

[351] http://www.prophecyfulfillment.com/en014a.html

[352] http://www.prophecyfulfillment.com/en014a.html

[353] Collins-World English Dictionary, http://dictionary.reference.com/browse/Shavuot

[354] http://biblesuite.com/hebrew/shevuot_7620.htm

[355] Isto foi adaptado de uma apresentação de PowerPoint do meu amigo Rico Cortez de: http://wisdomintorah.com

[356] http://thekeyofknowledge.net/downloads/Feasts/daniel-shavuot-feastofoaths.pdf

[357] The Book of Customs, A Complete Handbook for the Jewish Year by Scott-Martin Kosofsky, p. 164

[358] The Complete Story of Shavuot by Nissan Mindel, p. 72, Kehot Publication’s Society (November 1998)

ISBN-10: 0826603211 ISBN-13: 978-0826603210

[359] 360Israelite Covenants In the Light of Ancient Near Eastern Covenants (Part 2 of 2) by René Lopez, p. 1 http://chafer.nextmeta.com/files/v10n1_5lopez_covenants2israelite_covenants.pdf

[360] 361Israelite Covenants In the Light of Ancient Near Eastern Covenants (Part 2 of 2) by René Lopez, p. 87

[361] 362Israelite Covenants In the Light of Ancient Near Eastern Covenants (Part 2 of 2) by René Lopez, p. 88

[362] Ouça o ensinamento de Rico Cortes sobre o livro de Atos, Parte 3, Capítulo 2 http://wisdomintorah.com/?s=study+on+the+book+of+acts+chapter+1&search_404=1

[363] 364The Blood Covenant by Henry Trumbull, pp. 350-351, Kessinger Publishing (March 10th, 2003)

ISBN-10: 0766139832 ISBN-13: 978-0766139831

Capítulo 6 | Por Que o Livro de Daniel Foi Selado Até Os Últimos Dias e a Explicação do Ciclo Jubileu

 

24 “Setenta semanas estão decretadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, e para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o santíssimo. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o ungido, o príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos. E depois de sessenta e duas semanas será cortado o ungido, e nada lhe subsistirá; e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até o fim haverá guerra; estão determinadas assolações. E ele fará um pacto firme com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador; e até a destruição determinada, a qual será derramada sobre o assolador.” [Veja: Mateus 24:15 (Daniel 9:24-27)]

 

No Capítulo 5, eu acabei de compartilhar com você três das principais coisas que você precisa saber para chegar a uma compreensão fundamental e revolucionária das coisas que lhe permitirão finalmente desvendar essa profecia.

 

A primeira é que essas “semanas” (Shavuot plural de semana ou Shabua) sendo faladas é A Festa das Semanas. A segunda de extrema importância é que essas “semanas” também são conhecidas como A Festa dos Juramentos e, por isso, estão constantemente nos remetendo ao pacto que fizemos no Monte Sinai. A terceira chave para entender essa profecia é que “setenta semanas” significa 70 X 49, que totaliza 3430 anos.

 

Eu quero garantir, no entanto, que eu não fique pedra sobre pedra e que você entenda e compreenda. Então deixe-me continuar a explicar alguns pontos adicionais para fundamentar minhas afirmações.

 

Nós lemos em Daniel 12 mais alguns eventos proféticos e duas vezes Daniel é informado que estas coisas são para o fim dos tempos.

 

1 E, naquele tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta pelos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas, naquele tempo, livrar-se-á o teu povo, todo aquele que se achar escrito no livro. E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna e outros para vergonha e desprezo eterno. Os sábios, pois, resplandecerão como o resplendor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça refulgirão como as estrelas, sempre e eternamente. E tu, Daniel, fecha estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará. (Daniel 12:1-4)

 

5 E eu, Daniel, olhei, e eis que estavam outros dois, um desta banda, à beira do rio, e o outro da outra banda, à beira do rio. E ele disse ao homem vestido de linho, que estava sobre as águas do rio: Que tempo haverá até ao fim das maravilhas? E ouvi o homem vestido de linho, que estava sobre as águas do rio, quando levantou a sua mão direita e a sua mão esquerda ao céu e jurou, por aquele que vive eternamente, que depois de um tempo, de tempos e metade de um tempo, e quando tiverem acabado de destruir o poder do povo santo, todas essas coisas serão cumpridas. Eu, pois, ouvi, mas não entendi; por isso, eu disse: Senhor meu, qual será o fim dessas coisas? E ele disse: Vai, Daniel, porque estas palavras estão fechadas e seladas até ao tempo do fim. Muitos serão purificados, e embranquecidos, e provados; mas os ímpios procederão impiamente, e nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão. (Daniel 12:5-10)

 

Estou aqui escrevendo este livro para você, o leitor neste ano de 2013 d.C., que é o ano 5849 desde a criação de Adão. Minha alegação aqui é basicamente que agora chegou o tempo em que Yehová decidiu nos revelar os segredos desse entendimento.

 

Essa é uma afirmação muito definitiva e ousada, não é? Então, como posso me levantar e fazer uma declaração dessas?

 

A primeira vez que é dito a Daniel que “isto é para o tempo do fim” neste capítulo nos é dito algo no versículo anterior:

 

3 Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente. (Daniel 12:3)

 

A questão agora é: “Quem são os ‘sábios’ e como eles conduzem muitos à justiça?” Os sábios também devem ser justos se vão “conduzir outros à justiça”. O que as Escrituras nos dizem? O que é ‘sabedoria’ e o que é ‘justiça’ conforme definido pelas Escrituras?

 

7 A torá de ???? é perfeita e refrigera a alma; o testemunho de ???? é fiel e dá sabedoria aos símplices. (Salmo 19:7)

 

97 Oh! Quanto amo a tua torá! É a minha meditação em todo o dia! Tu, pelos teus mandamentos, me fazes mais sábio que meus inimigos, pois estão sempre comigo. Tenho mais entendimento do que todos os meus mestres, porque medito nos teus testemunhos. Sou mais prudente do que os velhos, porque guardo os teus preceitos. (Salmo 119:97-100)

 

De acordo com esses dois Salmos, a Torá de Yehová, ou o guardar de Suas Leis, nos torna sábios e nos dá entendimento acima de todos os outros. O guardar dos mandamentos é o que nos faz sábios; mas e quanto a ser justo?

 

172 A minha língua falará da tua palavra, pois todos os teus mandamentos são justiça.  (Salmo 119:172)

 

Aqui, novamente, a fim de sermos justos, somos instruidos de que temos que guardar os mandamentos. É o guardar dos mandamentos que nos torna justos e sábios. Eu quero ter certeza de que você entendeu isso. Esta é a definição para justiça de accordo com Yehová e sua definição de sabedoria diretamente da Bíblia.

 

Não é de admirar então que essas coisas de Daniel tenham sido seladas e fechadas até o fim dos tempos. Se apenas os sábios e os justos pudessem entender, foi apenas no último século que as pessoas voltaram a guardar todos os dez Mandamentos. Sim, eles os guardavam na maior parte do tempo, mas nunca guardavam o quarto. Essa é a que diz que devemos guardar o shabbat no sétimo dia – sábado. Mas, assim como Yeshua expandiu sobre o adultério e sobre o assassinato no tocante a não apenas a ação, mas também ao olhar para uma pessoa com tal intenção, assim também o Quarto Mandamento foi expandido para incluir não apenas os Dias Sagrados de Deus de Levítico 23 (não acrescentando outros feriados a eles), mas também, tão importante quanto, os anos sabáticos e jubileus de Levítico 25.

 

A partir do final de 1800, o sábado era guardado por muitos dos que hoje são chamados de adventistas do sétimo dia. Foi depois da década de 1930 que muitos outros começaram a guardar tanto o Sábado do Sétimo Dia quanto os Dias Sagrados de Levítico 23. Não foi até algum tempo depois da década de 1990 que alguns começaram a guardar os Dias Sagrados de acordo com a cevada que estava madura em Israel, o avistamento da Lua, para começar o mês e a contagem para cada um dos Dias Sagrados. Isso não tinha sido feito desde antes do Templo ter sido destruído em 70 d.C. E foi só quando comecei a dizer às pessoas em 2005 sobre a importância de guardar os Anos Sabáticos e realmente mantê-los em 2009-2010, que a parte final deste Mandamento foi totalmente guardado, até onde eu sei.

 

O guardar do quarto mandamento implica o shabbat semanal no sábado, os dias santos e os anos sabáticos e jubileus.

 

24 E ???? nos ordenou que fizéssemos todos estes estatutos, para temermos a ????, nosso Deus, para o nosso perpétuo bem, para nos guardar em vida, como no dia de hoje. E será para nós justiça, quando tivermos cuidado de fazer todos estes mandamentos perante ????, nosso Deus, como nos tem ordenado. (Deuteronômio 6:24-25)

 

9 Redenção enviou ao seu povo; ordenou o seu concerto para sempre; santo e tremendo é o seu nome. O temor de ???? é o princípio da sabedoria; bom entendimento tem todos os que lhe obedecem; o seu louvor permanece para sempre. (Salmo 111:9-10)

 

É quando estamos guardando e cumprindo todos os Seus Mandamentos que temos um temor respeitoso de Yehová. É cumprindo estes mandamentos que obtemos justiça, compreensão e sabedoria acima de todos aqueles que não os guardam.

 

Nos é dito em Apocalipse que Satanás vai atacar aqueles que guardam os mandamentos. E nos é dito em Apocalipse também que aqueles que estarão, naquele tempo, guardando os Mandamentos serão os que têm fé verdadeira em Yehová.

 

12 Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em ?????. (Apocalipse 14:12)

 

17 E o dragão irou-se contra a mulher e foi fazer guerra ao resto da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de ????? o Messias. (Apocalipse 12:17)

 

Há muitos que dizem que os Mandamentos foram pregados na cruz e anulados. Apocalipse nos diz claramente que eles não são. Paulo não foi quem disse que a Lei foi pregada na cruz, pois ele diz que a Lei e os Mandamentos são Santos e são o que nos faz justos.

 

12 Assim, a torá é santa; e o mandamento, santo, justo e bom. (Romanos 7:12)

 

Nos três primeiros capítulos eu já mostrei a você quem é Israel hoje. Hoje, você, Israel, precisa ouvir as palavras de Yehová para voltar a ser justo, a fim de voltar a ser Santo, a fim de voltar a ser sábio e a fim de retornar a uma sólida compreensão da profecia bíblica.

 

1 Agora, pois, ó Israel, ouve os estatutos e os juízos que eu vos ensino, para os cumprirdes, para que vivais, e entreis, e possuais a terra que ????, Deus de vossos pais, vos dá. Nada acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos de ????, vosso Deus, que eu vos mando.” [Veja também: Deuteronômio 12:32, Provérbios 30:6, Apocalipse 22:18-19 (Deuteronômio 4:1-2)].

 

3 Os vossos olhos têm visto o que ???? fez por causa de Baal-Peor; pois a todo homem que seguiu a Baal-Peor ????, teu Deus, consumiu do meio de ti. Porém vós que vos chegastes a ????, vosso Deus, hoje todos estais vivos. Vedes aqui vos tenho ensinado estatutos e juízos, como me mandou ????, meu Deus, para que assim façais no meio da terra a qual ides a herdar. Guardai-os, pois, e fazei-os, porque esta será a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povos que ouvirão todos estes estatutos e dirão: Só este grande povo é gente sábia e inteligente. Porque, que gente há tão grande, que tenha deuses tão chegados como ????, nosso Deus, todas as vezes que o chamamos? E que gente há tão grande, que tenha estatutos e juízos tão justos como toda esta torá que hoje dou perante vós? Tão-somente guarda-te a ti mesmo e guarda bem a tua alma, que te não esqueças daquelas coisas que os teus olhos têm visto, e se não apartem do teu coração todos os dias da tua vida, e as farás saber a teus filhos e aos filhos de teus filhos.” (Deuteronômio 4:3-9)

 

É guardando os Mandamentos de Yehová que adquirimos a sabedoria que é tão desesperadamente necessário nestes Últimos Dias para podermos compreender adequadamente o que foi selado nas profecias de Daniel. Como você acabou de ler, “Porém vós que vos chegastes a ????, vosso Deus, hoje todos estais vivos.” É isso que nos manterá vivos no próximo ciclo de guerra.

 

Tendo dito isto, não foi até que eu mesmo entendi os Ciclos Sabáticos e Jubileus – e quando eles ocorreram no passado – que eu pude entender completamente a profecia de Daniel 9. É por causa desse entendimento que agora estou compartilhando essa informação com você.

 

Seguindo em frente, no capítulo anterior eu expliquei o que de fato eram as Setentas Semanas.

“Setenta semanas estão decretadas sobre o teu povo.”

 

Em outras palavras, Setenta Shavuots são decretados para o seu povo. Um Shavuot é quarenta e nove dias. Setenta “quarenta e nove” são decretados para seu povo.

 

70 x 49 = 3,430

 

Agora, quando você aplica o Princípio do Dia=Ano[366] como apresentado em Ezequiel, capítulo 4, você tem então 3.430 anos para trabalhar e não os 490 anos que muitos tentam racionalizar. Um Ciclo Jubileu também é um bloco de quarenta e nove anos, da mesma forma que a Festa das Semanas. 3.430 anos também podem ser entendidos como 70 Ciclos do Jubileu.

 

Eu tenho que levantar isso para que você entenda, porque esta é uma pista vital que você precisa estar ciente, a fim de entender quando estas Setenta Semanas, ou setenta quarenta e noves, ou Setenta Ciclos Jubileus começam. Mas antes de te levar lá, devo explicar os Ciclos Jubileus.

 

Os Ciclos Jubileus são o tema fundamental do meu DVD intitulado A Ordem Cronológica das Profecias nos Jubileus, que saiu em 2008 e também, do meu livro, As Profecias de Abraão, que saiu em 2010, e meu segundo livro, Lembrando o Ano Sabático de 2016, que foi publicado em 2013. Eu recomendo fortemente que você assista ou leia cada um deles, pois estou tomando um cuidado especial para não repetir todas as informações neles aqui novamente neste livro. Eu não vou explicá-los novamente aqui em detalhes e prová-los como eu tenho nos outros livros. Você pode estudar essas coisas com mais detalhes nos meus dois livros anteriores e assistir meu DVD.

 

A primeira menção dos anos sabáticos pode ser encontrada em Gênesis:

 

3 Então, disse ????: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem, porque ele também é carne; porém os seus dias serão cento e vinte anos.” (Genesis 6:3)

 

A palavra para “anos” aqui é “shaneh.”

 

H8141 ???? shâneh, shânâh, shaw-neh’, shaw-naw’ (A primeira forma sendo no plural apenas, a segunda forma sendo feminina); de

 

H8138— Um ano (como uma revolução do tempo): Idade total, X longo, velho, ano (X -mente).

 

Gênesis 6: 3 está nos dizendo que o homem terá 120 períodos de tempo. É o único lugar que nos diz isto.

 

Muitas pessoas usam isso para pular para a seguinte conclusão:

 

120 x 50 = 6,000 Years

 

Demonstrei, sem sombra de dúvida, por que os Ciclos Jubileus são quarenta e nove anos e depois seguidos do quinquagésimo ano, que é também o primeiro ano da próxima contagem de quarenta e nove anos. Mas peço-lhe novamente para ler estas coisas em Lembrando o Ano Sabático de 2016.

 

Estes 120 períodos de tempo são, de fato, 120 x 49 = 5.880 anos e não os 6.000 anos que muitos presumiram ser.

 

Moisés sabia que quando os israelitas entrassem na Terra Prometida, seria um Ano Jubileu. Por causa disso, ele teve que explicar as Leis do Ano Jubileu para eles.

 

Como ele sabia disso?

 

Tudo o que você tem que fazer é somar todos os anos desde a criação de Adão até a época em que a maldição de quarenta anos de vagar no deserto estava chegando ao fim e você também será capaz de ver que definitivamente seria um Ano do Jubileu, quando os israelitas conseguem atravessar o Jordão e entrar na Terra.

 

Em meu livro, Lembrando o Ano Sabático de 2016, eu passei por uma extensa explanação mostrando a cronologia apropriada desde Adão até os israelitas entrarem na Terra Prometida. Esse ano foi 2.500 anos desde a criação de Adão até que eles atravessaram o Jordão. Então eu mostro a você como conectar esta cronologia à Era Comum moderna.

 

Deixe-me agora citar para você Capítulo 18 de Lembrando o Ano Sabático de 2016.

Provavelmente você deve estar perguntando quando foram os que se passaram, quando será o próximo e como podemos saber e provar, como sempre devemos fazer.

 

Há muita confusão por aí sobre os Anos Sabáticos e devido a essa confusão muitos de nós hoje não conseguimos conciliar. Para poder encontrar a verdade inalterada, precisamos voltar no tempo para uma fonte segura e verídica. Precisamos voltar às próprias Escrituras e às palavras do próprio Yehová. A partir daí, podemos seguir adiante (e voltar atrás) para saber quando cada Ano Sabático e Jubileu ocorreu e quando ocorrerão no futuro.

 

O respeitado cronologista, Edwin R. Thiele escreveu o livro, The Mysterious Numbers of the Hebrew Kings (Os Misteriosos Números dos Reis Hebreus).[367] Neste livro ele afirma que tem apenas duas datas em toda a cronologia Hebraica que podem ser confirmados por fontes externas.

 

No Antigo Testamento, nenhuma data absoluta é dada para os Reis Hebreus e se torna uma verdadeira tarefa Bereana estabelecer, se possível, alguma data absoluta na história de Israel que se possa utilizar para estabelecer outras datas nesta cronologia. A única esperança em fazer isto, nas instancias onde existe uma lacuna histórica, é de isolar o ponto principal onde a história Hebraica corresponde com certeza com a história de outra nação cuja cronologia é mais conhecida, em certo período.

 

Na história dos primeiros monarcas Hebreus, os dois exemplos mais bem documentados foram os dos Assírios primeiro e dos Babilônios segundo. Felizmente para nós, as cronologias destas duas nações pertinentes ao período que nos interessa têm sido muito bem estabelecidas.[368]

 

Um é a batalha de Qarqar em 853 a.C. em que morre o Rei Acabe. Esta estória se encontra em I Reis 22. A razão da importância desta data é contra quem Acabe está lutando. Ele e seus soldados lutavam contra Assíria.

 

A cronologia Assíria datando desde o início do século IX a.C. depende inteiramente num fundamento excepcionalmente sólido. Todos os essenciais de uma cronologia segura estão presentes. Então, os peritos têm composto um sistema cronológico seguro para a nação da Síria.[369]

 

A única outra data que corresponde com outras cronologias é a de 701 a.C. quando o Rei Senaqueribe ataca Judá no décimo quarto ano do reinado do Rei Ezequias.

 

Um sincronismo sólido entre Judá e Assíria que podemos usar como ponto de partida para nosso padrão Hebraico é a data de 701 a.C., o ano em que o Rei Senaqueribe, em sua terceira campanha, “subiu contra a terra Heteu” (Aram), e cercou o Rei Ezequias o Judeu… como um pássaro engaiolado em Jerusalém, sua cidade real. Isto ocorreu no décimo quarto ano do reinado do Rei Ezequias (II Reis 18:13), e aquele era o ano de 701 a.C.[370]

 

Os Assírios aderiram a pratica de nomear para o oficio de epônimo, ou limmu, algum oficial da alta corte ou o próprio rei. O limmu tomava posse durante um ano calendário e o nome daquele ano, era o nome do limmu.[371]

 

Das ruínas de Nínive temos quatro cronologias chamados de epônimos quais podem ser datados de 911 a.C.–701 a.C.— cada um sobrepõe os outros.

 

Também temos sete cronologias Assírias chamados de Listas de Limmu que cobrem os anos de 891 a.C.–648 a.C. e eles também têm eventos astronômicos que podem ser utilizados para identificar o exato momento da história em que o evento ocorreu e o Rei que governava naquele tempo.

 

Também existem outros dois documentos conhecidos como A Lista dos Reis Khorsabad de Sargon e a Lista dos Reis SDAS que não apenas concordam entre si, como concordam com o epônimo e as Listas de Limmu mencionados anteriormente.

 

E se o mencionado acima não for o suficiente, podemos acrescentar a tudo isso o Cânon de Ptolomeu que é uma cronologia da Babilônia, Persa e dos Reis Gregos datando de 747 a.C.–161d.C. Mas se isto não basta, Ptolomeu também registrou mais de oitenta eventos astronômicos (observações) – inclusive suas datas e seu relacionamento com os governantes da época. Estes registros astronômicos podem ser usados para verificar a precisão da lista dos Reis e confirmar quando eles governaram na história humana.

 

É somente com estas listas cronológicas, recuperados das ruínas de Nínive, que podemos ter um registro cronológico confiável de qualquer Rei Hebreu.

 

Tendo a lista dos governantes Assírios ao nosso dispor apenas tem valor porém, quando podemos ligá-los um ou mais Reis Israelitas, e excepcionalmente, isto tem sido feito com a Batalha de Qarqar e o ataque Sírio ao Reis Ezequias. Exceto por estes dois eventos ligarem diretamente à cronologia Assíria, não teríamos nenhuma data pelo qual poderíamos reconciliar os Reis de Israel, pois não deixaram nenhum registro para nós.

 

Você pergunta, porque isso importa?

 

Primeiro, a referência acima do ataque do Rei Senaqueribe contra o Rei Ezequias está registrado nas cronologias Assírias. Este registro é um ano de referência e deste ano podemos determinar quando os outros reis de Israel governaram. Poderíamos também usar a Batalha de Qarqar, mas a data de Ezequias é mais importante para nós no contexto dos Anos Sabáticos e Jubileus.

 

Neste relato bem documentado, que citei mais cedo, em sua terceira campanha, “subiu contra a terra Heteu” (Aram), e cercou o Rei Ezequias o Judeu… como um pássaro engaiolado em Jerusalém, sua cidade real. Isto ocorreu no décimo quarto ano do reinado do Rei Ezequias (II Reis 18:13), e aquele era o ano de 701 a.C.

 

Como também afirmei mais cedo, mas em termos mais gerais, 701 a.C. é um ponto de referência cronológico absoluto na história. Sabendo disso, vamos agora ler sobre os eventos que levaram a este evento dramático.

 

E sucedeu que, no terceiro ano de Oséias, filho de Elá, rei de Israel, começou a reinar Ezequias, filho de Acaz, rei de Judá. Tinha vinte e cinco anos de idade quando começou a reinar, e vinte e nove anos reinou em Jerusalém; e era o nome de sua mãe Abi, filha de Zacarias. E fez o que era reto aos olhos de ????, conforme tudo o que fizera Davi, seu pai. Ele tirou os altos, quebrou as estátuas, deitou abaixo os bosques, e fez em pedaços a serpente de metal que Moisés fizera; porquanto até àquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso, e lhe chamaram Neustã. Em ???? Elohim de Israel confiou, de maneira que depois dele não houve quem lhe fosse semelhante entre todos os reis de Judá, nem entre os que foram antes dele. Porque se chegou a ????, não se apartou dele, e guardou os mandamentos que o ???? tinha dado a Moisés. Assim foi ???? com ele; para onde quer que saía se conduzia com prudência; e se rebelou contra o rei da Assíria, e não o serviu. Ele feriu os filisteus até Gaza, como também os seus termos, desde a torre dos atalaias até à cidade fortificada. (II Reis 18:1-8)

 

13 Porém no ano décimo quarto do rei Ezequias subiu Senaqueribe, rei da Assíria, contra todas as cidades fortificadas de Judá, e as tomou. Então Ezequias, rei de Judá, enviou ao rei da Assíria, a Laquis, dizendo: Pequei; retira-te de mim; tudo o que me impuseres suportarei. Então o rei da Assíria impôs a Ezequias, rei de Judá, trezentos talentos de prata e trinta talentos de ouro. Assim deu Ezequias toda a prata que se achou na casa de ???? e nos tesouros da casa do rei. (II Reis 18:13-15)

 

16 Naquele tempo cortou Ezequias o ouro das portas do templo de ????, e das ombreiras, de que ele, rei de Judá, as cobrira, e o deu ao rei da Assíria. Contudo enviou o rei da Assíria a Tartã, e a Rabe-Saris, e a Rabsaqué, de Laquis, com grande exército ao rei Ezequias, a Jerusalém; subiram, e vieram a Jerusalém. E, subindo e vindo eles, pararam ao pé do aqueduto da piscina superior, que está junto ao caminho do campo do lavandeiro. (II Reis 18:16-17)

 

18 E chamaram o rei; e saíram a eles Eliaquim, filho de Hilquias, o mordomo, e Sebna, o escrivão, e Joá, filho de Asafe, o cronista. E Rabsaqué lhes disse: Ora, dizei